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WVC 3: A consagração de Pedro Rizzo e Mark Kerr em noite heróica de Fabio Gurgel

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Entre os diversos duelos épicos que marcaram a disputa entre Wrestling e Jiu-Jitsu nos anos 90, uma em especial é lembrada como um marco na história do esporte: a final do torneio WVC 3, organizado em 1997 por Frederico Lapenda, entre Fábio Gurgel e Mark Kerr.

Depois das três vitórias seguidas de Mark Coleman no UFC e da histórica luta de 40 minutos entre Tom Erikson e Murilo Bustamante (quase 40kg mais leve), que ocorrera dois meses antes num evento no Alabama, os fãs do Jiu-Jitsu começavam a se questionar sobre a teoria Gracie que preconizava que, independente da diferença de peso, se não houvesse tempo, o Jiu-Jitsu sempre venceria. Afinal de contas, os wrestlers, bem maiores, começavam a aprender a se defender da Arte-Suave, contra-atacando com seu perigoso ground and pound. 

Coincidentemente, sai do Rio de Janeiro para cobrir este evento em São Paulo de carona com o irmão de Fábio Gurgel, o também faixa preta Fernando Gurgel, que durante o percurso já comentava que todos esperavam que Fábio fizesse a final com um grandalhão do Wrestling que, segundo boatos, seria superior a Erikson e Coleman. Ao chegarmos no evento, depois de quase seis horas de viagem, informações de bastidores davam conta de que o americano não seria tão bom, e inclusive estaria muito preocupado com a violência do Vale-Tudo, tendo prometido desistir, caso sangrasse. O clima no auditório do hotel Maksoud Plaza, totalmente lotado com 900 pessoas, era de tensão e expectativa, tendo em vista a superioridade que os wrestlers vinham demonstrando sobre o Jiu-Jitsu nos últimos confrontos.

Só que, até se enfrentarem na final, Gurgel e Kerr tiveram que vencer dois oponentes.   

Kerr estreou arremessando o veterano do UFC Paul Varelans no chão, passando sua guarda, de onde passou a acertar socos e joelhadas, fazendo Varelans urrar de dor até o juiz interromper a 2m07s. Na semifinal, o wrestler precisou de menos tempo para derrubar o capoeirista Mestre Hulk, que tentou escapar do ringue e acabou tendo dois dentes arrancados pelos socos do americano, que abriu um corte na mão e, ao contrário do que diziam os boatos, sangrou, mas não parou. Hulk caiu para fora do ringue e resolveu não voltar, aumentando a tensão na torcida brasileira.

RUAS E GRACIES NO CORNER DE GURGEL   

Do outro lado da chave, Fábio passaria pelo veterano do UFC, Pat Smith (que segurou nas cordas e acabou sendo desclassificado pelo juiz Batarelli), e na sequência precisaria de quase cinco minutos para obrigar Michael Pactocholi a desistir com socos da guarda. 

Na grande final, Kerr usou bem seus 23 kg de vantagem para derrubar Fábio no primeiro minuto de luta. No chão, o americano já lhe recepcionou com uma sequência de socos e uma cabeçada que abriu um corte e machucou o olho esquerdo do brasileiro. Na sequência, Kerr tentou um pisão e calou de vez a torcida local ao cair de na lateral de Gurgel, já de guarda passada. A beira do ringue, Murilo Bustamante, Royler Gracie e até Marco Ruas, o maior rival do Jiu-Jitsu na época, se uniam ao mestre de Fábio, Jacaré, gritando pelo brasileiro, que resistia como podia ao ground and pound do Wrestler. Aos 19 minutos, Fabio tentou um armlock e um triangulo, mas Kerr defendeu  e conseguiu a segunda passagem. A partir daí, o americano aumentou o aproveitamento nas investidas, deixando o brasileiro desfigurado e tirando as esperanças da torcida. Aos 30 minutos, a luta, que não teria limite de tempo, foi interrompida e os médicos decidiram pela interrupção do combate. Após a luta, Gurgel pediu o microfone e, emocionado, disse que nunca desistiria e estaria disposto a ficar cego pela sua arte. 

A CONSAGRAÇÃO DE PEDRO RIZZO

Mas a torcida brasileira também teve motivos para vibrar neste WVC 3. Depois de dar um show no WVC 2, quando atropelou 3 oponentes em menos de 9 minutos, Pedro Rizzo (22ª/1,86m/100kg) botou seu cinturão em jogo fazendo a super luta da noite com o campeão do WVC 1 Richard Heard (28ª/1,89m/108kg) , especialista em Sambo. 

A luta começou franca com os dois lutadores buscando o nocaute, mas logo a maior precisão nos golpes e os low kicks de Pedro passaram a fazer a diferença. 

Após aplicar dois knock downs no americano o carioca definiu o combate com uma serie de socos da montada a 13min14s. Após a luta Rizzo dedicou a vitória a seu mestre Marco Ruas e se colocou a disposição de Batarelli para vingar o Brasil na 4º edição do evento enfrentando Mark Kerr. Infelizmente uma luta que nunca viria a ocorrer uma vez que Kerr logo seria contratado pelo UFC e, em 1998, passaria a treinar com Ruas, Bas Rutten e o próprio Pedro Rizzo na Beverly Hills Jiu-Jitsu Club em Los Angeles.  

Pedro comemorando a vitória com seu mestre Marco Ruas

MAKÍNA DI BARER 

No final do evento, ainda tive a oportunidade de conversar com o manager de Kerr, Richard Hamilton, também empresário de Coleman e Erikson. Na oportunidade, Hamilton me revelou que Kerr e Coleman estavam treinando juntos e que no ultimo confronto entre os dois (Olimpic trial) Coleman havia vencido por 1 ponto, mas que no VT a história era outra “Sem dúvida o Kerr é o mais talentoso wrestler que já trabalhei para VT e tem o maior potencial de todos”. O tempo mostraria que Hamilton tinha razão. Durante os quatro anos subseqüentes A “Makína di Barer”  (nome pelo qual Kerr seria apresentado em sua estréia no UFC, em referência a manchete de capa da Tatame), se manteria invicto por 13 lutas, sendo apontado até os dias de hoje como um dos mais dominantes pesos pesados da história do esporte.  

 

 

Cigano vê luta contra Gané ideal para ‘mostrar que não está passado’

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Junior Cigano entra no octógono do UFC deste sábado em Las Vegas pressionado por estar vindo de três resultados negativos, a sua pior sequência na carreira. Entretanto, o ex-campeão dos pesados acredita que seu adversário, Ciryl Gané, com apenas seis lutas como profissional, seja o par ideal para o seu objetivo: atestar ao mundo que ainda tem muito a conquistar na divisão em que um dia reinou. Assista:

https://youtu.be/dQyXXJk4P9g

De férias no Brasil, Cláudio Hannibal recupera energia para retomar sequência de vitórias no UFC

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De férias no Brasil, Hannibal treina na academia do mestre Zé Radiola - Foto: Arquivo Pessoal

O peso meio-médio Cláudio Hannibal vinha embalado por cinco vitórias no UFC, mas, em sua última luta, em outubro deste ano, foi superado por James Krause por decisão unânime, amargando a sua primeira derrota na organização, a primeira desde 2007. Radicado em Londres, o lutador está de férias no Brasil com a família, mais precisamente em Recife, onde recupera as energias para retomar a sequência de triunfos em 2021.

De férias no Brasil, Hannibal treina na academia do mestre Zé Radiola – Foto: Arquivo Pessoal

“Pretendo lutar em fevereiro ou março. Já pedi nomes, mas nunca me atenderam. Quero lutar com os caras que estão no top 15. Eu vinha de cinco vitórias consecutivas, perdi a última, então, se antes já não me davam os nomes que eu pedia, imagine agora. Eu luto com quem aparecer”, disse Hannibal, que, apesar das férias, segue treinando firme na capital pernambucana na academia Zé Radiola Team.

Faixa-preta de Jiu-Jitsu, colecionador de revistas especializadas em lutas, lutador do UFC e empresário, Cláudio Hannibal, que não esconde o passado de envolvimento no crime, credita as artes marciais como força transformadora de sua vida. E, como mudou a sua, ele acredita que pode mudar a de muitas crianças. Aproveitando a passagem pelo Brasil, ele doou kimonos para projetos sociais que ensinam a arte suave aos mais humildes.

“Como o Jiu-Jitsu mudou a minha história e abriu as portas do mundo para mim, eu tenho certeza de que o Jiu-Jitsu transformará a vida dessas crianças. Mais do que campeões, essas crianças serão melhores cidadãos. É uma maneira da galera sair da rua, evitar o crime, conhecer novas culturas e novas pessoas, é isso que o esporte agrega na vida. Com certeza muda o modo de ver as coisas, não só na luta, mas em qualquer negócio”, afirmou.

Até agora, foram 40 kimonos doados. A ideia é aumentar esse número, já que a arrecadação não para. Além de projetos da ZR Team, no Recife, outro na região metropolitana do Rio de Janeiro também será beneficiado.

“Consegui levantar doações em Londres com meus amigos e nesta semana estou conseguindo entregar os kimonos. Primeiro foi aqui no Recife e, nesta quarta-feira, será no projeto social São Gonçalo, no Rio de Janeiro. A galera ainda está doando. Projeto doar ao todo de 100 a 200 kimonos.”

Wallid detalha camp de Deiveson e revela que Borrachinha e Whittaker estão apalavrados para março

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Convidado do CONEXÃO PVT nessa segunda-feira, Wallid Ismail trouxe as últimas da semana do campeão Deiveson Figueiredo, que defende o cinturão dos moscas no UFC do próximo sábado contra Brandon Moreno. Wallid também revelou que Paulo Borrachinha está apalavrado para enfrentar o ex-campeão dos médios Robert Whittaker em março. Assista ao bate-papo completo:

https://youtu.be/nh9dtgdgAx4

Renato Moicano sobre Rafael Fiziev: ‘Estou preparado para uma guerra, mas espero uma vitória fácil’

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Renato Moicano precisou de apenas 44 segundos para finalizar Damir Hadzovic em sua estreia nos pesos leves, em março deste ano. No próximo sábado ele retorna ao octógono para encarar Rafael Fiziev, que vem de duas vitórias. Em recente entrevista ao CONEXÃO PVT, o brasileiro analisou o quirguistanês e explicou por que, mesmo preparado para uma guerra, espera uma vitória fácil. Assista:

SFT 26 consagra Cleber Sousa na luta principal e Marcilio Muniz fatura cinturão inédito no Xtreme

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Ex-campeão retornou ao SFT com vitória - Foto: Edu Rocha
Ex-campeão retornou ao SFT com vitória – Foto: Edu Rocha

Realizado no último sábado (5), o SFT 26 teve como grande destaque o casca-grossa Cleber Sousa. Fazendo a luta principal do evento diante de Eduardo Camelo, o ex-campeão peso-médio e meio-médio da organização teve uma atuação de gala e, em seu retorno, saiu vencedor por nocaute no segundo round de combate, mantendo sua invencibilidade na companhia, agora com quatro triunfos contabilizados. Aos 36 anos, o experiente lutador garantiu que está pronto para tentar retomar o posto de detentor do cinturão dos médios, que atualmente pertence a Irwing “King Kong”.

O co-main event da edição ficou marcado na história da organização, pois definiu o primeiro campeão do SFT Xtreme (modalidade onde lutas de Kickboxing são realizadas com luvas de MMA). Em uma das melhores lutas da noite, Marcilio Muniz e Wagner Mangaba foram os responsáveis por promover um confronto de alto nível. Após cinco rounds de uma intensa batalha, Marcilio foi claramente superior e derrotou um dos principais strikers da atualidade, saindo com o triunfo na decisão unânime e, consequentemente, com o cinturão peso-leve em sua posse.

No card principal, outro grande destaque ficou por conta de Acácio Pequeno. Vivendo grande fase em sua carreira, o mineiro superou Tyago Buda na decisão unânime dos árbitros, em luta que teve muita ação por parte de ambos atletas, e emplacou a oitava vitória consecutiva em seu cartel no MMA profissional, a terceira representando o SFT. Quem também brilhou foi o atleta Rafael do Bronx, que fez bom uso do seu Jiu-Jitsu e finalizou Moacir Rocha com uma justa guilhotina no terceiro round.

Outros três atletas tiveram boas atuações no card do SFT 26 e conquistaram importantes vitórias para a sequência de suas carreiras, como Fernando “Bad Time”, Jeanne Ruas e André Mascote, que levaram a melhor, na decisão unânime, sobre Helio Nunes, Maria Servalho e Marcos Thailandes, respectivamente.

RESULTADOS COMPLETOS:

SFT 26
São Paulo (SP)
Sábado, 05 de dezembro de 2020

Cleber Sousa derrotou Eduardo Camelo por nocaute no 2R
Marcilio Muniz derrotou Wagner Mangaba por decisão unânime dos jurados
Acácio Pequeno derrotou Tyago Buda por decisão unânime dos jurados
Rafael do Bronx finalizou Moacir Rocha com uma guilhotina no 3R
Fernando Bad Time derrotou Helio Nunes por decisão unânime dos jurados
Jeanne Ruas derrotou Maria Servalho por decisão unânime dos jurados
André Mascote derrotou Marcos Thailandes por decisão unânime dos jurados

Vídeo: assista aos melhores momentos do UFC desse final de semana

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https://www.youtube.com/watch?v=LZEnXJW_-f4

Marvin Vettori confirmou o favoritismo, dominou por cinco rounds e venceu Jack Hermansson na luta principal do UFC do último sábado, em Las Vegas, anotando o quarto triunfo consecutivo, desta vez sobre o número 4 do ranking dos médios. 

Único brasileiro a atuar no card, o meio-pesado John Allan viu o adversário Roman Dolidze, ter o braço levantado por decisão dividida em seu retorno ao octógono após suspensão por doping. Agora o curitibano soma uma vitória, um no-contest e uma derrota no evento. 

Assista no vídeo acima aos melhores momentos da edição.

UFC On ESPN 19

Las Vegas, EUA

5 de dezembro de 2020

Marvin Vettori venceu Jack Hermansson por decisão unânime 

Jamahal Hill venceu Ovince St. Preux por nocaute técnico no R2

Gabriel Benitez venceu Justin Jaynes por nocaute técnico no R1

Roman Dolidze venceu John Allan por decisão dividida

Jordan Leavitt venceu Matt Wiman por nocaute no R1

Louis Smolka venceu José Alberto Quiñonez por nocaute técnico no R2

Ilia Topuria venceu Damon Jackson por nocaute no R1

Jake Collier venceu Gian Villante por decisão unânime

Antoine Jaoude relembra dia em que precisou reforçar segurança de Yoel Romero no Irã

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SAN JOSE, CA - FEBRUARY 15: Yoel Romero of Cuba wrestles Semen Senenok of Belerus during the Titan Games on February 15, 2003 at the Event Center at San Jose State University in San Jose, California. (Photo by Matthew Stockman/Getty Images)

Yoel Romero não faz mais parte do plantel de lutadores do UFC. O cubano de 43 anos rescindiu com a organização na última semana, mesmo ainda tendo três lutas em seu contrato. Em sete anos de empresa, o peso médio venceu nove das 13 lutas que disputou. 

Oriundo do Wrestling, Yoel Romero tem história na modalidade. Medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Sidney em 200, o cubano era tido como showman dentro do tapete circular que abriga as lutas.

Convidado do RESENHA PVT na última semana, Antoine Jaoude relembrou uma passagem que viveu junto com Romero numa competição no Irã em 2002, quando precisou reforçar a segurança do cubano devido ao assédio do público. Assista:

https://youtu.be/hqwtRYXSmfQ

Reeleito, vereador Marcelo Arar conta seu planos para as artes marciais na Cidade do Rio

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Recém-eleito para seu quarto mandato como vereador da cidade do Rio de Janeiro, o faixa-preta de Jiu-Jitsu Marcelo Arar é um dos principais entusiastas das artes marciais como ferramenta de transformação social na câmara municipal. Entre seus recentes projetos que saíram do papel estão a estátua do mestre Carlson Gracie, a Cidade das Artes Marciais junto com a Calçada da Fama e o mais transformador deles, o Escola de Lutas, que leva os ensinamentos e a filosofia das artes marciais aos alunos de escolas públicas do município.

Projeto de Arar leva aulas de luta para escolas do município – Foto: Divulgação

Mesmo com a confirmação da mudança da administração do município a partir do ano que vem, quando Eduardo Paes reassume a prefeitura do Rio após quatro anos, Marcelo Arar acredita que não terá problemas para manter as ideias dos projetos relacionados à luta, tendo vista a credibilidade de seus feitos ao longo dos 12 anos como vereador. Segundo o político, ele já iniciou as conversas com a equipe que assume a prefeitura em janeiro.

“É normal que com a mudança de governo muitas coisas também mudem. Porém, estive com um dos principais Secretários do Governo, o deputado Pedro Paulo, e expliquei a importância educacional e esportiva do Projeto Escola de Lutas. Também apresentei o Projeto Cidade das Artes Marciais/Calçada da Fama e ressaltou sua importância para o turismo carioca. O Secretário ficou muito entusiasmado com os projetos e levará as pautas ao futuro prefeito Eduardo Paes. Tenho fé que, além de dar continuidade ao projeto, iremos ampliá-los”, destacou o vereador faixa-preta.

Confira logo abaixo o bate-papo na íntegra:

Quais os planos para o projeto Escola de Lutas para 2021?

Sem dúvida, um dos meus principais objetivos nos próximos quatro anos é manter o Projeto Escola de Lutas nas escolas do município. No que depender do meu empenho, continuaremos a ensinar técnicas de Jiu-jitsu, Luta-Livre, Boxe, Taekwondo, Judô, Muay Thai e Capoeira, pois é muito importante que a criançada aprenda um pouco da filosofia milenar das artes marciais como: ética, respeito e disciplina.

A mudança da administração do município impacta de alguma forma?

É normal que com a mudança de governo muitas coisas também mudem. Porém, estive com um dos principais Secretários do Governo, o deputado Pedro Paulo, e expliquei a importância educacional e esportiva do Projeto Escola de Lutas. Também apresentei o Projeto Cidade das Artes Marciais/Calçada da Fama e ressaltou sua importância para o turismo carioca. O Secretário ficou muito entusiasmado com os projetos e levará as pautas ao futuro prefeito Eduardo Paes. Tenho fé que, além de dar continuidade ao projeto, iremos ampliá-los

Em relação à cidade das artes marciais, qual a previsão para a segunda leva de homenageados?

Com o apoio do futuro prefeito Eduardo Paes e do Secretário de Fazenda Pedro Paulo, a previsão é que no começo do próximo ano já tenhamos uma grande leva de homenageados na Calçada da Fama.

O mestre Roberto Leitão se foi no último dia 28, mas recebeu ainda em vida a homenagem na calçada da fama das artes marciais. Qual a importância de se homenagear os nossos ídolos ainda com eles presentes?

O mundo da luta está de luto. O mestre Leitão, através da Luta Olímpica, transformou milhares de vidas. Tive a honra de poder prestar a última homenagem em vida, eternizando seu nome na Calçada da Fama. Existe uma Lei Federal que impede praças e logradouros de receberem nomes de pessoas em vida, então, quando idealizei o projeto Calçada da Fama, tive como um dos principais objetivos poder reconhecer em vida os grandes feitos deixados para nossa cidade e nosso país.

UFC Las Vegas 16: odds e prognóstico do evento encabeçado por Hermansson x Vettori

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Este sábado (05) é dia de UFC Las Vegas 16, quando o evento principal do card é o confronto titânico entre Jack Hermansson e Marvin Vettori, quando o vencedor deve abrir caminho para a luta do cinturão na categoria peso-médio. Vamos analisar as chances de cada um nas casas de apostas esportivas para esse grande combate. Na sequência, confira os prognóstico da luta principal e também do duelo Ovince St. Preux versus Jamahal Hill com as cotas do Bodog fornecidas pelo Odds Shark.

Peso médio – (R$ 2,10) Jack Hermansson x Marvin Vettori (R$ 1,72)

Uma luta crucial na divisão dos médios entre Jack Hermansson e Marvin Vettori e que pode definir o caminho para a disputa pelo título em um futuro não tão distante. O italiano Vettori, que não perde desde que caiu (derrota por decisão dividida) para o atual campeão dos médios, Israel Adesanya em abril de 2018, pretende estender sua seqüência de três vitórias consecutivas e se aproximar de uma revanche com o rei da divisão.

Já o sueco Hermansson estava a uma luta de uma chance de disputar o título, no ano passado, mas em sua tentativa de passar por cima de Jared Cannonier, ele sofreu uma derrota por nocaute no segundo round. Jack conquistou uma vitória, em julho, e espera poder entrar em outra seqüência de triunfos para colocar seu nome novamente na trilha do topo da categoria.

No que diz respeito às probabilidades, Vettori, 13º no ranking, conta com pequeno favorito nas apostas. Porém, como o italiano foi chamado de última hora, vale confiar no melhor preparo do sueco, que fez grande exibição recente contra o sempre “osso duro de roer” Kelvin Gastelum.

  • Favorito: Hermansson, com odds de 2.10 para 1, segundo o Bodog.

Peso meio-pesado – (R$ 2,35) Ovince St. Preux x Jamahal Hill (R$ 1,60)

“OSP” não costuma forçar as trocas de wrestling, apesar de seu talento para derrubar seus oponentes. Em vez disso, ele gosta de atacar primeiro, voltando-se para a luta livre, se tiver problemas, ou caso seja forçado a negar quedas.

Se Saint Preux o derrubar, ele pode estrangulá-lo. Caso a queda não se concretize, os dois homens são canhotos, o que significa um ajuste de suas preferências de golpes habituais. Para “OSP”, gostaria de vê-lo se concentrar em lançar aquele chute de esquerda pesado para a perna principal. Ele pode não ser capaz de cavar o fígado como de costume, mas alguns chutes baixos podem impedir qualquer vantagem potencial de velocidade.

Já Hill terá que ajustar um pouco seu jogo. Ao contrário de “OSP”, no entanto, ele demonstrou uma “pata do sul” muito bem aplicada em sua última luta quando confrontado com outro canhoto.

 

Quando dois canhotos se encontram, o jab é de importância crítica. A senha para o sucesso é controlar a distância e o fluxo da luta, interrompendo e iniciando suas próprias combinações com o golpe. Hill leva vantagem nesse quesito, o que o ajudará a acertar socos poderosos e negar qualquer tentativa de queda.

  • Favorito: Jamahal Hill, com odds de 1.60 para 1, segundo o Bodog.

UFC Las Vegas 16 com cotas do Bodog

  • Card principal 

(R$ 2,10) Jack Hermansson x Marvin Vettori (R$ 1,72)

(R$ 2,35) Ovince St. Preux x Jamahal Hill (R$ 1,60)

(R$ 2,70) Montana de la Rosa x Taila Santos (R$ 1,47)

(R$ 1,60) Roman Dolidze x John Allan (R$ 2,35)

(R$ 4,75) Nate Landwehr x Movsar Evloev (R$ 1,18)

(R$ 1,47) Gian Villante x Jake Collier (R$ 2,70)

(R$ 4,00) Matt Wiman x Jordan Leavitt (R$ 1,25)

(R$ 1,58) Jimmy Flick x Cody Durden (R$ 2,40)

(R$ 1,43) Ilia Topuria x Damon Jackson (R$ 2,80)

(R$ 1,87) Bethe Correia x Yanan Wu (R$ 1,87)

 (R$ 1,71) Louis Smolka x José Alberto Quiñonez (R$ 2,10)

 

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