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Paulo Borrachinha diz que UFC recusou pedidos para liberá-lo

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Paulo Borrachinha revelou um novo capítulo da relação conturbada que vive com o UFC. O brasileiro afirmou nesta quarta-feira (9) que pediu para ser liberado pela organização pelo menos duas vezes em 2026, mas teve as solicitações recusadas. Segundo o lutador, que diz ter apenas mais uma luta no atual contrato, a tentativa mais recente aconteceu há poucos dias.

A revelação foi feita durante participação no The Ariel Helwani Show. Questionado por Ariel Helwani sobre sua situação contratual, Borrachinha contou que já tentou antecipar sua saída da companhia.

“Já pedimos para ser liberados, mas eles recusaram”, afirmou.

Paulo Costa Borrachinha

Segundo o brasileiro, não foi uma tentativa isolada. Borrachinha disse que fez pessoalmente um pedido no início do ano e voltou a procurar o UFC recentemente, desta vez por intermédio de sua empresária e namorada, Tamara Alves.

“Eu pedi em janeiro e eles recusaram. E pedimos novamente há poucos dias. Tamara pediu: ‘Liberem o Paulo’. E eles disseram: ‘Não, não vamos liberá-lo. Você precisa fazer pelo menos mais uma’”, relatou.

Segundo ele, essa “uma” seria justamente a última luta prevista em seu atual vínculo com o UFC.

“Tenho mais uma luta no contrato”, afirmou.

A insatisfação acontece em um momento importante de sua carreira. Em abril, no UFC 327, ele estreou entre os meio-pesados com uma vitória sobre Azamat Murzakanov, nocauteado no terceiro round com um chute na cabeça.

Depois do resultado, Borrachinha passou a cobrar uma luta de maior destaque na categoria e demonstrou publicamente sua insatisfação com os rumos dados pelo UFC à divisão e à sua própria carreira.

Na conversa com Helwani, o brasileiro voltou a questionar as decisões da organização e deixou claro que não está satisfeito com o cenário para sua última luta contratual.

Enquanto tenta resolver sua situação com o UFC, Borrachinha também trabalha em uma mudança importante na gestão de sua carreira. O brasileiro confirmou que está próximo de fechar um acordo com Eddie Hearn e a Matchroom Talent Agency para gerenciamento e patrocínios.

“Ele me enviou o contrato há alguns dias. Eu só preciso assinar e devolver”, revelou, “Eu gosto muito do Eddie. Acho que ele é um cara muito inteligente, muito importante nos esportes de combate”.

Poatan pede revanche contra Ciryl Gane no UFC: “É a luta que faz sentido”

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Alex Poatan já escolheu quem gostaria de enfrentar em seu retorno ao UFC. Nesta segunda-feira (7), o brasileiro publicou um vídeo nas redes sociais e apontou Ciryl Gane, atual campeão interino dos pesos pesados, como o adversário que faz mais sentido para sua próxima luta.

O confronto daria a Poatan a oportunidade de acertar as contas com o francês após a derrota sofrida em junho, no UFC Freedom 250, na Casa Branca, além de recolocá-lo diante da possibilidade de conquistar o cinturão de uma terceira categoria no Ultimate.

“Fala, pessoal! Depois de muito tempo descansando, depois de muito trabalho, depois da minha última luta, muitas pessoas estão falando ‘com quem o Alex vai lutar?’. Vejo muitas opiniões, mas eu acho que a luta que faz sentido é contra Ciryl Gane. Essa é a luta”, afirmou o brasileiro, “Vou trabalhar nisso e, pelo que eu vejo, é algo que vai dar certo. Como na última luta aconteceram coisas não legais, literalmente, acho que agora, com outra oportunidade, posso voltar e mostrar o que posso fazer, o que posso conquistar, que é o terceiro cinturão. Estou muito animado para isso e vou trabalhar para isso. Chama!”

A declaração surge em um momento em que o futuro da divisão dos pesos pesados permanece indefinido. Gane conquistou o título interino ao derrotar Poatan por nocaute técnico no segundo round, enquanto Tom Aspinall, campeão linear da categoria, segue sem previsão definida para retornar ao octógono. O inglês ainda depende de liberação médica depois dos problemas no olho sofridos em sua luta contra o próprio Gane, em outubro de 2025.

A princípio, o caminho natural seria a unificação dos cinturões entre Gane e Aspinall. A demora no retorno do campeão, porém, pode abrir espaço para que o francês faça outra luta antes, e a revanche com Poatan passou a ser uma possibilidade concreta.

Poatan ainda contesta desfecho da primeira luta

A primeira luta entre Poatan e Gane terminou cercada por polêmica. Em sua estreia entre os pesos pesados, o brasileiro tentava fazer história ao conquistar um terceiro cinturão em categorias diferentes do UFC, mas acabou derrotado por nocaute técnico. Depois do combate, Poatan reclamou de golpes que teriam atingido a região da nuca durante a sequência que antecedeu a interrupção do árbitro Herb Dean.

Além da rivalidade criada pelo resultado do primeiro confronto, uma segunda luta contra Gane teria enorme peso para a carreira de Alex Pereira. Poatan já conquistou os cinturões dos médios e dos meio-pesados do UFC e subiu para os pesos pesados perseguindo um feito que nunca foi alcançado na organização: tornar-se campeão em três categorias diferentes.

 

LFA 241 tem disputa de cinturão confirmada após Vinicius Pires e Rafael Pereira baterem o peso em Belo Horizonte

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Duelo vale cinturão mundial do LFA - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Vinicius Pires e Rafael Pereira passaram pela balança oficial nesta quinta-feira (10) e confirmaram a disputa pelo cinturão mundial dos pesos-galos do LFA 241, oferecido pela Monster Energy. A luta será a principal atração do evento desta sexta-feira (11), no Mineirinho, em Belo Horizonte, e colocará frente a frente o paulista e o mineiro de Sete Lagoas na estreia da organização em Minas Gerais.

Duelo vale cinturão mundial do LFA – Foto: Divulgação/LFA Brasil

Quem não estiver no ginásio poderá acompanhar todas as lutas ao vivo. As preliminares começam às 17h, com transmissão pelo LFA Fight Network, no YouTube. O card principal será exibido pela ESPN 4 a partir das 21h.

Pereira chega à disputa com 15 vitórias e quatro derrotas na carreira. O mineiro venceu suas cinco lutas no LFA e está invicto no MMA desde 2018. Pires tem 12 triunfos e duas derrotas e busca o cinturão pela segunda vez.

O encontro ganhou temperatura antes mesmo da entrada no cage. Pires projetou ferocidade e avisou ao adversário o que pretende aplicar na luta.

“Cara, esteja pronto para fazer uma guerra, para uma luta difícil, pois você pode ter certeza que eu vou levar o que tem de pior para você”, disse Pires.

Pereira ratificou o tom e mostrou confiança de que o confronto não chegará ao fim do tempo regulamentar.

“Ele sabe que, das lutas que poderia ter pegado, essa é a pior de todas. Ele sabe o que está esperando por ele. Então, que venha preparado para uma noite de terror, pânico e agonia. Se a luta durar cinco rounds, o que eu duvido, serão cinco rounds de guerra. Então, é melhor ele torcer para eu acabar rápido com esta luta, para ele não se machucar muito”, afirmou o mineiro.

Além da disputa pelo título, o card terá presença de lutadores que nasceram ou treinam em Belo Horizonte. Carlos Soares, Gustavo Rocha, Emerson Richard, Adam Santos, João Vitor Pereira e Laryssa Leila fazem parte do grupo ligado à capital mineira, distribuído entre as lutas principais e preliminares.

A edição também serve como oportunidade de exposição para quem busca chegar ao UFC. Segundo levantamento divulgado pelo LFA, somente neste ano, 31 atletas que passaram pela organização assinaram com o UFC. A lista inclui nomes como Jefferson Nascimento, Giovanna Canuto, Eduardo Chapolin e Guilherme Uriel.

Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão vê a estreia em Belo Horizonte como uma oportunidade para o público acompanhar de perto atletas que podem se tornar grandes ídolos do MMA.

“Chegou a hora de Belo Horizonte receber o LFA e a expectativa é enorme. Temos um card de muita qualidade, com disputa de cinturão e vários atletas que estão buscando os próximos passos na carreira. O LFA é uma vitrine para o UFC e muitos lutadores que passaram por aqui chegaram lá. Quero convidar todo mundo para ir ao Mineirinho nesta sexta-feira, assistir a um show de MMA e ter a oportunidade de ver de perto atletas que podem ser os futuros ídolos do esporte”, afirmou Feijão.

Para o público que pretende assistir às lutas no ginásio, a arquibancada terá entrada gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível por pessoa. Os portões abrem às 16h30, e o ingresso será validado com a entrega do alimento na bilheteria. O acesso está sujeito à lotação do Mineirinho. Garanta no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-241/3542052.

Card completo (sujeito a alterações)

LFA 241
Ginásio do Mineirinho, Belo Horizonte (MG)
11 de setembro de 2026

Card principal

61 kg: Rafael Pereira vs. Vinicius Pires – Cinturão Mundial
66 kg: Gustavo Pintos vs. Carlos Soares
84 kg: Marcos Silva vs. Neemias Santana
84 kg: Felipe Rosa vs. Gustavo Rocha
52 kg: Marina Monteiro vs. Raiane Vinuto
66 kg: Julio Assunção vs. Eduardo Dutra

Card preliminar

61 kg: Mônica Fontes vs. Thalyta Silva
70 kg: Marcos Santos Silva vs. Victor Santos
77 kg: Salomão Albuquerque vs. Emerson Richard
61 kg: Fabio Perpetua vs. Breno Yuri
77 kg: Lucas Hodak vs. Lucas Silva
61 kg: Adam Santos vs. João Vitor Pereira
93 kg: Jackson Soares vs. Nicolas Santos
52 kg: Fernanda Atômica vs. Laryssa Leila

O público pode acompanhar as novidades sobre o LFA no YouTube, nas redes sociais oficiais e no site oficial:

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Chicão Bueno relembra época do Vale-Tudo e luta contra Vovchanchyn no Pride

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Faixa-preta de André Pederneiras e faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão construiu uma carreira no Vale-Tudo que passou pelo IVC, Meca, Cage Warriors e Pride - Foto: Divulgação

Francisco “Chicão” Bueno começou no Judô aos três anos e, ao longo de cinco décadas, passou por diferentes modalidades até chegar ao Vale-Tudo e competir em organizações como IVC, Meca, Cage Warriors e Pride. Faixa-preta formado por André Pederneiras e atualmente faixa-coral de Jiu-Jitsu, o ex-lutador construiu parte da carreira em uma época anterior à popularização do MMA.

Faixa-preta de André Pederneiras e faixa-coral de Jiu-Jitsu, Chicão construiu uma carreira no Vale-Tudo que passou pelo IVC, Meca, Cage Warriors e Pride – Foto: Divulgação

Ainda criança, Chicão teve uma breve experiência no Taekwondo, mas, por causa da idade, não pôde continuar treinando na academia do mestre Kim. Nos anos seguintes, praticou Karatê, Boxe e Muay Thai. Mais tarde, incorporou o Jiu-Jitsu e o Wrestling aos treinamentos. O contato com diferentes modalidades influenciou a maneira como passou a trabalhar as artes marciais.

“Cada modalidade acrescentou demais à minha formação como ser humano. O Judô é uma disciplina incrível, o Karatê, o Boxe, o Muay Thai, o Jiu-Jitsu, o Wrestling também. Acho que tudo fez parte da minha formação e criei também, junto com isso tudo, um sistema meu”, explicou.

Em 1997, Chicão foi para os Estados Unidos a convite de um empresário e se estabeleceu na Califórnia. Lá, participou de eventos de Vale-Tudo realizados principalmente em San Pedro. Segundo ele, parte dessas lutas não aparece nos registros atuais de sua carreira.

“Cheguei nos Estados Unidos em 97, a convite do empresário, e aí fiz várias lutas. Tinham muitas lutas naquela época que não são mencionadas hoje. São os eventos que tinham em San Pedro, na Califórnia. Eu lutei muitas, muitas vezes. Era Vale-Tudo, na verdade, não era nem o MMA, nem o No Holds Barred, era Vale-Tudo mesmo, real”, relembrou.

No ano seguinte, recebeu o convite para participar da primeira edição do ADCC. Chicão chegou à final, mas uma lesão o impediu de disputar o combate decisivo. Em 1999, estreou oficialmente no MMA profissional pelo IVC contra o americano Jason Godsey. A luta abriu caminho para participações em outros eventos daquele período.

“Eu buscava realmente ali uma carreira como atleta de alto rendimento. E, depois do IVC, tive oportunidade de lutar em grandes organizações da época como o Meca, o Cage Warriors, o WVC e o maior deles, o Pride. Aí começou um outro nível de competição.”

No Pride, Chicão enfrentou o ucraniano Igor Vovchanchyn na oitava edição do evento, em 1999. A derrota é apontada por ele como um dos episódios que mais influenciaram sua trajetória, ao lado da vitória sobre o japonês Satoshi Honma.

“O período mais marcante realmente foi a vitória contra o Satoshi Honma, que me botaram de escada, e também a derrota para o Igor Vovchanchyn, que, enfim, me congelou um pouco. Eu não estava emocionalmente pronto naquele momento. Mas a vida não é só feita de vitória. E as derrotas, às vezes, podem ser vitórias também. E vice-versa, dependendo de como você olha para a coisa.”

Paralelamente à carreira no Vale-Tudo, Chicão continuou sua formação no Jiu-Jitsu. Graduado faixa-preta por André Pederneiras, chegou posteriormente à faixa-coral, concedida após décadas de prática na modalidade.

“Para mim, a faixa nunca foi uma coisa muito importante. É o que você carrega dentro, o que realmente vale. Mas, enfim, para o mundo, uma faixa-coral representa o tempo, o que você realizou no esporte, o que você conquistou dentro dos tatames, dos ringues, dos octógonos. Então a faixa-coral passou a ser um marco da minha história.”

Aos cinco décadas de contato com as artes marciais, Chicão atribui à prática uma influência que não se limita ao período em que competiu profissionalmente. Para ele, a continuidade do aprendizado é o principal legado dessa trajetória.

“A arte marcial, realmente, é uma escola de vida. Acho que é uma oportunidade para você se reconectar com você mesmo. No final do dia, a coisa mais importante é a evolução. 1% a cada dia, ou 1% a cada ano, cada um no seu tempo. A arte marcial, realmente, é o autoconhecimento, é o maior tesouro que temos”, concluiu.

Natália Silva enfrenta Wang Cong pelo cinturão no UFC 332

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Natalia x Cong no UFC 332

Natália Silva terá a maior oportunidade de sua carreira no MMA. O UFC anunciou neste sábado que a mineira enfrentará a chinesa Wang Cong pelo cinturão peso-mosca no UFC 332, marcado para o dia 3 de outubro, em Salt Lake City, nos Estados Unidos. O confronto será a luta principal do evento e valerá o título linear da categoria.

A confirmação encerra a indefinição envolvendo o topo da divisão. Natália estava encaminhada para desafiar Valentina Shevchenko, mas a campeã sofreu uma lesão e deixou o card. Com o afastamento de Shevchenko, o UFC decidiu colocar o cinturão em jogo entre Natália e Wang.

Natalia x Cong no UFC 332

Natália Silva chega embalada por grande sequência

A chance pelo cinturão coroa a ascensão de Natália Silva desde sua estreia no UFC, em 2022. A brasileira venceu suas oito apresentações na organização e chegou ao primeiro lugar do ranking peso-mosca.

Na carreira profissional, Natália soma 20 vitórias, cinco derrotas e um empate. A mineira não perde desde 2018 e chega à disputa pelo título carregando uma sequência de 14 triunfos consecutivos, incluindo vitórias sobre nomes como as ex-campeãs Jéssica Andrade, Alexa Grasso e Rose Namajunas.

Do outro lado estará Wang Cong, uma das atletas que mais rapidamente ganharam espaço na divisão. A chinesa possui cartel de 10 vitórias e uma derrota no MMA profissional.

Wang estreou no UFC em agosto de 2024 com um nocaute sobre Victoria Leonardo em apenas 62 segundos. Na apresentação seguinte, sofreu sua única derrota profissional ao ser finalizada pela brasileira Gabriella Fernandes. Desde então, a chinesa se recuperou e acumulou quatro vitórias consecutivas, superando Bruna Brasil, Ariane da Silva, Eduarda Moura e Tracy Cortez.

Confira abaixo o card completo:

Card Principal
Cinturão peso-mosca (até 56,7 Kg): Natália Silva x Wang Cong
Peso-galo (até 61,2 Kg): Deiveson Figueiredo x Payton Talbott
Peso-leve (até 70,3 Kg): King Green x Esteban Ribovics
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Khaos Williams x Roberto Soldic
Peso-médio (até 83,9 Kg): Ateba Gautier x Roman Kopylov
Card Preliminar
Peso-mosca (até 56,7 Kg): Imanol Rodriguez x Alden Coria
Peso-médio (até 83,9 Kg): Damian Pinas x Andrey Pulyaev
Peso-galo (até 61,2 Kg): Marcus McGhee x Benardo Sopaj
Peso-pesado (até 120,2 Kg): Johnny Walker x Mick Parkin
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Rafael dos Anjos x Alexander Hernandez
Peso-médio (até 83,9 Kg): Marvin Vettori x Ismail Naurdiev
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Court McGhee x Eric Nolan

LFA 241 terá card principal transmitido ao vivo pela ESPN em estreia em Belo Horizonte

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LFA desembarca em Belo Horizonte pela primeira vez - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Os fãs de MMA poderão acompanhar ao vivo todas as lutas do LFA 241, que acontece nesta sexta-feira (11), no Mineirinho, em Belo Horizonte. O card principal será transmitido pela ESPN 4 a partir das 21h, enquanto as lutas preliminares terão exibição pelo LFA Fight Network, no YouTube, a partir das 17h.

LFA desembarca em Belo Horizonte pela primeira vez – Foto: Divulgação/LFA Brasil

A edição, oferecida pela Monster Energy, marca a estreia do LFA em Minas Gerais e terá como luta principal a disputa do cinturão mundial vago dos pesos-galos, até 61 kg. O mineiro Rafael Pereira enfrenta o paulista Vinicius Pires em um confronto entre dois atletas que já acumulam experiência na organização.

Pereira chega à disputa com cinco vitórias consecutivas no LFA e não perde uma luta de MMA desde 2018. Pires, por sua vez, terá a segunda oportunidade de conquistar o cinturão. O paulista já disputou o título contra Artem Belakh, então campeão da categoria, e foi superado por decisão unânime. A saída do cazaque para participar do The Ultimate Fighter deixou o posto novamente disponível.

A programação da ESPN também levará à televisão outros cinco confrontos. No peso-pena, Carlos Soares enfrenta o paraguaio Gustavo Pintos. O card terá ainda Marcos Silva contra Neemias Santana e Felipe Rosa diante de Gustavo Rocha, ambos pelo peso-médio, além de Marina Monteiro contra Raiane Vinuto, no peso-palha, e Julio Assunção diante de Eduardo Dutra, no peso-pena.

Para Rafael Feijão, vice-presidente do LFA na América do Sul, a combinação entre o card montado para o Mineirinho e a transmissão pela ESPN aumenta a expectativa para a primeira passagem da organização por Belo Horizonte.

“Estamos com uma expectativa muito grande para essa estreia em Belo Horizonte. Montamos um card de alto nível, com atletas que estão buscando espaço dentro do LFA e nomes de Minas Gerais que terão a oportunidade de lutar perto de seu público. A transmissão pela ESPN também é muito importante porque amplia essa vitrine, já que estaremos presentes em aproximadamente 150 milhões de lares no mundo inteiro. São lutadores que precisam ser vistos, e uma noite como essa pode abrir novas oportunidades na carreira deles. Esperamos um grande evento dentro do Mineirinho e também para quem estiver acompanhando de casa”, afirmou Feijão.

A visibilidade ganha peso pelo papel ocupado pelo LFA no MMA. A organização é voltada ao desenvolvimento de atletas e é o principal caminho para lutadores que buscam chegar ao UFC.

Quem preferir acompanhar o evento no Mineirinho terá acesso gratuito à arquibancada mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível por pessoa. Os portões serão abertos às 16h30, e o ingresso será validado com a entrega do alimento na bilheteria. A entrada está sujeita à lotação do ginásio. Garanta no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-241/3542052.

Durante a passagem por Belo Horizonte, o LFA terá o Ibis Styles Confins Aeroporto como hotel oficial desta edição. A estrutura do hotel foi escolhida para receber atletas, dirigentes, integrantes da organização e fãs de MMA durante a realização do LFA 241 na capital mineira.

Card completo (sujeito a alterações):

LFA 241
Ginásio do Mineirinho, Belo Horizonte (MG)
11 de setembro de 2026

Card principal

61 kg: Rafael Pereira vs. Vinicius Pires – Cinturão Mundial
66 kg: Gustavo Pintos vs. Carlos Soares
84 kg: Marcos Silva vs. Neemias Santana
84 kg: Felipe Rosa vs. Gustavo Rocha
52 kg: Marina Monteiro vs. Raiane Vinuto
66 kg: Julio Assunção vs. Eduardo Dutra

Card preliminar

61 kg: Igor Taylon vs. GiovaTaylonrcia
61 kg: Mônica Fontes vs. Thalyta Silva
70 kg: Marcos Santos Silva vs. Victor Santos
77 kg: Salomão Albuquerque vs. Emerson Richard
61 kg: Fabio Perpetua vs. Breno Yuri
77 kg: Lucas Hodak vs. Lucas Silva
61 kg: Adam Santos vs. João Vitor Pereira
93 kg: Jackson Soares vs. Nicolas Santos
52 kg: Fernanda Atômica vs. Laryssa Leila

O público pode acompanhar as novidades sobre o LFA no YouTube, nas redes sociais oficiais e no site oficial:

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UFC Paris: Felipe Lima vence e Parnasse nocauteia Hooker; resultados

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Felipe Lima venceu no UFC Paris
Screenshot

O UFC Paris terminou neste sábado (5) com vitória brasileira e uma estreia de impacto na luta principal. Felipe Lima superou o francês Morgan Charrière por decisão unânime, enquanto Salahdine Parnasse precisou de apenas 2min35s para nocautear Dan Hooker diante da torcida na Accor Arena, na capital francesa.

O Brasil teve dois representantes no evento. Além do triunfo de Felipe Lima, Luis Felipe Dias enfrentou Matthieu Duclos e acabou nocauteado no primeiro round. O card também teve nocautes de Axel Sola, Losene Keita, Mario Pinto e Modestas Bukauskas, além de vitórias de nomes como Michael Page e Daniil Donchenko.

Felipe Lima vence francês e volta ao caminho das vitórias

Felipe Lima entrou no octógono pressionado pela necessidade de recuperação e conseguiu uma vitória importante diante de Morgan Charrière, representante da casa. O brasileiro levou a melhor por decisão unânime.

Depois de um primeiro round equilibrado, Lima aumentou o ritmo e passou a encontrar mais espaços para atacar o francês. O brasileiro terminou a luta em vantagem e chegou a pressionar Charrière nos segundos finais antes da confirmação do resultado pelos juízes.

O triunfo recoloca “Jungle Boy” no caminho das vitórias após a derrota para Payton Talbott em sua apresentação anterior. Lima também retornou ao peso-pena, divisão na qual havia vencido suas duas primeiras lutas pelo UFC.

O outro brasileiro da noite não teve a mesma sorte. Luis Felipe Dias começou bem contra Matthieu Duclos, mas foi surpreendido por um golpe de encontro e acabou nocauteado aos 4min35s do primeiro round.

A grande atuação da noite ficou para Salahdine Parnasse. Ex-campeão de duas categorias do KSW, o francês recebeu a responsabilidade de fazer a luta principal já em sua estreia no UFC e respondeu com uma vitória contundente sobre Dan Hooker.

Parnasse machucou o neozelandês com um chute no corpo e aproveitou o momento para acelerar. Na sequência, conectou novos golpes e encerrou o combate por nocaute aos 2min35s do primeiro round.

Resultados completos do UFC Paris

Card principal

  • Salahdine Parnasse venceu Dan Hooker por nocaute — R1, 2:35
  • Axel Sola venceu Fares Ziam por nocaute — R1, 1:40
  • Michael Page venceu Nursulton Ruziboev por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-28)
  • Daniil Donchenko venceu Punahele Soriano por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28)
  • Kurtis Campbell venceu Trevor Peek por finalização (mata-leão) — R3, 3:07
  • Losene Keita venceu Muhammad Naimov por nocaute — R1, 2:54

Card preliminar

  • Felipe Lima venceu Morgan Charrière por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28)
  • Mario Pinto venceu Ryan Spann por nocaute técnico — R2, 0:55
  • Modestas Bukauskas venceu Oumar Sy por nocaute técnico — R2, 3:57
  • Pavel Andrusca venceu Nathaniel Wood por decisão unânime (30-27, 30-27, 29-28)
  • Fabia Sintes venceu Michael Aljarouj por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-27)
  • Nora Cornolle venceu Klaudia Sygula por decisão unânime (30-27, 30-27, 30-27)
  • Matthieu Duclos venceu Luis Felipe Dias por nocaute — R1, 4:35
  • Delphine Benouaich venceu Sofia Montenegro por finalização técnica (mata-leão) — R2, 4:22

Campeão olímpico, Hebert Conceição encara mexicano invicto em novo teste na carreira profissional

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Hebert Conceição sobe ao ringue na próxima sexta-feira - Foto: Divulgação

Medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio (2020), Hebert Conceição voltará ao ringue dia 11 de setembro, para mais um passo importante na carreira profissional. O pugilista baiano encara o mexicano José de Jesús Adame Chio, na Frontwave Arena, em Oceanside (Califórnia – EUA).

Hebert Conceição sobe ao ringue na próxima sexta-feira – Foto: Divulgação

O combate está programado para 10 rounds pela categoria super médios (até 73kg), será realizado pela Probox, a nova organização estadounidense que promove e transmite eventos por streaming.

O duelo colocará frente a frente dois boxeadores que ainda não conheceram a derrota no circuito profissional. Aos 28 anos, Hebert chega ao confronto com 11 vitórias, com cinco por nocaute. O brasileiro vem de triunfo por decisão unânime sobre o venezuelano Johan González, em abril deste ano.

Do outro lado, Chio tem 15 vitórias (sete nocautes e um empate). Conceição ressalta o estilo mexicano clássico do adversário no ringue, mas acredita que essas características podem favorecer sua estratégia.

“O estilo (mexicano) favorece meu jogo. Gosto de lutar da média para a longa distância, e esses caras avançam muito para buscar o corpo-a-corpo. Sou mais alto que meu oponente, então vou priorizar a envergadura para mantê-lo longe, combinando muitos golpes”, disse. “Fiquei bem feliz quando fecharam essa luta, porque não precisei adaptar muita coisa nos treinamentos”, brincou.

Hebert tem construído uma trajetória consistente desde a estreia como profissional. O brasileiro já venceu nomes experientes como Esquiva e Yamaguchi Falcão, e agora mira voos ainda maiores.

“Há cinco anos consegui a medalha olímpica. A partir daí houve a transição (para o boxe profissional), e foi um grande recomeço. Cartel zerado, lutas de seis rounds e agora cheguei nos dez (rounds), totalmente adaptado. Daqui cinco anos me vejo como campeão unificado, defendendo meus cinturões ao redor do mundo e sempre fazendo história no pugilismo brasileiro”, projetou.

Para Assistir

Para o Brasil, o canal de Youtube ProboxTV transmite os eventos na íntegra. O card preliminar é disponibilizado gratuitamente, enquanto as lutas principais são liberadas mediante pagamento de US$5 (cerca de 20 reais). O card de 11 de setembro está previsto para começar às 21h (horário de Brasília).

Faixas-pretas de jiu-jitsu colocam estilos ofensivos frente a frente no Turris Invitational

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Duelo acontece no Turris Invitational - Foto: Divulgação

Aridriano “Diamante” Carvalho e Paulo Henrique “PH” vão colocar frente a frente dois estilos voltados à finalização no Turris Invitational, marcado para 14 de novembro, na Upper Arena, no Rio de Janeiro. Faixas-pretas de Jiu-Jitsu e atletas de MMA, os dois se enfrentam em uma luta casada No Gi e chegam ao confronto com a mesma intenção de evitar uma disputa presa à pontuação.

Duelo acontece no Turris Invitational – Foto: Divulgação

Representante da Nova União, Aridriano começou no Jiu-Jitsu aos 9 anos, em Manaus, e passou boa parte da formação competindo na modalidade. Aos 17, migrou para o MMA e permaneceu invicto durante dois anos na capital amazonense. A mudança para o Rio de Janeiro levou o atleta à equipe comandada por Dedé Pederneiras, responsável por graduá-lo à faixa-preta.

Hoje, Diamante treina ao lado de nomes como José Aldo e encara no Turris um representante da equipe de Charles Oliveira. Para ele, porém, o nome do ex-campeão do UFC no córner adversário não interfere na preparação para o duelo.

“Quando falam do meu adversário e citam o nome do Charles do Bronx, isso não me intimida. Até porque quem vai estar lutando comigo é o Paulo. Então, para mim, isso não muda absolutamente nada. Sou manauara e estamos na minha área. Não temo nomes”, afirmou.

PH também chegou ao MMA depois de iniciar a trajetória no Jiu-Jitsu. Atleta da Charles Oliveira Gold Team, começou na arte suave aos 11 anos e passou a treinar MMA aos 13. Profissional desde os 18, acumulou dez vitórias consecutivas entre 2021 e 2025 e soma dez triunfos por finalização na carreira.

Uma das lutas que marcaram sua trajetória recente foi contra Hugo Paiva, no LFA 209. PH venceu por decisão dividida após um confronto equilibrado e, posteriormente, participou do Contender Series, evento que seleciona atletas para o UFC. Agora, de volta a uma disputa exclusivamente de grappling, pretende usar a experiência adquirida nas duas modalidades para buscar a finalização.

“Não sou esse cara que vocês vão ver enchendo linguiça. Podem esperar de mim um show. Não vou lutar para vencer por pontos, vou entrar para buscar a finalização. Pode ter certeza que no dia 14 de novembro estarei no Rio de Janeiro pronto para sair na porrada”, disse PH.

Diamante projeta uma estratégia semelhante. O faixa-preta da Nova União pretende manter pressão e volume de ataques durante o confronto, sem administrar o resultado pela pontuação.

“Meu jogo é um só: entrar para finalizar e não amarrar a luta. Meu adversário pode esperar bastante ritmo, pressão e ataques o tempo todo, em todas as áreas. Qualquer brecha que ele der, eu vou tentar finalizar”, afirmou Aridriano.

A primeira edição do Turris Invitational terá lutas casadas com e sem kimono, além de disputas nas categorias Kids, juvenil, adulto e master. O evento também contará com um GP No Gi para atletas do juvenil e adulto, com R$ 5 mil em premiação. O campeão receberá R$ 3 mil, o segundo colocado ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro receberá R$ 500.

Entre treinos, faculdade e trabalho, Jackson Martins se prepara para o Sul-Americano da CBJJ

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Jackson Martins busca título do Sul-Americano de Jiu-Jitsu da CBJJ - Foto: Divulgação

Jackson Martins da Silva chega ao Sul-Americano da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ), neste sábado, dia 12, acostumado a disputar espaço na agenda antes mesmo de entrar no tatame. Aos 30 anos, o faixa-roxa da Brigadeiro Brazilian Jiu-Jitsu cursa o sétimo período de Educação Física, trabalha como motorista de aplicativo e treina duas vezes por semana. No Centro Esportivo Miécimo da Silva, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, ele competirá sem kimono na categoria Master 1, peso-leve, até 79 quilos.

Jackson Martins busca título do Sul-Americano de Jiu-Jitsu da CBJJ – Foto: Divulgação

A rotina de Jackson costuma começar cedo. Por um período, ele saía para dirigir às 3h e encerrava as corridas por volta das 7h, antes de seguir para a faculdade. Os riscos encontrados durante as madrugadas fizeram com que passasse a trabalhar também durante o dia. À tarde, cumpre estágio e aproveita a academia onde trabalha para fazer musculação. O jiu-jitsu precisa ser encaixado entre esses compromissos.

A experiência de administrar tantas atividades acabou encontrando espaço também na vida acadêmica. Jackson é autor do artigo “Estado do Conhecimento sobre a Dupla Carreira no Futebol: examinando investigações entre 2014 e 2023”. O estudo analisou 23 trabalhos acadêmicos sobre a relação entre formação esportiva e escolarização de jovens jogadores. Embora o objeto seja o futebol, parte das questões levantadas pela pesquisa está presente no cotidiano do próprio autor.

O artigo aborda obstáculos provocados pela sobreposição dos compromissos esportivos e educacionais e discute a necessidade de condições que permitam ao atleta seguir nas duas trajetórias. Jackson acrescenta a esse cenário a necessidade de trabalhar enquanto tenta construir espaço no esporte.

“Através dessa conciliação, eu descobri que o atleta consegue, sim, conciliar os estudos e o esporte que vivenciamos”, afirma.

O esforço para permanecer nas competições já rendeu resultados. Como faixa-roxa, Jackson foi campeão da Copa Alfa Barra no peso pesado e vice no absoluto, conquistou o segundo lugar no Hélio Gracie No-Gi, o bronze no Campeonato Brasileiro Sem Kimono da CBJJ e o vice-campeonato no Rio Fall Open da IBJJF. Também venceu o Fight for Life e chegou ao pódio no Grand Slam da AJP.

A medalha de bronze no Grand Slam é apontada por ele como o resultado de maior peso na trajetória até agora. Jackson perdeu a semifinal, mas voltou ao tatame para vencer a disputa pelo terceiro lugar. A participação teve um significado particular porque disputar o torneio estava entre seus objetivos no jiu-jitsu.

O caminho até esse resultado teve períodos de dúvida. Jackson relata que foi desacreditado por colegas e chegou a ouvir que não tinha nível para competir. Em sua primeira luta na faixa-roxa, sofreu uma luxação depois de ser finalizado e chegou a pensar que não voltaria às competições. Os pódios vieram posteriormente, já na graduação que mantém há cerca de cinco anos.

Foi também em um momento de incerteza sobre a continuidade no esporte que Jackson recebeu apoio dos irmãos Leonardo e Rafael Picciani, deputados federal e estadual, respectivamente. Segundo ele, a ajuda com inscrições permitiu ampliar o calendário de competições e participar do Grand Slam da AJP. O atleta também chegou ao professor Wandinho Reis e passou a integrar a Brigadeiro Jiu-Jitsu.

“Eu até pensei em largar o jiu-jitsu, mas a família Brigadeiro me abraçou. Vou para cima mesmo sabendo das dificuldades de treinar pouco e conciliar esporte, estudos e trabalho. Meu maior objetivo neste momento é conquistar a faixa-marrom e disputar campeonatos internacionais fora do Brasil. Por isso, sou muito grato aos professores mestre Eduardo Brigadeiro, Wandinho Reis e Magno Mota, afirma.”, diz Jackson.

O apoio recebido pelo competidor dialoga com outro ponto de sua pesquisa. O artigo trata a dupla carreira como uma responsabilidade que não fica restrita ao atleta e aponta a participação de famílias, instituições de ensino e organizações esportivas na criação de condições para que a formação acadêmica não seja interrompida pela atividade esportiva. Na trajetória de Jackson, essa rede aparece em outra configuração, envolvendo universidade, equipe e pessoas que ajudam a viabilizar sua presença nas competições.

Depois do Sul-Americano, ele já tem outro compromisso marcado. No dia 26 de setembro, pretende competir no ADCC, em Petrópolis. Para o restante de 2026, planeja chegar a cerca de dez campeonatos e buscar a faixa-marrom. No horizonte estão ainda o Mundial Master e, futuramente, a possibilidade de competir no UFC BJJ.

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