O UFC 331 será realizado neste sábado (19), na Crypto.com Arena, em Los Angeles, com Alexandre Pantoja tentando recuperar o cinturão peso-mosca diante de Joshua Van. O evento terá transmissão ao vivo pelo Paramount+ e contará com vários brasileiros no card.
A programação começa às 17h30 (horário de Brasília), com o pré-show. O card preliminar está marcado para 18h30, enquanto o principal começa às 22h.
Além de Pantoja na luta principal, Mauricio Ruffy e Patrício Pitbull estão entre os brasileiros escalados para o evento.
Onde assistir ao UFC 331 ao vivo?
UFC 331: Van x Pantoja 2
Data: sábado, 19 de setembro de 2026 Local: Crypto.com Arena, Los Angeles, Estados Unidos Pré-show: 17h30 Card preliminar: 18h30 Card principal: 22h Onde assistir: Paramount+
Van x Pantoja 2 vale o cinturão
A luta principal coloca frente a frente Joshua Van e Alexandre Pantoja em uma revanche valendo o cinturão dos moscas. Pantoja perdeu o título para Van em dezembro de 2025, quando sofreu uma lesão no início do confronto. Antes disso, o brasileiro havia defendido o cinturão quatro vezes, contra Brandon Royval, Steve Erceg, Kai Asakura e Kai Kara-France.
Van, por sua vez, chega ao UFC 331 depois de defender o título pela primeira vez ao nocautear Tatsuro Taira no quinto round no UFC 328. Agora, Pantoja terá a oportunidade de recuperar o cinturão justamente contra o adversário que encerrou seu reinado.
Mauricio Ruffy enfrenta Tsarukyan na luta co-principal
O Brasil também terá um representante na segunda luta mais importante da noite. Mauricio Ruffy enfrenta Arman Tsarukyan em um confronto de cinco rounds pela divisão dos leves. Outro nome de destaque é Patrício Pitbull. O ex-campeão do Bellator enfrenta o sul-coreano Dooho Choi no card principal.
Ryan Gandra, Brunno Hulk, Eduarda Moura e Joanderson Brito completam a participação brasileira no evento.
Card completo do UFC 331
Card principal
Joshua Van x Alexandre Pantoja — cinturão peso-mosca
Arman Tsarukyan x Mauricio Ruffy — peso-leve
Patrício Pitbull x Dooho Choi — peso-pena
Gable Steveson x Sean Sharaf — peso-pesado
Alonzo Menifield x Iwo Baraniewski — peso meio-pesado
Card preliminar
Marlon Vera x Charles Jourdain — peso-galo
Tai Tuivasa x Robelis Despaigne — peso-pesado
Michael Aswell Jr. x Joo Sang Yoo — peso-pena
Ryan Gandra x Ozzy Diaz — peso-médio
Edmen Shahbazyan x Brunno Ferreira — peso-médio
Casey O’Neill x Eduarda Moura — peso-mosca
Giga Chikadze x Joanderson Brito — peso-pena
O Master Fighting Championship realiza sua sétima edição no dia 7 de novembro, no ParkShopping Canoas, no Rio Grande do Sul, com expectativa de receber 3 mil pessoas e com transmissão ao vivo pelo Canal Combate e Globoplay. O MFC 7 terá entre as atrações um GP na categoria até 57 kg, no qual atletas entram na competição como amadores e os finalistas disputam a decisão no card profissional.
Evento acontece em novembro – Foto: Divulgação
Criado há pouco mais de dois anos, o MFC vem ampliando seu público no Rio Grande do Sul. Uma das edições anteriores reuniu aproximadamente 1,5 mil pessoas no Clube Farrapos, em Porto Alegre. A projeção da organização para novembro, portanto, é dobrar esse número e realizar a maior edição do evento até agora.
A chegada ao Combate e ao Globoplay também amplia a exposição do MFC fora do estado. Nas redes sociais, segundo dados apresentados pela organização, o evento registrou 2,6 milhões de visualizações nos últimos 30 dias e reúne cerca de 12,1 mil seguidores no Instagram. Os organizadores informam ainda que as transmissões do MFC 6 no YouTube, divididas entre os cards Principal, Prospects e Grappling, somaram 83,7 milhões de visualizações.
Pelo formato anunciado, os participantes do GP iniciam o torneio como amadores e a final será realizada no card profissional, respeitados os requisitos esportivos e regulamentares para a mudança de categoria. A proposta é criar uma oportunidade de transição para lutadores que buscam ingressar no MMA profissional.
O campeão do GP também receberá R$ 2 mil. A premiação foi anunciada por Vinicius LokDog, atleta do UFC que passou a patrocinar o evento.
O MFC foi criado por Rafael Sombra e Fernanda Jacobi e tem Rodrigo Gonzalez, da Ogro Produções e Marketing, como atual produtor. Esta será a terceira produção de Gonzalez a chegar às plataformas da Globo.
“Estou muito feliz com o trabalho que vem sendo feito e sou extremamente grato à Fernanda e ao Rafael pela oportunidade. Quando entrei no projeto, não imaginava que chegaríamos aonde estamos, muito menos com essa velocidade. Tenho muito orgulho do que estamos construindo. Com certeza absoluta, o MFC é o futuro do MMA brasileiro”, afirma Rodrigo Gonzalez.
Seminário reuniu professores da GFTeam em Vista Alegre - Foto: Divulgação
Uma equipe de jiu-jitsu nascida na Zona Norte do Rio tornou-se uma rede presente nos cinco continentes e abriu caminhos para que jovens que chegaram aos tatames em busca de uma oportunidade se tornassem campeões ou construíssem uma profissão ensinando a modalidade pelo mundo. À frente desse processo está o mestre Julio Cesar Pereira, faixa-coral 8º grau e líder da GFTeam, que mantém na formação de novas gerações uma das bases do trabalho desenvolvido pela equipe.
Seminário reuniu professores da GFTeam em Vista Alegre – Foto: Divulgação
A dimensão alcançada pela GFTeam poderá ser vista neste domingo, dia 20, quando 1.464 atletas participarão do Nacional GFTeam, no ginásio do Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes (CEFAN), no Rio. O número é recorde de inscrições na competição interna e reúne integrantes de diferentes filiais da equipe.
O campeonato também ajuda a financiar a participação de atletas da GFTeam em torneios internacionais. Parte da arrecadação é destinada ao instituto ligado à equipe, que utiliza os recursos para auxiliar competidores com despesas de viagens para eventos como o Mundial, o Europeu e competições em Abu Dhabi.
“É uma das maneiras que a gente encontrou para poder gerir dinheiro e ajudar os atletas”, explicou Julio Cesar.
Dois dias antes do Nacional, o Centro de Treinamento da GFTeam, em Vista Alegre, também recebeu professores e integrantes da equipe para um seminário interno com Julio Cesar. O encontro realizado nesta quinta-feira foi dedicado à troca de experiências, ao planejamento das próximas ações e à avaliação do trabalho desenvolvido nas diferentes academias.
A prática faz parte da rotina de uma organização que cresceu geograficamente e precisa manter contato entre seus professores. Julio Cesar conta que procura reunir os técnicos aproximadamente a cada dois meses.
“É muito bom para trocar informações, aprender, planejar tudo o que a gente vai fazer no próximo ano, rever o que nós acertamos e o que nós erramos. Eu gosto muito de reunir, pelo menos a cada dois meses, todos os técnicos das academias”, afirmou.
A expansão levou a GFTeam para fora do Brasil e criou uma rede internacional de academias.
“Graças a Deus, hoje a GFTeam está nos cinco continentes. Até na Austrália nós já chegamos. Na Nova Zelândia também. Então, na Ásia, na Europa, na América do Sul. Estamos nos cinco continentes”, disse.
A história, no entanto, começou longe dessa estrutura internacional. A origem está na Vila da Penha e na tradição de jiu-jitsu da Academia Muniz Salomão, ligada à linhagem de Oswaldo Fadda. Foi a partir desse ambiente que Julio Cesar desenvolveu uma concepção na qual o resultado esportivo divide espaço com a educação e a preparação dos alunos para a vida profissional.
“A gente sempre foi muito preocupado com o educacional. Estamos mais preocupados em formar o cidadão do que propriamente fazer o campeão. A nossa preocupação, a filosofia, é formar o campeão da vida. Um bom policial, um bom médico, um bom cabeleireiro, um ser humano melhor. Esse é o nosso DNA”, afirmou.
Essa filosofia ganhou outra dimensão conforme a equipe cresceu. Alguns dos jovens formados nos tatames da GFTeam chegaram aos principais campeonatos de jiu-jitsu. Para outros, a modalidade abriu uma possibilidade profissional como professores em países onde a equipe estabeleceu filiais.
Julio Cesar cita como exemplo um trabalho desenvolvido na academia com jovens que deixam o Nordeste para treinar no Rio. A partir da formação recebida na equipe, alguns são encaminhados para trabalhar no exterior quando academias da GFTeam procuram professores brasileiros.
“Os meninos que vêm do Nordeste começam a treinar jiu-jitsu aqui e daqui ganham o mundo. Não só sendo campeão mundial, mas indo dar aula em Abu Dhabi, nos Estados Unidos, na Ásia ou na Austrália. Onde nós temos filiais, sempre pedem professores qualificados aqui do Brasil e a gente consegue indicar esses meninos para lá”, contou.
É nesse percurso que o trabalho esportivo da GFTeam se encontra com iniciativas de inclusão social. Para Julio Cesar, ampliar o acesso ao jiu-jitsu depende também de parcerias capazes de criar condições para que crianças e adolescentes permaneçam nos projetos e encontrem oportunidades a partir do esporte. O mestre cita Leonardo e Rafael Picciani entre os apoiadores dessa atuação.
“Eu sempre quis ter uma parceria com alguns políticos que realmente fazem política certa. Encontramos no Leonardo e no Rafael Picciani aquelas pessoas que realmente estão preocupadas em fazer o negócio andar, preocupadas com as crianças, com os adolescentes. Bateu de frente essa parceria muito boa e a gente está em frente, se Deus quiser”, disse.
A trajetória de Julio Cesar também acompanha a transformação da própria equipe. Como competidor, acumulou títulos ao longo da carreira e, como treinador, participou da formação de sucessivas gerações. Hoje, enquanto a GFTeam chega a diferentes partes do mundo, o mestre continua recorrendo à origem na Vila da Penha para definir o que pretende transmitir a quem entra em suas academias.
“Estamos mais preocupados em formar o cidadão do que propriamente fazer o campeão. O campeão é o preço que ele vai pagar dentro da academia. Mas a nossa preocupação, a filosofia, é formar o campeão da vida.”
Lançamento oficial do Jungle Fight 155 aconteceu nesta quinta-feira na Arena Niterói - Foto: Claudio Fernandes
A chegada do Jungle Fight a Niterói foi celebrada oficialmente nesta quinta-feira (17), durante um encontro na Arena Niterói que reuniu o prefeito Rodrigo Neves, o presidente e idealizador do evento, Wallid Ismail, e lutadores da região. Pela primeira vez em sua história, a organização realizará uma edição no município. O Jungle Fight 155 será disputado no dia 3 de outubro, como parte das comemorações pelos 23 anos do evento, com três cinturões em jogo e transmissão ao vivo pelo SporTV e Combate, a partir das 20h.
Lançamento oficial do Jungle Fight 155 aconteceu nesta quinta-feira na Arena Niterói – Foto: Claudio Fernandes
A procura do público começou antes mesmo do lançamento oficial. Os ingressos gratuitos, disponibilizados mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, esgotaram em menos de 18 horas. Para validar a entrada, o público deverá entregar o alimento no acesso à Arena Niterói, no dia do evento. A arrecadação será feita em parceria com a Legião da Boa Vontade (LBV), responsável pela logística de recebimento e posterior distribuição das doações às famílias atendidas pela instituição.
Para atender também quem não conseguir acessar a Arena Niterói devido à lotação, será montada uma Fan Fest na área externa, com telão para a transmissão das lutas e food trucks. A iniciativa partiu de um pedido do prefeito Rodrigo Neves. O acesso ao espaço também será feito mediante a apresentação do ingresso e a entrega de um quilo de alimento não perecível.
Na semana do evento, o Jungle Fight também promoverá em Niterói as Eliminatórias Jungle, seletiva voltada a lutadores em início de carreira, especialmente atletas oriundos de projetos sociais. Os participantes serão avaliados na estrutura oficial da Arena Jungle, nas mesmas condições encontradas pelos profissionais. Os atletas que demonstrarem o chamado “espírito da selva” durante a seletiva recebem contratos para lutar em futuras edições do Jungle Fight.
A estreia em Niterói tem um componente pessoal para Wallid. Antes de se tornar dirigente, ele competiu na cidade ainda na adolescência, quando era faixa-amarela de jiu-jitsu, e conquistou no Canto do Rio o primeiro campeonato de sua trajetória vitoriosa. Durante a visita à arena, o presidente do Jungle Fight lembrou essa relação e citou a participação de atletas niteroienses no MMA ao convidar o público para acompanhar a programação.
“Niterói respira luta, respira o esporte. É uma cidade especial para mim, porque foi aqui que ganhei meu primeiro campeonato, quando ainda tinha 15 anos. Voltar agora como presidente do Jungle Fight me deixa muito feliz. Quero agradecer ao prefeito Rodrigo Neves pelo apoio e por abrir as portas da cidade. Os ingressos acabaram em 18 horas”, afirmou Wallid.
Rodrigo Neves relacionou a realização do evento ao incentivo às artes marciais no município. O prefeito também citou a localização da arena, próxima às Barcas e ao terminal rodoviário, como um dos pontos de acesso para o público.
“Estou aqui ao lado do Wallid, esse cara incrível que começou a lutar em Niterói, no Canto do Rio e hoje é presidente do Jungle Fight, um dos maiores campeonatos de MMA do mundo. O esporte é o caminho para a juventude. Niterói é uma gigante no MMA, nas artes marciais e vamos ter aqui o Jungle Fight, dia 3 de outubro, e a eliminatória com vários niteroienses. Ao lado da Arena você tem as Barcas, tem terminal de ônibus, é de fácil acesso e a cidade está mais segura. Vai ser histórico”, disse Rodrigo Neves.
Dentro da Arena Jungle, a luta principal colocará Brasil e Bolívia frente a frente pelo cinturão dos médios, até 84 kg, do MMA World League. Atual campeão, o carioca Oton Jasse enfrenta Josias “Búfalo” Nuñez. Jasse tem 23 vitórias em 33 lutas, sendo 20 por finalização. Dessas, 17 vieram com o triângulo de mão ou suas variações, especialidade que lhe rendeu o apelido de “Rei do Triângulo de Mão”.
O cinturão peso-galo feminino, até 61 kg, também estará em disputa. A baiana Layze Cerqueira defende o título contra a goiana Mayra Cantuária. Layze soma 14 vitórias em 19 lutas, nove por finalização, e está invicta desde 2022, com oito triunfos consecutivos. Mayra chega ao confronto com 11 vitórias em 19 apresentações, quatro delas por finalização.
A terceira disputa valerá o cinturão vago dos meio-pesados, até 93 kg. Luiz Henrique “Lion Heart”, do Rio de Janeiro, encara o paraense Rodolfo Santos. Luiz Henrique tem 18 vitórias em 29 lutas, com nove finalizações e cinco nocautes. Rodolfo soma seis triunfos em dez combates, cinco por nocaute, e já disputou o cinturão do Jungle Fight anteriormente.
Confira abaixo o card completo (sujeito a alterações):
Jungle Fight 155 – Aniversário de 23 anos Arena Niterói, Niterói (RJ) 3 de outubro de 2026
84kg: Josias “Búfalo” Núñez (BOL) x Oton Jasse (RJ) — Cinturão
61kg: Mayra Cantuária Rodrigues (GO) x Layze Cerqueira (BA) — Cinturão
93kg: Luís “Lion Heart” Henrique (RJ) x Rodolfo dos Santos (PA) — Cinturão
61kg: Jhonatha Frazão (RJ) x Ivan Carlos (RJ)
70kg: Eliwelton Travassos (DF) x Lukas Edwardo dos Santos (AP)
57kg: Felipe Rodrigues Brito (AP) x Luiz Henrique da Silva (RJ)
57kg: Marcos Paulo “Vuvuzela” (RJ) x Nildean Paes (RJ)
66kg: Matheus Cardoso “Mineirinho” (MG) x Fred Roberto (ES)
61kg: Wana Muniz (RJ) x Larissa Samuel (RJ)
57kg: João Miguel da Silva (RJ) x Davi Pereira (RJ)
52kg: Cecília Pereira (RJ) x Sabrina de Souza (RJ)
70kg: Marlon “Perrega” (RJ) x Max Lima (RJ)
70kg: Victor Souza (RJ) x Bryan Siqueira “Caçador” (RJ)
66kg: Luan Victor Martins Paiva (RJ) x Jefferson Dantas (RJ)
66kg: Gabriel Moreira Sampaio (RJ) x Ronaldy Gabriel Medina dos Santos (RJ)
A CMSystem inaugurou uma nova academia no Ecoville, em Curitiba, com 2 mil metros quadrados e capacidade para receber até 300 alunos simultaneamente. Idealizado pelo ex-lutador e treinador Cristiano Marcello, o espaço reúne a estrutura destinada à preparação de atletas profissionais com aulas para crianças, mulheres, famílias e pessoas que procuram as artes marciais como atividade física, defesa pessoal ou hobby.
Nova sede da CMSystem – Foto: Divulgação
A nova sede conta com dois tatames, de 400 e 700 metros quadrados, ambientes climatizados, spa, sauna, sala de massagem, coworking e bistrô. O complexo também dispõe de estacionamento para mais de 300 veículos. Além do MMA, modalidade ligada à trajetória da equipe, a grade inclui jiu-jítsu, muay thai, boxe, submission e wrestling.
A proposta amplia o perfil de público atendido pela CMSystem, fundada por Cristiano em 2009 e conhecida pela atuação no MMA profissional. A academia pretende utilizar a experiência acumulada no treinamento de atletas de alto rendimento também nas atividades destinadas a quem não tem interesse em competir.
“Queremos oferecer um ambiente seguro, onde a família encontre ferramentas reais, seja a defesa pessoal para a mulher, o fortalecimento mental para uma criança ou a oportunidade de tirar os jovens do excesso de telas para colocá-los com os pés no chão”, afirma Cristiano Marcello.
Faixa-preta de jiu-jítsu formado pela família Gracie, Cristiano passou pela Chute Boxe e participou da preparação de lutadores como Wanderlei Silva, Anderson Silva e Maurício “Shogun” Rua. Como atleta, competiu no MECA, PRIDE FC e UFC, além de participar da edição americana do The Ultimate Fighter. Depois de encerrar a carreira dentro dos ringues e octógonos, concentrou a atuação na formação e preparação de lutadores.
Cristiano diz que a intenção é manter esses diferentes perfis dentro da mesma estrutura. “O tatame funciona como espaço de formação. A nova sede aproxima esses diferentes caminhos, reunindo no mesmo ambiente atletas de elite, praticantes, crianças, mulheres e iniciantes”, afirma.
A Academia CMSystem Ecoville fica na Rua José Nicco, 179, no Ecoville, em Curitiba. O contato para informações sobre as atividades é pelo telefone (41) 98899-5665 e pelo perfil @cmsystemecoville nas redes sociais.
Jean Silva fechou o Noche UFC deste sábado (12) com uma grande vitória. Na luta principal do evento realizado na Desert Diamond Arena, em Glendale, no Arizona, o brasileiro finalizou Jose Miguel Delgado com um mata-leão aos 2min57s do terceiro round.
O resultado levou Jean à segunda vitória consecutiva e melhorou seu cartel para 18 vitórias e três derrotas. O peso-pena da Fighting Nerds vinha de triunfo por decisão sobre Arnold Allen, em janeiro, no UFC 324.
Apesar do desfecho dominante, a luta não começou de forma tranquila para o brasileiro.
Delgado, que aceitou o combate após a saída por lesão de Yair Rodriguez, encontrou espaço para os golpes no primeiro round e chegou a derrubar Jean com uma direita. O brasileiro aumentou o ritmo a partir do segundo assalto, passou a pressionar o adversário contra a grade e também levou o combate para o chão.
A definição veio no terceiro round. Jean conectou uma direita que derrubou Delgado junto à grade, rapidamente pegou as costas e encaixou o mata-leão e conseguiu o aperto necessário para obrigar o adversário a desistir.
Com a vitória, Jean voltou a falar sobre o cinturão dos pesos-penas. Ainda no octógono, o brasileiro mandou seu recado.
“Esta mensagem não é para a divisão. É para o próximo campeão. Quem estiver com esse cinturão, o próximo campeão está aqui”, declarou Jean após a luta.
O triunfo também teve sabor de recuperação no Noche UFC. Um ano antes, Jean havia sido nocauteado por Diego Lopes na luta principal da edição de 2025.
Na segunda luta mais importante da noite, o ex-campeão Brandon Moreno encerrou uma sequência de duas derrotas ao superar Joseph Morales por decisão dividida. Alexa Grasso também saiu vencedora ao bater Manon Fiorot por decisão unânime.
O Brasil teve ainda Djorden Santos no card preliminar. O peso-médio foi derrotado por Yousri Belgaroui por nocaute técnico aos 4min25s do primeiro round.
Resultados completos do Noche UFC
Card principal
Jean Silva venceu Jose Miguel Delgado por finalização (mata-leão) aos 2min57s do 3º round
Brandon Moreno venceu Joseph Morales por decisão dividida (30-27, 28-29, 30-27)
Tommy McMillen venceu Marwan Rahiki por decisão unânime (29-28, 29-28, 29-27)
A ideia de tirar vantagens acabou não causando o efeito esperado
Num momento em que a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu acabara de ser criada e os grandes ícones do Jiu-Jitsu tinham poucas chances de se enfrentar, a fórmula dos Desafios e Super Lutas de uma hora de duração voltaram a cair nas graças do público.
Depois de um longo hiato entre os dois confrontos entre Marcelo Behring (Gracie) e Cassio Cardoso (Carlson), realizados em 86 e 87, a histórica luta de Renzo (Barra) e Wallid (Carlson) em 93, trouxe de volta a fórmula.
Foi na esteira deste sucesso que, Francisco Caneppa e Romero Jacaré, da recém fundada Alliance, convidaram Carlson Gracie para que realizassem juntos um tira-teima de 30 minutos entre quatros representantes das duas equipes no ginásio da AABB no dia 23 de novembro de 1994.
A comunidade do Jiu-Jitsu adorou a ideia e compareceu. Quase 2000 pessoas lotaram o ginásio, mesmo tendo que pagar RS 15,00. Com as duas torcidas divididas entre as duas arquibancadas o evento rolou em clima de festa do Jiu-Jitsu e apesar da tradicional rivalidade não houve nenhuma confusão. Ficou decidido pela organização que não haveria bandeiras com as lutas sendo definidas por pontos ou terminariam empatadas.
Do lado da Alliance Octavio Couto, Alexandre Paiva, Castello Branco e Roberto Traven, que enfrentariam em desafios de 30 minutos os alunos de Carlson Gracie, Francisco Toco Albuquerque, Sergio Bolão, Amaury Bitetti e Murilo Bustamante.
Texto Marcelo Alonso
Fotos – Josué Medeiros e Marcelo Alonso
Octavio “Ratinho” Couto x Francisco “Toco” Albuquerque
A luta preliminar entre os faixas marrons Ratinho e Toco acabou sendo a mais solta do desafio com os dois lutadores se revezando na liderança do combate. Por talvez um temor de tomar pontos de uma passagem de guarda quando ganhava o confronto, Toco se expôs e permitiu uma linda ida para às costas, seguida de um estrangulamento bem aplicado por Ratinho, que finalizou o combate transcorridos 8 minutos de uma luta prevista para 15. “Lutei com um grande adversário, o que valorizou minha vitória. Apesar de ter começado em desvantagem estava ciente de que poderia mudar o rumo da luta. Essa vitória foi superimportante para mim”, disse o aluno de Jacaré.
Depois de começar em desvantagem Ratinho pegou as costas e finalizou Toco no confronto entre marrons que abriu a noite
Sérgio “Bolão” Souza x Alexandre “Gigi” Paiva
O primeiro confronto entre faixas pretas foi um empate com gosto de vitória para o Gigi da Master, que atacou por cima o tempo todo, mas esbarrou na já conhecida guarda de seu adversário, que além de difícil de se passar, levava perigo constante de inversão de jogo. Apesar disto, Alexandre quase chegou do lado duas vezes, obrigando a Sérgio Souza ficar de quatro nessas ocasiões, onde mostrou que defende bem a ida para as costas, sempre repondo bem a guarda. Os últimos cinco minutos foram marcados pela certeza de que Bolão perdeu todo gás, mas Alexandre não se aproveitou disto e amargou a divisão da bolsa.
Amaury Bitetti x Castello Branco
No segundo duelo de pretas Bitetti manteve a liderança do início ao fim do combate, mostrando estar no ápice físico e técnico e confirmando seu já conhecido Judô, dando duas brilhantes quedas em um adversário mais pesado e com boa base e definindo o placar em 4 x 0.
No “chão” Amaury também foi mais ofensivo durantes os trinta minutos conquistando a vitória e sendo escolhido pela organização do evento como o melhor lutador da noite.
Amaury usou seu Judô para aplicar duas quedas e conseguir a vitória sobre Castello
Murilo BustamantexRoberto Traven
O combate mais aguardado da noite acabou decepcionando o público, se tornando o maior exemplo da importância da pontuação normal (com vantagens tambem em lutas longas). No único bom momento da luta o professor da Ac. Strike quase conseguiu uma ida para as costas. Mas Murilo conseguiu repor e a luta terminou empatada. “Não tive o rendimento esperado porque cheguei no ápice no Campeonato Brasileiro e acabei ‘virando o fio’. Ou seja, treinei demais e fiquei cansado. O Traven estava muito bem preparado técnica e fisicamente”, admitiu Murilo. Traven também falou de seu desempenho: “A luta foi dura, só que eu não corri o risco do Murilo, eu quase raspei e peguei as costas colocando os dois ganchos, mas Murilo saiu antes dos pontos. O Murilo era o favorito para os outros, e não para minha equipe. A derrota, para mim, foi horrível”.
Depois de começar em desvantagem Ratinho pegou as costas e finalizou Toco no confronto entre marrons que abriu a noite
Quase 2 mil pessoas lotaram o ginásio da AABB com as torcidas da Carlson e da Alliance divididas entre as duas arquibancadas
Pinduka foi o arbitro da luta entre Bolão e Paiva
A ideia de tirar vantagens acabou não causando o efeito esperado
Bolão puxou Paiva para a guarda, mas o atleta da Alliance não conseguiu a passagem
Paiva chegou do lado duas vezes, mas como não havia vantagem a luta terminou empatada
Paiva chegou do lado duas vezes, mas como não havia vantagem a luta terminou empatada
Paiva tentando raspar Bolão
Paiva com o troféu dado aos participantes
Dois meses após conquistar o ouro no brasileiro Amaury Bitetti enfrentou Castello Branco neste desafio de meia hora
Dois meses após conquistar o ouro no brasileiro Amaury Bitetti enfrentou Castello Branco neste desafio de meia hora
Amaury usou seu Judô para aplicar duas quedas e conseguir a vitória sobre Castello
Amaury usou seu Judô para aplicar duas quedas e conseguir a vitória sobre Castello
Amaury tentando torear buscando a passagem
Castello não permitiu que o atleta da Carlson chegasse as suas costas
O arbitro Renzo Gracie dando a vitória para Amaury
Amaury celebrando com Parrumpinha sob o olhar de seu maior fã, seu pai.
Amauri rindo à toa com o troféu de melhor lutador da noite
Na luta mais aguardada da noite Traven começou fazendo guarda
No melhor momento da luta, Traven quase conseguiu pegar as costas de Bustamante
No melhor momento da luta, Traven quase conseguiu pegar as costas de Bustamante
Alliance e Carlson: Todos os competidores perfilados ao final do evento
Jungle Fight celebra 23 anos com estreia em Niterói - Foto: Rei Fight
O Jungle Fight vai comemorar seus 23 anos com uma novidade em sua trajetória. Pela primeira vez, o maior evento de MMA da América Latina será realizado em Niterói, no Rio de Janeiro. A edição 155 está marcada para o dia 3 de outubro, na Arena Niterói, e terá três disputas de cinturão, incluindo um confronto internacional entre Brasil e Bolívia na luta principal. SporTV e Combate transmitem o evento ao vivo a partir das 20h, no horário de Brasília. Os ingressos foram disponibilizados gratuitamente e esgotaram em menos de 24 horas após o anúncio.
Jungle Fight celebra 23 anos com estreia em Niterói – Foto: Rei Fight
No combate principal, o carioca Oton Jasse coloca o cinturão dos médios, até 84 kg, em jogo contra o boliviano Josias “Búfalo” Nuñez. Atual campeão, Jasse soma 23 vitórias em 33 lutas e construiu boa parte do cartel no jogo de chão. São 20 triunfos por finalização, 17 deles com o triângulo de mão ou suas variações, golpe que lhe rendeu o apelido de “Rei do Triângulo de Mão”.
A conquista do título, porém, veio de uma maneira diferente. Em julho deste ano, Jasse venceu por nocaute com um chute na cabeça e ficou com o cinturão da categoria. Agora, fará sua primeira defesa diante de Nuñez, que chega da Bolívia com nove vitórias em 12 combates. O desafiante venceu cinco vezes por nocaute e três por finalização.
Outra campeã que entrará na Arena Jungle para defender o título é Layze Cerqueira. A baiana enfrenta a goiana Mayra Cantuária pelo cinturão peso-galo feminino, até 61 kg. Layze tem 14 vitórias em 19 lutas, nove delas por finalização, e não perde desde 2022. A sequência atual é de oito triunfos. Mayra soma 11 vitórias em 19 apresentações e tem quatro finalizações no cartel.
A terceira disputa da noite definirá o novo campeão dos meio-pesados, até 93 kg. Com o cinturão vago, o representante do Rio de Janeiro Luiz Henrique “Lion Heart” enfrenta o paraense Rodolfo Santos. Luiz Henrique contabiliza 18 vitórias em 29 lutas, sendo 14 por via rápida, com nove finalizações e cinco nocautes. Rodolfo, por sua vez, já conhece uma disputa de título do Jungle Fight. O paraense teve uma oportunidade anterior de lutar pelo cinturão e volta a disputar o posto com seis vitórias em dez combates. Cinco desses triunfos foram conquistados por nocaute.
A estreia na cidade era um desejo antigo de Wallid Ismail, presidente do Jungle Fight. Niterói passa a integrar a lista de municípios fluminenses que já receberam o evento, que chega à edição de número 155 no ano em que completa 23 anos.
“Levar o Jungle Fight para Niterói pela primeira vez é a realização de um desejo antigo. É uma cidade que tem uma estrutura muito boa, é conhecida por suas belezas e também é um celeiro de talentos do MMA. Muitos niteroienses já passaram pela Arena Jungle e mostraram a força da cidade dentro do cage. Agora chegou a hora de levar a Arena Jungle até eles. Vamos comemorar os 23 anos do Jungle Fight com três disputas de cinturão e fazer uma grande festa em Niterói”, afirma Wallid.
“Quero agradecer ao prefeito Rodrigo Neves por abrir as portas de Niterói para o Jungle Fight. Ele entende a força que o esporte tem como ferramenta de inclusão social e vem desenvolvendo um trabalho muito importante nesse sentido na cidade. É uma visão que também faz parte da história do Jungle Fight. Ficamos muito felizes em chegar a Niterói e encontrar uma gestão que acredita no esporte como um caminho para criar oportunidades e transformar a vida de crianças e jovens”, completa Wallid Ismail.
Confira abaixo o card completo (sujeito a alterações):
Jungle Fight 155 – Aniversário de 23 anos Arena Niterói, Niterói (RJ) 3 de outubro de 2026
Rafael Pereira foi o grande nome do LFA 241 - Foto: Divulgação/LFA Brasil
Rafael “Miniman” Pereira conquistou o cinturão mundial peso-galo do LFA neste fim de semana e já definiu o próximo objetivo da carreira. Depois de nocautear Vinicius Pires na disputa pelo título vago da categoria até 61 kg, o mineiro da CMSystem pediu uma oportunidade no UFC ou no Contender Series, programa que seleciona atletas para a principal organização de MMA do mundo.
Rafael Pereira foi o grande nome do LFA 241 – Foto: Divulgação/LFA Brasil
A vitória ampliou uma sequência que começou em 2018. Miniman chegou ao 11º triunfo consecutivo e agora soma 16 vitórias em 20 lutas como profissional. A conquista do cinturão veio após um combate que permaneceu equilibrado durante o primeiro round e no início da segunda parcial.
Foi justamente no segundo assalto que o mineiro encontrou o golpe que decidiu a luta. Miniman acertou Pires com um direto, derrubou o paulista e provocou a interrupção do combate, encerrando a disputa pelo cinturão.
“Eu já sabia que esse cinturão era meu. Sabia que só tinha que vir e fazer o que precisava ser feito, respeitando o adversário e entregando o meu melhor. Conquistei a coroa de número 1. Eu já era o número 1, só peguei o que é meu por direito”, afirmou Miniman após a vitória.
Com o título assegurado, o peso-galo direcionou o discurso para o UFC. Miniman citou Sean Shelby e Hunter Campbell, executivos da organização, ao pedir um contrato e lembrou que já teve uma oportunidade de tentar chegar ao Ultimate por meio do The Ultimate Fighter, mas não conseguiu participar por causa de um problema com o visto.
“O próximo passo é conseguir um autógrafo do Sean Shelby e do Hunter na minha carteira de trabalho, porque eu quero entrar para o UFC. Eu mereço. Tive a oportunidade de disputar o TUF, só que o meu visto, infelizmente, foi negado. Queria uma chance de entrar diretamente pelo UFC ou pelo Contender. Tenho certeza de que eles irão aprovar”, disse.
A conquista também colocou Miniman em uma lista que já tinha outros três atletas da CMSystem. Geraldo Luan Santana foi campeão mundial dos meio-médios do LFA, Eduardo “Bebezão” Neves conquistou o cinturão dos pesos-pesados e Erick “Sabugo” Visconde chegou ao título entre os penas. Agora, a equipe também tem Rafael Miniman como campeão peso-galo da organização.
Evento reuniu competidores, treinadores, autoridades e parceiros do projeto - Foto: Divulgação
Criado em 2009, o Geração UPP celebrou 17 anos de atuação com uma solenidade em homenagem aos parceiros que participam das atividades desenvolvidas pelo projeto em comunidades do Rio. O encontro, realizado na segunda-feira (14), no Quartel-General da Polícia Militar, reuniu autoridades, policiais instrutores, representantes de instituições e 150 beneficiados.
Evento reuniu competidores, treinadores, autoridades e parceiros do projeto – Foto: Divulgação
O projeto foi criado pela Secretaria de Estado de Polícia Militar, por meio da então Coordenadoria de Polícia Pacificadora, com o apoio da Legião da Boa Vontade (LBV) e Rádio Brasil. Atualmente, cerca de 6 mil pessoas são atendidas por 101 projetos gratuitos nas áreas de esporte, saúde, educação, cultura e artes marciais, com atividades ministradas por policiais militares.
O secretário de Estado de Polícia Militar, coronel Sylvio Guerra, dirigiu parte de sua fala às crianças e aos jovens atendidos e agradeceu às instituições que mantêm parceria com o projeto. Ao comentar as conquistas dos participantes, ele associou os resultados à determinação e à confiança no trabalho desenvolvido ao longo dos anos.
“Tanta conquista, tanta determinação, demonstração de guerreiros que são. Como diz a música, ‘quem acredita sempre alcança’. Por mais difícil que seja, se vocês sempre acreditarem em vocês e nas pessoas de bem, vão alcançar. Parabéns à criançada. Acreditem nos pais de vocês, amem apaixonadamente os pais de vocês, porque eles amam vocês loucamente. Muito obrigado pela parceria de todos. Vamos em frente, guerreiros, para mais 17 anos de trabalho”, afirmou Sylvio Guerra.
Presente na solenidade, o ex-lutador de vale-tudo e atual treinador de MMA Pedro Rizzo falou sobre o papel do esporte na relação entre os policiais e os moradores das comunidades e nas oportunidades oferecidas a crianças e adolescentes.
“Eu costumo dizer que, para mim, o esporte é a maior ferramenta de transformação social que existe no mundo, porque dentro do esporte nós somos todos iguais, temos as mesmas regras, os mesmos equipamentos e as mesmas oportunidades para aprender e evoluir”, afirmou Rizzo.
Para o ex-lutador, a convivência proporcionada pelas atividades também permite que crianças e jovens tenham contato com outras possibilidades de formação. “O esporte ensina muito mais do que ganhar ou perder. Ele ensina disciplina, respeito, responsabilidade e perseverança. E, principalmente, ensina o jovem a não desistir diante das dificuldades”, disse.
Presidente do Sindicato das Empresas do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (Sindcarga), Filipe Coelho abordou a participação de empresas em projetos sociais nas comunidades onde o setor também está presente. “O desenvolvimento social precisa do desenvolvimento econômico, e o desenvolvimento econômico precisa do desenvolvimento social”, afirmou.
Coelho também mencionou as oportunidades oferecidas aos jovens por iniciativas desse tipo. “O que nós pudermos fazer para incutir na cabeça do jovem, morador de comunidade, que existe uma alternativa, que existe um caminho, que nascer e morar em comunidade não define o seu futuro, eu acho que é nossa obrigação”, disse.
Um exemplo recente da atuação esportiva ocorreu dois dias antes da solenidade. Dez atletas inscritos no Geração UPP participaram, nos dias 12 e 13 de setembro, do Campeonato Brasileiro de Jiu-Jítsu Crianças, da CBJJ, e do Sul-Americano de Jiu-Jítsu, da IBJJF. Representantes da Cidade de Deus, Manguinhos, Providência e Batan conquistaram nove medalhas, sendo seis de ouro, uma de prata e duas de bronze. Vitória Vieira, da Cidade de Deus, ganhou dois ouros no Sul-Americano.
Também participaram da solenidade Ana Paula Campos, gestora regional da LBV no Rio, Pedro Paulo Torres, superintendente de Relações Institucionais da Rádio Brasil, Marcelo Turbo, diretor de Segurança do Sindcarga, o ativista Renê Silva, Angelo Assunção, da Arte Suave, e Marcelo Di Blasi, presidente do Instituto Chaya. O evento contou ainda com representantes de outras instituições parceiras do projeto.
Atualmente, o Geração UPP conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer, Super Rádio Brasil, UNISUAM, Boomboxe, Tintas Nacional, Patchs Arte Suave e Prime Esportes.