Ação beneficiou mulheres atendidas pelo Empoderadas - Foto: Pedro Felipe
Ação beneficiou mulheres atendidas pelo Empoderadas – Foto: Pedro Felipe
Em parceria com Legião da Boa Vontade, Super Rádio Brasil e bUP Hotels, o programa Empoderadas distribuiu mais de 8 toneladas de mantimentos – entre alimentos e produtos de limpeza – e kits enxoval, com cobertores, lençóis e toalhas, para mulheres atendidas pela ação nas regiões do estado do Rio de Janeiro.
Fundado pela faixa-preta de Jiu-Jitsu e ex-lutadora de MMA Erica Paes, o Empoderadas ensina técnicas de defesa pessoal para prevenção e enfrentamento à violência contra mulher. Desenvolvido pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro através de sua Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, o programa já atendeu cerca de 4 mil mulheres.
“Nossa parceria com a LBV começou lá em 2017. Esse apoio e incentivo têm sido incrível, pois, através dele, podemos levar alívio e dignidade para essas meninas e mulheres que a gente atende. A parceria com o Íbis também veio em boa hora, porque além de alimento e empresa, a gente conseguiu distribuir kits de enxoval para este inverno”, destacou Erica.
A ação atendeu a mulheres do Complexo do Alemão, Méier e Rocinha, na capital fluminense, e dos municípios de Angra dos Reis e Petrópolis. Diretora de operações da bUP Hotels, que detém as redes Novotel, Mercure, Ibis Hotel e Ibis Budget, Carolina Spindola exaltou a parceria.
“Um dos alicerces da empresa são as pessoas, cuidamos com muito carinho dos nossos colaboradores, por consequência da comunidade a qual cada hotel faz parte. Sempre buscamos parceiros, e encontramos a LBV, para que possamos doar, além do nosso tempo e amor, itens do dia a dia, que possam fazer a diferença para essas pessoas. É uma parceria recente que a gente pretende expandir, dando oportunidade de recolocação profissional para as mulheres, oferecer treinamento, capacitação, vivência nas operações dos hotéis, para que possam aprender novas profissionais, uma forma de motivá-las e encorajá-las.”
Gerente-geral do Hotel Ibis Copacabana 2, Miguel Vargas reforçou.
“Entendemos que, com a LBV, podíamos fazer algo muito maior, pela força que ela tem. E é o que está acontecendo agora, é uma grande satisfação participar desse momento de doação. Podem contar conosco, sempre que puder estaremos juntos para fazermos cada vez mais.”
Criada no início da quarentena, a campanha S.O.S. Calamidade, liderada pela LBV, já ultrapassou as 700 toneladas de mantimentos, que foram distribuídos para famílias necessitadas das cinco regiões do Brasil.
Para contribuir é fácil. Basta acessar o link e fazer a sua doação: www.lbv.org/mma-social.
Além de pai de Raoni Laerte tem uma longa história na luta - Foto: Divulgação
Além de pai de Raoni Laerte tem uma longa história na luta – Foto: Divulgação
Laerte Barcelos é o convidado do RESENHA PVT desta quinta-feira, 30, às 17h. Faixa coral de Jiu-Jitsu e especialista em Luta Olímpica, o pai do peso-galo do UFC Raoni Barcelos vai contar um pouco sobre a sua longa e riquíssima história nas artes marciais e, claro, sobre os próximos passos do filho no Ultimate.
Formador de campeões na Luta Olímpica, Laerte é um dos principais representantes da linha Fadda e vai explicar toda a árvore genealógica de sua linhagem, além de relembrar seus tempos de atleta, incluindo o duelo de Luta Olímpica que fez contra Rolls Gracie.
Atualmente o faixa coral dá aula para mais de 250 alunos no projeto social da Refit ao lado de Pedro Rizzo e de seu filho, Raoni. Além disso, ele lidera um outro projeto, já em Marechal Hermes, no subúrbio do Rio de Janeiro, que leva o ensinamento das artes marciais para jovens carentes.
Peso pesado brasileiro é o número 9 do ranking do UFC - Foto: UFC
https://youtu.be/cR5a6JvzboY
Escalado para enfrentar o veterano Alistair Overeem na luta principal do UFC do dia 5 de setembro, em Las Vegas, Augusto Sakai participou da edição de estreia do CONEXÃO PVT, que vai promover a interação entre lutadores e fãs. Perguntado sobre como espera derrotar o holandês, o curitibano não escondeu sua estratégia.
“Confio muito no meu Muay Thai, e pretendo nocautear ele o quanto antes. Se for no primeiro round, está ótimo”, destacou o lutador de 29 anos.
Número 9 do ranking dos pesos pesados do UFC, Augusto Sakai venceu todas as quatro lutas que fez na organização. Em caso de mais um triunfo, ele acredita que ficará a um passo da disputa do título.
“Acredito que depois que passar do Overeem será mais uma ou duas lutas. Estou trabalhando duro para isso, para conquistar esta vitória sobre o Overeem, poder continuar vencendo e acredito que, com seis vitórias seguidas, não tem para onde fugir, vão ter que me dar a disputa de cinturão.”
Augusto Sakai também falou sobre o seu início nas artes marciais, em Curitiba, no auge do Pride FC; explicou a sua ligação com o Japão e o desejo de lutar no país; além da volta por cima após não ter o contrato renovado com o Bellator. Assista no vídeo da abertura desta nota.
Peso pesado espera pela definição de seu adversário - Foto: Dave Mandel
Peso pesado espera pela definição de seu adversário – Foto: Dave Mandel
Ex- desafiante ao título dos pesos-pesados do UFC, Antônio Pezão é o mais novo contratado pelo Taura MMA. O brasileiro enfrenta Brett Martin, ex-LFA, no evento agendado para o dia 30 de outubro, em Kissimmee, na
Flórida (EUA).
De volta ao MMA após um intervalo de quase três anos, Pezão se junta agora a nomes como Rick Monstro, Rousimar Toquinho, William Patolino e Guto Inocente, os três últimos também recentemente contratados pela organização. O contrato do peso-pesado prevê três lutas pelo Taura.
“Estou muito feliz com essa oportunidade, gostaria de agradecer a todos do evento, ao Djonatan Leão, presidente do Taura MMA. Terei três grandes lutas!”, previu o peso-pesado.
Até o momento, Pezão conta com 19 vitórias, 12 derrotas e um empate em seu cartel profissional no MMA.
Meio-pesado do UFC é o novo contratado da Everlast - Foto: Divulgação
Meio-pesado do UFC é o novo contratado da Everlast – Foto: Divulgação
Com mais de 100 anos de história, a Everlast é uma das marcas esportivas mais famosas do mundo. A gigante americana, que nasceu em 1910 em Nova Iorque, opera no Brasil há mais de 12 anos. Assim como outras empresas do setor, a gigante americana sofreu com os impactos da pandemia de Coronavírus e viu uma queda significativa no volume de negócios da marca. Mas a empresa está confiante em uma retomada gradual. Erick Liu, sócio diretor da Mega que tem a licença de calçados da marca há 10 anos, acaba de assumir também as áreas de equipamentos e confecção da gigante de equipamentos esportivos. O executivo acredita que o último semestre será promissor. Confira a seguir uma entrevista:
Há quanto tempo você assumiu a operação da Everlast no Brasil?
A Mega assumiu a operação de calçados da Everlast no Brasil há mais de 12 anos. Neste período, fomos também nomeados como fornecedor mundial para os licenciados de outros países, onde desenvolvemos os produtos no Brasil, e produzimos no Vietnã e exportamos para outras regiões. Assumimos em 2020 as divisões de confecção, acessórios e equipamentos de luta.
Qual foi o impacto até agora da pandemia nas operações da marca?
O impacto da pandemia foi muito profundo, especialmente nos meses de abril e maio, onde presenciamos uma redução muito significativa no volume de negócios e, consequentemente, do faturamento. Desde junho estamos, gradualmente, recuperando as vendas, através de um trabalho mais intensificado nos parceiros online, e também com a reabertura gradual, embora ainda tímida, do varejo físico. Esperamos uma recuperação gradual e sólida ainda no terceiro trimestre, com a introdução do segmento de confecção e equipamentos de luta, e também recuperação gradual do varejo. Esperamos que o quarto e último trimestre do ano seja muito promissor.
Em quantas áreas a Everlast é dividida hoje?
A Everlast no Brasil está presente nos segmentos de confecção, calçados esportivos e casuais (Lifestyle), equipamentos de luta (luvas, sacos de pancada, bandagem etc.), acessórios (mochilas, etc)… Todas estas divisões sob a responsabilidade da Mega. Fora estas categorias, ainda existem parceiros que atuam nos segmentos de Energy Drink, suplementos e nutrição esportiva, relógios e perfumes.
Quais os planos da Everlast para a retomada em 2020/21?
Temos confiança na retomada econômica no Brasil, principalmente nos lançamentos de produtos estratégicos, além de uma melhor integração e sintonia entre os temas, cores e linhas entre as diferentes categorias de produtos. Também estamos montando um grande time de atletas e influenciadores, além de patrocinar diversos eventos esportivos em 2021, já que praticamente todos foram cancelados em 2020.
Moicano subiu para os leves – Foto: Gleidson Venga
Após duas derrotas consecutivas no peso-pena, para José Aldo e Chan Sung Jung (Zumbi Coreano), respectivamente, Renato Moicano tomou a decisão de subir para a divisão dos leves e, logo em sua primeira luta na categoria até 70kg, em março, no UFC Brasília, teve uma atuação de gala e finalizou Damir Hadzovic com um mata-leão em apenas 44 segundos de combate. Enquanto aguarda os próximos passos de sua carreira, o brasileiro mostra empolgação quando o assunto é o seu futuro na organização.
Moicano não escondeu que o corte de peso para lutar no peso-pena estava cada vez mais difícil. Agora, entre os leves, o atleta da American Top Team espera embalar de vez e, confiante de que pode chegar ao topo da divisão, já pensa nos próximos adversários, incluindo Al Iaquinta, atual décimo colocado no ranking da categoria, que vem de duas derrotas consecutivas, para Donald Cerrone e Dan Hooker, respectivamente.
“Eu venho pedindo para lutar, mas até agora, o UFC não me respondeu em relação a isso. Imagino que estejam tendo alguma dificuldade de casar lutas. Mas, tenho vários adversários que gostaria de enfrentar… Tem o Paul Felder, que eu pedi depois da minha última luta, mas é um duelo que eu não vejo acontecendo. Eu gostaria também de enfrentar o Al Iaquinta. Acho que eu finalizaria ele, seria uma grande luta e eu entraria com o ‘pé na porta’ na divisão dos leves. Estreei muito bem, finalizei um adversário que nunca tinha sido finalizado, mostrei que essa é minha categoria e eu quero lutar com os melhores, quero chegar no topo da categoria”, projetou o casca-grossa.
Confira a entrevista na íntegra com Renato Moicano:
– Como foram esses meses para você em meio à pandemia?
Minha luta aconteceu em março (no UFC Brasília), bem no começo (da pandemia), já aconteceu de portas fechadas. Ganhei minha luta e voltei para os EUA. Quando cheguei aqui, não estava preocupado com luta e nem nada, meu filho tinha acabado de nascer e eu aproveitei esse tempo de pandemia para poder aproveitar bastante ele, porque no mês que ele nasceu (fevereiro), eu estava treinando para a luta. Tiveram diversas dificuldades para essa luta, principalmente relacionadas a isso. Como só estamos minha esposa e eu aqui nos EUA, foi bem difícil, a gente passou por alguns momentos complicados, e esses momentos me fizeram pensar em várias coisas. Depois que você se torna pai, você começa a pensar diferente. Quando se é jovem, adolescente, você faz muita besteira, muita m***, e a partir do momento que você tem um filho, você quer oferecer o melhor a ele. Eu foquei muito no que posso evoluir como pessoa nesses últimos meses e acho que isso pode me ajudar muito na carreira como lutador para definir meus próximos passos.
– Como estão os treinos e o dia a dia na American Top Team?
Na American Top Team, a gente voltou às atividades, mas como alguns atletas contraíram o vírus, tiveram lutas canceladas, alguns treinadores também (testaram positivo), mas graças a Deus, está tudo bem. Fica difícil saber o que fazer para estar protegido, porque eu acho que politizaram muito a questão do coronavírus, principalmente no Brasil e nos EUA. No começo, falavam para a gente não usar máscara, então quando eu vim do Brasil para os EUA, eu não usei máscara, porque a OMS (Organização Mundial da Saúde) tinha dito que não era para usar, e como a gente pensa que é um órgão sério, eu não usei. Mas logo depois, a OMS voltou atrás e disse que era para usar a máscara. Politizaram muito esse tema. É necessário usar a máscara, o álcool em gel, evitar o contato com outras pessoas, manter o distanciamento, mas no treino é muito difícil, porque a gente vai ter que treinar com outros atletas. Então, algumas das medidas que estão tomando é deixar treinando atletas que estão testados. Segunda, os caras vêm, testam todo mundo, e atletas que testam positivo, já saem, não tem mais contato com ninguém. Todos que testaram positivo, tiveram sintomas e já pararam de ir. Quando chegamos na academia, verificam nossa temperatura e estamos treinando apenas em pequenos grupos, tomando todos os cuidados possíveis.
– Retorno do UFC e pedido por luta
O UFC voltou com tudo, com a Ilha da Luta e os cards em Las Vegas. Eu venho pedindo para lutar, mas até agora, o UFC não me respondeu em relação a isso. Imagino que estejam tendo alguma dificuldade de casar lutas, pelo fato de eu ter sido um atleta ranqueado (no peso-pena), saído do ranking por eu ter mudado de categoria. Mas, tenho vários adversários que gostaria de enfrentar… Tem o Paul Felder, que eu pedi depois da minha última luta, mas é um duelo que eu não vejo acontecendo. Eu gostaria também de enfrentar o Al Iaquinta. Acho que eu finalizaria ele, seria uma grande luta e eu entraria com o ‘pé na porta’ na divisão dos leves. Estreei muito bem, finalizei um adversário que nunca tinha sido finalizado, mostrei que essa é minha categoria e eu quero lutar com os melhores, quero chegar no topo da categoria.
– Estreia na divisão dos leves com finalização em 44 segundos
A minha estreia não foi perfeita. Ela teria sido perfeita se eu lutasse com um adversário ranqueado, que era o que eu merecia, e eu falei isso para o UFC. Eles me colocaram contra um cara duro, um cara que eu respeito, mas eu finalizei ele em 44 segundos, mostrando justamente para o que eu vim nessa categoria. Eu vim para finalizar os caras, mostrar um jogo completo, ir para cima, lutar bem em todas as áreas.
– Pretende retornar para o peso-pena em algum momento?
No momento, eu não penso em retornar para o peso-pena. Eu fiz uma boa carreira lá, cheguei a ser o quarto melhor da divisão, mas infelizmente tive alguns problemas. Mas acredito que nos leves eu serei o melhor, tenho plena convicção disso, acredito no meu potencial e vim para lutar com os top’s, vim para fazer barulho nessa divisão. O corte de peso (nos penas) estava influenciando, sim, nas minhas performances, então acredito que essa subida de categoria foi a melhor coisa que fiz na minha carreira.
– Aprendizados em derrotas para José Aldo e Chan Sung Jung (Zumbi Coreano)
A derrota é um grande aprendizado, mas na luta contra o Zumbi Coreano foi quando eu vi que precisava subir de categoria, pelo fato de eu ter sofrido bastante no corte de peso e, no dia da luta, eu não estava me sentindo rápido. Eu estava me sentindo lento, cansado, o corte de peso influenciou muito nessa luta. Contra o José Aldo, a verdade é que perdi para mim mesmo. Não querendo desmerecer o cara, que é uma lenda, mas eu respeitei muito ele e deveria ter lutado de outra forma. Mas foram grandes aprendizados para a minha carreira. Essas duas derrotas de ‘ontem’ vão me fazer ser o campeão de ‘amanhã’. E eles são os dois caras que eu mais vou agradecer. Na verdade, os três, até o Brian Ortega, que também me finalizou. Em cada derrota dessa, eu aprendi mais que na vida inteira. Eu vou ser o melhor do mundo, podem ter certeza.
– Como você analisa sua evolução desde que chegou ao UFC
Eu sinto que preciso lutar mais, estar mais ativo. Logo que entrei no UFC, eu fiz uma luta muito boa. Na minha segunda luta, eu já lutei contra um russo (Zubaira Tukhugov) que vinha com um ‘hype’ e depois eu venci o Jeremy Stephens, que era um cara ranqueado e também venci. Depois disso, praticamente todas as minhas lutas foram contra adversários ranqueados. Eu venci o Cub Swanson, venci o Calvin Kattar, dominando a luta em pé. Eu tive que me adaptar muito rápido aos melhores da categoria e ganhei muita experiência com isso. Estou muito bem adaptado e, agora, sem um corte de peso tão grande e minhas habilidades, eu me sinto muito completo. Sinto que tudo o que passei me transformou. Estou me sentindo muito confiante e muito bem. Eu sinto que vou ser o melhor do mundo e estou aqui para provar isso, todo mundo vai ver.
– Quem você gostaria de enfrentar no peso-pena e não teve oportunidade?
Uma luta que sempre sonhei em fazer no peso-pena foi contra o Max Holloway, que na minha opinião, foi ‘garfado’ nessa última luta contra o Alexander Volkanovski. Espero que em breve ele suba para a divisão dos leves e, quem sabe, a gente consiga se enfrentar. Seria uma honra e uma grande luta para os fãs de MMA.
Peso pesado brasileiro tem novo adversário para retorno ao octógono - Foto: UFC
Lutador vai responder perguntas dos fãs – Foto: UFC
Aposta brasileira dos pesos pesados, Augusto Sakai estará ao vivo conosco nesta quarta-feira, 28, a partir das 18h. Escalado para enfrentar Alistair Overeem no dia 5 de setembro, o curitibano ocupa a 9ª colocação do ranking dos pesados.
No UFC desde 2018, quando foi contratado via Contender Series, Sakai venceu todas as quatro lutas que fez na organização. Suas vítimas foram, respectivamente: Chase Cherman, Andrei Arlovski, Marcin Tybura e Blagoy Ivanov.
No mesmo dia em que chegou em Los Angeles, onde mora, após viagem para a Ilha da Luta, em Abu Dhabi, Rafael Cordeiro bateu um papo com o PVT, no qual analisou as vitórias de Fabrício Werdum e Maurício Shogun, que lutaram no último sábado, contra Alexander Gustafsson e Rogério Minotouro, respectivamente.
Atualmente afiando o Boxe da lenda Mike Tyson, o treinador brasileiro também analisou a luta de apresentação do ex-campeão mundial peso pesado contra Roy Jones Jr., marcada para o dia 12 de setembro, contou detalhes da preparação e da recente viagem que fizeram nas Bahamas, onde Tyson mergulhou com tubarões.
O UFC retorna para Las Vegas na edição deste sábado (01/08). A luta da noite é entre Derek Brunson e Edmen Shahbazyan, que tentam se consolidar no top 10 do ranking do Peso médio da organização. Veja abaixo os odds do UFCpara cada um dos embates do Card Principal.
(R$ 3,40) Derek Brunson x Edmen Shahbazyan (R$ 1,33)
Logo na luta de destaque da noite aparece o mais cotado para vencer no Card Principal. Trata-se de Edmen Shahbazyan, que chega invicto para a disputa deste sábado e garante R$ 1,33 com um triunfo. Até aqui, foram 11 vitórias na carreira, com destaque para os dois nocautes e uma finalização nas três apresentações do ano passado, quando superou Brad Tavares, Charles Byrd e Jack Marshman.
Tendo um adversário deste nível, Derek Brunson acaba aparecendo como zebra, mesmo tendo vencido as últimas duas lutas, ambas por pontos. Um triunfo agora rende R$ 3,40 para R$ 1,00, segundo dados do Oddsshark.com.
(R$ 1,53) Vicente Luque x Randy Brown (R$ 2,62)
O Brasil estará representado em duas lutas neste Card Principal. Só que somente com Vicente Luque é que será com status de favorito. “The Silent Assassin” vive uma trajetória respeitável, com apenas uma derrota nas oito apresentações mais recentes. Vencendo em Las Vegas tem boas chances de entrar no top 10 do Peso Meio-médio. A vitória garante R$ 1,53 por real investido nas casas de apostas esportivas.
(R$ 2,62) Jennifer Maia x Joanne Calderwood (R$ 1,53)
Entre as mulheres, Jennifer Maia precisa se recuperar da derrota para Katlyn Chookagian, que ocorreu em novembro do ano passado. Com 17 triunfos e seis derrotas na carreira, ela corre por fora, dando R$ 2,62 para R$ 1,00 aplicado nos sites de apostas esportivas. O desafio é contra Joanne Calderwood, que ganhou três das últimas quatro apresentações e paga R$ 1,53 com um novo triunfo.
(R$ 1,72) Lando Vannata x Bobby Green (R$ 2,10)
Já no duelo mais equilibrado da noite você fatura pelo menos 72% de lucro. O valor é pago em caso de vitória de Lando Vannata sobre Bobby Green. O norte-americano já entrou no octógono este ano e ganhou de Yancy Medeiros. O oponente até também derrotou Clay Guida, mas antes vinha de uma fase bem ruim, quando caiu para Drakkar Klose e Francisco Trinaldo. Com isso corre um pouco por fora, oferecendo R$ 2,10 em cada real.
(R$ 1,44) Kevin Holland x Trevin Giles (R$ 2,87)
Também pelo Card Principal, Kevin Holland paga R$ 1,44 para R$ 1,00 com um triunfo diante de Trevin Giles. “Trailblazer venceu quatro dos últimos cinco desafios, sendo que um por finalização e outro por nocaute – este segundo já neste ano, diante de Anthony Hernandez, em maio.
Como apostar?
Depois de conferir as cotas das lutas do evento em Las Vegas agora o próximo passo é fazer um cadastro no Bodog, preenchendo informações de contato e endereço. É só criar um login com email e senha e fazer um depósito com o valor que você desejar aplicar nos confrontos.
Em sua despedida do UFC, Fabrício Werdum caminhou até o octógono onde finalizou Alexander Gustafsson, no último sábado, na Ilha da Luta, Abu Dhabi, ao som de uma música composta por um fã.
Fã de lutas, Felipe Neme já compôs músicas para outros lutadores, incluindo Vitor Belfort. Em vídeo enviado ao PVT, ele falou da emoção de ter sua música tocando num momento tão importante para o esporte.