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Com presença do “embaixador” Thiago Marreta, Volta do Mundo leva capoeira ao Pão de Açúcar

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O Pão de Açúcar, localizado no Rio de Janeiro e considerado um dos principais cartões postais do mundo, será palco do Volta do Mundo – Bambas no dia 22 de julho. Thiago Marreta, embaixador do evento de capoeira, confirmou presença no evento e entregará o cinturão para o vencedor.

“Estou extremamente animado por ter conseguido agendar minha viagem para o Rio de Janeiro e ter a oportunidade de prestigiar o VMB 50K. Tendo participado da primeira edição, conheço o impacto significativo que o Volta do Mundo tem na capoeira, tornando-se hoje a maior competição do mundo. Nada poderia ser melhor do que testemunhar pessoalmente esse evento maravilhoso no emblemático cenário do Pão de Açúcar. Como capoeirista e embaixador do VMB, sinto uma emoção indescritível ao ver o que essa competição construiu em um ano. Estar no Pão de Açúcar representa uma conquista extraordinária para esse esporte”, disse o lutador do PFL.

A edição contará com disputas de cinturão masculino e feminina, desafio internacional, atletas PCDs e uma premiação inédita de 50 mil reais, além de uma novidade: o protetor bucal.

“Eu acho super importante implantarmos o protetor bucal em uma competição de capoeira como o VMB, pois estamos mostrando que o profissionalismo e a preocupação com o atleta estão cada vez maiores, e também queremos tirar a mística de que usar protetor bucal é sinônimo de briga. Então vejo com muito bons olhos esse momento”, observa o diretor-técnico Felipe Tropeço.

Campeões mundiais de jiu-jítsu, Lucas Pinheiro e Thalison Soares assinam com o ONE

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Campeões de jiu-jitsu foram anunciados pelo ONE - Divulgação/ONE Championship

Uma das maiores organizações de artes marciais do mundo, o ONE Championship adicionou mais dois grandes nomes da arte suave ao seu cast de lutadores. A organização asiática anunciou a contratação dos campeões mundiais de Jiu-Jitsu Thalison Soares e Lucas Pinheiro.

Campeões de jiu-jitsu foram anunciados pelo ONE – Divulgação/ONE Championship

Os dois atletas, que assinaram um acordo de várias lutas para atuar na divisão de Submission Grappling, se juntam a nomes como Mikey Musumeci, Matheus Gabriel, os irmãos Kade e Tye Ruotolo, entre outros grandes nomes do grappling. Seus respectivos adversários e a data de suas estreias ainda não foram anunciadas.

Thalison Soares, de 25 anos, é faixa-preta de Jiu-Jitsu de Cícero Costha, mas atualmente treina com os irmão Guilherme e Rafael Mendes na academia Art Of Jiu-Jitsu (AOJ). Thalison foi campeão Mundial da IBJJF em 2022. Ele também se sagrou campeão Pan-Americano e Europeu, além do título Mundial No Gi em 2022.

Já Lucas Pinheiro, de 29 anos, é faixa-preta de Jiu-Jitsu e atualmente treina na Atos, equipe do multicampeão André Galvão. Ele é o atual campeão Mundial da IBJJF, título que conquistou no início de junho ao derrotar Thalison Soares na final. Além disso, ele também é campeão Mundial No Gi, Pan-Americano, Europeu e Brasileiro.

Atletas e treinadores de base da seleção de boxe passam pela segunda etapa do NEBAR

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Programa encerrou sua segunda etapa esta semana - Divulgação/CBBoxe

O Centro de Treinamento da Seleção Brasileira de Boxe foi palco, entre os dias 4 e 11 de julho, da segunda base do Núcleo de Esportes de Base e Alto Rendimento (NEBAR), programa apoiado pelo Ministério do Esporte e Governo Federal que tem como objetivo primário capacitar jovens atletas e treinadores para o alto rendimento.

Programa encerrou sua segunda etapa esta semana – Divulgação/CBBoxe

“O objetivo primário do NEBAR é promover a interação dos atletas e uma avaliação prévia daqueles que podem se adequar às necessidades da seleção para poderem representar o Brasil no Mundial Juvenil do ano que vem”, explicou Marcos Brito, presidente da Confederação Brasileira de Boxe.

“Mas o projeto vai muito além. Ele tem a intenção de trazer para perto os atletas de vários em formação para terem o conhecimento do que é a seleção, tanto do nível de preparo quanto das privações que os atletas de alto rendimento têm, da dedicação aos treinos extremamente puxados”, complementou.

Além de promover treinamentos físicos e técnicos, com corrida, musculação, saco, sombra e escola de combate dirigida, a segunda base do programa ofereceu palestras com abordagens sobre táticas, estratégias, controle sobre respiração e divulgação esportiva em redes sociais.

“O programa também serve para atualizar os técnicos que acompanham essa garotada com as experiências que a seleção naturalmente tem por desenvolver esses projetos de alto rendimento, preparação de atletas, planejamentos de micro e macro ciclos, relatórios de equipes multidisciplinares”, destacou Brito.

A primeira base foi realizada em maio deste ano, e contou com a abordagem de temas como cuidados com automedicação e a relação com o doping, treinamento usados na olímpica, importância da alimentação, técnicas de visualização, métodos de prevenção e recuperação de lesões e alinhamento de carreira.

Parrumpinha fala dos bastidores da conquista de Alexandre Pantoja e manda recado para Deiveson Figueiredo

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Um dos treinadores da American Top Team, Parrumpinha falou da emoção da conquista de seu pupilo Alexandre Pantoja no UFC 290, relembrou a trajetória do novo campeão desde que chegou aos EUA, passando pelos perrengues (precisou fazer bico de uber uma semana antes de uma luta) até a consagração. O treinador também analisou a lista de nomes de onde pode sair o primeiro desafiante do reinado. Parrumpinha também falou dos confrontos entre seus atletas na PFL, de Mayra Sheetara e Holly Holm e também de Askerov, que treina com ele, contra Paulo Borrachinha.

Gilbert Durinho projeta retorno para dezembro, vislumbra luta contra GSP e cita inspiração em Alexandre Pantoja

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Gilbert Durinho falou da recuperação das diversas lesões que sofreu no primeiro round contra Belal Muhammad e que pretende voltar ao octógono – ou ao tatame – somente quando estiver 100%, o que ele projeta para dezembro. Uma das opções que o agrada é uma luta de grappling contra Georges St-Pierre no UFC Invitational.

O meio-médio também falou da sua relação de amizade de sua família com a de Alexandre Pantoja e da emoção que sentiu ao ver o amigo se tornar campeão peso-mosca do UFC no último final de semana. Durinho revelou que a conquista o deu uma injeção de gás para a sequência da carreira.

Promessa do jiu-jítsu chega à faixa-preta com título

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Tropeço faturou o ouro - Arquivo pessoal

Com chave de ouro! Foi assim que o mais novo faixa-preta Helder Tropeço encerrou seu clico nas faixas coloridas de Jiu-Jitsu, ao conquistar o primeiro título mundial pela IBJJF este ano, como faixa-marrom. Logo depois, o jovem atleta da Fratres JJ acabou graduado, fazendo a sua estreia na elite do esporte em junho, quando disputou o Abu Dhabi Grand Slam do Rio de Janeiro.

Tropeço faturou o ouro – Arquivo pessoal

Na ocasião, Helder Tropeço fechou a divisão até 120kg com Luis Fernando Cantareira e Yatan Bueno, seus companheiros de equipe. A primeira medalha de ouro como faixa-preta, porém, viria semanas depois, quando ele venceu o absoluto no Betim Open da IBJJF, em Minas Gerais. Animado para os próximos desafios, o atleta – que tem apoio da Brazil Combat – relembrou sua trajetória até esse momento especial.

“O título mundial foi a realização de um objetivo pessoal, provar para mim mesmo que sou capaz. Foram cinco anos batendo na trave, perdendo nas finais, mas neste ano cheguei com o objetivo de mudar isso. Sinto que foi a maneira perfeita de encerrar meu ciclo nas faixas coloridas. Fiz quatro lutas e venci todas por finalização”, disse o campeão pesadíssimo, que completou sobre a graduação:

“Não esperava (receber a faixa preta), não foi algo planejado, mas com certeza uma sensação ótima. Me sinto motivado e acho que o que muda é o fato de que na preta cada erro custa muito caro. É o nível mais alto, então preciso ser o mais certeiro possível. Comecei com o pé direito, já consegui meu primeiro título como preta e vão me ver lutando muito esse ano. Quero chegar em um ritmo bem acelerado no Europeu de Jiu-Jitsu (em janeiro)”.

Dono de um jogo finalizador e agressivo, com apreço pelos ataques de pé e joelho, Helder Tropeço vem se desenvolvendo ainda mais desde que ingressou na equipe Fratres JJ, liderada por Daniel Affini e companhia, e que hoje conta com uma verdadeira tropa de elite.

“A Fratres veio para profissionalizar o esporte trazendo uma estrutura que não havia antes. Sem sombra de dúvidas, eles elevaram o nível dentro e fora dos tatames. Quero aproveitar esse apoio e mostrar que cheguei pra ficar (na faixa-preta). Este ano ainda quero lutar alguns eventos, mas o principal é o Sul Americano, em setembro, mais um teste para o Europeu no ano que vem”, encerrou o jovem.

Vitor Petrino usa finalização no UFC para mandar recado à divisão

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Felipe Silva, Cristiano Marcello, Vitor Petrino e Fabrício Morango após a vitória no UFC 290 - UFC

Assim como em suas oito lutas anteriores, Vitor Petrino teve o braço levantado ao final de seu combate contra o experiente Marcin Prachnio, realizado no último final de semana pelo UFC 290, em Las Vegas. A diferença é que dessa vez o atleta da CMSystem venceu com uma finalização, a primeira de sua invicta carreira. O golpe derradeiro foi um katagatame aos 3 minutos e 42 segundos do terceiro round.

“Era essa a estratégia. Todo mundo esperava um nocaute, porque acham que eu só tenho a trocação. Como o Marcin é um cara previsível, que tem um estilo que em toda luta faz as mesmas coisas, a gente decidiu uma estratégia para mostrar trabalho. A ideia era justamente não me expor na trocação e mostrar que sou um lutador completo, que sei derrubar e finalizar. Por isso busquei esse jogo de grade, porque a gente sabia que uma hora a brecha iria aparecer”, destacou.

Felipe Silva, Cristiano Marcello, Vitor Petrino e Fabrício Morango após a vitória no UFC 290 – UFC

“Nunca lutei tão tranquilo na minha vida. A cada luta que acontece eu fico ainda mais tranquilo, me divirto demais. Entrei sem pressa para terminar, até porque eu não precisava me expor, pois eu já mostrei que sei nocautear. Essa luta foi para colocar a estratégia em dia e mostrar que sou calmo, calculista e que sabe fazer um jogo estratégico”, complementou o meio-pesado brasileiro.

Agora Vitor Petrino soma duas vitórias no UFC, além do triunfo no Contender que garantiu o contrato com a organização, em setembro do ano passado. Apesar do início consistente no maior evento de MMA do mundo, o atleta de apenas 25 anos de idade prega calma em relação ao futuro.

“Estamos negociando com o UFC. Primeiro vamos buscar uma boa renovação de contrato para buscar voos maiores, e depois enfrentar todo mundo do top 15 e logo chegar à disputa de cinturão. Mas é um passo de cada vez. A gente não tem pressa. Tenho só 25 anos, ainda tenho muita coisa pela frente e sei que as oportunidades vão aparecer, porque o trabalho está sendo feito. É manter a calma e fazer o que tem que ser feito”, sugere.

A sobriedade nas declarações vai no mesmo curso que seu head coach, Cristiano Marcello, que entende que o pupilo é uma joia a ser lapidada e que, apesar de ter chamado a atenção nesse início no UFC, está longe de seu auge como atleta.

“Não temos pressa. O Vitor é muito novo, tem 25 anos, é o atleta mais novo da categoria dele, o que mostra que ele chegou ao objetivo de chegar ao UFC muito novo. Ele é um espécime em amadurecimento. A gente não tem pressa nenhuma em pular etapas. Como atleta, ele ainda está em evolução, em amadurecimento. E se agora ele já está mostrando essa capacidade, imagina depois”, reflete.

“Mostrou que é um atleta completo, tem derrubado os adversários, tem uma trocação monstra. É um diamante sendo lapidado na maior pressão do mundo. Ainda vai dar muita alegria para o Brasil”, projeta Cristiano Marcello.

PAPO DE LUTA destrincha a conquista de Alexandre Pantoja, analisa o reinado de Volkanovski e a surpreendente vitória de Dricus Du Plessis

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O PAPO DE LUTA 111 celebrou a conquista de Alexandre Pantoja no UFC 290 que recolocou o Brasil entre os países com cinturão da organização. Carlão Barreto e Marcelo Alonso ainda falaram do reinado de Alexander Volkanovski, das vitórias de Vitor Petrino e Denise Gomes, além de listarem os pitacos do UFC do próximo final de semana.

WGP 71: Jonas Salsicha vence Lucas Rafael e Vinicius Mestrinier fatura Challenger GP

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Jonas Salsicha foi o destaque do WGP - David Leite/WGP Divulgação

O WGP Kickboxing realizou mais uma edição histórica na noite deste domingo, dia 9 de julho, em São Paulo. O ginásio Mauro Pinheiro, na capital paulista, recebeu a edição 71 que coroou os principais nomes da noite com vitórias, cinturão e troféu. No main event da noite, Jonas Salsicha bateu Lucas Rafael por decisão dividida em duelo que não valia mais o título dos Super-Médios após o desafiante Gustavo Jones contrair dengue e precisar ser retirado do card em cima da hora. No Challenger GP dos Super-Leves melhor para Vinicius Mestrinier, que bateu Paulo Tebar e Ignacio El Fino em duas grandes lutas para sagrar-se campeão e garantir o posto de desafiante ao cinturão do argentino Tomas Chacal. Outro destaque da noite foi o triunfo de Hector Santiago, por nocaute, sobre o venezuelano Luis Lugo para faturar o cinturão pan-americano WAKO Pro na divisão dos leves. O evento contou ainda com outros 12 combates que levantaram o ginásio na capital paulista.

O Main Event do WGP 71 não foi exatamente como o público esperava após o desafiante ao cinturão de Jonas Salsicha, Gustavo Jones, contrair dengue na semana da luta e ter que ser retirado do card. O substituto foi o sorocabano Lucas Rafael em duelo que não valeu o título dos Super-Médios por razões óbvias. E dentro do ringue o equilíbrio foi maior do que se esperava. Lucas fez um jogo muito inteligente e levou dificuldades para Salsicha, que tentou controlar o duelo na base da experiência. Ao fim dos três rounds, melhor para o campeão que vence o duelo e agora aguarda a data para a esperada revanche diante de Gustavo Jones

A divisão dos Super-Leves conheceu hoje seu próximo desafiante ao cinturão do argentino Tomas Chacal. O Challenger GP da categoria reuniu os quatro primeiros colocados do ranking e quem faturou o título foi justamente o atleta menos ranqueado dos quatro. Na primeira semifinal, o ex-campeão da categoria Paulo Tebar encarou Vinicius Mestrinier e acabou surpreendido com grande atuação do adversário, que com uma velocidade impressionante, não deixou Tebar à vontade e venceu por decisão unânime. Na outra semifinal, o argentino Ignacio El Fino, último desafiante da divisão, fez uma grande batalha diante do brasileiro Diego Piovesan. E o duelo foi decidido nos detalhes a favor do Hermano, que foi ligeiramente superior.

Na grande decisão, a melhor luta da noite do WGP 71. Vinicius Mestrinier e Ignacio El Fino nem pareciam que já tinham lutado na mesma noite. Os dois protagonizaram uma verdadeira batalha no ringue, com ótimos momentos para ambos os lados. Depois de três rounds muito intensos, o brasileiro levou a melhor por decisão unânime, garantindo assim o troféu do Challenger GP e o posto de desafiante ao cinturão dos Super-Leves.

O WGP 71 também colocou em jogo o cinturão Pan-americano WAKO Pro na divisão dos leves. O brasileiro Hector Santiago e o venezuelano Luis Lugo se enfrentaram pelo título da divisão. E o que se viu dentro do ringue foi uma verdadeira aula de Hector, ex-campeão do WGP na divisão. Ele impôs seu ritmo e chegou até o nocaute após sequência fulminante no primeiro round. Outro que também tirou onda com um belo nocaute no card principal foi o paulistano Nichollas Pestilli. Ele encarou Hiago Pereira e atropelou com uma atuação agressiva e contundente até chegar no nocaute no segundo round.

As Super Fights do WGP 71 também levantaram o público presente no ginásio Mauro Pinheiro. O duelo internacional entre o venezuelano Ebert Arraga e o argentino Metralleta Torino pegou fogo, com Torino impondo um ritmo alucinante do início ao fim e conseguindo o nocaute no terceiro round. A mesma emoção aconteceu no duelo entre Robson Bull Terrier e Luanzin Rios, com Bull Terrier mostrando um vasto repertório e dominando a luta para vencer por unanimidade. Nos outros dois duelos das Super Fights, Marcelo Coliseu também fez bonito diante Bruno Torpedo, que entrou no duelo faltando um dia para o evento por conta da subida Lucas Rafael, e venceu por decisão unânime. Já Julia Alves se impôs diante de Angela Rosa para vencer também por unanimidade.

No Undercard do WGP 71 mais emoção. Entre as sete lutas iniciais da noite, os destaques ficaram com Dioginis Overeem, que conseguiu um belo nocaute sobre Wagner Santos e Thiales Kaiser que apesar da vitória por decisão sobre Marcos Gabriel conseguiu um lindo knockdown no primeiro round que levantou o público presente. O duelo entre Paulo Sergipe e Vicelazio Neto também chamou atenção pela verdadeira batalha travada dentro do ringue, com vitória de Sergipe por unanimidade.

WGP 71 – Resultados oficiais

Jonas Salsicha venceu Lucas Rafael por decisão dividida
Vinicius Mestrinier venceu Ignacio El Fino por decisão unânime
Hector Santiago venceu Luis Lugo por nocaute aos 2min e 45seg do primeiro round
Nichollas Pestilli venceu Hiago Pereira por nocaute aos 2min e 12seg do segundo round
Ignacio El Fino venceu Diego Piovesan por decisão dividida
Vinicius Metrinier venceu Paulo Tebar por decisão unânime
Metralleta Torino venceu Ebert Arraga por nocaute aos 2min e 51seg do terceiro round
Robson Bull Terrier venceu Luanzin Rios por decisão unânime
Marcelo Coliseu venceu Bruno Torpedo decisão unânime
Julia Alves venceu Angela Rosa por decisão unânime
Paulo Sergipe venceu Vicelazio Neto por decisão unânime
Dioginis Overeem venceu Wagner Santos por nocaute aos 2min e 59seg do primeiro round
Thiales Kaiser venceu Marcos Gabriel por decisão unânime
Lucas Duran venceu Leo Bahia por decisão dividida
Luan Evaristo venceu Ryan Formaio por decisão unânime
Gabriel Mollotov venceu Rodrigo Pereira por decisão dividida
Claudiosmar Neguinho venceu Mathias Luan por decisão unânime

Faixa-preta da Alliance retorna às competições com título no Brasileiro da CBJJE

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Faixa-preta da Alliance subiu no lugar mais alto do pódio - Divulgação

Faixa-preta 2º grau e responsável pela filial da Alliance em Americana, São Paulo, Willian Motta resgatou seu lado competidor no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu Esportivo, organizado pela CBJJE em junho. Depois de anos sem lutar, Willian se jogou no peso-médio master 2 e saiu com a medalha de ouro após vencer quatro combates.

Faixa-preta da Alliance subiu no lugar mais alto do pódio – Divulgação

Para o paulista de 36 anos, o título representa superação e a realização de um sonho: “Sempre quis ser campeão brasileiro na faixa-preta, e mesmo depois de muito tempo sem competir por estar mais focado na minha escola, consegui esse título. Fiquei muito satisfeito com a minha atuação. Fiz quatro lutas duras, mas consegui impor meu ritmo”, celebrou Willian Motta, que completou:

“O master está cada vez mais difícil, ninguém tá para brincadeira. Todos os atletas cada dia mais preparados, dando um show. No meu caso, acredito que competindo posso dar um exemplo de disciplina e confiança para os alunos através do trabalho duro. Assim podemos alcançar nossos objetivos e mostrar que o Jiu-Jitsu é uma excelente ferramenta para a vida”.

O bom trabalho feito dentro e fora dos tatames, como na gestão da Alliance Americana-SP, rendeu a Willian Motta uma parceria com a Life Strong Energy Drink. Atualmente embaixador da marca de energéticos, o faixa-preta exaltou a importância do apoio.

“A Life Strong é uma marca que fortalece os atletas em busca dos seus sonhos, e comigo não foi diferente. Tudo começou através de um aluno. Mostrei para ele o meu projeto de voltar a competir, logo depois fechamos a parceria e já completamos três meses juntos. Só tenho a agradecer”.

Embalado pelo título master no Brasileiro de Jiu-Jitsu Esportivo, Willian Motta quer seguir em atividade e projetou disputar o Mundial da CBJJE, principal torneio da Confederação e que está marcado para novembro, em São Paulo: “Pretendo lutar mais alguns campeonatos neste ano, mas meu foco total é para o Mundial. Quero somar mais uma medalha de ouro”, encerrou o faixa-preta.

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