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Jungle Fight 155 confirma três disputas de cinturão neste sábado em Niterói

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Jungle Fight 155 tem três disputas de cinturão - Foto: João Guilherme

O Jungle Fight celebra seus 23 anos neste sábado (3) com a estreia da organização em Niterói e três cinturões em disputa na Arena Niterói. Os ingressos se esgotaram apenas 18 horas depois de disponibilizados, e quem não estiver no local poderá acompanhar o evento ao vivo pelo SporTV e Combate, a partir das 19h.

Jungle Fight 155 tem três disputas de cinturão – Foto: João Guilherme

A pesagem oficial, realizada na tarde desta sexta-feira (2), confirmou os três confrontos por título, mas trouxe uma mudança importante para a luta principal. Campeão dos médios, Oton Jasse ficou dentro do limite da categoria, enquanto o boliviano Josias “Búfalo” Núñez mais de três quilos acima do peso. Pelas regras estabelecidas, o cinturão estará em jogo apenas para Jasse. Se Núñez vencer, não ficará com o título.

O boliviano também começará o combate com uma punição de três pontos. Na prática, para superar a desvantagem nas papeletas dos jurados, precisará construir uma superioridade ampla ao longo da luta, incluindo ao menos um round vencido por 10 a 8, ou buscar uma definição por nocaute ou finalização.

A situação coloca um ingrediente adicional em um confronto de características distintas. Oton chega à primeira defesa do cinturão com 23 vitórias e 11 derrotas. Faixa-preta de jiu-jítsu e luta livre, construiu a maior parte do cartel no chão, com 20 triunfos por finalização, desempenho que lhe rendeu o apelido de “Rei do Triângulo de Mão”.

Núñez tem nove vitórias e três derrotas, com oito de seus triunfos conquistados antes da decisão dos jurados. São cinco nocautes e três finalizações. Faixa-preta de kickboxing, o boliviano aponta a força e a trocação como características de seu jogo e chega ao Jungle Fight depois de ter sido campeão sul-americano e pan-americano de sua modalidade de origem.

A segunda disputa de cinturão terá uma história iniciada oito anos atrás. Campeã, a baiana Layze Cerqueira enfrenta a goiana Mayra Cantuária em uma revanche do duelo realizado em 2018, vencido por Mayra por decisão unânime. Desta vez, as duas passaram pela balança dentro do limite estabelecido para o confronto e estão confirmadas para a disputa do título.

Layze chega como campeã do Jungle Fight e tem no jogo de chão sua principal característica. Faixa-preta de jiu-jítsu, soma nove vitórias por finalização, além de uma por nocaute e quatro por decisão. Mayra tem cartel de 11 vitórias, seis derrotas e um empate, com quatro finalizações, dois nocautes e cinco resultados por decisão. Faixa-preta de judô e jiu-jítsu, a goiana iniciou a carreira profissional justamente no Jungle Fight.

O terceiro título da noite está vago e será decidido entre Luis Henrique “Lion Heart” e Rodolfo dos Santos, pelos meio-pesados. O carioca Lion Heart tem 18 vitórias e dez derrotas, com 14 triunfos antes do fim do tempo regulamentar, sendo nove por finalização e cinco por nocaute. Faixa-preta de jiu-jítsu e muay thai, também foi campeão brasileiro de jiu-jítsu e wrestling.

Rodolfo chega com seis vitórias e quatro derrotas e um retrospecto marcado pelo poder de definição. Cinco de seus seis triunfos foram por nocaute, todos no primeiro round. Nascido no Pará e atualmente treinando em Curitiba, ele já disputou o cinturão do Jungle Fight e terá uma nova oportunidade de conquistar um título da organização.

A estreia do Jungle Fight em Niterói será com casa cheia e participação de vários atletas ligados à cidade ao longo do card. Do lado de fora da arena, uma Fan Fest receberá parte do público, com telão para acompanhar as lutas durante a programação.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail também tem uma ligação pessoal com Niterói. Foi na cidade que disputou sua primeira competição depois de deixar Manaus e se mudar para o Rio de Janeiro, quando ainda era faixa-amarela. Para ele, o retorno passa pela parceria construída para levar o evento ao município.

“Trazer o Jungle Fight para Niterói tem um significado muito especial para mim. Hoje tenho a honra de voltar como presidente do Jungle Fight. Quero agradecer ao prefeito Rodrigo Neves por abrir as portas da cidade e pelo trabalho que vem realizando em Niterói, usando o esporte como instrumento de inclusão social e dando oportunidades aos jovens. Niterói tem uma das melhores qualidades de vida do Brasil, e isso é fruto de um trabalho que olha para a cidade e para as pessoas. Para mim, é uma honra celebrar os 23 anos do Jungle Fight aqui”, afirmou Wallid Ismail.

O prefeito Rodrigo Neves relacionou a realização do evento à política municipal de incentivo ao esporte e às ações direcionadas à juventude.

“Niterói se orgulha de receber um evento da grandeza do Jungle Fight, que é uma referência mundial em revelar talentos e promover os valores do esporte. A nossa gestão tem um compromisso claro com o esporte como ferramenta fundamental de inclusão social, ocupação saudável dos espaços públicos e oportunidade para a nossa juventude. Sediar grandes espetáculos como esse projeta a cidade nacionalmente, movimenta a economia local, o turismo e, acima de tudo, inspira milhares de jovens da cidade a acreditarem no seu potencial”, afirmou o prefeito Rodrigo Neves.

Além das disputas dentro da Arena Jungle, a edição terá uma ação de arrecadação de alimentos. Todos que garantiram ingressos deverão levar pelo menos um quilo de alimento não perecível para acessar tanto a Arena Niterói quanto a Fan Fest. As doações serão destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social por meio da iniciativa conjunta do Jungle Fight, da Prefeitura de Niterói e da Legião da Boa Vontade (LBV).

Confira abaixo o card completo do evento

Jungle Fight 155 – Aniversário de 23 anos
Arena Niterói, Niterói (RJ)
3 de outubro de 2026

84kg: Josias “Búfalo” Núñez (BOL) x Oton Jasse (RJ) — Cinturão
61kg: Mayra Cantuária Rodrigues (GO) x Layze Cerqueira (BA) — Cinturão
93kg: Luís “Lion Heart” Henrique (RJ) x Rodolfo dos Santos (PA) — Cinturão
70kg: Eliwelton Travassos (DF) x Lukas Eduardo (AP)
93kg: Douglas Andrew (RJ) x Alex Lescano (SP)
57kg: Felipe Rodrigues Brito (AP) x Luiz Henrique da Silva (RJ)
57kg: Marcos Paulo “Vuvuzela” (RJ) x Nildean Pães (RJ)
77kg: Pedro Henrique Farias Varela (RJ) x Marcos Vinicius (RJ)
66kg: Matheus Cardoso “Mineirinho” (MG) x Fred Roberto (ES)
61kg: Wana Muniz (RJ) x Larissa Samuel (RJ)
52kg: Rayra Ferreira (MG) x Sabrina de Souza (RJ)
57kg: João Miguel da Silva (RJ) x Davi Pereira (RJ)
57kg: Driely Neve (ES) x Cecília Pereira (RJ)
84kg: Rodrigo Baviera (RJ) x Raian Wilber (RJ)
70kg: Marlon “Perrega” (RJ) x Max Lima (RJ)
66kg: Jefferson Dantas (RJ) x Luan Paiva (RJ)
66kg: Gabriel Sampaio (RJ) x Ronaldy Gabriel (RJ)

Carlos Borracha “A Natália vai ser a primeira campeão brasileira no 57kg”

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Vindo de uma sequência de oito vitórias em oito lutas no UFC, Natalia Silva teve sua tão sonhada chance de lutar pelo cinturão atendida ao ser revelado pela organização o card do UFC 332 no dia 3 de outubro em Salt Lake City. A grande surpresa para todos foi sua oponente.

“Estávamos há meses nos preparando para a Valentina e fazendo todo um estudo técnico para a campeã. Principalmente com relação a quedas, uma vez que a Valentina vinha derrubando muito suas adversárias. Nosso foco principal vinha sendo tempo de entrada, controle de distância, quando o UFC nos informou que ela saiu da luta e meio em cima da hora mesmo mudamos inteiramente o foco do nosso treinamento. Para nós foi uma enorme surpresa, uma vez que a Wang Cong era a sexta do ranking”, revelou em entrevista exclusiva ao PVT o treinador de Natália, Carlos “Borracha” Costa, irmão do também lutador do UFC Paulo Borrachinha.

MAIORES STRIKERS DA DIVISÃO

Mas diante da decepção do público e dos analista após o anuncio, muitos já apontando como o pior main event de um card numerado da história do UFC, o treinador brasileiro acredita que o estilo de ambas tem tudo para surpreender positivamente os pessimistas.

“Como pouca gente conhece a Cong, houve reclamações por ser uma luta principal, mas penso que vai ter muita gente surpreendida com essa luta. Até pelo estilo de ambas, na minha opinião as duas maiores strikers da divisão. Tenho certeza que depois que essas meninas entregarem um show no octógono, a visão do público vai mudar drasticamente”.

Carlos só não seguiu o estilo do irmão ao ser instado a descrever como acredita como a luta transcorrerá: “Não sei se a vitória será no 1º ou no 5º round, só sei que a vitória virá. A Natália está pronta para ser a primeira campeã brasileira no 57kg”

Instituto Irmãos Nogueira retoma projeto em Macaé com 200 vagas preenchidas e lista de espera

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Projeto social prepara talentos para o esporte e a vida - Foto: Divulgação

O Instituto Irmãos Nogueira retomou as atividades em Macaé (RJ) com 200 crianças e adolescentes matriculados em aulas gratuitas de jiu-jitsu e muay thai. O projeto Luta: Escola da Vida começou o novo ciclo no dia 21 de setembro, no Ginásio Poliesportivo Engenheiro Maurício Soares Bittencourt, no bairro Sol y Mar, e formou uma lista de espera após receber mais de 390 pré-inscrições.

Projeto social prepara talentos para o esporte e a vida – Foto: Divulgação

As vagas foram divididas igualmente entre as duas modalidades, com 100 alunos no jiu-jitsu e 100 no muay thai. Segundo o instituto, todas foram preenchidas durante os dez dias de matrículas presenciais realizados no ginásio. O atendimento é destinado a crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, regularmente matriculados na rede de ensino e moradores da comunidade onde funciona o núcleo ou de áreas próximas.

A seleção considerou a ordem de inscrição e a apresentação da documentação exigida. Com as turmas completas, os interessados que não conseguiram uma vaga passaram a integrar a lista de espera para eventuais oportunidades remanescentes.

Criado em 2010 pelos irmãos Rogério Minotouro e Rodrigo Minotauro, o instituto informa já ter atendido mais de 16 mil crianças e adolescentes em projetos gratuitos pelo país. As aulas são acompanhadas por atividades socioeducativas voltadas à formação dos participantes.

“Retornar a Macaé é muito importante para nós porque já conhecemos o potencial de transformação que o esporte tem na vida das crianças e dos adolescentes da cidade. O nosso objetivo é oferecer muito mais do que uma modalidade esportiva. Queremos transmitir valores como disciplina, respeito, autocontrole, responsabilidade e perseverança, preparando esses jovens para vencerem não apenas nos tatames e ringues, mas também na vida”, afirma Rogério Minotouro, presidente e fundador do Instituto Irmãos Nogueira.

Em Macaé, o projeto é realizado por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte, via ICMS, em parceria com a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro e patrocínio da Enel. A Secretaria Municipal de Esportes de Macaé cedeu o espaço e a estrutura utilizados nas atividades e participou da articulação com escolas municipais.

A programação prevê ainda um aulão com Rogério Minotouro no núcleo e apresentações de jiu-jitsu e muay thai em escolas próximas.

Além de Macaé, o Instituto Irmãos Nogueira mantém projetos nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. No território fluminense, há núcleos ativos no Complexo da Penha, Jacarezinho, Santa Cruz, Complexo da Rocinha, Realengo e Freguesia.

Raoni Barcelos se manifesta após deixar UFC de maca: “Estou bem”

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Raoni Barcelos se pronunciou pela primeira vez após o episódio que marcou o desfecho de sua luta contra Raul Rosas Jr. no UFC Vegas 121, no último sábado (26), em Las Vegas. Hospitalizado depois de perder a consciência no quinto round e deixar o octógono de maca, o brasileiro tranquilizou os fãs nesta segunda-feira (28) em um comentário num post do UFC no Instagram.

“Fala galera, quero dizer a todos que eu estou super bem e assim que puder mando um vídeo pra todos vocês! Muito obrigado pelo carinho e orações de todos! Prometi uma grande luta e cumpri com o prometido. Obrigado Deus e todos que lutaram juntos comigo dentro e fora daquele Cage”

A manifestação ocorre depois de dois dias de preocupação em torno do estado de saúde do brasileiro. Raoni enfrentava Rosas Jr. na luta principal do UFC Vegas 121 e estava à frente nos cartões dos três juízes após quatro rounds. Aos 1min38s da quinta parcial, porém, perdeu a consciência durante uma sequência junto à grade, e o combate foi interrompido.

Raul Rosas Jr. foi declarado vencedor por nocaute técnico. Raoni recebeu atendimento ainda no octógono, foi retirado de maca e transportado imediatamente para um centro de trauma de nível 1.

 

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Raoni estava vencendo nos três cartões

Além da preocupação com a saúde do brasileiro, o desfecho chamou atenção pela situação da luta no momento da interrupção.

Raoni fazia sua primeira luta principal no UFC e vinha de cinco vitórias consecutivas. Contra Rosas Jr., o veterano de 39 anos chegou ao último round em vantagem nas papeletas dos três árbitros laterais.

O combate, no entanto, terminou aos 1min38s da quinta parcial, quando Raoni perdeu a consciência. O resultado oficial deu a vitória por nocaute técnico a Rosas Jr., encerrando a sequência positiva do brasileiro.

Depois da luta, o próprio mexicano demonstrou preocupação com o adversário, pediu orações por Raoni e chamou o brasileiro de “guerreiro”.

 

UFC: Raul Rosas vence Raoni,que deixa octógono de maca, Tina Black é campeã do TUF; veja os resultados

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Raoni Barcelos UFC

O UFC Vegas 121 teve uma noite movimentada para os brasileiros neste sábado (26), no Meta APEX, em Las Vegas. Raul Rosas Jr. derrotou Raoni Barcelos por nocaute no quinto round da luta principal, em um desfecho que gerou preocupação depois que o veterano precisou deixar o octógono de maca. Tina Black, por outro lado, conquistou o título do The Ultimate Fighter 34, enquanto Rodolfo Vieira e Elves Brener também venceram. Norma Dumont e Rodolfo Bellato foram derrotados.

O maior momento de apreensão aconteceu justamente no encerramento do evento. Aos 39 anos e fazendo sua primeira luta principal no UFC, Raoni chegou embalado por cinco vitórias consecutivas e travou uma batalha de quase 22 minutos com Rosas Jr., mas acabou nocauteado aos 1min38s do quinto round.

Após a interrupção, Raoni permaneceu no chão enquanto recebia atendimento médico. O brasileiro posteriormente foi colocado em uma maca e retirado do octógono.

No encerramento da transmissão, a repórter do UFC Evelyn Rodrigues informou que Raoni estava consciente e havia sido levado ao hospital para a realização de exames. Até o momento, não foi divulgado um diagnóstico sobre sua condição.

Norma perde duelo tenso com Ailin Perez

Outro dos confrontos mais aguardados da noite colocou frente a frente Norma Dumont e Ailin Perez. A rivalidade entre brasileira e argentina havia esquentado consideravelmente antes do evento, especialmente durante a semana da luta.

Dentro do octógono, porém, o confronto foi para as papeletas. Após três rounds, Perez levou a melhor por decisão unânime. Os três jurados marcaram 29-28 para a argentina.

Rodolfo Vieira domina Bryczek e volta a vencer

Rodolfo Vieira usou justamente uma de suas principais armas para controlar Robert Bryczek. Pentacampeão mundial de jiu-jítsu, o brasileiro colocou o polonês no chão logo no início e dominou boa parte do primeiro round no grappling.

Bryczek conseguiu dificultar as entradas de queda posteriormente, mas Rodolfo continuou ditando o ritmo com pressão, controle e trabalho na grade. Ao fim dos 15 minutos, não houve dúvida nas papeletas: os três jurados marcaram 30-27 para o brasileiro.

Tina Black conquista o TUF 34 com nocaute

A noite teve um significado ainda maior para Valesca Machado, a Tina Black. A brasileira venceu Melissa Amaya por nocaute técnico no segundo round e tornou-se campeã do The Ultimate Fighter 34 no peso-palha.

Tina definiu o combate aos 3min19s da segunda parcial com seus golpes em pé, encerrando a campanha no reality show com o título.

Ex-campeã peso-palha do Invicta FC, a carioca chegou à final depois de superar Natalia Alves e Delphine Benouaich durante o programa. Contra Amaya, transformou a oportunidade em uma das principais vitórias de sua carreira.

Elves Brener também vence; Bellato é nocauteado

Entre os demais brasileiros, Elves Brener conseguiu um resultado importante. O atleta da Chute Boxe Diego Lima vinha de três derrotas consecutivas, mas reagiu diante de Josiah Harrell e venceu por nocaute técnico ainda no primeiro round, aos 4min14s.

 

Rodolfo Bellato, por sua vez, começou bem diante de Christian Edwards e chegou a balançar o adversário no primeiro round. O norte-americano sobreviveu, cresceu no decorrer do combate e conseguiu a virada no terceiro assalto. Edwards venceu por nocaute técnico aos 1min47s.

Resultados completos do UFC Vegas 121

Card principal

  • Raul Rosas Jr. venceu Raoni Barcelos por nocaute (golpes) aos 1min38s do 5º round;
  • Ailin Perez venceu Norma Dumont por decisão unânime (triplo 29-28);
  • Luis Hernandez venceu Sedriques Dumas por finalização (guilhotina em pé) aos 57s do 1º round;
  • Ilimbek Akylbek Uulu venceu Mahammadali Osmanli por desclassificação (joelhada ilegal) aos 2min19s do 1º round — final do TUF 34 no peso-galo;
  • Tina Black venceu Melissa Amaya por nocaute técnico aos 3min19s do 2º round — final do TUF 34 no peso-palha.

Card preliminar

  • Brady Hiestand venceu Rinya Nakamura por finalização (mata-leão) aos 4min07s do 2º round;
  • Rodolfo Vieira venceu Robert Bryczek por decisão unânime (triplo 30-27);
  • Christian Edwards venceu Rodolfo Bellato por nocaute técnico aos 1min47s do 3º round;
  • Elves Brener venceu Josiah Harrell por nocaute técnico aos 4min14s do 1º round;
  • Montel Jackson venceu Ricky Simon por nocaute aos 2min39s do 2º round;
  • Alatengheili venceu John Castaneda por decisão dividida (29-28, 28-29 e 29-28);
  • Yazmin Jauregui venceu Vanessa Demopoulos por nocaute aos 1min02s do 1º round.

Jungle Fight abre semana de lutas em Niterói com ação social para crianças e jovens

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Arena Jungle recebeu alunos de projetos sociais - Foto: Cláudio Fernandes/Prefeitura de Niterói

A semana do Jungle Fight 155 começou nesta quarta-feira (30) com uma ação social na Arena Niterói que reuniu cerca de 75 participantes de sete projetos, incluindo iniciativas de Niterói e de outros municípios da Região Metropolitana. Crianças, jovens, atletas e integrantes das forças de segurança conheceram a estrutura montada para o evento e participaram de atividades que aproximam o MMA de projetos voltados à juventude.

Arena Jungle recebeu alunos de projetos sociais – Foto: Cláudio Fernandes/Prefeitura de Niterói

Batizada de Jungle Social, a ação antecede a primeira edição do Jungle Fight em Niterói e foi realizada em parceria com a prefeitura, a Legião da Boa Vontade (LBV), a Rádio Brasil e projetos da região. Participaram representantes da Guarda Municipal de Niterói, do Projeto CBA IX, ligado ao Corpo de Bombeiros, do Projeto Fábio Figueiredo, de São Gonçalo, do IAPI da Penha, do Matilha do BAC, do projeto de wrestling do 12º BPM e de uma iniciativa ligada à NitTrans.

Durante a visita, os participantes puderam circular pelas instalações e conhecer os bastidores da montagem e da organização de uma edição do Jungle Fight. A programação também serviu para aproximar os projetos das instituições envolvidas e discutir novas ações ligadas às artes marciais.

Presidente do Jungle Fight, Wallid relacionou a passagem do evento pelas cidades às ações realizadas fora do cage. “Agradeço ao prefeito Rodrigo Neves por abrir as portas de Niterói para o Jungle Fight. Ele entende a força que o esporte tem como ferramenta de inclusão social e vem desenvolvendo um trabalho muito importante nesse sentido na cidade. O Jungle Fight não chega a uma cidade simplesmente para fazer o evento e ir embora. A gente quer deixar um legado através do esporte. O esporte é uma ferramenta gigantesca de inclusão social e também de prevenção. Quando uma cidade investe no esporte, investe também em segurança pública, porque aproxima o jovem da família, de boas referências e de oportunidades. É esse trabalho que queremos deixar em Niterói, abrindo caminhos para essa nova geração”.

O prefeito Rodrigo Neves também associou a realização do Jungle Fight às políticas municipais voltadas ao esporte. “Niterói se orgulha de receber um evento da grandeza do Jungle Fight, que é uma referência mundial em revelar talentos e promover os valores do esporte. A nossa gestão tem um compromisso claro com o esporte como ferramenta fundamental de inclusão social, ocupação saudável dos espaços públicos e oportunidade para a nossa juventude. Sediar grandes espetáculos como esse projeta a cidade nacionalmente, movimenta a economia local, o turismo e, acima de tudo, inspira milhares de jovens da cidade a acreditarem no seu potencial”.

O secretário municipal de Ordem Pública, Gilson Chagas, relacionou a iniciativa à política de prevenção à violência adotada pelo município. Segundo ele, o trabalho com a juventude integra as ações de segurança pública desenvolvidas em Niterói.

“Niterói é referência em segurança pública no estado porque investe muito nas forças policiais, na Polícia Militar, na Polícia Civil, na Guarda Municipal, mas investe muito na prevenção à violência, investe muito nos nossos jovens, porque a gente entende que segurança pública se faz assim, olhando com olhar diferenciado pros jovens”, afirmou Chagas. Ele também citou o Pacto Niterói Contra a Violência, lançado em 2018, e disse que a prevenção e os projetos sociais voltados à juventude estão entre os eixos da iniciativa.

A parceria também prevê investimento do Jungle Fight em tatame para a Guarda Municipal de Niterói, com a proposta de receber crianças e adolescentes para a prática de artes marciais. O comandante-geral da Guarda Municipal de Niterói, inspetor-geral Paulo Brito, afirmou que a intenção é preparar agentes para ampliar o trabalho com os jovens dentro da instituição.

“A ideia de receber esse tatame é receber essas crianças, esses adolescentes para dentro da nossa instituição, depois do preparo da nossa guarda, e multiplicar essa ideia, essa questão da hierarquia, da disciplina do jovem a partir dos seus 8, 9 anos”, disse Paulo Brito.

A programação continua nesta quinta-feira (1º) com as Eliminatórias Jungle, também na Arena Niterói. A seletiva começa às 15h e será destinada a lutadores da região em início de carreira, que passarão por uma avaliação em busca de espaço em futuras edições do evento.

O encerramento da semana será no sábado (3), com o Jungle Fight 155, edição que comemora os 23 anos do evento e marca sua estreia em Niterói. O card terá três disputas de cinturão, enquanto os ingressos gratuitos se esgotaram em 18 horas.

Para acessar a Arena Niterói ou a Fan Fest montada na área externa, o público que garantiu ingresso deverá entregar pelo menos um quilo de alimento não perecível. A organização projeta arrecadar dez toneladas, que serão destinadas, por meio da parceria com a LBV, a famílias em situação de vulnerabilidade.

A Fan Fest terá telão com transmissão das lutas, que também serão exibidas ao vivo pelo SporTV e Combate.

Confira abaixo o card completo do evento:

Jungle Fight 155 – Aniversário de 23 anos
Arena Niterói, Niterói (RJ)
3 de outubro de 2026

84kg: Josias “Búfalo” Núñez (BOL) x Oton Jasse (RJ) — Cinturão

61kg: Mayra Cantuária Rodrigues (GO) x Layze Cerqueira (BA) — Cinturão

93kg: Luís “Lion Heart” Henrique (RJ) x Rodolfo dos Santos (PA) — Cinturão

61kg: Jhonatha Frazão (RJ) x Ivan Carlos (RJ)

70kg: Eduardo “Tubarão” Santiago (DF) x Lukas Edwardo dos Santos (AP)

93kg: Douglas Andrew (RJ) x Pedro Dom (RJ)

57kg: Felipe Rodrigues Brito (AP) x Luiz Henrique da Silva (RJ)

70kg: Eliwelton Travassos (DF) x Lucas Dias (RJ)

57kg: Marcos Paulo “Vuvuzela” (RJ) x Joseph Vieira (RJ)

66kg: Matheus Cardoso “Mineirinho” (MG) x Fred Roberto (ES)

52kg: Stefani de Macedo (RJ) x Rayra Ferreira (MG)

57kg: João Miguel da Silva (RJ) x Davi Pereira (RJ)

52kg: Cecília Pereira (RJ) x Sabrina de Souza (RJ)

84kg: Baviera (RJ) x Ulisses Silva (GO)

70kg: Marlon “Perrega” (RJ) x Max Lima (RJ)

70kg: Victor Souza (RJ) x Bryan Siqueira “Caçador” (RJ)

66kg: Luan Victor Martins Paiva (RJ) x Jefferson Dantas (RJ)

66kg: Gabriel Moreira Sampaio (RJ) x Ronaldy Gabriel Medina dos Santos (RJ)

Douglas Camargo conta a história do kickboxing brasileiro e mundial

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kickboxing brasileiro

O Resenha PVT desta quinta foi com Douglas Camargo, autor do livro “Kickboxing: arte marcial, desporto conceito”.

Na entrevista, o autor relembrou a história da modalidade no mundo (Japão, Holanda, EUA) e alguns de seus principais personagens até chegar no Brasil. Douglas elencou ainda os principais personagens para a implantação da modalidade no Brasil, nomes como Markus Tullius, Alvaro Aguiar, Alvarenga, Beloqua Wera, Paulo Zorello, Sérgio Batarelli e Alex Poatan.

O autor abordou também as influências do Boxe e o intercâmbio entre a primeira geração do Kickboxing brasileiro e os precursores do Muay Thai, Nelio Naja, Flávio Molina, Luiz Alves e Rudimar Fedrigo.

Confira no vídeo abaixo.

Dos 30 aos 50+: jiu-jitsu reúne diferentes gerações no CBEM Master Games Brasil

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No tatame do CBEM Master Games Brasil, completar 50 anos não significa chegar à última idade prevista para competir. O regulamento do jiu-jitsu estabelece quatro grupos a partir dos 30 anos e deixa a categoria mais velha aberta para todos os atletas com 51 anos ou mais, sem limite máximo de idade. A modalidade será disputada no dia 17 de outubro, no CEFAN, na Penha, Zona Norte do Rio, dentro da primeira edição do evento multiesportivo realizado entre os dias 9 e 18 de outubro.

A divisão começa pelo Máster 1, destinado a atletas de 30 a 35 anos, seguido pelo Máster 2, dos 36 aos 40. Competidores entre 41 e 50 anos serão reunidos nas classes Máster 3 e 4, enquanto aqueles com 51 anos ou mais disputarão juntos no Máster 5. Para definir o enquadramento, será considerada a idade que o atleta completar até 31 de dezembro de 2026, com base no ano de nascimento.

Além da idade, as chaves serão organizadas de acordo com peso e graduação. Haverá disputas separadas para faixas branca, azul, roxa, marrom e preta, com categorias masculinas e femininas que vão do galo ao pesadíssimo. Caso uma divisão não tenha o número mínimo de inscritos, o regulamento prevê a possibilidade de agrupamento com outra categoria compatível, remanejamento ou cancelamento.

O jiu-jitsu integra o programa de 19 modalidades do CBEM Master Games Brasil, que terá dez dias de atividades em 12 locais do Rio de Janeiro. A competição é destinada aos atletas masters e permite a participação tanto de federados quanto de não federados, desde que estejam inscritos no evento e atendam às exigências do regulamento.

As lutas serão realizadas em eliminatória simples e seguirão as regras da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Desportivo, a CBJJD, adaptadas à classe master. Os combates terão quatro minutos para os faixas-brancas e cinco minutos para as demais graduações, da azul à preta

A pesagem ocorrerá no próprio dia da competição. Entre as exigências para participar está a apresentação de atestado médico com validade de um ano. Os três primeiros colocados de cada categoria e faixa etária serão premiados.

Os participantes do jiu-jitsu ainda concorrerão ao sorteio de uma passagem para os Jogos Mundiais Master de 2027, no Japão. Segundo o regulamento, o sorteio será realizado pelo CBEM e terá regras definidas em instrumento específico.

CBEM Master Games Brasil – Jiu-Jitsu

Data: 17 de outubro de 2026
Local: CEFAN
Endereço: Avenida Brasil, 10.590, Penha, Rio de Janeiro
Categorias: atletas a partir dos 30 anos
Graduações: faixas branca, azul, roxa, marrom e preta
Formato: eliminatória simples
Pesagem: 17 de outubro, em horário a ser definido
Inscrições: abertas enquanto houver vagas disponíveis – https://cbemmastergamesbrasil.org.br./inscricao/m-6d2d7457-8637-4461-a169-fc2f8189a3f1
Obrigatório: atestado médico com validade de um ano
Organização técnica: CBEM Master Games Brasil, com regras da CBJJD adaptadas à classe master.

MFC 7 terá duas disputas de cinturão, GP peso-mosca e 20 lutas de grappling

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Evento acontece em novembro - Foto: Divulgação

Duas disputas de cinturão estarão entre as principais atrações do MFC 7, marcado para o dia 7 de novembro, a partir das 10h, no ParkShopping Canoas, no Rio Grande do Sul. O evento terá ainda um GP peso-mosca com primeira fase no MMA amador e final no profissional, além de combates de grappling e boxe.

Na luta principal, Rian Garcias defende o cinturão até 61 kg contra Cristofer Vieira, em confronto previsto para até cinco rounds. O atual campeão chega à edição como um dos representantes da nova geração do MMA gaúcho.

A outra disputa de título será na categoria até 57 kg. Ronaldo Oliveira, faixa-preta e número 1 do ranking brasileiro segundo as informações divulgadas pela organização, enfrenta Marcelo Paes, faixa-preta invicto que representa o Amazonas.

Além dos dois cinturões, o GP peso-mosca será uma das atrações da programação. Pelo formato anunciado pelo MFC, os participantes disputam a primeira fase sob as regras do MMA amador, enquanto os classificados fazem a final seguindo as regras profissionais.

Ao todo, o MMA terá dez lutas amadoras, além do GP, e um card principal composto por 14 combates profissionais.

O grappling também terá espaço na programação, com 20 confrontos. A principal luta da modalidade será a disputa de cinturão entre os faixas-pretas Patrick Quadros e Leived Banho.

No boxe, estão previstos cinco combates, sendo quatro amadores e um profissional.

O MFC 7 terá transmissão ao vivo pelo canal oficial da organização no YouTube e será exibido posteriormente pelo Canal Combate.

Carlson x Barra: Gordo empata com Bitetti, Zé Mario faz 29×0 em Dalla

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registro de Carlson e sua equipe nos bastidores do Hotel Nacional

Em agosto de 1994 o salão de convenções do Hotel Nacional, em São Conrado, no Rio de Janeiro, foi o palco para uma série de seis lutas desafio entre atletas da Carlson e da Barra. No único duelo entre faixas pretas do evento Amaury Bitetti enfrentou Roberto Gordo, num combate de 30 minutos que valia uma bolsa de US$ 5mil ao vencedor.

O grandes destaques da noite foram o faixa marrom da Carlson, Zé Mario Sperry e o roxa da Barra, Marcio Feitosa. Invicto desde a faixa azul, Zé Mario fez 29 pontos em Léo Dalla, enquanto Marcinho venceu de virada Wagney Fabiano.

Um registro de Carlson Gracie e seu irmão Robson antes da luta principal

Texto e Fotos Marcelo Alonso 

A primeira luta foi entre os faixas azuis Marcelo Melo (Ac. Carlson Gracie) e Nelson Aguiar (Akxe/Paulo Caruso). Com duração prevista de 15 minutos, a luta foi arbitrada por Royler Gracie. E na hora do combate, Marcelo mostrou rapidamente sua superioridade técnica, passando a guarda, montando e finalizando o adversário com um estrangulamento.

A segunda luta foi na faixa roxa, com duração de 20 minutos, entre Márcio Feitosa (Ac. Barra Gracie) e Wagney Fabiano (Ac. Mello Tenis Clube). O árbitro foi Redley Vigio. A luta se deu praticamente o tempo inteiro em pé, apesar das várias tentativas de Márcio de levá-la para o chão, o que só aconteceu nos minutos finais. Mas nesse momento, foi Wagney quem levou a melhor e conseguiu 2 pontos ao colocar o joelho na barriga do adversário. Só que, a partir daí, Márcio mostrou porque nunca perdeu uma luta, passando duas vezes a guarda de Wagner e ganhando a luta de virada (6 x 2).

A terceira luta também na faixa roxa, reuniu Paulo Guilhobel (Ac. Khan) e Rinaldo Santos (Ac. Carlson Gracie), tendo como árbitro Paulo Caruso. A luta, no entanto, não correspondeu às expectativas gerais, pois foi marcada pelo excesso de catimba de ambas as partes. O resultado foi um empate técnico.

A quarta luta foi entre Rommel Cardoso (Ac. Barra Gracie) e Ricardo Rei (Ac. Carlson Gracie), ambos também faixa roxa. O árbitro foi novamente Paulo Caruso. Neste combate os atletas mostraram muita disposição e técnica, indo para o solo logo no primeiro minuto. Rei conseguiu passar a guarda de Rommel, que repôs em seguida. Rei voltaria a passar a guarda do oponente, mas a luta teve que ser interrompida em função de um corte no supercílio esquerdo do aluno de Carlinhos Gracie. Resultado, vitória de Rei (6 x 0).

A quinta luta da noite tinha duração prevista de 30 minutos, entre os faixas marrons Leonardo Dalla (Ac. Khan) e Zé Mário (Ac. Carlson Gracie), outra vez dirigida por Paulo Caruso. O atleta Zé Mário venceu a luta com facilidade, pois além de ser mais pesado e experiente, mostrou também ser mais técnico. Logo nos primeiros 10 min, Zé Mário deu um verdadeiro show, com 2 joelhos na barriga, 7 passagens de guarda e 1 montada, totalizando 29 pontos. E ele só não conseguiu finalizar devido a raça de Léo, que lutou muito até o final. Resultado: vitória de Zé Mário (29 x 0). Três meses depois desta luta Zé Mario venceria peso e absoluto no primeiro brasileiro de Jiu-Jitsu organizado pela CBJJ. Um ano depois o aluno de Carlson faria sua estreia no Vale Tudo vencendo o boxer TNT Tyson num evento de Vale Tudo em Niteroi.

Na luta principal Amaury Bitetti não conseguiu passar a guarda de Gordo

A sexta e última luta da noite era também a mais esperada, pois colocou frente a frente o faixa preta Amaury Bitetti (Ac. Carlson Gracie) e o rei da meia guarda, Roberto Gordo (Ac. Barra Gracie), tendo como árbitro Redley Vigio. O desafiante Gordo havia afirmado que apesar de ser mais leve, era também mais técnico e que em 30 minutos de luta, a técnica se sobrepõe à força. Por sua vez, Amaury, que ainda não havia perdido na faixa preta, garantiu que venceria em 10 minutos.

Na hora da luta, os dois oponentes se estudaram bastante e Gordo mostrou disposição botando Amaury na meia guarda, tentando duas vezes ir para as costas. Amaury, por sua vez, tentou várias vezes abrir a guarda do adversário, mas não teve êxito. O combate prosseguiu assim até o minuto final, quando Amaury quase conseguiu passar a do adversário, que repôs. Desta forma, a luta terminou num empate técnico com o prêmio de US$ 5000 sendo dividido entre os dois protagonistas.