Glover Teixeira revelou que se impressionou com o estrago dos chutes aplicados por Jan Blachowicz nas pernas de Magomed Ankalaev e destacou a estratégia como uma possível brecha no jogo dos russos. O ex-campeão também analisou o seu próximo adversário, Jamahal Hill, para a luta que vale o cinturão dos meio-pesados, que será a principal do card do UFC Rio.
Convidado desta edição do CONEXÃO PVT, Glover Teixeira revelou sua sensação ao ver in loco o empate polêmico entre Jan Blachowicz e Magomed Ankalaev, que definiria seu próximo adversário, e também de quando, 15 minutos depois, foi convidado para disputar o cinturão contra Jamahal Hill no UFC Rio. Sobre o duelo de sábado, ele disse que viu vitória do russo; sobre sua luta no Rio, onde morou antes de se mudar para os EUA, ele disse acreditar no poder da torcida. O mineiro ainda analisou o jogo do americano e fez uma comparação com o do Jiri Prochazka, que ele considera mais complicado de mapear. Para mapear Hill, ele conta com Alex Poatan, que, para ele, é um dos melhores analistas de luta que já viu.
Lucas Pinheiro conquistou seu primeiro mundial - Foto: Giselle Villasenor
Brasileiro, Europeu, Pan-Americano e Mundial No Gi. Lucas Pinheiro completou o tão almejado Grand Slam da arte suave ao conquistar no último domingo (13) o único título que faltava em sua carreira. Com um desempenho perfeito, o faixa-preta da Atos Jiu-Jitsu bateu todos os seus oponentes no Mundial No Gi da IBJJF, que foi realizado na Califórnia, nos Estados Unidos, para faturar a medalha dourada na categoria peso-pluma adulto. O manauara, que esse ano se dedicou quase que exclusivamente aos treinos sem kimono, ficou muito emocionado e feliz com o resultado.
Lucas Pinheiro conquistou seu primeiro mundial – Foto: Giselle Villasenor
“Estou muito feliz. Foram muitos anos trabalhando duro para alcançar esse objetivo. Desde que mudei para os EUA, em 2015, eu tinha como objetivo me tornar campeão Mundial. Passei por muitas coisas e depois desse título eu olhei para trás e vi que não foi fácil chegar onde cheguei. Quando eu subi ao pódio, foi uma sensação muito boa. Depois da conquista eu não aguentei e desabei no choro. Foi um momento muito feliz, mas também de alívio. Parece que tirei um peso dos ombros. Sou muito grato por tudo, especialmente por ter a minha família ao meu lado me apoiando. Se não fosse a minha esposa e a minha filha, eu não estaria aqui hoje”, disse Lucas.
O caminho até o ouro não foi fácil. Apesar de não ter sofrido nenhum ponto em todo o campeonato, ele teve que derrotar alguns algozes pelo meio do caminho, o que tornou a conquista ainda mais especial. Em sua primeira luta, ele bateu o bicampeão Mundial No Gi, o japonês Tomoyuki Hashimoto, que já o havia derrotado três vezes. Em seguida ele superou o americano Junny Ocasio, um atleta que se dedica exclusivamente às competições sem kimono e que também tinha uma vitória sobre Lucas. E na grande final ele derrotou o campeão de 2021 Bebeto Oliveira.
“Tive um dos melhores desempenhos da minha vida em uma competição. Eu caí em uma chave muito dura. Enfrentei nas quartas de final um aluno do Caio Terra que eu já tinha perdido três vezes e ganhei muito bem. Eu estava muito bem fisicamente e psicologicamente. Na semifinal também enfrentei um cara que eu já tinha perdido. Um americano muito bom no sem kimono. Eu consegui impor o meu jogo e venci por 7×0. E na final eu enfrentei o Bebeto, um cara que eu respeito muito e que já ganhou tudo também. Dei o meu melhor contra ele e consegui a vitória. Não sofri nenhum ponto no Mundial. Na verdade, em todas as minhas competições sem kimono esse ano eu não sofri nenhum ponto. Isso é o resultado do quanto eu treinei e me preparei para essas competições”, concluiu o campeão.
O Shooto Brasil fecha o ano de 2022 nesta sexta-feira com grandes destaques do MMA nacional e três disputas de cinturão. O palco é a Upper Arena, localizada no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro. A organização coloca em jogo o título vago no peso-galo feminino, além dos títulos do peso leve e meio-pesado.
Na luta principal, João Paulo “King” Fagundes, que tem em seu cartel sete vitórias em oito lutas e é o atual campeão dos meio-pesados, coloca o título em disputa contra Brendson “The Gorilla” Ribeiro, que triunfou 13 vezes em 19 combates.
O Combate e o UFC Fight Pass transmitem o card principal do Shooto Brasil 114 ao vivo e com exclusividade, a partir de 20h (de Brasília). O card preliminar será transmitido ao vivo no Youtube e Facebook do Shooto Brasil a partir das 17h.
Na luta coprincipal acontece a disputa do título dos leves (até 70kg), que está em posse de Thiago “Manchinha”. O cinturão estará em jogo contra o desafiante Lucas Ananias. O campeão, de Barra do Piraí-RJ, volta aos cages do Brasil após breve passagem pelo Cazaquistão. Ele vem de vitória na organização em dezembro de 2020, quando finalizou Fabrício Jonas na luta principal da noite.
Lucas Ananias, com 14 vitórias e quatro derrotas no cartel, tem 27 anos e luta pela MPBJJ. Desafiante nesta sexta, Lucas vem com tudo para conquistar seu primeiro título da categoria. Ele volta ao evento após quatros anos sem lutar na organização.
Na terceira luta de cinturão da noite, a paraense Paula Bittencourt, com um cartel invejável de cinco vitórias e apenas um revés, e passagem pelo evento Árabe UAE, enfrenta a ex-Invicta FC Daiana Torquato.
Ingressos antecipados à venda na Academia Upper.
Shooto Brasil 114
João Paulo “King” Fagundes vs Brendson “The Gorila” Ribeiro
Thiago “Manchinha”Silva vs Lucas Ananias
Paula Bittencourt vs Daiana Torquato
Elvis Silva vs Rogerio Furtado
Matheus Malta vs Eduardo Castro
Rangel “Anaconda” de Sá vs Evaldo Bolachinha dos Santos
Andre “Monstro” vs Wagner “Pezinho”
Maurício Almeida vs Wellington “Lobo”
Julio Cesar”Black Emperor” vs Andre “Bebessauro”
Alisson Meira vs Mike Davidson
Cristain “Mosquito”Ferreira vs Aridriano “Pouca Carne”
Isac “King” Silva vs Marcão “Predador”
Lucas Caldas vs Rafael Francelino
O início de dezembro foi de muita alegria para mais de 100 alunos da academia Thai Team, do mestre Phillip Lima, que participaram do exame nacional de graduação no último dia 4, no Clube Oásis, na Barra da Tijuca, no Rio.
Revezando-se em duplas, os atletas deviam mostrar domínio das técnicas da sua categoria, o que lhes permitiria avançar e mudar a cor da faixa, além também de testes físicos, sparring e uma prova escrita sobre conhecimentos do muay thai.
O exame é dividido por graduação, com as avaliações sendo conduzidas pelos mestres examinadores, aumentando a exigência conforme a faixa.
A ascensão maior da graduação, o Prajied Preto, aconteceu de maneira emocionante. Graduandos de 2022, Leonardo Costa, Wagner “Wagnão” Silva e Julio Cesar “Merenda” foram submetidos a vários rounds de sparring por todos os presentes no exame, incluindo o mestre Phillip Lima.
A surpresa ficou para o final, quando foram chamados à frente dos alunos os ex-atletas e Prajied Preta da equipe “Wallid Bob Esponja” e William Viana, que receberam o título de grão-mestre pela Federação de Muay Thai Desportivo pelas mãos de Phillip Lima.
Surpreendendo a todos os presentes no local, o grão-mestre da federação Wellington Narany oficializou o mestre Phillip Lima como de grão-mestre de muay thai.
Como tradição, o exame de graduação recebeu doações de 220 quilos de leite em pó, que foram doados para a Instituição Amigos do Figueira, do Hospital Fernandez Figueira.
Colored smoke on a dark background. Blue and red light with smoke.
O PAPO DE LUTA desta semana debateu as grandes polêmicas do UFC 282, com a vitória contestada de Paddy Pimblett sobre Jared Gordon, por decisão unânime; e o empate entre Jan Blachowicz e Ankalaev, que culminou na marcação da luta entre Glover Teixeira e Jamahal Hill, valendo o cinturão, para o UFC Rio. O programa ainda abordou outros temas do mundo das lutas e deu os prognósticos para o evento do UFC do próximo sábado.
Brasileira avança rumo à disputa de título (Foto: Bellator)
Atleta da Pitbull Brothers, Ilara Joanne deu mais um passo importante em direção ao cinturão da categoria peso-mosca do Bellator. A Arya Stark do MMA derrotou na última sexta-feira (9) pelo Bellator 289, que aconteceu em Connecticut, nos Estados Unidos, a terceira colocada da divisão, a holandesa Denise Kielholtz.
A vitória na decisão dividida sobre a campeã mundial de kickboxing foi a segunda consecutiva da cearense, que antes havia batido a quinta colocada do ranking Alejandra Lara. Com mais esse triunfo, Ilara acredita que está bem próxima de uma chance pelo título peso-mosca da organização.
Brasileira avança rumo à disputa de título (Foto: Bellator)
“Gostei bastante da minha atuação na luta. Foi uma batalha incrível! Eu enfrentei uma multicampeã mundial de kickboxing e minha atuação me levou a vitória. É claro que sempre temos muito a melhorar e eu irei trabalhar junto a minha equipe para corrigir os erros e voltar ainda melhor. Mas estou muito feliz com a vitória. Me sinto cada vez mais preparada física, mental e espiritualmente. Eu sei que com o meu esforço, a minha fé e todo o suporte da minha equipe, eu tenho condições de ser campeã. Ainda não falaram nada sobre uma possível disputa de título, porém eu tenho um bom pressentimento sobre isso e estarei pronta quando a oportunidade chegar”, disse Ilara.
Após a sua vitória, Ilara teve a chance de assistir a disputa de cinturão da sua categoria entre a campeã Liz Carmouche e a desafiante Juliana Velasquez. Carmouche, que já havia batido a brasileira em abril para conquistar o título, finalizou Velasquez no segundo round e manteve o cinturão. Ilara enalteceu a veterana lutadora americana, mas acredita que tem as ferramentas necessárias para derrotá-la caso receba a chance pelo título.
“Com certeza seria um grande duelo. Ela é uma das pioneiras do MMA feminino e tem uma grande história no esporte. Mas, caso eu receba essa chance de disputar o título, eu estarei preparada para vencê-la. Tenho as ferramentas necessárias para isso e vou aperfeiçoá-las e direcionar para essa possível disputa. Eu sei que mais cedo ou mais tarde, essa luta acontecerá”, concluiu a lutadora de 28 anos.
Kanyan "Bahia" conquistou o cinturão dos leves (Foto: Leonardo Fabri)
O Jungle Fight encerrou a temporada de 2022 com chave de ouro. Em sua 113ª edição, realizada neste domingo, 11, o maior evento de MMA da América Latina coroou dois novos campeões em três disputas de cinturão. O único que ratificou o posto foi o paulista radicado no Ceará Bruno “Guerra” Fontes.
Campeão dos penas, ele manteve o cinturão em uma disputa equilibrada contra o ex-duplo campeão peso-pena e galo Willian Colorado, de Sergipe. Apesar de um combate no qual ambos tiveram bons momentos, “Guerra” se mostrou superior na maior parte do tempo e coroou a atuação com um mata-leão no quinto round.
Kanyan “Bahia” conquistou o cinturão dos leves (Foto: Leonardo Fabri)
Na disputa mais sangrenta da noite, o baiano radicado em Bauru-SP Kayan “Bahia” Kruschewsky tomou o cinturão peso leve do ex-parceiro de treinos John Snake, de Alagoas, em um duelo recheado de rivalidade. Após quatro rounds de agressividade de ambas as partes, Kaynan se mostrou mais inteiro e finalizou com uma guilhotina.
Na divisão dos galos, o título permaneceu no Norte, mas saiu do Amazonas para o Pará. O responsável pela mudança foi Marcirley “Durin”, que dominou o então campeão Julio “Tyson” Pereira desde o início de luta, aplicando knockdown e definindo com um nocaute no segundo round, sangrando-se o novo campeão.
Assim como as disputas de cinturão, as outras seis lutas do card foram bastante movimentadas, com apenas uma delas indo para a decisão dos jurados. Destaques para o nocaute relâmpago – apenas de 17 segundos – de Lucas Campos em Jamison “Cisterna”; e para a finalização de Jefferson Costa sobre “Black Diamod”.
Presidente do Jungle Fight, Wallid Ismail parabenizou todos os atletas que passaram pela arena do Jungle Fight em 2022 e agradeceu ao apoio dos patrocinadores, em especial o vereador de São Paulo George Hato e ao prefeito, Ricardo Nunes, que ajudaram na promoção de cinco eventos somente este ano.
“Quem ajuda o esporte, tem meu apoio total, e quem apoia os meus guerreiros, eu incentivo mesmo, porque é realmente importante mostrar quem ajuda o nosso esporte. Por isso somos líderes de audiência, graças aos nossos apoiadores, que sempre terão um lugar especial”, destacou Wallid.
“Se este ano foram cinco eventos, vamos pelo menos repetir este número em 2023″, completou George Hato.
Confira abaixo os resultados do evento:
Jungle Fight 113 São Paulo, SP 11 de dezembro de 2022
Bruno “Guerra” Fontes (CE) venceu Willian Colorado (SE) por finalização (mata-leão) aos 3:48 do R5
Kaynan “Bahia” Kruschewsky (BA) venceu John Snake (AL) por finalização (guilhotina) aos 4:21 do R4
Marciley Durin (PA) venceu Julio “Tyson” Pereira (AM) por TKO aos 3:08 do R2
Caíque Araújo (SP) venceu Jean Felipe de Souza (MG) POR TKO aos 0:58 do R3
Jefferson Costa (SC) venceu Marco “Black Diamond” (SP) por finalização (mata-leão) aos 3:03 do R1
Kibedy Gordon (ISRAEL) venceu Marral Kalaga (MA) por decisão unânime
Mateus Fidélis (MG) venceu Renan Goiás (SP) por TKO aos 3:17 do R3
Lucas Campos (SP) venceu Jaimison Cisterna (SP) por nocaute aos 0:17 do R1
Rodrigo Miag (SP) venceu André Luis Rodrigues (RO) por TKO a 1:44 do R2
'Guerra' e 'Colorado' duelam pelo título dos penas (Foto: Leonardo Fabri)
O Jungle Fight se despede de 2022 com nada menos que três disputas de cinturão, em sua 113ª edição, que acontece neste domingo, 11, em São Paulo-SP, com mais um desafio entre estados. A luta principal coloca frente a frente o atual campeão dos penas, Bruno “Guerra”, contra o ex-campeão dos dos penas e dos galos Willian “Colorado”.
Todos os seis postulantes a títulos bateram o peso de suas respectivas categorias na pesagem realizada na tarde deste sábado. Cada um dos que disputam cinturão nasceu em um estado diferente. São dois nortistas (Amazonas e Pará), três nordestinos (Alagoas, Bahia e Sergipe) e um do Sudeste (São Paulo).
‘Guerra’ e ‘Colorado’ duelam pelo título dos penas (Foto: Leonardo Fabri)
Nascido em São Paulo, mas radicado em Tauá-CE, Bruno “Guerra” Fontes conquistou o título dos penas em uma verdadeira guerra de cinco rounds contra Caíque “Striker”, em setembro. Invicto e com cinco vitórias em cinco lutas, ele possui três nocautes e uma finalização.
Depois de conquistar os cinturões dos penas e dos galos, o sergipano de São Cristóvão Willian “Colorado” ganhou a chance de tentar uma vaga no UFC através do Dana White’s Contender Series, mas acabou falhando na balança. De volta aos penas, ele tenta retomar o posto no maior evento de MMA da América Latina. Seu cartel é de 11 vitórias, nove por nocaute, e uma derrota.
O título dos pesos leves também estará em disputa nesta edição. Atual campeão, o alagoano de Palestina John Snake, com 10 vitórias, sendo sete por nocaute, e cinco derrotas, tenta a primeira defesa de cinturão, diante do paulista de Bauru Kaynan “Bahia” Kruschewsky, que venceu 12 das 14 lutas que fez, sete delas por finalização.
Outra divisão que terá o rei tentando defender o posto é a dos galos. Atual dono do cinturão, o amazonense de Aripuanã Júlio “Tyson” Almeida, que possui um histórico de 10 vitórias em 12 lutas, oito delas por nocaute, disputa o título contra o paraense de Eldorado dos Carajás Marcirley “Durin” Alves, com 10 vitórias, oito por nocaute, em 13 lutas.
“Este tem tudo para ser um dos melhores eventos da história do Jungle, e nada melhor que São Paulo, que hoje é a capital nacional do MMA, para ser palco deste card. São Paulo recebeu cinco eventos do Jungle este ano, deu muitas oportunidades e gerou muitos empregos direta e indiretamente. Por isso, somos muito gratos ao vereador George Hato e ao prefeito Ricardo Nunes”, destacou Wallid Ismail.
“Vimos vários atletas se destacando no Jungle Fight e isso me deixa muito feliz. Este ano foram cinco eventos, então no próximo ano a gente faz seis, sete eventos, por que não? Esporte é saúde, é segurança pública e tem o poder de inspirar, por isso o nosso apoio”, disse o vereador George Hato.
O Jungle Fight 113 será transmitido ao vivo pelo Sportv 2, canal Combate, Jovem Pan Esportes, Pan Flix, TV A Crítica e pelas redes sociais oficiais do evento.
Confira abaixo o card (sujeito a alterações)
Jungle Fight 113 São Paulo, SP Domingo, 11 de dezembro de 2022
66kg: Willian Colorado (SE) x Bruno “Guerra” Fontes (CE)
70kg: Kaynan “Bahia” Kruschewsky (BA) x John Snake (AL)
61kg: Marciley Durin (PA) x Julio “Tyson” Pereira (AM)
61kg: Caíque Araújo (SP) x Jean Felipe de Souza (MG)
77kg: Marco “Black Diamond” (SP) x Jefferson Costa (SC)
57kg: Kibedy Gordon (ISRAEL) x Marral Kalaga Vito Negreiros (MA)
61kg: Renan Goiás (SP) X Mateus Fidélis (MG)
70kg: Adriano Brandão (SP) x Dom Moyal (ISRAEL)
70kg: Lucas Campos (SP) x Jaimison Cisterna (SP)
66kg: Rodrigo Miag (SP) x André Luis Rodrigues (RO)
Para Gilbert Durinho, é fundamental que os lutadores brasileiros implementem verdadeiramente o wrestling em seu jogo. Em recente participação no CONEXÃO PVT, o meio-médio do UFC exaltou essa necessidade e falou de sua experiência nos EUA, citando o jovem Myles Martin, algoz de Bo Nickal na modalidade de luta agarrada e que está dando seus primeiros passos no MMA.