O PAPO DE LUTA desta edição analisou as chances do exército brasileiro liderado por Gilbert Durinho que entrará em ação no UFC do próximo sábado, incluindo o duelo 100% verde e amarelo entre Jessica Andrade e Natalia Silva, nos pitacos.
Carlão e Alonso também avaliaram a possibilidade de Caio Borralho x Israel Adesanya e sobre qual deve ser o próximo desafio de Charles do Bronx: cinturão interino contra Tsarukyan? Luta contra Volkanovski?
A análise precisa de Alex Poatan sobre a derrota de Israel Adesanya para Du Plessis, o dia em que Rodrigo Minotauro calou a arena ao vencer Randy Couture e os resultados do LFA 191 também foram assuntos.
Rio de Janeiro é um dos protagonistas do Judô no Brasil - FJERJ
Uma das modalidades mais tradicionais e vitoriosas do Brasil em Olimpíadas, o judô tem recebido um impulso significativo no Rio de Janeiro, graças ao apoio da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer e da Light, via lei de contrapartida social.
Rio de Janeiro é um dos protagonistas do Judô no Brasil – FJERJ
Além de descobrir e desenvolver novos talentos do judô fluminense, essa parceria não apenas fortalece a prática do esporte, mas também promove o desenvolvimento social e a inclusão de jovens em situação de vulnerabilidade.
“O judô é mais do que uma prática esportiva; é uma ferramenta de transformação social. Através do apoio da secretaria e da Light, projetos de judô têm sido implementados em comunidades, proporcionando aos jovens a oportunidade de se desenvolverem não apenas como atletas, mas também como cidadãos”, destaca Jucinei Costa, presidente da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro.
Com recursos destinados a treinamentos, competições e infraestrutura, a Light e a secretaria têm contribuído para que o judô se torne acessível a um número cada vez maior de jovens no estado.
O suporte contínuo permite aos atletas a chance de participar de competições regionais, nacionais e até internacionais, elevando o nível técnico e a visibilidade do judô no Rio de Janeiro.
Jason foi campeão do TUF Brasil - Foto: Divulgação/FNC
Campeão do primeiro TUF Brasil e ex-lutador do UFC, Rony “Jason” Mariano terá mais uma grande oportunidade em sua carreira para conquistar um título internacional no MMA. Nesta sexta-feira (7), o atleta da Pitbull Brothers vai desafiar o atual campeão peso-pena Jordan Barton no Fight Nation Championship (FNC), maior evento de MMA da Croácia. Para sair com o cinturão, Jason aposta no seu Jiu-Jitsu para derrotar o rival inglês, que tem como ponto forte a luta em pé.
Jason foi campeão do TUF Brasil – Foto: Divulgação/FNC
“O Barton é muito bom na parte de striking e tem um ótimo currículo com seis nocautes. Isso mostra como ele é um cara perigoso na luta em pé. Ele tem a mão muito dura, mas comete muitos erros. Ele tem um ótimo direto, mas muitas vezes ele vai golpear e acaba baixando a mão esquerda. Então eu posso trabalhar em cima disso, mas também posso trabalhar a parte de grappling. Eu acredito que, se eu colocar essa luta para baixo, terei uma chance maior de vitória. Então, para conquistar esse cinturão, está na hora de usar o meu Jiu-Jitsu”, disse o cearense.
Essa será a segunda chance de Rony Jason conquistar o cinturão da organização. Na primeira oportunidade, em março de 2022, quando fazia a sua estreia no FNC, ele foi escalado para disputar o título contra o croata Daniel Bazant um dia antes do evento, e acabou sofrendo uma derrota polêmica por decisão dos juízes.
“Eu considero que essa é a primeira vez, porque na outra eu fiquei sabendo que lutaria pelo cinturão na noite anterior a luta. Eu cheguei às 21h no hotel na Croácia e me disseram que no dia seguinte às 9h eu precisava bater o peso para disputar o cinturão. O meu contrato era para uma luta de três rounds de cinco minutos e quando eu cheguei lá já estava tudo programado por eles para uma luta de cinco rounds pelo título. Montaram uma armadilha pra mim. Foi a minha primeira luta de cinco rounds na carreira e eu fui até o final”, contou Jason.
Dessa vez Rony Jason chega bem preparado e embalado para essa disputa de título. Vindo de três vitórias seguidas, duas delas pelo Fight Nation Championship, o veterano do MMA garante que irá cumprir a promessa de levar um cinturão mundial para a sua cidade natal.
“Dessa vez eu me preparei melhor sabendo que vou lutar cinco rounds e espero conquistar o cinturão para Quixadá. Essa foi uma promessa que eu fiz, que um dia ganharia um cinturão mundial para a minha cidade e levaria para a Praça do Leão”, concluiu Jason.
Mestre Mão Branca e seu atleta Wendel Cobra - Divulgação
O Brasil é um celeiro de estrelas nas artes marciais e o berço da capoeira. William Douglas Guimarães, o “Mestre Mão Branca”, é um dos ícones do esporte, praticante desde os anos 1970 e fundador do grupo Capoeira Geral, além de presidir a ICA (International Capoeira Association) nos Estados Unidos.
Mestre Mão Branca e seu atleta Wendel Cobra – Divulgação
Ele treina alguns nomes da luta, como o lutador de MMA Wendel “Cobra” Araújo, que, sob seu comando, conquistou, pela terceira vez, o cinturão do evento VMB (Volta ao Mundo Bambas), no dia 20 de julho, em Los Angeles.
“Acredito que hoje a capoeira está se tornando cada vez mais popular nos Estados Unidos, não apenas pela parte fitness, que desperta o interesse de muitas pessoas, mas também pelo lado profissional, que tem crescido bastante. Hoje o VMB tem grande visibilidade aqui, e novas marcas estão surgindo no mercado. O público parece gostar cada vez mais do esporte”, explicou.
Mão Branca, que foca no desenvolvimento e treinamento de atletas, também citou Cezar “Mutante”, ex-lutador do UFC que lutará na edição do VMB em Brasília no dia 12 de outubro.
Além dos treinos, Mão Branca é frequentemente convidado para ministrar workshops, fazer apresentações e dar palestras pelos Estados Unidos, onde mora atualmente.
Ao todo, 27 atletas se tornaram campeões nacionais - Divulgação/CBBoxe
As jovens promessas do boxe brasileiro apresentaram um ótimo nível no Campeonato Brasileiro Cadete e Juvenil de boxe, que aconteceu de 29/8 a 5/9, em Foz do Iguaçu-PR. Ao todo, 27 atletas se tornaram campeões nacionais. Destaque para o tetracampeonato do baiano Samuel Rosa dos Santos e o inédito título de Arrisson Junior, de Roraima, que é o primeiro atleta indígena campeão brasileiro de boxe.
Ao todo, 27 atletas se tornaram campeões nacionais – Divulgação/CBBoxe
Oito campeões nacionais foram conhecidos no dia 4
A sessão de finais começou com o feminino, na categoria até 48kg, com o embate entre Sabrina Lima (RJ) e Elissandra Santos (BA). A atleta da Bahia foi superior na maior parte do combate e ficou com o título com uma vitória por unanimidade. Em seguida, foi a vez da paulista Camila Amorim Silva derrotar Fauana Silva (BA) por RSC para levar o seu segundo título brasileiro no peso galo (54kg). No peso pena (até 57kg), Maria Luisa Castro (RJ) enfrentou Sara Campos (RS). A gaúcha de Uruguaiana pressionou a adversária logo no primeiro round para encerrar a luta por RSC e levar a medalha de ouro.
Uma das disputas mais acirradas do dia veio nos 60kg feminino. A baiana Maira Alexandra Alves ganhou da atual campeã brasileira, Anna Beatriz Souto (DF) por 3 a 2 para ficar com o título. A última final feminina do dia veio na categoria até 66kg entre Dyovana Lopes (PR) e Jamile Santos (BA). A pugilista da Bahia encerrou o combate no segundo round, por RSC para ganhar a luta.
No masculino, foram três finais nesta quarta-feira. Na categoria até 54kg, Mateus Alves (BA) enfrentou João Candido (RJ). O representante do Rio de Janeiro dominou a luta e vencer por 5 a 0 para levar a medalha de ouro.
Mais 19 foram corados no dia 5
Na sequência, foi a vez da final dos 60kg entre Renzo Santana (PA) e Emanuel Guimarães (ES). O paraense ganhou o combate por 3 a 2 para ficar com o título. Por fim, fechando o primeiro dia de finais, veio a disputa do título da categoria até 66kg. Matheus do Nascimento (RJ) venceu Isaac Araújo (SP) em uma decisão unânime dos juízes para se tornar campeão brasileiro.
O dia começou com as últimas seis finais do cadete, reunindo atletas de 15 e 16 anos. Nos 50kg feminino, em uma final acirrada, Maria Oliveira (RJ) venceu Dayllane Moreira (RJ) por 3 a 2. Em seguida, nos 52kg, Adrielly Aragão (SP) bateu Ketteley Passos (BA) também por 3 a 2. Nos 50kg masculino, a vitória foi de Bruno Silva (BA) que derrotou Daniel Bernarbe (RJ) por 3 a 2. Em seguida, na final dos 57kg, Maicon Reis (BA) superou Abias Barreto por 3 a 2 para ficar com a medalha dourada.
Um resultado histórico aconteceu na final da categoria até 63kg masculino. O roraimense Arrison Junior ganhou o ouro, após vencer Leonardo Schaitel (SC) em uma decisão unânime da arbitragem. Arrison é do povo Macuxi e se tornou o primeiro atleta indígena campeão brasileiro de boxe. Por fim, na categoria até 75kg, Claudio Souza ganhou de Jean Bahiense (BA) por 5 a 0 para ficar com o título brasileiro.
Finais do juvenil
Na sequência, aconteceram as finais femininas do juvenil, para atletas de 17 e 18 anos. A primeira campeã foi a baiana Ilana Daltro, que superou Agatha Goes (SP) por 5 a 0 nos 51kg. O segundo ouro da Bahia veio na categoria até 54kg com Thifany Barbosa. Ela ganhou de Ana Lívia Linhares (MG) por unanimidade. Outra que dominou a sua luta e venceu na opinião de todos os juízes foi a carioca Letícia Brito, que levou o ouro nos 57kg ao superar Jessica Coutinho (BA).
Nos 65kg, Daniela Dias (SP) pressionou Yasmim Correia (PB) durante a luta inteira. Após a terceira abertura de contagem, a abritragem definiu a vitória de Daniela por RSC. Fechando as finais femininas, Ana Gabriela Maia (DF) venceu Julia Olveira (SP) por 5 a 0 para se tornar campeã brasileira.
Nos 50kg masculino, o baiano Gabriel Assis se tornou bicampeão brasileiro ao derrotar Fabrício Chaves (RJ) por 5 a 0. Já nos 55kg, Alisson dos Santos (BA) venceu Isaac Veloso (PA) pelo mesmo placar. Na final dos 60kg, Givaldo Neto (SC) foi desclassificado, com o ouro ficando com Icaro Silva (PB).
Um dos principais resultados do dia veio na categoria até 65kg, com a vitória de Samuel Rosa dos Santos (BA) superando Ithalo Cardoso (ES) por 4 a 0. Assim, o baiano se tornou tetracampeão brasileiro. Outro que foi imponente na sua categoria foi o paulista Yuri Alves, que venceu Rikelmy Mariano (SC) por RSC ainda no primeiro round, para levar o ouro nos 75kg.
Para fechar a competição, mais duas medalhas de ouro para a Bahia. Nos 80kg, Samuel Cardoso venceu Marcos Bastos (MT) por 5 a 0. Em seguida, Felipe Aleixo derrotou Cauê Souza (SP) para ficar com o título.
Veja abaixo todos os campeões:
Resultados cadete – dia 04/09
48kg feminino – final:
Sabrina Lima (RJ) 0 x 5 Elissandra Santos (BA)
Destaque foi Letícia Brito, eleita a melhor lutadora até 57kg na classe juvenil - Divulgação
Com 14 medalhas, sendo quatro de ouro, a seleção do Rio de Janeiro ficou com o segundo lugar geral entre estados no Campeonato Brasileiro de Boxe, na classe cadete, e terceiro na juvenil. Organizada pela Confederação Brasileira de Boxe (CBBoxe), a competição foi realizada de 29/8 a 6/9, em Foz do Iguaçu-RJ.
O Campeonato Brasileiro de Boxe Cadete e Juvenil é a principal competição de categoria de base do cenário nacional e reúne os melhores talentos de cada estado. Presidente da Federação de Boxe do Estado do Rio de Janeiro (FBERJ), Eduardo Cardoso celebrou a performance do time fluminense.
“Estar entre os melhores estados no desenvolvimento da base é um dos grandes objetivos da federação desde o início da nossa gestão, e ficou muito feliz por cada resultado alcançado nas competições, que mostra que estamos no caminho certo”, destacou o dirigente.
Destaque foi Letícia Brito, eleita a melhor lutadora até 57kg na classe juvenil – Divulgação
Um dos destaques da competição foi a carioca Letícia Brito, de 17 anos. Campeã na categoria até 57kg da classe juvenil, ela foi eleita a melhor lutadora juvenil feminino deste Campeonato Brasileiro. Aluna do Instituto Todos na Luta e moradora do Vidigal, Letícia é uma das promessas do boxe fluminense oriunda de projeto social.
“O apoio da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer, que nos ajuda com a parte logística, é fundamental para manter os jovens talentos se dedicando. Isso estimula não só os nossos campeões, mas também aqueles que não medalharam e os que sequer viajaram, a seguir se dedicando por resultados melhores”, frisa Cardoso.
Ex-campeão peso-galo de MMA do ONE Championship, John Lineker fará a sua estreia no Muay Thai nesta sexta-feira (6), quando enfrentará Asa “The American Ninja” Ten Pow – um dos melhores lutadores de Muay Thai dos Estados Unidos – no ONE 168, que será realizado no Ball Arena, em Denver, no Colorado. Com 18 nocautes em seu currículo, Lineker se estabeleceu como um dos strikers mais eletrizantes a competir no MMA, mas contra “The American Ninja” ele sabe que enfrentará um desafio totalmente novo.
Linekerluta nesta sexta (Foto: Divulgação)
“O Asa Ten Pow é um cara de trocação, especialista nessa área e que já está acostumado a lutar sob as regras do Muay Thai. Ele é um atleta muito duro e técnico, e que se movimenta muito. Ele usa chutes e ataques frontais muito bem. Ele também trabalha bem com socos diretos e usa muito os cotovelos. Ele é um cara rápido, técnico e versátil. Vai ser uma luta muito dura, mas vou fazer tudo que puder para neutralizar seus pontos fortes e acertar o meu jogo. Tenho certeza de que faremos uma excelente luta”, disse Lineker.
Apesar de estrear em um nova modalidade contra um verdadeiro especialista na área, Lineker pretende seguir o mesmo plano de jogo que ele usou ao longo de sua incrível carreira no MMA – partir para cima com tudo até que o homem à sua frente não esteja mais de pé.
“Eu sempre procuro o nocaute, e não será diferente desta vez. Vou procurar o nocaute o tempo todo, round por round, e espero conseguir. Eu me vejo nocauteando Asa Ten Pow, porque é disso que eu gosto e é isso que eu faço quando entro no cage”, garantiu.
Foco no MMA
Por mais animado que esteja para a sua estreia no Muay Thai, John Lineker garante que ainda tem muito o que fazer no MMA. Ele diz que está aberto a outras superlutas na organização asiática, mas como desafiante número 1 do MMA no peso-galo, Lineker continua focado em recuperar o cinturão da categoria.
“Não pretendo mudar para o Muay Thai, mas quero continuar fazendo essas lutas especiais do ONE. Agora eu vou lutar no Muay Thai, mas quem sabe eu também não lute na divisão de Submission Grappling ou faça uma superluta com regras especiais? Tudo está na mesa. Quero me testar cada vez mais. Mas meu foco é o MMA. É onde quero continuar trabalhando”, concluiu.
Trio da CMSystem triunfou em agosto - Foto: Divulgação
Agosto foi um mês positivo para a CMSystem. Liderada por Cristiano Marcello, a equipe conquistou três grandes vitórias em grandes eventos internacionais.
Trio da CMSystem triunfou em agosto – Foto: Divulgação
No polonês KSW, maior evento de MMA da Europa, o peso pesado Matheus Buffa venceu Szymon Bajor por decisão unânime.
“Foi uma vitória dominante que o alçou ao segundo lugar do ranking dos pesos pesados”, celebrou Cristiano Marcello.
No último fim de semana, foi a vez de Mackson Lee e Rafael Miniman terem os braços levantados, no norte-americano LFA.
O peso-galo Mackson Lee finalizou Mateus Soares no segundo round, emendando a oitava vitória em oito lutas, todas por via rápida.
“O Mackson mostrou, com seus 1,84m de altura e 61kg, que chegou forte ao LFA, finalizando outro prospecto nacional e botando o pé na porta”, enfatizou Cristiano.
Por fim, o também peso-galo Rafael Miniman superou João Lucas Costa por decisão unânime e anotou a sétima vitória consecutiva, a 12ª em 16 lutas.
“O Miniman mostrou que é o número um do Brasil até 61kg. Venceu mais um oponente duríssimo, mostrando muita versatilidade”, exaltou o líder da CMSystem.
Agendada para os dias 6 e 7 de setembro, na Arena da Juventude, no bairro de Deodoro, no Rio de Janeiro, a 17ª edição da Copa Rio Internacional de Judô prevê a participação de cerca de 1.300 atletas de 20 estados diferentes e também de outras nacionalidades, divididos em mais de 130 agremiações.
Jucinei Costa é presidente da FJERJ – Divulgação
Promovido pela Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro (FJERJ), a competição é uma das mais importantes do calendário da modalidade no país e tem o intuito de promover o intercâmbio entre judocas fluminenses e de outros estados.
“É um evento de sucesso que visa contemplar os atletas do Rio proporcionando esse intercâmbio. Vale lembrar que nem todos os atletas têm acesso ao Campeonato Brasileiro, então, trazendo uma competição desse nível para o Rio, só faz o nosso judô crescer”, destaca o presidente da FJERJ, Jucinei Costa.
Isso explica o fato de o judô do Rio de Janeiro atualmente ser um dos protagonistas do cenário nacional.
“O judô do Rio vem crescendo a cada ano. Tradicionalmente sempre fomos fortes, mas houve um período antes de assumirmos a gestão que nem no top 5 do Brasil a gente figurava, e hoje a gente briga pelas primeiras posições em todas as classes do Campeonato Brasileiro, do sub-13 ao adulto”, celebra o presidente da FJERJ.
Grande parte dos judocas do Rio de Janeiro são oriundos de projetos sociais, que ganharam força a partir do apoio pela Secretaria Estadual de Esporte e Lazer via contrapartida social, o que abriu portas para que empresas privadas investissem nos esportes amadores. No caso da FJERJ, a parceria é com a Light.
“O apoio é fundamental para o crescimento dos esportes. A nossa parceria com a Secretaria de Esportes do Estado é essencial para que a gente ajude essa garotada a prosperar no judô e chegar a algum lugar. Arrisco a dizer que 80% das agremiações filiadas à nossa Federação são projetos sociais”, explica Costa.
“Professores que se dedicam ao judô para atender em comunidade, com o processo inicial educacional que o judô propicia. Não é fácil, financeiramente, manter um jovem com potencial se dedicando ao judô. Essa parceria ajuda para, entre outras coisas, facilitar o acesso dessa garotada às competições”, completa.
Problema espera avançar no torneio do PFL e encarar brasileiro (Foto: Cooper Neill/PFL)
Em preparação para a grande luta contra Francis Ngannou na PFL, marcada para 19 de outubro, na Arábia Saudita, Renan Problema conversou com Marcelo Alonso nesta edição do CONEXÃO PVT.
Além de analisar tecnicamente o duelo, o atual campeão peso pesado da organização também falou do encontro com o adversário nos bastidores e do mal entendido sobre sua declaração na coletiva de imprensa.
O brasileiro também relembrou sua história, desde o assentamento de terra onde morou no interior de Goiás; passando pelos perrengues no Rio de Janeiro, onde comia uma vez por dia e dormia em cima do kimono; até a consagração que lhe rendeu o milhão de dólares.