Quando fundou a CMSystem, Cristiano Marcello enfatizou que a diretriz da equipe seria trabalhar para formar atletas que buscam vitórias e títulos, sem abrir mão de atuações que chamem a atenção do público e valorizem o espetáculo, independentemente do evento em que estejam competindo.

A proposta é que a performance em alto nível faça parte do padrão de atuação dos seus lutadores, dentro e fora do cenário internacional. No UFC, esse tipo de postura pode render bônus de performance. A organização dobrou o valor do prêmio neste ano. Até 2025, o bônus era de US$ 50 mil. Em 2026, passou a ser de US$ 100 mil, valor que supera meio milhão de reais na cotação atual.
“Nosso trabalho é para vencer e lutar bem. A equipe é preparada para entregar desempenho, leitura de luta e postura dentro do cage. Quando isso acontece, o bônus vem como consequência. Em 2026, queremos aumentar esse número de premiações”, afirmou Cristiano Marcello.
O que fazer com o dinheiro extra que entra quando um atleta conquista prêmios e bônus? Cristiano Marcello também pensou nisso. Uma assessoria financeira para organizar esses recursos, planejar o uso do dinheiro ao longo da carreira e dar suporte para decisões fora do esporte. Para isso, a CMSystem mantém parceria com a Tailor Partners, empresa especializada em assessoria financeira e patrimonial de famílias e empresas, com a qual completa dois anos de trabalho conjunto.
“A Tailor trouxe método e acompanhamento. Ter uma assessoria financeira séria ao lado ajuda o atleta a organizar o que ganha e a planejar o futuro. Isso impacta a carreira dentro e fora do esporte”, disse Cristiano Marcello.
Para profissionais de MMA, sejam atletas ou treinadores, a organização financeira e o planejamento de investimentos são parte da carreira. Os rendimentos costumam vir de lutas e patrocínios, o que pode gerar variações ao longo do tempo. Como a trajetória no esporte tende a ser curta e está sujeita a fatores externos, como o cenário econômico do país ou do mundo, o controle do dinheiro ajuda a reduzir riscos e a dar sustentação ao futuro após a fase competitiva.
“Quem vive do MMA precisa entender que a carreira é curta e que a renda não é fixa. O dinheiro entra por luta e por patrocínio, e isso muda conforme o momento do mercado e do esporte. Se o atleta ou o treinador não se organiza e não pensa em investir, corre o risco de ter dificuldade mais adiante”, concluiu Cristiano Marcello.






