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Projeto de jiu-jitsu inclusivo de Itaguaí retoma atividades e abre vagas no início do ano

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Trabalho busca desenvolver aspectos físicos, motores e sociais - Foto: Divulgação

O projeto de jiu-jitsu inclusivo de Itaguaí retoma os treinos neste início de ano com vagas abertas para novos alunos. A iniciativa integra o programa Itaguaí Ação, Esporte e Inclusão, mantido pela Prefeitura de Itaguaí, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Esporte, e atende pessoas com deficiências físicas, intelectuais ou sensoriais.

Trabalho busca desenvolver aspectos físicos, motores e sociais – Foto: Divulgação

Atualmente, cerca de 45 alunos estão matriculados no projeto, divididos em duas turmas. As aulas são conduzidas pelo professor faixa-preta 6º grau André Seabra, responsável técnico pelas adaptações do ensino.

O jiu-jitsu inclusivo consiste na adaptação do esporte para garantir segurança e participação efetiva de pessoas com deficiência. As regras, técnicas e dinâmicas de treino são ajustadas de acordo com as necessidades de cada aluno. O trabalho busca desenvolver aspectos físicos, motores e sociais, além de estimular a autoconfiança, a autonomia e o senso de pertencimento ao esporte.

De acordo com André Seabra, o projeto atende alunos a partir dos 7 anos de idade e não estabelece limite máximo. Há participantes adultos, alguns com mais de 40 anos. A limitação inicial ocorre por questões de segurança, já que as aulas são coletivas. Para ingressar, o interessado deve procurar o projeto e realizar uma aula experimental, que permite a avaliação e a inserção gradual na rotina de treinos.

O projeto teve início em 2022, com quatro alunos, e cresceu ao longo dos últimos anos. No fim do ano passado, foi realizada a graduação dos participantes em um encontro coletivo no tatame. Foram entregues faixas cinza e amarela, além de divisas, que indicam a progressão dos alunos dentro da metodologia adotada pelo professor. A graduação considera o desenvolvimento técnico e a evolução no convívio social e na disciplina.

Para o mês de março, está prevista a realização da primeira competição do ano voltada ao jiu-jitsu inclusivo. O evento está sendo planejado em referência ao Dia Internacional da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, e deve reunir pessoas com diferentes tipos de deficiência intelectual ou mental. A ação faz parte do trabalho desenvolvido pela Federação Sul-Americana de Sport Jiu-Jitsu (SJJSAF), da qual André Seabra é vice-presidente e diretor de jiu-jitsu inclusivo.

As aulas do jiu-jitsu inclusivo acontecem na Quadra da Monte Serrat, na Rua Kaisser Abraão, no bairro Monte Serrat, em Itaguaí. Os treinos são realizados às sextas-feiras, às 10h e às 14h. Outras informações podem ser obtidas junto à Secretaria Municipal de Turismo e Esporte, no Centro de Itaguaí, ou pelo telefone (21) 99238-9500.

Jungle Fight no Bope tem disputa do cinturão peso-médio

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Arte: Sidnei Goulart

O Jungle Fight 144 será realizado no próximo dia 17 de janeiro, na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais, no Rio de Janeiro, em edição especial em homenagem aos 48 anos do Bope, celebrados no dia 19. O evento marca a abertura da temporada 2026 do Jungle Fight, maior organização de MMA da América Latina, com transmissão nos canais Sportv e Combate, a partir das 19h.

Arte: Sidnei Goulart

A luta principal vale o cinturão dos pesos médios. O atual campeão, João Dantas, de São Paulo, fará sua primeira defesa de título, contra Rodolfo dos Santos, do Pará. Dantas tem sete vitórias por nocaute em nove lutas. Dos Santos soma cinco triunfos, quatro por nocaute, em oito combates. O histórico dos dois indica um confronto com possibilidade de definição antes do fim do quinto round.

O card conta com 14 lutas e reúne 28 atletas. Destes, 17 são do Rio de Janeiro e oriundos de projetos sociais. A maioria foi selecionada na última edição das Eliminatórias Jungle, realizada em novembro do ano passado. Inclusive, nesta sexta-feira terá uma nova edição da seletiva, visando as próximas edições do Jungle Fight.

Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail destacou o simbolismo da edição. “Queremos mostrar que também temos os melhores policiais do mundo, não só os melhores lutadores. Esses heróis, policiais e lutadores, precisam ser referência para os jovens das comunidades e favelas. A profissão mais parecida com a de lutador é a de policial, porque as duas exigem disciplina, preparo e espírito de combate. Parabenizo o Cel. Menezes, o Cel. Benevenuto e o Ten.-Cel. Corbage pelo trabalho desenvolvido”.

Wallid também projetou o ano da organização. “O Jungle Fight entra em 2026 ampliando o trabalho de revelar talentos e gerar oportunidades para atletas de todo o país. Esse projeto só é possível com apoio institucional. Agradeço ao governador Cláudio Castro e ao presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, pelo suporte para que essa primeira edição do ano aconteça no Rio e por entenderem o esporte como ferramenta de inclusão social”.

Presidente da Loterj, Hazenclever Cançado destacou as oportunidades geradas através das Eliminatórias Jungle. “Essas eliminatórias são o primeiro passo de muitos sonhos. Para esses guerreiros e guerreiras das comunidades do Rio, o Jungle Fight é a chance de mudar a própria história através do esporte. É isso que nos move: dar oportunidade, acolher talentos e mostrar que o caminho do bem sempre vale a pena”.

Confira abaixo o card completo do evento:

Jungle Fight 144 – 48 anos do BOPE
Batalhão de Operações Policiais Especiais, Rio de Janeiro, RJ
17 de janeiro de 2026

84kg: João Dantas (SP) x Rodolfo dos Santos (PA)
61kg: Ivan Carlos “Dragon” (RJ) x Edson de Amaral (PA)
70kg: Lucas Eduardo dos Santos (AP) x Albert Vieira (RJ)
77kg: Wesley “Bananeira”(RJ) x Igor Zanuncio (ES)
66kg: Anderson Leal (RJ) x Antonio “Ceará de Aço” (RJ)
57kg: Nyldean Paes (RJ) x Mário “Junior Orelha” (MA)
84kg: Davi Leite (RJ) x Eduardo Alves Rodrigues (RJ)
52kg: Cecília Pereira (RJ) x Maria Fernandes (RJ)
57kg: Regiane Tatalia (SP) x Beatris Guimarães (AP)
77kg: Vinícius Calvano (RJ) x Patrick Oliveira (RJ)
66kg: Danilo Ferreira Lima (RJ) x Bruce Lee Almeida (MG)
57kg: Mateus “Adesanya” (RJ) x Renzo Barreto (RJ)
66kg: Harife Oliveira (RJ) x Eliseu Andrade (RJ)

Vitor Miranda faz um raio-x das lutas dos brasileiros no início de 2026 no UFC

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Faltando pouco mais de uma semana para o primeiro UFC de 2026, e o primeiro na Paramount Plus, Marcelo Alonso conversou com Vitor Miranda no Conexão PVT desta quarta feira e falou tudo sobre a nova temporada do evento.

Um dos comentaristas do UFC no Brasil, Vitor destrinchou os combates de vários brasileiros que estarão em ação, além de outros assuntos que estão em discussão entre os fãs de MMA.

Assista no vídeo abaixo.

Wallid Ismail e Tiago Pereira visitam projeto social do COE da PMERJ

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Agenda faz parte do Jungle Fight 144 - Foto: Divulgação/COE

O presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail, e o campeão peso-galo da organização, Tiago Pereira, visitaram na última sexta-feira (9) o Comando de Ações Especiais (COE) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A agenda incluiu passagem pelo Centro de Instrução Especializada e Pesquisa Policial (CIEsPP), onde conheceram as instalações da unidade e o projeto social voltado a jovens de comunidades do entorno.

Agenda faz parte do Jungle Fight 144 – Foto: Divulgação/COE

Os visitantes acompanharam atividades do projeto “CIEsPP de Portas Abertas”, que oferece aulas de jiu-jitsu e outras modalidades esportivas. O dojo, inaugurado em 2020, é utilizado tanto pelos policiais em treinamento quanto por crianças e adolescentes atendidos pela iniciativa. O projeto conta com apoio da Legião da Boa Vontade (LBV), da Super Rádio Brasil, da Boomboxe, da Prime Esportes e Supermercados Zona Sul. Atualmente, cerca de 360 jovens participam das atividades, que incluem jiu-jitsu, judô, capoeira, muay thai, wrestling e futebol.

Wallid Ismail destacou a integração entre as instituições envolvidas. “Essa união de parceiros em prol do social tem impacto direto na vida desses jovens. É importante ver de perto esses futuros atletas e entender como o esporte pode abrir caminhos”, afirmou. Ele também ressaltou a atuação da Polícia Militar. “As pessoas conhecem o trabalho operacional, mas muitas vezes não veem o trabalho de prevenção feito dentro dos batalhões”, disse.

A atividade foi conduzida pelo comandante do COE, coronel Benevenuto, e contou com a presença de comandantes de unidades operacionais especiais, representantes de projetos sociais e parceiros institucionais, entre eles o presidente da Loterj, Hazenclever Cançado. Segundo Benevenuto, a iniciativa reforça a aproximação com a comunidade. “A Polícia abre as portas e oferece oportunidade para crianças e jovens. Muitos passaram por esses projetos e hoje contribuem com a sociedade. É um trabalho construído em parceria”, afirmou.

O comandante do CIEsPP, major Rosner, explicou que o projeto funciona há cerca de três anos e já atendeu milhares de jovens. “Sem os parceiros, esse trabalho não seria possível. A confiança das famílias e o envolvimento dos alunos sustentam a continuidade do projeto”, declarou.

Durante o encontro, o campeão do Jungle Fight Tiago Pereira conversou com os participantes e relatou sua trajetória no esporte. “Hoje vivo da luta e sustento minha família por meio do MMA. Isso começou em um projeto social. A dedicação e o apoio certo fazem diferença”, disse o atleta.

Hazenclever Cançado, presidente da Loterj, destacou o impacto da visita e a continuidade da parceria. “A visita ao COE fica marcada pela inspiração que esse projeto proporciona. São mais de 300 jovens atendidos por meio do esporte, criando oportunidades e novas perspectivas. A parceria com a Polícia Militar, a LBV e o Jungle Fight reforça um trabalho que gera acesso, referência e possibilidade de futuro para esses jovens”, afirmou.

A visita integra a programação do Jungle Fight 144, que será realizado no próximo sábado (17), na sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), em edição especial em celebração aos 48 anos do batalhão, comemorados no dia 19. O evento marca a abertura da temporada 2026 da organização e terá transmissão ao vivo do Sportv e do canal Combate, a partir das 19h.

Além da realização do evento, o Jungle Fight, em parceria com a LBV, tem ampliado a aproximação com as forças policiais para fortalecer projetos sociais ligados ao esporte. A iniciativa segue a linha de atuação da organização, que há décadas oferece visibilidade e oportunidades a lutadores de MMA, ao mesmo tempo em que apoia ações de formação esportiva e social.

R1 Fighting Series 6 abre semana do MMA em Brasília antes do LFA 225

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Luta principal do R1 Fighting Series 6 será o duelo internacional - Foto: Divulgação/R1 FS

Brasília recebe no dia 21 de janeiro o R1 Fighting Series 6, evento que abre a semana do MMA na capital federal, dois dias antes da realização do LFA 225, marcado para o mesmo palco. A Aren BRB Nilson Nelson será sede das duas competições, em uma programação integrada que conecta o cenário nacional ao circuito internacional da modalidade.

Luta principal do R1 Fighting Series 6 será o duelo internacional – Foto: Divulgação/R1 FS

O R1 será utilizado como etapa preparatória para o LFA, em uma parceria entre as organizações. O lutador que tiver a melhor performance do card conquistará um contrato cm o LFA, reforçando o papel do evento como vitrine para novos nomes do esporte. A proposta é oferecer rodagem competitiva, avaliação técnica e exposição aos lutadores que buscam espaço em eventos de maior alcance.

A luta principal do R1 Fighting Series 6 será o duelo internacional entre os pesos-penas João Pedro Moreira, do Brasil, e Leandro Solano, da Venezuela. O confronto lidera um card formado por atletas de diferentes regiões do país, com presença expressiva de lutadores de Brasília e entorno, reunindo nomes do card principal, preliminares e do segmento amador.

Além da integração com o LFA, o evento é promovido em parceria com o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer, dentro de uma agenda voltada ao incentivo às artes marciais mistas e à realização de eventos esportivos na capital.

O R1 Fighting Series 6 será transmitido ao vivo pelo canal oficial da organização, a partir das 18h, no horário de Brasília.

O R1 adotará o modelo de ingresso solidário, em iniciativa realizada em parceria com a Secretaria de Esporte do Distrito Federal e com o Instituto Brasil Sapiens. Os ingressos estão disponíveis através do link https://www.sympla.com.br/evento/r1-vi/3269792. Cada ingresso deverá ser trocado por 1 kg de alimento não perecível no dia do evento, mediante apresentação de documento com foto na bilheteria.

Confira abaixo o card completo do evento (sujeito a alterações):

R1 Fighting Series 6
Arena BRB Nilson Nelson, Brasília, DF
21 de janeiro de 2026

Card principal

Peso-pena: Leandro Solano x João Pedro Moreira

Peso-mosca: Tiago Taveira x João Vitor Cavalcante

Peso-galo: João Vitor Pereira x Maycon Douglas

Peso-meio-médio: William Costa x Lucas Silva

Peso-pena: Hiago Pereira x Kaua Leopoldina

Preliminares

Peso-mosca: Nilson Silva x Ricardo Lemos

Peso-galo: Savio Silva x Almir Augusto

Peso-galo: Pedro Henrique x Jorge Fabio Cordeiro

Peso-galo: Johnne Klyffe x Juan Costa

Peso-pesado: Felipe Lima x Marllon Santos

Amador

Peso-mosca (Amador): Pedro Pereira x Enzo Valadares

GFTeam Maricá realiza cerimônia de graduação

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318 atletas foram graduados durante a solenidade - Foto: João Baptista

A GFTeam Maricá realizou no último dia 10  a sua cerimônia oficial de graduação, na Arena São José. O evento reuniu atletas, familiares, professores e representantes da comunidade do jiu-jitsu da região.

318 atletas foram graduados durante a solenidade – Foto: João Baptista

A cerimônia foi conduzida pelo mestre Jair Court, faixa-preta 6º grau. Ao todo, seis atletas receberam a faixa-preta, elevando para 21 o número de faixas-pretas formados pela equipe em Maricá.

No total, 318 atletas foram graduados durante a solenidades. O evento contou com a presença de mais de 650 pessoas, entre atletas, familiares e convidados.

A cerimônia também teve a participação do grão-mestre Walter Nogueira, idealizador do projeto, e do apoiador Frank Costa, que acompanharam as graduações e as homenagens realizadas ao longo do evento.

Carlos Tizil conquista cinturão no Japão e mira novos passos rumo ao UFC

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Brasileiro foi campeão no Knock Out - Foto: Divulgação

Carlos Mota “Tizil” vive um dos momentos mais consistentes de sua carreira. O brasileiro conquistou o cinturão do evento japonês Knock Out na categoria peso-mosca ao nocautear o experiente Naoki Arikawa no segundo round, adicionando mais um título internacional ao currículo e reforçando sua retomada no cenário mundial do MMA. Mesmo satisfeito com o desempenho, Tizil destacou que entrou para a luta com um objetivo claro: vencer de forma contundente e provocar movimento no mercado.

Brasileiro foi campeão no Knock Out – Foto: Divulgação

“Eu treinei muito para essa luta. Meu objetivo era fazer essa última luta com uma vitória de expressão, pra ver o que iria acontecer depois, o que meus empresários iriam falar. Acabou que não foi exatamente como eu imaginava, mas vou fazer o que tem que ser feito. Vou fazer mais uma luta de MMA assim que aparecer uma oportunidade e vou fazer mais barulho, até chegar a hora que não tem pra onde correr”, afirmou.

O título no Japão representa o terceiro cinturão internacional da carreira de Tizil, uma marca que ele valoriza especialmente pelo nível de dificuldade imposto pelas regras e pelo cenário asiático. “Coloco essa conquista lá em cima. Estou vendo que estou crescendo e evoluindo. Não é algo fácil de conquistar, ainda mais nessas regras no Japão. Estou feliz com meu crescimento”, disse.

A vitória sobre Arikawa no dia 29 de dezembro ganhou ainda mais peso pelo histórico do adversário, campeão recente de um Grand Prix da organização, com três vitórias consecutivas. Para Tizil, o resultado reforça que ele vive um novo patamar como atleta. “Reforça muito minha confiança. Ele era um atleta duro, com experiência no MMA. Isso mostra que eu estou em outro nível e que ainda posso melhorar”, avaliou.

De olho no UFC

Após uma passagem pelo UFC, o título no LFA e um período turbulento na carreira, o cinturão do Knock Out surge como uma resposta clara, tanto para si mesmo quanto para quem questionou sua volta ao alto rendimento. “Representa muito. Eu mostrei meu estilo de sempre: um cara agressivo, que acaba com lutas mesmo sendo um peso-mosca. Vejo campeões em grandes eventos que não fazem o que eu faço, que é nocautear pessoas. Esse é um ponto forte meu que merece ser valorizado”, destacou.

O sonho de retornar ao UFC segue vivo. Embora reconheça que talvez ainda seja necessário mais um passo, Tizil acredita que a vitória no Japão cumpriu seu papel principal: chamar atenção. “Foi o que eu imaginava, mas acredito que vou ter que fazer mais uma luta. Na minha visão, essa foi uma vitória expressiva, que me ajudaria a ter uma resposta positiva de um grande evento. Meu objetivo era vencer e convencer, como fiz no LFA, com um nocaute daquele jeito para chamar a atenção do UFC, e acabei chamando”, explicou.

Agora campeão do Knock Out, o brasileiro adota cautela e paciência para definir os próximos movimentos da carreira, mantendo o foco no Japão e atento às oportunidades. “Vou aguardar o Knock Out me dar uma data. Vou ligar para o meu empresário e ver o que ele pode fazer para conseguir contrato com um grande evento no Japão, que ele falou que já teve uma conversa com meu nome. Vou trilhar meu caminho por lá e ver o que o universo vai me entregar”, concluiu.

LFA anuncia primeiro evento no Brasil em 2026 com disputa de cinturão em Brasília

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O LFA realizará seu primeiro evento no Brasil em 2026 no dia 23 de janeiro, em Brasília, no Distrito Federal. O LFA 225, apresentado pela Monster Energy, será realizado no Ginásio Nilson Nelson, com realização do Instituto Brasil Sapiens e apoio da Secretaria de Esporte do Distrito Federal.

Após uma sequência de eventos na capital federal ao longo de 2025, a organização inicia o calendário brasileiro de 2026 novamente em Brasília. A luta principal será a disputa do título mundial interino do peso-mosca, entre o atual campeão interino, Marcos Degli, com cartel 13 vitórias e 3 derrotas, e o desafiante Luis Aguiar, com 9 vitórias e 1 derrota.

Degli fará a segunda defesa de seu cinturão. Ele é pupilo de Carlos Prates e atua no LFA desde o início da carreira internacional. Do outro lado, Aguiar chega como campeão regional e soma oito vitórias por finalização em nove lutas, o que o coloca como um dos principais ativos da divisão no país.

CEO do LFA, Ed Soares comentou o retorno da organização à capital federal. “Estamos animados para começar nossa programação de 2026 no Brasil retornando a Brasília. Este será nosso primeiro evento do ano no país e faz sentido encabeçar o card com uma luta de título entre dois brasileiros. Marcos Degli já provou ser um campeão e Luis Aguiar traz uma ameaça real de finalização com seu jogo de chão. Este é o tipo de confronto que representa o que é o LFA”.

Presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão falou sobre o papel da organização no cenário nacional. “O LFA tem sido uma das principais portas de entrada para atletas brasileiros no cenário internacional, especialmente o UFC, nos últimos anos. Muitos lutadores que hoje estão em grandes eventos passaram por aqui. Para 2026, a expectativa é ampliar ainda mais essas oportunidades”, afirmou.

Feijão também destacou o apoio institucional para a realização do evento. “A presença do secretário de Esporte do Distrito Federal, Renato Junqueira, e do deputado federal Júlio César Ribeiro é importante para viabilizar mais uma edição do LFA em Brasília e para consolidar a cidade como sede do MMA no país”, completou.

O LFA 225 adotará o modelo de ingresso solidário, em iniciativa realizada em parceria com a Secretaria de Esporte do Distrito Federal e com o Instituto Brasil Sapiens. Os ingressos estão disponíveis no link https://www.sympla.com.br/evento/lfa-225/3265292 . Cada ingresso deverá ser trocado por 1 kg de alimento não perecível no dia do evento, mediante apresentação de documento com foto na bilheteria.

Os portões serão abertos às 16h, o card preliminar começa às 17h e o card principal às 21h. Os ingressos são limitados, sujeitos à lotação do ginásio. Todos os alimentos arrecadados serão destinados a comunidades em situação de vulnerabilidade em Brasília e na região.

Confira abaixo o card completo da edição:

LFA 225
Ginásio Nilson Nelson, Brasília, DF
23 de janeiro de 2026

Peso-mosca: Marcos Degli x Luis Aguiar
Peso-galo: Daniel Araújo x Derick Borges
Peso-galo: Rafael Pereira x Lionel Abojer
Peso-médio: Marcio Cabral x Julio Spadaccini
Peso-meio-pesado: Leon Soares x Miguel Porto
Peso-pena: Icaro Brito x Aristides Vinícius
Peso-mosca: Lucas Gouveia x Frank Silva
Peso-meio-médio: Gabriel Vinicius x Joel Salviano
Peso-pena: Lucas Cruz x Leonardo Cerboni
Peso-médio: Vladimir Calvo x Gustavo Guilherme
Peso-mosca: Bianca Basilio x Emanuella Novaes
Peso-galo: Breno Yuri x Lucas Andrade
Peso-pesado: Wesley de Souza x Pablo dos Santos
Peso-leve: Italo Cruz x Vinicius Silva
Peso-leve: Pedro Souza x Lucas Barreto

PBJJF anuncia temporada 2026 com mais de R$ 1 milhão em premiações no jiu-jítsu

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A Professional Brazilian Jiu-Jitsu Federation (PBJJF) projeta para 2026 uma temporada com premiação total superior a R$ 1 milhão ao longo do ano, ampliação do calendário internacional e ajustes no modelo de gestão. A federação reforça seu posicionamento como uma plataforma de competições de Jiu-Jitsu. Para o presidente João Paulo Ferreira, o período marca uma mudança no cenário da modalidade.

“Representa uma virada de chave: o atleta deixa de ser coadjuvante e passa a ser o centro do esporte. Premiação forte cria um ambiente onde performance vira mérito real e mérito vira oportunidade: mais visibilidade, mais patrocínio, mais estrutura e mais constância para competir”, afirma João Paulo.

Segundo ele, ultrapassar a marca de R$ 1 milhão envolve também estratégia institucional. “Não é só dar prêmio; é construir um ecossistema de alto nível, com valor e relevância”, completa.

Entre as medidas previstas para 2026 está a premiação em dinheiro nos absolutos de todas as faixas, da branca à preta, em todos os eventos do calendário. Para o presidente, a iniciativa contempla o percurso do atleta na modalidade. “A PBJJF valoriza a jornada inteira, não só o topo. A carreira deixa de ser um salto distante e vira uma escada real de crescimento, degrau por degrau”, explica.

A ampliação do calendário internacional demanda organização operacional. João Paulo destaca que o foco está na execução dos eventos. “Montar um calendário grande é fácil no papel, o desafio é entregar qualidade. Em 2026, os atletas podem esperar organização mais rígida, padrão mais alto e consistência. Se é PBJJF, o nível é o mesmo em qualquer continente”, garante.

Com eventos na América do Sul e América do Norte, retorno do Campeonato Asiático, realização dos campeonatos Coreano, Europeu Adulto e Kids, além da entrada no mercado australiano, a PBJJF apresenta seu plano de atuação internacional. “Crescimento global sem padrão vira bagunça, e padrão sem expansão vira limite. Mudamos o continente, não mudamos o padrão”, reforça João Paulo.

Para dar suporte à expansão, o PBJJF Institute passa a integrar a estrutura do projeto. “Se a competição é o palco, o Institute é a base”, define o presidente. O núcleo será responsável pela formação e certificação de professores, capacitação de árbitros e padronização técnica e pedagógica. “A PBJJF não quer só organizar campeonatos, quer elevar o nível do esporte e criar uma geração mais preparada dentro e fora do tatame”, conclui.

Wallid Ismail visita QG da PMERJ, oficializa Jungle Fight no Bope e anuncia apoio a projetos sociais

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Encontro no QG da Polícia Militar do Rio oficializou o Jungle Fight no Bope - Foto: Luan Faro/LBV

O presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail, visitou na última terça-feira (6) o Quartel-General da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Wallid foi recebido pelo secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, acompanhado do coronel Benevenuto, comandante do Comando de Operações Especiais (COE), e do tenente-coronel Corbage, comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

Encontro no QG da Polícia Militar do Rio oficializou o Jungle Fight no Bope – Foto: Luan Faro/LBV

Durante a visita, Wallid conheceu as instalações do QG e esteve no dojo onde treinam agentes de segurança e também crianças e jovens de comunidades atendidas por projetos sociais desenvolvidos pela Polícia Militar. As iniciativas fazem parte de programas de prevenção que utilizam o esporte como ferramenta de formação e inclusão. Somente no jiu-jitsu, mais de 6 mil jovens são atendidos. O programa existe desde 2009, em parceria com a Legião da Boa Vontade (LBV) e a Super Rádio Brasil.

A agenda também marcou a oficialização da edição especial do Jungle Fight que será realizada no dia 17 de janeiro, às 20h, na sede do Bope, no Rio de Janeiro, em comemoração aos 48 anos do batalhão, celebrados no dia 19. O evento abre a temporada 2026 do Jungle Fight e terá transmissão ao vivo do Sportv e do canal Combate.

Para o secretário Marcelo Menezes, a realização do evento no Bope tem significado institucional. “Para nós da Polícia Militar do Rio de Janeiro esta edição do Jungle Fight fazendo uma referência comemorativa ao aniversário do Bope é histórica. É uma homenagem aos 43 mil policiais dessa corporação bicentenária que presta um serviço fundamental para a sociedade fluminense”, afirmou.

Wallid Ismail destacou o simbolismo da edição. “Esta edição especial do Jungle Fight em homenagem aos 48 anos do Bope é para mostrar que no Brasil não temos apenas os melhores lutadores do mundo, como também temos os melhores policiais do mundo. Também é uma homenagem a todos os policiais, independentemente do batalhão. Esta edição é uma manifestação de gratidão a esses guerreiros da lei”, disse.

A luta principal vale o cinturão dos pesos médios. O atual campeão, João Dantas, de São Paulo, fará sua primeira defesa de título, contra Rodolfo dos Santos, do Pará. O card conta com 14 lutas e reúne 28 atletas. Destes, 17 são do Rio de Janeiro e oriundos de projetos sociais. A maioria foi selecionada na última edição das Eliminatórias Jungle, realizada em novembro do ano passado.

Artes marciais integram programas de prevenção da PMERJ

Projeto social da PM do Rio em parceria com a LBV usa as artes marciais como ferramenta de transformação social – Foto: PMERJ

Além do evento esportivo, o encontro reforçou o trabalho de prevenção desenvolvido pela PMERJ por meio de projetos sociais. Atualmente, batalhões em todas as regiões do estado contam com tatames e instrutores da própria corporação, oferecendo aulas de artes marciais para crianças e jovens.

“Todas as regiões possuem tatames dentro de batalhões, com policiais ministrando artes marciais para os jovens, nessa ideia de transformação de vidas. Essa união de forças é importante para ampliar os projetos e acolher mais jovens. Quem ganha com isso é a sociedade”, afirmou Menezes.

Wallid também ressaltou o alcance dessas ações e anunciou o Jungle Fight como parceiro. “Esse trabalho é gigantesco. Que esses jovens possam construir uma vida melhor para suas famílias através do esporte, seguindo o caminho do bem. O esporte é uma ferramenta de transformação social. Quando vejo a Polícia Militar atuando na prevenção por meio do esporte, fico satisfeito. Vamos usar a visibilidade do Jungle Fight para valorizar esse trabalho e buscar novos apoios para os projetos dentro dos batalhões, como o da Loterj, com o nosso presidente Hazenclever Cançado”, concluiu.

Para o presidente da Loterj, Hazenclever Cançado, a iniciativa reforça o papel social do esporte. “Projetos como esses mostram que o esporte vai muito além da competição. Ele educa, disciplina e abre caminhos. Apoiar ações que utilizam as artes marciais como ferramenta de inclusão é investir diretamente no futuro desses jovens e na construção de uma sociedade melhor”, afirmou.

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