O PAPO DE LUTA desta edição trouxe uma análise sobre o impressionante domínio do clã Nurmagomedov no peso leve do MMA mundial, desde a era Khabib, passando por Islam Makhachev, Usman Nurmagomedov, que conquistou o GP peso leve do Bellator neste fim de semana, até os nomes que podem se tornar campeões num futuro próximo.
Também foi assunto a participação brasileira no UFC do fim de semana, com amplo destaque ao show proporcionado por Natália Silva e Jessica Andrade. Alonso e Carlão debateram sobre o futuro da mineira, que chegou à 6ª vitória seguida no UFC, e também de Gilbert Durinho, que perdeu a 3ª em sequência.
Nos Pitacos, Carlão vai comentou e apontou o que ele espera das principais lutas do UFC 306, que terá as disputas de cinturão entre O’Malley x Dvashiville e Grasso x Shevchenko, além de Diego Lopes x Brian Ortega. No Das Antigas, Alonso mostrou um vídeo de um raríssimo comercial da academia Gracie.
Realizado no último final de semana em Monterrey, no México, o Pan Americano de MMA Amador contou com grande resultado do Time Brasil. No torneio é organizado pela IMMAF (International Mixed Martial Arts Federation), a equipe da Confederação Brasileira de MMA Desportivo (CBMMAD) levou 16 atletas e conquistou 15 medalhas, sendo cinco de ouro, cinco de prata e cinco de bronze, deixando o Brasil em segundo lugar no ranking Junior (18 a 20 anos), atrás apenas dos donos da casa, e em terceiro no ranking Senior, liderado pelo México com os EUA em segundo lugar.
O time foi liderado pelo Head Coach (treinador) Almir Avatar da Nova União e composto pelo mestre João Roque, Bruno Menezes, Rafael Simões, José Neto e Ricardo Naef em sua comissão técnica.
A CBMMAD vem desde 2016 dedicando-se ao MMA Amador no Brasil e ingressou na IMMAF em 2020, sendo reconhecida como a Confederação Oficial do MMA no Brasil. A confederação vem trabalhando para projetar os atletas brasileiros do MMA amador em nível mundial e trabalha para contribuir na disseminação do esporte no Brasil.
Presidente da CBMMAD, Carlão Barreto destaca: “Esse resultado do Time Brasil mostra que estamos no caminho certo. O futuro do esporte começa aqui. Nosso intuito é cada vez mais desenvolver a base do esporte levando a cada ano um time mais forte para as competições internacionais. Temos o sonho de chegar ao topo do ranking mundial colocando o Brasil no seu devido lugar!”, sonha Barreto.
Resultados do Brasil:
Youth B (14 e 15 anos)
Enzo Simões – PRATA
Youth A (16 e 17 anos)
Lucca Uttemberg – BRONZE
Junior (18 a 20 anos)
Ana Carolina Brito – 56.7 kg – OURO
Isabela Beatriz – 65.8 kg – OURO
Rhuam Simoes – 70.3 kg – PRATA
Nicollas Santos – 120.2 kg – PRATA
Luiz Henrique – 61.2 kg – BRONZE
Giovanna Sardinha – 47.6 kg – BRONZE
Senior (+ 18 anos)
João Roque – 65.8 kg – OURO
Rabech Rufino – 61,2 kg – OURO
Livia Castro – 70,3 kg – OURO
Luis Filipe Gusmão – 77,1 kg – PRATA
Regiane Martins – 56,7 kg – PRATA
Ismael Alves – 120,2 kg – BRONZE
Geovania Vieira – 52,2 kg – BRONZE
Mariana Salles e Ivan Santos entram em ação nesta sexta-feira (13) no Empire MMA 9 - Divulgação
Duas jovens promessas do MMA nacional estão escalados para representar o Brasil no Empire MMA 9, maior evento de MMA da Colômbia, que acontece nesta sexta-feira (13) na cidade de Medellín, capital da província montanhosa de Antioquia. Atletas da Pitbull Brothers, equipe dos irmãos Patrício e Patricky Pitbull, Mariana Salles e Ivan Santos já estão em solo colombiano para o evento. Invicto no MMA após duas lutas, Ivan Santos, conhecido como “O Terrível”, vai encarar o chileno Javier Valdebenito pela categoria peso-mosca.
Mariana Salles e Ivan Santos entram em ação nesta sexta-feira (13) no Empire MMA 9 – Divulgação
“Essa será a minha primeira luta internacional e eu estou muito feliz. Eu tenho duas vitórias, uma por nocaute e uma por finalização, e espero vencer mais uma vez pela via rápida. O Javier (Valdebenito) também é um cara da trocação, assim como eu, então acredito que será um grande combate. Mas eu estou muito bem preparado e acredito que vou terminar a luta com um nocaute brutal sobre ele”, garantiu o lutador de 22 anos.
Conhecida como “A Guerreira”, Mariana Salles também fará a sua estreia internacional. Com quatro lutas e três vitórias no MMA, a lutadora de 24 anos terá pela frente a atleta da República Dominicana Dulce Encarnacion. A paraibana da cidade de Santa Luzia garante que está pronta para fazer uma grande apresentação e conquistar a quarta vitória na carreira.
“A minha adversária é do Sambô. Ela é uma atleta agressiva e que anda para frente, buscando sempre finalizar a luta rápido. Mas acho que será uma luta bem estudada. Ela sabe que eu venho da luta agarrada, que sou do Jiu-Jitsu, e que a luta pode ir para chão a qualquer momento. Mas também não descarto a possibilidade de sair um nocaute. Acho que a luta termina no primeiro round, mas eu não tenho pressa. Estou mais do que pronta! Eu sei que fiz um bom camp e estou indo para buscar a vitória. Estou muito confiante”, concluiu.
Professor de Muay Thai na academia Godói Macaco, Luis Azeredo teve bons momentos em pé contra o representante da Chute Boxe
Luiz Azeredo foi o convidado desta edição do RESENHA PVT. Primeiro algoz de Anderson Silva, o ex-lutador, com passagens por Pride e Bellator, narrou os principais momentos daquela luta e também do treino com Spider, que aconteceu depois. O paulista falou sobre seu início nas artes marciais e da chegada na Chute Boxe, onde foi o principal representante da equipe na categoria até 70kg. Mestre de Diego Lima, Azeredo também relembrou do teste de fogo que fez com o pupilo, que hoje lidera a Chute Boxe Diego Lima.
Convidada desta edição do PAPO DE LUTA, Larissa Pacheco revelou detalhes de seu camp para a superluta contra Cris Cyborg, marcada para 19 de outubro, na Árabia Saudita. A bicampeã da PFL também disse o que espera do duelo e sugere que ele pode nem chegar ao segundo round. A paraense, que se mudou para Las Vegas, também analisou o tamanho da compatriota no cenário do MMA mundial. Pacheco também analisou a luta entre Kayla Harrison e Ketlen Vieira e deu algumas dicas para a compatriota. Além disso, a lutadora da PFL também apontou quem deve terminar o ano de 2024 com o cinturão peso-galo feminino do UFC.
Campeão peso-leve de Submission Grapppling do ONE Championship, Kade Ruotolo sofreu uma lesão e foi forçado a sair de sua tão aguardada defesa de título contra Mikey Musumeci no ONE 168, que acontece está sexta (6) em Denver, nos Estados Unidos. Mas um substituto de última hora apareceu para enfrentar Musumeci, que agora colocará o seu título peso-mosca do ONE em jogo contra o atual campeão mundial da IBJJF Bebeto Oliveira.
Musumeci passou os últimos meses se preparando para subir de categoria e desafiar Ruotolo, mas o californiano sofreu uma lesão no Craig Jones Invitational (CJI), onde faturou o prêmio de um milhão de dólares, e precisou deixar o combate. Mesmo não se preparando especificamente para o combate e assumindo a vaga de Ruotolo a menos de 48h para o evento, Bebeto Oliveira representará um grande desafio ao detentor do título peso-mosca.
O faixa-preta brasileiro ostenta títulos mundiais da IBJJF em competições com e sem kimono, bem como títulos Pan-Americanos da IBJJF com e sem kimono. Conhecido por sua guarda habilidosa e um jogo versátil e completo, Oliveira tem sido um dos grandes destaques do Jiu-Jitsu em competições com e sem kimono.
Para tornar as coisas mais interessantes, esta não será a primeira vez que Musumeci dividirá o tatame com o desafiante. Em 2021, os dois se enfrentaram nas quartas de final do Mundial da IBJJF, com o nativo de Nova Jersey saindo com uma vitória por finalização com uma chave de tornozelo.
Mas desde então, Bebeto Oliveira evoluiu o seu Jiu-Jitsu, conquistando vitórias impressionantes sobre nomes como os campeões mundiais da IBJJF Paulo Miyao e Thalison Soares. Além disso, ele tem algumas vitórias sobre o ex-desafiante ao título peso-mosca do ONE Cleber “Clandestino” Sousa.
Nos minutos iniciais o americano encaixou dois bons golpes e levantou sua torcida
De um lado o brasileiro, único lutador na história a conquistar quatro cinturões peso-pesado de eventos diferentes (WEF, RINGS, PRIDE e UFC), do outro o veterano americano, único a conquistar quatro cinturões do UFC em duas categorias diferentes, lutando em casa diante de uma torcida de 14 mil pessoas. Curiosamente as duas lendas vinham de revezes. Minotauro havia acabado de perder o cinturão interino para Frank Mir, enquanto Couture havia perdido o linear para Brock Lesnar. A vitória poderia definir o próximo oponente de Lesnar.
Para completar este card histórico do UFC 102, realizado há 15 anos, no dia 29 de agosto de 2009, na Rose Garden Arena em Portland, mais quatro clássicos entre representantes das duas maiores potenciais do esporte: Demian Maia Vs Nate Marquadt, Gabriel Napão Vs Chris Tuschcherer, Thiago Silva Vs Keith Jardine e Marcus Aurelio Vs Evan Dunham.
Texto e Fotos Marcelo Alonso
Depois da derrota para Frank Mir (UFC 92), que lhe valeu a perda do cinturão interino dos pesados, Rodrigo percebeu naquele momento que precisava fazer uma mudança radical em sua vida. Foi então que, há três meses, decidiu se mudar para os Estados Unidos e, longe dos problemas e tentações da rotina no Rio de Janeiro, se preparar de verdade para enfrentar um dos maiores desafios de sua carreira: derrotar o rei do octagon em casa. Talvez motivado pela péssima atuação de Rodrigo na última luta, Couture tenha chegado muito autoconfiante, exibindo até um certo sorriso irônico na conferência de imprensa. Mau negócio. A postura de Randy pareceu mexer mais ainda com os brios do ex-campeão do Pride. Na manhã da luta, Rodrigo andava de um lado para o outro no quarto dos treinadores, Luiz Alves e Luiz Dórea. “Nunca vi o Rodrigo tão focado. Ele sabe que esta é a luta da vida dele”, revelava Alves a poucas horas do evento, prontamente apoiado pelo parceiro de quarto, Dórea: “o Rodrigo passou três meses internado, só treinando, pode apostar numa vitória”.
No octagon, nem mesmo os quase 14 mil presentes no Rose Garden Arena foram suficiente para vencer a obstinação do baiano de 33 anos, que já foi atropelado por um caminhão aos 11 e conseguiu dar a volta por cima e se consagrar nos ringues de MMA, vencendo gigantes como Bob Sapp e Cro Cop. O combate não poderia ser mais emocionante. Randy sabia que não seria um bom negócio levar o campeão de Jiu-Jitsu para o solo e veio preparado para decidir a luta em pé, vindo com tudo para cima do baiano. Mas com o Boxe afiado, e um poder de absorção acima da média, Rodrigo conseguiu resistir aos bons golpes encaixados pelo veterano de 46 anos nos minutos iniciais e virar a luta levando o wrestler americano para o solo com dois knock downs, que definiram os dois rounds iniciais. Com o wrestler de costas no chão, o campeão de Jiu-Jitsu passeou e chegou perto de finalizá-lo em três oportunidades, mas com o apoio da torcida, Couture se superava e conseguia voltar em pé. O último minuto do terceiro assalto foi um retrato do combate. Minotauro nas costas de Couture tentando estrangulá-lo, o americano conseguindo escapar, caindo na guarda do brasileiro e acertando alguns golpes perigosos. Quando a torcida já começava a gritar, comemorando o que parecia uma reação, Rodrigo raspa e cai montado, até o gongo soar, decretando o fim dos 15 minutos de um combate que, segundo o próprio promotor, Dana White, entrou para a história como um dos melhores destes 16 anos de UFC.
Dórea, Cigano, Rogério, Alonso, Rodrigo e Luis Alves ao final do evento
Outros quatro brasileiros lutaram neste mesmo card. Gabriel Napão e Thiago Silva venceram, mas Demian Maia e Marcus Aurélio foram derrotados.
Invicto com 11 vitórias no MMA, Demian vinha de cinco vitórias no UFC, sendo a ultima uma finalização sobre Chael Sonnen no UFC 95. Contra Marquardt, porém, Demian cometeu um erro no primeiro minuto de luta, ao tentar um low kick, que foi prontamente aproveitado pelo americano, que definiu a luta com um direto de direita.
Reestreando no UFC, Marcus Aurélio travou uma guerra com Evan Dunham, na qual acabou perdendo na decisão. Já Thiago Silva e Gabriel Napão não deixaram nas mãos dos juízes. Napão atropelou o parceiro de treinos de Brock Lesnar, Chris Tuschcherer em 2min27s, já Thiago Silva, que havia perdido sua invencibilidade de 13 lutas para Lyoto Machida, sete meses antes, na luta que definiu quem lutaria com Rashad Evan pelo cinturão, voltou ao octogono atropelando Keith Jardine em 1min35s. As vitórias de Napão, Thiago e Minotauro garantindo uma vitória de virada para o Brasil (3 x 2) nos cinco clássicos contra os americanos que mercaram este UFC 102. Ao final do evento Marcelo Alonso bateu um papo com Minotauro ainda no vestiário.
COMO FOI VENCER O COUTURE EM CASA E COM TODA ESTA PRESSÃO ? Foi um lutão ! e o Couture só valorizou a minha vitória. Ele escapou de todas as minha tentativas de finalização e veio pra cima o tempo inteiro. Ele tentou fazer o jogo dele na grade, mas treinei muito com o Mark Muñoz e outros grandes wrestlers que me deixaram bem na greco romana.
NO PRIMEIRO ROUND, VOCÊ APLICOU UM KNOCK DOWN E TENTOU FINALIZAR COM UM TRIÂNGULO DE MÃO. FICOU SURPRESO QUE ELE TENHA RESISTIDO? Estava bem encaixado, mas estava escorregando um pouco, porque o pessoal do UFC passa vaselina demais no rosto e isso me atrapalhou um pouco. Quando eu passei a mão por debaixo do rosto dele, estava difícil de pegar no biceps, não estava conseguindo pegar direito. Na parte de trocação, o Dórea veio pra cá um mês e meio antes e isso foi muito importante pra afiar meu boxe. Treinei também com o Cigano e com o Anderson, e consegui pegar uma distância boa. No começo estava um pouco difícil, mas achei a minha distância e consegui aplicar bons diretos. Senti que o Randy cantou a pedra. Eu ia jogar o jab, Ele esquivava. Mas é por isso que nunca apliquei um golpe só, sempre em sequência, ai derrubei ele.
O QUE VOCÊ ACHOU DE ENTRAR VAIADO NA LUTA E SAIR APLAUDIDO? Porra, os caubóis me ajudaram, me deixaram com muita raiva e centrado (risos). Eu vi que era aquele gostinho, tinha que estar pronto e preparado. Antes da luta, a gente fez bastante ginástica natural com o Álvaro Romano e bastante respiração e mentalização, controlando isso. “Você está entrando no ginásio, ele está te vaiando… Respira fundo, normaliza a respiração”. Eu fui me preparando para aquela situação, e, graças a Deus, deu certo. Quando eu entrei ali e recebi a vaia, isso não me surpreendeu em nada. Eu sabia que seria assim. Graças a Deus saímos da luta e eu peguei o microfone, falei que foi uma honra lutar com o Randy Couture, que ele sempre foi um dos meus ídolos. Desde 1997 eu acompanho a carreira dele e foi uma honra ele ter aceitado lutar comigo. O próprio adversário me fez treinar tanto e, quando eu falei isso, o público adorou. Eles gostaram da minha apresentação e eu não deixei de enaltecer o cara, que é um ídolo aqui nos Estados Unidos.
O RANDY É UM DOS MAIORES NOMES DO UFC, E NUNCA TINHA PERDIDO UMA LUTA POR DECISÃO. VOCÊ TINHA ESSE RECEIO, DE TERMINAR A LUTA ANTES E EVITAR A DECISÃO DOS JUÍZES? Tentei finalizar, tentei o katagatame, mata-leão nas costas, tentei triângulo de mão três vezes… Tentei no nocaute, quando conectava os golpes ele mostrou que tem queixo e resistência. Ele é o Randy Couture, não tem nem o que falar. guerreiro, atleta olímpico, valorizou bastante a luta… A gente fez uma das melhores lutas do UFC. Foi um lutão.
O ANDERSON TE AJUDOU MUITO NOS TREINOS PARA ESSA LUTA. COMO FOI O APOIO DELE NOS TREINOS? Ele é uma peça fundamental. A gente estava treinando em San Diego, na academia do Brandon Vera e numa outra academia, estávamos com um camp bom, aí o Anderson passou lá com cinco carros… Ele, o Feijão, todo mundo. Eles me mandaram colocar tudo no carro e ir para Los Angeles. O último mês foi perfeito, me deram uma estrutura boa de treino. Treinei com ele todo dia e foi excelente.
VOCÊ JÁ ESPERA UMA CHANCE PELO CINTURÃO? A intenção é essa, vamos ver o que eles oferecem. O Lesnar luta em novembro, então estou esperando. Estou a fim de lutar.
COMO VOCÊ ACHA QUE SERIA UMA LUTA SUA CONTAR O BROCK? ACHA QUE SERIA PARECIDO COM A DO BOB SAPP? Acho que essa luta teria mais trocação. Estou melhor agora na trocação do que naquela época, estou mais experiente em pé. Seria uma luta com muita movimentação, se cair no chão não posso parar com aquele gigante em cima de mim, tenho que estar sempre fugindo o quadril para não deixar ele usar o peso em cima de mim e tentar a finalização. Uma hora a finalização vai sair, e vai ser um lutão.
A primeira encarada entre Minotauro e Couture
Anderson Silva teve participação fundamental na estruturação do camp do amigo em Los Angeles
Anderson Silva e Amaury Bitetti ajudando Minotauro no ultimo treino antes da luta
Anderson Silva e Amaury Bitetti ajudando Minotauro no ultimo treino antes da luta
Após vencer Werdum e Struve, Cigano pega umas dicas com Anderson para a luta com Cro Cop
Após vencer Werdum e Struve, Cigano pega umas dicas com Anderson para a luta com Cro Cop
Após vencer Werdum e Struve, Cigano pega umas dicas com Anderson para a luta com Cro Cop
Minotauro na banheira de gelo após o ultimo treino para a luta com Couture
Wanderlei e Comprido fazendo companhia para Demian na sauna
Já considerado o campeão mais dominante do UFC naquele momento, Anderson passou quase duas horas atendendo os fãs de Portland
Nove meses após a derrota para Frank Mir, Minotauro voltava ao octógono enfrentando Randy Couture em casa
Apoiado por 14 mil torcedores e ciente do momento difícil que Minotauro passava, Couture tentou desestabilizar o brasileiro nos bastidores
Dórea, Cigano, Rogério, Alonso, Rodrigo e Luis Alves ao final do evento
Couture, Dana White e Minotauro na press conference logo após o evento
Anderson Silva teve participação fundamental na estruturação do camp de Minotauro em Los Angeles
Anderson Silva comemorando com o amigo na saída do octógono
Minotauro terminou o terceiro round montado, não deixando dúvidas para os juízes e garantindo a vitória de 3 x 2 do Brasil nos 5 confrontos contra americanos
O último minuto do terceiro round foi um retrato da luta. Minotauro pegou as costas, Couture escapou e caiu por cima, mas o brasileiro raspou
No chão Couture não conseguiu aplicar seu Ground N Pound e acabou sendo raspado diversas vezes pelo baiano
No chão Couture não conseguiu aplicar seu Ground N Pound e acabou sendo raspado diversas vezes pelo baiano
Minotauro aplicou dois knock downs nos rounds iniciais que obrigaram Couture a se expor no terceiro round para tentar definir a luta
Minotauro aplicou dois knock downs nos rounds iniciais que obrigaram Couture a se expor no terceiro round para tentar definir a luta
Minotauro aplicou dois knock downs nos rounds iniciais que obrigaram Couture a se expor no terceiro round para tentar definir a luta
Minotauro aplicou dois knock downs nos rounds iniciais que obrigaram Couture a se expor no terceiro round para tentar definir a luta
Com o boxe muito afiado Minotauro encontrou a distância e passou a levar melhor
Nos minutos iniciais o americano encaixou dois bons golpes e levantou sua torcida
Nos minutos iniciais o americano encaixou dois bons golpes e levantou sua torcida
Couture mostrando tranquilidade ao início do combate
Brock Lesnar assistindo seu pupilo ser nocauteado por Gabriel Napão no 1º round
Sete meses após sofrer a primeira derrota para Lyoto Machida, Thiago Silva voltou ao octogono nocauteando Keith Jardine
Sete meses após sofrer a primeira derrota para Lyoto Machida, Thiago Silva voltou ao octogono nocauteando Keith Jardine
Após 11 vitórias consecutivas, Demian perdeu sua invencibilidade para Nate Marquardt
Após 11 vitórias consecutivas, Demian perdeu sua invencibilidade para Nate Marquardt
Botafogo Judô conquistou três troféus na competição - Foto: Divulgação
Com uma performance que lhe rendeu 27 medalhas, incluindo sete de ouro, o Botafogo Judô foi um dos destaques da 17ª edição da tradicionalíssima Copa Rio Internacional, realizada na última semana, no Rio.
Botafogo Judô conquistou três troféus na competição – Foto: Divulgação
Uma das competições mais concorrida do Brasil, a Copa Rio Internacional teve a participação de mais de 1200 atletas, com agremiações de 18 estados do país, além de competidores de outras nacionalidades.
Segunda melhor equipe na classe sub-13, terceira na de veteranos e quarto em geral, o Botafogo Judô voltou para casa com três troféus. Treinador do time alvinegro, o sensei Jomar Carneiro celebrou as conquistas.
“A nossa participação linear em todas as classes disputando medalhas e troféus nas primeiras colocações nos trouxe ao quarto lugar geral, um grande resultado para uma equipe que tem menos de dois anos de fundada”, destacou.
“A Copa Rio Internacional fez sua 17º edição e eu participo desde a primeira. Foi a primeira grande Copa do país e continua sendo extremamente disputada, mesmo já tendo mais de três décadas”, completou.
Outro treinador alvinegro que teve presença fundamental na arena durante as mais de 30 horas de competição da Copa Rio Internacional, o sensei Pablo Lino também exaltou o resultado obtido pela equipe.
“Clubes de grande expressão nacional estiveram na Copa Rio Internacional e nossa equipe disputou medalhas com todos eles. Foi uma grande experiência para nossos atletas”, enfatizou o técnico.
O próximo compromisso do Botafogo Judô será no Campeonato Estadual por equipes, agendado para os dias 28 e 29 de setembro, no ginásio poliesportivo do Olaria Atlético Clube, na Zona Norte do Rio.
Brasileira luta nesta sexta-feira - Divulgação/ONE
A sensação brasileira Victoria “Vick” Souza vai em busca de sua terceira vitória na categoria peso-átomo de MMA contra a estrela americana Alyse “Lil’ Savage” Anderson no ONE 168, que acontece nesta sexta-feira (6) em Denver, no Colorado. A catarinense sabe que não enfrenta apenas a torcida local, que estará apoiando a sua adversária, mas que também estará diante de uma oponente de alto nível.
Brasileira luta nesta sexta-feira – Divulgação/ONE
“Ela é uma lutadora muito rápida Ela gosta de golpear, gosta de responder rapidamente aos golpes e contra-ataca muito. Então, eu acho que o que a torna perigosa é a sua velocidade. Mas ela tem uma boa envergadura também. Esses são seus pontos fortes. Mas não vejo suas fraquezas. Ela é uma lutadora completa e muito perigosa”, analisou a brasileira.
Diante da qualidade de sua próxima adversária, Vick aumentou seus esforços no seu camp de treinamento para garantir que esteja preparada para todas as possibilidades. Ela se concentrou, principalmente, em melhorar seu condicionamento físico e aprimorar as suas habilidades em pé e no chão.
“Treinei muito a parte de condicionamento. Estou muito mais rápida e mais forte [do que antes]. E apesar de todas as qualidades de Alyse, acredito que minhas qualidades me tornam uma lutadora melhor do que ela. Minha força e velocidade serão as minhas maiores vantagens. Ela sentirá muito o poder dos meus golpes. Ela sentirá o poder das minhas mãos”, garantiu Vick.
Vick em alta após a melhor vitória da carreira
Victoria Souza não teve nenhuma luta fácil no ONE Championship, enfrentando oponentes difíceis em todas as quatro lutas que fez até aqui. Em sua última luta, no ONE 167, ela enfrentou a japonesa Itsuki Hirata e teve uma das melhores performances de sua carreira. Antes desse combate, as únicas derrotas de Hirata haviam sido por decisões apertadas contra adversárias de elite da divisão peso-átomo de MMA. Por isso, a vitória de Vick por finalização no primeiro round com uma guilhotina foi um triunfo enorme.
“Eu realmente gostei do meu desempenho na minha última luta. Eu esperava golpear por três rounds. Meu objetivo contra Itsuki não era ir para o chão. Eu tinha treinado para ficar três rounds defendendo quedas e golpeando, mas a oportunidade da guilhotina surgiu e percebi que estava bem posicionada. Eu já estava indo para o lado dela, mas quando vi que estava preso (o pescoço), voltei e puxei para a guarda para ajustar a finalização”, concluiu.
Irmã do lutador Vitor Belfort, Priscila desapareceu em 2004 ao sair do trabalho para almoçar no Rio de Janeiro e nunca mais voltou. Vinte anos se passaram desde então e o mistério ainda não foi solucionado pela polícia do Rio de Janeiro. O drama da família Belfort será relembrado no documentário “Volta Priscila” que será lançado no Brasil no dia 25 de setembro na Disney+. Dividido em quatro capítulos, o documentário foi produzido pela própria Disney+ e revisita o caso que abalou o país.
Priscila Belfort desapareceu em 9 de janeiro de 2004. Na época, a irmã de Vitor trabalhava na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do Rio de Janeiro e foi sequestrada ao sair do local para almoçar. Desde então, ela nunca mais foi vista. Entre teorias e pistas falsas, a busca por ela é interminável, cheia de caminhos tortuosos, personagens obscuros e mais perguntas do que respostas, em um enredo que envolve polícia, tráfico de drogas e a grande mídia. Priscila tinha 29 anos na época de seu desaparecimento e teria 49 anos atualmente. Um pedido de resgate nunca foi feito pela libertação da vítima, algo que foi destacado desde o início das investigações. A polícia aponta o caso como um possível homicídio, mas a família acredita que a irmã de Vitor ainda está viva.
A série foi criada por Eduardo Rajabally, com pesquisa de Bruna Rodrigues e colaboração da família Belfort.
“É impossível descrever a dor diária que vivemos há 20 anos, dia após dia. Nossa família colaborou fornecendo depoimentos, fotos e vídeos inéditos. O documentário vai mostrar por que ainda temos fé em encontrá-la”, disse Belfort ao PVT.
Segue abaixo o trailer do documentário que será lançado pela Disney Plus no Brasil no dia 25 de setembro.