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Instituto Reação é campeão do Superestadual de Judô no Rio

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Superestadual de Judô consagrou os melhores do estado do Rio - Foto: Mariza Soares

Com 27 ouros, 22 pratas e 28 bronzes, o Judô Comunitário Instituto Reação levou a melhor nas disputas individuais e conquistou o Campeonato Superestadual, que ocorreu de 10 a 12 de abril, na Arena Carioca 1 (Parque Olímpico da Barra). No quadro geral de medalhas individuais, vieram, em seguida, o Clube de Regatas do Flamengo (14 ouros, 13 pratas e 21 bronzes) e a Umbra – Club de Regatas Vasco da Gama (13 ouros, 9 pratas e 25 bronzes). O evento, que recebeu cerca de 1.000 judocas de mais de 50 agremiações, também coroou campeões estaduais do Absoluto, por equipes e de Kata.

Superestadual de Judô consagrou os melhores do estado do Rio – Foto: Mariza Soares

“Não é exagero afirmar que o Superestadual foi o maior campeonato estadual já realizado na história da Federação”, declarou Leonardo Lara, presidente da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro. “Mesmo diante de todos os obstáculos de última hora que surgiram pelos acontecimentos no Velódromo, o esforço em conjunto da nossa equipe e dos nossos apoiadores conseguiu promover um evento à altura de tudo que tínhamos planejado em termos de estrutura e organização na Arena Carioca 1. E o resultado pôde ser visto tanto no elevadíssimo nível técnico apresentado pelos judocas sobre os tatames, quanto pela participação do público que lotou as arquibancadas”.

Classe por classe, nas disputas individuais, o Instituto Reação também faturou o Sênior (9 ouros, 4 pratas e 11 bronzes), o Júnior (7 ouros, 6 pratas e 4 bronzes) e o Cadete (5 ouros, 5 pratas e 5 bronzes). A Umbra – Vasco da Gama ganhou no Sub-15 (5 ouros, 2 pratas e 10 bronzes) e no Veteranos (5 ouros, 1 prata e 2 bronzes), enquanto o Instituto Impacto venceu o Sub-13 (4 ouros, 1 prata e 4 bronzes). Por sua vez, o Campeonato Estadual na classe Absoluto, que distribuiu uma premiação total de 7 mil reais para os medalhistas, teve como grandes vitoriosos Ana Soares, do Instituto Reação, e Rodrigo Menezes, do Flamengo.

Já nas disputas por equipes, o Instituto Reação comemorou o triunfo nas classes Sênior misto, Júnior feminino, Cadete feminino e Sub-13 feminino; o Flamengo, no Júnior masculino e no Cadete masculino; a Umbra – Vasco da Gama, no Sub-15 masculino e no Sub-13 masculino; o Jequiá Iate Clube, no Sub-15 feminino; e a Associação Matsuda de Judô, no Veteranos misto.

Com o patrocínio da Light, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Rio de Janeiro, o Campeonato Superestadual de Judô 2026 é realizado pelo Instituto Opus Vitae em parceria com a Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro (FJERJ).

Vinicio Antony lança livro provocador sobre colesterol

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Vinicio Antony questiona padrões da medicina e propõe reflexão sobre saúde, medo e indústria farmacêutica - Foto: Divulgação

Mestre 7º Dan em Karate, 5º Dan em Jiu-Jitsu, especialista em performance humana e autor do best-seller *Black Belt Mind – Os Segredos da Mente Faixa Preta*, Vinicio Antony lança, no fim de abril, seu terceiro livro, “Seu colesterol que se foda”. A obra chega com uma proposta direta e provocadora ao questionar conceitos amplamente difundidos pela medicina contemporânea. Segundo o autor, a motivação para escrever o livro surgiu a partir de sua própria experiência e de anos de investigação sobre o tema.

Vinicio Antony questiona padrões da medicina e propõe reflexão sobre saúde, medo e indústria farmacêutica – Foto: Divulgação

“Primeiro o fato de eu ter um colesterol astronômico há décadas e de não ter desenvolvido nenhum tipo de cardiopatia. E segundo, o fato de absolutamente não haver na literatura acadêmica e científica qualquer estudo, não patrocinado por algum agente de interesse, que correlacione os níveis de colesterol com doença cardiovascular. Isso é defendido há décadas pela medicina francesa, um dos países com menor incidência de doenças cardíacas e, paradoxalmente, com um dos maiores consumos de gordura no mundo”, afirma.

Na obra, Antony vai além e sustenta que o colesterol foi transformado em um problema de saúde por interesses econômicos. “Isso motivou décadas de pesquisa sobre o tema para buscar o entendimento mais profundo sobre uma pseudo patologia criada com objetivo fundamental do lucro da indústria farmacêutica. Obviamente, além da indústria farmacêutica, a indústria alimentícia e as sociedades médicas lucram direta e indiretamente, com o medo estabelecido por uma narrativa sem real fundamentação”, dispara.

O autor também critica a forma como a medicina moderna passou a se basear prioritariamente em exames laboratoriais. Para ele, houve uma mudança no papel do médico ao longo do tempo. “A padronização da medicina, como uma forma de perpetuar doenças através da venda de recorrência, fez com que os médicos fossem adestrados não mais para analisar seus pacientes, entender quais os fatores originaram suas doenças e como curá-las, mas sim para medicá-las de forma a minimizar seus efeitos e ao mesmo tempo criar um consumidor fiel, desprezando cada vez mais a análise clínica em detrimento de números da análise bioquímica”, avalia.

Da análise clínica aos números

Com experiência no alto rendimento e atuação junto a atletas e forças militares, Antony reforça que os números isolados não devem ser tratados como diagnóstico. “Em inúmeros casos que descrevo no livro, especificamente no caso do colesterol, ele por si só não é uma doença e por isso não deve ser tratado como tal. Os números de um colesterol ideal foram adulterados e manipulados durante décadas para incentivar a venda de medicações carregadas de efeitos colaterais, com o único objetivo de diminuir um número que se apresenta no exame do paciente”, afirma.

Sua vivência no esporte de alto rendimento também molda sua visão sobre saúde e longevidade. “Há uma cultura de que quanto maior o condicionamento físico, maior é a saúde. Mas existe um limiar onde a saúde e a alta performance se separam. Condicionamento físico alto e treinamento de alta intensidade estão, muitas vezes, na contramão da saúde e da qualidade de vida”, explica.

Apesar do tom crítico, Antony ressalta que o objetivo do livro não é incentivar negligência com a saúde, mas provocar uma mudança de mentalidade. “O objetivo deste livro é exatamente o oposto. É chamar atenção para o que realmente importa em termos de saúde, qualidade de vida e longevidade. Trazer consciência para aquilo que se come, como você trata o seu corpo e a sua mente e como você planeja o seu envelhecimento, mas jamais se deixar levar pelo que diz um número no papel”, afirma.

Ao final, ele reforça que a proposta é estimular autonomia e responsabilidade individual. “A ideia central é realmente disruptiva no sentido de não aceitar a padronização da medicina pasteurizada, mas jamais de negligenciar cuidados realmente necessários. O que eu espero é que as pessoas repensem seu estilo de vida, a alimentação, ressignifique a atividade física, entendam a importância de um sono reparador e de atitudes positivas para a construção de uma vida produtiva, saudável e de um envelhecimento com dignidade e autonomia”, conclui.

Seminário solidário de jiu-jitsu da CMSystem arrecada recursos para aluno em tratamento contra câncer

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A cidade de Itapema-SC recebe, no próximo dia 18 de abril, um seminário solidário de jiu-jitsu promovido pela academia CM System. A iniciativa será conduzida por Cristiano Marcello, Elizeu Capoeira e Vitor Petrino.

O evento tem como objetivo arrecadar recursos para o tratamento de Eduardo Gomes, que enfrenta um câncer de pâncreas. Todo o valor arrecadado com as inscrições, fixadas em R$ 100, será revertido integralmente para auxiliar nos custos médicos.

O seminário está marcado para às 10h, na CM System de Itapema, e contará com a participação aberta a alunos de todas as academias, independentemente de equipe ou filiação. A proposta, segundo os organizadores, é mobilizar a comunidade do jiu-jitsu em torno de uma causa comum.

Além do treinamento técnico com nomes de peso, os participantes também concorrem ao sorteio de um kimono. A organização reforça que o encontro busca promover integração entre praticantes e ampliar a rede de apoio ao atleta.

José Delano analisa estreia no UFC e destaca resiliência como chave para a vitória

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Delano venceu em estreia no UFC - Foto: Divulgação/UFC

A estreia de José Delano no UFC não poderia ter sido mais convincente. No último sábado (4), o peso-pena pernambucano mostrou personalidade e controle para derrotar o polonês Robert Ruchala por decisão unânime. Atleta da Brazilian Top Team (BTT), o brasileiro chegou à organização credenciado após passagem pelo Contender Series e agora soma 17 vitórias e apenas três derrotas no cartel.

Delano venceu em estreia no UFC – Foto: Divulgação/UFC

Dentro do octógono, Delano executou um plano de luta claro e eficiente. Apostando na trocação, o brasileiro impôs ritmo desde o início, utilizando o boxe como principal arma para desgastar o adversário ao longo dos três rounds. A estratégia, segundo ele, foi desenhada para crescer progressivamente durante o combate.

“O planejamento era usar o boxe mesmo, que é o que nós temos de melhor, aplicar um grande volume de golpes de mão, principalmente nos rounds primários, ali no primeiro round, logo depois no segundo, terceiro, e aumentando cada vez mais. E deu bom nesse sentido”, explicou o lutador, satisfeito com o desempenho geral.

Resiliência como diferencial na estreia

Apesar da vitória dominante, Delano revelou que enfrentou dificuldades no início da luta. O primeiro round, mais equilibrado, gerou frustração por não conseguir executar plenamente sua movimentação, algo que ele atribuiu até mesmo à adaptação à lona do UFC.

“Eu me frustrei um pouco no primeiro round, porque eu não consegui movimentar o que eu gostaria. Senti diferença na lona e isso meio que me desconcentrou um pouco ali no primeiro round. Mas aí eu fui me achando nos rounds seguintes e fui aumentando o volume a cada round como era o planejado”, analisou.

Para o pernambucano, o fator decisivo para virar a chave durante o combate foi a resiliência. Mesmo diante de um início abaixo do esperado, ele manteve a calma, ajustou a estratégia e passou a dominar as ações com mais contundência.

“Acho que o que foi determinante foi a minha resiliência, porque no primeiro round eu fiquei muito frustrado. Mas tive paciência para manter o ritmo e aumentar nos rounds seguintes. As lutas que eu fiz na LFA me deram essa maturidade dentro do octógono, e isso foi determinante para eu crescer na luta e conquistar a vitória”, destacou.

A bagagem construída antes do UFC também teve papel fundamental na performance. Delano acredita que chegou à organização no momento ideal da carreira, mais preparado para lidar com a pressão e com o alto nível dos adversários.

“Eu já vinha lutando com caras muito experientes no cenário nacional e no LFA, que é um evento duríssimo. Então eu já estava pronto como lutador. A pressão do UFC é diferente, mas agradeço a Deus por ter me dado discernimento para entrar no momento certo, com a maturidade e a bagagem corretas”, afirmou.

Com a estreia bem-sucedida, o brasileiro mantém os pés no chão e evita projetar passos maiores neste momento. O foco, segundo ele, está na evolução constante e na estabilidade dentro da organização, sem pressa para escolher adversários.

“O próximo passo é ir para casa descansar, continuar meus treinos e minhas responsabilidades. Não penso em nomes nem em ranking agora. Quero me estabilizar no UFC, ganhar meu dinheiro, realizar meus sonhos pessoais, constituir família e seguir sendo grato a Deus por tudo que estou vivendo”, concluiu.

Conan fala sobre lutas da ATT no evento da Netflix e voltas de Pantoja e Kayla

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Convidado do Conexão PVT desta quarta-feira, Conan Silveira conversou com Marcelo Alonso e fez um raio-x sobre alguns dos próximos desafios dos atletas da American Top Team. O treinador contou como foi a organização dos treinos de Renato Moicano e Chris Duncan, que treinam na academia e vão se enfrentar no UFC deste sábado, além das disputas de Junior Cigano, Phelipe Lins e Adriano Moraes no evento de MMA da Netflix.

Conan também contou como anda a recuperação de Alexandre Pantoja e Kayla Harrison, e quando espera vê-los em ação novamente, os planos de Movsar Evloev para encarar Alexander Volkanovski e muito mais.

Rogério Minotouro lidera aulão e participa de entrega de uniformes em projeto Jacarezinho, no Rio

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Rogério Minotouro liderou aulão no Jacarezinho - Foto: Divulgação/Instituto Irmãos Nogueira

O Instituto Irmãos Nogueira realizou, nesta quarta-feira (8/4) a entrega de uniformes e equipamentos esportivos para alunos do núcleo do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio. A ação marca o segundo ano de funcionamento do projeto na comunidade.

O evento contou com um aulão conduzido por Rogério Minotouro, que participou das atividades com os alunos. O núcleo atende atualmente mais de 300 participantes, entre crianças, adolescentes e jovens, com aulas de muay thai e jiu-jitsu.

Rogério Minotouro liderou aulão no Jacarezinho – Foto: Divulgação/Instituto Irmãos Nogueira

A iniciativa tem como proposta ampliar o acesso ao esporte e promover desenvolvimento físico e social. Além das atividades esportivas, o projeto trabalha conceitos como disciplina, respeito e convivência.

Durante a ação, Minotouro comentou o impacto do trabalho realizado. “A gente acredita muito nesse trabalho dentro das comunidades, onde mudamos vidas e destinos através do esporte e da educação. Trabalhamos com uma metodologia diferenciada, que transforma hábitos e comportamentos, formando cidadãos melhores para o futuro”, afirmou.

A entrega dos materiais busca melhorar as condições de treino e contribuir para a continuidade dos alunos nas atividades. O projeto é viabilizado por meio da Lei de Incentivo ao Esporte, com patrocínio da Light S.A. e apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro. A iniciativa também está alinhada a diretrizes da Organização das Nações Unidas voltadas à promoção de saúde e educação por meio do esporte.

O ex-secretário de Estado de Esporte e Lazer do Rio de Janeiro Rafael Picciani destacou a importância de iniciativas como essa e o papel do poder público no apoio a projetos sociais. “Apoiar ações como essa é fundamental para ampliar o acesso ao esporte e criar oportunidades reais para crianças e jovens. É um trabalho que ajuda a organizar a rotina, criar referência e construir perspectiva dentro das comunidades. A Secretaria atua para ampliar esse tipo de ação e dar suporte a projetos que já apresentam resultado”, afirmou.

Do Cantagalo ao topo: Felipe Assis faz balanço da carreira após título no Pan-Americano

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Faixa-preta da Alliance Rio celebra conquista histórica - Foto: Divulgação

A conquista do Pan-Americano de Jiu-Jitsu marcou um divisor de águas na trajetória de Luiz Felipe Assis, o Filipinho. Com apenas dois anos de faixa-preta, o atleta da Alliance Rio alcançou seu primeiro título em um dos três maiores campeonatos da IBJJF, coroando uma caminhada construída com disciplina, superação e muita resiliência.

Faixa-preta da Alliance Rio celebra conquista histórica – Foto: Divulgação

“Foi um momento único na minha carreira e na minha vida. Conquistar o Pan um ano após ter perdido e ficado de fora do pódio mostra que estamos no caminho certo. Logo após a vitória, a primeira coisa que veio à minha cabeça foi gratidão. Gratidão a Deus, à minha família, aos meus professores, à minha equipe e a todos que estiveram comigo nessa caminhada. É um sentimento de dever cumprido, mas ao mesmo tempo de muita fome para continuar buscando mais e mais”, destacou.

Cria do Cantagalo, Filipinho relembrou que, no momento mais marcante da carreira, sua trajetória passou como um filme pela cabeça. As dificuldades, os obstáculos e os momentos de superação ganharam ainda mais significado com o braço levantado no topo do pódio.

“Passou um filme completo. Vieram as lembranças da cirurgia do primeiro ano na faixa-preta, dos primeiros treinos, das dificuldades que enfrentei, dos sacrifícios, das guerras dentro e fora do tatame. Lembrei de todos os momentos em que precisei ser forte para não desistir. Quando o braço foi levantado, eu vi toda a minha história passando pela mente e senti muito orgulho da minha trajetória e de tudo que representei ali”, afirmou.

Mais do que a medalha, o atleta ressalta que o maior aprendizado está no processo. Para ele, o título é consequência de uma rotina sólida, construída com apoio de sua equipe e consistência diária.

“Essa conquista reforçou a importância do processo. A medalha é o resultado final, mas o que realmente constrói ela é a rotina diária, a disciplina, ajuda de amigos e familiares, constância e a capacidade de seguir em frente mesmo nos momentos difíceis. Aprendi que cada detalhe conta e que a confiança vem do trabalho duro e de companheiros de treinos empenhados nos mesmos objetivos. Sem dúvidas não consegui sozinho, foi trabalho em equipe. A galera da Alliance e do Projeto Tererê tem muita parte nisso”, explicou.

De olho no Mundial

Com o título do Pan-Americano no currículo, o faixa-preta de Rodrigo Thiago ganha ainda mais confiança para os próximos desafios. O foco agora está nos grandes palcos do circuito internacional, especialmente o Mundial, sem deixar de lado outras oportunidades importantes na temporada.

“Vencer o Pan-Americano aumenta muito a confiança, porque estamos falando de um dos campeonatos mais difíceis do circuito. Isso me mostra que estou preparado para brigar de igual para igual nos maiores palcos do mundo. O foco agora é seguir evoluindo e direcionar toda a preparação para os próximos grandes desafios, principalmente o Mundial. Quero continuar escrevendo meu nome na história. O Brasileiro também era um ótimo desafio, mas estou na lista de espera, aguardando”, revelou.

Fechando o balanço de um dos momentos mais importantes da carreira, o faixa-preta deixou uma mensagem direta para quem sonha em trilhar o mesmo caminho dentro do Jiu-Jitsu.

“A mensagem é que nunca desistam dos seus sonhos. Acredite, trabalhe e seja fiel aos seus sonhos. Vai ter derrotas, às vezes vontade de desistir, mas quando chegar no lugar mais alto do pódio, vai valer a pena todo o sacrifício para continuar seguindo a jornada”, finalizou.

Liga Monstro Combate anuncia bônus para melhores lutas e inicia venda de ingressos

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LMC estreia em junho - Foto: Divulgação/LMC

A Liga Monstro Combate (LMC) anunciou o pagamento de R$ 30 mil em bônus para as melhores lutas da sua edição de estreia, marcada para o dia 6 de junho, na Live Curitiba. O valor será dividido entre os destaques do card principal e do preliminar, como forma de incentivo ao desempenho dos atletas ao longo da noite.

LMC estreia em junho – Foto: Divulgação/LMC

Além do anúncio dos bônus, o evento também abriu a venda de ingressos, que já estão disponíveis pela plataforma Bilheteria Digital, no link https://www.bilheteriadigital.com/liga-monstro-combate-06-de-junho. Os valores partem de R$ 79 no setor pista, com opções que incluem áreas de cadeiras, setor VIP próximo ao cage e mesas para grupos.

A primeira edição do LMC contará com 13 lutas e duas disputas de cinturão. Na luta principal, Elizeu Capoeira enfrenta o americano Jesse Taylor pelo título inaugural dos meio-médios em um duelo de ex-UFCs. O confronto marca o retorno de Capoeira Paraná após mais de uma década sem lutar em seu estado natal.

Outro destaque é a disputa de cinturão no boxe entre John Lineker e Rogério “Garotão” Furtado. O evento também reúne nomes como John Allan, João Zeferino, Junior Albini, Victor Santos e Thay Avatar nas lutas de MMA, além de combates de boxe com influenciadores e atletas de diferentes perfis. Entre eles estão He-Man Maromba, Pobre Loco, Sancho Loko e Soldado Gerson.

A programação prevê início das atividades ainda no período da tarde, com card preliminar de boxe, seguido pelas lutas principais de MMA à noite e apresentações musicais com Emi Lee e Diego Arantes, Eidi Ribeiro, Luiz Henrique e Renan ao longo do evento. A expectativa da organização é atrair público tanto no local quanto nas transmissões previstas para plataformas digitais e TV.

Confira abaixo o card do evento:

Liga Monstro Combate 1
Live Curitiba, Paraná
6 de junho de 2026

MMA

77 kg: Elizeu Capoeira x Jesse Taylor
64 kg: John Lineker x Rogério Correia Furtado
93 kg: John Allan x João Zeferino
120 kg: Junior Albini (Baby) x Lucas Camacho
57 kg: Thay Avatar x Maria Clara Andrade
70 kg: Victor Santos x Marcio Valério
66 kg: Ryan Tupã x Luan Flávio Costa

Boxe

48 kg: Hollywood x Salim Chiboub
120 kg: Heman Maromba x Pobre Loco
120 kg: Leão Henckes x Anunaki
85 kg: Sancho Loko x Sthanley “O Máscara”
65,5 kg: Nath Macedo x Beatriz Pereira
85 kg: Soldado Gerson x Claudio Andrade

Superestadual de Judô reúne 1.000 atletas no Parque Olímpico com entrada gratuita

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Competição reúne campeões internacionais no Rio - Foto: Georgia Souza / CBJ

O Campeonato Superestadual de Judô será realizado entre os dias 10 e 12 de abril, no na Arena Carioca 1 do Parque Olímpico da Barra da Tijuca, com entrada franca para o público. O evento reúne cerca de 1.000 inscrições de atletas de 52 agremiações filiadas à Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro.

Competição reúne campeões internacionais no Rio – Foto: Georgia Souza / CBJ

A programação inclui quatro competições com caráter estadual: disputas individuais e por equipes em todas as classes (Sub-13, Sub-15, Sub-18, Sub-21, Sênior e Veteranos), além do Absoluto, que terá premiação total de R$ 7 mil, e o Kata.

O principal destaque será a classe Sênior, que contará com 105 inscritos, incluindo 22 atletas que conquistaram medalhas internacionais representando a seleção brasileira desde a última temporada.

“O ano de 2025 foi de grandes triunfos internacionais para os atletas do Judô Rio, com mais de 100 medalhas conquistadas em todas as classes, e o começo de 2026 tem sido ainda mais brilhante”, afirmou o presidente da FJERJ, Leonardo Lara.

“Mas não podemos esquecer que os primeiros passos de todo sucesso internacional, por maior que seja, são dados a nível estadual. Por isso que a Federação se esforça ao máximo para que eventos como o Superestadual estejam à altura dos grandes eventos internacionais em termos de estrutura e organização, contribuindo decisivamente para a formação e desenvolvimento de atletas que viajarão o mundo representando o vitorioso Judô brasileiro”, completou o dirigente.

Entre os nomes confirmados na classe Sênior estão atletas com resultados recentes em competições internacionais, como Giovanna dos Santos, medalhista em etapas de Grand Prix, e Ana Gabrielle Soares, que subiu ao pódio em torneios Sub-21 ao longo de 2025.

A abertura acontece na sexta-feira (10), às 16h30, com a disputa de Kata para faixas pretas, seguida pelas lutas individuais da classe Sênior. No sábado (11), a partir das 9h, serão realizados os combates das demais classes, além do Absoluto. O encerramento, no domingo (12), também a partir das 9h, terá as disputas por equipes e o Kata para faixas marrons e Dangai.

O Campeonato Superestadual de Judô 2026 conta com patrocínio da Light, por meio da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte do Governo do Rio de Janeiro, e é organizado pelo Instituto Opus Vitae em parceria com a FJERJ.

Patrício Pitbull fala sobre luta contra Aaron Pico e desafio a Sterling

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Patrício detalha momento da lesão e admite limitações durante a luta Foto: Divulgação/UFC

Patrício Pitbull foi o convidado de Marcelo Alonso no Conexão PVT desta segunda-feira e falou tudo sobre seu duelo contra Aaron Pico, que vai rolar no dia 11 de abril no UFC 327. O brasileiro relembrou também a polêmica com Losene Keita, que não bateu o peso e o duelo caiu em cima da hora, e falou ainda sobre o que espera de seu futuro no evento após encarar Pico.

O líder da Pitbull Brothers analisou ainda os desafios de Poatan e Maurício Ruffy no UFC, fez um raio-x de sua categoria, e muito mais.

Assista no vídeo abaixo.

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