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Após vencer na estreia, Zé Delano enfrenta adversário invicto no UFC

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Ze Delano luta no dia 7 de novembro - Foto: Divulgação

Depois de vencer em sua estreia no UFC, José “Zé” Delano terá pela frente um adversário que ainda não conhece a derrota no MMA. O brasileiro da Brazilian Top Team (BTT) enfrenta Murtazali Magomedov, do Quirguistão, no dia 7 de novembro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Conhecido como “The Highlight”, o rival soma 11 vitórias em 11 lutas, todas encerradas antes do limite, sendo cinco por nocaute e seis por finalização.

Ze Delano luta no dia 7 de novembro – Foto: Divulgação

Magomedov também venceu por finalização em sua primeira apresentação no UFC. Apesar do retrospecto do adversário, Delano pretende manter a postura ofensiva que caracteriza seu jogo, mas considera a paciência um fator importante para evitar erros diante de um lutador acostumado a definir os combates antes da decisão dos juízes.

“Ele é resiliente, não se entrega de forma nenhuma, mas acredito que nunca lutou com um cara que tem paciência para levar a luta pelo caminho planejado. Só lutou com pessoas que acabavam indo para o tudo ou nada, e creio que vamos fazer uma boa luta”, analisa o brasileiro.

Delano acredita que a movimentação e o controle da distância poderão ser importantes para neutralizar as investidas do quirguiz. O atleta da BTT também confia na defesa de quedas para manter o confronto nas situações em que considera ter vantagem.

“Ele tem mãos duras no striking e um bom jogo de finalização. É um lutador completo do UFC, como esperamos daqui para frente (risos). Mas eu tenho uma boa defesa de queda e sempre fico buscando a luta. Quando ele errar a distância, vai receber golpe o tempo inteiro. Creio que isso faça com que ele se afobe um pouco, e nós vamos colocar nosso ritmo”, projeta.

O brasileiro afirma que sua equipe estudou as características de Magomedov e se preparou para possíveis mudanças de estratégia durante o combate. A intenção é assumir a iniciativa, sem se precipitar na busca pelo resultado.

“Nós esperamos algo parecido com o que ele apresentou até agora e, por isso, caso seja o contrário, é algo com que também já estamos acostumados. Mas nós é que vamos imprimir o ritmo da luta. Será agressivo como sempre foi”, garante.

Além da dificuldade técnica do confronto, Delano espera lidar melhor com a pressão de competir no UFC. Embora tenha vencido sua primeira luta na organização, o brasileiro admite que o nervosismo interferiu em seu desempenho nos momentos iniciais dos rounds. Para o segundo compromisso, a preparação foi mantida, mas ele acredita que a experiência anterior poderá ajudá-lo a entrar no octógono mais tranquilo.

“Foi uma boa experiência. Saímos com a vitória, apesar de eu estar bem nervoso no início dos rounds, mas serviu para tirar aquela pressão que sempre há numa estreia. Não mudamos nada em relação à preparação. Tudo como sempre, o mesmo empenho, a mesma dedicação e a mesma vontade de chegar e dar um espetáculo”, afirma.

A segunda apresentação no UFC também será uma oportunidade para Delano dar sequência à carreira na organização. Sem estabelecer prazos para disputar posições de maior destaque, ele prefere concentrar a atenção no próximo adversário.

“Creio que agora vamos entrar mais calmos, sem a pressão da estreia. Estou me sentindo tranquilo, com uma vitória no meu cartel já dentro do maior evento do mundo, e estamos prontos para buscar a segunda. Vamos para cima!”, afirma.

Ao falar sobre os planos para o futuro, Delano adota um discurso prático. O brasileiro quer continuar competindo, conquistar estabilidade financeira com o esporte e aproveitar as oportunidades que surgirem ao longo da carreira.

“Quero fazer boas lutas e pagar minhas contas. Se eu me tornar um grande nome e famoso, será porque o Senhor Jesus quis que eu alcançasse esse lugar e confiou a mim esse local de fala. Por enquanto, meu desejo é lutar bem, pagar minhas contas e me divertir realizando sonhos!”, conclui.

Ex-UFC, Thiago Tavares vira médico e investiga danos cerebrais em lutadores

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thiago tavares no ufc

O ex-lutador do UFC Thiago Tavares trocou o octógono pelos consultórios, mas continua ligado ao mundo das lutas. Depois de construir uma carreira de nove anos na maior organização de MMA do mundo, o catarinense se formou em Medicina e hoje trabalha com atletas de esportes de combate, além de desenvolver um projeto de pesquisa sobre os possíveis danos cerebrais provocados por impactos repetidos na cabeça.

Em entrevista ao Resenha PVT, Thiago contou que decidiu estudar Medicina após encerrar sua trajetória no UFC. Aos 31 anos, voltou à sala de aula, passou por uma universidade na Argentina e concluiu a formação em Santa Catarina. Atualmente, atua na área da saúde mental, atende ex-lutadores e também trabalha como médico em eventos de MMA.

A ligação com o UFC ganhou um novo capítulo em 2025, quando Thiago voltou a participar de um evento da organização no Brasil, desta vez como médico. O reencontro com o octógono foi emocionante para quem disputou 18 lutas na organização.

Pesquisa sobre ETC e casos observados em ex-lutadores

Um dos principais assuntos da entrevista foi a encefalopatia traumática crônica (ETC), doença neurodegenerativa associada à exposição repetida a impactos na cabeça e que preocupa cada vez mais profissionais envolvidos com esportes de contato.

Thiago revelou que atende ex-atletas de organizações como UFC e Pride e relatou ter observado alterações cognitivas e sintomas psiquiátricos em alguns pacientes. Entre os casos mencionados, destacou dois lutadores sob seus cuidados que apresentam manifestações psicóticas, incluindo delírios persecutórios e, em um deles, alucinações.

O médico ressaltou a preocupação com esses quadros ao explicar seu interesse em investigar as consequências neurológicas da carreira esportiva.

A proposta envolve atletas que competiram na organização entre 2010 e 2017, utilizando avaliações cognitivas e um equipamento de eletroencefalograma com auxílio de inteligência artificial. O objetivo é investigar se essas ferramentas podem contribuir para identificar alterações relacionadas à exposição repetida a golpes na cabeça. A pesquisa ainda não apresentou resultados que permitam diagnosticar ETC em vida.

“Não existe uma dose segura de traumas na cabeça, como se fosse”, afirmou Thiago, ao explicar que a preocupação não se limita aos nocautes, mas também à repetição dos impactos ao longo dos anos de treinamento e competição.

Durante a conversa, o ex-lutador também relembrou os sacrifícios que fazia para bater peso, incluindo episódios em que perdeu a consciência na sauna, analisou possíveis causas do episódio de perda de consciência envolvendo Raoni Barcelos e comentou sua decisão de abandonar a carreira esportiva. Apesar dos riscos que hoje conhece melhor, garantiu que voltaria a lutar e defendeu que os atletas recebam mais informações sobre as consequências da profissão, além de maior valorização financeira.

Kung-Fu Fight 46 tem nocautes e define nova líder do ranking feminino em São Paulo

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Edição definiu nova postulante ao cinturão — Foto: Pedro Gomes/CBAMC

A 46ª edição do Kung-Fu Fight, realizada no último sábado (17), no Ginásio Baby Barioni, em São Paulo, terminou com Suellen Santos na liderança do ranking feminino até 55 kg e três vitórias por nocaute entre os 12 combates disputados. Organizado pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas (CBAMC), o evento também teve a vitória do jovem João Mazutti sobre José Uilton, que vinha de um nocaute premiado na edição anterior, e a vitória do venezuelano Angeluz Rincon.

Edição definiu nova postulante ao cinturão — Foto: Pedro Gomes/CBAMC

Uma das principais disputas da noite envolveu Suellen Santos e Adriana Simões. Em busca de pontos para chegar à disputa do cinturão, Suellen venceu a adversária por decisão dos árbitros, com placar de 4 a 1, e assumiu a primeira posição no ranking dos 55 kg. Agora, aguarda a definição da organização sobre a próxima disputa de título e sua possível adversária.

Na categoria absoluto, Carlos Sena conquistou o prêmio de melhor nocaute da edição ao acertar um chute na cabeça de Luis Araujo no fim do primeiro round. O combate vinha sendo disputado com trocas de golpes entre os dois atletas até a interrupção. Outro nocaute aconteceu nos 70 kg, quando Marcelo Matos acertou uma joelhada no queixo de Antonio Barbosa no segundo round, após um primeiro assalto em que procurou estudar as movimentações do adversário.

Entre os pesos até 65 kg, João Mazutti venceu José Uilton por decisão unânime, com placar de 5 a 0, em sua segunda participação no Kung-Fu Fight. O resultado chamou atenção pelo retrospecto do adversário, que havia conquistado o prêmio de melhor nocaute da 44ª edição após virar uma luta contra o turco Ozgur Adibelli. O confronto entre Mazutti e Uilton recebeu o prêmio de melhor luta da noite.

Na mesma categoria, Matheus Vinicius se recuperou da derrota sofrida recentemente para Elisvaldo em uma disputa de cinturão. Diante de Fabio Lopes, um dos atletas mais experientes da organização, venceu os cinco rounds e ficou com a decisão unânime por 5 a 0. O resultado permite ao lutador voltar a acumular pontos na tentativa de conquistar outra oportunidade pelo título.

Também por decisão unânime, João Oliveira superou Daniel Anjos na luta que encerrou a programação. O confronto dos 76 kg terminou com placar de 5 a 0 para Oliveira, que chegou à edição após duas vitórias consecutivas na organização e ampliou sua sequência positiva.

Representando Sergipe, Wendel Souza venceu Wallison Alexandre por 4 a 1 na categoria até 60 kg. O sergipano levou os quatro primeiros rounds e administrou a vantagem para garantir o resultado. Já nos 82 kg, Davi Guimarães superou Paolo Henkel por decisão unânime de 5 a 0, depois de controlar a pontuação ao longo dos cinco assaltos.

O confronto internacional da edição terminou com vitória da Venezuela. Angeluz Rincon enfrentou o brasileiro Bruno Marcelo na categoria até 55 kg e venceu por decisão dos árbitros, com placar de 4 a 1.

Nas três lutas semiprofissionais que abriram o evento, Matheus Alves venceu Lucas Roberto por decisão dividida de 2 a 1, nos 70 kg. Gabriel Ferreira nocauteou Marcos Dagoberto na divisão até 60 kg, enquanto Everaldo Amorim superou Marcelo Santiago por decisão unânime de 3 a 0, nos 65 kg.

Com o encerramento da 46ª edição, a CBAMC prepara o World Kung-Fu Fight, marcado para 14 de novembro, em São Paulo. O evento internacional fará parte da programação do Campeonato Mundial de Kung-Fu 2026, que será realizado nos dias 14 e 15 de novembro, no Ginásio Mauro Pinheiro. Segundo a organização, representantes de mais de 25 países já confirmaram participação na competição.

Confira abaixo todos os os resultados do evento:

Kung-Fu Fight 46
São Paulo, SP
17 de outubro de 2026

Card profissional

João Oliveira venceu Daniel Anjos por decisão (5 x 0)
Matheus Vinicius venceu Fabio Lopes por decisão (5 x 0)
João Mazutti venceu José Uilton por decisão (5 x 0) – Melhor Luta da Noite
Wendel Souza venceu Wallison Alexandre por decisão (4 x 1)
Suellen Santos venceu Adriana Simões por decisão (4 x 1)
Carlos Sena venceu Luis Araujo por nocaute no 1º round – Melhor Nocaute da Noite
Marcelo Matos venceu Antonio Barbosa por nocaute no 2º round
Angeluz Rincon venceu Bruno Marcelo por decisão (4 x 1)
Davi Guimarães venceu Paolo Henkel por decisão (5 x 0)

Card semiprofissional

Everaldo Amorim venceu Marcelo Santiago por decisão (3 x 0)
Gabriel Ferreira venceu Marcos Dagoberto por nocaute
Matheus Alves venceu Lucas Roberto por decisão (2 x 1)

Brasil estreia nesta segunda no Pan-Americano de Boxe em busca de vagas para Lima 2027

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Campeã Mundial de boxe Rebeca Lima luta nesta segunda-feira - Foto: Divulgação/World Boxing

A seleção brasileira de boxe estreia nesta segunda-feira (19) no Campeonato Pan-Americano Elite de 2026, em Puebla, no México, com três atletas em ação. Rebeca de Lima Santos, Luiz Gabriel Oliveira e Michael Douglas Trindade serão os primeiros brasileiros a subir ao ringue na competição, que segue até o dia 25 de outubro e distribui 56 vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027.

Campeã Mundial de boxe Rebeca Lima luta nesta segunda-feira – Foto: Divulgação/World Boxing

A primeira representante do Brasil será Rebeca de Lima Santos, que enfrenta uma adversária do México na categoria até 60 kg, a partir das 15h (de Brasília). Na sequência, Luiz Gabriel Oliveira encara um uruguaio, também nos 60 kg, com luta prevista para começar a partir das 15h50. À noite, Michael Douglas Trindade enfrenta outro mexicano, na categoria até 55 kg, a partir das 21h50.

Disputado no Ginásio Miguel Hidalgo, o torneio reúne 223 boxeadores de 31 federações nacionais e marca o início da corrida por vagas no boxe para Lima 2027. Os quatro primeiros colocados de cada uma das sete categorias olímpicas masculinas e femininas garantem a classificação, incluindo os dois medalhistas de bronze.

O Pan-Americano também integra o calendário do novo ciclo olímpico rumo aos Jogos de Los Angeles 2028. Além dos três atletas que estreiam nesta segunda-feira, o Brasil conta com nomes como Beatriz Ferreira, Tati Chagas e Viviane Pereira na equipe feminina, além de Yuri Falcão, Wanderley Pereira e Joel Ramos entre os homens.

Entre os adversários internacionais estão o colombiano Juan Pablo Patiño, medalhista de ouro nos Jogos Centro-Americanos de 2026, e o americano Lavant Brownlee, campeão do Torneio Internacional de Boxe Strandja deste ano. Anfitrião da competição, o México participa com 18 atletas, sendo dez homens e oito mulheres.

As lutas terão transmissão ao vivo e gratuita pela plataforma Panam Sports Channel e pela World Boxing TV.

Fight do Milhão: Final feminina será a luta principal do Jungle Fight 156

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Nagila e Bianca lutarão por meio milhão de reais - Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight

A final feminina do Fight do Milhão será a luta principal do Jungle Fight 156, marcado para o dia 24 de outubro, no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Bianca Sattelmayer e Nágila Goku disputarão o título na última luta da noite. O torneio distribuirá R$ 1 milhão em premiação aos campeões das categorias feminina e masculina, com transmissão ao vivo da Globo, Sportv e Combate. Os ingressos são gratuitos e estão disponíveis no site https://junglefc.com.br/ingressos-final-do-fight-do-milhao.

Nagila e Bianca lutarão por meio milhão de reais – Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight

A escolha do confronto feminino para encerrar o evento dá protagonismo a duas atletas que chegaram à decisão com muitos méritos. De um lado, Bianca tenta ampliar uma sequência de quatro anos sem derrotas no Brasil, depois de superar um período de dificuldades. Do outro, Nágila busca o título apenas três anos depois de iniciar a carreira no MMA, modalidade na qual começou aos 29 anos, quando já ouvia que estava velha para competir.

Natural de São José dos Campos, no interior paulista, Bianca tem 30 anos e é conhecida como “Rainha do Caos”. Seu interesse pelo MMA começou aos 14 anos. A trajetória profissional, no entanto, teve um início complicado. A atleta enfrentou uma sequência de seis derrotas e passou a lidar com dificuldades psicológicas que, segundo ela, interferiam diretamente em seu desempenho quando a porta do cage se fechava.

A recuperação começou com mudanças na preparação ao lado de Ricardo Sattelmayer, seu treinador e marido. Desde 2022, Bianca não perde em competições realizadas no Brasil. Fora das competições, também trabalha como professora de Muay Thai, atividade que concilia com a rotina de treinos.

No Fight do Milhão, a paulista estreou com uma finalização por guilhotina sobre Isa Araújo, ainda no primeiro round. Na semifinal, encontrou maior resistência diante de Yasmin Guimarães e precisou dos três rounds para conquistar a vitória por decisão dividida.

Sua adversária na final, Nágila Goku, de 32 anos, nasceu no Guarujá e cresceu em Registro, também no interior de São Paulo. Antes de ingressar no MMA, já havia conquistado títulos no kickboxing e trabalhava dando aulas de Muay Thai. A mudança de modalidade, aos 29 anos, veio acompanhada de críticas pela idade e pela pouca experiência no jiu-jítsu, já que ainda era faixa-branca.

Para investir na carreira, Nágila deixou Registro e mudou-se sozinha para Paraisópolis, na capital paulista, onde passou a se dedicar a uma rotina de treinamentos voltada ao MMA. A decisão exigiu que abandonasse a estabilidade que havia construído no interior para tentar espaço em uma modalidade na qual ainda estava começando.

A trajetória de Nágila também é marcada pela ausência dos pais durante a infância. Segundo a atleta, ambos passaram longos períodos presos e não participaram de sua criação. Ela afirma que uma de suas principais motivações é construir uma história diferente da vivida pela família, buscando independência financeira por meio do esporte.

Nágila estreou no nesta edição do torneio vencendo Fabrizia Ketlnn por decisão unânime. Na semifinal, enfrentou Regiane Borges e garantiu a classificação com uma guilhotina. A finalização teve um significado particular para a atleta, que começou no MMA ouvindo questionamentos sobre sua falta de experiência no jogo de chão.

Além da decisão feminina, o Jungle Fight 156 terá a final masculina do Fight do Milhão entre Fabrício Bakai e Ernane Pimenta, na categoria até 77kg.

Para Wallid Ismail, presidente do Jungle Fight, a escolha da final feminina como principal combate da noite faz parte da valorização do MMA feminino, o

“Eu sempre acreditei no potencial das mulheres no MMA, . Colocar a final feminina como luta principal de um evento desse tamanho é dar a essas atletas o espaço que elas merecem. Bianca e Nágila chegaram até aqui por mérito, venceram adversárias duríssimas e vão disputar uma premiação que pode transformar suas carreiras. O Fight do Milhão revolucionou o MMA brasileiro em parceria com a TV Globo, e nós só estamos começando”, afirmou o mandatário.

O dirigente também ressaltou a escolha do Ginásio do Ibirapuera, um dos espaços tradicionais do esporte brasileiro, para receber as decisões do torneio.

“São Paulo é a capital do MMA e o Ginásio do Ibirapuera faz parte da história do esporte nacional. Quero agradecer ao prefeito Ricardo Nunes e ao vereador George Hato pelo apoio incondicional ao Jungle Fight e ao esporte como ferramenta de transformação social”, concluiu Wallid Ismail.

Confira abaixo o card completo do evento (sujeito a alterações):

Jungle Fight 156
Ginásio do Ibirapuera, São Paulo (SP)
Sábado, 24 de abril de 2026

52kg: Bianca Sattelmayer (SP) x Nágila Goku (SP)
77kg: Fabrício Bakai (PI) x Ernane Pimenta (RJ)
77kg: Matheus Araújo Fonseca (SP) x Rafael “Cabeça” Silva (MG)
52kg: Day Monster (RJ) x Regiane Borges (MG)
120kg: Wilian Roberto dos Santos Alves (SP) x Hugo Cunha (RJ)
61kg: Jhonatha Frazão (RJ) x Luiz “Buakaw” Paes (SC)
66kg: Manoel Aranha (PA) x Cleiton Rocha (SC)
77kg: Lucas Campos (SP) x Marcos Santana dos Santos (SC)
61kg: Queila Braga (SP) x Lorrany Miranda (RJ)
57kg: Rafael Sanson (RS) x Túlio Macena (BA)
66,5kg: Matheus Henrique da Silveira (SC) x Paulo Cezar (SP)
70kg: Matheus Moraes Lima (BA) x Diogo Pink (SP)
66kg: Lucas Schmidt (SC) x Hari Bhakti Fortes Menezes (SP)
84kg: Ulisses Silva (GO) x Felipe Alves (SP)
66kg: Augusto Machado Correia (SP) x Luis Felipe Vieira de Sousa (SP)
61kg: Victor Rodrigues Soares de Miranda (SP) x Hugo Haweroth dos Santos (SC)

LFA chega a 400 atletas contratados pelo UFC e alcança marca histórica na revelação de talentos

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O Legacy Fighting Alliance (LFA) alcançou a marca de 400 atletas contratados pelo UFC ao longo de sua história e estabeleceu um novo recorde anual em 2026. Somente neste ano, 39 lutadores que passaram pela organização chegaram à principal liga de MMA do mundo, superando os 36 registrados em 2023. Com os números, o LFA mantém a liderança entre os eventos que mais revelaram atletas para o UFC, resultado de um trabalho de formação e desenvolvimento de talentos que também tem o Brasil como um de seus principais centros de atuação.

A evolução dos números mostra o crescimento da organização nos últimos cinco anos. Em 2022, foram 27 atletas contratados pelo UFC, número que subiu para 36 no ano seguinte. Após uma redução para 22 em 2024, o LFA voltou a registrar crescimento em 2025, com 31 lutadores. Em 2026, a marca chegou a 39 ainda em outubro, estabelecendo o melhor resultado anual da história da companhia.

O Brasil tem participação nessa trajetória. Dos 39 atletas contratados neste ano, pelo menos nove são brasileiros. A lista inclui Mateus Soares, Aieza Bertolso, Marcos Degli, Guilherme Uriel, Hector Santiago, Lucas Fernando, Jefferson Nascimento, Luis Francischinelli e Douglas Lapa. Entre eles, Aieza, Degli, Lucas e Jefferson conquistaram cinturões do LFA antes de chegarem ao UFC.

Foi justamente Douglas Lapa quem levou o LFA à marca de 400 contratados. O brasileiro garantiu seu vínculo com o UFC nesta terça-feira (13), durante o último episódio da temporada de 2026 do Dana White’s Contender Series (DWCS), programa comandado por Dana White para selecionar novos talentos para a organização.

A presença brasileira entre os contratados está ligada à atuação do LFA no país, onde a organização realiza eventos que permitem aos lutadores competir diante de adversários de diferentes níveis de experiência e ganhar visibilidade internacional. Parte desses atletas chega ao UFC por contratação direta, enquanto outros passam pelo Contender Series, no qual precisam convencer os dirigentes da organização a oferecer um contrato.

Vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão atribui os resultados ao trabalho de desenvolvimento de atletas e à realização de eventos no Brasil, em parceria com governos que apoiam a promoção do esporte e a criação de oportunidades para novos competidores.

“O LFA tem um papel fundamental na formação de talentos, mas nosso trabalho também está ligado ao incentivo ao esporte no Brasil. Em parceria com os governos que acreditam neste projeto, conseguimos movimentar o cenário esportivo, promover inclusão social e criar oportunidades para atletas que muitas vezes não teriam acesso a uma estrutura desse nível. Desde que chegamos ao país, temos trabalhado para recuperar o espaço do MMA brasileiro e permitir que nossos lutadores cresçam de forma orgânica, com visibilidade e reconhecimento”, afirmou Feijão.

O dirigente também considera que a presença do LFA em diferentes cidades brasileiras contribui para ampliar o alcance das iniciativas esportivas e abrir espaço para atletas que enfrentam dificuldades para construir uma carreira profissional.

“Quando realizamos um evento, existe toda uma movimentação em torno do esporte. São atletas, treinadores, equipes e profissionais envolvidos, além da oportunidade de aproximar a população das competições. O apoio dos governos parceiros é importante para que esse trabalho aconteça e alcance cada vez mais pessoas. O Brasil tem um potencial esportivo enorme, e queremos continuar contribuindo para que novos talentos tenham condições de desenvolver suas carreiras e chegar às maiores organizações do mundo”, acrescentou.

A marca de 400 contratados amplia uma lista que já inclui nomes como Alex Pereira, Alexandre Pantoja, Carlos Prates, Gabriel Bonfim e Luana Santos, todos com passagens pelo LFA antes de competirem no UFC. O resultado de 2026 também supera os registros dos quatro anos anteriores, mesmo com mais de dois meses restantes para o encerramento da temporada.

UFC Vegas 122: Alice Pereira e Brendson Ribeiro vencem; veja os resultados

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alice pereira ufc vegas

Os brasileiros Alice Pereira e Brendson Ribeiro foram os destaques nacionais do UFC Vegas 122, realizado neste sábado (10), no Meta Apex, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Em uma edição sem grandes estrelas no card, os dois representantes do Brasil conseguiram vitórias por interrupção ainda no primeiro round, enquanto outros quatro brasileiros saíram derrotados e uma terminou sua luta empatada.

Aos 20 anos, Alice Pereira conquistou sua segunda vitória consecutiva no UFC ao superar a russa Daria Zhelezniakova por nocaute técnico. A jovem brasileira, que compete na divisão dos galos, impôs seu jogo desde o início, levou a adversária ao chão e castigou com golpes no ground and pound.

Bastante machucada, Zhelezniakova não conseguiu retornar para o segundo round, decretando a vitória de Alice por interrupção médica ao final dos primeiros cinco minutos.

 

Brendson Ribeiro finaliza compatriota e também vence rapidamente

Outro brasileiro que aproveitou a oportunidade foi Brendson Ribeiro. Em um confronto nacional pela divisão dos meio-pesados, ele precisou de apenas 1min49s para finalizar Felipe Franco no primeiro round.

Brendson encaixou uma guilhotina e obrigou o compatriota a desistir, garantindo uma das finalizações de destaque da noite.

Melissa Gatto empata, e outros quatro brasileiros são derrotados

A participação brasileira também teve resultados negativos. Na abertura do evento, Melissa Gatto empatou por decisão majoritária com Ernesta Kareckaite.

No card principal, Matheus Camilo foi superado pelo inglês Jai Herbert por decisão unânime na segunda luta mais importante da noite. Ketlen Souza também perdeu por decisão unânime, diante da mexicana Loopy Godinez. Já Ismael Bonfim, que não bateu o peso da categoria, acabou nocauteado pelo argentino Francisco Prado aos 4min23s do primeiro round.

Na luta principal, o norte-americano Brendan Allen venceu o inglês Christian Leroy Duncan por finalização com um mata-leão aos 2min46s do quinto round, chegando à quarta vitória consecutiva no UFC.

Confira todos os resultados do UFC Vegas 122

Card principal

  • Brendan Allen finalizou Christian Leroy Duncan com um mata-leão aos 2min46s do 5º round.
  • Jai Herbert venceu Matheus Camilo por decisão unânime (triplo 29-28).
  • Loopy Godinez venceu Ketlen Souza por decisão unânime (triplo 29-28).
  • Andre Fili nocauteou Kai Kamaka III com um chute na cabeça aos 22 segundos do 2º round.
  • Otari Tanzilovi nocauteou Malcolm Wellmaker com um chute na cabeça aos 2min39s do 2º round.

Card preliminar

  • Julius Walker venceu Gerald Meerschaert por nocaute técnico aos 3min35s do 2º round.
  • Francisco Prado venceu Ismael Bonfim por nocaute técnico aos 4min23s do 1º round.
  • Niko Price venceu Leon Shahbazyan por nocaute técnico aos 1min58s do 1º round.
  • Brendson Ribeiro finalizou Felipe Franco com uma guilhotina aos 1min49s do 1º round.
  • Allen Frye Jr. nocauteou RJ Harris aos 2min59s do 1º round.
  • Alice Pereira venceu Daria Zhelezniakova por nocaute técnico (interrupção médica) ao final do 1º round.
  • Melissa Gatto e Ernesta Kareckaite empataram por decisão majoritária (29-27, 28-28 e 28-28).

GFTeam domina o Rio Spring International Open da IBJJF

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Equipe fluminense dominou a competição - Foto: Divulgação

A GFTeam confirmou sua força no cenário competitivo do Jiu-Jitsu ao conquistar o título geral do Rio Spring International Open da IBJJF tanto nas disputas com kimono (Gi) quanto sem kimono (No Gi). Coordenador da equipe no campeonato, o faixa-preta Lúcio Flávio comemorou o resultado e destacou o trabalho realizado em toda a estrutura da equipe, que, segundo ele, mantém uma trajetória de protagonismo no Rio de Janeiro.

Equipe fluminense dominou a competição – Foto: Divulgação

“A verdade, e isso é fato, é que no Rio de Janeiro temos dominado o cenário competitivo há muito tempo. Acredito que buscar a excelência todos os dias dentro da nossa equipe, em cada polo, é o segredo para continuarmos tendo essa sede de vencer. Temos uma equipe forte, sólida, grandiosa, que não vai parar de evoluir. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo e vamos buscar ir além”, afirmou.

A diferença expressiva em relação aos segundos colocados nas duas modalidades também foi ressaltada pelo coordenador como um reflexo da força da GFTeam. Para Lúcio, porém, o desempenho não é fruto de um único núcleo, mas da soma de esforços de professores e atletas espalhados pelas diferentes filiais.

“Estou muito orgulhoso de todos que participaram desse resultado, professores e atletas, e quero destacar o trabalho de excelência que cada filial vem fazendo dentro de seus polos. Nossa equipe tem excelentes professores, e muitos deles fazem um trabalho silencioso, muitas vezes em um espaço pequeno, mas com uma qualidade incrível. Um resultado desse é a soma de todos esses trabalhos que, juntos, são extraordinários”, explicou.

À frente do time de competição da matriz, Lúcio também destacou a integração entre os diferentes polos da GFTeam. Segundo ele, atletas de diversas filiais participam dos treinamentos na sede, fortalecendo o projeto competitivo liderado pelo mestre Júlio César Pereira.

“Hoje estou à frente do time de competição da matriz e muitos desses alunos, de cada polo, vêm treinar e somar com a equipe. Os professores têm abraçado esse projeto da GFTeam, do mestre Júlio, que é o treino de competição e que é maior que cada um de nós, pois é o trabalho de toda a equipe”, ressaltou.

Além dos resultados coletivos, o coordenador chamou a atenção para o crescimento técnico dos competidores. A evolução apresentada ao longo das lutas, segundo ele, é um dos indicadores mais importantes para avaliar o trabalho desenvolvido, independentemente das medalhas conquistadas.

“Destaco também o empenho e o nível técnico dos atletas, que estão cada vez melhores. Falando dos que acompanho no dia a dia na matriz, percebi evolução no jogo deles em cada luta. Isso é, de fato, o que vai importar, pois será o que eles vão levar para o próximo evento. A medalha passa, mas a evolução técnica, tática, emocional e psicológica, essa sim permanece”, destacou.

Foco na reta final da temporada

Com a dobradinha no Rio Spring International Open, a GFTeam já direciona suas atenções aos próximos compromissos de 2026. Lúcio Flávio revelou que vem registrando observações individuais sobre o desempenho dos atletas para transformar os pontos identificados durante o campeonato em ajustes nos treinamentos.

“Evoluir sempre. Já tenho muitas anotações de cada atleta, dos pontos positivos e negativos que acompanhei, para manter e corrigir nesta semana. Vamos trabalhar as falhas que ainda existem no posicionamento, nas pegadas, na leitura de luta e nas técnicas propriamente ditas”, explicou.

Para além do aspecto técnico, o faixa-preta vê na união do grupo um diferencial cada vez mais importante para sustentar os resultados da equipe. “Algo que está me conquistando cada vez mais nesse grupo é a união que eles estão construindo a cada dia. Isso é nítido de ver e é o que nos torna uma unidade. Existe muito mais que Jiu-Jitsu envolvido em uma equipe sólida e uma história de sucesso. Queremos o sucesso de cada um individualmente, mas todos juntos”, concluiu.

Kung-Fu Fight 46 terá duelos decisivos na disputa por cinturões

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O Kung-Fu Fight chega à sua 46ª edição neste sábado (17), em São Paulo, com confrontos que podem definir os próximos desafiantes aos cinturões da organização. A partir das 16h, o Ginásio Baby Barioni, na Água Branca, recebe 12 lutas, sendo nove profissionais e três semiprofissionais. Entre os participantes estão campeões de edições anteriores, atletas que tentam voltar à disputa por títulos e competidores em busca de posições no ranking.

Um dos confrontos será entre Adriana Simões e Suellen Santos, pela categoria feminina até 55 kg. Suellen vem acumulando pontos no ranking e se aproxima de uma oportunidade pelo cinturão. Uma vitória sobre Adriana pode deixá-la em condições de disputar o título da divisão.

Na categoria até 65 kg, José Uilton volta ao ringue após protagonizar um dos principais resultados do Kung-Fu Fight 44, realizado em agosto. Na ocasião, o brasileiro conseguiu uma virada contra o turco Ozgur Adibelli, que havia vencido os dois primeiros rounds, e encerrou o combate com um chute no rosto do adversário. O golpe foi eleito o melhor nocaute daquela edição. Agora, Uilton enfrenta João Mazutti em busca de mais uma vitória e de pontos para se aproximar da disputa pelo cinturão.

A mesma divisão terá o confronto entre Matheus Vinicius e Fabio Lopes. Matheus tenta se recuperar da derrota para Elisvaldo em uma recente disputa de título. Do outro lado, Fabio, um dos atletas com maior tempo de participação no Kung-Fu Fight, busca voltar a vencer e melhorar sua colocação no ranking. O resultado pode influenciar a definição dos próximos candidatos ao cinturão dos 65 kg.

Entre os pesos até 76 kg, Daniel Anjos enfrenta João Oliveira, que chega ao evento com duas vitórias consecutivas na organização. Oliveira venceu Miguel Imhof na 44ª edição, após o adversário sofrer um corte no supercílio que impediu a continuidade da luta. Agora, terá pela frente Daniel, que havia ficado fora daquele evento por causa de uma fratura no pé.

Outro confronto profissional coloca Wallison Alexandre diante de Wendel Souza, na categoria até 60 kg. Wendel já acumula participações no Kung-Fu Fight e tenta somar mais uma vitória contra Wallison, que busca avançar na divisão.

Organizado pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas (CBAMC), o Kung-Fu Fight utiliza um sistema de pontuação para definir a posição dos atletas em suas respectivas categorias. Os resultados dos combates são considerados na classificação e na escolha dos competidores que poderão disputar os cinturões.

A edição acontece menos de um mês antes do Campeonato Mundial de Kung-Fu 2026, marcado para os dias 14 e 15 de novembro, também em São Paulo. Segundo a CBAMC, representantes de mais de 25 países já confirmaram participação na competição internacional.

O Kung-Fu Fight 46 será realizado no Ginásio Baby Barioni, na Rua Dona Germaine Burchard, 451, na Água Branca, com início às 16h e transmissão pelo YouTube.

Confira abaixo o card completo (sujeito a alterações):

Kung Fu Fight 46
Água Branca, São Paulo
Sábado, 17 de outubro de 2026

Card profissional

76 kg: Daniel Anjos x João Oliveira
65 kg: Matheus Vinicius x Fabio Lopes
65 kg: João Mazutti x José Uilton
60 kg: Wallison Alexandre x Wendel Souza
55 kg: Adriana Simões x Suellen Santos
Absoluto: Luis Araujo x Carlos Sena
70 kg: Antonio Barbosa x Marcelo Matos
55 kg: Bruno Marcelo x Angeluz Rincon
82 kg: Davi Guimarães x Paolo Henkel

Card semiprofissional

65 kg: Everaldo Amorim x Marcelo Santiago
60 kg: Marcos Dagoberto x Gabriel Ferreira
70 kg: Matheus Alves x Lucas Roberto

Marinha do Brasil conquista Campeonato Brasileiro de Boxe com sete medalhas de ouro

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Equipe de boxe da Marinha do Brasil dominou a competição - Foto: Divulgação

A equipe de boxe da Marinha do Brasil conquistou o título do Campeonato Brasileiro de Boxe da CBBRASIL, realizado entre os dias 10 e 12 de outubro, no Ginásio do Coliseu Boxe Center, em Suzano, São Paulo. Com nove atletas na competição, a equipe terminou com sete medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze, somando 28 pontos na classificação geral.

Equipe de boxe da Marinha do Brasil dominou a competição – Foto: Divulgação

A Marinha terminou com 13 pontos de vantagem sobre o CT Carlinhos Furacão, que ficou com o vice-campeonato, com 15 pontos. A AMEES completou o pódio, com 11 pontos, seguida pela Strikings Artes Boxing, com nove, e pela Vikings, com oito. Ao todo, 17 equipes participaram da classificação, e a Marinha foi a única a ultrapassar a marca de 20 pontos.

Além do título por equipes, a Marinha recebeu os dois principais prêmios individuais da competição. Fabrício Adolpho foi eleito o melhor atleta do campeonato, enquanto Nemo Judice, head coach da equipe, recebeu o prêmio de melhor técnico.

A equipe integra o Projeto Lutando com Energia/Marinha/Emgepron, desenvolvido no Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), no Rio de Janeiro. A iniciativa conta com o apoio da Emgepron (Empresa Gerencial de Projetos Navais) e oferece aos atletas estrutura de treinamento e acompanhamento técnico voltados ao boxe de alto rendimento.

O resultado faz parte do ciclo de competições da equipe, que mantém atletas em preparação para torneios nacionais e internacionais, incluindo os Jogos Mundiais Militares de 2027, que serão realizados no Estados Unidos.

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