As apostas no UFC 264 prometem atingir marcas históricas neste fim de semana. Afinal, o card é encabeçado por Conor McGregor, que costuma movimentar cifras gigantescas em Las Vegas e nas melhores casas de apostas esportivas da internet. O irlandês, no entanto, está longe de ser uma barbada: as cotações indicam que ele terá dificuldades para bater o americano Dustin Poirier, seu oponente no main event na T-Mobile Arena, em Vegas. Em quase todas as casas de apostas, os valores estão parelhos, com uma ligeira vantagem em favor de Poirier – que, vale lembrar, já derrotou o falastrão irlandês no começo do ano.
O combate deste sábado (10), na capital mundial das lutas, fecha a trilogia entre os rivais, que se enfrentaram pela primeira vez em 2014, com McGregor levando a melhor. O duelo também interessa a um brasileiro: o campeão dos leves, Charles Oliveira, está de olho, já que o vencedor de McGregor x Poirier pode ser seu próximo desafiante. Por falar no MMA brasileiro, o principal representante do país no card do fim de semana é Gilbert Durinho, que entra em desvantagem nas cotações das casas de apostas contra Stephen Thompson. A seguir, as cotações das lutas, fornecidas pelo Odds Shark e disponíveis para quem quer apostar nos ganhadores no Bodog, uma das melhores casas do ramo.
A rivalidade entre Poirier e McGregor vem de longa data e o placar geral está empatado, 1 a 1. No momento, contudo, o americano parece estar mais próximo de vencer a revanche, resultado que pagaria R$ 1,83 para cada real investido no Bodog, ou seja, lucro de 83%. O primeiro colocado do ranking dos leves nocauteou o irlandês no segundo assalto no main event do UFC 257, em janeiro. Não fosse toda a fama de McGregor, a revanche imediata dificilmente aconteceria.
O irlandês aparecia empatado nos odds com o americano nas últimas semanas, só que as casas de apostas passaram a indicar vantagem para Poirier às vésperas do evento. Agora, as apostas na vitória de McGregor podem dobrar seu investimento (R$ 2,00 para 1) se o “Notorious” vencer em Vegas. McGregor ganhou apenas uma de suas últimas três lutas e vai precisar mostrar serviço no octógono da T-Mobile Arena.
Peso meio-médio – (R$ 2,40) Gilbert Durinho x Stephen Thompson (R$ 1,58)
O co-main event da noitade de lutas deste sábado é dos mais interessantes. Durinho, que vem de derrota para o campeão Kamaru Usman no UFC 258, busca a reabilitação contra o “Wonderboy” Thompson, que venceu seus dois últimos combates (ainda que contra dois oponentes pouco expressivos). Segundo as casas de apostas, o brasileiro corre por fora, já que sua vitória paga R$ 2,40 para 1 enquanto o triunfo do americano devolve R$ 1,58 para 1. Durinho é o segundo colocado do ranking e precisa vencer para seguir sonhando com o cinturão. Thompson está em quarto lugar e pode até sonhar com o title shot caso derrote o brasileiro de forma categórica em Vegas.
Confira todos os combates e as cotações do Bodogpara o UFC 264, neste sábado (10/7), na T-Mobile Arena, em Las Vegas (em destaque, os lutadores brasileiros escalados para o evento nos EUA):
CARD PRINCIPAL (a partir das 23h, horário de Brasília)
Após a fatídica confusão no Pentagon Combat, que levou a proibição do Vale-Tudo no Rio de Janeiro por três anos, só mesmo um grande ícone do esporte teria a liderança necessária para reunir, os principais nomes da Luta-Livre e Jiu-Jitsu, num mesmo card em clima de paz. Assim foi o Heroes, organizado pelo lendário Carlson Gracie no dia 24 de julho de 2000 no ginásio do Tio Sam em Niterói. Além de excelentes confrontos entre as duas modalidades em dois torneios (até 81 e até 87kg) e quatro super lutas, o evento ficou marcado pela estréia do fenômeno Paulão Filho, nos ringues.
Texto e Fotos Marcelo Alonso
LUTA-LIVRE DOMINA TORNEIO ATÉ 81KG
Depois de três anos sem a possibilidade de lutarem em sua cidade por conta do quebra – quebra no Tijuca Tênis (Pentagon Combat), que levou o prefeito a proibir a realização de eventos de Vale-Tudo no Rio de Janeiro, Jiu-Jitsu e Luta-Livre finalmente aprenderam a lição pelos excessos cometidos no passado.
Como uma mãe que pega os filhos brigões pela orelha, Carlson Gracie, convidou lideranças das duas modalidades à provarem para as autoridades que já tinham condições de se enfrentar de maneira esportiva. Esta foi, sem dúvida a tônica do Heroes, que colocou no mesmo card os principais representantes de Carlson Team, Ruas Vale-Tudo, Budokan, Hugo Duarte e até do Karatê Machida em confrontos eletrizantes em dois torneios e quatro super lutas.
No torneio até 81kg Carlson convidou Aloísio Barros (Ruas Vale-Tudo), Marcelo Belmiro (Hugo Duarte), Roan Carneiro (Carlson) e Flávio Álvaro (Budokan).
Logo na primeira luta o único representante do Jiu-Jitsu, Roan Carneiro, acabou levando a pior na trocação, além de ter sido derrubado algumas vezes, perdendo na decisão para o aluno de Hugo Duarte.
Do outro lado da chave, Flávio Moura não deu chances a Aloísio Dado. derrubando várias vezes e dominando a luta, com um agressivo jogo de chão e também vencendo por decisão unânime.
Na grande final, Flávio, que já havia sido campeão do IVC, onde venceu 3 lutas numa noite, não deu chances ao pupilo de Hugo e faturou o título do torneio com uma vitória unânime.
NAVALHADA VENCE LUTA-LIVRE DUAS VEZES
Se na categoria até 81 kg só deu Luta-Livre, na até 87, Jorge Navalhada fez jus ao Jiu-Jitsu do seu mestre Carlson Gracie em atuação de gala.
Na luta de abertura Antonio Bigú venceu por decisão unânime o aluno de Yoshizo Machida (pai de Lyoto), Paulo Afonso. O aluno de Hugo Duarte usou toda sua experiência de quedas para levar o karateca ao chão e dominar o combate, vencendo na decisão unânime.
Em sua estréia no torneio, Navalhada dominou o aluno de João Ricardo (Budokan), Israel Albuquerque. O representante da Carlson chegou a montar, pegar as costas e quase finalizar com um mata-leão.
Na final entre Carlson e Hugo Duarte, o clima esquentou, mas tudo no âmbito esportivo. Hugo e Wallid, que há alguns anos chegaram próximo às “vias de fato” quanto se encontravam nas ruas do Rio, gritavam por seus pupilos lado a lado na beira do ringue. Após um início parelho com várias tentativas de queda defendidas por Bigú, o preparo físico de Navalhada começou a fazer a diferença. A partir de seis minutos de luta Bigú, para não cair por baixo, se jogou para fora do ringue duas vezes. Navalhada passou os últimos minutos socando de dentro da guarda e acabou levando o título do torneio na decisão.
A liderança de Carlson permitiu que rivais como Hugo e Wallid dessem instruções a Claudinho e Paulão, lado a lado
PAULÃO EM ESTRÉIA DE GALA
O evento teve ainda quatro super lutas. Na mais aguardada do evento Paulo Filho, fenômenos do Jiu-Jitsu e do Judô, que faria sua estréia nos ringues enfrentando seu grande rival da Luta-Livre Alexandre Cacareco, acabou recebendo a notícia a poucas semanas do combate que Hugo expulsara Cacareco de sua equipe e seu novo adversário seria Claudio das Dores.
O experiente Claudinho que já tinha cinco lutas, já tendo inclusive chegado a semifinal do IVC 13, não foi páreo para Paulão. Com a mesma pressão que costumava mostrar nos eventos de Jiu-Jitsu, Filho atropelou o oponente e, após derrubar diversas vezes, obrigou o representante da Luta-Livre a desistir com socos da montada a 2min9s do 2º round. Ao final do evento até Hugo Duarte reconheceu o potencial do rival. “Este Paulão foi uma surpresa pra mim, lutando do jeito que lutou tem tudo para tratoriozar em eventos internacionais” anteviu o general da Luta-Livre. Seis meses depois, Paulão faria sua estréia no Deep japonês iniciando uma carreira vitoriosa que teria seu ápice em 2006 quando chegou a ser apontado como No2 do mundo na categoria até 84kg, atrás apenas de Anderson Silva.
ELI SOARES: UM FENÔMENO DESPERDIÇADO
Em outra super luta o potiguar Jamir Buda, representante do Jiu-Jitsu, deu pinta de que venceria The Pedro (Budokan), mas caiu na armadilha do carioca que gostava de dar as costas para cair por cima. Por baixo Buda cansou e acabou batendo com mata leão. Na outra super luta Elcio Matos (Carlson) dominou Túlio Palhares (Budokan) vencendo na decisão unânime.
Mas sem dúvidas a grande surpresa da noite veio do nordeste, o aluno de Jair Lourenço, Eli Soares, o qual eu mesmo indiquei para Carlson depois de assisti-lo dar um show, dois meses antes, no WVC 10, vencendo com tranquilidade três oponentes de seu peso na mesma noite. Após este evento, fiquei sabendo pelo mestre Jair (líder da Ac. Kimura), que Eli fizera o mesmo num torneio absoluto em Natal alguns meses antes.
O convite a Eli se deu quando Carlson Gracie me ligou informando que o oponente de Claudionor Fontinelli havia se machucado e me pedindo alguma indicação que aceitasse lutar em 15 dias. Não pensei duas vezes. Passei imediatamente o contato de Jair Lourenço, e seu aluno, conforme eu imaginava, não só aceitou a luta em cima da hora como venceu o duríssimo Claudionor Fontinelli com um mata-leão a 6min do primeiro round.
“A FERA DO NORDESTE” NO LINHA DIRETA DA GLOBO
Seis meses depois, porém, eu e Carlson fomos surpreendidos com um telefonema de um repórter da TV Globo querendo nosso depoimento para o programa Linha Direta sobre “A fera do Nordeste”. Para quem não se lembra, o Linha Direta era um programa de enorme audiência, transmitido após a novela das oito, todas as quintas feiras (entre 1999 e 2007). A atração apresentava crimes bárbaros que tinham em comum o fato de
os criminosos estarem foragidos. Durante o programa o público era instado a ligar dando informações que pudessem levar ao seu paradeiro. Mesmo sem saber do que se tratava, Carlson, que já planejava organizar a segunda edição de seu evento, me passou uma tremenda reprimenda pela indicação. “Tu é um poderoso da pesada hein Marcelo, a luta já tem o filme queimado e você ainda me arruma um assassino pra lutar no meu evento?!”.
Marcamos para dar nossos depoimentos na academia de Carlson Gracie em Copacabana deixando claro que só conhecíamos o Eli por seu excelente currículo de lutador. O que de fato era verdade. Já pensando na edição do programa o repórter tentou tirar de nós algum adjetivo pejorativo tipo “frio”, “calculista”, mas não arrumou nada. Eu e Carlson só falamos do que podíamos atestar, a qualidade e o talento do Potiguar como lutador. Mesmo assim eu e Carlson fomos bastante usados pela edição do programa. Cada um apareceu duas vezes falando do lutador.
Eli acabou sendo preso logo após a exibição do programa por ter matado um garçom após uma briga de rua quando feriu a vitima ao aplicar uma queda que o fez cair de cabeça no asfalto. Mais tarde apurei com colegas de treino da Kimura que o lutador tinha problemas psicológicos e precisava tomar remédios controlados. Na reportagem que escrevi para a Kakutougi Tushin logo após o evento, Paulão Filho e Eli mereceram página dupla sendo apontados como promessas do esporte. Sete meses após a estréia no Heroes, enquanto Eli era preso, Paulão já fazia sua estréia no Deep japonês, chegando ao Pride no ano seguinte.
Vinte anos se passaram e, mesmo depois de treinar alguns dos maiores nomes da Nova União e o atual campeão do Bellator, Ryan Bader, Lourenço não tem dúvidas em apontar o maior talento que já viu nesse esporte. “O Eli foi o primeiro lutador que vi trazer o pacote completo, bom em pé, bom de chão, um gás absurdo e um psicológico inabalável, tanto que com 73kg venceu torneios absolutos do nordeste. Eu falo sem medo de errar: O Eli foi o maior talento que já vi dentro deste esporte”.
Depois de ver a luta socializar e tirar tantos talentos do mal caminho, é muito triste testemunhar o processo inverso com um garoto que certamente tinha tudo para dar muitas glórias ao MMA brasileiro, assim como Renan Barão, Claudia Gadelha, Jussier Formiga e diversos outros talentos do Rio Grande do Norte lançados no UFC por Jair Lourenço.
Cacareco e Paulão no primeiro cartaz do evento
Campeão do IVC, Flávio Álvaro venceu Aloísio Dado na primeira luta do torneio até 81 kg e foi campeão derrotando Marcelo Belmiro
Marcelo Belmiro (Hugo Duarte) venceu Jucão (Carlson) na primeira luta do torneio até 81kg
O representante da Luta-Livre Antonio Bigú, venceu o carateca Paulo Afonso, aluno de Yoshizo Machida, na primeira luta do torneio até 87kg
Se a Luta-Livre dominou o torneio até 81kg, no até 87kg Navalhada foi o campeão
Após passar pelo carateca Paulo Afonso, Navalhada venceu Bigú, aluno de Hugo, na final do torneio até 87kg
Claudio das Dores substituiu Cacareco e enfrentou o estreante Paulo Filho
Paulão atropelou o experiente Claudinho
Paulão atropelou o experiente Claudinho
A liderança de Carlson permitiu que rivais como Hugo e Wallid dessem instruções a Claudinho e Paulão, lado a lado
Com sua liderança, Carlson conseguiu unir os principais mestres de Luta-Livre e Jiu-Jitsu no ringue do Heroes, virando uma página negra na história das Artes Marciais no Rio
– Carlson Gracie recebendo uma homenagem das mãos de seu grande amigo Paquetá
Reportagem da Kakutougi Tsushin colocando Paulo Filho e Eli Soares como grandes destaques do evento
Depois de vencer vários torneio no nordeste e finalizar o experiente Fontinelli no Heroes, Eli Soares foi apresentado aos japoneses como nova promessa do peso leve
Depois de cumprir sua pena, Eli voltou a treinar na Kimura de Natal. Nesta foto com o campeão do UFC Renan Barão em 2016
crachá da primeira edição do Heroes com a foto de Carlson Gracie
Para Fabrício Werdum, Antonio Cara de Sapato e Thiago Marreta, o final da trilogia entre Dustin Poirier e Conor McGregor, que acontece no próximo sábado, terá o mesmo final da última luta entre eles, na qual o norte-americano levou a melhor. Assista:
Logo depois da derrota para Khabib Nurmagomedov, em 2018, Conor McGregor aproveitou uma estada em Atlanta para visitar a academia do brasileiro Roan Jucão. Em entrevista ao PVT à época, o treinador revelou como foi o encontro, destacou as qualidades técnicas do irlandês e admitiu ter ficado impressionado com sua postura. Assista:
Um dos semifinalistas do GP dos meio-pesados da PFL, Cezar Mutante participou do CONEXÃO PVT desta quarta-feira. Além de afirmar torcida por uma final brasileira contra Antônio Cara de Sapato, para fazer “25 minutos sem perder a amizade”, o atleta da MMA Masters também revelou algumas brechas no jogo de seu próximo oponente, o norueguês Marthin Hamlet, que podem lhe favorecer no duelo do dia 27 de agosto.
Mutante também revelou um drama vivido antes da derrota para Chris Camozzi em sua última luta, na qual foi afetado por fortes dores na coluna provenientes de uma lesão crônica que o obrigou a colocar, em 2014, uma prótese e quatro parafusos na região lombar. Voltando no tempo, o campeão peso médio da primeira edição do TUF Brasil, em 2012, lembrou de como conquistou o respeito de Wanderlei Silva dentro da casa.
Dois pesos meio-médios relevantes, Santiago Ponzinibbio e Vicente Luque analisaram o próximo duelo mais importante da divisão, Gilbert Durinho x Stephen Thompson, que acontece no próximo sábado, no UFC 264.
Para Santiago, o norte-americano é favorito. E o argentino vai além: ele acredita que o karateca tem o melhor jogo para vencer o atual campeão, Kamaru Usman. Já Luque, crê no favoritismo do parceiro de treinos.
Convidado do CONEXÃO PVT desta terça-feira, Thiago Pitbull celebrou a conquista do cinturão peso médio do Bare Knuckle, evento de Boxe sem luvas. Além disso, ele disse que os treinamentos e a luta em si da nova modalidade “são 10 mil vezes mais tranquilos que no MMA”. Treinador da American Top Team, o brasileiro analisou a luta do próximo sábado entre Dustin Poirier e Conor McGregor e apontou que acredita na vitória do parceiro de equipe antes do quinto round. Voltando no tempo, Pitbull relembrou a disputa de cinturão contra Georges St-Pierre, em 2009, e admitiu que, à época, não estava preparado para ser campeão.
Para Patrício Pitbull, Conor McGregor é um lutador muito mais técnico que Dustin Poirier e, por isso, leva vantagem na trilogia que se encerra no próximo sábado, dia 10. O campeão duplo do Bellator ainda frisou que, até o norte-americano nocautear na última luta, o irlandês levava bastante vantagem. Assista:
Está no ar o PAPO DE LUTA 10. Na edição desta segunda-feira, 5 de julho, Carlão Barreto e Marcelo Alonso analisam o capítulo final da trilogia entre Dustin Poirier e Conor McGregor, que acontece no próximo sábado, apontam o favorito e qual seria o melhor oponente para Charles Do Bronx. Ainda sobre o UFC 264, nossos comentaristas abordaram Gilbert Durinho x Stephen Thompson; Michel Pereira x Niko Price; e Jennifer Maia x Jessica Eye.
Os outros assuntos foram: quais dos atuais campeões do UFC manterão o título por mais tempo; a goleada que o Brasil sofreu no evento russo Open Fighting; Thiago Marreta x Johnny walker; a empreitada de Paige Vanzant no “only fans”; a perda de força do UFC nos desejos entre os lutadores; e, no “Das Antigas”, a polêmica luta de Carlão Barreto no Meca 6, em 2002, arbitrada por Wanderlei Silva.
Os eventos esportivos como um todo foram muito afetados por conta da pandemia do coronavírus. E no Jiu-Jitsu não foi diferente. Mas, de forma gradual e seguindo diversos protocolos de segurança, as competições da arte suave estão voltando. E, neste sábado (10), a cidade de Blumenau, em Santa Catarina, receberá a primeira etapa do Circuito Catarinense Mormaii de Jiu-Jitsu. A competição, que terá organização da BFC (BluFight Championship), empresa com mais de 10 anos de experiência na realização de eventos, com o aval da Federação de Jiu-Jitsu de Santa Catarina, seguirá todas as normas e protocolos de segurança para que seja realizado um grande evento.
“A volta dos eventos é uma coisa muito importante para o desenvolvimento do esporte, principalmente em Santa Catarina, que ficou sem eventos regionais durante um bom tempo. Estamos fazendo tudo dentro dos protocolos exigidos pelos órgãos sanitários, testes de covid, sem público, uso de máscara e tudo mais que está no edital emitido pelo governo do Estado. Estamos levando a maior marca multi esportes da América do Sul para dentro do Jiu-Jitsu, então todo cuidado com isso é fundamental. A Mormaii, apesar de nunca antes estar em um evento de jiu-jitsu e nem possuir equipamentos para a prática, se identifica muito com os praticantes, pois somos uma “tribo” muito parecida”, disse Ricardo Tirloni, responsável pela licença de lutas da Mormaii.
A expectativa para o evento é que cerca de 800 atletas participem desta primeira etapa. O Circuito Mormaii de Jiu-Jitsu contará com outras etapas ainda este ano e distribuirá inúmeras premiações. A competição não é novidade no sul do país, mas ganhou um novo nome com a entrada da Mormaii, como explica Tirloni: “Nos últimos seis anos a empresa BFC fez o evento Circuito Catarinense Stance de Jiu-Jitsu, que em acordo meu com a Mormaii passou a se chamar Circuito Catarinense Mormaii de Jiu-Jitsu. Então, temos toda a expertise para realizar um evento de alto nível”.
Outra novidade envolvendo a Mormaii, que será anunciada em breve, será a realização de um evento nacional, feito por grandes parceiros e organizadores renomados no país. A princípio Brasília, Fortaleza, São Paulo e Florianópolis estão no radar para receber essas competições.