Um dos árbitros mais respeitados do Brasil, Flavio Almendra ministra uma clínica de arbitragem para MMA nos dias 11 e 12 de dezembro na academia do ex-desafiante ao cinturão peso médio do UFC Paulo Borrachinha, em Contagem, Minas Gerais.
Graduado em Muay Thai, Luta-Livre, com experiência no Boxe e formado em Educação Física, Flávio Almendra já mediou nos principais eventos brasileiros, como Jungle Fight, Bitetti Combat, Future MMA e SFT.
Um dos membros fundadores da equipe de arbitragem Fight One, Almendra é referência no campo da arbitragem e detém o respeito de todo o cenário nacional, tendo sido eleito o melhor árbitro do Brasil em duas oportunidades pelo Prêmio Osvaldo Paquetá.
Mais informações em: (31) 97360-8833.
Endereço da academia: Av. Trajano de Araújo Miranda, 100, bairro Cinco, Contagem-MG.
Equipe conta com atletas consagrados e promessas do MMA brasileiro - Foto: Divulgação
Faixa-preta de Jiu-Jitsu desde 1986 e, atualmente, faixa vermelha e branca 8º grau da arte suave, Cezar “Casquinha” Guimarães está prestes a escrever um novo capítulo em sua trajetória no esporte. O mestre, responsável por formar muitos atletas – entre eles o multicampeão Davi Ramos, que nos dias atuais faz parte do plantel do UFC -, vai inaugurar, em janeiro, uma nova academia, que ficará situada na Estrada do Pontal, no Recreio, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Equipe conta com atletas consagrados e promessas do MMA brasileiro – Foto: Divulgação
Praticante do Jiu-Jitsu desde os 4 anos de idade e conhecido por treinar com verdadeiros ícones da modalidade, como Carlson Gracie, Rolls, Royce e Royler, além dos irmãos Machado, Casquinha exaltou o desenvolvimento da equipe, que contará com atletas de MMA e também de Jiu-Jitsu. Atualmente, vale ressaltar que os lutadores vêm treinando na academia KS.
“Trata-se de um novo desafio. Estou sempre colocando minha vida em meio a novos desafios, junto com alunos, amigos e filho. Estamos trabalhando para formar uma equipe que creio que será uma das melhores equipes de MMA do Brasil, e também vamos formar grandes atletas no cenário mundial do Jiu-Jitsu. Que venha 2021. Vamos trabalhar nas modalidades profissionais de MMA, onde já temos lutadores ‘classe A’, como Josuel Açougueiro, Capoeira, Rodrigo Praia e Charles. Temos também o treinador e lutador Davi Ramos e o multicampeão no Jiu-Jitsu Ary Farias, entre outros, como a Bruna Vargas, ex-atleta do Bellator. Temos um grupo de alto nível, que está treinando e prestes a fechar lutas internacionais, como são os casos de Augusto Sparta e Willker Feijão”, disse Cezar Guimarães, que complementou em seguida.
“Hoje estamos treinando na academia KS, onde o responsável é muito parceiro nosso e temos grandes treinadores, como o Antoine Jaoude, Erivan e o Airton. Nosso planejamento é trabalhar muito também a parte do Jiu-Jitsu, onde o atleta vai permanecer no alojamento, junto aos profissionais do MMA, assim permanecendo no local durante toda a semana para ter um melhor aproveitamento. Será de grande ajuda para os atletas de outros estados e para aqueles que moram longe da academia. Vamos trabalhar com horários comerciais e o foco será formar atletas profissionais”, detalhou Casquinha, ressaltando que o nome Top Brother vai seguir na equipe de MMA.
“Na parte de MMA, o nome da equipe será Top Brother, onde sou o head coach (treinador principal). Esse projeto é um empreendimento dos meus alunos e professores Alexandre Carrera e Davi Ramos. No Jiu-Jitsu, o nome da equipe será surpresa, pois se trata de uma junção de várias equipes que vão representar o estado do Rio de Janeiro”, concluiu
Wanderlei Silva e seus biógrafos, Thiago Parijiani e Luís Henrique Gurian, foram os convidados do programa do SBT “The Noite com Danilo Gentili” dessa segunda-feira, 30. O tema foi o livro “Sem Coleira”, lançado em outubro.
https://www.youtube.com/watch?v=a6l5qbBWHyk
Além de comentar capítulos marcantes presentes no livro, como seu apogeu no Pride FC, a passagem pelo UFC e as rivalidades com Quinton Jackson, Ricardo Arona e Kazushi Sakuraba, “Cachorro Louco” também falou da possibilidade da revanche contra Vitor Belfort e de uma superluta contra Mike Tyson.
Camp de peso de Ronaldo Jacaré – Foto: Arquivo Pessoal
De volta aos pesos médios após uma luta entre os meio-pesados, Ronaldo Jacaré enfrenta Kevin Holland no próximo dia 12 em Las Vegas, EUA. O confronto foi casado em meio a uma dança das cadeiras, já que Holland, originalmente, enfrentaria Jack Hermansson; e Jacaré, Marvin Vettori. Após testes positivos de Covid e adiamento das lutas, os confrontos foram trocados.
Em entrevista ao PVT, o brasileiro revelou que a sua preferência era por um reencontro contra Jack Hermansson. Os dois se enfrentaram em abril do ano passado, quando o sueco levou a melhor por decisão unânime após três rounds de disputa. Desta vez, segundo Jacaré, o algoz preferiu não arriscar.
“Eu me ofereci para fazer uma revanche contra o Hermansson, mas infelizmente ele não aceitou”, disse.
Em relação à preparação para o combate contra Kevin Holland, que vem de quatro vitórias seguidas, Jacaré explicou que precisou alterar bastante coisa, já que seu par anterior, Marvin Vettori, possui características diferentes das do atual.
“Fiz todo o meu camp baseado em um canhoto da minha altura, agora vou enfrentar um destro muito mais alto. Mas faz parte do jogo. Só quero lutar e voltar ao cenário das vitórias”, destacou Jacaré.
O brasileiro convocou alguns reforços para este camp. Entre eles, o ex-campeão meio-pesado e ex-desafiantes dos médios Lyoto Machida.
“Eu saí totalmente da minha zona de conforto neste camp trazendo caras realmente duros para me exigir ao máximo. Graças a caras como Joshua Marsh (Wrestling), Adrian Jaoude (treinador de Wrestling), Josuel Distak (treinador principal), Renan Problema e Lyoto Machida estou me sentindo muito bem. Respeito muito o Holland, que é um garoto muito duro, mas vou vencê-lo.”
Consagrado no MMA, Rafael Cordeiro colocou mais uma insígnia em sua coleção com o trabalho feito com Mike Tyson para a luta de retorno da lenda do Boxe ocorrida no último final de semana. Mas se hoje o curitibano é um treinador consagrado no mundo todo, há 11 anos ele recomeçava do zero nos Estados Unidos.
https://youtu.be/ArJL_ycL88I
Nesta edição do BAÚ DO PVT, Marcelo Alonso resgata um vídeo gravado com Rafael Cordeiro em 2009, quando o então consagrado treinador da Chute Boxe dava início ao seu legado internacional numa academia de Jiu-Jitsu arrendada em Huntington Beach. Nos anos seguintes, Cordeiro ganharia o Oscar do MMA como melhor treinador duas vezes e ainda o prêmio de melhor academia do mundo, já com a Kings MMA.
Multicampeão de Boxe, Acelino Popó Freitas rasgou elogios à performance de Mike Tyson na luta de exibição com Roy Jones Jr. nesse final de semana em Las Vegas. O brasileiro, inclusive, revelou que soube que “Capitão Gancho” chegou a mijar sangue após a luta.
Apesar disso, Popó mantém sua opinião de que atletas veteranos não devem arriscar para valer em cima do ringue. Ele disse que a forma como Tyson se apresentou o motivou a treinar ainda mais, mas não voltar ao cenário de competições.
O CONEXÃO PVT desta segunda-feira tem como convidado o peso pesado do UFC Junior Cigano dos Santos, que bateu um papo com Marcelo Alonso na última semana e falou sobre a expectativa e a preparação para o combate contra Ciryl Gané no dia 12 de dezembro. Assista:
Cigano ainda avaliou a migração de Jon Jones para os pesos pesados e analisou a disputa de cinturão entre Stipe Miocic e Francis Ngannou.
Vindo de três resultados negativos, Junior Cigano vê no desafio contra Ciryl Gané a oportunidade de retomar a sequência de vitórias que pode o levar à reconquista do cinturão dos pesos pesados do UFC. Invicto, o francês está em alta na organização.
Lenda da luta no Brasil vai relembrar suas grandes histórias - Foto: Arquivo pessoal
Figura importante da luta no Brasil, o mestre Roberto Leitão faleceu neste sábado, aos 83 anos, vítima de complicações causadas pela Covid-19. Nascido em Laguna-SC e criado desde pequeno no Rio de Janeiro, o engenheiro mecânico foi um grande incentivador e desenvolvedor da Luta Olímpica no país.
Roberto Leitão foi convidado do RESENHA PVT em junho deste ano. Em um bate-papo de quase duas horas, ele relembrou seu início na luta e os episódios mais marcantes que viveu durante a carreira. Assista no vídeo abaixo:
https://youtu.be/PsCPQ2pHyDc
Fundador da primeira Federação de Luta Olímpica do Brasil, em 1979, Roberto Leitão também teve participação importante no desenvolvimento da Luta-Livre Esportiva. Faixa-preta 10º, ele afiou a luta agarrada de lutadores como Marco Ruas, Pedro Rizzo, Renato Babalu e Gustavo Ximu.
No ano de 2017, Roberto Leitão, professor aposentado de Engenharia Mecânica na Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC Rio), lançou o livro “Biomecânica da Luta”, no qual destrincha movimentos da luta agarrada de forma científica e metodológica.
O PVT deseja seus sentimentos à família, amigos, fãs e alunos do Mestre.
Mike Tyson enfrenta Roy Jones Jr. neste sábado na luta de Boxe mais aguardada do ano, mesmo que, teoricamente, seja apenas de apresentação. Treinador do ex-campeão dos pesos pesados, Rafael Cordeiro afirmou, baseado nos treinamentos, que vê a possibilidade da lenda de 54 anos buscar desafios ainda maiores em 2021, como uma revanche contra Evander Holyfield ou até mesmo uma disputa de título contra Tyson Fury. Assista:
AJP, em parceria com Federação Brasileira de Jiu Jitsu e a Federação Brasileira de Parajiujitsu, mantém tradição e promove duelos entre os principais paratletas de jiu jitsu do mundo - Foto: Divulgação
Com uma proposta de inclusão, a AJP, em parceria com a Federação Brasileira de Jiu Jitsu (FBJJ) e a Federação Brasileira de Parajiu-jitsu (FBPJJ), promove mais uma vez o Abu Dhabi Grand Slam de Jiu Jitsu Paradesportivo. A competição é a oportunidade de atletas com deficiências físicas, auditivas, visuais, motoras e intelectuais demonstrarem todo o seu talento na arte suave. As lutas serão realizadas no próximo dia 4 de dezembro, na Arena Carioca 1, no Parque Olímpico da Barra, no Rio de Janeiro.
AJP, em parceria com Federação Brasileira de Jiu Jitsu e a Federação Brasileira de Parajiujitsu, mantém tradição e promove duelos entre os principais paratletas de jiu jitsu do mundo – Foto: Divulgação
“Nossa expectativa é a melhor possível. Tivemos uma grande procura de paratletas de diferentes estados do Brasil e de outros países também. Considerando todas as dificuldades por conta da pandemia, estamos muito satisfeitos e bastante confiantes em realizar mais um grande torneio, com toda a organização e segurança que o momento exige”, afirma o faixa preta Elcirley Luz Silva, presidente da FBPJJ.
Segundo Elcircley, a procura pelo jiu jitsu paradesportivo cresce, aproximadamente, 5.000% ao ano em todo o mundo. E esse número expressivo não é à toa. A modalidade é a mais inclusiva entre todas do paradesporto e engloba ao todo 20 classificações funcionais, sistema responsável por dividir as categorias e agrupar os atletas de acordo com as suas limitações específicas. A natação, um dos esportes paralímpicos mais populares do planeta, por exemplo, possui 14.
“O crescimento do parajiu-jitsu no mundo é incrível, a procura por competições e por aulas específicas nas academais é cada vez maior. Isso se deve à abrangência do nosso esporte. Hoje, o jiu jitsu apresenta um comitê paralímpico e somos reconhecidos como o esporte com mais classificações funcionais. Cada tipo de limitação equivale a uma classificação funcional. Por exemplo, a limitação do amputado, da paralisia cerebral, da poliomielite, da visão, cada uma dessas é uma classificação funcional. O jiu jitsu é o esporte que mais tem classificações funcionais no paradesporto, hoje são 20”.
Hoje, no Brasil existem mais de 500 praticantes de jiu jitsu com diferentes deficiências funcionais. No mundo, esse número ultrapassa a marca de 1.500. No entanto, apesar do eminente crescimento, ainda é um mercado pouco explorado por professores e academias. Essa é uma das principais lutas de Elcircley frente à federação.
“Nosso desafio é difundir os nossos cursos para que os professores entendam a importância de receber esses alunos e esses paratletas de uma maneira correta, com uma metodologia própria e um treino específico. Os professores precisam entender que eles têm a responsabilidade de fazer o jiu jitsu ser para todos de verdade. E só é para todos quando chega aos deficientes. Dando a eles o benefício de aprender e viver o jiu jitsu, que pode oferecer uma maior mobilidade, uma melhor qualidade de vida, uma melhora na autoestima e possibilitar uma mudança de vida através do esporte”.