Gabriel “GB” manteve o título - Foto: João Baptista
Gabriel “GB” Rodrigues manteve o cinturão de muay thai dos penas do Sudoeste Fight Arena ao vencer Vinicius Augusto, no último sábado (8), em Itaipuaçu, Maricá, na Região Metropolitana do Rio. O confronto foi a luta principal da oitava edição do evento.
Gabriel “GB” manteve o título – Foto: João Baptista
GB concentrou sua estratégia nos chutes baixos e aumentou o volume de golpes ao longo do combate. No quarto round, após nova sequência do campeão, a luta foi interrompida por decisão médica. Gabriel Rodrigues foi declarado vencedor por nocaute técnico e permaneceu com o título da categoria.
A noite também teve outras duas disputas de cinturão. No K-1, José Andrey nocauteou Hyago Barbosa ainda no primeiro round e conquistou o título. No muay thai, Jorge “Ligeirinho” Silva venceu Israel Ribeiro por decisão unânime e também saiu campeão.
Em outro combate, Luan Felipe derrotou Bruno Frattoni por decisão unânime em um duelo de muay thai. Após a vitória, o lutador manifestou interesse em disputar o cinturão dos médios.
Confira abaixo os resultados do Sudoeste Fight Arena 8:
Muay Thai
Gabriel “GB” Rodrigues venceu Vinicius Augusto por TKO no 4º round
Jorge “Ligeirinho” Silva venceu Israel Ribeiro por decisão unânime
Luan Felipe venceu Bruno Frattoni por decisão unânime
K-1 Amador
José Andrey venceu Hyago Barbosa por KO no 1º round
MMA Amador
Luan Davi venceu Andrey Major por finalização no 1º round
Matheus Hollada venceu Ruan da Costa por TKO no 1º round
Nagila e Bianca lutarão por meio milhão de dólares - Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight
A decisão do Fight do Milhão feminino será paulista. Bianca Sattelmayer e Nágila Goku venceram suas semifinais neste sábado (1º), no Jungle Fight 154, e disputarão o título do GP dos pesos-palhas (até 52 kg) e o prêmio de meio milhão de reais. Diante de cerca de 10 mil pessoas no Ginásio Mauro Pinheiro, no Ibirapuera, em São Paulo, as duas confirmaram a força das atletas da casa e garantiram presença na grande final, marcada para 24 de outubro, também na capital paulista.
Nagila e Bianca lutarão por meio milhão de dólares – Foto: Carlos Ventura/Jungle Fight
Bianca Sattelmayer vence no detalhe
Na luta principal, a vaga foi definida no confronto mais equilibrado da noite. Bianca Sattelmayer e a carioca Yasmin Guimarães protagonizaram um duelo de detalhes, alternando momentos de domínio ao longo dos três rounds. Bianca assumiu o centro da Arena Jungle desde o início e caminhou para frente durante boa parte do combate, enquanto Yasmin apostava na movimentação e na mudança constante de ângulos. No primeiro assalto, a paulista conectou 14 dos 32 golpes desferidos, contra nove de 30 da adversária, e levou vantagem na trocação.
O segundo round mudou de cenário. Yasmin conseguiu duas quedas, controlou a luta de solo por mais de um minuto e trabalhou as transições no chão. Bianca, porém, evitou o avanço da carioca, recolocou a luta em pé e voltou a crescer na reta final da parcial, quando as duas trocaram golpes no centro do cage e a paulista conectou os ataques mais contundentes. O terceiro assalto voltou a ser parelho, mas Bianca retomou a iniciativa, caminhou para frente e terminou a luta com vantagem nos golpes significativos da parcial (25 a 16). Ao final dos 15 minutos, dois juízes marcaram vitória da paulista e um apontou triunfo de Yasmin, confirmando a classificação de Bianca por decisão dividida.
Nágila Goku vira e finaliza
A primeira finalista da noite foi Nágila Goku, empurrada pela torcida paulista. O duelo começou melhor para a mineira Regiane Borges, que pressionou a adversária contra a grade, levou a luta para o chão e controlou boa parte do primeiro round por cima, chegando à meia-guarda antes de Nágila recuperar a posição. Nos instantes finais da parcial, Regiane ainda encaixou uma boa sequência em pé.
Nágila voltou diferente para o segundo assalto. Passou a encontrar os melhores golpes na trocação e chegou a balançar a adversária antes de levar o combate para o grappling. Depois de escapar da primeira tentativa, Regiane não resistiu à segunda guilhotina encaixada pela paulista, que venceu por finalização e garantiu a última vaga na decisão.
A final do Fight do Milhão feminino acontece em 24 de outubro, no Ginásio do Ibirapuera. Bianca Sattelmayer e Nágila Goku disputarão o cinturão da categoria e o prêmio de meio milhão de reais. Na mesma noite, Ernane Pimenta e Fabrício Bakai decidem o torneio dos meio-médios (até 77 kg), completando a disputa do prêmio total de um milhão de reais, dividido igualmente entre os campeões dos torneios masculino e feminino.
Noite também definiu novos desafiantes
Além das semifinais do GP, o Jungle Fight 154 definiu dois novos desafiantes ao cinturão. Entre os pesos-pesados, o baiano Weslley Alec precisou de apenas 16 segundos para nocautear Guilherme Lazzarini. Uma ponteira no queixo derrubou o adversário, e uma sequência de golpes levou à interrupção imediata do árbitro. Agora, Weslley disputará o título contra o também baiano André Monstro, atual campeão da divisão.
Nos pesos-moscas, o paulista Willians “Jubila” Nogueira confirmou o bom momento ao finalizar Francisco Assis com uma chave de braço em apenas 39 segundos. O resultado credenciou o atleta à disputa de cinturão contra o mineiro Wagner Reis.
Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail elogiou a performance das quatro semifinalistas e destacou a política de igualdade adotada pela organização desde a criação do Fight do Milhão.
“As quatro atletas deram um show. Foram lutas que levantaram o público e mostraram por que o MMA feminino brasileiro merece cada vez mais espaço. Desde o esboço do Fight do Milhão, decidimos que mulheres e homens disputariam exatamente a mesma premiação. Essa igualdade é um compromisso do Jungle Fight. Também faço um agradecimento especial à primeira-dama Regina Nunes, madrinha do MMA feminino em São Paulo. Foi dela o pedido para que todas as fases do GP feminino fossem realizadas na cidade.”
Wallid também agradeceu o apoio recebido da Prefeitura de São Paulo para a realização do evento.
“Quero agradecer ao prefeito Ricardo Nunes, ao vereador George Hato e ao secretário municipal de Turismo, Gustavo Lopes. São homens públicos que acreditam no esporte como ferramenta de inclusão social e trabalham para que São Paulo continue sendo a capital do MMA.”
A primeira-dama Regina Nunes parabenizou as finalistas e destacou o desempenho de todas as atletas que participaram do GP.
“Parabéns a todas as meninas do Fight do Milhão. Vocês deram um grande espetáculo e mostraram a força do MMA feminino. Agora esperamos todos de volta a São Paulo no dia 24 de outubro para a grande final.”
Confira abaixo todos os resultados do evento:
Jungle Fight 154 Ginásio Mauro Pinheiro, Ibirapuera, São Paulo (SP) 1º de agosto de 2026
Bbzão e equipe fazem os últimos ajustes antes de estreia na PFL - Foto: Divulgação
A trajetória de Eduardo “Bbzão” Neves ganha um novo capítulo nesta sexta-feira (7). O peso pesado paraibano faz sua estreia na Professional Fighters League (PFL), na Carolina do Norte, Estados Unidos, onde enfrenta o camaronês Maxwell Djantou Nana, conhecido como “Leonidas”, em um confronto que reúne dois atletas habituados a definirem seus desafios com autoridade.
Bbzão e equipe fazem os últimos ajustes antes de estreia na PFL – Foto: Divulgação
Representante da CMSystem, Bbzão chega à organização embalado pelo currículo construído em eventos internacionais. Ex-campeão do LFA e do Centurion FC, o brasileiro soma nove vitórias e três derrotas na carreira profissional. O dado que mais chama atenção é o poder de definição de suas lutas: oito dos nove triunfos, o equivalente a 89% do total, aconteceram por nocaute.
Do outro lado do cage estará Maxwell Djantou Nana. O camaronês também construiu sua carreira apoiado na força dos golpes. Em dez lutas profissionais, conquistou oito vitórias, seis delas por nocaute, um índice de 75%, além de sofrer apenas duas derrotas.
Confiante para a estreia, Eduardo Neves destacou o período de preparação e afirmou que está pronto para representar o Brasil na organização.
“Estamos prontos, vamos para a guerra.”
Para o treinador Cristiano Marcello, líder da CMSystem, Eduardo Neves chega à estreia na PFL no momento mais consistente da carreira. Segundo ele, o trabalho desenvolvido ao longo do camp buscou potencializar as principais características do peso pesado sem abrir mão da estratégia, em sintonia com a filosofia da equipe de conquistar vitórias com atuações dominantes. Os últimos ajustes foram realizados na Adonai Martial Arts School, na Carolina do Norte.
“O Bbzão fez um camp excelente. Chega muito bem preparado física, técnica e mentalmente. É um atleta explosivo, inteligente e que evoluiu em todos os aspectos do jogo. Na CMSystem, a gente trabalha para vencer, mas vencer dando show, entregando desempenho. Estamos fazendo os últimos ajustes na Adonai Martial Arts School, na Carolina do Norte, academia do meu aluno Rafael Freitas, que abriu as portas para receber a nossa equipe. No corner, estarei ao lado dele e do Fabiano Silva. Fizemos uma preparação muito forte e estamos confiantes de que o Bbzão está pronto para aproveitar essa oportunidade e mostrar todo o seu potencial na PFL”, afirmou Cristiano Marcello.
A Mo Team League (MTL) foi um daqueles projetos que pareciam destinados a transformar definitivamente o MMA brasileiro. Inspirada na extinta International Fight League (IFL), dos Estados Unidos, a competição apostou em um conceito inédito no país: substituir o tradicional confronto entre atletas por disputas entre equipes, cada uma liderada por quatro grandes nomes do esporte nacional: Wanderlei Silva, Pedro Rizzo, Murilo Bustamante e Rogério Minotouro.
Realizada entre 2007 e 2008, ao final da era Pride, a MTL teve apenas três edições. O projeto nasceu da iniciativa da empresária Mônica Marchetti, uma das maiores produtoras de soja do país. Apaixonada pelo esporte após acompanhar inúmeros eventos ao lado do filho, ela acreditava que o MMA brasileiro possuía atletas de nível mundial, mas ainda carecia de organização e valorização profissional.
Para transformar a ideia em realidade, uniu forças com o tetracampeão mundial de jiu-jítsu Fábio Gurgel e com a Reunion, empresa responsável por grandes eventos esportivos no Brasil. Inspirados pelo sucesso da IFL, desenvolveram um formato próprio. Em vez de equipes com nomes de animais, como acontecia na organização americana, cada time recebeu o nome de uma força da natureza: Wild Fire, Tsunami, Avalanche e Hurricane.
Em apenas um mês foram realizados o sorteio dos atletas, a formação das equipes e toda a organização do evento inaugural, realizado no tradicional Club Athletico Paulistano, em São Paulo, que pela primeira vez abria suas portas para uma competição de MMA.
Texto e Fotos Marcelo Alonso
1º FASE: WANDERLEI x BUSTAMANTE
A primeira edição da Mo Team League, realizada em 11 de agosto de 2007, colocou frente a frente duas das maiores estrelas do MMA brasileiro: Murilo Bustamante, líder da BTT e Wanderlei Silva, maior ícone da rival Chute Boxe.
O ambiente era de decisão desde o início. Cerca de dois mil espectadores lotaram o Club Athletico Paulistano para assistir ao primeiro duelo entre equipes da história do MMA nacional.
A Wild Fire abriu vantagem logo na categoria até 70 kg. Luciano Azevedo utilizou toda sua experiência para superar Ocimar Costa em uma luta bastante equilibrada. Depois de dominar boa parte do combate, Luciano encaixou um triângulo no terceiro round, colocando a equipe de Bustamante na frente.
Os Hurricanes responderam imediatamente. Flávio Álvaro derrotou Gerson Conceição por decisão dividida, empatando o confronto em 1 a 1.
Na terceira luta, Wanderlei viu sua equipe virar o placar. Rafael “Sapo” venceu Silmar Rodrigo após três rounds muito disputados, colocando os Hurricanes em vantagem por 2 a 1.
A reação da Wild Fire começou justamente no clássico entre Brazilian Top Team e Chute Boxe. Alexandre Cacareco mostrou enorme superioridade diante de Rafael Monteiro, levou rapidamente a luta para o solo e finalizou com uma kimura ainda no primeiro round, empatando novamente a disputa.
No confronto BTT x Chute Boxe que incendiou a 1º fase Cacareco finalizou Rafael com facilidade
A decisão ficou para os pesos-pesados.
Joaquim Mamute entrou no ringue em busca de revanche contra André Mussi, que o havia derrotado meses antes na final do torneio do XFC. Desta vez, porém, o representante da Wild Fire dominou completamente o combate. Após controlar praticamente toda a luta no chão, conquistou a posição norte-sul e finalizou o adversário no segundo round, garantindo a vitória da equipe de Murilo Bustamante por 3 a 2.
MINOTOURO VENCE RIZZO E GARANTE VAGA NA FINAL
Com a classificação da Wild Fire assegurada, restava definir seu adversário na decisão da temporada.
A segunda edição da Mo Team League aconteceu em 29 de setembro de 2007, novamente em São Paulo, colocando frente a frente a equipe Avalanche, comandada por Rogério Minotouro, e o Tsunami, liderado por Pedro Rizzo.
Assim como havia ocorrido na estreia, o confronto foi extremamente equilibrado e só teve definição no último combate da noite, demonstrando que o formato por equipes aumentava significativamente a emoção do evento.
Um dos grandes destaques foi o então promissor Junior “Cigano” dos Santos. Ainda muito antes de conquistar o cinturão do UFC, Cigano confirmou seu enorme potencial ao nocautear Jair Gonçalves, consolidando-se como uma das maiores promessas dos pesos-pesados brasileiros.
Na 2o edição Cigano nocauteou Jair Sorriso e definiu o placar em favor do time de Minotouro 3 x 2
Outro atleta que brilhou foi Sergio Moraes, que precisou de apenas um round para finalizar André Chatuba com um triângulo. Leonardo Santos também teve atuação destacada ao superar Rafael Bastos em uma das lutas tecnicamente mais refinadas da noite.
A Avalanche ainda contou com a importante vitória de Fábio Maldonado sobre Vitor Miranda, enquanto Maurício Alonso marcou o único ponto do Tsunami ao derrotar Júlio César de Almeida.
Ao final das cinco lutas válidas pela disputa entre equipes, a Avalanche venceu por 3 a 2, repetindo exatamente o placar da primeira etapa e garantindo classificação para enfrentar a Wild Fire na decisão da temporada.
O resultado criou o cenário que talvez fosse o mais simbólico possível para a organização. De um lado estaria Murilo Bustamante, líder da Wild Fire e um dos fundadores da Brazilian Top Team. Do outro, Rogério Minotouro, que havia deixado a BTT poucos meses antes ao lado do irmão Rodrigo Minotauro.
Mais do que uma disputa pelo primeiro título da história da MTL, a decisão colocaria frente a frente antigos companheiros de equipe em um momento de enorme transformação do MMA brasileiro.
BUSTAMANTE VENCE MINOTOURO NA FINAL POR 4 X 1
Realizada em 10 de novembro de 2007, no Club Athletico Paulistano, em São Paulo, a final colocou a Wild Fire, de Murilo Bustamante, diante da Avalanche, liderada por Rogério Minotouro. Poucos meses antes, Rogério e Rodrigo Minotauro haviam deixado a BTT para seguir novos caminhos. Embora a separação tivesse sido anunciada de forma amigável, ainda havia um evidente desconforto entre os antigos parceiros.
Na coletiva de imprensa que antecedeu a decisão, Minotouro admitiu que seria estranho enfrentar atletas com quem dividira anos de treinamentos e conquistas.
“É muito estranho estar do outro lado do ringue tendo como adversários parceiros de treinos como Murilo, Cacareco e Gerson.”
Bustamante, por sua vez, ainda demonstrava certo distanciamento dos ex-companheiros. O clima entre os capitães evidenciava que, além do título, havia um forte componente emocional naquela decisão.
As lutas preliminares já deram o tom da noite. Juliano Belgine conquistou o nocaute mais rápido do evento ao derrotar Rafael Motta em apenas 15 segundos, enquanto Cassiano Tytschyo venceu Marcelo Grilo em uma disputa bastante equilibrada.
Quando começaram os confrontos entre as equipes, a Wild Fire mostrou por que chegava à decisão como favorita. Luciano Azevedo abriu o placar ao superar Rafael Manteiga após uma luta intensa, utilizando seu eficiente jogo de quedas e controle no solo para conquistar a vitória na decisão dos juízes.
Minotauro entrega o prêmio a Sergio Moraes
A Avalanche reagiu imediatamente. A grande revelação da competição, Sergio Moraes, confirmou sua excelente fase ao derrotar Gerson Conceição. Com um jogo de solo extremamente eficiente, o futuro atleta do UFC neutralizou completamente a trocação do adversário e empatou o confronto em 1 a 1.
A terceira luta acabou sendo uma das mais equilibradas de toda a temporada. Silmar Rodrigo e Júlio César Field protagonizaram três rounds muito disputados. Depois de dominar o segundo assalto com boas quedas e uma sequência de golpes que quase encerrou a luta, Silmar administrou a vantagem construída e recolocou a Wild Fire à frente no placar.
Com a equipe vencendo por 2 a 1, cabia a Alexandre Cacareco disputar o combate que poderia definir o campeonato. Diante do perigoso boxeador Fábio Maldonado, Cacareco repetiu a estratégia que marcou toda sua campanha na MTL. Ignorou completamente a trocação, encurtou rapidamente a distância e levou a luta para o chão. Apenas 27 segundos depois, uma chave de joelho obrigava Maldonado a desistir, garantindo matematicamente o primeiro título da história da Mo Team League para a equipe de Murilo Bustamante.
Embora o campeonato já estivesse decidido, ainda faltava um dos confrontos mais aguardados da noite. Joaquim Mamute entrou no ringue diante de Junior Cigano carregando duas motivações especiais. Meses antes havia sido derrotado pelo próprio Cigano na final do XFC e já havia iniciado sua campanha de recuperação ao vencer André Mussi na primeira etapa da MTL, também em revanche por uma derrota anterior.
Mais uma vez, Mamute mostrou enorme capacidade de superação. Considerado azarão diante do futuro campeão do UFC, conseguiu levar a luta para o chão logo nos primeiros instantes. Cigano ainda inverteu a posição, mas acabou surpreendido por uma chave de braço aplicada com perfeição pelo atleta da Wild Fire, sendo obrigado a desistir antes mesmo do fim do primeiro round.
A vitória transformou um triunfo apertado em uma goleada por 4 a 1, coroando a campanha dominante da equipe de Murilo Bustamante ao longo de toda a competição.
Ao final da noite, atletas e comissão técnica comemoraram o título abrindo garrafas de champanhe no centro do ringue. Além do prestígio esportivo, cada integrante da equipe campeã recebeu uma premiação de 11 mil dólares, enquanto os vice-campeões ficaram com 2,8 mil dólares por atleta — bolsas consideradas bastante acima da média praticada no MMA brasileiro naquele período.
Joaquim Mamute fechou o placar de 4 a 1 ao finalizar Junior Cigano (Avalanche) com uma chave de braço
Empolgada com o sucesso da primeira temporada, a idealizadora da liga, Mônica Marchetti, anunciou novos investimentos para 2008 e revelou uma parceria com Alessandro Renner para ampliar o projeto. Embora a MTL ainda realizasse mais uma edição, a liga acabaria encerrando suas atividades pouco tempo depois.
Mesmo com vida curta, a Mo Team League deixou um legado importante para o MMA nacional. Em uma época marcada pela hegemonia do Pride FC e pela intensa rivalidade entre academias como Brazilian Top Team, Chute Boxe e Ruas Vale Tudo, a organização conseguiu reunir alguns dos maiores nomes da história do esporte em uma competição por equipes, valorizando atletas, oferecendo premiações inéditas para o mercado brasileiro e apresentando um formato que jamais voltou a ser desenvolvido com a mesma ambição. Quase vinte anos depois, a MTL continua sendo lembrada como um dos projetos mais ousados e inovadores da história do MMA brasileiro.
Mamute venceu André Mussi
A Panicat Juju Salimeni foi ringirl do evento
Luciano Azevedo (70 kg) não deu chances a Rafael Manteiga, que deixou a luta com o rosto bastante machucado.
o publico lotou o ginásio do tradicional Club Atlético Paulistano
Sergio Moraes, a grande revelação desta edição da MTL na categoria até 77 kg, garantiu a única vitória da Avalanche ao derrotar Gerson Conceição (Wild Fire) na decisão dos juízes.
Minotauro entrega o prêmio a Sergio Moraes
Silmar Rodrigo (até 83 kg) derrotou Júlio César Field por decisão dividida.
Alexandre Cacareco garantiu a vitória da Wild Fire ao finalizar Fábio Maldonado em apenas 27 segundos
Alexandre Cacareco garantiu a vitória da Wild Fire ao finalizar Fábio Maldonado em apenas 27 segundos
Cacareco finalizou suas duas lutas na MTL. Curiosamente sua ultima luta foi arbitrada pelo outro grande ícone da Luta-Livre, Alexandre Pequeno
Joaquim Mamute fechou o placar de 4 a 1 ao finalizar Junior Cigano (Avalanche) com uma chave de braço
Joaquim Mamute fechou o placar de 4 a 1 ao finalizar Junior Cigano (Avalanche) com uma chave de braço
as equipes de Wanderlei e Murilo perfiladas
Gurgel e a dona do evento Monica Marchetti
Equipe perfilada
Wanderlei Silva e sua equipe Hurricanes
Após tentar um leglock, Luciano finalizou Ocimar com um triângulo
Após tentar um leglock, Luciano finalizou Ocimar com um triângulo
Murilo comemora vitória
Flávio derrotou Gerson e comemorou muito ao lado de Wanderlei
Flávio derrotou Gerson e comemorou muito ao lado de Wanderlei
Fábio Gurgel, Mônica Marchetti e seu filho entregam uma placa em homenagem a Wanderlei Silva
Rafael “Sapo” atacando Silmar Rodrigo
Silmar derrubando Sapo
No confronto BTT x Chute Boxe que incendiou a 1º fase Cacareco finalizou Rafael com facilidade
No confronto BTT x Chute Boxe que incendiou a 1º fase Cacareco finalizou Rafael com facilidade
Pedro Rizzo (Tsunami) e Rogério Minotouro (Avalanche) promovendo a 2º edição da MTL, vencida por 3×2 pela Avalanche
Joaquim Mamute domina completamente André Mussi e garante o título para a Wild Fire na 1º fase
Mamute finaliza Mussi com este estrangulamento aplicado da posição norte-sul
No classico de strikers Maldonado venceu Vitor Miranda
No classico de strikers Maldonado venceu Vitor Miranda
Mauricio Alonso venceu Julio Cesar
Serginho finalizou Andre Chatuba
Na 2o edição Léo Santos abriu o placar para o time de Pedro Rizzo venceu Rafael Bastos
O time de Rogerio Minotouro avançou a final contra o time do ex-parceiro de BTT Murilo Bustamante
Na 2o edição Cigano nocauteou Jair Sorriso e definiu o placar em favor do time de Minotouro 3 x 2
Na 2o edição Cigano nocauteou Jair Sorriso e definiu o placar em favor do time de Minotouro 3 x 2
Campeonato Brasileiro Cadete e Juvenil de Boxe começa na próxima semana - Foto: Divulgação/CBBoxe
A Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe) realiza, entre os dias 16 e 22 de agosto, em Cuiabá (MT), o Campeonato Brasileiro Cadete e Juvenil, principal competição nacional das categorias de base da modalidade. O evento reunirá atletas de todo o país em busca dos títulos nacionais e da oportunidade de dar um passo importante rumo às seleções brasileiras de base e ao alto rendimento.
Campeonato Brasileiro Cadete e Juvenil de Boxe começa na próxima semana – Foto: Divulgação/CBBoxe
Tradicional porta de entrada para jovens talentos, o campeonato costuma marcar o início da trajetória de atletas que, nos anos seguintes, passam a integrar equipes nacionais e disputar competições internacionais. Em comum, os participantes carregam o mesmo objetivo: transformar o desempenho no ringue em uma oportunidade de representar o Brasil.
A programação prevê a chegada das delegações no dia 16 de agosto, seguida pelo congresso técnico e sorteio das chaves. Os combates serão disputados entre os dias 17 e 21, com quartas de final, semifinais e decisões no Palácio de Artes Marciais, em Cuiabá.
A edição de 2026 contempla quatro torneios nacionais: o 6º Campeonato Brasileiro Cadete Feminino, o 18º Cadete Masculino, o 10º Juvenil Feminino e o 17º Juvenil Masculino. Podem competir atletas nascidos entre 2010 e 2011, na categoria cadete, e entre 2008 e 2009, na juvenil, desde que atendam aos critérios técnicos e de elegibilidade estabelecidos pela CBBoxe.
A competição terá limite de 217 atletas distribuídos entre as categorias de peso, com até um representante por estado em cada divisão. As vagas foram distribuídas conforme critérios técnicos, levando em consideração o desempenho recente das federações estaduais em competições nacionais e internacionais.
Além da disputa por medalhas, o Campeonato Brasileiro Cadete e Juvenil desempenha papel crucial no desenvolvimento do boxe nacional. Para muitos competidores, trata-se da primeira experiência em um evento de alcance nacional, etapa que frequentemente antecede convocações para períodos de treinamento e competições internacionais organizadas pela Confederação Brasileira de Boxe.
Kung Fu Fight realiza sua 44ª edição - Divulgação/CBMAC
O Kung-Fu Fight realiza neste sábado (15), no Ginásio Mané Garrincha, em São Paulo, uma das principais edições de seu calendário em 2026. A partir das 16h, o evento terá 14 combates, entre disputas semiprofissionais e profissionais, com dois confrontos entre Brasil e Turquia e uma revanche valendo cinturão. Na luta principal, Victor Henrique e Willian Duarte voltam a se enfrentar, desta vez pelo título profissional da categoria até 76 kg.
Kung Fu Fight realiza sua 44ª edição – Divulgação/CBMAC
O reencontro coloca frente a frente dois campeões pan-americanos do Kung-Fu Fight. No primeiro duelo, Victor venceu por nocaute no quarto round, após uma luta parelha. Agora, ele chega como atual campeão da divisão até 82 kg e desce de categoria com a possibilidade de conquistar seu segundo cinturão na organização.
Willian, por sua vez, terá a oportunidade de escrever um resultado diferente do confronto anterior justamente em uma disputa de título. Além do cinturão dos 76 kg, a luta coloca em jogo a posição dos dois atletas em uma categoria que também receberá outro campeão nesta edição.
Dono do título até 70 kg, Lucas Sorin, do Team Sorin, de Santa Catarina, sobe para os 76 kg e enfrenta Willian Pereira, da Liga Garra de Águia, de Rio Claro. Será a primeira apresentação de Sorin na nova divisão, depois de se estabelecer entre os principais atletas de sua categoria de origem.
O card também terá duas lutas profissionais entre brasileiros e turcos. Até 70 kg, Marcos Reis, da Garras de Tigre, de Mato Grosso do Sul, recebe Nusret Kayhan, do Team Heroes. O turco retorna ao Brasil como campeão pan-americano do Kung-Fu Fight.
Na divisão até 65 kg, José Uilton, do Team Elite Fight, de Santa Catarina, enfrenta Ozgur Adibelli, da Glory House, da Turquia. Uilton já acumula diferentes participações no evento e terá pela frente um adversário que amplia a presença internacional desta edição.
Entre os atletas que buscam uma futura oportunidade de título está Paulo Freitas. Campeão pan-americano do Kung-Fu Fight, o representante do Team Freitas encara João Guilherme, da Liga Garra de Águia de Sergipe, em duelo profissional até 94 kg. Uma vitória pode aproximá-lo de uma disputa pelo cinturão da categoria.
Ao todo, o card reúne atletas de São Paulo, Santa Catarina, Sergipe e Mato Grosso do Sul, além dos dois representantes da Turquia. A programação terá início às 16h e contará com transmissão pelo YouTube.com/@kungfuligaoficial2646.
44º Kung Fu Fight Sábado, 15 de agosto de 2026, às 16h Ginásio Mané Garrincha, rua Pedro de Toledo, 1651 – Vila Clementino – São Paulo/SP Transmissão pelo YouTube.com/@kungfuligaoficial2646
Card profissional
76 kg: Victor Henrique (Liga Garra de Águia – SP) x Willian Duarte (Invictus) – Disputa de cinturão
76 kg: Willian Pereira (Liga Garra de Águia – Rio Claro) x Lucas Sorin (Team Sorin – SC)
70 kg: Marcos Reis (Garras de Tigre – MS) x Nusret Kayhan (Team Heroes – Turquia)
65 kg: José Uilton (Team Elite Fight – SC) x Ozgur Adibelli (Glory House – Turquia)
94 kg: João Guilherme (Liga Garra de Águia Sergipe) x Paulo Freitas (Team Freitas)
76 kg: Daniel Anjos (Clube da Luta) x João Oliveira (Fábrica da Luta)
Absoluto: Vinicius Gustavo (Warriors Fighters – SP) x Lucas Cavalcante (D-Lions – SP)
65 kg: Matheus Piffer (Tríade) x Erick de Carvalho (Team Sorin – SC)
82 kg: Richard Malheiro (Team Sorin – SC) x Laercio Rodrigues (Real Fight – SP)
94 kg: Rafael Brandão (Liga Garra de Águia Sergipe) x José Lucas (Território Fight)
70 kg: Arthur Reis (Liga Garra de Águia Sergipe) x Rodrigo Ribeiro (Team Sorin – SC)
Card semiprofissional
65 kg: Lucas Roberto Gomes (Team Sorin) x Hambam Juliani (Warriors Fighters)
70 kg: Rafael Lopes (Ass. Hung Gar) x Gustavo Gonçalves (Território Fight)
60 kg: Alan Matias (Liga Garra de Águia Sergipe) x Juan Felipe (Warriors Fighters)
Evento acontece em outubro - Foto: Divulgação/FJERJ
A 19ª Copa Rio Internacional de Judô já tem data marcada. A Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro (FJERJ) confirmou que a edição de 2026 será realizada nos dias 9, 10 e 11 de outubro, no Anfiteatro do Riocentro, na Barra Olímpica, Zona Sudoeste do Rio.
Evento acontece em outubro – Foto: Divulgação/FJERJ
O anúncio das datas dá sequência à preparação para a estreia da competição no novo local. Tradicional no calendário da modalidade, a Copa Rio reúne atletas de diferentes categorias e chega à 19ª edição após a FJERJ anunciar, em julho, o Riocentro como novo palco do evento.
Localizado no Pavilhão 6 do complexo, o Anfiteatro tem 7,7 mil metros quadrados e capacidade para receber milhares de pessoas. O espaço permite concentrar as áreas de competição, atletas e público no mesmo ambiente durante os três dias de evento.
A programação detalhada, os prazos de inscrição e outras informações sobre a edição de 2026 serão divulgados posteriormente pela organização.
Entusiasta do judô, o deputado estadual e ex-secretário estadual de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro, Rafael Picciani destacou a importância da confirmação das datas e projetou a realização do evento no novo palco.
“A Copa Rio já faz parte do calendário esportivo do nosso estado, e agora atletas, equipes e famílias podem se programar para os dias 9, 10 e 11 de outubro. Levar a competição para o Riocentro cria condições para receber o judô com uma estrutura compatível com o tamanho do evento. Esperamos três dias de arquibancadas cheias e muita gente acompanhando o esporte”, afirmou Rafael Picciani.
A Copa Rio Internacional de Judô tem patrocínio da Light, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Estado do Rio de Janeiro. A competição é realizada pelo Instituto Opus Vitae em parceria com a FJERJ e tem a chancela da Confederação Brasileira de Judô.
Herbeth Sousa apagou Paulo Portillo - Foto: Divulgação/LFA Brasil
A Arena Nilson Nelson recebeu grande público na noite desta sexta-feira (31) para o LFA 238: Distrito 1, e a torcida da casa saiu com motivos de sobra para comemorar. Embalado pelo apoio das arquibancadas, o brasiliense Herbeth Sousa confirmou o favoritismo na luta principal ao finalizar o uruguaio Paulo Portillo e dar mais um passo rumo à disputa do cinturão peso-galo da organização ou a uma oportunidade no UFC.
Herbeth Sousa apagou Paulo Portillo – Foto: Divulgação/LFA Brasil
Conhecido pelo jiu-jítsu apurado, Herbeth precisou de menos de cinco minutos para definir o combate. O peso-galo encaixou um triângulo de braço invertido e apagou o adversário aos 4min55s do primeiro round. Foi a 14ª vitória por finalização na carreira do brasiliense, que agora soma 20 triunfos em 22 lutas profissionais, sendo 70% deles por esse caminho. O resultado também ampliou para cinco a sequência de vitórias consecutivas do atleta.
Outro representante do Distrito Federal que levou o público ao delírio foi Gabriel Vinicius. Invicto no MMA profissional, o meio-médio castigou Claudio Nardo com uma sequência de golpes na posição de montada até a interrupção do árbitro, nos primeiros segundos do segundo round. Com o resultado, Gabriel chegou ao cartel de oito vitórias em oito apresentações.
Quem também preservou a invencibilidade foi o peso-leve Juan Pablo Vieira, o “Problema”. O atleta precisou de apenas 1min52s para encaixar um mata-leão sobre Eduardo Terencio e conquistar a décima vitória da carreira. Todas foram encerradas antes do tempo regulamentar, e nenhuma ultrapassou o segundo round.
A noite ainda teve outros destaques. Aristides Dias venceu Alexsandro Cangaty com um nocaute técnico após um soco no corpo. Felipe Rosa definiu o duelo contra Rayan Kadosoe com um upper que levou o adversário à lona ainda no primeiro assalto. Wendrio Chaves abriu caminho para a vitória sobre Thiago Taveira com uma cotovelada giratória antes de liquidar o combate com uma sequência de socos. Já Almir Augusto também venceu por nocaute ao dominar Neto Lopes no terceiro round.
Herbeth Sousa apagou Paulo Portillo — Foto: Divulgação/LFA Brasil
Para o vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, o evento mais uma vez provou a força do MMA brasileiro e a importância da organização como etapa de desenvolvimento rumo ao UFC.
“Foi uma noite que mostrou a força do MMA brasileiro. Tivemos uma Arena Nilson Nelson lotada, atletas entregando grandes performances e lutas que empolgaram do início ao fim. Tenho convicção de que alguns dos competidores que vimos hoje vão representar o Brasil no UFC nos próximos anos. Esse é o papel do LFA, identificar, desenvolver e lapidar as joias do nosso MMA para que cheguem preparadas aos maiores palcos do mundo.”
Feijão também agradeceu aos parceiros envolvidos na realização da edição do LFA 238 – Distrito 1, oferecido pela Monster Energy, em Brasília.
“Quero agradecer ao secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, ao deputado federal Julio Cesar Ribeiro e ao deputado distrital Martins Machado pela parceria e pela confiança no nosso trabalho. Essa união tornou possível mais uma edição do LFA em Brasília e permitiu entregar um grande espetáculo ao público da capital. Esperamos voltar em breve para escrever novos capítulos dessa história.”
Confira abaixo todos os resultados do card:
LFA 238 Arena Nilson Nelson, Brasília-DF 31 de julho de 2026
Herbeth Sousa venceu Paulo Portillo por finalização técnica (triângulo de braço invertido) aos 4:55 do R1
Gabriel Vinicius venceu Claudio Nardo por nocaute técnico (cotoveladas e socos), aos 0:42 do R2
Leonardo Cerboni venceu Wily Pereira por decisão unânime
Juan Pablo Vieira venceu Eduardo Terencio por finalização (mata-leão) aos 1:52 do R1
Daniel Araújo venceu Victor Gabriel por decisão unânime
Aristides Vinícius Dias venceu Alexsandro Cangaty por nocaute técnico (golpes no corpo), aos 3:26 do R2
Felipe Rosa venceu Rayan Kadosoe por nocaute (soco) aos 3:32 do R1
Marcio Cabral venceu Romulo Oliveira por decisão unânime do R3
Wendrio Silva venceu Thiago Taveira por nocaute técnico (socos) aos 4:06 do R2
Ana Carolina Araújo venceu Ramana Toscanelli por decisão unânime
Almir Augusto venceu Neto Lopes por nocaute (soco) aos 3:36 do R3
Pedro Victor de Souza venceu Pedro Ribeiro por nocaute técnico (socos) aos 4:32 do R1
Ricardo Lemos venceu Diego Silva Costa por finalização (triângulo) aos 1:10 do do R1
Julia Barros venceu Amanda Rafaela por decisão dividida
Marcelo Alonso recebeu Fabricio Werdum e Rafael Cordeiro nesta quinta-feira no Conexão PVT.
A poucas horas de embarcar de Los Angeles para Florianópolis, onde irá realizar nos dias 7 e 8 de agosto a 2ª edição do Kings Championship, Cordeiro trouxe detalhes do evento e comentou o encontro de Mike Tyson e fãs brasileiros, que viralizou na Copa do Mundo.
Embaixador do evento, Werdum explicou o cancelamento de sua trilogia com Cigano, que aconteceria no evento, e respondeu aos desafios de Rousimar Toquinho e Marcelo Brigadeiro.
“Eu respeito o Toquinho como homem, mas não o admiro como lutador. Já o Fantasma da Luta pode ser bom como treinador ou comentarista, mas como lutador… Seria como o Real Madrid aceitar um desafio de um time de várzea”.
Peso pesado assinou com evento de Boxe de mão pelada - Foto: Marcelo Alonso
No Resenha PVT desta semana, recebemos Antônio “Pezão” Silva para um papo imperdível sobre sua trajetória no MMA.
Pezão abre o jogo sobre seus momentos no mundo das lutas: desde a vitória histórica sobre a lenda Fedor Emelianenko até a rivalidade explosiva e a vitória avassaladora contra Alistair Overeem, além da guerra contra Mark Hunt.
Pezão também fala abertamente sobre sua saúde (acromegalia), a polêmica do TRT, sua transição para a aposentadoria e o que pensa da nova geração de pesos pesados.