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Vídeo: os melhores momentos da polêmica vitória de Jon Jones sobre Dominick Reyes

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Mike Sloan / Sherdog

https://www.youtube.com/watch?v=mexEpIb8olE

Jon Jones segue reinando. Oficialmente, o campeão dos meio-pesados venceu Dominick Reyes por decisão unânime no último sábado, no Texas, EUA, e defendeu o título. Entretanto, para muitos, incluindo Dana White, o resultado teria sido injusto. Assista aos melhores momentos no vídeo acima. 

Quem aponta a vitória de Dominick Reyes alega que o desafiante levou vantagem nos três primeiros rounds, enquanto o campeão, apenas nos dois últimos. O round da discórdia é o segundo, o mais parelho de todos. Por tudo o que aconteceu, é possível que o UFC promova uma revanche imediata entre os meio-pesados. 
 
Ainda pelo UFC 247, Valentina Shevchenko confirmou o favoritismo de campeã dominante e venceu sem deixar a menor sobra de dúvidas. A definição veio no início do terceiro round, após levar Katlyn Chookagian para o chão, imobiliza-la e ataca-la com socos e cotoveladas até a interrupção do árbitro. 
 
UFC 247
Texas, EUA
9 de fevereiro de 2020
 
Jon Jones venceu Dominick Reyes por decisão unânime
Valentina Shevchenko venceu Katlyn Chookagian por nocaute técnico no R3
Justin Tafa venceu Juan Adams por nocaute no R1
Dan Ige venceu Mirsad Bektic por decisão dividida
Derrick Lewis venceu Ilir Latifi por decisão unânime
Trevin Giles venceu James Krause por decisão dividida
Lauren Murphy venceu Andrea Lee por decisão dividida
Khaos Williams venceu Alex Morono por nocaute no R1
Mario Bautista venceu Miles Johns por nocaute técnico no R2
Journey Newson venceu Domingo Pilarte por nocaute técnico no R1
Andre Ewell venceu Jonathan Martinez por decisão dividida
Youssef Zalal venceu Austin Lingo por decisão unânime

Andrea Lee e Alex Morono são os mais cotados do Card Preliminar do UFC 247

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Além das principais atrações, o UFC 247 traz também mais sete lutas pelo Card Preliminar. Estes combates são os mais interessantes do evento, pois trazem cifras maiores, segundo os odds do UFC. Andrea Lee e Alex Morono são os principais destaques.

(R$ 3,75) Lauren Murphy x Andrea Lee (R$ 1,28)

A mais cotada das casas de apostas esportivaspara vencer neste sábado é Andrea Lee. A atleta número 8 do Peso Mosca venceu duas e perdeu apenas uma no ano passado e rende R$ 1,28 para cada real em caso de novo triunfo. A adversária vem de queda para Joanne Calderwood.

(R$ 1,33) Alex Morono x Kalinn Williams (R$ 3,40)

Entre os homens, Alex Morono é quem aparece em alta. Acumulando três vitórias seguidas, incluindo um nocaute técnico para cima de Zak Ottow, o norte-americano paga R$ 1,33 para R$ 1,00 se mantiver a boa fase.

(R$ 1,50) Austin Lingo x Youssef Zalal (R$ 2,70)

Quem também merece atenção é Austin Lingo. Lutando em casa, “Lights Out” ainda não perdeu na carreira, tendo conquistado sete vitórias, sendo que três por nocaute e duas por finalizações. O mais impressionante é que cinco das sete lutas Lingo resolveu ainda no primeiro round.  Se aplicar que novamente ele vencerá por nocaute ou finalização você fatura R$ 2,30 para cada real. A aplicação somente no triunfo rende R$ 1,50. O favoritismo aumenta ainda mais porque Youssef Zalal perdeu duas das três apresentações feitas em 2019.

 (R$ 1,72) Miles Johns x Mario Bautista (R$ 2,10)

Outro que está invicto é Miles Johns. O norte-americano acumula 10 triunfos, incluindo um pelo UFC, diante de Cole Smith, em setembro do ano passado. Com 60% das vitórias por pontos, o lutador rende R$ 2,35 para R$ 1,00 para quem aplicar que é desta forma que ele conquistará mais uma. O investimento apenas em vitória, podendo ser de qualquer jeito, dá R$ 1,72 para R$ 1,00.

(R$ 1,72) Trevin Giles x Antônio Arroyo (R$ 2,10)

Pagando os mesmos R$ 1,72 para cada real, segundo dados doOddsshark.com, está Trevin Giles. No entanto, o atleta do Texas chega de duas derrotas seguidas, o que faz com que não seja um dos melhores investimentos da noite. Do outro lado, Antônio Arroyo ainda busca a primeira vitória no UFC, depois de ter perdido para Andre Muniz.

(R$ 1,80) Andre Ewell x Jonathan Martinez (R$ 2,00)

Já o duelo mais equilibrado da noite é entre Andre Ewell e Jonathan Martinez. Aqui, o retorno mínimo nos sites de apostas esportivasé de R$ 1,80 para R$ 1,00. O valor é dado em caso de vitória de Ewell, que tenta se recuperar de derrota para Marlon Vera, que ocorreu em outubro do ano passado. Martinez, por sua vez, tem dois triunfos seguidos e garante R$ 2,00 para cada real se vencer mais uma.

(R$ 1,72) Domingo Pilarte x Journey Newson (R$ 2,10)

Também pelo Card Preliminar, Domingo Pilarte rende R$ 1,72 para cada real com uma vitória sobre Journey Newson. Os dois lutadores ainda procuram o primeiro triunfo no UFC.

Como apostar?

Depois de conferir como chegam os lutadores para o evento 247, o próximo passo é se cadastrar no Bodog. Basta preencher seus dados e fazer um depósito com o valor que quiser aplicar nos palpites.

Confira as lutas do UFC 247, que acontece neste sábado (08/02), em Houston, nos Estados Unidos

CARD PRINCIPAL (0h, de Brasília):

Peso-meio-pesado – (R$ 1,22) Jon Jones x Dominick Reyes (R$ 4,50)

Peso-mosca – (R$ 1,08) Valentina Shevchenko x Katlyn Chookagian (R$ 8,00)

Peso-pesado – (R$ 1,44) Juan Adams x Justin Tafa (R$ 2,87)

Peso-pena – (R$ 1,72) Mirsad Bektic x Dan Ige (R$ 2,10)

Peso-pesado – (R$ 1,40) Derrick Lewis x Ilir Latifi (R$ 3,00)

CARD PRELIMINAR (20h15, de Brasília):

Peso-médio – (R$ 1,72) Trevin Giles x Antônio Arroyo (R$ 2,10)

Peso-mosca – (R$ 3,75) Lauren Murphy x Andrea Lee (R$ 1,28)

Peso-meio-médio – (R$ 1,33) Alex Morono x Kalinn Williams (R$ 3,40)

Peso-galo – (R$ 1,72) Miles Johns x Mario Bautista (R$ 2,10)

Peso-galo – (R$ 1,72) Domingo Pilarte x Journey Newson (R$ 2,10)

Peso-galo – (R$ 1,80) Andre Ewell x Jonathan Martinez (R$ 2,00)

Peso-pena – (R$ 1,50) Austin Lingo x Youssef Zalal (R$ 2,70)

Disputas de cinturão confirmadas para o UFC 247; assista às últimas encaradas

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https://www.youtube.com/watch?v=gOOJR5Ttags

Disputas de cinturão confirmadas no UFC 247, que acontece neste sábado, em Houston, EUA. Todos os atletas escalados no card venceram o duelo contra a balança. Assista à cerimônia de pesagem com as últimas encaradas ao vivo, a partir das 20h, no horário de Brasília.

Na luta principal, Jon Jones tenta mais uma defesa do cinturão dos meio-pesados. O desafiante da vez é o invicto Dominick Reyes.

Na luta coprincipal, mais um campeão; ou melhor, campeã dominante: a peso-mosca Valentina Shevchenko tenta confirmar o favoritismo diante de Katlyn Chookagian.

O único brasileiro do card é o peso-médio Antônio Arroyo, que busca a sua primeira vitória na organização. O desafio é diante do anfitrião Trevin Giles.

UFC 247

Houston, Texas

Sábado, 8 de fevereiro de 2020

Peso-meio-pesado: Jon Jones x Dominick Reyes
Peso-mosca: Valentina Shevchenko x Katlyn Chookagian
Peso-pesado: Juan Adams x Justin Tafa
Peso-pena: Mirsad Bektic x Dan Ige
Peso-pesado: Derrick Lewis x Ilir Latifi
Peso-médio: Trevin Giles x Antônio Arroyo
Peso-mosca: Lauren Murphy x Andrea Lee
Peso-meio-médio: Alex Morono x Kalinn Williams
Peso-galo: Miles Johns x Mario Bautista
Peso-galo: Domingo Pilarte x Journey Newson
Peso-galo: Andre Ewell x Jonathan Martinez
Peso-pena: Austin Lingo x Youssef Zalal

A matemática de Charles Do Bronx para disputar o cinturão ainda em 2020: vencer Kevin Lee e um top 5

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Brasileiro não teve maiores problemas para passar pela balança - foto: Sherdog.com

https://www.youtube.com/watch?v=oq5M4z_ZLhY

Convidado do RESENHA PVT dessa quinta-feira, o peso leve Charles Do Bronx relembrou alguns momentos marcantes de sua carreira, analisou os principais confrontos que vão acontecer neste primeiro semestre de 2020 e falou sobre Kevin Lee, seu adversário na luta principal do UFC em Brasília, marcada para o dia 14 de março.

“O Kevin Lee tem um jogo próprio dele, que é esse joguinho de abafar, colocar para baixo e fazer isso acontecer. Acho que o jogo dele não vai mudar, ele vai querer me abafar o tempo todo, vai querer me botar para baixo para tentar alguma finalização; só que se ele me colocar para baixo, ele vai fazer o que eu quero”, destacou o maior finalizador da história do UFC.

Embalado por seis vitórias consecutivas, todas por nocaute ou finalização, o número 13º colocado do ranking dos pesos leves acredita que um triunfo sobre Kevin Lee, o 8º do ranking, pode lhe colocar diante de algum nome que lhe alce ao cinturão.

“Vencendo o Lee, com certeza vamos entrar no top 10, aí eu vou merecer um top 5. Um desses caras tem que vir. Vencendo um cara que está no top 5, com certeza no final do ano eu serei o desafiante ao cinturão, não tem como não ser”, acredita.

Carlos “Kaique” comemora estreia com nocaute avassalador no Jungle Fight: ‘Foi incrível’

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Lutador aplicou lindo nocaute no Jungle Fight 101 - Foto: Leonardo Fabri
Lutador aplicou lindo nocaute no Jungle Fight 101 – Foto: Leonardo Fabri

Um chute alto perfeito. Foi assim que Carlos “Kaique King” Henrique conseguiu um nocaute brutal para vencer em sua estreia no maior evento de MMA da América Latina. A expectativa do sergipano antes do Jungle Fight 101, que aconteceu no último dia 31 de janeiro em Contagem, Minas Gerais, era ter uma grande performance para ganhar visibilidade e deslanchar de vez no esporte. E com o nocaute mais bonito da noite, sem dúvida ele atingiu o seu objetivo. Após um primeiro round equilibrado contra Max Gandra, Kaique voltou para o segundo round mais solto e conseguiu aplicar um belo chute alto para levar o seu adversário a lona.

“Foi incrível! Eu esperava sim vencer, esperava o nocaute, porque eu treino muito os chutes, as joelhadas e as cotoveladas, então eu sabia que poderia conseguir o nocaute. A luta estava bem parelha, mas consegui aplicar aquele belo chute. Não vou dizer que gostei 100% da minha perfomance, até porque eu lutei lesionado e isso atrapalhou um pouco o meu desempenho. Mas graças a Deus deu tudo certo. E na próxima oportunidade tenho certeza que todos poderão ver um lutador melhor em ação”, disse Kaique.

Com a vitória no Jungle, o sergipano de Aracaju engatou a sua terceira vitória seguida no MMA em quatro lutas que fez até hoje. Ele perdeu apenas em sua estreia, em 2014. Passou um tempo indeciso sobre um retorno aos cages, mas voltou a lutar em 2018 e, aos 27 anos, vive um grande momento no esporte. Agora, ele planeja crescer no Jungle até chegar ao cinturão, e sonha um dia chegar ao UFC.

“Essa vitória muda muita coisa. Muda a minha vida. Ter uma vitória em um evento com essa visibilidade, você já começa a esperar coisas bem melhores para a carreira. Espero, sem dúvida, um futuro melhor, afinal estou lutando no maior evento de MMA da América Latina. Quero subir no Jungle Fight, quero ser campeão, e quem sabe um dia chegar ao UFC. Com fé em Deus vai dar tudo certo. Vou mostrar do que eu sou capaz, primeiro no Brasil e depois para o mundo inteiro. Essa estreia no Jungle foi o pontapé inicial. Pretendo defender muito a bandeira do meu Estado e do meu país. Meu único objetivo é crescer, subir no cage e dar o show que eu sei que posso dar”, concluiu o casca-grossa.

Escolhido por Dana White e irmão famoso: Gabriel Silva vai para a segunda luta no UFC

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Gabriel Silva vai para sua segunda luta no UFC – Foto: arquivo pessoal

É possível afirmar que Gabriel Silva chegou ao UFC com um privilégio que poucos brasileiros tiveram a sensação de viver: foi escolhido pessoalmente pelo presidente Dana White, que ficou impressionado com as habilidades do peso galo da Team Nogueira. O convite para integrar o plantel de atletas do maior evento de MMA do planeta veio no LFA 63, em março de 2019, quando ‘Gabito’ chamou a atenção ao nocautear o até então invicto Jake Heffernan em míseros 83 segundos, anotando seu oitavo triunfo em oito lutas profissionais. Dana, que estava no local gravando seu reality show “Lookin’ For a Fight”, fez questão de ir até o vestiário após o combate e convocar pessoalmente o brasileiro, que prontamente aceitou a proposta.

A estreia no Ultimate ocorreu em julho passado, num bom e disputado duelo contra o ex-desafiante ao cinturão Ray Borg, que acabou saindo vitorioso na decisão dos juízes. Agora, passado a pressão inicial, Gabriel, aos 25 anos, garante estar pronto para conquistar seu primeiro triunfo no Ultimate. Ele retorna ao octógono no UFC Norfolk, dia 29 de fevereiro, contra Kyler Phillips.

“A maior lição que eu tirei da minha estreia foi saber como funciona o UFC, como é ter toda aquela adrenalina de estar no maior evento do mundo. Eu me considero um cara frio, que não se deixa levar pelas emoções, mas confesso que estar ali foi grandioso, acaba sendo realmente diferente, é uma outra atmosfera. Para essa segunda luta vou entrar bem mais relaxado, já sei como é ter essa emoção e o que fazer para conseguir me apresentar melhor. Estarei melhor tecnicamente, porque acho que cometi algumas falhas contra um cara muito duro, tarimbado, que já disputou o cinturão. Apesar dos erros, fiz uma apresentação boa, tentei corrigir tudo nesse período pós-luta e pretendo mostrar minha evolução no octógono, tanto na parte técnica quanto na parte mental”, garantiu Gabriel.

Superação na infância: o primeiro triunfo 

Embora tenha estreado no MMA em 2011, Gabriel obteve sua primeira grande vitória em 2008, antes mesmo de imaginar que seria um lutador profissional. Quando tinha apenas nove anos, foi diagnosticado com uma doença rara na perna chamada Síndrome de Legg-Calvé-Perthes, que não só o impediu de praticar esportes durante sua infância, como também o obrigou a fazer o uso de muletas após passar por uma cirurgia. Cinco anos depois, aos 14, quando fora liberado pelos médicos, contou com um “empurrãozinho” do irmão Erick Silva para ingressar no esporte que transformaria sua vida.

“Foi um momento difícil na minha infância, começou aos 9 anos e foi até os 14, quando o médico me liberou, falou que a doença tinha se estabilizado e eu poderia voltar a praticar minhas atividades normais, mas indicou que eu evitasse esportes de impacto, pois poderia ser prejudicial. Eu estava numa fase difícil, tinha engordado devido ao tempo parado, e foi quando o Erick (Silva), meu irmão, começou a dar aula (de jiu-jítsu) e me levou para a academia”, narrou o peso galo, revelando que a paixão pelas artes marciais surgiu como consequência da rotina de treinos.

“Na época eu não tinha o intuito de ser atleta profissional, era somente para sair de casa, eu estava mal, não podia fazer nada, estava quase começando a ter depressão por não poder brincar, correr, fazer coisas de criança. Meu irmão me levou para academia para ocupar minha mente, mas foi ali que começou minha paixão pelo esporte. Dois anos depois iniciei no boxe e comecei a migração para o MMA.”

Parceria com o irmão famoso 

A pressão em lidar com o status de promessa no MMA não é novidade na família Silva. Caçula da família, Gabriel cresceu vendo seu irmão mais velho Erick Silva, ex-UFC e hoje contratado do Bellator, despontar como um dos lutadores mais famosos do público brasileiros. Acostumado aos holofotes da rotina do irmão famoso, Gabito soube tirar proveito da experiência e acumulou conhecimento para sua carreira, transformando o que poderia ser um peso extra em um fator positivo.

“Apesar do sobrenome, de sermos irmãos, não sinto pressão nenhuma por isso, não há nada que me deixe nervoso ou me faça sair do meu propósito. Ele (Erick) sempre conversa comigo e me deixa muito a vontade para fazer a minha própria caminhada, sempre dando conselhos buscando o meu melhor. Ele sempre me ajudou muito, tanto que o maior aprendizado que eu tive ao lado do Erick foi a convivência durante todos esses que moramos juntos, até nos separamos em 2019 (risos). Quando fomos morar juntos eu tinha 18 anos e ele já lutava no UFC, então eu sempre presenciei de perto todas as preparações para as lutas deles, todos os erros e acertos. Foi uma grande escola estar presente nesse meio, e, apesar de ser jovem, obtive uma bagagem muito grande por ter esse tipo de experiência desde muito cedo”, disse Silva.

Uma importante missão: carregar a bandeira da Team Nogueira 

Uma das equipes mais renomadas do mundo, a Team Nogueira, assim como o MMA Brasileiro, passa por uma entressafra. Hoje, além de Gabriel Silva, apenas mais três lutadores têm a missão de carregar a bandeira da academia no UFC: o peso galo Felipe Cabocão, o meio-médio Warlley Alves e o veterano meio-pesado Rogério Minotouro.

Jon Jones e Valentina Shevchenko aparecem com amplo favoritismo no UFC 247

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Neste sábado (08/02), o UFC 247 traz duas disputas de cinturão. Só que se depender dos números das casas de apostas esportivas, Jon Jones e Valentina Shevchenko não devem ter dificuldades para superar Dominick Reyes e Katlyn Chookagian, respectivamente. Confira abaixo o que esperar destes e outros combates do Card Principal do evento realizado em Houston, nos Estados Unidos.

Peso-meio-pesado – (R$ 1,22) Jon Jones x Dominick Reyes (R$ 4,50)

Novamente Jon Jones vai para uma defesa de cinturão. No ano passado, o norte-americano se apresentou duas vezes e saiu vitorioso contra Anthony Smith e Thiago Santos em decisão por pontos. Sem nunca ter sido derrotado na carreira (o único revés foi por desclassificação) Jones dá R$ 1,22 para cada real com um triunfo sobre Dominick Reyes. Quem aplicar que novamente a vitória sairá por pontos fatura R$ 3,40 para R$ 1,00.

Do outro lado, Dominick Reyes defende a invencibilidade na carreira e rende R$ 4,50 caso consiga superar Jon Jones, segundo dados doOddsshark.com.

Peso-mosca – (R$ 1,08) Valentina Shevchenko x Katlyn Chookagian (R$ 8,00)

Só que ninguém aparece mais cotado nos sites de apostas esportivaspara vencer do que Valentina Shevchenko. A peruana acumula quatro triunfos seguidos e garante R$ 1,08 para R$ 1,00 neste sábado se ganhar mais uma. Cifras que sugerem que a luta contra Katlyn Chookagian é uma verdadeira barbada. Desta forma, uma opção para aumentar o ganho neste duelo é aplicar que Shevchenko ganha por nocaute ou finalização, o que rende R$ 2,37 em cada real.

A adversária, por sua vez, dá impressionantes R$ 8,00 para R$ 1,00 em caso de surpresa. Chookagian vem de um 2019 interessante, com triunfos para cima de Joanne Calderwood e Jennifer Maia, embora ambos tenham ocorrido por pontos.

Peso-pesado – (R$ 1,44) Juan Adams x Justin Tafa (R$ 2,87)

Também com status de favorito aparece Juan Adams. O norte-americano paga R$ 1,44 para cada real em caso de vitória diante de Justin Tafa. Adams nem vive um bom momento, tendo perdido nos últimos dois combates, porém, tem mais experiência que o adversário, que só atuou pelo UFC uma vez e sendo nocauteado por Yorgan De Castro com apenas dois minutos do primeiro round. Péssima primeira impressão, que faz de Tafa zebra para esta noite, oferecendo R$ 2,87 por real aplicado.

Peso-pena – (R$ 1,72) Mirsad Bektic x Dan Ige (R$ 2,10)

Já a luta mais equilibrada da noite é entre Mirsad Bektic e Dan Ige. Aqui, o retorno mínimo é de R$ 1,72 para cada real, em caso de vitória de Bektic. Isso acontece porque os dois lutadores fazem trajetórias bem parecidas. A diferença é mínima, com uma ligeira vantagem para Bektic, que tem 13 vitórias contra 12, além de nove destes triunfos terem ocorrido por nocaute ou finalização, enquanto Dan Ige ganhou com uma destas formas em oito ocasiões.

Peso-pesado – (R$ 1,40) Derrick Lewis x Ilir Latifi (R$ 3,00)

Também pelo Card Principal, Derrick Lewis garante R$ 1,40 para cada real com uma vitória diante de Ilir Latifi. O norte-americano vem de vitória sobre Blagoy Ivanov, enquanto Latifi perdeu nas últimas duas apresentações, contra Corey Anderson e Volkan Oezdemir.

Como apostar?

Você só precisa se registrar no Bodog. Depois de preencher seus dados é só fazer um depósito com o valor que desejar aplicar nas lutas e em seguida dar os palpites.

Confira as lutas do UFC 247, que acontece neste sábado (08/02), em Houston, nos Estados Unidos

CARD PRINCIPAL (0h de Brasília):

Peso-meio-pesado – (R$ 1,22) Jon Jones x Dominick Reyes (R$ 4,50)

Peso-mosca – (R$ 1,08) Valentina Shevchenko x Katlyn Chookagian (R$ 8,00)

Peso-pesado – (R$ 1,44) Juan Adams x Justin Tafa (R$ 2,87)

Peso-pena – (R$ 1,72) Mirsad Bektic x Dan Ige (R$ 2,10)

Peso-pesado – (R$ 1,40) Derrick Lewis x Ilir Latifi (R$ 3,00)

CARD PRELIMINAR (20h15 de Brasília):

Peso-médio – (R$ 1,72) Trevin Giles x Antônio Arroyo (R$ 2,10)

Peso-mosca – (R$ 3,75) Lauren Murphy x Andrea Lee (R$ 1,28)

Peso-meio-médio – (R$ 1,33) Alex Morono x Kalinn Williams (R$ 3,40)

Peso-galo – (R$ 1,72) Miles Johns x Mario Bautista (R$ 2,10)

Peso-galo – (R$ 1,72) Domingo Pilarte x Journey Newson (R$ 2,10)

Peso-galo – (R$ 1,80) Andre Ewell x Jonathan Martinez (R$ 2,00)

Peso-pena – (R$ 1,50) Austin Lingo x Youssef Zalal (R$ 2,70)

RESENHA PVT recebe Charles do Bronx nesta quinta-feira; mande sua pergunta

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Peso leve é o convidado do RESENHA desta quinta – Foto: Leonardo Fabri

Anteriormente marcado para a última terça-feira, dia 4, o RESENHA PVT desta semana foi remarcado para esta quinta, 6, e com um novo convidado: o peso leve do UFC Charles Do Bronx.

A transmissão começa às 21h. Você pode participar mandando sua pergunta através do Instagram, Twitter e Facebook do PVT, ou então no chat do Youtube. Para isto, basta acessar o canal e se inscrever.

Recordista de finalizações no UFC, Charles Do Bronx vem de uma incrível série de seis vitórias. Ele retorna ao octógono na luta principal do UFC Brasília, contra Kevin Lee, no dia 14 de março.

Em negociação com o LFA, presidente do Taura MMA explica como pretende conciliar a rotina de atleta e empresário

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Objetivo do empresário é voltar aos cages em 2020 - Foto: Josefer Brendel
Objetivo do empresário é voltar aos cages em 2020 – Foto: Josefer Brendel

A rotina de Djônatan Leão está longe de ser monótona: com apenas 27 anos de idade, o gaúcho natural da cidade de Viamão, no Rio Grande do Sul, não só já ocupa o posto de líder da academia Team Nogueira da sua região, como também o de presidente do Taura MMA, um dos maiores eventos de luta do país. Conciliar tais funções já demanda comprometimento e organização acima do comum. Apesar disso, Djônatan estipulou um novo desafio para a sua carreira em 2020: voltar a competir profissionalmente.

Com breve passagem pelo MMA profissional, Djônatan realizou apenas duas lutas em 2014, quando acumulou uma vitória e uma derrota. Depois disso, passou a se dedicar a outras atribuições e deixou a dura rotina dos treinamentos de lado. Agora estabilizado profissionalmente, o atleta gaúcho garante que este é o melhor momento para voltar a competir. E já projeta o retorno em grande estilo, atuando em um dos maiores eventos de artes marciais mistas do planeta.

“Estou em negociação para lutar no LFA nos EUA, a data está em aberto, ainda estou em negociação de contrato”, revelou. “Eu nunca queria ter parado (de lutar). A vontade de voltar a lutar surgiu porque estou um pouco mais adaptado e as coisas estão um pouco mais estabilizadas como empresário, e como tenho uma equipe eficaz, consigo me dedicar aos treinos. Lutar faz eu me sentir vivo, então virou o ano e me deu uma vontade enorme de lutar em 2020, quero voltar”, projetou.

À frente do comando da academia Team Nogueira Viamão – que leva o sobrenome do ex-campeão do UFC Rodrigo ‘Minotauro’ e do seu irmão Rogério ‘Minotouro’ -, Djônatan elege a rigorosa disciplina como fator preponderante para o sucesso. Segundo o ex-peso leve (70 kg), que está migrando para os meio-médios (77 kg), é preciso organizar o tempo com rigor para conseguir conciliar todas as atribuições do dia a dia.

“Estou em constante crescimento como empresário, há alguns anos estou à frente da franquia Team Nogueira Viamão no Rio Grande do Sul, e é uma academia que abre das 6 da manhã até às 23 horas, temos muitos alunos, então é bem corrido. Além disso, tenho as atribuições do Taura MMA, que hoje é um dos maiores eventos do Brasil, então é bem difícil conciliar o lado de empresário com a academia, o lado de empresário com o evento Taura, também com as atribuições de head coach (treinador principal da academia), e ainda conseguir tempo para treinar. Então, é bem corrido”, relatou.

“O único jeito para conseguir é não deixar que ninguém me incomode enquanto estiver treinando e ter disciplina. Disciplina é a chave do sucesso. Parar e fazer a quantidade de treinos necessários no dia”, completou.

Além de eleger a disciplina como fator preponderante para o seu sucesso pessoal, Djônatan também parece ter a solução para as dificuldades que sofrem os promotores de eventos de MMA no Brasil, que sofrem com os altos custos de produção dos shows no país. De acordo com o presidente do Taura, os principais eventos de MMA devem se apoiar, pois, somente assim, existiria a possibilidade de prosperarem, já que a concorrência internacional e a dificuldade de captação de patrocínio ainda são grandes no esporte.

“A minha visão do MMA no Brasil para 2020 é união. Unir todos os eventos, matchmakers, promotores… A união faz a diferença nesse esporte. Não devemos disputar, e sim nos ajudar. Afinal, o MMA é um esporte que cresce muito, mas a gente pode crescer muito mais nos ajudando. A gente já tem uma parceria bem legal, o Taura, o Max Fight, o Future MMA… E quanto mais eventos agregarem só teremos a ganhar”, concluiu.

Com disputa de cinturão, Jungle Fight no DAZN 102 acontece no Rio de Janeiro

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Evento acontece no dia 15/02, na Vila Olímpica, em Jacarepaguá – Foto: Leonardo Fabri

Após o grande sucesso da primeira edição do ano, que aconteceu em Contagem, Minas Gerais, e coroou Willian Colorado como o novo campeão dos penas do Jungle Fight, o evento está de volta ao Rio de Janeiro. No dia 15 de fevereiro, a Vila Olímpica de Mato Alto, em Jacarepaguá, recebe o Jungle Fight no DAZN 102. Na luta principal da noite, Cláudio “Dennys a Máquina” disputa o cinturão dos médios contra Marcelo “Animal” Barbosa.

“A primeira edição do Jungle em 2020 foi um sucesso. O ginásio estava lotado e tivemos mais de oito milhões de pessoas alcançadas no Facebook. Mais uma vez o evento terá a transmissão do card preliminar pelo canal Woohoo pelo Facebook do Jungle Fight, e o card completo só no DAZN. A expectativa é que a gente tenha mais uma vez casa cheia para esse evento. Estou muito feliz em voltar a fazer uma edição na Vila Olímpica de Mato Alto. Quero agradecer muito o secretário Gustavo Freue pelo apoio que ele vem dando ao MMA. Isso é muito importante para o esporte”, disse Wallid Ismail, presidente do Jungle Fight.

O Jungle Fight no DAZN 101 terá transmissão exclusiva da plataforma de streaming DAZN. Para assinar, basta clicar aqui. O primeiro mês de assinatura é grátis.

Confira abaixo o card completo do evento:

Jungle Fight no DAZN 101
Vila Olímpica de Mato Alto, Rio de Janeiro
Sábado, 15 de fevereiro de 2020

Cinturão até 84kg:
– Marcelo “ Animal” Barbosa (BH Rhinos) x Cláudio “Dennys a Máquina” (Cezario);

Outras lutas:
66kg – Antônio Roberto da Costa (Team Nogueira) x Rodrigo dos Santos Magalhães (Caçadores);
Peso-pesado – Wanderson Samurai (RD Champions) x Cafu Falcon (Time MMA UFC Uruguay)
61kg – Tayron Pedro (Team Nogueira-RSF) x Jandickson Pereira (Titãs);

57kg – Lucas Rodrigues Melo (RD Champions) x Erisson Silva (Eduardo Team);
77kg – Anderson “Astro da Maldade” (DFC/ Alpha) x Paulo Henrique Laia (RD Champions);
70kg – Alan Pitbull (Alpha) x Leandro “Mun Ha” Santos da Silva (Tropa Thai);
57kg Rafael Montouro Ribeiro (RSF/ Team Nogueira) x Mario da Costa “Orelha” (Relma Combat);
66kg – Elvis Carlos (RD Champions) x Italo Gomes (TFT);
61kg – Tiago Pereira de Souza (Team Nogueira) x Weverton Ribeiro (Alagoas Top Team/ Thamir Pereira Muaythai);
66kg – Anderson Conceição (Eduardo Team) x Neuaque Rodrigues Miniamin (Team Crezio);
Peso-pesado – Antônio Lucas Liberato de Almeida (Galpão da Luta) x João Victor dos Santos (ATS Tubarões);
57kg – Givanildo Guedes (Eduardo Team) x Lucas Floriano Ferreira (Mamute Team);
61kg – Luan Danger (BPT Beto Padilha Team) x Gabriel Otávio Ramos Costa (Gordin Fight Team);
77kg – Jefferson costa (Fight Combat) x Renato da Silva Ferreira (QG Centro de Lutas/ ATS Tubarões).

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