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Luan Miau e Richard Jacobi representam o Brasil em desafio contra a Coreia do Sul no Black Combat

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CMSystem é o Brasil na Coreia do Sul - Foto: Divulgação

Dois brasileiros entram em ação neste domingo (27) no Black Combat, uma das principais organizações de MMA da Coreia do Sul. Representantes da CMSystem, Luan Miau e Richard Jacobi enfrentam atletas sul-coreanos em Seul em busca de mais um resultado positivo na organização. A dupla chega ao evento após vencer suas últimas apresentações e terá pela frente o desafio de atuar diante do público adversário.

CMSystem é o Brasil na Coreia do Sul – Foto: Divulgação

Luan Miau passou por uma mudança de última hora na programação. Originalmente escalado para atuar entre os meio-médios (77 kg), o brasileiro aceitou subir para a divisão dos médios (84 kg) para permanecer no card após a alteração do confronto. O novo adversário será o sul-coreano Soon Tae Choi. Já Richard Jacobi competirá em sua categoria de origem. O peso pesado (até 120 kg) encara Myung Hwan Kim.

Responsável pela preparação dos dois atletas, Cristiano Marcello afirmou que a equipe chega confiante para o compromisso na Coreia do Sul e destacou a disposição dos brasileiros em enfrentar o desafio fora de casa.

“Sabemos que lutar na casa do adversário exige ainda mais concentração e preparo, mas tanto o Luan quanto o Richard estão prontos. O Miau aceitou mudar de categoria para não perder a oportunidade de competir, o que mostra o comprometimento dele. O Richard vive um bom momento e fez uma preparação consistente. Tenho certeza de que os dois vão deixar sangue e suor no cage para representar o Brasil da melhor maneira possível.”

Thai Combat 4 reúne mais de 100 atletas em disputas de Boxe, Muay Thai e MMA na Tijuca

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Evento deu oportunidade a diversos talentos - Foto: Divulgação

A quarta edição do Thai Combat reuniu 114 atletas de mais de 30 equipes neste sábado, na Academia Delfim, na Tijuca, Zona Norte do Rio. Organizado pelo mestre Phillip Lima, o evento teve disputas de Boxe, Muay Thai e MMA Amador.

Evento deu oportunidade a diversos talentos – Foto: Divulgação

“O sentimento é de muita gratidão. Reunir 114 atletas de mais de 30 equipes diferentes mostra que o Thai Combat vem cumprindo seu propósito de fortalecer os esportes de combate e criar oportunidades para quem vive essa paixão. Meu agradecimento a todos os atletas, professores, equipes, árbitros, comissão técnica, colaboradores e ao público, que fizeram desta edição um grande sucesso.”

A organização também confirmou que o Thai Combat 5 será realizado ainda este ano. A data será anunciada posteriormente.

“O Thai Combat continua. Ainda este ano realizaremos o Thai Combat 5, e em breve divulgaremos a data oficial. Nosso compromisso é evoluir a cada edição, oferecendo uma experiência cada vez melhor para atletas, equipes, patrocinadores e para o público.”

Confira abaixo todos os principais resultados do evento:

Thai Combat 4
Data: 24 de julho de 2026
Academia Delfim, Rio de Janeiro (RJ)

Muay Thai 57 kg: Emanuel Ferreira (Team Brother) venceu Caio Bessa (AFT) por decisão unânime.

Muay Thai 48 kg: Nathalia Vitória (Mutaru) venceu Julie Melo Dias (AFT) por decisão unânime.

Boxe 75 kg: Júlio Barbosa (Delfim) venceu Jonathan Magnum (War Machine) por nocaute no 3º round.

Muay Thai 72 kg: Felipe dos Santos (AFT) venceu Davi Neves (Ogro Team) por nocaute no 3º round.

Boxe 62 kg: Aquiles Mossores (CT Sagat) venceu Pedro Mascote (Thai Team/TFT) por decisão unânime.

Muay Thai 57 kg: Jessica Pantera (Thai Team) venceu Kelvelene Índia (Milithai) por decisão unânime.

Muay Thai 66 kg: Oliver da Silva (Team Marreta) venceu Diego Ávila (Thai Team/Ávila Team) por decisão unânime.

MMA Amador 66 kg: Carlos Costinha (Thai Team) venceu Rosemberg BG (Blindado Team) por decisão unânime.

MMA Amador 80 kg: Kawan Sombra (Thai Team) venceu Rafael Double (JOP) por nocaute no 1º round.

MMA Amador 70 kg: Pedro Barbosa (Thai Team/TFT) venceu Juan Pedro Xavier (Blindado Team) por desclassificação.

MMA Amador peso pesado: Moisés Lopes Ali (Thai Team) venceu Renan Mousinho (VTT) por nocaute no 1º round.

Jhonatha Frazão ganha moral após disputa de cinturão e mira nova chance no Jungle Fight

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Jhonatha Frazão de um verdadeiro show no Jungle Fight - Foto: Rei Fight

Jhonatha Frazão sofreu a primeira derrota da carreira profissional de MMA no último sábado (25), mas deixou a disputa pelo cinturão peso-galo do Jungle Fight ovacionado de pé pelo público presente e com espaço aberto para uma nova oportunidade na organização. O atleta da GFTeam enfrentou o campeão Tiago Pereira durante cinco rounds e, após o combate, teve seu retorno ao evento sinalizado pelo presidente Wallid Ismail.

Jhonatha Frazão de um verdadeiro show no Jungle Fight – Foto: Rei Fight

Natural de Manaus e radicado no Rio de Janeiro, onde treina na GFTeam Matriz, Jhonatha aceitou disputar o título com duas semanas de antecedência. Diante de Tiago, que chegou ao confronto como campeão da categoria até 61kg, conseguiu levar a luta até a decisão dos jurados.

“O que eu podia entregar dentro do octógono eu entreguei. Aceitei essa luta faltando duas semanas e me preparei da melhor forma possível. Sabia que seria uma luta difícil, mas mesmo assim me dediquei para entregar um grande show, e foi isso que eu fiz. A lição que eu tirei é que realmente nasci para isso. Em duas semanas consegui bater de frente com o melhor atleta da categoria até 61kg do Brasil. Isso me provou que, se eu me dedicar 100%, vou ser o atleta mais perigoso dessa categoria”, afirmou.

Com seis vitórias e agora uma derrota no MMA profissional, Jhonatha considera que a atuação diante do campeão mudou a forma como passou a ser visto dentro do Jungle Fight. O amazonense também destacou a reação de Wallid Ismail após os cinco rounds.

“Como o presidente (Wallid Ismail) disse, não teve perdedor nessa luta. Entrei ali como apenas mais um cara bom de grappling e que talvez fosse ser nocauteado. Saí gigante, como um cara que sempre vai entregar um show e vai ser perigoso. Tenho certeza de que ganhei o respeito de todos que estavam naquela arena. Mesmo sem o cinturão, o respeito e a admiração que conquistei valeram mais que o título”, destacou.

Faixa-preta de Jiu-Jitsu da GFTeam, Jhonatha também identificou pontos a serem trabalhados depois da experiência de disputar cinco rounds no MMA. A expectativa é aproveitar o período até a próxima luta para corrigir os erros observados no confronto.

“Essa luta me fez enxergar que tenho bastante coisa para aprimorar e melhorar. Não fiz nem 20% do que sou capaz, muito menos do que treino. Sei que depois dessa luta vou evoluir muito e voltarei mais experiente e forte”, disse.

De Manaus ao Rio para investir na carreira

Jhonatha deixou Manaus e se mudou para o Rio de Janeiro para ampliar sua rotina de treinamento e investir na carreira esportiva. Na GFTeam Matriz, passou a conciliar a preparação para o MMA com o Jiu-Jitsu, modalidade na qual também compete.

“Saí de Manaus para viver isso. Sei o preço que pago, sei tudo o que já passei e nunca vou vender vitória fácil. A GFTeam tem essa característica que se conecta comigo: sempre brigar e nunca desistir. Ali é minha casa, onde faço meus maiores treinos de grappling, e isso agrega muito nas minhas atuações, não só no Jungle Fight, como também nas competições de Jiu-Jitsu. Não é à toa que me tornei quem sou hoje e conquistei diversos títulos”, ressaltou.

A derrota para Tiago Pereira interrompeu a invencibilidade de Jhonatha no MMA profissional, mas não alterou seu objetivo dentro da organização. Com a possibilidade de retornar ao Jungle Fight, o peso-galo pretende iniciar uma nova sequência para chegar novamente à disputa do cinturão.

“O sabor da derrota é sempre ruim. Ninguém gosta e nem devemos gostar. Mas ela nos ensina e faz a gente entender que nem tudo acontece no nosso querer ou na nossa vontade, e sim na vontade de Deus. Sei que isso só me serviu de combustível e me mostrou que tenho total capacidade de ser campeão e ter esse cinturão comigo”, concluiu.

Copa Brasil reúne 850 atletas e amplia acesso ao Kung-Fu por meio de projetos sociais

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Copa Brasil de Kung Fu aconteceu no último fim de semana - Foto: Divulgação/CBAMC

A Copa Brasil de Kung-Fu Sênior e Iniciante reuniu mais de 850 atletas no último dia 25, no Ginásio Mané Garrincha, em São Paulo. Entre os competidores estavam crianças, jovens e adultos oriundos de projetos sociais apoiados pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu (CBAMC), em uma iniciativa voltada à ampliação do acesso à modalidade.

A presença de iniciantes foi um dos focos da competição. Para parte deles, o evento representou a primeira experiência em um campeonato desse porte. A proposta permite que alunos que começaram recentemente no Kung-Fu, inclusive aqueles atendidos gratuitamente por projetos sociais, tenham contato com o ambiente competitivo.

A diversidade também apareceu nas faixas etárias. Iniciantes dividiram o ginásio com atletas seniores, enquanto familiares acompanharam as disputas das arquibancadas.

Copa Brasil de Kung Fu aconteceu no último fim de semana – Foto: Divulgação/CBAMC

Presidente da CBAMC, Edilson José de Moraes afirma que levar novos públicos às competições faz parte do trabalho desenvolvido pela entidade.

“É exatamente para isso que trabalhamos. Trabalhamos para olhar as arquibancadas cheias, ver as famílias presentes e perceber a felicidade de cada atleta que entra na área de competição. Queremos que todos tenham a oportunidade de participar, independentemente da idade, da condição financeira ou do tempo de prática.”

Segundo o dirigente, os projetos sociais têm papel importante para que o Kung-Fu alcance pessoas que, em outras condições, poderiam ficar fora das competições.

“Muitos atletas estão participando de uma grande competição pela primeira vez. Talvez, sem esse trabalho e sem os projetos sociais, algumas dessas pessoas nunca tivessem essa oportunidade. Quando vemos uma criança, um jovem ou um atleta mais velho competindo, percebemos que todo o esforço vale a pena. O nosso maior resultado é proporcionar acesso, inclusão e pertencimento.”

A CBAMC pretende manter a aproximação entre seus campeonatos e os projetos sociais como parte da estratégia de popularização da modalidade.

“Seguiremos trabalhando para que o Kung-Fu chegue a cada vez mais pessoas e para que ninguém deixe de competir por falta de oportunidade”, afirmou Edilson.

A Copa Brasil foi realizada pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas – Kung-Fu, com apoio da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo.

Pedro Duarte fala sobre a explosão do Jiu-Jitsu em Abu Dhabi

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No Resenha PVT desta terça-feira, Marcelo Alonso conversou com Pedro Duarte, faixa-preta de Jiu-jitsu de Murilo Bustamante, que está lecionando em Abu Dhabi desde 2014. No papo, ele fez um panorama geral do projeto iniciado a partir do primeiro ADCC, que colocou a modalidade como obrigatória em todo o país, nas escolas, forças armadas e agora na polícia, empregando mais de 3 mil faixas-pretas brasileiros.

Além de falar sobre toda a revolução esportiva e cultural iniciada pelo jiu-jitsu no país, Pedro falou também dos avanços conseguidos por entidades locais que buscam levar o BJJ para as olimpíadas, e detalhou como um faixa preta brasileiro pode se inscrever no projeto, cuja inscrição você pode fazer clicando aqui.

Assista o vídeo abaixo na íntegra.

Faixa-Preta de Jesus ganha nova sede em Nova Iguaçu (RJ)

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Parte dos alunos na antiga casa do projeto - Foto: Divulgação

O Instituto Faixa Preta de Jesus vai iniciar uma nova etapa de sua atuação em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Fundado em 2007, o projeto social terá como nova sede o Centro Olímpico do município, onde pretende ampliar o trabalho que utiliza as artes marciais e outras atividades esportivas para atender crianças, jovens e adultos. A retomada será celebrada neste sábado (1º), às 11h, com um aulão comandado por Rogério Minotouro e Pedro Rizzo.

Parte dos alunos na antiga casa do projeto – Foto: Divulgação

Criado por Ricardo José Cavalcante, o Faixa Preta de Jesus surgiu a partir da própria experiência de vida do fundador. Ex-morador de rua e com histórico de dependência química, ele encontrou no esporte um caminho para reorganizar a própria trajetória e decidiu levar essa possibilidade a moradores de áreas socialmente vulneráveis da Baixada Fluminense.

Em quase duas décadas, segundo dados do instituto, mais de 55 mil pessoas já passaram por suas atividades. O trabalho começou pelas artes marciais e, com o tempo, incorporou outras modalidades, como skate e surfe, além de ações voltadas às famílias dos alunos.

Uma delas é a Operação Sinal Zero, criada para atender crianças que trabalham ou pedem dinheiro em semáforos. A proposta envolve o retorno à escola e ações de assistência às famílias, incluindo capacitação profissional e apoio para a geração de renda.

Mesmo com a ampliação das frentes de atuação, as artes marciais continuam sendo uma das principais portas de entrada para crianças e adolescentes. A lógica do projeto é usar a rotina dos treinamentos e a relação entre professores e alunos para criar vínculos e acompanhar o desenvolvimento dos participantes também fora dos tatames.

Ao longo de sua trajetória, o instituto também recebeu apoio de nomes conhecidos do esporte. O faixa-preta de jiu-jítsu Renzo Gracie e o ex-campeão do UFC Rodrigo Minotauro estão entre as lendas que colaboram com ações e campanhas ligadas ao projeto.

A escolha de dois nomes do MMA brasileiro para marcar a chegada ao Centro Olímpico segue essa relação com o universo das lutas. Ex-lutador do UFC e medalhista Pan-Americano de Boxe, Rogério Minotouro participará do aulão ao lado de Pedro Rizzo, pioneiro brasileiro no UFC e ex-desafiante ao título dos pesos pesados da organização.

O encontro está marcado para às 11h deste sábado (1º), no Centro Olímpico de Nova Iguaçu. A atividade abre oficialmente o novo capítulo do Faixa Preta de Jesus na cidade onde o projeto começou, em 2007.

GFTeam domina o feminino e conquista o título geral no International Master South America da IBJJF

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GFTeam subiu no lugar mais alto do pódio na disputa feminina - Foto: Divulgação

A GFTeam encerrou mais um fim de semana de grandes resultados nos principais eventos do calendário do Jiu-Jitsu. Após conquistar posições de destaque no Campeonato Brasileiro da CBJJ, a equipe voltou aos tatames neste fim de semana, no Rio de Janeiro, para confirmar sua força no International Master South America da IBJJF, onde levantou o troféu de campeã geral no feminino e ficou com o vice-campeonato no masculino.

GFTeam subiu no lugar mais alto do pódio na disputa feminina – Foto: Divulgação

Coordenador da equipe durante a competição, o faixa-preta Lúcio Flávio destacou que o desempenho confirma a tradição da GFTeam na categoria master. “Temos uma equipe de master muito forte. Em todos os eventos aqui no Rio são justamente nossos masters que viram o placar geral. Por isso nós já esperávamos um resultado excelente. Somos uma das maiores equipes do mundo e vamos estar sempre entre as melhores”, afirmou.

Segundo Lúcio, a categoria master possui características muito particulares. “Realmente a classe master tem características específicas. As lutas são bem estudadas e muitas vezes entre atletas que se enfrentam há 10 ou 20 anos. Isso faz com que a luta seja resolvida em um detalhe. Vence quem estiver mais atento e mais fiel à sua estratégia. Vejo nossos masters com muita disciplina nas estratégias e muito focados em vencer. Cada polo da GFTeam tem feito um excelente trabalho e isso tem se refletido nos nossos resultados”, explicou.

Lideranças e novos destaques

Embora ressalte que seria impossível citar todos os atletas responsáveis pela campanha, Lúcio fez questão de destacar algumas atuações que simbolizam o espírito da equipe. Entre elas estão os títulos conquistados pelos mestres Alexandre Baraúna e Arthur Cesar “Gogó”, referências dentro da GFTeam e exemplos para as novas gerações. “O mestre Baraúna e o Arthur Cesar ‘Gogó’, ambos campeões nas suas categorias, são lideranças fortes da nossa equipe. Isso fortalece a todos, porque quando nossa liderança vem para a guerra, todos vão mais fortes”, destacou.

Outro nome lembrado foi o canadense Jake Mackenzie, que voltou a competir no Brasil após anos afastado e conquistou o ouro. No feminino, Lúcio ressaltou conquistas marcantes para diferentes polos da equipe.

“Destaco a Simone Cruz, do polo da Pavuna, que conquistou sua primeira medalha de ouro na faixa-preta. Isso é um marco para qualquer pessoa. A Dani, do polo do Rio Fight, ganhou seu primeiro double gold, sendo campeã na categoria e no absoluto da faixa marrom. E a Luana, do polo de Maricá, ficou em segundo na categoria e no absoluto, sempre fazendo grandes lutas. Em todos os eventos ela disputa categoria e absoluto. Claro que tem muito mais gente, mas é impossível falar de todos.”

Depois dos resultados expressivos no Brasileiro da CBJJ e no International Master South America, a GFTeam, que no final de semana também teve atuação de destaque no Brasileiro da CBJJD e no Pan Kids da IBJJF, já direciona seu foco para os próximos compromissos da temporada.

Para Lúcio Flávio, a busca pela evolução constante é um dos pilares que sustentam a equipe entre as principais potências do Jiu-Jitsu mundial. “Eu sempre falo para os meus alunos que existe uma forma melhor de fazer o que você já faz muito bem e que os extraordinários buscam a excelência todos os dias. É com essa mentalidade que focamos nossas rotinas e nossos projetos.”

O coordenador também fez questão de reconhecer o trabalho realizado em toda a estrutura da equipe e agradecer a confiança do mestre Julio Cesar Pereira. “Sou grato ao mestre Julio pela oportunidade de poder liderar o time de competição na matriz. Mas vale lembrar que esses resultados são o conjunto de cada trabalho realizado em cada polo. Esse é o nosso diferencial. Quero parabenizar todos os professores por fazerem um excelente trabalho em seus polos. Isso faz com que a nossa equipe esteja sempre entre as melhores. Sou quem sou porque somos todos nós”, finalizou.

LFA promove seminário de defesa pessoal para mulheres durante semana do Distrito 1 em Brasília

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LFA reuniu mulheres para seminário de defesa pessoal - Foto: Divulgação/LFA Brasil

A semana do LFA 238: Distrito 1 começou fora do cage e com atenção voltada às mulheres. Nesta segunda-feira (27), o faixa-preta de jiu-jítsu Márcio Catenacci ministrou a segunda edição do LFA Self Defense, seminário de defesa pessoal que reuniu 30 participantes na Arena Nilson Nelson, em Brasília.

LFA reuniu mulheres para seminário de defesa pessoal – Foto: Divulgação/LFA Brasil

Especialista em defesa pessoal, Catenacci já treinou mais de 3 mil mulheres e também trabalha na preparação de agentes de segurança pública. No encontro promovido pelo LFA, participaram praticantes de jiu-jítsu, atletas de MMA e mulheres que tiveram o primeiro contato com técnicas voltadas à proteção em situações de risco.

A proposta foi apresentar conhecimentos e ferramentas que possam ser utilizados em momentos críticos, além de trabalhar a confiança das participantes. Ao comentar a segunda edição do projeto, Catenacci destacou justamente a possibilidade de preparar as mulheres para situações que espera que elas nunca precisem enfrentar.

“Espero que o conhecimento adquirido ontem jamais precise ser utilizado, mas que, se um dia for necessário, faça toda a diferença”, afirmou o faixa-preta.

Entre as participantes estava a lutadora brasiliense Pietra Sena. Para ela, abrir a semana do evento com uma atividade destinada à comunidade amplia o alcance das artes marciais para além das competições.

“Foi um momento muito legal. Eu vim para prestigiar porque acredito que esse tipo de evento para a comunidade, para as mulheres, para as crianças, não só gera entretenimento, mas gera uma conscientização geral. Realmente está sendo incrível”, disse Pietra.

As ações que antecedem o LFA 238 – Distrito 1 continuam nesta terça-feira (28). A partir das 15h, a Arena Nilson Nelson receberá crianças de projetos sociais apoiados pela Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal para uma palestra motivacional e uma atividade com Caio Borralho, peso-médio do UFC e comentarista do LFA.

Durante o encontro, Borralho contará parte de sua trajetória no esporte, abordando os desafios enfrentados ao longo da carreira e a importância da disciplina e da dedicação. A programação também prevê uma movimentação com as crianças participantes.

“Estou empolgado e feliz demais por dar essa palestra, fazer uma movimentação, enfim, dar um treino com as crianças dos projetos sociais de Brasília. Realmente fico muito feliz por poder retribuir para o mundo, para as pessoas que precisam, todas as bênçãos que Deus coloca na minha vida”, afirmou Caio Borralho.

O ingresso solidário retirado para a semana do Distrito 1 permite o acesso às atividades realizadas na Arena Nilson Nelson, sujeito à lotação. A agenda ainda terá o R1 Fighting Series VII na quarta-feira (29), a pesagem cerimonial e as encaradas na quinta (30).

A programação termina na sexta-feira (31) com o LFA 238: Distrito 1, oferecido pela Monster Energy. O evento terá como luta principal o confronto entre o brasiliense Herbeth Sousa e o uruguaio Paulo Portillo, pela divisão dos pesos-galos.

Confira a agenda da semana:

Serviço

Semana do LFA 238 – Distrito 1
Local: Arena Nilson Nelson, Brasília (DF)

Terça-feira (28/7), às 15h
Palestra motivacional com Caio Borralho e ação social com crianças

Quarta-feira (29/7), às 19h
R1 Fighting Series VII

Quinta-feira (30/7), às 13h
Pesagem cerimonial e encaradas oficiais do LFA 238

Sexta-feira (31/7), abertura dos portões às 16h30
LFA 238: Distrito 1

Circuito Fluminense de Karatê reúne atletas de projetos sociais em etapa de Rio Bonito

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Karatê é utilizado como ferramenta de cidadania - Foto: Divulgação

A terceira etapa do Circuito Fluminense de Karatê do Rio de Janeiro reuniu, neste fim de semana, atletas de diversos municípios em Rio Bonito (RJ). Organizada pela Liga Independente de Karate Esportivo do Rio de Janeiro (LIKERJ), a competição deu sequência ao calendário da temporada, que percorre diferentes cidades do estado.

Karatê é utilizado como ferramenta de cidadania – Foto: Divulgação

As disputas colocaram frente a frente competidores de diferentes idades e níveis de experiência. Entre os participantes estavam crianças e jovens atendidos por projetos sociais que utilizam o karatê como ferramenta de formação e inclusão. Atletas dessas iniciativas disputam as etapas do circuito ao lado de representantes de academias e equipes tradicionais.

A presença desses projetos acompanha o crescimento do trabalho desenvolvido com as artes marciais em comunidades do estado. Além da preparação para competições, as aulas apresentam aos alunos fundamentos técnicos e princípios associados ao karatê, como disciplina, respeito, autocontrole e convivência.

Para crianças e adolescentes, a participação no Circuito Fluminense também representa a oportunidade de colocar em prática o aprendizado dos treinos e conhecer atletas de outras regiões.

A etapa de Rio Bonito integra esse calendário itinerante e aproxima a modalidade de diferentes regiões do estado. A realização das competições nos municípios também ajuda a criar uma sequência esportiva para atletas que estão em formação, incluindo aqueles que deram os primeiros passos no karatê por meio de iniciativas sociais.

Entusiasta das artes marciais e de projetos que utilizam o esporte como instrumento de inclusão, o deputado estadual Rafael Picciani acompanhou a etapa e destacou a expansão do karatê no estado e a participação dos municípios nesse processo.

“É motivo de orgulho ver o karatê do Rio crescendo e chegando a diferentes municípios. Esse trabalho abre oportunidades para crianças e jovens e mostra o que pode ser construído quando federação, cidades e comunidade esportiva caminham juntas”, afirmou Picciani.

Marinha é bicampeã do Campeonato de Jiu-Jítsu das Forças Armadas no Rio

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Competição reuniu praticantes de jiu-jitsu das Forças Armadas - Foto: Divulgação

A Marinha do Brasil conquistou o bicampeonato do Campeonato de Jiu-Jítsu das Forças Armadas ao terminar novamente na liderança da classificação geral. A segunda edição da competição foi realizada no último fim de semana, no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), no Rio de Janeiro, e reuniu 160 militares. O Exército Brasileiro ficou com a segunda colocação, enquanto a Força Aérea Brasileira (FAB) completou o pódio.

Promovido pelo Ministério da Defesa, por intermédio da Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB), e com apoio da Legião da Boa Vontade (LBV) e Brazil Combat, o Campeonato das Forças Armadas integrou a programação de jiu-jítsu realizada no CEFAN no fim de semana. Paralelamente às disputas entre os militares, o complexo recebeu o Campeonato Brasileiro Kids de Jiu-Jítsu, promovido pela Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu Desportivo (CBJJD) e pela Federação de Jiu-Jítsu Desportivo do Estado do Rio de Janeiro (FJJD-Rio). Somadas as competições realizadas nos dois dias, 2.350 atletas passaram pelos tatames, com público circulante estimado em cerca de 2 mil pessoas por dia.

No Campeonato das Forças Armadas, a Marinha foi representada pela Comissão de Desportos da Marinha (CDM), o Exército pela Comissão de Desportos do Exército (CDE) e a Aeronáutica pela Comissão de Desportos da Aeronáutica (CDA). A segunda edição manteve a proposta de colocar militares das três instituições frente a frente nos tatames e, ao mesmo tempo, utilizar a modalidade como ponto de integração entre as Forças.

Presidente da Comissão Desportiva Militar do Brasil, o Brigadeiro do Ar Alexandre acompanhou as disputas e destacou características do jiu-jítsu que dialogam com a formação militar, como disciplina, respeito e dedicação.

“O esporte é transformador de vidas, e o jiu-jítsu demonstra muita garra e traz disciplina. O jovem cresce dentro de um ambiente de respeito, aprendendo que existe alguém mais forte, alguém mais fraco, mas que todos devem ser tratados com respeito. É uma alegria ter as Forças Armadas unidas aqui junto à Confederação de Jiu-Jítsu e à LBV. A LBV consegue entregar à população mais carente o alimento e também valores por meio de momentos como este. Sem eles, isso não seria possível “, afirmou.


Competição reuniu praticantes de jiu-jitsu das Forças Armadas – Foto: Divulgação

A Legião da Boa Vontade participou novamente da iniciativa, mantendo uma parceria que já havia ocorrido na primeira edição. A presença da instituição deu caráter social à programação e aproximou a mobilização esportiva do trabalho desenvolvido com pessoas atendidas pela LBV.

Para o coronel Wanderson Menezes dos Santos, vice-presidente da Comissão de Desportos da Aeronáutica, a realização do campeonato também está relacionada às características da própria atividade militar.

“Essa sinergia e toda essa representatividade nos deixam muito felizes. O esporte é muito importante para nós porque se aproxima de aspectos da atividade militar. A Comissão de Desportos da Aeronáutica está aqui com o apoio da LBV e de outros parceiros. Esporte e solidariedade estão intimamente ligados, e estamos muito felizes em participar dessa ação social. Queremos fortalecer essa parceria com a LBV outras vezes”, disse.

A integração entre Marinha, Exército e Aeronáutica também foi destacada pelo coronel Marcelo, vice-presidente da Comissão de Desportos do Exército. Para ele, a competição esportiva funciona como uma oportunidade de convivência entre militares que atuam conjuntamente em outras situações.

“Esses campeonatos são muito bons porque, apesar da competitividade, unem as Forças e mostram a coesão que existe entre elas. Nenhuma Força combate sozinha. O jiu-jítsu desenvolve atributos inerentes ao militar, como decisão, coragem e respeito pelo adversário. O esporte consegue unir vários setores da sociedade em torno de uma competição. Só temos a agradecer à LBV pelo apoio ao esporte e às Forças Armadas”, afirmou.

A programação no CEFAN também contou com o Campeonato Brasileiro Kids de Jiu-Jítsu, promovido pela Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu Desportivo (CBJJD) e pela Federação de Jiu-Jítsu Desportivo do Estado do Rio de Janeiro (FJJD-Rio). A presença das categorias de base colocou jovens competidores no mesmo ambiente que recebeu os atletas militares.

Faixa-preta de jiu-jítsu e comentarista do UFC, Carlão Barreto acompanhou a programação e chamou a atenção para a aproximação entre a modalidade, as Forças Armadas e os projetos sociais.

“Fico muito feliz de ver o nível técnico da competição. Quando as Forças Armadas abraçam o jiu-jítsu, os resultados são muito significativos. No Rio de Janeiro, a base que vem dos projetos sociais faz diferença na formação de atletas. E não posso deixar de falar da contribuição da LBV para as artes marciais. É uma parceria antiga, de muitos anos apoiando e incentivando os esportes de combate no Rio de Janeiro, e que ainda vai dar muitos bons frutos”, disse Carlão.

A realização da competição ainda contou com apoio da Super Rádio Brasil e Tintas Nacional.

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