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FGC encerra 2025 com chave de ouro

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A 15ª edição do Fight Gym Combat MMA (FGC MMA) foi realizada no dia 13 de dezembro, em São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, e confirmou mais uma vez a força do evento no cenário esportivo.
Criado há 12 anos, o FGC já se consolidou como um dos mais tradicionais eventos de MMA do Estado de São Paulo. Ao longo de sua história, o evento já contou com grandes nomes do MMA brasileiro, como Joackin Neto “Lokura”, atleta do Inka FC (Peru), Paulo Surian, que atua no PML da Eslováquia, atualmente no UCC Honduras, e Roman Combat Japão, e o saudoso Bruno Ferreira (in memoriam), lutador com passagens por eventos nos Estados Unidos e pelo M-1 Global.
A edição 2025 foi marcada por casa cheia e ingressos esgotados. O público vibrou intensamente com as lutas de boxe amador aquecendo o clima para o card principal, que contou com quatro super lutas de MMA profissional.
Veja abaixo os resultados:

Alex “Kiko” Covati venceu Jose Martimiano por Finalização com um triangulo de mão aos 1:00 do primeiro round
Bruno Lima venceu Breno Mendes por finalização aos 1:30 do segundo round por finalização com um estrangulamento
Paulo Surian “Nemesis” venceu Julierme Silva por nocaute (socos da pegada nas costas) aos 1:15 do primeiro round
Uriel “Pitbull” Costa venceu Eduardo Arcolini”Rambo” por nocaute técnico (socos da montada) aos 2:40 do primeiro round

Paulão analisa jogo dos russos, brasileiros no UFC e como seria Arona x Gordon Ryan

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Paulão Filho foi o convidado do Conexão PVT desta segunda-feira. A lenda do Pride, que passou sete anos invicto no MMA e ficou conhecido mundialmente por seu jogo impositivo no solo, quando Khabib ainda nem tinha estreado no MMA, analisou o grappling dos três campeões do Cáucaso no UFC (Chimaev, Makhachev e Topuria), apontou o melhor caminho para Charles do Bronx vencer Max Holloway e aconselhou Marcus Buchecha e Rodolfo Vieira.

Apontado por Anderson Silva em 2007 como o melhor peso médio do mundo, o faixa preta de Carlson Gracie escolheu seu lutador predileto no UFC na atualidade, relembrou um encontro com um ex-rival da Chute Boxe e desaconselhou Chimaev e Makhachev a aceitarem super lutas com Alex Poatan e Ilia Topuria. Além disso, o ex-campeão do WEC contou como acredita que seria uma luta dos sonhos no ADCC entre Ricardo Arona e Gordon Ryan.

Assista no player abaixo:

LFA 225: pesagem confirma card do evento desta sexta-feira em Brasília

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Degli x Aguiar fazem a luta principal - Foto: Divulgação/LFA Brasil

A pesagem oficial do LFA 225, realizada nesta quinta-feira (22), definiu os termos da luta principal desta sexta-feira (23), em Brasília. O atual campeão mundial interino peso-mosca, Marcos Degli, conhecido como “Tailandês”, bateu o peso da categoria e segue apto para a disputa do cinturão na Arena BRB Nilson Nelson.

Degli x Aguiar fazem a luta principal – Foto: Divulgação/LFA Brasil

O desafiante Luís Aguiar ficou cerca de 300 gramas acima do limite da divisão, fixado em 56,7 kg para lutas valendo título. Como não há margem de tolerância em disputas de cinturão, Aguiar se tornou inelegível ao título. Dessa forma, mesmo em caso de vitória do desafiante, o cinturão permanece com Degli.

O confronto reúne atletas com sequências relevantes na categoria. Degli chega com 11 vitórias consecutivas, sendo 10 por via rápida, a maioria por nocaute. Aguiar vem de sete triunfos seguidos, todos por finalização.

O card principal e as últimas lutas do preliminar serão transmitidos ao vivo pelo canal oficial do LFA no YouTube, para todo o Brasil, a partir das 20h, no horário de Brasília. A Vice TV exibe o evento para os Estados Unidos.

Os portões serão abertos às 16h. O card preliminar tem início às 17h, enquanto o card principal começa às 21h. Cada ingresso deverá ser trocado por 1 kg de alimento não perecível no dia do evento, mediante apresentação de documento com foto. Para garantir a entrada, acesse o link: https://www.sympla.com.br/evento/lfa-225/3265292.

O LFA 225 é apresentado pela Monster Energy, com realização do Instituto Brasil Sapiens e apoio da Secretaria de Esporte do Distrito Federal.

Confira abaixo o card completo da edição:

LFA 225
Ginásio Nilson Nelson, Brasília, DF
23 de janeiro de 2026

Card principal

Peso-mosca: Marcos Degli x Luis Aguiar
Peso-galo: Daniel Araújo x Derick Borges
Peso-galo: Rafael Pereira x Lionel Abojer
Peso-médio: Marcio Cabral x Julio Spadaccini
Peso-meio-pesado: Leon Soares x Miguel Porto
Peso-pena: Icaro Brito x Aristides Vinícius
Peso-meio-médio: Gabriel Vinicius x Joel Salviano

Card preliminar

Peso-médio: Vladimir Calvo x Gustavo Guilherme
Peso-mosca: Bianca Basilio x Jessica Oliveira
Peso-mosca: João Menezes x Frank Silva
Peso-pena: Lucas Cruz x Leonardo Cerboni
Peso-galo: Breno Yuri x Lucas Andrade
Peso-leve: Italo Cruz x Vinicius Silva
Peso-leve: Pedro Souza x Lucas Barreto

R1 Fighting Series 6: venezuelano Leandro Solano finaliza brasileiro em Brasília

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Solano levou a melhor na luta principal - Foto: Divulgação/R1

O R1 Fighting Series 6 foi realizado na noite desta quarta-feira (21), na Arena BRB Nilson Nelson, em Brasília. Na luta principal do evento, o venezuelano Leandro Solano venceu o brasileiro João Pedro Moreira por finalização no segundo round, com um mata-leão.

Solano levou a melhor na luta principal – Foto: Divulgação/R1

O combate teve uma dinâmica clara desde o início. Moreira buscou manter a luta em pé, enquanto Solano insistiu na estratégia de queda e controle no solo. No segundo round, o venezuelano conseguiu levar a luta para o chão, trabalhou as posições e encaixou o mata-leão que definiu o confronto.

Na luta coprincipal, Tiago Taveira venceu João Vitor Cavalcante por nocaute técnico no final do segundo round. A interrupção veio após uma sequência de cotoveladas que levou o árbitro a encerrar o combate.

Outro desfecho por nocaute marcou o duelo entre Marllon Santos e Felipe Lima. Santos aplicou uma cotovelada giratória nos segundos finais do terceiro round, encerrando a luta.

Confira os resultados do evento:

R1 Fighting Series 6
Ginásio Nilson Nelson, Brasília, DF
21 de janeiro de 2026

Thiago Taveira venceu João Vitor Bezerra por nocaute técnico (cotoveladas) aos 4:26 do R1

Maycon Douglas Siqueira venceu João Pereira por decisão unânime

Lucas Silva venceu Willian Costa por nocaute técnico (socos) aos 0:12 do R1

Hiago Pereira venceu Kauan Leopoldina por decisão unânime ao final do R3

Ricardo Lemos venceu Nilson Silva por finalização (guilhotina) aos 2:44 do R1

Almir Augusto venceu Savio Silva Santos por nocaute (socos) aos 2:42 do R1

Pedro Henrique venceu Jorge Fabio Cordeiro por decisão unânime
Marllon Santos venceu Fábio Lima por nocaute (cotovelo giratório) aos 4:24 do R3

Pedro Pereira venceu Enzo Valadares por decisão unânime

Atletas do DF ganham espaço nos cards do R1 e LFA 225 em Brasília

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Brasília é a capital do MMA no Brasil nesta semana - Foto: LFA Brasil/Divulgação

Brasília recebe nesta semana dois eventos de MMA com ampla participação de atletas do Distrito Federal e da região. O R1 Fighting Series 6 será realizado na quarta-feira (21), enquanto o LFA 225 acontece na sexta-feira (23), ambos na Arena BRB Nilson Nelson. Ao todo, mais de 15 lutadores locais estão confirmados nos cards das duas competições.

Brasília é a capital do MMA no Brasil nesta semana – Foto: LFA Brasil/Divulgação

No LFA 225, representam Brasília os atletas Marcio Cabral, Daniel Araújo, Gabriel Vinícius, Pedro Souza, Leon Soares e Lucas Cruz. O card também conta com Aristides Vinícius e Lucas Gouveia, de Goiânia. Já no R1 Fighting Series 6, estão escalados Enzo Valadares, Pedro Pereira, Marlon Santo, Jorge Fábio, Nilson Silva, Iago Pereira, Cauã Leopoldina, William Costa, João Vitor Cavalcanti e João Pedro Moreira.

O R1 será utilizado como etapa de observação para o LFA, com o atleta de melhor desempenho do evento recebendo contrato com a organização. A proposta é oferecer experiência competitiva e visibilidade para lutadores em início de trajetória ou em fase de consolidação no cenário profissional.

Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão destacou a importância da realização dos eventos na capital federal. “Brasília tem uma base ativa de atletas e eventos como o R1 e o LFA permitem que esses nomes lutem em casa e sejam avaliados dentro de uma estrutura profissional”, afirmou.

Ele também agradeceu o apoio institucional. “O suporte do governador Ibaneis Rocha, do secretário de Esportes Renato Junqueira e do deputado federal Júlio César Ribeiro tem sido importante para viabilizar ações desse porte e manter o MMA em atividade no Distrito Federal”, concluiu.

Tanto o R1 Fighting Series quanto o LFA serão aberto ao público, com sistema de ingresso solidário. Cada ingresso deverá ser trocado por 1 kg de alimento não perecível no dia do evento, mediante apresentação de documento com foto.

Acesse os links: https://www.sympla.com.br/evento/lfa-225/3265292 e https://www.sympla.com.br/evento/r1-vi/3269792.

Projeto 220 integra programação do Grappling & Jiu-Jitsu Rio Festival no Parque Olímpico

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Projeto de Daniel 220V atua e Mesquita, na Baixada Fluminense - Foto: Divulgação

O Projeto 220, idealizado pelo jovem atleta Daniel 220V, 13 anos, participa da etapa do AJP Tour Rio de Janeiro nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, dentro da programação do Grappling & Jiu-Jitsu Rio Festival, no Parque Olímpico, na zona sudoeste do Rio. A presença do projeto no evento destaca a integração entre competições internacionais e iniciativas sociais que utilizam o jiu-jitsu como instrumento de formação esportiva e transformação social.

Projeto de Daniel 220V atua e Mesquita, na Baixada Fluminense – Foto: Divulgação

Criado a partir da própria trajetória de Daniel no esporte, o Projeto 220 atende hoje mais de 30 crianças em Mesquita, na Baixada Fluminense. A iniciativa oferece uma rotina de treinos estruturada, com aulas de jiu-jitsu com e sem kimono, baseada em disciplina, metodologia e acompanhamento contínuo, respeitando a idade e o desenvolvimento de cada atleta. O projeto é mantido com recursos do próprio Daniel, provenientes de patrocínios, seminários e aulas particulares, que são totalmente reinvestidos na estrutura e no treinamento.

Para Daniel 220V, o Projeto 220 reflete esse propósito. “O Projeto 220 é muito mais do que jiu-jitsu pra mim. Ele representa oportunidade e um caminho melhor para muitas crianças. Com apoio e dedicação, o esporte mostra que é possível mudar o futuro e inspirar outras crianças a acreditarem nos seus sonhos”, afirmou.

A participação no evento da AJP amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido pelo projeto e reforça a importância da aproximação entre grandes eventos esportivos e ações sociais. Para as crianças atendidas, competir em um festival que reúne atletas do Brasil e do exterior representa acesso a experiências que vão além do tatame, ampliando perspectivas dentro e fora do esporte.

O Grappling & Jiu-Jitsu Rio Festival será realizado entre os dias 30 de janeiro e 1º de fevereiro, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, e reúne a etapa do AJP Tour Rio de Janeiro International Pro, com cerca de 1.200 atletas do Brasil e do exterior, além do ADXC Selection Series, seletiva para o ADXC, competição internacional de grappling.

O evento conta com apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, e da Light, via incentivo fiscal, e também destaca o papel do jiu-jitsu no desenvolvimento esportivo e social de jovens em projetos comunitários.

PBJJF apresenta calendário 2026

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Federação estrutura a maior temporada de sua história - Foto: Divulgação

A Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation (PBJJF) deu mais um passo decisivo em sua consolidação como plataforma global de competições ao apresentar as diretrizes do calendário 2026. Segundo o presidente da entidade, João Paulo Ferreira, a nova temporada foi desenhada para oferecer previsibilidade, justiça no ranking e um circuito lógico de evolução para atletas e equipes ao redor do mundo.

Federação estrutura a maior temporada de sua história – Foto: Divulgação

“A temporada 2026 foi construída com foco em previsibilidade e lógica de circuito. Definimos datas em janelas fixas e com antecedência, organizamos os eventos por blocos, hierarquia clara (regional, nacional, continental e mundial) e garantimos espaço suficiente entre etapas-chave para permitir recuperação e periodização”, explicou João Paulo.

Ele destaca ainda que o peso de cada evento foi alinhado ao ranking para manter consistência. “Na prática, isso facilita porque atletas e equipes conseguem planejar o ano inteiro, treinos, viagens e orçamento, com muito menos improviso.”

Com a expansão para novos mercados e presença confirmada em diferentes continentes, a padronização da experiência do atleta é um dos pilares da federação. “Com eventos em continentes tão diferentes, a PBJJF trabalha com um princípio claro: padronizar o essencial e adaptar apenas o operacional. O essencial é igual em qualquer lugar: regras e critérios, padrão de chaveamento e cronograma, qualidade de arbitragem, comunicação com o atleta e a experiência do check-in até a premiação”, afirmou.

Para garantir esse nível de consistência, a federação utiliza manuais e checklists globais, além de treinamento e certificação de staff e árbitros, com supervisão direta nos eventos estratégicos. Os campeonatos continentais também ganham papel central na nova estrutura. O retorno do Asiático, somado ao Europeu Adulto e Kids, fortalece o ranking e cria uma rota clara de progressão esportiva. “Os campeonatos continentais são pilares do circuito internacional porque eles dão ‘peso real’ ao ranking e criam uma rota clara para o atleta”, destacou João Paulo.

Segundo ele, essas etapas aumentam a representatividade global, elevam o nível técnico e tornam a pontuação mais justa. “Na prática, esses eventos organizam o caminho do atleta: ele constrói pontos e experiência em etapas regionais e nacionais, prova seu nível no continental e chega ao mundial com um ranking mais sólido, legítimo e internacional.”

Para atletas, professores e equipes, a expectativa é de um circuito mais profissional e confiável. “Em 2026, atletas, professores e equipes podem esperar um circuito mais previsível e mais profissional na prática. Isso significa calendário com menos mudanças e mais antecedência, eventos com padrão mais consistente em qualquer continente, e um ranking justo e internacional, com etapas continentais fortes que valorizam de verdade a trajetória do atleta”, afirmou o presidente da PBJJF.

João Paulo conclui reforçando que o novo calendário vai além de uma simples lista de datas. “Para as equipes, isso se traduz em planejamento mais claro de temporada, metas, orçamento, viagens e periodização e mais oportunidades reais de construir resultados ao longo do ano, não só em um único ‘grande evento’”, concluiu.

Tropa Thai conquista três cinturões, transforma dor em força e projeta 2026 como ano de consolidação no MMA internacional

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Sob o comando de Eduardo Pachu, equipe celebra títulos no Brasil, Japão e França - Foto: Divulgação

A Tropa Thai, que começou como um projeto social há 25 anos, vive um dos momentos mais marcantes de sua história. Em pouco mais de dez dias, a equipe liderada por Eduardo Pachu conquistou três cinturões em eventos nacionais e internacionais, confirmando a força do trabalho desenvolvido no Rio de Janeiro e projetando 2026 como um ano decisivo para a consolidação do time no cenário global do MMA.

Sob o comando de Eduardo Pachu, equipe celebra títulos no Brasil, Japão e França – Foto: Divulgação

Os títulos vieram com Renan Oliveira, campeão do MAC (Martial Arts Championship) no Brasil; Carlos Mota, o “Tizil”, que faturou o cinturão do Knock Out, no Japão, com um nocaute no dia 29 de dezembro; e Thalita Soares, campeã do Hexagone MMA, na França, após um nocaute em menos de dois minutos, no último dia 9 de janeiro.

Mais do que vitórias esportivas, as conquistas carregam um peso simbólico. Em 2026, completaram-se dois anos do falecimento de Diego Braga, um dos líderes e pilares da Tropa Thai ao lado de Pachu. Após o trauma da perda, veio o desafio de reerguer a equipe emocional e esportivamente. A ausência de Diego ainda é sentida diariamente, mas seu legado permanece vivo.

Da Paraíba ao topo da Europa

Aos 33 anos, Thalita Soares vive o auge da carreira. Natural de Cabedelo, na Paraíba, ela chegou à Tropa Thai em 2017, após uma decisão ousada: sair de casa com uma passagem só de ida para tentar a vida no MMA no Rio de Janeiro. “Eu fiquei muito feliz com essa oportunidade de lutar fora do país e fazer história levando o nome da minha equipe. A gente se dedica ao máximo aqui para chegar aos maiores eventos, e esses cinturões são um legado que estou deixando”, afirmou a atleta.

Com base forte na trocação, influência direta do pai, ex-praticante de Taekwondo, Thalita é faixa-roxa de Jiu-Jitsu, mas construiu sua carreira apostando na agressividade em pé. O título do Hexagone MMA, conquistado com um nocaute relâmpago na França, reforça seu nome no mercado internacional. “Eu sempre me vi no UFC. É como se isso fosse uma certeza dentro de mim. Por isso, treino todos os dias. Sei que a oportunidade vai aparecer, seja no UFC ou no PFL”, projeta.

Nocaute no Japão e olhar firme para o UFC

Campeão do Knock Out, evento japonês conhecido pelas regras da “escola antiga”, Carlos Mota, o Tizil, mostrou frieza e contundência ao nocautear o adversário no dia 29 de dezembro. O triunfo internacional coloca o peso-mosca novamente no radar dos grandes eventos. Além disso, o atleta de 30 anos destacou o bom momento da equipe. “Esses três cinturões mostram o alto nível da Tropa Thai. Não são eventos quaisquer. Brasil, França e Japão. Isso prova que o trabalho está sendo muito bem feito”, destacou.

Tizil treina sob a supervisão direta de Eduardo Pachu, enquanto mantém intercâmbio técnico com seu treinador de origem, Francisco Bueno, atualmente em Las Vegas. Mais maduro após um período fora do UFC, ele acredita que o retorno é apenas questão de tempo. “Hoje eu sou outro atleta. Mais forte mentalmente, mais maduro. Quando eu voltar ao UFC, vai ser no momento certo, e para ser campeão”, afirmou.

Campeão do MAC e pronto para cruzar fronteiras

Natural do Rio de Janeiro, Renan Oliveira começou a sua trajetória no MMA em 2017 e chegou à Tropa Thai durante um período decisivo da carreira. Com 13 lutas profissionais, o atleta de 32 anos conquistou e já defendeu o cinturão do MAC, evento que cresce rapidamente no cenário nacional. “Quando lutei pela primeira vez, me apaixonei pelo MMA. Era tudo o que eu gostava junto: trocação, chão, estratégia. Ali eu tive certeza de que era isso que eu queria fazer”, relembrou.

Com passagens por eventos como o Shooto Brasil, Renan entende que o próximo passo precisa ser internacional. “No Brasil eu já cheguei onde precisava. Agora é buscar oportunidades fora. Europa, ACA, PFL… são caminhos muito reais”, analisa.

2026 no horizonte

Além dos campeões, a Tropa Thai se apoia em uma base técnica sólida. O trabalho do treinador de Luta Olímpica e Grappling, Leonardo Lustosa, tem sido fundamental para a evolução dos atletas, especialmente na transição entre quedas e controle no solo. Outro nome de destaque é Gabriel Braga, duas vezes finalista da PFL, que segue como uma das principais referências competitivas da equipe e símbolo da capacidade da Tropa Thai de formar atletas para o mais alto nível.

Dedé Pederneiras e Jomar Carneiro lançam equipe Elite Judô no Rio

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Sede da equipe é a Upper Arena - Foto: João Baptista

Os mestres Dedé Pederneiras e Jomar Carneiro lançaram no último sábado (12) a equipe Elite Judô, projeto voltado ao alto rendimento e à formação esportiva no judô. A apresentação ocorreu na Upper Arena, no Rio, em formato de treino aberto e marcou o início oficial das atividades da equipe.

Sede da equipe é a Upper Arena – Foto: João Baptista

A Elite Judô é comandada por Jomar Carneiro, faixa-preta 8º Dan de judô, em parceria com Dedé Pederneiras, faixa-preta de judô e faixa-preta 7º grau de jiu-jitsu. O projeto prevê atuação contínua no desenvolvimento técnico e competitivo de atletas, com planejamento de longo prazo.

O lançamento reuniu atletas, praticantes e nomes do judô nacional, entre eles Ney Wilson Pereira da Silva, Frederico Flexa, Ilsa Guimarães, Joe Moreira e Eduardo Pires. O treino aberto ocupou o tatame do espaço e oficializou o início da equipe.

Durante o evento, Jomar Carneiro explicou que o trabalho será voltado à formação técnica e à preparação competitiva dos atletas para competições de alto nível. Dedé Pederneiras destacou a integração entre judô e jiu-jitsu como parte do processo de formação, com ampliação da base técnica dos judocas.

Jungle Fight 144 no Bope tem João Dantas campeão e sete finalizações

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João Dantas venceu e comemorou com policiais militares - Foto: Hugo Elevaty Esportes

O Jungle Fight 144 foi realizado neste sábado, dia 17, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais, no Rio de Janeiro. A edição marcou a homenagem aos 48 anos do Bope e aos policiais de todo o Brasil, com presença majoritária de policiais militares na plateia.

João Dantas venceu e comemorou com policiais militares – Foto: Hugo Elevaty Esportes

O público inflamou a Arena Jungle ao longo das 11 lutas do card. Dentro do cage, os atletas adotaram uma postura ofensiva desde o início, em sintonia com o ambiente. O resultado foi um evento marcado por sete finalizações e uma luta definida por nocaute técnico.

O principal destaque da noite entre os lutadores foi o paulista João Dantas. O campeão dos pesos médios defendeu o cinturão ao finalizar o paraense Rodolfo dos Santos com um arm-lock do triângulo no segundo round. Com o resultado, Dantas chegou a oito vitórias em 10 lutas, todas por via rápida.

Outro momento de destaque veio com o policial militar Eduardo Alves Rodrigues, do 5º Batalhão do Rio. Ele levantou os companheiros de farda ao finalizar o conterrâneo Yuri Machado com um mata-leão ainda no primeiro round.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail celebrou a edição especial e destacou o envolvimento da corporação.

“Fazer o Jungle Fight dentro do Bope foi marcante. O clima foi intenso do começo ao fim, com todos envolvidos no espírito da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Agradeço ao comandante coronel Menezes, pelo trabalho que desenvolve à frente da corporação, e ao tenente-coronel Corbage, que abriram as portas do Bope para esta edição. Também agradeço ao governador Cláudio Castro e ao presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, que tornaram possível mais um Jungle Fight no Rio”.

Secretário de Estado de Polícia Militar e comandante-geral da PMERJ, o coronel Menezes também comentou a realização do evento.

“Foi histórico, com o espírito da Polícia Militar presente. Mostra a união de uma corporação grande e preparada. Ninguém vai parar a gente”.

Comandante do Bope, o tenente-coronel Corbage falou sobre o significado da edição.

“Essa união de pessoas foi o maior presente que poderíamos receber. São pessoas que adoram a vitória, que lutam, que brigam por um mundo melhor. Nós somos protagonistas da vida. Aqui só tem vencedor”.

Presidente da Loterj, Hazenclever Cançado destacou o encerramento da noite.

“Missão cumprida com louvor. Foi uma noite fantástica aqui no Bope do Rio de Janeiro, foi um show de artes marciais e fechou com chave de ouro, com o público presente em homenagem aos 48 anos do Bope”.

A próxima edição do Jungle Fight, a de número 145, foi anunciada para o dia 28 de fevereiro.

Confira abaixo todos os resultados do evento:

Jungle Fight 144 – 48 anos do BOPE
Batalhão de Operações Policiais Especiais, Rio de Janeiro, RJ
17 de janeiro de 2026

João Dantas venceu Rodolfo dos Santos por finalização aos 4min46s do R2
Francisco Tratorzinho x Branco de Anajás termina sem resultado após falta técnica não intencional aos 4min28s do R1
Albert Vieira venceu Lucas Eduardo dos Santos por nocaute técnico aos 2min27s do R2
Lucas Rodrigues venceu Igor Zanuncio por finalização aos 2min58s do R1
Anderson Leal venceu Antonio Ceará de Aço por decisão unânime (30-27, 30-27 e 30-26)
Eduardo Alves Rodrigues venceu Yuri Machado por finalização aos 3min24s do R1
Maria Fernandes venceu Cecília Pereira por decisão dividida (29-28, 27-30 e 29-28)
Regiane Tatalia venceu Beatris Guimarães por finalização aos 3min16s do R1
Bruce Lee Almeida venceu Danilo Ferreira Lima por finalização aos 4min44s do R1
Mateus Adesanya venceu Renzo Barreto por finalização aos 3min48s do R1
Harife Oliveira venceu Eliseu Andrade por finalização aos 4min32s do R1

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