Está no ar o Conexão PVT com Gabriel Marretinha. No bate-papo com Marcelo Alonso, ele contou como anda sua preparação para lutar contra Belal Muhammad em junho no UFC, e o que espera de sua sequência no evento. O lutador revelou ainda que seu irmão, Ismael Marreta, irá subir de categoria e também vai lutar até 77kg.
Marretinha ainda analisou os principais destaques da sua categoria, falou de grandes combates que vem por aí no evento, e muito mais.
Nesta entrevista exclusiva ao PVT, recebemos o multicampeão de karatê Jayme Sandall. Aos 48 anos, Jayme surpreendeu o mundo das artes marciais ao retornar aos tatames no Karate Legends, conquistando o cinturão após uma batalha intensa contra um adversário 23 anos mais novo.
Jayme compartilha os bastidores da sua preparação, relembra sua vitoriosa passagem como técnico de karatê de Vitor Belfort no UFC e utiliza sua vasta experiência para analisar os próximos grandes desafios dos brasileiros no MMA: Mauricio Ruffy, Patrício Pitbull e a subida de Alex Poatan para a categoria dos pesos-pesados contra Ciryl Gane.
O Jungle Fight anunciou oficialmente os nomes que vão disputar o torneio masculino do Fight do Milhão 2026, que começa no dia 25 de abril, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A competição reúne atletas da divisão até 77 kg e terá transmissão ao vivo pela Globo, Sportv e Combate. O GP paga R$ 1 milhão aos campeões, dividido igualmente no masculino e no feminino.
Arte: Sidnei Goulart
A primeira fase do Grand Prix contará com oito lutadores e já reúne nomes de destaque dentro da organização. O atual campeão da categoria, Ernane Pimenta, está confirmado no torneio, ao lado de dois ex-campeões do Jungle Fight: Anderson “Astro da Maldade” e Henerson “Neném”.
Os confrontos da primeira fase foram definidos com base no equilíbrio técnico e no histórico recente dos atletas. O Fluminense Ernane Pimenta enfrenta o paraibano Glebson Monteiro, enquanto o rondoniense Henerson Neném encara o mineiro Guilherme Almeida.
Na outra chave, o sul-mato-grossense Matheus Nogueira mede forças com o paulista Martin Farley Berzkalns. Já o sergipano Anderson “Astro da Maldade” terá pela frente o amazonense Matheus “The Monster” Araújo. Os vencedores avançam às próximas etapas do torneio, seguindo o formato eliminatório.
Além dos duelos principais, o Jungle Fight também confirmou duas lutas reservas, que podem integrar o torneio em caso de necessidade ao longo da competição. o brasiliense André Fischer enfrenta o catarinense Adolpho Luis Pereira, enquanto o paulista Gabriel Yamazaki encara o cearense Maycon Jonnie. A organização mantém, assim, alternativas imediatas para reposição de atletas, garantindo a continuidade do GP.
“O Fight do Milhão tem hoje a maior premiação do MMA latino-americano e mostra que o atleta brasileiro não precisa sair do país para mudar de vida. Com o apoio da Globo, a gente consegue dar visibilidade, estrutura, oportunidade e dinheiro para esses lutadores crescerem aqui dentro, perto da família e do público brasileiro”, afirmou Wallid Ismail, presidente do Jungle Fight.
“São Paulo é um palco especial para o Jungle Fight. Foi aqui que realizamos a final da última edição, que alcançou mais de 27 milhões de pessoas nos canais da Rede Globo e cerca de 180 milhões de visualizações nas redes sociais, números inéditos para um evento de MMA no continente. Agora, voltamos à cidade para abrir a temporada 2026″, seguiu Wallid.
“Agradeço ao prefeito Ricardo Nunes, que não mede esforços para apoiar o esporte como ferramenta de inclusão social; ao ex-secretário de Turismo Rui Alves, por reconhecer que o Jungle Fight movimenta uma ampla cadeia produtiva e impulsiona o turismo em São Paulo, com impacto direto em bares, hotéis e restaurantes; e ao vereador George Hato, um dos principais incentivadores do esporte na capital paulista. Essa parceria é fundamental para fortalecer todos esses setores por meio do Jungle Fight”, concluiu.
Jungle Fight 149 Ibirapuera, São Paulo (SP) Sábado, 25 de abril de 2026
Torneio Fight do Milhão Masculino:
77 kg: Ernane Pimenta (RJ) x Glabson Monteiro (PB)
77 kg: Henerson Neném (RO) x Guilherme Almeida (MG)
77 kg: Matheus Nogueira (MS) x Martin Farley Berzkalns (SP)
77 kg: Anderson “Astro da Maldade” (SE) x Matheus “The Monster” Araújo (AM)
Lutas reservas do torneio:
77 kg: André Fischer (DF) x Adolpho Luis Pereira (SC)
77 kg: Gabriel Yamazaki (SP) x Maycon Jonnie (CE)
Outras lutas do card:
66 kg: Manoel Aranha (PA) x Wanderson Santos Veloso (SP)
70 kg: Lucas Rodrigues de Souza (RJ) x Cleiton Morais (RS)
84 kg: Thiago Goulartem (RJ) x Ulisses Silva (GO)
57 kg: Guilherme Alves (SP) x Hailton Lopes (AP)
93 kg: Everton “Gigante” da Rocha (RJ) x Rodolfo dos Santos (PR)
61 kg: Enzzo Bastos (CE) x Maycon Kevin dos Santos (PA)
57.5 kg: Nathalia Pletz (RJ/MG) x Grazi Gouveia (SP)
61kg: Guilherme dos Anjos (SP) x Lucas Lima de Lima (AM)
Delano venceu em estreia no UFC - Foto: Divulgação/UFC
A estreia de José Delano no UFC não poderia ter sido mais convincente. No último sábado (4), o peso-pena pernambucano mostrou personalidade e controle para derrotar o polonês Robert Ruchala por decisão unânime. Atleta da Brazilian Top Team (BTT), o brasileiro chegou à organização credenciado após passagem pelo Contender Series e agora soma 17 vitórias e apenas três derrotas no cartel.
Delano venceu em estreia no UFC – Foto: Divulgação/UFC
Dentro do octógono, Delano executou um plano de luta claro e eficiente. Apostando na trocação, o brasileiro impôs ritmo desde o início, utilizando o boxe como principal arma para desgastar o adversário ao longo dos três rounds. A estratégia, segundo ele, foi desenhada para crescer progressivamente durante o combate.
“O planejamento era usar o boxe mesmo, que é o que nós temos de melhor, aplicar um grande volume de golpes de mão, principalmente nos rounds primários, ali no primeiro round, logo depois no segundo, terceiro, e aumentando cada vez mais. E deu bom nesse sentido”, explicou o lutador, satisfeito com o desempenho geral.
Resiliência como diferencial na estreia
Apesar da vitória dominante, Delano revelou que enfrentou dificuldades no início da luta. O primeiro round, mais equilibrado, gerou frustração por não conseguir executar plenamente sua movimentação, algo que ele atribuiu até mesmo à adaptação à lona do UFC.
“Eu me frustrei um pouco no primeiro round, porque eu não consegui movimentar o que eu gostaria. Senti diferença na lona e isso meio que me desconcentrou um pouco ali no primeiro round. Mas aí eu fui me achando nos rounds seguintes e fui aumentando o volume a cada round como era o planejado”, analisou.
Para o pernambucano, o fator decisivo para virar a chave durante o combate foi a resiliência. Mesmo diante de um início abaixo do esperado, ele manteve a calma, ajustou a estratégia e passou a dominar as ações com mais contundência.
“Acho que o que foi determinante foi a minha resiliência, porque no primeiro round eu fiquei muito frustrado. Mas tive paciência para manter o ritmo e aumentar nos rounds seguintes. As lutas que eu fiz na LFA me deram essa maturidade dentro do octógono, e isso foi determinante para eu crescer na luta e conquistar a vitória”, destacou.
A bagagem construída antes do UFC também teve papel fundamental na performance. Delano acredita que chegou à organização no momento ideal da carreira, mais preparado para lidar com a pressão e com o alto nível dos adversários.
“Eu já vinha lutando com caras muito experientes no cenário nacional e no LFA, que é um evento duríssimo. Então eu já estava pronto como lutador. A pressão do UFC é diferente, mas agradeço a Deus por ter me dado discernimento para entrar no momento certo, com a maturidade e a bagagem corretas”, afirmou.
Com a estreia bem-sucedida, o brasileiro mantém os pés no chão e evita projetar passos maiores neste momento. O foco, segundo ele, está na evolução constante e na estabilidade dentro da organização, sem pressa para escolher adversários.
“O próximo passo é ir para casa descansar, continuar meus treinos e minhas responsabilidades. Não penso em nomes nem em ranking agora. Quero me estabilizar no UFC, ganhar meu dinheiro, realizar meus sonhos pessoais, constituir família e seguir sendo grato a Deus por tudo que estou vivendo”, concluiu.
Convidado do Conexão PVT desta quarta-feira, Conan Silveira conversou com Marcelo Alonso e fez um raio-x sobre alguns dos próximos desafios dos atletas da American Top Team. O treinador contou como foi a organização dos treinos de Renato Moicano e Chris Duncan, que treinam na academia e vão se enfrentar no UFC deste sábado, além das disputas de Junior Cigano, Phelipe Lins e Adriano Moraes no evento de MMA da Netflix.
Conan também contou como anda a recuperação de Alexandre Pantoja e Kayla Harrison, e quando espera vê-los em ação novamente, os planos de Movsar Evloev para encarar Alexander Volkanovski e muito mais.
Faixa-preta da Alliance Rio celebra conquista histórica - Foto: Divulgação
A conquista do Pan-Americano de Jiu-Jitsu marcou um divisor de águas na trajetória de Luiz Felipe Assis, o Filipinho. Com apenas dois anos de faixa-preta, o atleta da Alliance Rio alcançou seu primeiro título em um dos três maiores campeonatos da IBJJF, coroando uma caminhada construída com disciplina, superação e muita resiliência.
Faixa-preta da Alliance Rio celebra conquista histórica – Foto: Divulgação
“Foi um momento único na minha carreira e na minha vida. Conquistar o Pan um ano após ter perdido e ficado de fora do pódio mostra que estamos no caminho certo. Logo após a vitória, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi gratidão. Gratidão a Deus, à minha família, aos meus professores, à minha equipe e a todos que estiveram comigo nessa caminhada. É um sentimento de dever cumprido, mas ao mesmo tempo de muita fome para continuar buscando mais e mais”, destacou.
Cria do Cantagalo, Filipinho relembrou que, no momento mais marcante da carreira, sua trajetória passou como um filme pela cabeça. As dificuldades, os obstáculos e os momentos de superação ganharam ainda mais significado com o braço levantado no topo do pódio.
“Passou um filme completo. Vieram as lembranças da cirurgia do primeiro ano na faixa-preta, dos primeiros treinos, das dificuldades que enfrentei, dos sacrifícios, das guerras dentro e fora do tatame. Lembrei de todos os momentos em que precisei ser forte para não desistir. Quando o braço foi levantado, eu vi toda a minha história passando pela mente e senti muito orgulho da minha trajetória e de tudo que representei ali”, afirmou.
Mais do que a medalha, o atleta ressalta que o maior aprendizado está no processo. Para ele, o título é consequência de uma rotina sólida, construída com apoio de sua equipe e consistência diária.
“Essa conquista reforçou a importância do processo. A medalha é o resultado final, mas o que realmente constrói ela é a rotina diária, a disciplina, ajuda de amigos e familiares, constância e a capacidade de seguir em frente mesmo nos momentos difíceis. Aprendi que cada detalhe conta e que a confiança vem do trabalho duro e de companheiros de treinos empenhados nos mesmos objetivos. Sem dúvidas não consegui sozinho, foi trabalho em equipe. A galera da Alliance e do Projeto Tererê tem muita parte nisso”, explicou.
De olho no Mundial
Com o título do Pan-Americano no currículo, o faixa-preta de Rodrigo Thiago ganha ainda mais confiança para os próximos desafios. O foco agora está nos grandes palcos do circuito internacional, especialmente o Mundial, sem deixar de lado outras oportunidades importantes na temporada.
“Vencer o Pan-Americano aumenta muito a confiança, porque estamos falando de um dos campeonatos mais difíceis do circuito. Isso me mostra que estou preparado para brigar de igual para igual nos maiores palcos do mundo. O foco agora é seguir evoluindo e direcionar toda a preparação para os próximos grandes desafios, principalmente o Mundial. Quero continuar escrevendo meu nome na história. O Brasileiro também era um ótimo desafio, mas estou na lista de espera, aguardando”, revelou.
Fechando o balanço de um dos momentos mais importantes da carreira, o faixa-preta deixou uma mensagem direta para quem sonha em trilhar o mesmo caminho dentro do Jiu-Jitsu.
“A mensagem é que nunca desistam dos seus sonhos. Acredite, trabalhe e seja fiel aos seus sonhos. Vai ter derrotas, às vezes vontade de desistir, mas quando chegar no lugar mais alto do pódio, vai valer a pena todo o sacrifício para continuar seguindo a jornada”, finalizou.
A Liga Monstro Combate (LMC) anunciou o pagamento de R$ 30 mil em bônus para as melhores lutas da sua edição de estreia, marcada para o dia 6 de junho, na Live Curitiba. O valor será dividido entre os destaques do card principal e do preliminar, como forma de incentivo ao desempenho dos atletas ao longo da noite.
LMC estreia em junho – Foto: Divulgação/LMC
Além do anúncio dos bônus, o evento também abriu a venda de ingressos, que já estão disponíveis pela plataforma Bilheteria Digital, no link https://www.bilheteriadigital.com/liga-monstro-combate-06-de-junho. Os valores partem de R$ 79 no setor pista, com opções que incluem áreas de cadeiras, setor VIP próximo ao cage e mesas para grupos.
A primeira edição do LMC contará com 13 lutas e duas disputas de cinturão. Na luta principal, Elizeu Capoeira enfrenta o americano Jesse Taylor pelo título inaugural dos meio-médios em um duelo de ex-UFCs. O confronto marca o retorno de Capoeira Paraná após mais de uma década sem lutar em seu estado natal.
Outro destaque é a disputa de cinturão no boxe entre John Lineker e Rogério “Garotão” Furtado. O evento também reúne nomes como John Allan, João Zeferino, Junior Albini, Victor Santos e Thay Avatar nas lutas de MMA, além de combates de boxe com influenciadores e atletas de diferentes perfis. Entre eles estão He-Man Maromba, Pobre Loco, Sancho Loko e Soldado Gerson.
A programação prevê início das atividades ainda no período da tarde, com card preliminar de boxe, seguido pelas lutas principais de MMA à noite e apresentações musicais com Emi Lee e Diego Arantes, Eidi Ribeiro, Luiz Henrique e Renan ao longo do evento. A expectativa da organização é atrair público tanto no local quanto nas transmissões previstas para plataformas digitais e TV.
Confira abaixo o card do evento:
Liga Monstro Combate 1 Live Curitiba, Paraná 6 de junho de 2026
MMA
77 kg: Elizeu Capoeira x Jesse Taylor
64 kg: John Lineker x Rogério Correia Furtado
93 kg: John Allan x João Zeferino
120 kg: Junior Albini (Baby) x Lucas Camacho
57 kg: Thay Avatar x Maria Clara Andrade
70 kg: Victor Santos x Marcio Valério
66 kg: Ryan Tupã x Luan Flávio Costa
Boxe
48 kg: Hollywood x Salim Chiboub
120 kg: Heman Maromba x Pobre Loco
120 kg: Leão Henckes x Anunaki
85 kg: Sancho Loko x Sthanley “O Máscara”
65,5 kg: Nath Macedo x Beatriz Pereira
85 kg: Soldado Gerson x Claudio Andrade
Competição reúne campeões internacionais no Rio - Foto: Georgia Souza / CBJ
O Campeonato Superestadual de Judô será realizado entre os dias 10 e 12 de abril, no na Arena Carioca 1 do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, com entrada franca para o público. O evento reúne cerca de 1.000 inscrições de atletas de 52 agremiações filiadas à Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro.
Competição reúne campeões internacionais no Rio – Foto: Georgia Souza / CBJ
A programação inclui quatro competições com caráter estadual: disputas individuais e por equipes em todas as classes (Sub-13, Sub-15, Sub-18, Sub-21, Sênior e Veteranos), além do Absoluto, que terá premiação total de R$ 7 mil, e o Kata.
O principal destaque será a classe Sênior, que contará com 105 inscritos, incluindo 22 atletas que conquistaram medalhas internacionais representando a seleção brasileira desde a última temporada.
“O ano de 2025 foi de grandes triunfos internacionais para os atletas do Judô Rio, com mais de 100 medalhas conquistadas em todas as classes, e o começo de 2026 tem sido ainda mais brilhante”, afirmou o presidente da FJERJ, Leonardo Lara.
“Mas não podemos esquecer que os primeiros passos de todo sucesso internacional, por maior que seja, são dados a nível estadual. Por isso que a Federação se esforça ao máximo para que eventos como o Superestadual estejam à altura dos grandes eventos internacionais em termos de estrutura e organização, contribuindo decisivamente para a formação e desenvolvimento de atletas que viajarão o mundo representando o vitorioso Judô brasileiro”, completou o dirigente.
Entre os nomes confirmados na classe Sênior estão atletas com resultados recentes em competições internacionais, como Giovanna dos Santos, medalhista em etapas de Grand Prix, e Ana Gabrielle Soares, que subiu ao pódio em torneios Sub-21 ao longo de 2025.
A abertura acontece na sexta-feira (10), às 16h30, com a disputa de Kata para faixas pretas, seguida pelas lutas individuais da classe Sênior. No sábado (11), a partir das 9h, serão realizados os combates das demais classes, além do Absoluto. O encerramento, no domingo (12), também a partir das 9h, terá as disputas por equipes e o Kata para faixas marrons e Dangai.
O Campeonato Superestadual de Judô 2026 conta com patrocínio da Light, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Rio de Janeiro, e é organizado pelo Instituto Opus Vitae em parceria com a FJERJ.
Patrício retorna ao octógono em abril - Foto: Divulgação
Patrício Pitbull foi o convidado de Marcelo Alonso no Conexão PVT desta segunda-feira e falou tudo sobre seu duelo contra Aaron Pico, que vai rolar no dia 11 de abril no UFC 327. O brasileiro relembrou também a polêmica com Losene Keita, que não bateu o peso e o duelo caiu em cima da hora, e falou ainda sobre o que espera de seu futuro no evento após encarar Pico.
O líder da Pitbull Brothers analisou ainda os desafios de Poatan e Maurício Ruffy no UFC, fez um raio-x de sua categoria, e muito mais.
Etapa de estreia tem início no dia 20 deste mês - Foto: World Boxing/Divulgação
A cidade de Foz do Iguaçu (PR) será o ponto de partida do calendário internacional da World Boxing em 2026. Entre os dias 20 e 26 de abril, o município paranaense recebe a primeira etapa da Copa do Mundo de Boxe, competição que integra o circuito global da modalidade e distribui pontos importantes no ranking internacional.
Etapa de estreia tem início no dia 20 deste mês – Foto: World Boxing/Divulgação
O torneio marca a abertura oficial da temporada para atletas de elite no boxe olímpico, tanto no masculino quanto no feminino. Ao longo da semana, pugilistas de diferentes categorias de peso entram em ação em busca de medalhas e pontuação — o ouro rende 150 pontos no ranking da entidade.
Entre os países já confirmados estão Brasil, Estados Unidos, China, Itália, Canadá, México, Austrália, Alemanha e Argentina, reunindo algumas das principais escolas do boxe mundial. A diversidade de estilos e tradições promete confrontos de alto nível técnico.
A competição será realizada no Rafain Palace Hotel & Convention, que também concentra hospedagem e estrutura de treinos das delegações. O evento contará com fases preliminares, semifinais e finais ao longo de sete dias, com disputas diárias.
Além de abrir o circuito anual, a etapa brasileira antecede outras duas fases da Copa do Mundo: a segunda, em Guiyang, na China, em junho, e a final, marcada para novembro, em Tashkent, no Uzbequistão.
Outro destaque é o acesso do público: o evento terá entrada gratuita, o que amplia a expectativa de torcedores e aproxima o evento da população local. A organização também vê a competição como uma vitrine para o fortalecimento do boxe olímpico no cenário internacional.