Nesta segunda-feira no Conexão PVT, o treinador da Fighting Nerds, Pablo Sucupira, conversou com Marcelo Alonso sobre o momento de seus atletas no UFC.
Sucupira comentou os próximos passos de nomes como Jean Silva, Caio Borralho e Carlos Prates, além de falar sobre a relação com Maurício Ruffy. O papo aborda desde a gestão de uma equipe com 50 atletas profissionais até as projeções para futuras disputas de cinturão, incluindo o interesse em lutas contra grandes nomes como Conor McGregor e Ilia Topuria, o desentendimento entre Jean e Melk Costa, e muito mais.
Shaolin venceu o arquirrival Feitosa e ficou com o ouro no leve
Neste episódio do Resenha PVT, Marcelo Alonso recebe a lenda do Jiu-Jitsu e referência na arbitragem do MMA, Vítor “Shaolin” Ribeiro. Em um papo repleto de nostalgia e bastidores, Shaolin relembra o início de sua trajetória na Nova União, a importância de Dedé Pederneiras em sua formação e histórias inéditas sobre os primórdios do esporte.
O vídeo traz registros históricos, como a icônica parceria entre Dedé e John Lewis, que abriu portas para o Jiu-Jitsu nos EUA e influenciou a criação do UFC moderno. Shaolin também analisa o atual cenário da arbitragem internacional, compartilha sua experiência de 10 anos como árbitro do UFC e revela quem são, em sua opinião, os maiores nomes e as lutas mais marcantes da história da arte suave.
Abu Dhabi Grand Slam volta ao Rio em julho - Foto: M8 Sports/AJP Brasil
Os atletas que disputarem o Abu Dhabi Grand Slam Rio 2026 terão um incentivo além dos pontos no ranking mundial da AJP. Marcada para os dias 11 e 12 de julho, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico, a competição distribuirá cerca de R$ 240 mil em premiações, contemplando medalhistas das faixas roxa, marrom e preta em diferentes categorias de peso, além da academia campeã geral do evento.
Abu Dhabi Grand Slam volta ao Rio em julho – Foto: M8 Sports/AJP Brasil
A maior fatia da premiação estará concentrada nas disputas da faixa-preta profissional. No masculino, serão sete categorias de peso, cada uma com R$ 9,5 mil distribuídos entre os três primeiros colocados. Somadas, elas representarão R$ 66,5 mil em premiações. Já entre as mulheres, as categorias faixa-preta e faixa-marrom profissionais distribuirão R$ 47,5 mil em cinco divisões de peso.
Na faixa-preta Master 1 masculina, também dividida em sete categorias, a premiação total chegará a R$ 52,5 mil. Cada campeão receberá R$ 4 mil, enquanto os vice-campeões ganharão R$ 2,5 mil e os terceiros colocados, R$ 1 mil.
Os atletas da faixa-marrom profissional masculina disputarão R$ 24,5 mil distribuídos entre sete categorias. Em cada divisão, os campeões receberão R$ 2 mil, os vice-campeões R$ 1 mil e os terceiros colocados R$ 500.
Já os faixas-roxas profissionais terão premiação tanto no masculino quanto no feminino. As sete categorias masculinas distribuirão R$ 21 mil, enquanto as cinco femininas somarão R$ 15 mil. Em ambas as classes, os vencedores receberão R$ 1,5 mil, os vice-campeões R$ 1 mil e os terceiros colocados R$ 500.
As equipes também terão um objetivo financeiro importante. A academia que terminar a competição na liderança da classificação geral receberá um bônus de R$ 12,5 mil, destinado à melhor equipe do evento.
Ao todo, a premiação alcançará R$ 239,5 mil, valor que coloca a etapa carioca entre as mais atrativas do circuito mundial da AJP. Além do dinheiro em jogo, os atletas buscarão pontos importantes para o ranking internacional da organização.
Realizado pela AJP Brasil, o Abu Dhabi Grand Slam Rio chega à sua 12ª edição em solo fluminense e integra um dos circuitos mais importantes do jiu-jítsu mundial. A expectativa é de reunir atletas de diversos países na Arena Carioca 1, que receberá disputas das categorias amadora, profissional e master.
As inscrições seguem abertas no link soucompetidor.com.br. A entrada para o público será gratuita durante os dois dias de competição. Além das disputas de alto rendimento, o evento mantém uma parceria com a Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro para garantir a participação de atletas oriundos de projetos sociais desenvolvidos em comunidades fluminenses.
“Estamos falando de um dos maiores eventos da modalidade no mundo, que reúne atletas de alto nível, movimenta a economia e cria oportunidades para quem vive o esporte. Uma premiação dessa dimensão valoriza o trabalho dos competidores, fortalece as academias e ajuda a manter o Rio de Janeiro como uma das principais referências do jiu-jítsu mundial”, afirmou o deputado estadual Rafael Picciani, um dos principais apoiadores do evento no Rio.
O Sul Fluminense Fight Night (SFFN) voltará ao calendário das artes marciais mistas em 2026. A organização anunciou a realização da 17ª edição do evento para o dia 1º de agosto, na Academia ATS Tubarões, em Três Rios, no Centro-Sul Fluminense.
Evento acontece em Três Rios: Divulgação/SFFN
O retorno foi confirmado pelo organizador André Tadeu, ex-lutador profissional de MMA e treinador. A proposta é retomar as atividades da organização e dar sequência ao trabalho de formação e exposição de atletas da região.
“O Sul Fluminense Fight Night se consolidou ao longo dos anos como uma importante vitrine para atletas da região. Já tivemos competidores que passaram pelo evento e alcançaram grandes organizações internacionais. Nosso objetivo é continuar revelando talentos e fortalecendo o esporte em Três Rios e em todo o Sul Fluminense”, afirmou André Tadeu.
A edição de agosto será a primeira promovida pelo SFFN neste ano. Segundo a organização, a intenção é realizar novas etapas ao longo da temporada e ampliar a presença do evento no circuito regional de MMA.
Desde sua criação, o Sul Fluminense Fight Night serviu de plataforma para atletas que posteriormente ganharam projeção nacional e internacional. Entre os nomes que passaram pelo evento estão o ex-UFC Alex Oliveira e Márcio Barbosa, atleta apontado como uma das promessas da nova geração do MMA brasileiro.
O card completo do SFFN 17, assim como informações sobre ingressos e programação, serão divulgados nas próximas semanas. As atualizações serão publicadas pelos canais oficiais da organização.
Fabrício Lopes é professor da Gracie Barra - Foto: Arquivo pessoal
O crescimento do jiu-jítsu nas últimas décadas ampliou o debate sobre a forma de ensinar a modalidade. Em um cenário marcado pela constante evolução técnica e pelo aumento do número de praticantes recreativos, o professor brasileiro Fabrício Lopes tem se destacado por uma proposta que busca aproximar o aprendizado da lógica do combate.
Fabrício Lopes é professor da Gracie Barra – Foto: Arquivo pessoal
Faixa-preta formado na tradicional Gracie Barra Matriz, Lopes desenvolveu o chamado “Predictive Adaptation Coaching System”, metodologia que vem sendo aplicada por instrutores e academias no Brasil, nos Estados Unidos e no Canadá. A proposta parte de uma premissa simples: ensinar o aluno a compreender o funcionamento das posições e das reações do adversário, em vez de concentrar o aprendizado apenas na repetição de movimentos.
“O caminho até a faixa-preta de jiu-jítsu costuma ser pavimentado pela repetição exaustiva de movimentos isolados e pelo acúmulo quase enciclopédico de técnicas. No entanto, em um esporte que exige tanto da mente quanto do corpo, busco dar ênfase nas aulas à decodificação da lógica oculta por trás de cada alavanca e transição”, afirma o professor.
Segundo Lopes, um dos problemas mais comuns observados nas academias é o foco excessivo no volume de técnicas ensinadas. Para ele, muitos praticantes passam anos acumulando conhecimento técnico sem desenvolver a capacidade de interpretar situações de combate.
“Quero que meus alunos desenvolvam a habilidade dinâmica de se adaptar e solucionar problemas complexos em frações de segundo”, explica. “Muitos alunos aprendem centenas de técnicas, mas não compreendem plenamente o posicionamento, o timing, as reações ou o processo de tomada de decisão.”
O método desenvolvido por Lopes procura inverter essa lógica. As aulas são estruturadas para desenvolver no aluno a leitura de cenários, a compreensão do posicionamento, o uso das alavancas, o timing das ações e a capacidade de adaptação diante de situações inesperadas.
“A ideia principal por trás do Sistema de Coaching de Adaptação Preditiva é ensinar aos alunos como compreender o jiu-jítsu de forma conceitual, em vez de apenas memorizar técnicas. Meu sistema busca conectar as posições entre si, para que os alunos compreendam por que determinados movimentos funcionam e como adaptá-los dinamicamente durante situações reais de combate”, diz.
Outro ponto central da metodologia é a adaptação do conteúdo ao perfil de cada aluno. Competidores recebem uma abordagem voltada para sistemas de reação e pressão tática, enquanto iniciantes trabalham conceitos fundamentais de posicionamento. Já praticantes mais velhos ou com limitações físicas são orientados a buscar eficiência técnica e economia de movimentos.
“Os alunos aprendem de maneiras distintas, a depender de seus objetivos, idade, experiência e condição física. A estrutura da metodologia permanece a mesma, mas a forma como o conteúdo é transmitido varia conforme o perfil do aluno”, afirma o faixa-preta.
A experiência acumulada por Fabrício Lopes dentro da Gracie Barra também teve influência direta na construção do sistema. O professor destaca que a organização curricular, a padronização do ensino e a progressão de longo prazo observadas na equipe serviram como base para a criação de uma metodologia própria.
“A maior lição que aprendi na Gracie Barra foi a importância da estrutura, da consistência e do desenvolvimento a longo prazo. Esse ambiente me ajudou a compreender que um excelente trabalho de instrução não se resume apenas ao conhecimento técnico. Trata-se também de organização, comunicação e da criação de sistemas que os alunos possam seguir de forma consistente ao longo dos anos”, afirma.
A proposta tem encontrado receptividade entre instrutores que buscam alternativas aos modelos convencionais de ensino. De acordo com Lopes, professores que passaram a utilizar conceitos da metodologia relatam melhora na retenção de alunos, evolução técnica mais consistente e maior capacidade de adaptação durante os treinos.
“Muitos instrutores me relatam que seus alunos compreendem as posições de forma mais profunda e adquirem maior confiança ao aplicar as técnicas sob pressão”, conta.
Embora proponha mudanças na forma de transmitir o conhecimento, o professor afirma que o objetivo não é alterar a essência da arte suave. Para ele, os fundamentos tradicionais seguem como base do processo de aprendizagem.
“Os valores fundamentais, como disciplina, eficiência técnica, alavancagem, paciência, compostura e capacidade de resolução de problemas, permanecem exatamente os mesmos. O que muda é a estrutura de comunicação e a progressão do aprendizado”, diz.
Ao falar sobre a formação de novos professores, Lopes resume a filosofia que orienta seu trabalho.
“Concentre-se menos em demonstrar o quanto você sabe e mais em ajudar os alunos a compreenderem aquilo de que precisam. Um bom instrutor ensina técnicas. Um grande instrutor ensina a compreensão”, conclui.
Flavio Almendra volta aos ringues para despedida como lutador - Foto: Hugo Elevaty Esportes
Quem acompanha eventos de luta pelo Brasil provavelmente já viu Flavio Almendra dentro de um ringue ou de um cage. Mas quase sempre mediando as disputas, como árbitro. Na próxima quarta-feira (10), em Maceió, o público terá a oportunidade de vê-lo em um papel que muitos sequer conheceram. Aos 60 anos, Almendra volta a competir oficialmente ao enfrentar Eduardo Canuto, 64, na luta principal do evento Coliseu Strikers.
Flavio Almendra volta aos ringues para despedida como lutador – Foto: Hugo Elevaty Esportes
O duelo reúne dois veteranos dos esportes de combate. De um lado, Eduardo Canuto, que é irmão do folclórico repórter Márcio Canuto, retorna após 14 anos afastado das competições. Do outro, Flávio Almendra encerra um hiato ainda maior. Afastado das lutas profissionais há mais de 25 anos, ele encontrou no convite uma chance de fechar um capítulo que, segundo ele, ficou em aberto.
“Eu sempre ficava emocionado quando via um atleta fazer sua luta de despedida e colocar as luvas no centro do ringue. Eu nunca tive isso. Simplesmente parei de lutar. Agora apareceu a oportunidade de encerrar esse ciclo”, afirmou.
A luta será disputada nas regras do boxe, em seis rounds de dois minutos, com possibilidade de nocaute e decisão por pontos. A organização trabalha para registrar o duelo no Guinness Book como a luta oficial entre os atletas mais velhos a se enfrentarem na modalidade.
Criado no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Almendra começou nas artes marciais ainda criança. Passou pelo judô, mergulhou no muay thai nos anos 1980 e construiu uma trajetória que atravessa praticamente toda a história recente das lutas no Brasil. Lutou boxe, full contact, jiu-jitsu, luta livre e kickboxing antes de se tornar uma das principais referências da arbitragem nacional.
Curiosamente, sua fama como árbitro acabou escondendo a carreira de atleta.
“Todo mundo me conhece, mas quase ninguém me viu lutar. Eu estava me aposentando quando o Pedro Rizzo estava fazendo as primeiras lutas dele. A maioria das pessoas que me acompanha hoje só me conhece como árbitro.”
A motivação para voltar ao ringue vai além do aspecto esportivo. Almendra conta que a família atravessa um momento importante após decidir comprar o imóvel onde funciona o brechó administrado por sua esposa há 17 anos. Segundo ele, a bolsa da luta ajudará a viabilizar a entrada necessária para o financiamento.
“Quando surgiu a oportunidade da luta, era praticamente o valor que eu precisava para completar a entrada. Eu entendi aquilo como uma oportunidade que apareceu no momento certo.”
Se a volta aos treinos exigiu adaptação, a expectativa do público também virou combustível. Desde o anúncio do combate, mensagens de incentivo se multiplicaram entre atletas, treinadores e antigos companheiros de jornada.
“Ninguém acreditava quando a notícia saiu. Depois que entenderam que era verdade, o telefone não parou. Tem gente querendo torcer por mim e tem gente querendo me ver apanhar também”, brincou.
O respeito pelo adversário, porém, permanece intacto. Almendra lembra que chegou a arbitrar uma luta de despedida de Canuto anos atrás e reconhece a importância do rival para o esporte.
“Tenho profunda admiração por ele. Mas agora ele está no meu caminho. Dentro do ringue, é eu ou ele.”
O Coliseu Strikers será transmitido ao vivo para todo o Brasil pelo canal do Metrópoles no YouTube.
O UFC Vegas 118v vai rolar neste sábado no Meta APEX e tem Gabriel Bonfim contra Belal Muhammad na luta principal da noite. O duelo está com as odds equilibradas, com Belal pagando 1,87, enquanto o brasileiro está com 1,92. Praticamente um empate técnico.
Confira abaixo os resultados da pesagem e o card completo do evento:
Resultados da Pesagem | UFC Vegas 118: Muhammad x Bonfim
Sábado, 6 de junho | Meta Apex, Las Vegas Card Principal – 21 horas no Paramount+
Peso meio-médio (até 77,1 Kg): Belal Muhammad (77,3 Kg) x Gabriel Bonfim (77,3 Kg)
Peso-médio (até 82,9 Kg): Brendan Allen (84,1 Kg) x Edmen Shahbazyan (84,3 Kg)
Peso-leve (até 70,3 Kg): Fares Ziam (70,7 Kg) x Tom Nolan (70,3 Kg)
Peso-galo (até 61,2 Kg): Bryce Mitchell (61,4 Kg) x Santiago Luna (61,6 Kg)
Peso meio-pesado (até 92,9 Kg): Iwo Baraniewski (93,4 Kg) x Junior Tafa (93,4 Kg) Card Preliminar – 18 horas no Paramount+
Peso casado (até 58,9 Kg): Matt Schnell (58,7 Kg) x Alessandro Costa (58,7 Kg)
Peso-galo (até 61,2 Kg): Marcus McGhee (61,6 Kg) x John Yannis (61,6 Kg)
Peso-mosca (até 56,7 Kg): Bruno Silva (57,1 Kg) x Edgar Chairez (57,1 Kg)
Peso-galo (até 61,2 Kg): Priscila Cachoeira (61,4 Kg) x Chelsea Chandler (61,2 Kg)
Peso-pena (até 65,7 Kg): Jordan Leavitt (66 Kg) x Joanderson Brito (66 Kg)
Peso-mosca (até 56,7 Kg): Jeisla Chaves (56,2 Kg) x Yuneisy Duben (56,7 Kg)
Peso-palha (até 52,1 Kg): Ketlen Souza (52,6 Kg) x Ariane Carnelossi (52,6 Kg)
International MMA Tour acontece no próximo mês - Foto: Divulgação
O calendário das artes marciais ganha um novo evento nos dias 4 e 5 de julho com a estreia do International MMA Tour. A competição chega com a proposta de abrir espaço para novos talentos e reunir praticantes de jiu-jitsu, grappling e MMA amador em um mesmo ambiente. A primeira edição será realizada no recém-inaugurado Centro de Eventos de São Francisco de Paula, na Serra Gaúcha, e deve receber atletas, equipes e fãs de diferentes regiões do Brasil e também de países vizinhos.
International MMA Tour acontece no próximo mês – Foto: Divulgação
Além das disputas, o evento terá uma forte presença social. A organização disponibilizará 200 inscrições gratuitas para crianças e adolescentes atendidos por projetos sociais ligados às artes marciais. A iniciativa permitirá que jovens atletas tenham a oportunidade de competir em uma grande estrutura, dividir espaço com lutadores mais experientes e mostrar seu potencial dentro das áreas de combate.
A expectativa é que o torneio também movimente a cidade durante o fim de semana. A chegada de competidores, treinadores, familiares e espectadores deve aumentar o fluxo em hotéis, pousadas, restaurantes, cafés, postos de combustível e estabelecimentos comerciais, além de gerar vagas temporárias ligadas à montagem da estrutura e à operação do evento.
Para o secretário de Turismo de São Francisco de Paula, Rafael Costa, a competição representa uma oportunidade de movimentar diferentes setores da economia local por meio do esporte.
“O esporte é algo absolutamente extraordinário, que muda a vida das pessoas. Receber um evento desta envergadura, que mobiliza a rede hoteleira, os restaurantes, os postos de gasolina e os nossos cafés, é muito bacana. O turismo é transversal e precisa ser tratado dessa forma. Ele passa por todos os setores da nossa economia e receber esse baita evento significa caminhar na direção do desenvolvimento econômico”, relata o secretário.
Representante do Instituto General de Ensino (IGE) e da Federação de MMA Esportivo do Rio Grande do Sul (FMMAE-RS), o faixa-preta Luís Brito afirma que o International MMA Tour foi concebido para gerar oportunidades dentro e fora das áreas de combate.
“Levar um evento internacional para São Francisco de Paula é uma oportunidade de unir esporte, inclusão social e desenvolvimento econômico. A oferta de inscrições gratuitas permite que crianças e jovens de projetos sociais tenham acesso à competição e às oportunidades geradas pelo esporte. Ao mesmo tempo, a chegada de atletas e visitantes movimenta hotéis, restaurantes e o comércio local, fortalecendo a cidade como destino para grandes eventos esportivos”, destaca.
Finalistas serão definidos neste sábado - Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight
A disputa masculina do Fight do Milhão conhecerá neste sábado (6) os dois atletas que avançarão à grande final do torneio promovido pelo Jungle Fight. As semifinais serão realizadas na Farma Conde Arena, em São José dos Campos (SP), com transmissão ao vivo dos canais SporTV e Combate a partir das 20h. A TV Globo também exibirá os confrontos do GP, ao vivo, após o programa “Altas Horas”.
Finalistas serão definidos neste sábado – Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight
Considerado o maior prêmio do MMA nacional, o Fight do Milhão distribuirá R$ 1 milhão em premiação, dividido igualmente entre os campeões dos torneios masculino e feminino.
Os quatro semifinalistas confirmaram presença após passarem pela pesagem oficial realizada nesta sexta-feira (5), sem qualquer problema para atingir o limite da categoria dos meio-médios (até 77 kg).
A primeira vaga na decisão será disputada entre Ernane Pimenta e Guilherme Silva. Paraense radicado no Rio de Janeiro, Ernane garantiu classificação ao nocautear seu adversário na fase anterior. Do outro lado estará o mineiro Guilherme Silva, que também avançou por nocaute.
Na sequência, Matheus “The Monster” Araújo enfrenta Fabrício Bakai pela segunda vaga na final. O amazonense que representa São Paulo chegou à semifinal após vencer por finalização, enquanto o piauiense radicado em Minas Gerais avançou ao controlar seu adversário durante três rounds e vencer por decisão unânime.
Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail destacou a chegada do evento a São José dos Campos e a importância da região para o crescimento do MMA brasileiro.
“Estou muito feliz por realizar pela primeira vez o Jungle Fight em São José dos Campos, uma das cidades mais importantes de São Pauo. O Vale do Paraíba é uma região apaixonada por esporte e que merece receber grandes eventos. Além disso, teremos a transmissão para todo o Brasil pela Globo, o que amplia ainda mais o alcance dos atletas e do próprio MMA nacional.”
Wallid também ressaltou o papel das parcerias entre iniciativa privada e poder público para viabilizar projetos esportivos.
“O esporte transforma vidas e eventos como este só acontecem quando existe união entre o setor público e a iniciativa privada. Quero agradecer ao deputado federal Milton Vieira, ao prefeito Anderson Farias, ao secretário de Esportes Tiago Dias, ao vereador Miltin Vieira Filho e ao Manoel da Farma Conde por acreditarem no projeto e tornarem possível a realização do primeiro Jungle Fight em São José dos Campos.”
Para o deputado federal Milton Vieira, o impacto do evento ultrapassa o aspecto competitivo.
“O MMA é uma grande ferramenta de inclusão para os nossos jovens, para trabalhar e ganhar dinheiro honestamente. Será um grande evento e São José dos Campos vai para o mundo!”
O secretário municipal de Esportes, Tiago Dias, afirmou que a realização do Jungle Fight fortalece a posição da cidade no calendário esportivo nacional.
“Receber um evento dessa magnitude é muito gratificante. São José já é conhecida por investir no esporte e um evento desse tamanho fortalece ainda mais as políticas públicas que fazemos aqui. O Jungle Fight é sempre bem-vindo em São José e esperamos recebê-lo mais vezes.”
Presidente da Farma Conde, Manoel Conde celebrou a realização do evento na cidade.
“É uma honra sediar o Jungle Fight aqui e sentir essa energia pura.”
Já o vereador Milton Vieira Filho destacou o papel social do esporte na formação de jovens.
“O esporte é a ferramenta de inclusão social. Ou um atleta vai ser um atleta de ponta, ou um grande cidadão de bem.”
Jungle Fight 151 Farma Conde Arena, São José dos Campos (SP) Sábado, 6 de junho de 2026
77 kg: Matheus “The Monster” Araújo (SP) x Fabrício Bakai (PI)
77 kg: Ernane Pimenta (RJ) x Guilherme Silva Almeida (MG)
77 kg: Adolpho Luis Pereira (SC) x Rafael “Cabeça” Silva de Souza (MG)
105 kg: Guilherme Lazzarini (SP) x Gerado Junio Mendes Rodrigues (MG)
84 kg: Oton Jasse (RJ) x Gustavo Souza (CE)
77 kg: Everson Silva (MG) x Igor Delesposti Zanuncio (ES)
66 kg: Matheus “Galudão” Silveira (SC) x Lukas Edwardo dos Santos (AP)
57 kg: Hailton Lopes (AP) x Cláudir Antônio Abreu dos Santos (RS)
57 kg: Guilherme Alves (SP) x Hudson Machado do Nascimento (RJ)
70 kg: Bruno César “El Toro” (SP) x Caio “Viking” (SE)
61 kg: João “Pepeu El Brabo” (SP) x Victor Anderson de Souza Lima (AP)
66 kg: Bruce Lee Silva Almeida (MG) x Jargu Rospigliosi (SC)
77 kg: Felipe Alves (SP) x Luís Gusmão (SP)
O Jungle Fight anunciou o card completo de sua 151ª edição, marcada para o próximo sábado, dia 6, na Farma Conde Arena, em São José dos Campos (SP). O evento terá como principal atração as semifinais masculinas do Fight do Milhão, torneio disputado na categoria meio-médio (até 77 kg) que oferece ao campeão nada menos que meio milhão de reais, a maior premiação da história do MMA nacional. A transmissão será ao vivo pela Globo, logo após o programa “Altas Horas”, além dos canais SporTV e Combate, a partir das 20h. Os ingressos para o evento foram esgotados em poucas horas.
Arte: Sidnei Goulart
As semifinais colocam frente a frente quatro atletas que impressionaram na primeira fase da competição. Representando o Rio de Janeiro, Ernane Pimenta encara o mineiro Guilherme Silva. Os dois garantiram vaga após conquistarem vitórias por nocaute na fase de abertura do torneio. Na outra semifinal, o paulista Matheus “The Monster” mede forças com Fabrício Bakai, de Minas Gerais. The Monster avançou após vencer por finalização, enquanto Bakai conquistou sua classificação por decisão unânime dos juízes.
Além das semifinais do Fight do Milhão, o card reúne atletas de diversas regiões do país e destaca a força do MMA no Vale do Paraíba. A região estará representada por nomes ligados diretamente ao cenário local, como Victor Rodrigues Soares de Miranda, da equipe Sagat Thai, de São José dos Campos, e Lukas Edwardo dos Santos, atleta da Mundo Fight, academia sediada no município e responsável pela formação de diversos competidores profissionais.
A presença de atletas da região se estende também a cidades vizinhas. Guilherme Lazzarini e Luís Gusmão, ambos de Jacareí e representantes da Mundo Fight, integram o card da edição. O grupo simboliza a consolidação do Vale do Paraíba como um dos polos emergentes do MMA no país, impulsionado pelo trabalho de academias locais e pela realização frequente de eventos na região.
Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail destacou a importância do Vale do Paraíba para o crescimento da modalidade e agradeceu o apoio recebido para a realização do evento.
“São José dos Campos e todo o Vale do Paraíba vêm crescendo muito no MMA. Quero agradecer ao Manoel, da Farma Conde, que faz toda a diferença para que possamos realizar um evento deste porte, além do deputado federal Milton Vieira e do prefeito Anderson Farias, que acreditam no esporte como ferramenta de inclusão social e transformação de vidas. Esse apoio é fundamental para abrir oportunidades para a juventude e fortalecer o MMA brasileiro.”
Para o deputado federal Milton Vieira, o impacto do evento vai além do aspecto esportivo e alcança diretamente a formação de jovens e a projeção da cidade.
“O MMA é uma grande ferramenta de inclusão para os nossos jovens, para trabalhar e ganhar dinheiro honestamente. Será um grande evento e São José dos Campos vai para o mundo!”.
O prefeito de São José dos Campos, Anderson Farias, destacou os impactos esportivos, econômicos e sociais gerados pela realização do Jungle Fight no município.
“São José dos Campos, que já é referência em grandes eventos esportivos no Brasil, amplia ainda mais o leque de atrações com a disputa deste que é um dos maiores campeonatos de MMA das Américas. Trazer estrelas nacionais das artes marciais mistas para competir aqui representa o sucesso da concessão da Arena Municipal por meio da parceria público-privada. Além do espetáculo em si, o torneio promove solidariedade por meio da arrecadação de alimentos para o Fundo Social, que entregará os donativos a entidades cadastradas.”
O secretário de Esporte de São José dos Campos, Tiago Dias, destacou a importância da realização de grandes eventos para fortalecer a vocação esportiva do município.
“A chegada do Jungle Fight em São José dos Campos é um marco histórico para a cidade e para toda região do Vale do Paraíba. Ter um evento de repercussão internacional e o maior da América Latina consolida a cidade como referência nos grandes eventos esportivos junto com as demais capitais. O anúncio mobilizou a cidade toda e gerou uma grande expectativa, e com certeza vai ser uma grande festa para o esporte.”
Jungle Fight 151 Farma Conde Arena, São José dos Campos, SP Sábado, 6 de junho de 2026
Semifinais Fight do Milhão
77 kg: Matheus “The Monster” Araújo (SP) x Fabrício Bakai (PI)
77 kg: Ernane Pimenta (RJ) x Guilherme Silva Almeida (MG)
Outras lutas
77 kg: Adolpho Luis Pereira (SC) x Rafael Silva de Souza “Cabeça” (MG)
108 kg: Guilherme Lazzarini (SP) x Gerado Junio Mendes Rodrigues (MG)
84 kg: Oton Jasse (RJ) x Gustavo (CE)
77 kg: Everson Silva (MG) x Igor Delespoti Zanuncio (ES)
66 kg: Matheus Galudão Silveira (SC) x Lukas Edwardo dos Santos (AP)
57 kg: Hailton Lopes (AP) x Cláudir Antônio Abreu dos Santos (RS)
57 kg: Guilherme Alves (SP) x Hudson Machado do Nascimento (RJ)
70 kg: Bruno César “El Toro” (SP) x Caio Viking (SE)
61 kg: João Pepeu “El Brabo” (SP) x Victor Anderson de Souza Lima (AP)
66 kg: Bruce Lee Silva Almeida (MG) x Jargu Rospigliosi (SC)
77 kg: Felipe Alves (SP) x Luís Gusmão (SP)
64 kg: Thiago Ferreira Santos (SP) x Victor Rodrigues Soares de Miranda (SP)