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Vinicius Lokdog comenta vitória sobre Andre Fili no UFC

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Convidado do Conexão PVT desta terça-feira, Vinícius “LokDog” Oliveira comentou em detalhes sua recente vitória de virada sobre Andre Fili no UFC do último sábado. Ele contou os bastidores da luta, as lesões que enfrentou durante o combate, e como sua mentalidade resiliente o manteve focado.

LokDog também apresenta sua filha, apontando-a como sua maior motivação, e discute sua transição para a categoria peso-pena, planos para o futuro no ranking e possíveis adversários.

Assista no vídeo abaixo.

André Dida fala sobre desafio de Hulk contra Aliskerov no UFC

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Direto de Baku, no Azerbaijão, André Dida conversou com Marcelo Alonso nesta segunda no Conexão PVT. Dida está no país para a luta do próximo sábado de seu aluno, Brunno Hulk, contra Ikram Aliskerov no UFC. O treinador falou da preparação e dos bastidores para o combate, e as expectativas para o desafio.

Dida analisou também a luta de Poatan contra Ciryl Gane, falou sobre o duelo entre Shogun e Glover Teixeira no evento da Spaten, e reforçou seu desejo de enfrentar a lenda do boxe Acelino Popó.

Jungle Fight 152 coloca cinturão dos pesos pesados em jogo neste sábado em Macaé (RJ)

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Pesados disputam cinturão no Jungle Fight 152 - Foto: Rafael Oliveira

O Jungle Fight 152 será realizado neste sábado (27), no Ginásio Municipal Engenheiro Maurício Soares Bittencourt, em Macaé-RJ, com um card tem como principal atração a disputa do cinturão dos pesos pesados. A edição terá transmissão ao vivo pelos canais SporTV e Combate, a partir das 20h. Os ingressos se esgotaram antecipadamente, e a expectativa é de ginásio lotado.

Pesados disputam cinturão no Jungle Fight 152 – Foto: Rafael Oliveira

Na luta principal, o campeão André “Monstro”, da Bahia, defende o cinturão diante do desafiante Jackson “Naco”, de Sergipe. Monstro soma 14 vitórias em 20 lutas como profissional, sendo dez delas por nocaute ou finalização. Do outro lado, Naco venceu 12 dos 18 combates que disputou, nove por via rápida.

Os dois confirmaram a disputa do título durante a pesagem oficial realizada nesta sexta-feira (26). André Monstro marcou 108,9 kg, enquanto Jackson Naco registrou 116,2 kg.

Além da luta principal, o evento contará com atletas da região, incluindo representantes de Macaé. A presença de competidores locais acompanha a política adotada pelo município de incentivo ao esporte, que investe na formação de atletas por meio de programas como o Bolsa Atleta e em projetos voltados às artes marciais.

A programação desta sexta também contou com as Eliminatórias Jungle, seletiva que garante contrato com o Jungle Fight. A edição reuniu jovens de Macaé e da região e terminou com um resultado simbólico: 100% dos atletas contratados vieram de projetos sociais. Além do vínculo com o evento, os lutadores de melhor desempenho também passaram a integrar a lista do Programa Bolsa Atleta, coordenado pela Secretaria Municipal de Esportes.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail afirmou que a estrutura encontrada em Macaé e o trabalho desenvolvido pelo município foram determinantes para o sucesso da parceria.

“Estou muito feliz com tudo o que encontramos em Macaé. A estrutura é excelente e fiquei encantado com o trabalho de transformação social que a cidade desenvolve por meio do esporte. Quero agradecer e parabenizar o prefeito Welberth Rezende, o secretário de Esportes Cesar Maillet e o vereador Marvel Maillet pelo trabalho que vêm realizando. É um exemplo de como o esporte pode mudar vidas.”

Faixa-preta de jiu-jítsu, o secretário municipal de Esportes, Cesar Maillet destacou a importância de receber o principal evento de MMA da América Latina e defendeu o investimento contínuo nas artes marciais.

“Para a Prefeitura e para a Secretaria de Esportes é de grande importância receber o Jungle Fight. Agradeço ao Wallid por trazer esse evento para Macaé. O MMA e as artes marciais são ferramentas de transformação. É por meio delas que ajudamos crianças, adolescentes e atletas a desenvolver valores como caráter, respeito e disciplina. Estamos investindo cada vez mais nessa área e trabalhando para ampliar esse acesso, inclusive com um projeto para levar as artes marciais às escolas. Se não formarmos um grande atleta, certamente estaremos formando um grande cidadão.”

O vereador Marvel Maillet, também faixa-preta de jiu-jítsu, exaltou o impacto que o evento pode gerar para os jovens da cidade.

“O Jungle Fight, maior evento da América Latina, chega a Macaé em um momento muito importante. É uma oportunidade de mostrar aos jovens novos caminhos por meio do esporte e permitir que eles assistam de perto atletas de alto rendimento. Isso transforma vidas. Eu fui salvo pelo esporte, fui salvo pelo jiu-jítsu, e posso falar com propriedade. Estou muito satisfeito com esse evento e parabenizo o Wallid e toda a equipe do Jungle Fight por essa iniciativa.”

Confira abaixo o card completo da edição:

Jungle Fight 152
Macaé (RJ)
27 de junho de 2026

120 kg: Jackson “Naco” (SE) x André “Monstro” (BA) – Cinturão

66 kg: Gabriel “Talentinho” (RJ) x Harife “El Caçador” (RJ)

70 kg: Lucas Cunha Caldas (RJ) x Renan Marcelino (RJ)

Peso Combinado (80 kg): Max Alves (RJ) x Aldo Pereira (BA)

61 kg: Danilo Marques Teixeira (RJ) x Ramon da Costa (RJ)

57 kg: Vivian Nepomuceno (BA) x Natacha Lima (RJ)

66 kg: Caionã Batista (RJ) x Diogo Silva de Sousa (PA)

57 kg: Marcos Vuvuzela (RJ) x Fabiano Oliveira de Souza (RJ)

70 kg: Lucas Rodrigues (RJ) x Bruno Nunes (RJ)

57 kg: Pedro “Mascote” (RJ) x Silas Gabriel Barbosa Caetano (RJ)

57 kg: Vítor Loost (RJ) x João Miguel da Silva Monteiro (RJ)

57 kg: Brian “Shock” (RJ) x Higo Claudino Maia (RJ)

Pedro Valente revela história que deu origem ao UFC na Casa Branca

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pedro valente

Neste episódio especial do Conexão PVT, recebemos o Mestre Pedro Valente para uma conversa histórica sobre os bastidores do UFC. Única pessoa a estar presente tanto no lendário UFC 1, em 1993, quanto no recente evento realizado na Casa Branca, Pedro compartilha detalhes inéditos sobre a evolução do esporte.

Descubra como a família Valente e a família Trump se aproximaram através do Jiu-Jitsu, a história centenária que liga a Casa Branca às artes marciais desde a era Roosevelt e segredos dos primórdios do Ultimate, como a ideia original de uma grade elétrica no octógono. Uma verdadeira aula de história sobre o legado da família Gracie e o impacto do Jiu-Jitsu no mundo.

Werdum analisa luta de Poatan contra Ciryl Gane no UFC Freedom 250

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Nesta edição do Conexão PVT, Marcelo Alonso conversou com Fabrício Werdum para uma análise detalhada dos últimos acontecimentos no mundo das lutas. O “Vai Cavalo” abre o jogo sobre sua recente viagem aos Estados Unidos, onde acompanhou de perto o UFC na Casa Branca e a estreia do Brasil na Copa do Mundo.

Werdum analisa as vitórias de Diego Lopes e Ruffy, mas o destaque fica para a discussão sobre as lutas de Ilia Topuria e Alex Poatan. O ex-campeão comenta sobre a estratégia de Poatan contra Cyril Gane.

Além disso, falou sobre o futuro confronto entre Glover Teixeira e Shogun no boxe, os detalhes do Kings Championship em Florianópolis e a importante campanha “Seja Homem, Denuncie” contra a violência doméstica.

Assista abaixo:

 

Zé Mário Sperry recebe faixa coral e celebra legado que ajudou a moldar o jiu-jítsu e o MMA brasileiro

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Zé Mario dividindo o pódio do absoluto com Roleta e Murilo

Poucos nomes atravessaram tantas fases do jiu-jítsu e das artes marciais brasileiras quanto Zé Mário Sperry. Campeão mundial, vencedor de títulos históricos no ADCC, protagonista da era de ouro do Pride no Japão e um dos fundadores da Brazilian Top Team, o discípulo de Carlson Gracie receberá no próximo dia 26 de junho a faixa coral, graduação reservada aos faixas-pretas que completam 31 anos de faixa-preta.

Zé Mario dividindo o pódio do absoluto com Roleta e Murilo – Foto: Marcelo Alonso

A cerimônia será realizada na Academia Mario Sperry Matriz, em Porto Alegre, com a participação especial do mestre Walter Mattos. A escolha de quem amarrará a faixa na cintura tem um significado particular para Sperry.

“Vou ter a satisfação de receber a faixa coral do meu sócio e grande amigo, Walter Mattos, que foi o grande responsável pela minha transição de atleta amador para atleta profissional. Foi ele quem me incentivou a abandonar minha carreira de economista e me dedicar ao esporte”, conta.

A homenagem leva Sperry de volta a 1996, ano em que conquistou seu primeiro título mundial na faixa-preta. Segundo ele, aquela vitória abriu as portas para uma nova etapa de sua carreira, enquanto o jiu-jítsu brasileiro ampliava sua presença nos principais cenários internacionais.

“Parece que foi ontem que eu comecei a treinar. Esse momento da faixa coral me remete diretamente ao meu primeiro Mundial como faixa-preta. Foi um divisor de águas.”

Ao longo de sua carreira, Sperry tornou-se uma das figuras centrais na expansão do jiu-jítsu e do MMA brasileiro pelo mundo. Em 1998, venceu a categoria até 99 quilos e o absoluto na primeira edição do ADCC, torneio considerado a principal competição de grappling do mundo. No MMA, ajudou a abrir caminhos para uma geração de atletas brasileiros que alcançou projeção internacional nos grandes eventos do Japão e dos Estados Unidos.

Entre os feitos que marcaram sua carreira está a participação na fundação da Brazilian Top Team, equipe que revelou nomes como Rodrigo Minotauro, Rogério Minotouro, Ricardo Arona e Paulo Filho. Ao olhar para trás, ele acredita que o principal legado construído por sua geração está ligado aos valores transmitidos dentro e fora dos tatames.

“O maior legado das artes marciais é a busca incessante pela excelência. Tudo que merece ser feito merece ser bem feito. Sempre procurei transmitir aos atletas a importância da ética, da moral, do respeito e da dedicação máxima ao treinamento.”

O reconhecimento da faixa coral acontece em um momento em que Sperry também busca se aproximar das novas gerações. Após a cerimônia, ele cumprirá uma agenda de seminários no Sul do Brasil, com passagens por Porto Alegre e cidades da região.

Segundo o mestre, os seminários foram pensados como um espaço de troca entre gerações de praticantes.

“Quero reunir atletas que treinaram comigo há muitos anos e conhecer os mais jovens que estão chegando agora. A ideia é compartilhar técnicas, mas também experiências de vida. Tudo o que vivi no ADCC, no Pride, no treinamento de atletas e nas viagens pelo mundo pode ajudar essas pessoas a enfrentar os desafios que encontrarão dentro e fora do esporte.”

Embora reconheça as transformações que o jiu-jítsu passou desde o início de sua caminhada, Sperry acredita que alguns princípios permanecem inalterados. Por isso, quando é questionado sobre o conselho que daria para quem sonha construir uma carreira duradoura na modalidade, ele recorre a uma frase que ouviu de um de seus mestres.

“Não tenha medo de perder, mas tenha pavor de não tentar.”

A faixa coral simboliza mais de três décadas de compromisso com a arte suave. Para Sperry, porém, ela não simboliza um ponto final. Ao contrário, surge como o início de uma nova etapa.

“Quando colocar a faixa na cintura, vou entender que fiz tudo o que pude para elevar a qualidade do esporte e transmitir uma mensagem positiva para as futuras gerações. Mas também será um novo desafio. Vou precisar entender qual é a missão que Deus colocou na minha frente agora.”

Jefferson Toddynho realiza sonho e estreia no UFC em duelo no Azerbaijão

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Invicto no MMA, brasileiro encara Tahir Abdullaev neste sábado - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Jefferson “Toddynho” Nascimento está prestes a viver o momento mais importante de sua carreira. Após construir uma trajetória invicta no MMA e conquistar o cinturão interino dos leves no LFA, o brasileiro fará sua aguardada estreia no UFC neste sábado (27), no Azerbaijão, diante do experiente Tahir Abdullaev, que também estreia na organização.

Invicto no MMA, brasileiro encara Tahir Abdullaev neste sábado – Foto: Divulgação/LFA Brasil

Para Toddynho, o sentimento é de realização, mas também de tranquilidade para mostrar seu potencial no maior palco do MMA mundial. “Nesse momento sinto que estou no lugar onde sempre sonhei. Sempre mentalizei esse contrato chegando e trabalhei muito para chegar aqui. Minha cabeça está muito tranquila”, afirmou o atleta da RFT.

Do outro lado do octógono estará um adversário perigoso. Abdullaev soma 19 vitórias no cartel, sendo 10 por nocaute e sete por finalização. “Ele é um oponente muito experiente e agressivo. A diferença vai ser a minha determinação lá dentro, estou muito feliz e motivado com essa contratação. Fazia tempos que eu não ficava tão animado assim para lutar.”

Com 13 vitórias em 13 lutas, o brasileiro chega embalado pela invencibilidade, mas garante que sua confiança não se apoia apenas no retrospecto perfeito. Segundo ele, a responsabilidade é entregar espetáculo e fazer aquilo que ama. “A minha responsabilidade é dar o melhor lá dentro, me divertir, dar um show e fazer o que eu amo. Eu preciso ser confiante no que eu faço, mas não por nunca ter perdido e sim por trabalhar duro diariamente.”

Lutar no Azerbaijão, em território favorável ao rival, é encarado por Toddynho como combustível extra. O brasileiro vê o desafio fora de casa como um fator motivacional e acredita que isso pode torná-lo ainda mais leve na luta. “Não vou negar que lutar fora de casa me deixa ainda mais motivado e me deixa ainda mais leve para a luta.”

Chamado em cima da hora e fora de sua categoria habitual, Jefferson deixa claro que o objetivo é impactar e marcar seu nome logo de cara. “Mesmo sendo chamado em cima da hora e fora da minha categoria, vocês podem esperar um show! Vim para fazer história e mostrar para o mundo quem é Jefferson ‘Toddynho’”, finalizou.

Com ouro de Bia Ferreira, Brasil conquista quatro medalhas na etapa da China da Copa do Mundo de Boxe

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Bia Ferreira levou o ouro - Foto: Divulgação/World Boxing

O Brasil encerrou a etapa da China da Copa do Mundo de Boxe da World Boxing, no último domingo (21) com quatro medalhas. O principal resultado veio com Beatriz Ferreira, campeã na categoria até 65kg após vencer quatro lutas em seu retorno ao boxe olímpico. A delegação brasileira também conquistou duas medalhas de prata, com Wanderley Pereira e Luiz Oliveira, o Bolinha, além do bronze de Joel Ramos.

Bia Ferreira levou o ouro – Foto: Divulgação/World Boxing

“Primeiro campeonato nesse peso, nessa categoria nova e consegui sair campeã vencendo as quatro lutas contra meninas diferentes, que eu nunca tinha enfrentado. E eu só tenho a agradecer todo o carinho a todo mundo que acredita no meu trabalho. Sinto que estou de volta e cada vez mais forte. Só estou começando, sinto que tenho muita coisa ainda para conquistar.”

A conquista de Bia ganha ainda mais relevância por marcar sua estreia em uma nova divisão de peso. Dona de duas medalhas olímpicas e de dois títulos mundiais na categoria até 60kg, a baiana passou a competir entre as atletas de até 65kg e venceu as quatro lutas disputadas na China.

Na decisão, enfrentou a inglesa Sacha Hickey, quinta colocada no último Campeonato Mundial. Bia dominou o combate e venceu por decisão unânime, recebendo a pontuação favorável dos cinco árbitros.

Após o bronze conquistado nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, a brasileira havia direcionado sua carreira exclusivamente ao boxe profissional. O retorno ao circuito olímpico faz parte do planejamento para buscar uma vaga em Los Angeles 2028, mantendo a rotina dividida entre as duas modalidades.

O calendário internacional de 2026 ainda prevê mais uma etapa da Copa do Mundo e a Superfinal da competição, marcada para novembro, no Cazaquistão.

LFA amplia presença no UFC em 2026 e chega a Brasília com nova geração de talentos

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Rafael Feijão e Renato Junqueira levam o LFA a Brasília no dia 31 de julho - Foto: Divulgação/LFA Brasil

Os números de 2026 ajudam a dimensionar a influência do Legacy Fighting Alliance (LFA) na formação de atletas para o UFC. Somente neste ano, 11 lutadores que passaram pela organização foram contratados diretamente pela principal liga de MMA do mundo. Outros 14 já tiveram presença confirmada na temporada do Dana White’s Contender Series (DWCS), torneio utilizado pelo UFC para selecionar novos talentos.

Rafael Feijão e Renato Junqueira levam o LFA a Brasília no dia 31 de julho – Foto: Divulgação/LFA Brasil

O histórico da organização também impressiona. Desde sua criação, mais de 350 atletas que competiram no LFA chegaram ao UFC, marca inédita entre os eventos de MMA ao redor do mundo. Em 2026, essa lista ganhou novos capítulos com a estreia de José Delano no octógono do UFC e a aguardada chegada de Michael Oliveira à organização, ambos após desenvolverem suas carreiras no LFA.

No Brasil, a sequência de convocações continuou nas últimas edições do evento. Campeão interino dos leves, Jefferson Nascimento defendeu o cinturão no LFA e, menos de um mês depois, recebeu o convite para integrar o elenco do UFC.

Outro nome que seguirá esse caminho é Marcos Degli. O campeão interino peso-mosca conquistou vaga na temporada de 2026 do Dana White’s Contender Series após atuar recentemente em Brasília. Os brasileiros Reginaldo Junior e Frank Silva também disputarão o programa em busca de um contrato com o UFC.

Entre os brasileiros que passaram pelo LFA antes de alcançarem destaque internacional estão Carlos Prates, Gabriel Bonfim, Luana Santos, Alex Pereira e Alexandre Pantoja, atletas que atualmente figuram entre os principais representantes do país no UFC.

Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão atribui os resultados ao trabalho contínuo realizado pela organização no desenvolvimento do MMA nacional.

“Nosso objetivo sempre foi oferecer aos atletas brasileiros uma estrutura capaz de prepará-los para competir no mais alto nível. O LFA acompanha esse desenvolvimento de perto, cria oportunidades e permite que esses lutadores cheguem ao UFC prontos para enfrentar os melhores do mundo. Ver tantos brasileiros alcançando esse espaço mostra que esse trabalho vem dando resultado”, afirmou.

Segundo Feijão, o Brasil segue como uma das principais fontes de talentos da organização.

“O LFA nasceu com a proposta de ser um evento de inclusão social e desenvolvimento dos atletas. Criamos um ambiente em que eles conseguem crescer de forma orgânica, conquistar visibilidade, ganhar reconhecimento e chegar preparados aos maiores palcos do esporte. É por isso que tantos lutadores saem daqui para o UFC e outras grandes organizações”, disse Rafael Feijão.

A próxima edição do LFA no Brasil está marcada para 31 de julho, em Brasília. O evento reunirá atletas em busca de espaço na organização e poderá apresentar novos candidatos a integrar o grupo de lutadores que utilizaram o LFA como caminho até o UFC.

Uma invencibilidade vai cair: invictos disputam cinturão no SFT Combat 62

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Cinturões estarão em jogo no SFT - Foto: Divulgação

O SFT Combat 62 será realizado neste sábado (27), em São Paulo, com duas disputas de cinturão interino. O evento acontece no Ginásio do Centro Esportivo Arthur Friedenreich e terá transmissão em diferentes plataformas, incluindo a Band.

Na luta principal, as invictas Malvada e Mascena se enfrentam pelo cinturão interino do peso-galo do MMA. Além do título em disputa, o confronto marca o encontro de duas atletas que ainda não conhecem a derrota no esporte. Ao fim do combate, uma delas deixará o cage com o cinturão e a outra com o primeiro revés da carreira.

O coevento principal também valerá título. Duda Soares e Natália Rangel disputam o cinturão interino do peso-palha do SFT Xtreme, modalidade que combina técnicas de trocação com luvinha de MMA.

O card preliminar terá início às 19h30, com transmissão pelo Canal SFT Combat, disponível em plataformas digitais e TVs conectadas. Já o card principal começa às 23h30, com exibição simultânea pela Band e pelo canal oficial do evento.

A organização também promoverá uma ação solidária. Embora a entrada seja gratuita mediante retirada antecipada de ingresso, o público será incentivado a doar itens de higiene pessoal, como sabonete, shampoo, desodorante, absorventes, pasta e escova de dentes.

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