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Depois de vender sacolé na praia, faixa-marrom de Jiu-Jitsu brilha nos Estados Unidos

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Léo Silva vem de vitória no DC Open, nos EUA - Foto: Vitor Freitas
Léo Silva vem de vitória no DC Open, nos EUA – Foto: Vitor Freitas

Para viver um sonho é preciso acreditar e, principalmente, trabalhar duro para conquistar seu objetivo. Foi o que fez o faixa-marrom de 24 anos Leonardo Silva, natural de Itaboraí, município do Rio de Janeiro. O jovem precisava pegar duas conduções para chegar até o Méier, no Rio, para treinar no QG da GFTeam de segunda a sexta-feira e cumprir a primeira parte do seu objetivo, pois ao fins de semana ele tinha mais um árduo trabalho.

Com dinheiro doado por amigos e familiares, Léo produzia sacolés em casa para vender nas praias de Niterói e Rio. O resultado das boas vendas garantia as inscrições e passagens para as competições nacionais. E a cada final de domingo, Léo retornava a Itaboraí para ver sua mãe e namorada. Já na segunda-feira, levantava às 7h da manhã para chegar a tempo do primeiro treino do dia na GFTeam, no Méier. Foi uma longa jornada até tudo ficar bem, nos anos seguintes.

“De início foi bem difícil. Minha namorada me ajudava pagando minha passagem toda semana e eu dormia no Irajá de segunda a sexta para poder treinar no Méier. Depois que mudei para a ‘Cachanga’, local que tinha vários atletas da GFTeam em busca de um sonho, comecei a ter mais gastos com alimentação e minhas necessidades básicas. Foi aí que eu tive a ideia de começar a trabalhar na praia aos fins de semana. Foi aí que comecei a juntar a grana para me manter no Méier e lutar os campeonatos”, explica Léo.

O caminho era sempre repleto de frustrações, mas ele optava por enxergar um brecha em cada dificuldade, como ensina o Jiu-Jitsu. Durante dois anos, entre as vendas e os treinos, Léo teve seu visto negado duas vezes para tentar entrar nos Estados Unidos. O que fez ele não desistir? Leia, a seguir.

“Eu sempre acreditei que daria certo, mas em alguns momentos tudo era muito difícil. Em época de carnaval, eu parava de treinar e vendia sacolé a semana inteira para juntar dinheiro. Era basicamente essa a minha vida, treinar e trabalhar. Eu mantive meu sonho vivo por dois anos graças aos sacolés e a galera que me apoiava. Fiquei muito frustado quando tive o meu visto negado por duas vezes. Eu não tinha vontade de desistir, mas eu ficava muito abalado”, reflete Léo para, logo em seguida, contar como foi a virada da sua vida, entre os anos 2017 e 2018.

“A virada da minha vida aconteceu muito rápido, foi entre 2017 e 2018, depois de um 2016 cheio de expectativa. O Gutemberg Pereira, hoje um dos grandes nomes da GFTeam, me chamou para treinar com ele e mais uma galera na GFTeam Toledo, em 2017. Daí em diante as portas se abriram, meu visto foi aprovado e peguei a minha faixa-marrom. Lutei o Pan como meu primeiro torneio nos Estados Unidos e fui medalhista de bronze. Depois, fui medalhista de prata no Mundial, onde perdi por 4 a 2 para o Levi Jones, hoje faixa-preta. Ganhei todos os opens da IBJJF até hoje desde que cheguei. Esse ano fui novamente medalhista do Pan, na terceira colocação e agora estou motivado para dar um salto na minha carreira de atleta no Mundial”, conta.

Hoje Léo vive em Ohio, nos Estados Unidos, onde ministra aulas em inglês e compete em alto nível na faixa-marrom. Ele treina ao lado de Gutemberg, Max e Dante Leon. Recentemente, no último fim de semana, Léo faturou a medalha de ouro no peso médio do DC Open, da IBJJJF, em Washington.

“Tudo é possível se você acreditar. Não posso contar nos dedos as diversas pessoas que desacreditaram em mim, mas eu sigo vencendo e dando orgulho para quem apostou em mim. É só o começo”, encerra Léo.

Alexandre Pequeno é o convidado do RESENHA PVT desta terça; mande sua pergunta

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Pequeno participa do RESENHA nesta quinta- Foto: Marcelo Alonso
Pequeno participa do RESENHA nesta quinta- Foto: Marcelo Alonso

O RESENHA PVT desta terça-feira recebe um dos principais lutadores da história do Vale-Tudo/MMA brasileiro: Alexandre Franca Nogueira, o Pequeno, que por muitos anos foi considerado o melhor peso-pena do mundo. A transmissão é ao vivo, a partir das 21h, em nosso canal no Youtube. Acesse, se inscreva, ative o sininho e faça sua pergunta!

Faixa-preta de Luta-Livre de Eugênio Tadeu, Pequeno reinou principalmente no Japão, onde era chamado de “Rei do Shooto”, por ter defendido o cinturão da organização japonesa sete vezes, entre 1999 e 2005, e “Rei da Guilhotina”, golpe com o qual finalizava a maioria de suas vítimas, seja no MMA ou no ADCC.

No bate-papo com Gleidson Venga, Marcelo Alonso e nossos inscritos, Pequeno vai relembrar os momentos mais marcantes de sua carreira, a vida de rei no Japão, os segredos de sua guilhotina mortal e os bastidores do final da rivalidade entre Luta-Livre e Jiu-Jitsu.

Rogério Minotouro revela sonho realizado e adianta possível estratégia para vencer Ryan Spann

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https://www.youtube.com/watch?v=_iJKj3IJp5g

Escalado para enfrentar Ryan Spann no UFC Rio 10, que acontece no dia 11 de maio, Rogério Minotouro busca a segunda vitória consecutiva, a terceira em quatro lutas. Prestes a completar 43 anos de idade, ele ainda não decidiu sobre aposentadoria, mas revelou que um de seus sonhos MMA já foi concretizado.

“O sonho da gente era que o esporte fosse reconhecido no Brasil como era lá fora. E hoje a gente vê o esporte bem reconhecido, talvez tanto quanto no Japão. Para mim, lutar em casa, tem um valor muito maior, não só no Brasil, mas aqui no Rio de janeiro, perto dos meus parentes”, disse ao canal oficial do UFC, relembrando os tempos de Pride.

Adversário do brasileiro, Spann vai para a segunda luta na organização. Na primeira, anulou Luís Henrique KLB e venceu por decisão unânime. Ciente dos perigos do oponente, Minotouro apontou uma possível estratégia para o combate.

“Ele tem algumas finalizações, principalmente de guilhotina, bate seco, é grandão e dá muita queda de Judô”, ressalta. “Mas eu me sinto confiante para trocar com ele, embora ele tenha uma envergadura maior. Dá para botar uma boa estratégia de Boxe. É uma luta que eu tenho que estar completo.”

Patricky Pitbull passa por cirurgia na mão e espera retornar ao Bellator em agosto

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Peso-leve do Bellator rompeu o tendão da mão direita em sua última luta no Bellator - Foto: Arquivo pessoal
Peso-leve do Bellator rompeu o tendão da mão direita em sua última luta no Bellator – Foto: Arquivo pessoal

A mão inchada após a sua última luta no Bellator, quando derrotou Ryan Scope, não parecia uma preocupação para Patricky Pitbull. Depois de passar por um exame de raio-x e o resultado não acusar uma lesão mais grave, o peso-leve acreditou que seria apenas questão de tempo para a mão desinchar. No entanto, Patricky continuou com dores e seu médico solicitou uma ressonância magnética, que apontou rompimento de um tendão da mão direita e o forçou a passar pela cirurgia, que foi realizada ontem (8) na Casa de Saúde São Lucas, em Natal.

“Durante o camp comecei a sentir dores na mão, até evitei fazer alguns tipos de treinos como bater manopla e saco por causa disso algumas vezes. Mas fiz exames e nada foi constatado. Porém, logo no início da luta, senti ainda mais dor e uma perda de força, é quando acredito que ocorreu o rompimento do tendão. Depois da luta a minha mão ficou muito inchada. Na primeira ressonância deu um centímetro de deslocamento e, dez dias depois, quando fui confirmar a lesão e ver como estava esse deslocamento, ele tinha sido deslocado mais um centímetro. Aí os médicos marcaram a cirurgia”, contou Patricky. “Na cirurgia o médico teve uma surpresa. Ele achava que iria ligar tendão com tendão, mas meu tendão rompeu do punho e estava bem mais espaçado, então ele teve que parafusar no osso”.

O tempo de recuperação, no entanto, não deverá ser tão longo, mas vai exigir paciência e dedicação de Patricky.

“A previsão é que eu fique de um mês a um mês e meio com a mão imobilizada, sem fazer nenhum tipo de esforço com o braço. Depois disso eu começo a fisioterapia. Acredito que eu possa lutar já em agosto”, projetou o potiguar.

A cirurgia também fez com que Patricky tivesse que deixar o camp de seu irmão Patricio Pitbull, que luta no dia 11 de maio contra Michael Chandler em busca de seu segundo cinturão no Bellator. Apesar de ficar de fora da reta final dos treinos, ele tem certeza que seu irmão chegará pronto para fazer história na organização americana.

“Vou perder as últimas semanas de camp. O médico não quer nem que eu viaje para ficar no córner dele, porque ele quer acompanhar a minha recuperação e ter a segurança que eu não vou fazer nenhum tipo de esforço. Mas eu disse que se ele me liberasse hoje, eu já viajaria amanhã (risos). Dia 18 retorno a ele para uma avaliação e espero ser liberado para viajar. Acredito que essa luta seja a mais importante da vida do Patricio, porque ele pode fazer história na organização com dois cinturões. Patrício vem evoluindo e se dedicando muito, se preocupando com todos os detalhes, seja na preparação ou na alimentação. Ele terá a chance de fazer história e mostrar a força da família Pitbull. E eu quero estar ao lado dele quando isso acontecer”, concluiu.

Brasileiros brilham no AFC 11 e deixam a Coréia do Sul com dois cinturões

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Giácomo Lemos e Jonas Boeno venceram suas respectivas lutas em Seul - Fotos: Divulgação
Giácomo Lemos e Jonas Boeno venceram suas respectivas lutas em Seul – Fotos: Divulgação

Os brasileiros Giácomo Lemos e Jonas Boeno encararam uma longa e cansativa viagem para a Coréia do Sul, mas, sem dúvidas, o esforço valeu a pena. No Angel’s Fighting Championship (AFC) 11, realizado na manhã de ontem (8) em Seul, o peso-pesado catarinense Giácomo Lemos, conhecido como “Viking”, manteve o seu título com um nocaute sobre Jun Soo Lim, enquanto o gaúcho Jonas Boeno finalizou Myung Ho Bae com um leg-lock e conquistou o cinturão do peso meio-médio da organização asiática.

“Após uma vitória como essa, todo cansaço compensa. Pra mim, para a minha família e para todos os que me ajudaram, foi uma felicidade imensa essa conquista. Um cara que já pensou em parar de lutar, voltar e conseguir esse título, é muita felicidade. Pra mim foi uma superação, e a prova de que Deus sabe a hora certa de tudo”, disse Jonas Boeno, que mesmo o cinturão e um cartel com 51 lutas, sendo 39 vitórias, 11 derrotas e um no contest, irá continuar se dividindo entre os treinos e o seu trabalho como entregador de gás.

Invicto no MMA, Giácomo já tinha uma certa experiência com a longa viagem para a Coréia do Sul, já que em janeiro ele encarou o mesmo trajeto e voltou com o cinturão do AFC. Mesmo embarcando com mais antecedência, o “Viking do Campeche”, que trocou o trabalho de analista de sistemas pelo MMA, sentiu o cansaço da viagem.

“A viagem é cansativa demais. Mesmo chegando antes, não adiantou muita coisa. Fiz uma luta apática, senti o jet lag, tanto que quando ia começar a aquecer, percebi que já estava na hora de entrar. Demorei a entrar na luta, fiquei plantado na frente deu meu adversário e levei alguns golpes. Mas esses golpes me acordaram e eu melhorei no segundo round, quando consegui colocar para baixo e trabalhar no ground and pound até chegar ao nocaute”, contou o peso-pesado.

Giácomo chegou a sexta vitória na carreira. Agora são cinco triunfos por nocaute e uma vitória por finalização. O catarinense acredita que possuiu um cartel melhor do que muitos lutadores que hoje estão no UFC, e espera que agora tenha uma oportunidade em um grande evento. Caso isso não ocorra, ele pensa em colocar o MMA em segundo plano.

“Esta foi a primeira defesa de título, e espero que venham mais títulos e defesas. Estou invicto e bati em mais um cara com cartel positivo. E mais uma vez a luta não terminou nas mãos dos juízes. No card preliminar do UFC têm muito lutador peso-pesado com cartel inferior ao meu. Acredito que agora venha uma luta importante em um evento como o UFC ou Bellator. Hoje eu não tenho patrocínio, e caso eu não consiga ganhar dinheiro, a luta passará a ser hobby novamente”, concluiu.

Ex-pintor, Wellington Lopes vence no WGP e segue os passos do irmão no Kickboxing

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Campeão do Strikers e do Skaus, atleta da Rio Fighters vai em busca do cinturão do WGP - Foto: Ricardo Ávila
Campeão do Strikers e do Skaus, atleta da Rio Fighters vai em busca do cinturão do WGP – Foto: Ricardo Ávila

O Kickboxing está no sangue da família Lopes. Wallace “Negão” Lopes, o mais velho do clã, é tetracampeão brasileiro, campeão Sul-Americano e Pan-Americano, e já venceu três torneios do WGP, entre outras conquistas. Seu irmão, Wellington “Neném” Lopes vem seguindo os seus passos na modalidade e já faturou os cinturões do Strikers e do Skaus Combat, evento idealizado por Emerson Falcão e José Aldo. No último final de semana, Neném adicionou mais um triunfo importante ao seu currículo. O atleta da Rio Fighters derrotou Robson “Bull Terrier” Silva na decisão unânime no WGP 53, que aconteceu em São Bernardo do Campo, São Paulo, e se aproximou de mais um cinturão.

“O WGP é um dos maiores eventos de Kickboxing da América Latina. Eu estava cotado para lutar o GP da categoria até 60kg, que leva a disputa do título. Mas, desta vez, não teve GP e dois gringos disputaram o cinturão. Mas, com esta vitória, estou cotado para ser o próximo desafiante ao título. Espero que a minha próxima luta já seja pelo cinturão do WGP. Vou treinar bastante e trabalhar duro para chegar lá e conquistar o meu terceiro cinturão”, disse Neném, que falou sobre a importância do seu irmão na carreira.

“Meu irmão é a minha inspiração na carreira. Não moramos mais juntos hoje, mas temos uma excelente relação. E eu só tenho a agradecer, porque ele sempre me ajudou, me incentivou e me levou nas competições. Sou muito grato a ele. Depois conheci o Milton Vieira, outro cara que sou muito grato, me ajudou e ajuda demais até hoje”.

Aos 24 anos, Neném vem evoluindo bastante na luta em pé. Ano passado ele conquistou dois torneios de Kickboxing, no Skaus Combat e no Strikers. E, no final do ano, ganhou a chance de disputar o título das duas organizações. As duas disputas de cinturão acontecerem em apenas uma semana.

“O ano de 2018 foi muito bom pra mim. Fiz seis lutas e venci todas. E agora já começo o ano com essa vitória no WGP. Cada luta, cada evento que estou participando, percebo que estou cada vez mais pronto para chegar nos grandes eventos como o Glory, que é o maior evento de Kickboxing do mundo, e o Bellator Kickboxing. Se pintar a oportunidade, vou agarrar com unhas e dentes”, declarou.

Morador de Duque de Caxias, Neném começou no esporte aos 13 anos, e aos 16 já se sagrou campeão Estadual da modalidade. Depois de trabalhar durante um tempo como ajudante de pintor, ele decidiu se dedicar integralmente ao Kickboxing e ao MMA, onde já possuiu cinco lutas no currículo.

“Estou um pouco afastado do MMA, mas sempre treino na Rio Fighters com o Miltinho Vieira. Inclusive, faço a minha preparação para as lutas de Kickboxing lá. Mas não desisti do MMA, em breve vou voltar a lutar. Estou focando um pouco mais no Kickboxing por enquanto, pegando mais experiência e evoluindo para quando voltar a lutar MMA poder me apresentar melhor. Tenho cinco lutas de MMA, com três vitórias e duas derrotas. Então, preciso voltar bem, para fazer um bom cartel e buscar oportunidades em grandes eventos”, concluiu o casca-grossa.

Após novela sobre adversários, Ronaldo Jacaré enfrenta Jack Hermansson no UFC Fort Lauderdale

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Jacaré está de volta na luta pelo topo – Foto: Gleidson Venga

Depois de muita novela, Ronaldo Jacaré finalmente já tem um adversário para enfrentar no UFC do dia 27 de abril em Fort Lauderdale, EUA. Segundo a “ESPN”, o peso médio brasileiro mede forças contra o sueco Jack Hermansson.

O brasileiro, que a principio enfrentaria Yoel Romero, retirado do card devido a uma pneumonia, ocupa a 3ª colocação do ranking da categoria. Sua última luta foi em novembro do ano passado, com vitória sobre Chris Weidman.

O sueco está atualmente na 10ª colocação, mas vem de uma sequência melhor. São três vitórias consecutivas. A mais recente no último dia 30, quando finalizou David Branch a 49 segundos de luta.

Jovem promessa da Evolução Thai conquista cinturão do Nação Cyborg

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Nação Cyborg coroa Matheus Correia como campeão peso-mosca - Foto: Marcio Valle
Nação Cyborg coroa Matheus Correia como campeão peso-mosca – Foto: Marcio Valle

A jovem aposta da Evolução Thai Matheus Henrique Correia, de apenas 18 anos, sagrou-se campeão peso-mosca do Nação Cyborg nesse final de semana ao passar por Silas Oliveira por decisão unânime, na 4ª edição do evento, realizado em Curitiba.

O Nação Cyborg tem como madrinha a lenda do MMA feminino Cris Cyborg. O presidente da organização é o irmão da lutadora, Rafael Justino. A próxima edição já tem data confirmada: dia 10 de agosto, novamente em Curitiba, no Spazio Van.

Confira abaixo os resultados:

Nação Cyborg 4 – Alves vs. Correia
Sábado, 6 de abril de 2019
Spazio Van Arena – Curitiba / PR
50 Kg: Isabela Linoba nocauteou Miriam Lima a 1:32 do terceiro round.
59 Kg: Douglas “Cabeleira” venceu Carlos “Reloginho” na decisão unânime dos juízes.
65 Kg: Abenin Silva venceu Felipe Lima na decisão unânime dos juízes.
58 Kg: Maria Heloisa venceu Silvia Oliveira na decisão unânime dos juízes.
60 Kg: Wellington Melo venceu Lucas Faustino por nocaute técnico (desistência) no terceiro round.
58 Kg: Tatiane Evangelista venceu Karen Fernandes na decisão unânime dos juízes.
55 Kg: Ana Lúcia venceu Lucineli Wolski na decisão unânime dos juízes.
64 Kg: Ryan Tupã venceu Vitor Gabriel na decisão unânime dos juízes.
55 Kg: Francisca Ribeiro venceu Diana Cipola por nocaute técnico no primeiro round.
52 Kg: Sarah Barwick nocauteou Gabriela Rodrigues a 2:29 do segundo round.
61 Kg: Patrícia “Pitbull” e Thaina Borges empataram.
61 Kg: Alisson Murilo finalizou (mata-leão) Wellington “Ratinho” a 1:39 do terceiro round.
86 Kg: Rafael Ultramare finalizou (omoplata) Nelson Filho a 6:48.
80 Kg: Edson Casquinha finalizou (armlock) Carlinhos Silva a 7:20.
120 Kg: Everson Rocha “Macaco” finalizou (chave de pé reta) André Pesadelo a 3:43.
66 Kg: Lucas Bento finalizou (triângulo de mão) Matheus Souza a 3:14 do primeiro round.
61 Kg: Rodrigo Caiçara venceu Juliano Ramos no round extra.
66 Kg: Alysson Lyoto venceu Leandro Light na decisão unânime dos juízes.
75 Kg: Wesley “Preto” venceu Vander Guarais na decisão unânime dos juízes.
70 Kg: Igor Soares venceu Edinelson “Alemão” por nocaute técnico (interrupção médica) no segundo round.
70 Kg: Leonardo Silva nocauteou Fabulo Mamuth a 2:13 do primeiro round.
57 Kg: Matheus Correia venceu Silas Alves na decisão unânime dos juízes.

WGP 53 coroa Bruno Gazani, Paulo Tebar e Jonas Salsicha em noite histórica

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Salsicha destrona Gaúcho com atuação segura - Foto: David Leite / Divulgação WGP

Conforme o esperado, a noite deste sábado, dia 6 de abril, entrou para a história do WGP Kickboxing. A edição 53, a primeira de 2019, agitou a cidade de São Bernardo do Campo (SP) com um card espetacular, nocautes avassaladores, novos e velhos campeões coroados e muito mais. Na luta principal Bruno Gazani bateu Petros Cabelinho em uma batalha muito equilibrada e manteve o cinturão dos meio-médios. Na co-luta mais um campeão se manteve no topo. Paulo Tebar encarou novamente Jordan Kranio após empate na primeira luta e levou a melhor por decisão majoritária, em outra guerra. Pelos super-médios um novo campeão foi coroado. Jonas Salsicha foi superior e bateu Diego Gaúcho por decisão unânime. Outros destaques da noite foram Robson Minotinho e Leo Corrales.

A luta principal do primeiro evento de 2019 fez jus às expectativas. Em um duelo de estilos o experiente campeão Bruno Gazani encarou a jovem promessa curitibana Petros Cabelinho, dono de uma envergadura incomum para os meio-médios. E em cima do estilo do adversário, Gazani tentava encurtar a distância, enquanto Petros apostava nos chutes e na movimentação. Apesar do campeão ter começado melhor o desafiante equilibrou o duelo, que foi decidido nos rounds finais. E pela maior contundência e agressividade de Gazani melhor para o campeão, que manteve o título por decisão unânime.

Paulo Tebar mantém título e Salsicha destrona Gaúcho

O co-main event do WGP 53 marcou o segundo capítulo de uma história que começou em 2017. Depois de um empate no primeiro encontro entre Paulo Tebar e Jordan Kranio, que culminou com Tebar mantendo o cinturão, eles voltaram a se enfrentar na noite deste sábado. E o que se viu foi uma postura mais agressiva do campeão, enquanto o desafiante apostava no contra golpes. Mas o combate se manteve equilibrado até o soar do gongo. Por ter conseguido um knockdown no meio do combate Paulinho Tebar levou a melhor por pouco e manteve o cinturão dos super-leves com uma vitória por decisão majoritária.

O primeiro duelo valendo cinturão da noite colocou frente a frente Diego Gaúcho e Jonas Salsicha. E não faltavam expectativas já que a luta era para ter acontecido em 2018. E dentro do ringue o que se viu foi um duelo muito estudado no início. Com o passar dos rounds, o desafiante Salsicha começou a se soltar e levar a melhor no duelo conectando bons golpes. Perto do final Gaúcho tentou manter a fama de tirar o nocaute da cartola, mas dessa vez foi diferente. Jonas Salsicha levou a melhor por unanimidade e é o novo campeão dos super-médios.

Minotinho nocauteia e Leo Corrales garante posto de desafiante nos leves

Quem fez a festa da galera no ginásio Poliesportivo de São Bernardo foi Robson Minotinho. Ex-desafiante ao cinturão dos meio-médios, ele mostrou que merece uma nova chance ao nocautear o argentino Sebastian Martino depois de uma linda sequência. No embate que abriu o card principal muita coisa estava em jogo. Quem vencesse o duelo entre boliviano Renzo Martinez e o argentino Leo Corrales garantia a chance de disputar o cinturão dos leves diante de Diego Piovesan. E quem ficou com o posto foi Leo Corrales por decisão unânime após ter sido mais contundente durante todo o duelo.

Também não faltaram emoções nas Superfights do evento de abertura do ano. O mais insano foi atropelo de Vitor Aquino diante do chileno Roberto Gonzalez que terminou em um lindo nocaute. O combate entre Léo Bahia e Luan Santos levantou o público presente e foi marcado pelo equilíbrio. Após os três rounds triunfo de Bahia por unanimidade. Já Paulo Sergipe e Nichollas Pestilli protagonizaram uma luta bem intensa, com vitória clara de Nichollas, para a festa da sua torcida, em peso no ginásio. Robson Bull Terrier e Wellington Lopes fizeram uma batalha memorável, com ambos deixando tudo no ringue. No final melhor para Wellington, vencedor por unanimidade.

O Undercard do WGP 53 pegou fogo. Com muita trocação e desfechos espetaculares os destaques foram Jorge Garcia com um nocaute relâmpago no início do primeiro round diante de Vinicius Gaspar e Fernando Ferreira, que bateu Hiago Souza depois de uma bela sequência no round inicial. Outro ponto alto dos duelos iniciais foi o triunfo de Alessandro Benacci sobre Fábio Silva, em duelo que valia o cinturão brasileiro da CBKB.

WGP 53 – Resultados oficiais   

Bruno Gazani venceu Petros Freitas ‘Cabelinho’ por decisão unânime

Paulinho Tebar venceu Jordan Kranio por decisão majoritária

Jonas Júlio “Salsicha” venceu Diego Gaúcho por decisão unânime

Robson Minotinho venceu Sebastián “Tata” Martino por nocaute aos 46seg do segundo round

Leo Corrales venceu Renzo Martinez por decisão unânime

Vitor Aquino venceu Roberto Gonzalez por nocaute a 1min e 48seg do terceiro round

Leo ‘Bahia’ Pereira venceu Luan Santos por decisão unânime

Nichollas Pestilli venceu Paulo Santiago por decisão unânime

Wellington Lopes venceu Robson “Bull Terrier” Silva por decisão unânime

Alessandro Benacci venceu Fabio Silva por nocaute ao 59seg do quarto round

Raphael Silva venceu Daniel Felipe por nocaute a 1min e 53seg do primeiro round

Fernando Ferreira venceu Hiago Souza por nocaute a 1min e 42seg do primeiro round

A luta entre Vinicius Barros e Romario Barbares acabou em No Contest

Isa Livramento venceu Bia Molina por decisão dividida

Gabriel Cavalari venceu Jorge Caballero por decisão unânime

Jorge Garcia venceu Vinicius Gaspar por nocaute aos 25seg do primeiro round

Haialas El Loco venceu Gabriel Fumaça por decisão unânime

Elvis Batista bate Marcos Loro e estraga retorno do manauara ao Brasil, no Shooto

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Elvis Batista venceu o atleta da casa na luta principal - Foto: Léo C. Farias
Elvis Batista venceu o atleta da casa na luta principal – Foto: Léo C. Farias

A noite desta sexta-feira, dia 5 de abril, marcou mais uma edição do Shooto Brasil. Na Upper Arena, agora rebatizada de Vivi Arena por conta da parceria com o ViviPay, o show de número 91 levantou o público presente. Na luta principal da noite um retorno muito aguardado. Um dos mais antigo lutadores da equipe Nova União, Marcos Loro retornou ao Brasil após anos morando e atuando fora para encarar Elvis Batista. E o ex-campeão do Bellator acabou sendo derrotado por decisão unânime. A noite contou ainda com a vitória de Iamik Furtado sobre Joelson Nascimento no co-main event da noite. A próxima edição acontece no dia 25 de maio.

Ex-campeão do Bellator, o manauara Marcos Loro viveu um momento marcante. O retorno ao octógono do Shooto Brasil após anos morando e atuando nos EUA. Especialista no jiu-jitsu e na luta agarrada ele encarou um notório trocado, fazendo aquela clássica briga de estilos. Apesar do equilíbrio durante todo o combate, Elvis foi superior na trocação, dominando o centro do cage e conectando os melhores golpes. Loro ainda conseguiu algumas quedas, mas seu jogo de chão não se desenvolveu. No final dos três rounds melhor para Elvis por decisão unânime.

O evento contou ainda com outras 13 lutas e os destaques foram as vitórias de Iamik Furtado e Jéssica Delboni. Enquanto o primeiro fez o co-main da noite diante de Joelson Nascimento e levou a melhor por unanimidade após uma boa luta desenrolada na trocação, a segunda fez a melhor luta da noite diante de Maiara Amanajas e levou a melhor na decisão dividida. O cars contou ainda com a derrota de Andrius Tigrão para Victor Romero e o triunfo de Rafael Macapá sobre Gabriel Magregs.

Entrega dos primeiros bônus de performance

O Shooto Brasil 91 marcou também uma novidade. Através do novo patrocinador, a ViviPay, o Shooto Brasil passa premiar três performances da noite. A melhor luta ficou com Jessic Delboni e Maiara Amanajas após uma verdadeira guerra. Já o prêmio de melhor nocaute da noite foi para Ykaro Leão, que bateu Aleksandro Sal com um belo KO. E por último, o prêmio de melhor finalização ficou com Keweny Lopes, que fez jus a tradição da sua equipe Nova União e bateu Lucas Gastar com um belo mata-leão.

Shooto Brasil 91 – Resultados oficiais

Elvis Batista venceu Marcos “Loro” Galvão por decisão unânime

Iamik Furtado venceu Joelson Nascimento por decisão unânime

Jessica Delboni venceu Maiara Amanajas por decisão dividida

Victor Romero venceu Andrius “Tigrão” por decisão unânime

Rafael Macapá venceu Gabriel “Magregs”  por nocaute técnico aos 3min e 13seg do primeiro round

Kaio “Cabeça” venceu Victor Ramos por nocaute aos 2min e 54seg do primeiro round

Adilson “Pica Pau”venceu Ricardo “Nery” por nocaute técnico aos 2min e 32seg do segundo round

O duelo entre Gilberto Cangaceiro e Lincon Sá acabou empatado

Mairon Santos venceu Micael Braga  por decisão unânime

Keweny Lopes finalizou Lucas Gaspar com um mata-leão aos 36seg do segundo round

Victor “Bulldoguinho” venceu Lucas Cardoso por nocaute aos 4min e 13seg do primeiro round

Ykaro Leão venceu Alexsandro “Sal” por nocaute técnico a 1min e 17seg do primeiro round

Junior “Trattrozinho” venceu Josafá Frazão por decisão unânime

Elaine Leal venceu Nathielly Santos por nocaute técnico aos 2min e 32seg do segundo round

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