O Connect Heroes, marcado para o dia 11 de julho, no Grand Hyatt, na Barra da Tijuca, nasce com a proposta de recolocar o Rio de Janeiro no centro das superlutas de jiu-jitsu. Mas, por trás dos confrontos principais do card, existe outra conexão que ajuda a explicar o crescimento da modalidade no país: a estrada percorrida por atletas que viajaram milhares de quilômetros de ônibus para competir e seguir vivos no esporte.

Antes de se tornarem referências internacionais do grappling, nomes como Meyram Maquiné, Fabrício Andrey e Diogo Reis, todos oriundos de Manaus, passaram boa parte da juventude encarando viagens interestaduais em busca de campeonatos. O mesmo aconteceu com Rerisson Gabriel e Felipinho Assis, criados em projetos sociais do Rio de Janeiro.
Em comum, eles carregam histórias marcadas por deslocamentos longos, recursos limitados e a necessidade de deixar cedo suas cidades e comunidades para disputar oportunidades em outros estados. Em muitos momentos, o ônibus foi a alternativa possível para alcançar competições importantes e manter viva a trajetória dentro do esporte.
Parceira do Connect Heroes, a Auto Viação 1001 entra no projeto conectada a essa realidade vivida por milhares de atletas brasileiros. Presente em rotas interestaduais por diferentes regiões do país, a empresa passa a integrar um evento que tem como uma de suas bases as histórias de superação construídas nas estradas.
“Acreditamos que conectar pessoas também é aproximar sonhos e oportunidades. O Connect Heroes dá visibilidade a atletas que transformaram suas vidas através do esporte, e a Auto Viação 1001 tem orgulho de apoiar um projeto que valoriza essas jornadas construídas dentro e fora dos tatames.” diz Marcia Martinez, diretora de marketing do Grupo JCA, holding dona da Auto Viação 1001.
O Connect Heroes reunirá justamente atletas que simbolizam essa transformação social promovida pelo jiu-jitsu. Hoje, eles vivem da modalidade, disputam eventos internacionais, dão seminários no exterior e se tornaram inspiração para crianças das regiões onde cresceram. Em bairros periféricos de Manaus e comunidades do Rio, os nomes do card passaram a ocupar o lugar de heróis locais.
A luta principal do evento colocará Fabrício Andrey diante de Meyram Maquiné. Na coprincipal, Rerisson Gabriel enfrenta Diogo “Baby Shark” Reis. Outro destaque será o retorno de Gilbert Burns ao kimono após cerca de 15 anos, desta vez contra Piter Frank.
Idealizado pelo podcaster Alexandre Lemos, criador do Connect Cast, o evento aposta em rivalidades esportivas, construção de narrativas e aproximação entre atletas e público. A proposta também busca valorizar histórias que muitas vezes ficam fora dos holofotes, mas ajudam a explicar como o jiu-jitsu brasileiro segue formando talentos em diferentes regiões do país.
“O Connect Heroes nasceu principalmente da intenção de mostrar que o esporte é uma, se não a maior, ferramenta de inclusão e ascensão social. A jornada de alguns desses lutadores é simplesmente heróica e foi necessário apenas uma chance de estar no esporte para que esses meninos mostrassem do que são capazes e hoje o público paga para vê-los lutar. Apoiar e fomentar o esporte é o caminho para se revelar mais heróis e a 1001 foi essencial para darmos a largada”, destaca Lemos.







