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Como derrota para Patrick Gaudio numa seletiva do ADCC fez Borrachinha migrar para o MMA

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Embora atualmente seja dono de uma das trocações mais perigosas do UFC, Paulo Borrachinha tem origem no Jiu-Jitsu. E foi justamente numa derrota para Patrick Gaudio numa seletiva de ADCC que o mineiro decidiu migrar para o MMA. A revelação foi feita pelo irmão e mentor do peso médio, Carlos Borracha, em entrevista ao CONEXÃO PVT na semana passada. Assista:

UVF 6: Carlão vinga Jiu-Jitsu no 1º confronto com o Wrestling em igualdade na balança

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Randleman e Carlão fizeram a final do UVF 6

Depois de vencer 3 lutas e se consagrar campeão do UVF 4 em pleno Rio de Janeiro, como relatei aqui na semana passada, Kevin Randleman, discípulo do bicampeão do UFC Mark Coleman, conseguiu algo inimaginável: unir os rivais Jiu-Jitsu, Luta-Livre e Muay Thai em prol de um objetivo em comum: dar um cala-boca no marrento americano. 

O fato é que a declaração do representante da Hammer House, publicada no Jornal do Brasil, dizendo que esperava algum representante do Jiu-Jitsu com coragem de enfrentá-lo na próxima edição, mexeu com os brios de toda a comunidade da luta no Rio de Janeiro. 

E se no UVF 4 os promotores Sérgio Magnago e João Alberto Barreto tiveram dificuldades para chegar a um acordo financeiros com representantes das principais equipes, no UVF 6 sobraram currículos. 

Mario Sukata (Jiu-Jitsu), Ebenezer Braga (Muay Thai e Luta-Livre) e Carlão Barreto (Jiu-Jitsu Carlson Gracie) foram os escolhidos para representar o Brasil no torneio UVF 6, realizado no dia 3 de maio de 1997, na extinta casa de shows Metropolitan. 

DA GRADE PARA A CORDA DE SISAL

A possibilidade de ocorrer na final do torneio o maior clássico do Vale-Tudo mundial, entre o Jiu-Jitsu (Carlson Gracie) e o Wrestling (Hammer House), pela primeira vez em igualdade de condições na balança, fez a torcida comparecer em peso. Quase 5 mil lotaram o Metropolitan para empurrar os brasileiros. 

Vale contextualizar que além da vitória de Randleman no UVF 4, havia acabado de rolar os clássicos: Fábio Gurgel vs Mark Kerr e Murilo Bustamante vs Tom Erikson. E naquele momento Mark Coleman era unanimemente considerado o maior pesado do mundo. Diante deste contexto mundial até a rivalidade histórica entre Luta-Livre / Muay Thai e Jiu-Jitsu ficou de lado e, pela primeira vez, as modalidade se uniram empurrando Ebenezer, Sukata e Carlão. 

Mas infelizmente a organização não esteve à altura. Os problemas começaram no palco do show. O octógono não chegou de Campos e os promotores tiveram que recorrer ao ringue do falecido professor de boxe Santa Rosa. 

A poucas horas do show, Randleman descobriu que não lutaria num octógono e se revoltou. “Sou um wrestler, não vou lutar neste pedaço de merda”. Coleman passou maus bocados para convencer o amigo.

Já na montagem a poucas horas do evento uma das cordas arrebentou, sendo substituída por uma de sisal: “Assim que eu cheguei no ginásio me avisaram que o Coleman já tinha visto a corda e estava treinando os americanos para me jogarem ali, pois ela não resistiria. Lembro que na hora não acreditei, mas foi o que de fato ocorreu. Logo na minha primeira luta, a primeira coisa que o Geza Kallman (130kg) fez foi me empurrar na corda de sisal. A corda não suportou nossos quase 240kg e arrebentou. Eu bati as costas no tablado, dei uma trepada na costela e cai de cabeça no chão com ele em cima de mim. Imagina multiplicado meu peso com o dele, poderia ter sido algo muito mas grave, mas graças a Deus, consegui voltar para a luta”, relembra Carlão. Quando a luta foi reiniciada, Barreta aproveitou o primeiro ataque de Kalman para finalizá-lo com uma guilhotina a pouco mais de 3minutos de combate.

Na sequência seu adversário seria definido em apenas 5 segundos. Tempo que o grandalhão americano Dan Bobish de 150kg demoraria para nocautear o boxer Jucymar Hipólito. 

O GUERREIRO EBENEZER      

Se Kevin Randleman pensou que teria caminho fácil até a tão aguardada final com Carlão, se surpreendeu logo na primeira luta do torneio, quando enfrentou um dos mais duros representantes do Muay Thai brasileiro, Ebenezer Braga, que já tinha 9 lutas de Vale-Tudo e apenas uma derrota para Jorge Pereira. 

Ebenezer tinha operado o joelho há quinze dias mas decidiu aceitar o desafio. “Lembro que logo na pesagem falei para o Luiz, quer apostar quanto que vão me dar de cara aquele negão mais forte ? Não deu outra”, relembra o niteroiense, que apesar de representar a Luta-Livre e Muay Thai levantou até a torcida do Jiu-Jitsu com sua raça. Ebenezer teve participação fundamental no torneio, pois cansou Kevin Randleman em 20 minutos de luta. Depois de arremessar o brasileiro diversas vezes e usar sua conhecida explosão para aplicar golpes duríssimos, o americano venceu na decisão. “Quando ele me derrubava e tentava me atacar com socos, acabava sendo pior para ele, porque os braços dele eram curtos eu revidava com cotoveladas que machucavam muito”, relembra o guerreiro, que na época trabalhava colocando postes na região dos lagos e, mesmo estando todo machucado, teve que seguir para o trabalho. “Não deu nem para dormir esta noite, tomei uns anti-inflamatórios e parti para pregar meus postes”, conta o primeiro atleta de Cristo do Vale-Tudo nacional, 

Enquanto isso no mesmo lado da chave o outro representante brasileiro, Mario Sukata, vencia Gary Goodridge, que aos 6 minutos pediu para parar sem nenhuma razão aparente, quando o paraibano o havia cinturado. 

Randleman abriu o torneio fazendo uma guerra de 20 minutos com Ebenezer

SELO DE QUALIDADE CARLSON GRACIE

Quando esfriou no vestiário, Carlão passou a sentir as dores da costela contundida na queda, mas graças ao excelente trabalho de recuperação da equipe conseguiu voltar bem. “Como me chamaram muito em cima e eu não havia aquecido, o Carlson falou para eu andar um pouco antes de entrar no Bobish, mas eu burramente optei por derrubar logo”, lembra Carlão, que na entrada levou um direto de esquerda e já caiu seminocauteado. “Eu via uns 4 Dan Bobish na minha frente. Mas o grande erro dele foi não esperar, quando ele veio pra cima e deu o primeiro soco eu acordei, fiz guarda e acabei pegando ele num triângulo”, conta Barreto, que voltou para o vestiário ainda mais confiante esperando Randleman para a tão aguardada batalha final. “Sentia como se a honra do Jiu-Jitsu e do Carlson tivessem na minha mão, a cada vitória o ginásio vinha abaixo, eram 5 mil pessoas gritando Jiu-Jitsu ! Jiu-Jitsu!”, recorda Barreto, lembrando que tinha plena convicção que o mestre seria o seu diferencial. “O Carlson tinha esta coisa de fazer você acreditar que ninguém poderia vencê-lo. Lembro dele falando no vestiário: “Fica tranqüilo, se ele entrar na sua guarda você vai pegar, você finaliza qualquer um”, e Aquilo entrava na minha cabeça como um selo de qualidade”.     

Se Carlão demorou 7min47s para finalizar Bobish, Randleman se desgastou por quase 12 minutos para vencer Mario Sukata, que havia eliminado Gary Goodridge. O americano derrubou e passou a maior parte da luta na meia guarda tentando socar o brasileiro. Sukata chegou a fechar um triângulo, mas o americano saiu, voltando a golpeá-lo da meia-guarda. A 11min24s o brasileiro cansou e resolveu desistir. 

“COLEMAN ! SILIPI, SILIPI, SILIPI” 

Na atual conjuntura do MMA, vale frisar que, num evento sério, como o UFC, nem haveria final, afinal de contas nenhuma comissão atlética aprovaria uma luta entre o brasileiro que já havia lutado 13 minutos, quebrado uma costela e sofrido um knock down e o americano que já tinha lutado mais de 32 minutos e tinha o olho direito totalmente fechado em conseqüência dos golpes de Ebenezer, mas como o UVF 6 foi realizado em 1997 nas regras do Vale-Tudo, Carlão e Randleman subiram ao ringue diante de uma barulhenta torcida que chegou a jogar um copo de coca-cola cheio nas costas de Coleman, obrigando Belfort e Bustamante a subirem no ringue para acalmar os ânimos. “O Coleman é um grande lutador e merece respeito”, disse Belfort, prontamente complementado por Bustamante: “Quando lutamos lá fora somos bem tratados, se o Randleman vencer, vamos aplaudir”, pediu Murilo. 

Ambos chegaram a final totalmente desgastados, começando o combate com muita cautela . Carlão aos poucos foi tomando a iniciativa, chutando o oponente, meio que torcendo para que o americano o puxasse para a guarda. Nada acontecia até que em torno de 10 minutos, Barreto puxa para a guarda e começa a atacar com socos e cotoveladas. Bastante desgastado Randleman praticamente não reagia, abrindo espaço para o brasileiro tentar uma omoplata e, logo na sequência, um triângulo que apagou o wrestler. Quando o juiz Sergio Magnago decretou o fim do combate, nem mesmo a barreira da língua impediu Carlson Gracie de zoar o criador da Hammer House, partindo para cima dele gritando: “Coleman ! Coleman ! Silipi Silipi !” ao mesmo tempo em que fazia um gesto com as duas mãos, como se estivesse dormindo. Restou ao bicampeão do UFC cumprimentar o Gracie com um sorriso amarelo. 

Depois de negar que havia apagado, Randleman reconheceu a vitória do brasileiro, mas pediu uma revanche

Já Randleman demorou pra acreditar que tivesse apagado. “Fui prejudicado por terem colocado um ringue ao invés de octagóno, me desgastei muito para vencer o Ebenezer que escapou do ringue três de vezes. Não quero dar desculpas. Enfrentei lutadores de alto nível, mas sou melhor que o Carlão e estou pronto para provar numa revanche”, me disse o americano logo após a luta.

Diante daquele contexto de completo domínio do Wrestling, a vitória de Carlão sobre Randleman recuperou a auto-estima da comunidade do Jiu-Jitsu, merecendo a capa da Tatame e Gracie Mag, que na época eram as duas principais referências da imprensa marcial nacional. “Foi um dia inesquecível. Eu quebrei o pé, a costela, a mão, tomei oito pontos no supercílio, fiquei um mês de molho, mas sai daquele ringue com a maravilhosa sensação de dever cumprido. Para mim foi uma grande honra ter defendido o meu mestre Carlson, o Jiu-Jitsu e o Brasil e ter vencido”, recorda o hoje comentarista do Canal Combate. Um dos heróis deste esporte que, se depender desta seção, nunca serão esquecidos.

*Texto e fotos: Marcelo Alonso

BJJ Stars lança reality show ‘The New Star’ para revelar as novas estrelas da companhia; veja como vai funcionar

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Principal evento de lutas casadas do Brasil, o BJJ Stars segue revolucionando o cenário do Jiu-Jitsu. A novidade para 2021 é o reality show “The New Star”, que, como o próprio nome já dá a entender, vai revelar as novas estrelas da organização. Ao todo, 16 faixas-pretas, sendo 8 homens e 8 mulheres, serão confinados numa casa por 30 dias e o resumo será transmitido às segundas e quintas no canal do Youtube do BJJ Stars (bjjstarsoficial) a partir do dia 8 de abril.

“Vamos dividir a casa em dois times de oito atletas, sendo quatro homens e quatro mulheres para cada lado. O ‘paredão’ serão lutas casadas pelo público. Quem vencer segue na competição e quem perder é eliminado. O eliminado sai da disputa, mas continua na casa para ajudar nos treinamentos dos companheiros de equipe e, caso algum deles se lesione, pode receber uma nova chance. Cada equipe terá um treinador diferente a cada semana”, explica o idealizador do BJJ Stars Fepa Lopes.

As lutas que decidirão quem segue na competição podem ser tanto de kimono quanto sem, vai depender da escolha do treinador que vencer as provas lúdicas que serão promovidas dentro da casa. No fim do reality show, que tem seu encerramento programado para o dia 6 de maio, os dois finalistas do masculino e as duas do feminino disputarão o título num card do BJJ Stars. Os oito treinadores que passarem pelo programa também se enfrentam no mesmo evento.

“Vamos mostrar o dia a dia, a rotina de treinamento dos participantes, os sacrifícios pelos quais os atletas têm que se submeter para realizarem seus sonhos, além de, claro, as rivalidades que porventura venham a acontecer na casa. Além de treinos e lutas, também vamos promover algumas festas pontuais para que eles possam se distrair. Em breve vamos divulgar os nomes dos participantes. Posso adiantar que são lutadores de ponta mas que ainda não foram campeões mundiais.”

André Galvão revela gesto solidário de Anderson Silva durante período difícil na carreira

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Em recente participação no RESENHA PVT, André Galvão revelou uma história particular que guardou durante muito tempo envolvendo Anderson Silva, que, já consagrado, estendeu a mão para o amigo durante um momento de incertezas na carreira. Na época, Galvão estava focado no MMA, mas com dificuldades para conseguir adversários para lutar. Assista ao depoimento:

CONEXÃO PVT especial semana da mulher: Vanessa Porto, a mais nova contratada do Bellator; e Viviane Araújo, 7ª no ranking peso-mosca do UFC

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No segundo episódio do CONEXÃO PVT especial semana da mulher, que foi ao ar nessa terça-feira, Vanessa Porto anunciou sua ida para o Bellator. Campeã peso-mosca do Invicta, ela vai integrar a divisão que tem a compatriota Juliana Velasquez como campeã. Além da novidade, a veterana também relembrou seu início na luta, incluindo os duelos contra Amanda Nunes e Cris Cyborg. Escalada para encarar Katlyn Chookagian no dia 15 de maio, Viviane Araújo falou da importância das artes marciais em sua vida e projetou estar disputando o cinturão peso-mosca do UFC em breve. Assista na íntegra:

https://www.youtube.com/watch?v=joFY7yFPvoA

Liderada por Urijah Faber, equipe Team Alpha Male promove expansão no Brasil e alinha parceria com o Thunder Fight

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Liderada pelo veterano Urijah Faber e considerada uma das principais equipes de MMA no mundo, a Team Alpha Male é celeiro de talentos e responsável, ao longo dos últimos anos, por revelar diversos atletas para as maiores organizações das artes marciais mistas. Visando expandir ainda mais os seus negócios, Faber, que ficou marcado pela sua trajetória vitoriosa no UFC, deseja olhar com mais atenção os atletas brasileiros.

Equipe de Urijah Faber está trabalhando em sua expansão global – Foto: Divulgação/Team Alpha Male

Dessa forma, desde o ano passado, a “TAM”, que tem como “carro-chefe” atletas oriundos do Wrestling, vem ampliando os horizontes com o intuito de fortalecer ainda mais a equipe na parte de grappling. Para isso, foi desenvolvida a “Team Alpha Brazilian Jiu-Jitsu”, que já conta com filiais espalhadas por diversas partes do Brasil, como conta Tiago Okamura, empresário responsável por tornar possível todo esse processo.

“A Team Alpha Male chega com uma proposta nova de equipe de Jiu-Jitsu no Brasil. A equipe de Urijah Faber tem como especialidade o Wrestling e, com o faixa-preta Fabio ‘Pateta’ Prado, vem desenvolvendo uma escola forte de grappling nos EUA, e agora estão organizando a expansão mundial, começando com o Brasil, sob o nome Team Alpha Brazilian Jiu-Jitsu. A equipe tem uma proposta um pouco diferente de outras agremiações de Jiu-Jitsu, focando mais no grappling para sua equipe de competição do que no Jiu-Jitsu tradicional, o que tem agregado à equipe muitos professores que já têm foco no MMA e se identificam mais com o grappling e Jiu-Jitsu No-Gi”, destacou Tiago Okamura.

Para fortalecer o trabalho que vem sendo desenvolvido no Brasil, a Team Alpha Male fechou uma importante parceria com o Thunder Fight, considerado um dos principais eventos de MMA no Brasil. Marcelo Kina, presidente da organização, celebrou o vínculo e destacou que o Thunder Fight Gym, centro de treinamento da companhia, vem servindo como estrutura para treinos e, futuramente, será base para cursos e seminários.

“A importância desta parceria será ótima para o desenvolvimento do MMA no Brasil. Trata-se de uma escola forte de grappling, onde vamos ter cursos, seminários e professores de alto nível no Thunder Fight Gym. Esse intercâmbio será totalmente benéfico, pois vamos abrir as portas para atletas de alto nível treinar. O Urijah Faber quer vir para o Brasil para acompanhar essa transição e a ideia é melhorar o nível técnico dos atletas brasileiros e formar novos campeões”, destacou Kina.

CONEXÃO PVT especial semana da mulher: Cris Cyborg e Marina Rodriguez

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Cris Cyborg e Marina Rodriguez abriram a semana em homenagem às mulheres no canal do PVT no Youtube. Campeã do Bellator, a curitibana relembrou as dificuldades do início da carreira, se disse realizada com tudo o que conquistou no MMA (cinturões do UFC, Strikeforce e Invicta FC) e se emocionou com o reconhecimento de Marina, que disse tê-la como uma inspiração. Número 6 do ranking dos pesos-palhas, a gaúcha falou do começo tardio na luta (começou a treinar em 2013), avaliou as possibilidades de adversárias para a sua próxima luta e que espera, após o nocaute sobre Amanda Ribas, ser mais reconhecida. 

https://youtu.be/GfHuplKfDCQ

Cyborg não vê adversária entre as pesos-penas do UFC para bater Amanda e minimiza título de ‘melhor de todos os tempos’

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Uma das convidadas do CONEXÃO PVT especial semana da mulher dessa segunda-feira, Cris Cyborg repercutiu a vitória de Amanda Nunes sobre Megan Anderson no último final de semana, disse não ver lutadora entre as disponíveis no peso-pena do UFC para desbancar a baiana e minimizou a importância do termo “G.O.A.T.” (greatest of all time), ou simplesmente “melhor de todos os tempos”. Assista:

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VÍDEO: Assista aos melhores momentos do UFC 259

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Dos três cinturões em disputa no UFC 259, realizado no último sábado em Las Vegas, apenas um mudou de mão: o dos galos, e de uma forma frustrante. Embora vencesse a luta com uma certa autoridade, Petr Yan acertou uma joelhada ilegal no rosto de Aljamin Sterling, que estava de três apoios no momento, faltando apenas 30 segundos para acabar o quarto e penúltimo round. Como o jamaicano não conseguiu se recuperar para voltar ao combate, o russo acabou desclassificado e viu o título ir para as mãos do adversário. 

Na luta principal, Jan Blachowicz defendeu com sucesso a categoria. O polonês fez o jogo certo para evitar os perigos do campeão da categoria debaixo, Israel Adesanya, tendo a vitória confirmada por decisão unânime após cinco rounds. Mais dominante ainda foi a campeã peso-pena Amanda Nunes, que vendeu um monólogo para Megan Anderson. Após uma blitz em pé, a brasileira finalizou a australiana com um armlock no triângulo invertido no primeiro round, mantendo o título dos penas – além de também ser a campeã dos galos. 

https://www.youtube.com/watch?v=sViu7zSwoUk

A outra vitória brasileira da noite veio em um combate 1005 verde e amarelo. Pelos pesos-palhas, Amanda Lemos venceu Livinha Souza por nocaute técnico no primeiro round. Pelos meio-pesados, Thiago Marreta não conseguiu soltar o jogo diante de Aleksandar Rakic, sendo derrotado por decisão unânime. E, pelos moscas, Rogério Botonrin até começou melhor, esteve perto de encaixar um mata-leão, mas acabou nocauteado por Kai Kara France com um cruzado a a cinco segundos do fim do primeiro round. 

UFC 259

Las Vegas, EUA

6 de março de 2021

Jan Blachowicz venceu Israel Adesanya por decisão unânime
Amanda Nunes finalizou Megan Anderson com um armlock no triângulo invertido no R1
Aljamain Sterling venceu Petr Yan por desclassificação (joelhada ilegal) no R4
Islam Makhachev finalizou Drew Dober com um katagatame no R3
Aleksandar Rakic venceu Thiago Marreta por decisão unânime
Dominick Cruz venceu Casey Kenney por decisão dividida
Kyler Phillips venceu Song Yadong por decisão unânime
Askar Askarov venceu Joseph Benavidez por decisão unânime
Kai Kara-France venceu Rogério Bontorin por nocaute técnico no R1
Tim Elliott venceu Jordan Espinosa por decisão unânime
Kennedy Nzechukwu venceu Carlos Ulberg por nocaute técnico no R2
Sean Brady finalizou Jake Matthews com um katagatame no R3
Amanda Lemos venceu Livinha Souza por nocaute técnico no R1
Uros Medic venceu Aalon Cruz por nocaute técnico no R1
Trevin Jones venceu Mario Bautista por nocaute técnico no R2

Jessica Andrade avalia possibilidades em caso de vitória ou derrota para Valentina Shevchenko

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Ex-campeã na divisão dos palhas, Jessica Andrade pode repetir o feito na categoria de cima. O UFC escalou a brasileira para enfrentar a atual campeã dos moscas, Valentina Shevchenko, no dia 24 de abril em Las Vegas. No mesmo dia, Weili Zhang e Rose Namajunas duelam pelo cinturão peso-palha. Em participação no CONEXÃO PVT na última semana, a brasileira deu seu palpite para o duelo e disse que está em seus planos enfrentar a vencedora em caso de triunfo sobre Valentina. 

Vale lembrar que Jessica já enfrentou Namajunas em duas oportunidades: venceu a primeira com uma queda que tirou a americana de combate, em maio de 2019, conquistando o título peso-palha na oportunidade; e perdeu a revanche, por decisão dividida, em julho do ano passado. Já a chinesa foi responsável por tomar o cinturão da atleta da PRVT, por nocaute técnico, em agosto de 2019. Assista ao depoimento de Jessica Andrade no vídeo abaixo:

https://youtu.be/1b6FAxsAvUc

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