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Bahia e São Paulo conquistam títulos por equipes no Brasileiro Juvenil e Cadete de Boxe

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Campeonato Brasileiro foi definido neste fim de semana - Foto: Reprodução/CBBoxe

Bahia e São Paulo dividiram os principais títulos do Campeonato Brasileiro Juvenil e Cadete de Boxe, realizado pela Confederação Brasileira de Boxe entre os dias 16 e 22 de agosto, no Palácio de Artes Marciais, em Cuiabá. Em uma competição com 213 atletas, a seleção baiana terminou na primeira colocação por equipes no juvenil, categoria destinada a competidores de 17 e 18 anos, enquanto os paulistas venceram a disputa no cadete, que reúne atletas de 15 e 16 anos.

Campeonato Brasileiro foi definido neste fim de semana – Foto: Reprodução/CBBoxe

O Brasileiro Juvenil contou com 112 atletas e teve uma disputa equilibrada pelo primeiro lugar. A Bahia somou 34 pontos, apenas um a mais que São Paulo, e conquistou o título por equipes com cinco medalhas de ouro.

No masculino, Andrey dos Reis, Arthur dos Santos, Claudio de Sousa e Jean Bahiense venceram suas categorias, com a Bahia concentrando boa parte dos títulos nas divisões mais pesadas. Elissandra Santos completou a relação de campeões do estado ao conquistar o ouro no feminino.

São Paulo terminou o juvenil na segunda colocação, com 33 pontos e quatro ouros. Gustavo da Silva e Pedro Cardoso foram campeões no masculino, enquanto Sabrina das Neves e Stephani de Amaral venceram entre as mulheres.

O Rio de Janeiro completou as três primeiras posições por equipes no juvenil. A delegação fluminense chegou a cinco finais e terminou a categoria com cinco medalhas de prata.

Entre os cadetes, São Paulo ficou com o título por equipes ao somar 29 pontos. A delegação conquistou duas medalhas de ouro e quatro de prata. Os títulos paulistas vieram no masculino, com Eder de Almeida, campeão na categoria até 63kg, e Luiz da Silva, vencedor na divisão até 75kg.

A Bahia terminou na segunda posição no cadete, com 25 pontos, e teve nas mulheres suas três campeãs. Rayssa Silva, Ana Maia e Yasmin Santana venceram suas respectivas categorias. O Pará ficou em terceiro lugar e conquistou dois ouros, com Jonathan Trindade e Isabella dos Santos.

Santa Catarina também deixou Cuiabá com dois campeões, um em cada faixa etária. Carolina Pires conquistou o ouro no juvenil e Luiz Pereira venceu no cadete. Goiás, Paraná, Mato Grosso e Rondônia também tiveram atletas campeões na competição.

Ao todo, foram realizadas 191 lutas, sendo 101 pelo Campeonato Brasileiro Juvenil e 90 pelo Cadete. A maioria dos confrontos foi definida por pontos, com a decisão dos juízes determinando o resultado de boa parte dos combates disputados ao longo da programação.

Turris Invitational coloca tradição e experiência frente a frente em duelo de faixas-pretas de Jiu-Jitsu

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Faixas-pretas duelam no Turris Invitational - Foto: Divulgação

De um lado, um atleta que cresceu dentro dos tatames e construiu uma carreira marcada pela combinação entre Judô e Jiu-Jitsu. Do outro, um representante de uma família que há gerações tem as artes marciais como parte de sua história. No dia 14 de novembro, essas duas trajetórias estarão frente a frente no palco do Turris Invitational, na Upper Arena, no Rio de Janeiro.

Faixas-pretas duelam no Turris Invitational – Foto: Divulgação

Wesley Leonardo Niels começou no Judô aos três anos de idade e, apenas um ano depois, iniciou no Jiu-Jitsu, em Blumenau (SC), sob orientação do professor Everson Preto, que continua sendo seu mestre. Hoje, faixa-preta nas duas modalidades, o catarinense treina na VO2/Equipe The Match Champ e chega ao evento com um currículo de peso: é bicampeão Brasileiro pela CBJJ, campeão Sul-Americano da AJP, campeão Mundial da CBJJE e dez vezes campeão catarinense.

A preparação para o confronto vem sendo intensa, com atenção especial à dieta, preparação física e treinos específicos. Mais do que simplesmente competir, Wesley quer aproveitar a oportunidade para entregar uma grande apresentação.

“Fico muito feliz em poder subir no palco do Turris Invitational e mostrar o meu trabalho, dando um show de Jiu-Jitsu. Fico também muito honrado em saber que a nossa luta será a única luta de faixas-pretas e isso me dá mais vontade ainda de apresentar um show de Jiu-Jitsu.”

Do outro lado estará Enzo Brunocilla, faixa-preta e integrante da terceira geração de uma família tradicional nas artes marciais brasileiras. Influenciado pelo pai, Fabrício Brunocilla, Enzo cresceu cercado pelo Jiu-Jitsu e pelo legado de Fausto Brunocilla e Carlos Brunocilla, nomes pioneiros da Luta Livre Esportiva no Brasil e fundamentais para a história da modalidade.

Ao longo da carreira, Enzo construiu seu próprio caminho nos tatames. Em 2023, conquistou o título de campeão do ranking da Luta Livre Esportiva e acumulou experiências em importantes competições nacionais e internacionais, incluindo o Roma Fall, na Itália, onde ficou com a terceira colocação, além do Campeonato Europeu de Jiu-Jitsu e do Mundial de Abu Dhabi.

A primeira edição do Turris Invitational vai contar com lutas casadas com e sem quimono e disputas para as categorias Kids, juvenil, adulto e master. O card também contará com um GP No Gi com premiação em dinheiro reunindo atletas das categorias juvenil e adulto. O campeão receberá R$ 3 mil, o vice-campeão ficará com R$ 1,5 mil e o terceiro colocado levará R$ 500.

Biografia de Edinanci Silva revisita trajetória olímpica e luta contra preconceito no esporte

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Capa do livro escrito pela jornalista Helena Rebello - Foto: Divulgação/Editora Malê

Primeira brasileira a disputar quatro edições dos Jogos Olímpicos no judô, Edinanci Silva terá sua trajetória dentro e fora dos tatames contada em uma biografia. Escrito pela jornalista Helena Rebello, o livro “Edinanci: mulher forte sim senhor” recupera desde a infância da atleta na Paraíba até a carreira no alto rendimento, marcada por conquistas esportivas e pelo enfrentamento ao preconceito contra pessoas intersexo.

Capa do livro escrito pela jornalista Helena Rebello – Foto: Divulgação/Editora Malê

Publicada pela Editora Malê, a obra será lançada nesta sexta-feira (21), na Livraria Drummond, em São Paulo. No Rio de Janeiro, o lançamento está marcado para a próxima quarta-feira (26), na Livraria da Travessa de Botafogo.

O livro também está à venda pelo site da Editora Malê.

A biografia acompanha Edinanci antes mesmo de sua chegada ao judô. Helena reconstrói a infância ao lado dos irmãos, a relação com o pai e a atuação da mãe na tentativa de garantir melhores condições de vida para a família. O esporte surgiu nesse percurso como uma possibilidade de mudança. Antes dos tatames, Edinanci jogava futebol e chegou ao judô após uma recomendação médica.

A carreira esportiva, porém, foi acompanhada por situações que ultrapassavam a disputa por medalhas. Edinanci conviveu com questionamentos sobre seu corpo e sua identidade desde jovem. Mais tarde, após a identificação da condição cromossômica XY (Síndrome da Insensibilidade Androgênica), foi submetida a um exame de feminilidade do Comitê Olímpico Internacional. O episódio se tornou parte de uma discussão sobre os critérios impostos a atletas intersexo e o direito de competir no esporte feminino.

Para reconstruir essa história, Helena entrevistou 137 pessoas. A apuração também reuniu documentos e relatos de familiares, treinadores, colegas e outras pessoas que acompanharam Edinanci ao longo da vida. O trabalho permitiu recuperar episódios pouco conhecidos e apresentar diferentes versões sobre momentos da trajetória pessoal e profissional da judoca.

A história individual de Edinanci também serve como ponto de partida para temas que continuam presentes no esporte, entre eles inclusão, gênero, direitos humanos e os critérios adotados para a participação de atletas em competições. A biografia coloca essas discussões dentro da trajetória de uma esportista que chegou ao principal palco do esporte mundial em quatro oportunidades.

Autora do livro, Helena Rebello é formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e tem pós-graduação pela ESPM. Atua na cobertura esportiva desde 2008 e, ao longo da carreira, trabalhou em quatro edições dos Jogos Olímpicos e duas Copas do Mundo, além de passagens por instituições como Grupo Globo, Comitê Olímpico do Brasil e Fifa.

O primeiro lançamento de “Edinanci: mulher forte sim senhor” acontece no dia 21 de agosto, na Livraria Drummond, em São Paulo, com participação de Paulo Conde. No Rio, Helena Rebello apresenta a obra no dia 26, na Livraria da Travessa de Botafogo, com participação de Bruna Dealtry, da CazéTV.

Paulão analisa vitórias de Mackenzie e Makhachev no UFC 330

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mackenzie dern

Assim que acabou o UFC 330, Paulão Filho participou do Depois do Gongo com Marcelo Alonso.

O faixa preta analisou as vitórias de Mackenzie Dern e Islam Makhachev, e outros destaques da noite. Paulão também contou o que Carlos Prates precisa fazer para desbancar o campeão, falou de Ruffy x Tsarukyan e Poatan nos pesos pesados.

E o discípulo de Carlson Gracie comentou ainda a vaquinha online que foi criada essa semana para ajudá-lo com sua cirurgia no quadril.

Assista abaixo.

Brigadeiro fala sobre polêmicas com Werdum e Nigue, e prints vazados do UFC

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Marcelo Brigadeiro fundou o Aspera FC - Divulgação

Marcelo Brigadeiro foi o convidado do Conexão PVT desta terça-feira e falou de tudo no papo com Marcelo Alonso, inclusive as polêmicas com Fabrício Werdum, Marcelo Nigue e prints vazados com o UFC.

O aluno de Márcio Cromado falou de suas origens e ligação com a luta-livre, o motivo de decidir se candidatar a governador em Santa Catarina, e muito mais.

Assista no vídeo abaixo.

XFC: O Torneio underground que lançou dois campeões do UFC

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O que seria dos nossos campeões de MMA se não tivéssemos no Brasil, nos anos 90 e 2000, plataformas para lançar internacionalmente nossos talentos. Sem eventos como o WVC de Frederico Lapenda, o IVC de Sérgio Batarelli, o Meca de Rudimar e Joinha, o Jungle Fight de Wallid, o Shooto de Andre Pederneiras ou o WOCS de Tatá e Philip Lima, provavelmente o Brasil não seria uma potência no Pride e UFC.

Mas se levarmos em conta o quesito aproveitamento nenhum destes shows atingiu a média do Xtreme Fighting Championship (XFC), promovido pelo ex-lutador do UFC, o brasileiro, Fabiano Iha no Ginásio do Grajaú Tênis Clube, no Rio de Janeiro no dia 29 de abril de 2007. 

Oferecendo uma bolsa de US 1000, acima dos padrões brasileiros da época, o XFC reuniu alguns dos maiores prospectos do Brasil em quatro torneios nas categorias até 77kg, até 88 kg, até 93kg e acima de 93kg. A ideia do promotor Fabiano Iha, era selecionar um atleta de cada divisão para a segunda edição do evento programada para 30 de Julho em Los Angeles. Mas todos os 4 campeões (e um vice) não tardariam a chegar ao UFC, ou seja, 100% de aproveitamento: Rafael dos Anjos (até 77kg), Rafael Sapo (até 88kg), Antônio Braga Neto e Mutante (até 93kg) e Junior Cigano (acima de 93kg). E como sabemos, dois deles se tornariam campeões.

Cigano e `Paredão lutaram por quase 9 minutos ate o baiano conseguir o nocaute técnico

Texto e fotos: Marcelo Alonso

CONHECI MINHA ESPOSA E AINDA GANHEI US 1000

Rafael dos Anjos lembra que estava começando a carreira e a oportunidade apareceu numa semana complicada. “Lembro que era segunda feira e eu estava com febre tomando soro na veia num hospital público de Niterói quando meu celular tocou e meu manager disse. “Tenho duas notícias pra você uma boa e uma ruim. A boa é que vc vai lutar sábado, a ruim é que são duas lutas numa noite”, lembra RDA. “Mesmo sendo duas lutas de 10 minutos, quando soube do prêmio de US 1000, muito alto para os padrões brasileiros na época, não pensei duas vezes”. 

Rafael dos Anjos abriu o torneio finalizando o atleta do Rio Grande Sul Tiago Minú (Boxer Team) com um mata-leão e na semifinal repetiu o golpe vencendo o duríssimo representante da BTT Maurício Souza, que havia finalizado José Fabiano (Black House) com uma chave de pé. “Não poderia ser melhor, ganhei US 1000 e ainda conheci a minha esposa”, conta Rafael que conheceu  Cristiane, que trabalhava como divulgadora da marca patrocinadora, nos bastidores deste XFC.

Na sequência Dos Anjos, que a época representava a equipe de seu mestre Roberto Gordo, a Gracie Barra Combat Team, venceu o torneio do Fury e, após a vitoriosa estreia internacional no Pancrase japonês (finalizando rápido o japonês Hirayama), foi contratado pelo UFC em 2008, conquistando o cinturão dos leves contra Anthony Pettis em 2015. Na sequência RDA subiu para os welterweight onde logo chegou ao topo do ranking. Hoje aos 41 anos (com 31 vitórias e 17 derrotas) RDA continua contratado pelo UFC podendo se orgulhar de ter enfrentado alguns dos maiores nomes da história do evento em ambas as divisões. 

Rafael dos Anjos (GBCT) finalizou Thiago Minú (Boxer) com um mata-leão

CIGANO ATROPELA DOIS    

A outra grande revelação do evento foi o parceiro de treinos de Rodrigo Minotauro e Rogério Minotouro, Junior Cigano, que veio da Bahia para conquistar o GP da categoria acima de 93kg. Cigano fez duas lutas duras, sendo a primeira contra Edson Paredão (Nova Geração Paraíba), a quem venceu por interrupção médica aos 8min46s. Na final Cigano pegou o Joaquim Mamute (GB BH), que havia perdido na semifinal por decisão dos juizes para André Mussi (Fight House), que luxou o braço e não pode voltar para a final. 

Ciente que Cigano era aluno do renomado professor de Boxe da Bahia Luis Dores, o faixa preta de Jiu-Jitsu Mamute logo buscou o jogo de chão. Mas Cigano soube defender a entrada de quedas e ficar batendo por cima. Já no final da luta, Mamute visivelmente cansado da batalha com Mussi, frustrado pelas boas defesas de queda do baiano, acabou desistindo do combate. “O Paredão é muito forte e o Mamute é um grande lutador, tem um excelente chão. Foram lutas muito duras, mas eu consegui me sair bem”, comemorou Cigano, que após mais uma sequencia de três vitórias em eventos nacionais, seria chamado a poucas semanas do UFC 90 para fazer sua estreia contra o bem mais experiente Fabricio Werdum. Quando estreou de forma histórica nocauteando o compatriota em apenas 1 minuto e 20 segundos do primeiro round com um uppercut de direita seguido de golpes no chão. A vitória imediatamente o colocou entre as grandes promessas da divisão dos pesos-pesados e marcou o início de sua caminhada até conquistar o cinturão do UFC em 2011.

O XFC pagou US 1000 para os quatro vencedores dos torneios


RAFAEL SAPO E BRAGA NETO

Na categoria até 83kg, o aluno de Vinícius Draculino, Rafael Sapo, brilhou. O atleta da Gracie Barra BH aplicou um belo arm-lock da guarda em Naílson Bahia (Nova União) na semifinal e na final derrotou na decisão unânime dos juizes a Gerson Silva (BTT), que havia sido derrotado na semifinal por Danilo Motoserra (GBCT). Mas como o atleta da Gracie Barra Combat Team não pode voltar para a final, devido a uma fratura na costela, voltou ao ringue. “Eu conto, mas ninguém acredita. Treino seis horas por dia, só não treino mais porque não tenho tempo. Esperei essa oportunidade para lutar lá fora durante muito tempo”, comemorou Sapo, que após mais oito lutas no Brasil, finalmente conseguiria chegar ao UFC, onde lutou entre 2010 e 2017 conquistando 9 vitórias e 7 derrotas.

Campeão mundial peso e absoluto de Jiu-Jitsu na faixa-marrom, o manauara Antônio Braga Neto (GBCT), que só tinha uma luta de Vale-Tudo, mandou muito bem e faturou o GP até 93kg. O faixa-preta finalizou em menos de dois minutos de luta Eduardo Camilo (BTT) com um arm-lock e enfrentou na final o atleta da Black House César de Jesus, que também venceu em menos de dois minutos o seu combate contra André Severo (IFF) na semifinal. Na final, Braga Neto fez seu jogo e colocou César para baixo, onde ficou o tempo todo por cima batendo e chegou a tentar um mata-leão. No final os juizes apontaram Braga Neto vencedor na decisão unânime dos juizes. O Manauara chegaria ao UFC em 2013. Chegou a fazer três lutas (1vitória e 2 derrotas), mas acabou retornando ao Jiu-Jitsu.  

Braga Neto abriu o torneio ate 93kg finalizando Eduardo Camilo (BTT) com um arm-lock




RESULTADOS COMPLETOS:

XFC BRASIL
Grajaú Tênis Clube – Rio de Janeiro
Domingo, 29 de abril de 2007

-77kg:
– Maurício Souza (BTT) finalizou José Fabiano (Black House) com uma chave-de-pé aos 2min;
– Rafael dos Anjos (GBCT) finalizou Thiago Minú (Boxer) com um mata-leão aos 7min28s;
Final: – Rafael dos Anjos (GBCT) finalizou Maurício Souza (BTT) com um mata-leão aos 6min24s;

-83kg:
– Danilo Motoserra (GBCT) derrotou Gerson Silva (BTT) na decisão unânime dos juizes;
– Rafael Sapo (GB BH) finalizou Nailson Bahia (Nova União) com um aram-lock a 1min24s;
Final: – Rafael Sapo (GB BH) derrotou Gerson Silva (BTT) na decisão unânime dos juizes;

-93kg:
– Antônio Braga Neto (GBCT) finalizou Eduardo Camilo (BTT) com um arm-lock a 1min46s;
– Cezar Jesus Ferreira (Black House) derrotou André Severo (IFF) por interrupção do juiz a 1min29s;
Final: – Antônio Braga Neto (GBCT) derrotou Cezar Jesus Ferreira (Black House) na decisão unânime dos juizes;

+93kg:
– André Mussi (Fight House) derrotou Joaquim Ferreira Mamute (GB BH) na decisão dividida dos juizes;
– Junior Cigano (Champion) derrotou Edson Paredão (Nova Geração Paraíba) por nocaute técnico aos 8min46s;
Final: – Junior Cigano (Champion) derrotou Joaquim Mamute (GB BH) por desistência.

 

Toquinho responde Werdum e aceita desafio de Cyborg

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Rousimar Toquinho bateu um papo com Marcelo Alonso no Conexão PVT desta quarta-feira, e falou sobre o desafio com Fabrício Werdum e Roberto Cyborg, além torcida por Valter Walker na divisão dos pesados do UFC.

Toquinho também comentou sua saída do maior evento de MMA do mundo, as polêmicas sobre suas finalizações e muito mais.

Assista no vídeo abaixo.

Seleção Brasileira de boxe é convocada para os Jogos Sul-Americanos Santa Fé 2026

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Brasil é franco favorito nos ringues - Foto: Hoop Produções

A Seleção Brasileira de boxe está definida para os Jogos Sul-Americanos Santa Fe 2026, que acontecem de 12 a 26 de setembro, na Argentina. A equipe convocada pela Confederação Brasileira de Boxe terá 14 atletas, divididos igualmente entre os torneios masculino e feminino, além de cinco integrantes na comissão técnica.

Brasil é franco favorito nos ringues – Foto: Hoop Produções

No masculino, o Brasil terá representantes em sete categorias. Michael Douglas foi chamado para os 55kg, Luiz Gabriel Oliveira para os 60kg e Yuri Falcão para os 65kg. A lista segue com Kaian Reis, nos 70kg, Wanderley Pereira, nos 80kg, Isaías Ribeiro, nos 90kg, e Joel Ramos, na categoria acima de 90kg.

A equipe feminina também contará com sete atletas. Caroline Almeida disputará a categoria até 51kg. Tati Chagas foi convocada nos 54kg, Jucielen Cerqueira nos 57kg e a campeã mundial Rebeca Santos nos 60kg. Completam a relação Haziel Santos, nos 65kg, Viviane Pereira, nos 70kg, e Adriele Nascimento, nos 75kg.

A comissão técnica será chefiada pelo coordenador Mateus Alves e terá Juan “Paco” Garcia como treinador principal. Didio Soares e Miriam Lasvega também integram a equipe de treinadores, enquanto Victor Vivan será o fisioterapeuta da delegação.

Os Jogos Sul-Americanos de 2026 serão realizados em Santa Fé, na Argentina, e reunirão representantes de diferentes países do continente. No boxe, a competição coloca a Seleção Brasileira diante de alguns de seus principais adversários da região e integra o calendário internacional da modalidade.

Kung-Fu Fight 44: revanche define duplo campeão e desafio Brasil x Turquia termina empatado

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Kung Fu Fight 44 teve momentos plásticos - Foto: Pedro Gomes/CBAMC

Victor Henrique precisou chegar ao último round para conquistar o segundo cinturão de sua trajetória no Kung-Fu Fight. Na luta principal da 44ª edição, realizada no último sábado (15), no Ginásio Mané Garrincha, em São Paulo, o atleta da Liga Garra de Águia venceu a revanche contra Willian Duarte, da Invictus, por 3 a 2 e ficou com o título profissional dos 76 kg.

Kung Fu Fight 44 teve momentos plásticos – Foto: Pedro Gomes/CBAMC

O equilíbrio que marcou o reencontro apareceu no placar. Victor, que havia vencido o primeiro duelo por nocaute no quarto round, encontrou uma luta diferente desta vez. Após quatro assaltos, cada atleta havia vencido dois. A definição ficou para o quinto, quando Victor levou a parcial e garantiu a vitória. Já campeão dos 82 kg, ele passou a deter os cinturões de duas categorias do evento.

Antes da disputa de título, Lucas Sorin também deixou sua marca nos 76 kg. Campeão da divisão até 70 kg, o catarinense estreou na nova categoria contra Willian Pereira e controlou o confronto ao longo dos cinco rounds. Sorin variou golpes e combinações e venceu por decisão unânime, com placar de 5 a 0.

Os dois confrontos internacionais dividiram o placar entre Brasil e Turquia. Até 70 kg, o turco Nusret Kayhan venceu o brasileiro Marcos Reis por decisão unânime depois de cinco rounds e ficou com o triunfo por 5 a 0. O duelo foi escolhido como a melhor luta da noite pela organização.

Na categoria até 65 kg, José Uilton protagonizou a principal virada da edição. O brasileiro perdeu os dois primeiros rounds para o turco Ozgur Adibelli, mas aumentou a pressão e mudou o rumo da luta. A reação terminou com um chute no rosto do estrangeiro e a vitória por nocaute. O golpe rendeu a Uilton o prêmio de melhor nocaute da noite.

Outro combate encerrado antes da decisão teve João Guilherme como vencedor. Diante de Paulo Freitas, pela divisão até 94 kg, ele concentrou os ataques nas pernas do adversário desde o início. A sequência terminou com um chute na parte posterior da coxa que levou Paulo ao nocaute.

Importante evento do calendário da modalidade, o Kung-Fu Fight é organizado pela Confederação Brasileira de Artes Marciais Chinesas – Kung Fu (CBAMC).

Confira abaixo todos os resultados do card:

Kung Fu Fight 44
São Paulo, SP
15 de agosto de 2026

Card profissional:

Victor Henrique venceu Willian Duarte por decisão (3 x 2)

Lucas Sorin venceu Willian Pereira por decisão (5 x 0)

Nusret Kayhan venceu Marcos Reis por decisão (5 x 0)

José Uilton venceu Ozgur Adibelli por nocaute

João Guilherme venceu Paulo Freitas por nocaute

João Oliveira venceu Miguel Imhof por nocaute

Lucas Cavalcante venceu Vinicius Gustavo por decisão (4 x 1)

Matheus Piffer venceu Erick de Carvalho por decisão (3 x 2)

Richard Malheiro x Laercio Rodrigues terminou em No Contest

José Lucas venceu Rafael Brandão por decisão (4 x 1)

Rodrigo Ribeiro venceu Arthur Reis após Arthur não ser liberado para competir

Card semiprofissional:

Hambam Juliani venceu Lucas Roberto Gomes por desclassificação

Rafael Lopes venceu Gustavo Gonçalves por decisão (3 x 0)

Juan Felipe venceu Alan Matias por decisão (3 x 0)

Quem vence a luta principal do UFC 330?

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Islam Makhachev vai defender o cinturão dos meio médios no sábado contra Ian Garry no UFC 330, na Filadélfia. Será a primeira vez que o lutador do Daguestão colocará seu título em jogo após conquistá-lo contra Jack Della Maddalena?

E quem deve vencer esse combate? Ouvimos quatro especialistas, que deram suas opiniões e você pode conferir no vídeo abaixo.

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