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Rafael Dos Anjos revela que lesão no joelho pode tirá-lo da luta contra Islam Makhachev

Convidado do CONEXÃO PVT do último domingo, Rafael Dos Anjos revelou que uma cirurgia no menisco realizada há duas semanas põe em dúvida sua luta contra Islam Makhachev, agendada para 30 de outubro. O brasileiro também afirmou que, embora seja um grande adversário, o russo não seria o maior desafio de sua carreira, o comparou com Khabib Nurmagomedov. Por falar no outro ex-campeão dos leves, Dos Anjos rebateu as críticas que ele fez sobre o atual momento de José Aldo.

‘Dana White negou pedido de Aldo para luta de Boxe’, lembra Pederneiras

José Aldo nunca negou sua paixão pelo Boxe e o desejo de um dia se testar no ringue em uma luta oficial. Em recente participação no CONEXÃO PVT, Dedé Pederneiras lembrou que esse sonho quase foi realizado e que só não aconteceu devido a uma negativa de Dana White. O empresário ainda afirmou que o ex-campeão do UFC treina a nobre arte diariamente.

IVC Venezuela: A consagração do “Matador de Brasileiros”

Na semifinal Brazuca, ngelo venceu Cyborg em 9min de luta duríssima
A disputa entre Brasil e EUA contribuiu na divulgação do evento na Venezuela

Brasil x EUA. O confronto entre as duas maiores potências do Vale-Tudo mundial foi o mote utilizado por Sérgio Batarelli para promover a primeira edição internacional do seu IVC. 

Realizado no dia 11 de setembro de 2001 em Caracas, Venezuela, a 14º edição do IVC foi uma maratona de Vale-Tudo que consagrou Alex Stiebling. Após vencer quatro brasileiros na mesma noite, o americano passou a ser conhecido mundialmente como Brazilian Killa  

Texto e fotos Marcelo Alonso

MARATONA DE VALE-TUDO

Em Novembro de 2001, depois de quase dois anos sem realizar um evento no Brasil, Sérgio Batarelli decidiu voltar com tudo, fazendo um torneio eliminatório de 16 lutadores, sendo 11 brasileiros, 1 canadense e  4 norte americanos. Para vencer, o campeão teria que passar por nada mais nada menos que 4 oponentes, praticamente seguidos.

Teoricamente a vantagem numérica dava um favoritismo natural aos brasileiros que tinham ainda os lutadores mais pesados e experientes como The Pedro, Ângelo Araujo, Clayton Mangueira, Jeferson Tanque e Evangelista Cyborg, mas só mesmo na teoria. Quando a chave do torneio foi divulgada, a vantagem se reverteu. Uma vez que para reequilibrar a vantagem numérica, os favoritos brasileiros foram colocados do mesmo lado da chave e acabaram se exterminando, deixando o caminho aberto do outro lado, para Alex Stiebling, que enfrentou os brasileiros mais leves da competição.

A MARATONA DE ANGELO ARAÚJO

Para vencer um torneio normalmente a sorte é mais importante que a técnica. O paranaense Ângelo Araujo comprovou esta máxima ao receber a chave do IVC Venezuela. “Parece que de um lado é um torneio de pesados e do outro um torneio de médios, Seu Batarelli assim vai prejudicar os brasileiros”, me disse Ângelo ao perceber que para chegar a final teria que passar numa peneira com The Pedro (100kg), Clayton Mangueira (115kg), John Ivey (125kg), Jeferson Tanque (98kg), Aaron Sulian (110kg) e Evangelista Cyborg…

Ângelo começou a maratona de lutas enfrentando seu maior parceiro na viagem, Clayton Mangueira, com quem travou uma violenta batalha de 10 minutos. O paranaense, que vinha de 3 vitórias no Meca, venceu por pontos, mas saiu debilitado para a segunda luta com o favorito The Pedro, que vencera o americano Jonathan Ivey com socos da lateral a 3min12s. 

Para sorte de Ângelo, o carioca decidiu não voltar. “Acabei de vir de um evento na Rússia onde machuquei o olho e não estou enxergando bem. Não tenho que provar nada a ninguém. Tenho 50 lutas e 40 vitórias, três fitas em locadora e nunca fui finalizado. Não vou arriscar minha visão por mil dólares”, declarou logo após a luta o figuraço The Pedro. 

No lugar de Pedro,  Araujo venceu com tranqüilidade John Renken, que havia sido nocauteado na primeira luta para Jeferson Tanque. 

Na semifinal, porém, Ângelo pegou outra pedreira, Evangelista Cyborg, que vinha de dois nocautes rápidos (sobre Aaron Sulivan em 13segundo e Jeferson Tanque em 2min28s).  Ângelo e Cyborg fizeram uma luta duríssima com muita trocação, até que aos 6 minutos, o paranaense montou nas costas de Cyborg e passou desferir socos em sua cabeça por quase 4 minutos. Diante da ausência de reação do atleta da Budokan, o juiz e dono do evento Sérgio Batarelli achou por bem intervir a 9min22s. “Ele deu uma cotovelada na minha nuca e o corpo adormeceu. Estava lúcido, mas o corpo não conseguia reagir”, contou Cyborg.

Após 20 minutos de luta, Ângelo saiu carregado do ringue e passou dez minutos debaixo do chuveiro tentando se recuperar para a final com um bem mais inteiro Alex Stiebling. 

Na chave de ngelo estavam todos os favoritos brasileiros como Clayton Mangueira (foto), The Pedro, Tanque e Cyborg

OS MAIS LEVES PARA STIEBLING

Grande revelação do IVC Venezuela, Alex Stiebling (90kg) começou muito mal no torneio. Fazendo sua primeira luta com o bem mais leve Claudio das  Dores (82kg), o americano passou por maus momentos nos primeiros cinco minutos. 

Depois de derrubar duas vezes o americano, o representante da Luta-Livre chegou a montar e encaixar um mata-leão, mas Stiebling resistiu e cansou o brasileiro, que acabou batendo a 40 segundos do final com uma chave de calcanhar. “Sai do ringue abatido sabendo que não conseguiria chegar a final depois de mais duas lutas daquelas”, reconheceu Alex. 

Mas a sorte estava ao seu lado e sua chave acabaria sendo um descanso natural. 

Na sequência Stiebling aplicaria o nocaute mais rápido da noite sobre o faixa preta da Nova União, Leandro Ribeiro, que vencera a sua primeira luta fazendo submission com o aluno de Carlson Antônio Sargento. Na realidade Leandro viera acompanhar Rodrigo Riscado, mas com a debandada de 3 americanos fora convidado por Batarelli para lutar com outro técnico, Antonio Sargento, que viera acompanhando The Pedro. Desta marmelada-submission saiu o segundo adversário de Stiebling.

Na semifinal Stiebling enfrentaria uma das surpresas da competição, o goiano Milton Bahia. Conhecido por suas duríssimas lutas com Pelé Landi no IVC, Milton, com apenas 82kg entrou de Kamikase no torneio e emplacou dois nocautes impressionantes. Primeiro sobre o grandalhão canadense Mike Hunter (120kg), que apagou após levar um série de seis socos complementados por uma joelhada certeira. Depois sobre o faixa preta de Jiu-Jitsu Rodrigo Riscado (90kg), que havia finalizado em 29seg com um armlock o grandalhão Wellington Wilkins (110kg).

Sem conseguir colocar Bahia para baixo, Riscado partiu para a trocação e acabou tendo seu nariz quebrado. O sangramento acabou levando os médicos a interromperem a 2min11seg. Na saída do ringue um empolgado Bahia prometeu dar trabalho a Stiebling. “No IVC lancei o mata-barata (pisão no rosto projetando a perna por dentro da guarda do oponente e o Bahia Jump (salto de cabeça por dentro da guarda do oponente), hoje vou lançar o Taz Bahia que é um chute rodado, que se pega na cabeça do oponente, amputa”.

Mas na semifinal com Stiebling, Milton não conseguiu cumprir o prometido. Após breve trocação, o goiano clinchou e tentou derrubar o americano, que, aplicando uma cambalhota, encaixou um leg-lock e obrigou o brasileiro a bater.  

Milton Bahia foi finalizado por Stiebling na semifinal

    

STIEBLING VENCE ANGELO NA FINAL     

Mesmo estando totalmente debilitado na final, Ângelo começou melhor e derrubou Stiebling encurralando o no córner, onde passou a desferir dezenas de socos por dentro da guarda do oponente, mas para infelicidade da torcida brasileira, o juiz Batarelli decidiu voltar a luta em pé. Nitidamente exausto o brasileiro acabou virando presa fácil para o americano, que o derrubou, pegou suas costas e encaixou um mata-leão a 4 minutos de luta para delírio da torcida local, que após a saída de The Pedro, passou a torcer pelo americano. “Ele pegou a chave mais difícil e estava em condições físicas piores, por isso entrei tranquilo”, disse o campeão, que faturou 10 mil dólares de prêmio. Muito chateado após a luta, Ângelo pediu a revanche. “Se pegasse esse americano de cara teria escangalhado ele. Estes 10 minutos de guerra com o Mangueira de cara acabaram comigo”, disse Araujo.

No final o próprio promotor do evento reconheceu que a chave acabou sendo definitiva. “O Ângelo foi campeão moral do torneio. Infelizmente 3 americanos debandaram em cima da hora por isso tive que trazer lutadores leves”.

O MATADOR DO MATADOR 

Meses após vencer o IVC, Stiebling seria contratado pelo Pride. Na época o maior evento do mundo. 

Fazendo sua estréia no Pride 18, Stiebling confirmaria sua fama de matador de brasileiros vencendo Allan Góes por nocaute técnico no 3º round. 

Na edição seguinte, outro aluno de Carlson Gracie seria vencido pelo Brazilian Killa, desta vez por pontos: Wallid Ismail.

Com seis brasileiros no currículo, Stiebling foi convidado a enfileirar sua sétima vítima, um garoto da Chute Boxe, que costumava lutar duas categorias abaixo, chamado Anderson Silva. A confiança de Stiebling era tanta que além do Brazilian Killa na parte da frente do short, o falastrão adicionou na parte de trás “Royce Who ?” Royce quem ? Desta vez, porém, o matador pagou com a língua, ou melhor, com o supercílio. Aberto pelo brasileiro com uma canelada logo no início da luta. O corte foi tão profundo que o sangramento levou os médicos a interromperem a luta.  

Desde esta derrota Stiebling nunca mais seria o mesmo. Em 2004, perderia para Minotouro por pontos no Pride e em 2009 seria nocauteado por Murilo Ninja no Bitetti Combat.    

 

 

Future FC MMA 13 consagra dois novos campeões

Claudio Ribeiro venceu a luta principal e se sagrou campeão peso médio - Foto: Vica Bueno
Claudio Ribeiro venceu a luta principal e se sagrou campeão peso médio – Foto: Vica Bueno

Realizado na última sexta-feira na cidade mineira de Santa Luzia, a 24 km da capital Belo Horizonte, a 13ª edição do Future FC MMA consagrou dos novos campeões: na luta principal, o paulista de Jundiaí Cláudio Ribeiro conquistou o cinturão dos pesos médios; enquanto, no combate anterior, o cearense de Beberibe Gabriel Mosquitinho se tornou o cara a ser batido na divisão dos penas.

Um dos principais pesos médios em ação no cenário nacional, Cláudio Ribeiro confirmou o favoritismo sobre o veteraníssimo Kelles Fúria, 40 anos, que aceitou o desafio a poucos dias para a luta. Fúria resistiu bravamente nos quatro primeiros rounds, mas acabou, no início do cinco round, sucumbindo diante do castigo imposto por Ribeiro. O novo campeão agora soma nove vitórias, todas por nocaute, em 11 lutas.

Gabriel Mosquitinho segue invicto – Foto: Vica Bueno

A “promessa” Gabriel Mosquitinho mostrou que, pelo menos entre os penas do Brasil, já é uma realidade. Com uma performance dominante sobre o ex-campeão do Shooto Brasil Elvis Silva, recompensada com uma vitória por decisão unânime, o atleta da Evolução Thai manteve a invencibilidade, anotando agora um cartel de nove triunfos em nove lutas, e se tornou o campeão peso-pena do Future FC MMA.

O evento ainda promoveu três duelos entre brasileiros x estrangeiros, com os visitantes levando a melhor por dois a um, com vitórias uzbeque Ramazonbek Temirov sobre Daniel Conceição por decisão unânime, na divisão dos moscas; e do argentino Rodrigo Roldan sobre Daniel Santos por decisão dividida. O único triunfo verde e amarelo foi do peso-pena Matheus Pereira sobre o uruguaio Martin Camilo, por decisão unânime.

Confira abaixo os resultados completos do evento:

Future FC MMA 13

Santa Luzia, MG

24 de setembro de 2021

Claudio Ribeiro venceu Kelles Albuquerque por TKO aos 2:29 do R5

Gabriel “Mosquitinho” venceu Elvis Silva por decisão unânime

Carlos Soares venceu Alan Gabriel Tilico por TKO aos 2:54 do R3

Alessandro Gambulino finalizou Well Mutante com um mata-leão a 1:18 do R1

Melquizael Costa venceu Leandro Mun-Rá por decisão unânime

Rafael Coxinha venceu Tarcizio Pedra por decisão unânime

Matheus Pereira venceu Martin Camilo por decisão unânime

Ramazonbek Temirov venceu Daniel Conceição por KO aos 0:34 do R1

Wellington Souza finalizou Romario Barbosa com um armlock aos 4:39 do R1

Renan Oliveira finalizou John Davis Snake com um d’arce choke aos 4:22 do R2

Rodrigo Roldan venceu Daniel Bulldog por decisão dividida

Tarciara Santos venceu Larissa Kelly por TKO a 1:34 do R2

Guido Santos venceu Junior Melo por decisão unânime

Mateus Glória venceu Joelson Mec Pão por KO aos 0:51 do R1

Marco Black Diamond venceu Jonas Machado por TKO aos 2:09 d0 R2

Wallid Ismail relembra os momentos mais marcantes dos 18 anos do Jungle Fight

O RESENHA PVT da última quinta-feira foi em homenagem aos 18 anos do Jungle Fight, um dos eventos de MMA mais antigos em atividade do mundo. Wallid Ismail relembrou os momentos e as lutas mais marcantes das 102 edições já realizadas até aqui, desde a estreia, no meio da Floresta Amazônica, passando pela gelada Eslovênia, pela chuva em Vila Velha, quadra da Mangueira, pela cinematográfica Cidade de Deus e até mesmo sob o viaduto de Madureira. Do nocaute de Fabrício Werdum sobre Ebenezer Braga, da guerra entre Lyoto Machida e Stephan Bonnar, passando por Pelé x Babalú, derrota de José Aldo, vitórias de Charles Do Bronx’s e Renan Barão até chegar nos tempos de Deivison Figueiredo, Paulo Borrachinha e Alex Poatan, foram lembrados pelo promotor.

Pederneiras critica recentes declarações de Khabib e relembra ‘não’ do russo a luta contra Aldo

Dedé Pederneiras revelou em entrevista ao CONEXÃO PVT desta semana que Khabib Nurmagomedov recusou enfrentar José Aldo em 2016. Para o brasileiro, vencer o russo naquela época era praticamente garantir a revanche contra Conor McGregor, que o havia derrotado meses antes. Pederneiras também criticou as recentes declarações do ex-campeão dos leves sobre Aldo e ring girls.

Apostas no UFC 266: odds das melhores lutas do evento deste sábado

As apostas no UFC 266 estão movimentando os fãs do MMA – e com um card tão forte e recheado, não é para menos. O evento deste sábado (25), em Las Vegas, conta com nada menos que duas lutas valendo cinturão, dois esperados confrontos entre casca-grossas experientes e, para completar, três duelos envolvendo atletas do Brasil. Nas melhores casas de apostas esportivas, um dos representantes do país, Marlon Moraes, entra como zebra, enquanto Jéssica Bate-Estaca e Taila Santos são claras favoritas. Jéssica, aliás, está de olho no cinturão do peso mosca feminino, pois é a primeira colocada do ranking.

Nas lutas principais da noitada do Ultimate, os atuais campeões Alexander Volkanovski e Valentina Shevchenko também são favoritos a manter seus títulos diante de Brian Ortega e Lauren Murphy. Mas talvez a luta mais aguardada da noite seja o embate dos veteranos Nick Diaz e Robbie Lawler, que promete muita emoção. A seguir, as cotações das lutas, fornecidas pelo Odds Shark e disponíveis para quem pretende apostar nos ganhadores no Bodog, um dos melhores sites do ramo (as cotações são da manhã desta quinta-feira, dia 23, e podem oscilar um pouco até a data do evento).

Peso pena – (R$ 1,54) Alexander Volkanovski x Brian Ortega (R$ 2,50)

O main event vale o título dos penas, com o australiano Volkanovski, ainda invicto no UFC, encarando o americano Ortega, o segundo do ranking. O lucro de R$ 1,54 para cada real investido no Bodog dá uma boa ideia do favoritismo do campeão, que vem de bater Max Holloway (duas vezes), José Aldo e Chad Mendes. Ortega é perigoso e vem de triunfo no duelo com o Zumbi Coreano, mas o palpite mais coerente é em Volkanovski. 

Peso mosca feminino – (R$ 1,06) Valentina Shevchenko x Lauren Murphy (R$ 8,50)

Se o campeão dos penas é favorito, o que dizer da dona do cinturão do peso mosca entre as mulheres, Valentina Shevchenko? Com lucro de apenas R$ 1,06 para cada real investido em sua vitória, a atleta do Quirguistão é a barbada da noite contra a americana Murphy, a terceira colocada do ranking. Shevchenko vem de vitória por nocaute sobre Jéssica Bate-Estaca e já defendeu seu cinturão cinco vezes.

Peso médio – (R$ 1,77) Robbie Lawler x Nick Diaz (R$ 2,10)

Essa é para os fãs da luta franca e sem muita estratégia. Lawler e Diaz são atletas bastante rodados e extremamente duros, o que abre a perspectiva de um grande show em Vegas. A melhor cotação é para vitória de Lawler, com lucro de R$ 1,77 para cada real investido no Bodog, mas Nick Diaz não fica muito atrás, pagando R$ 2,10 para 1. O ex-campeão Lawler, de 39 anos, não luta há mais de um ano e vem de quatro derrotas; Diaz, de 38, está ainda mais enferrujado, pois sua última luta foi contra Anderson Silva, em 2015. 

Peso pesado – (R$ 1,30) Curtis Blaydes x Jairzinho Rozenstruik (R$ 3,50)

Mais um duelo de casca-grossas, com Blaydes, quarto colocado no ranking dos pesados, como favorito diante de Rozenstruik, em sexto na categoria. O americano Blaydes vem de derrota por nocaute para Derrick Lewis e surinamês Rozenstruik ganhou de Augusto Sakai em junho, também em Vegas. Grande chance de nocaute na T-Mobile Arena.

Peso mosca feminino – (R$ 1,37) Jéssica Bate-Estaca x Cynthia Calvillo (R$ 3,10)

Ex-campeã do peso palha, Bate-Estaca abre o card principal como favorita – afinal, está na primeira colocação do ranking e busca uma nova oportunidade de desbancar Shevchenko. Depois de uma estreia arrasadora no peso mosca, com nocaute no primeiro assalto contra Katlyn Chookagian, Jéssica acabou sendo superada pela campeã no UFC 261, mas está em busca de uma revanche e tem boas chances de ser escalada para pegar Valentina outra vez caso vença neste sábado.

Peso galo – (R$ 3,10) Marlon Moraes x Merab Dvalishvili (R$ 1,37)

Complicou para Marlon: o ex-campeão do WSOF vem de duas derrotas seguidas e agora vai encarar o perigoso georgiano Dvalishvili, que acumula seis vitórias consecutivas e vem subindo no ranking dos galos. O brasileiro de 33 anos busca a reabilitação como azarão.

Peso mosca feminino – (R$ 4,15) Roxanne Modafferi x Taila Santos (R$ 1,23)

Mais um combate da mesma categoria de Shevchenko e Bate-Estaca, desta vez com Taila Santos, catarinense de 28 anos, como ampla favorita diante da americana Modafferi, uma veterana de 38 anos que tem um currículo bem modesto. Taila merece o investimento.

 

Confira todos os combates e as cotações do Bodog para o UFC 266, neste sábado (25/9), na T-Mobile Arena, em Las Vegas (em destaque, os lutadores brasileiros escalados para o evento nos EUA):

CARD PRINCIPAL (a partir das 23h, horário de Brasília)

Peso pena – (R$ 1,54) Alexander Volkanovski x Brian Ortega (R$ 2,50)

Peso mosca feminino – (R$ 1,06) Valentina Shevchenko x Lauren Murphy (R$ 8,50)

Peso médio – (R$ 1,77) Robbie Lawler x Nick Diaz (R$ 2,10)

Peso pesado – (R$ 1,30) Curtis Blaydes x Jairzinho Rozenstruik (R$ 3,50)

Peso mosca feminino – (R$ 1,37) Jéssica Bate-Estaca x Cynthia Calvillo (R$ 3,10)

CARD PRELIMINAR (a partir das 21h)

Peso galo – (R$ 3,10) Marlon Moraes x Merab Dvalishvili (R$ 1,37)

Peso leve – (R$ 1,69) Dan Hooker x Nasrat Haqparast (R$ 2,20)

Peso pesado – (R$ 2,70) Shamil Abdurakhimov x Chris Daukaus (R$ 1,47)

Peso mosca feminino – (R$ 4,15) Roxanne Modafferi x Taila Santos (R$ 1,23)

PRELIMINARES INICIAIS (a partir das 19h)

Peso leve – (R$ 1,80) Uros Medic x Jalin Turner (R$ 2,05)

Peso médio – (R$ 2,40) Cody Brundage x Nick Maximov (R$ 1,58)

Peso meio-médio – (R$ 1,18) Matthew Semelsberger x Martin Sano (R$ 4,80)

Peso pena – (R$ 2,30) Jonathan Pearce x Omar Morales (R$ 1,64)

 

Nova estrutura da Chute Boxe Diego Lima tem de octógono a sala de aula

Diego Lima detalhou ao PVT a nova estrutura da Chute Boxe na capital paulista. Com cerca de 40 atletas profissionais, o centro de treinamento possui mais de 2 mil m², quatro andares, extensa área de tatame, dois octógonos e até uma sala para aulas de inglês, espanhol, educação financeira e sexual. A ideia é fazer com que cada vez menos talentos deixem o Brasil em busca de condições fora do país.

Dedé Pederneiras reafirma desejo de José Aldo de luta contra Rob Font em dezembro

Dedé Pederneiras foi o convidado do CONEXÃO PVT dessa quarta-feira. O empresário e treinador revelou que José Aldo visa uma luta contra Rob Font em dezembro, já que, em caso de vitória, praticamente carimba a oportunidade de disputar o cinturão dos galos novamente. O líder da Nova União também revelou o motivo da luta contra Dominick Cruz não ter avançado e que Nurmagomedov recusou uma luta contra José Aldo no passado.

 

Deiveson Figueiredo faz mea-culpa sobre erros da última luta e promete mudança de postura

Brasileiro terá segunda chance pelo cinturão - Foto: Leonardo Fabri

No dia 11 de dezembro Deiveson Figueiredo vai ter a oportunidade de lutar novamente contra Brandon Moreno, que tirou seu cinturão em junho com um mata-leão no terceiro round. Ao CONEXÃO PVT, o paraense admitiu alguns erros cometidos no último encontro, disse o que fez para que eles não se repitam e revelou o que vai fazer diferente tanto no camp quanto na postura dentro do octógono.

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