O UFC 255 terá três brasileiros no card principal – e dois deles já garantiram seu lugar na história do MMA. Atual campeão do peso mosca, Deiveson Figueiredo defenderá o título, enquanto o veteraníssimo Maurício “Shogun” Rua volta ao octógono para fortalecer ainda mais seu legado. O Brasil também será representado por Jennifer Maia, que ainda busca a consagração no UFC, disputando o cinturão do peso mosca com Valentina Shevchenko.
O evento deste sábado (21), em Las Vegas, promete não só grandes lutas, mas também ótimas oportunidades de lucro nas casas de apostas esportivas. E Deiveson e Shogun têm cotações bem diferentes, refletindo os momentos distintos de suas respectivas carreiras. O campeão dos moscas é favorito em seu duelo com Alex Perez; já Shogun, ex-detentor do cinturão meio-pesado, corre por fora em seu combate contra o favorito Paul Craig.
As cotações que apresentaremos a seguir são do Bodog, um dos principais sites do ramo, e vale sempre lembrar que apontar o vencedor de cada luta não é a única opção de lucro à disposição dos apostadores. Para quem curte palpites mais elaborados e desafiadores, é possível, por exemplo, tentar prever qual será o método de vitória (nocaute, finalização ou pontos) ou cravar quantos rounds uma luta deverá durar, independente do ganhador.
É importante ficar de olho também nas chances de faturar com os azarões. É claro que um favorito sempre será a alternativa mais segura de aposta, pois as cotações são calculadas de acordo com retrospecto, momento atual e pontos fortes de cada atleta. Mas o MMA já teve grandes surpresas e vale prestar atenção nas chances dos atletas que podem ter sido subestimados pelas casas de apostas – e, com isso, conseguir lucros ainda maiores.
Peso mosca – (R$ 1,32) Deiveson Figueiredo x Alex Perez (R$ 3,40)
Com quatro vitórias seguidas, Deiveson aparece muito bem cotado pelos sites de apostas esportivas. Apostar na defesa do cinturão pode proporcionar um lucro de 32%, ou seja, R$ 1,32 para cada 1 investido. O desafiante, o americano Alex Perez, de 28 anos, vem de três triunfos em sequência, sendo que sua última vítima foi outro brasileiro, Jussier Formiga, um nocaute no primeiro round. O currículo de Perez, contudo, não chega a impressionar.
Além do palpite na vitória de Deiveson, outra boa possibilidade de lucro é uma aposta no triunfo brasileiro por nocaute ou finalização. Essa aposta viabiliza retorno ainda maior, de R$ 1,44 para 1. Lembrando que o campeão não precisou de mais do que dois rounds em suas últimas três vitórias (finalização sobre Joseph Benavidez no primeiro assalto, nocaute sobre Benavidez no segundo round e finalização sobre Tim Elliott no primeiro assalto).
Peso meio-pesado – (R$ 2,45) Maurício Shogun x Paul Craig (R$ 1,57)
Mesmo com todo o prestígio do lendário Shogun, as casas de apostas esportivas colocam em dúvida a chance de sucesso do brasileiro contra o escocês Craig, de 32 anos. Trata-se de um reencontro, já que Shogun e Craig mediram forças pela primeira vez em novembro do ano passado, em São Paulo, e empataram nas papeletas dos jurados. Desde então, os dois venceram uma luta cada (Shogun bateu Rogério Minotouro por decisão dividida).
Aos 38 anos, Shogun já não tem a mesma condição física, mas seu poder de nocaute ainda merece respeito. É por isso que um palpite na vitória brasileira pode ser bom negócio, até porque o retorno é muito interessante, R$ 2,45 para 1. Quem acreditar na chance de uma finalização ou nocaute pode faturar ainda mais: vitória de Shogun por uma dessas formas proporciona excelente lucro de R$ 4,50 para 1 (triunfo por pontos paga R$ 4,00 para 1).
Peso meio-médio – (R$ 1,66) Mike Perry x Tim Means (R$ 2,20)
Outra luta digna de nota no card principal coloca frente a frente os americanos Mike Perry e Tim Means, que vêm de boas vitórias no Ultimate. Perry é mais jovem (29 anos) e vem de um desafio mais difícil (bateu Mickey Gall no UFC Fight Night de junho). Isso explica seu favoritismo nos odds, pagando R$ 1,66 para 1 se vencer. Means, de 36 anos, aposta na sua experiência, exibida no triunfo recente sobre o argentino Laureano Staropoli.
Confira todos os combates e as cotações para o UFC deste sábado (21/11), no UFC Apex, em Las Vegas, Estados Unidos:
CARD PRINCIPAL (a partir de 0h, horário de Brasília)
Carlos Newton, Pelé Landy, Matt Hughes, Dave Menne, Kareem Barkalaev. Sem dúvida alguma o Warrior War, patrocinado pelo Sheik do Kuwait, Naif Al Sabah em fevereiro de 2001, foi um dos melhores torneios até 85 kg já realizados.
Vencido pelo americano Dave Menne, este evento também ficou marcado pela total falta de organização, que aliás levou a uma união nunca vista entre americanos, brasileiros e canadenses contra uma panela russo-kuwaitiana, que só não foi levada adiante, graças a seriedade do juiz Big John Mcarty.
CADÊ AS PASSAGENS E A BALANÇA ?
A desorganização é algo que não choca a um repórter acostumado a cobrir eventos de Vale-Tudo no Brasil na década de 90. Nas minhas andanças pelo norte e nordeste já presenciei chuvas de cadeiras e latas, já vi um promotor salvar um torneio ao contratar um vendedor de coco na praia para lutar a 1 hora do evento, já vi evento sendo cancelado com a torcida já lotando um ginásio em Brasilia. Com toda esta “bagagem”, nunca imaginei que um evento no Kuwait patrocinado pelos petrodólares do milionário sheik local, pudesse me impressionar. Mas, para minha surpresa, a equipe do Sheik do Kuwait, Naif Jaber Al Sabah bateu todos os recordes no quesito desorganização.
Fã do UFC e Pride, o principe Naif decidiu fazer uma versão árabe dos maiores eventos do mundo motivado pelo sucesso mundial do ADCC, produzido desde 1998 pelo vizinho de Abu Dhabi, Sheik Tahnoon Bin Zayed.
Para atrair algum dos melhores do mundo na época, Naif ofereceu US 60 mil ao campeão do torneio (uma bolsa muito acima da média para a época). Dentre os convidados estavam os brasileiros Pelé Landy, Ricardo Libório; os americanos Matt Hughes e Dave Menne; o canadense Carlos Newton; o russo Barkalaev, o espanhol Derso Lerma e o Kuwaitiano Khaled Mubarak. Além de Amaury Bitetti que faria uma luta casada com outro atleta russo. Infelizmente Libório se contundiu a poucas semanas do evento e Pelé passou a ser o único brasileiro no torneio.
Convidado para cobrir o evento como representante das revistas Tatame, Cinturon Negro e Kakutougi Tsushin cheguei ao aeroporto para embarcar no mesmo vôo de Rudimar Fedrigo e Pelé. Mas nossos problemas já começaram no embarque quando descobrimos que o evento não havia nos enviado as passagens. De qualquer maneira decidimos acreditar no Sheik e bancar a passagem de nosso bolso para tentarmos o reembolso lá. Como só havia tickets promocionais (que cabiam em nosso cartão) para o dia seguinte, convidei Pelé e Rudimar a dormiram no meu estúdio em Copacabana para ficarmos perto do aeroporto. E assim fizemos
PESAGEM SEM BALANÇA
Chegamos ao Kuwait no dia da pesagem e descobrimos que a equipe americana composta por 13 pessoas também não havia recebido as passagens e teve que arcar com as despesas do próprio bolso. “Como compramos os tickets no dia pagamos US 5 mil . O cara ao meu lado, comprou com antecedência e pagou apenas US 800”, me contou Bruce Buffer que foi trazido pelo Sheik para anunciar o show.
Mas a revolta com a desorganização estava só começando. Assim que chegamos, já no café da manhã, Bebeo, Arthur Mariano e Tetel que tinham vindo com Bitetti, nos avisaram que o preferido do Sheik, o russo Barkalaev, estava pesando 92kg e não haveria balança. Os rumores foram confirmados na reunião minutos. Após Big John Mcarty conduzir a reunião, o organizador Wallid Al Merie agradeceu a todos e já ia finalizando, quando Pat Miletich (treinador de Matt Hughes) pediu a palavra e fez a pergunta que todos ali queriam saber: “Esta no contrato que os lutadores tem que pesar 85kg, onde está a balança ?”. A resposta impressionou. “Na verdade era para os lutadores pesarem 85kg na primeira luta, da segunda em diante poderia pesar 90kg. Bebeo Duarte não se conteve e soltou uma gargalhada, que revoltou o organizador cara de pau. “PLEASE RESPECT THE FIGTHERS”, disse Wallid, prontamente interrompido por Carlos Newton, que saiu em defesa do brasileiro. “Vocês que não estão nos respeitando, não se pode mudar a categoria no dia do evento. Eu não ganho 20 milhões como o Ronaldinho. Se me machucar amanhã, quem vai garantir meu ganha pão? Isso é um absurdo!”.
Diante de um possível motim Wallid cedeu as pressões e a balança finalmente apareceu. Conforme esperado Barkalaev, que já era conhecido dos brasileiros desde a polêmica briga com Ricardo Arona na semifinal do ADCC 2000, bateu 92kg. Mas como Pelé bateu 88kg, Hughes 87 e Newton 86kg, os lutadores acabaram chegando a um acordo com a organização. A exceção de Amaury Bitetti. “A luta do Amaury definiria o alternate do torneio até 85kg. Quando vi o tamanho do “russo polar” que saiu do elevador vi que aquele cara não bateria nunca a divisão e consegui convencer o Amaury a não lutar. Porque por ele, lutava”, relembra o córner de Bitetti.
Quando eu pensei que havia tomado todos os sustos possíveis, eis que me comunicam que eu seria um dos jurados do evento. Diante da minha risada, o mestrão Rudimar deu a resposta: “só se eu fotografar”. Diante da impossibilidade de eu cumprir as duas funções os organizadores convidaram a esposa de Big John Mcarty, Elaine para fazer companhia ao ex-campeão de Kickboxing Peter Cunningham e ao ator de Hollywood Richard Norton. Apesar de todos os tropeços todos preferiram dar um voto de confiança em nome do esporte. “O crescimento do MMA no Oriente médio será bom para todos nós”, lembrou o promotor e manager do WEF Mont Cox.
MENNE X NEWTON
David Menne abriu o torneio fazendo um lutaço com Carlos Newton. Já no primeiro minuto Menne tentou um chute no rosto do canadense que passou por baixo de suas pernas cinturando pelas costas e arremessando-o no chão.
O americano conseguiu escapar, mas foi derrubado em outras duas oportunidades por Newton que na primeira vez quase consegue definir com um armlock e na segunda chegou a montar. Mas no finalzinho Menne acertou um chute certeiro levando o canadense a knock down, que deveria garantir a prorrogação, mas os jurados apontaram Menne vencedor, revoltando Newton. “Se tivesse prorrogação eu o venceria, pois estava muito mais inteiro.Mas infelizmente os juízes são estrelas do cinema americano”.
PELÉ X HUGHES
Do outro lado da chave o favorito Kareem Barkalaev, que por ter dado aulas de sambo em Abu Dhabi era considerado ídolo local, escondia o jogo vencendo na decisão o franzino espanhol Derso Lerma, nitidamente se poupando para a semifinal contra o vencedor da luta mais aguardada da 1º fase: Pelé x Hughes.
O clima de rivalidade entre os dois já havia chegado aos ouvidos dos organizadores que colocaram ambos em andares diferentes. Inclusive, como estava no quarto com Pelé e Rudimar, ajudei um dos organizadores a traduzir um pedido do Sheik. “Por favor não deixe que nada ocorra entre brasileiros e americanos”. Mesmo assim os dois quase se pegaram num inesperado encontro no elevador.
Graças a Deus a luta só ocorreu mesmo no octagon. Hughes começou derrubando o brasileiro encurralando-o nas grades e imprimindo seu ground n´pound por quase três minutos. Mas quando a luta caminhava para uma confortável decisão unânime em favor do americano, Pelé explodiu, levantou e esperou a próxima tentativa de queda do wrestler para encaixar uma certeira joelhada na cabeça de Hughes, que já caiu nocauteado.
Depois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhada
BARKALAEV VENCE PELÉ E DESAFIA ARONA
Na semifinal Menne venceu na decisão o russo Maromegob, que entrara descansado como alternate, uma vez que o espanhol Antonio Telo (que substituiu Libório), se machucou ao vencer a 1º luta. Menne trocou dez minutos de chumbo com o kickboxer e venceu na decisão, chegando bem machucado na final após lutar 20 minutos.
Na outra semifinal Pelé não teve mesma sorte contra Barkalaev, que já sabendo da fama do striker brasileiro logo o clinchou e aplicou um uchi-mata. A partir daí o russo dominou inteiramente o combate, passando a guarda do brasileiro, montando e passando a golpeá-lo duramente. Pelé deu as costas e tentou ficar de pé, mas a situação ficou ainda pior. Diante da chuva de socos, o brasileiro voltou de joelhos e, sem defesa, obrigou o juiz Big John a interromper o combate.
Ao final da luta perguntei a Barkalaev se ele gostaria de enfrentar o companheiro de Pelé Wanderlei Silva, que era de sua categoria de peso, mas o Daguistanês me surpreendeu com a resposta dizendo que não conhecia Wanderlei e tinha vindo ao evento pensando que faria sua tão sonhada luta com o brasileiro Ricardo Arona. “Por causa daquele tapa dele que revidei lá no ADCC tive uma experiência bem desagradável, fiquei uma semana preso com os olhos vendados, só me tiraram a venda para me colocar no avião e me deportar para o meu país. Gostaria muito de fazer uma revanche com o Arona nestas regras”, nos revelou o daguistanês tricampeão de Kickboxing, cujo grande sonho era conhecer o Brasil.
TODOS NA TORCIDA POR MENNE
Na grande final os promotores acabaram pagando por sua desorganização. Ao contrário do Sheik e seus súditos, que tinham Barkalaev como ídolo, todos os estrangeiros envolvidos na organização e arbitragem do evento estavam revoltados com a manipulação para ver o russo campeão.
Obviamente se cometesse um único equívoco o preferido do Sheik pagaria por isso, e foi o que ocorreu. Quando Menne subiu ao octagon lutadores e comissão técnica de todos os outros países passaram a torcer pelo americano com todas as forças.
O Americano começou melhor derrubando o russo, que se defendeu bem dos golpes e logo levantou tentando um perigoso leg-lock, bem defendido pelo americano.
Na sequencia Barkalaev passou sua guarda, montou e fuzilou, como fizera com Pelé.
Mas o americano conseguiu escapar e voltar de pe e depois de uma impressionante troca de golpes, derruba o russo e imprime seu ground´n Pound.
Mais uma vez Kareem surpreende, se recupera e levanta, derrubando Menne e montando no último minuto. Enquanto Barkalaev soca, Menne dá diversas barrigadas e o russo se apóia na grade. Big John o adverte, mas ele volta a incorrer no mesmo erro e acaba perdendo o ponto que definiria o ganhador dos US 60 mil. Quando termina o tempo o russo levanta comemorando e Big John lembra aos 3 árbitros que o russo tinha uma falta. Para revolta da torcida local, Menne era apontado vencedor por unanimidade. O promotor do evento Wallid ainda tentou argumentar com John Mcarty, que respondeu: “Vocês me trouxeram aqui para cumprir as regras, foi o que fiz”.
“Isto foi um absurdo. Um evento internacional não pode ter um árbitro e três juízes da mesma nacionalidade”, esbravejou um revoltado Barkalaev, ainda no octagon.
No final o guerreiro Menne recebeu o cheque e o cinturão das mãos do Sheik. “Nem eu imaginava que pudesse vencer um torneio com Hughes, Newton, Pelé e Barkalaev”. Mesmo com o rosto bastante machucado Menne cumpriu seu compromisso com o Rings duas semanas depois e, mesmo ainda longe de suas condições ideais, lutou 3 rounds com o bem mais pesado Kanehara no RINGS, mas acabou sendo nocauteado no 3º assalto.
Logo após o evento o Sheik organizou um jantar no restaurante mais suntuoso do país no alto de uma torre onde pediu desculpas a todos pela falte de organização, presenteando um a um, com uma adaga emoldurada.
ESQUECIDOS PELO SHEIK, MAS SALVOS PELA IRMANDADE MARCIAL
Como Rudimar, Pelé, Eu, Arthur Mariano e Amaury Bitetti havíamos comprado a passagem promocional que nos obrigava a ficar sete dias no Kuwait, acabamos ficando reféns da desorganização da equipe do Sheik, que além de não se mexer para trocar a passagem nos esqueceu no hotel assim que o evento acabou.
Durante três dias ficamos presos naquele país aguardando a boa vontade do secretário do Sheik. Nossa sorte foi que o judoca uruguaio Nélson Solari, que veio acompanhar Bitetti no evento, conhecia o local Muhamad Ali, que apesar do nome de boxer, era na verdade o maior campeão de Judô da história do Kuwait. Fã de Vale-Tudo e dono de um kartódromo próximo ao hotel, o simpático Ali, que já havia agregado na casa do uruguaio numa competição, retribuiu o apoio de Solari liberando para andarmos em seus karts durantes os 3 dias.
No final, mesmo tendo dois de seus carros nocauteados pelas barberagens de Bitetti e Pelé, Ali ainda nos ajudou a deixar o país. Como disse Rudimar. “Fomos esquecido pelo Sheik, mas salvos pela irmandade das artes marciais”.
Na realidade, enquanto Amaury e Arthur voltaram por Londres, Eu, Rudimar e Pelé saimos do Kuwait para Frankfurt. Na hora da conexão para o Brasil, porém, fomos informados no guichê da Varig que devido a categoria da passagem teríamos que pagar mais US 800 por cada bilhete. Como não houve “jeitinho”, para não ficarmos dois dias esperando na monótona cidade alemã, acabamos tomando a melhor e mais barata decisão. Alugamos um carro por US 180 e dirigimos para Paris, onde ficamos por 24hs, terminando esta roubada histórica em grande estilo.
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Carlos Newton abriu o torneio dominando Menne em luta muito movimentada
Carlos Newton abriu o torneio dominando Menne em luta muito movimentada
Carlos Newton abriu o torneio dominando Menne em luta muito movimentada
Depois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhada
Depois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhada
Depois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhadaDepois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhada
Depois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhada
Depois de começar em desvantagem, Pelé nocauteou Matt Hughes com uma joelhada
Após a histórica briga com Arona no ADCC 2000 em Abu Dhabi, Barkalaev reapareceu como ídolo no Kuwait com 92kg, quando deveria pesar 85kg
Barkalaev surpreendeu o bem mais experiente Pelé Landy na semifinal
Barkalaev surpreendeu o bem mais experiente Pelé Landy na semifinal
Vindo de duas lutas dificílimas Menne chegou bastante machucado a final com Barkalaev
A luta estava equilibrada até o minuto final, quando Kareem montou no americano e cometeu o equívoco de segurar na grade
equipe americana comemorando a vitória de Menne
equipe americana comemorando a vitória de Menne
Sheik Naif homenageou todos os convidados com adagas. Na foto com Barkalaev, Stephen Quadros, Richard Norton, Bruce Buffer e Big John
Esquecidos no hotel pelo Sheik, fomos salvos pelo simpático Muhamad Ali que nos deixava passar o dia em seu kartódromo
A saga desta polêmica estréia do Vale-Tudo no Kuwait mereceu duas páginas duplas na japonesa Kakutougi Tsushin
A saga desta polêmica estréia do Vale-Tudo no Kuwait mereceu duas páginas duplas na japonesa Kakutougi Tsushin
A saga desta polêmica estréia do Vale-Tudo no Kuwait mereceu duas páginas duplas na japonesa Kakutougi Tsushin
cinco páginas na espanhola Cinturon Negro
E seis na Tatame # 61 que trazia na capa Rodrigo Minotauro com a coroa do RINGS
Brasileiro é o novo campeão do UFC - Foto: Leonardo Fabri
Deiveson Figueiredo sobe ao octógono em Las Vegas neste sábado, 21, para defender pela primeira vez o cinturão peso-mosca do UFC. Pela frente o brasileiro terá Alex Perez, que entrou na luta substituindo o lesionado Cody Garbrandt.
Mesmo com a troca de adversário durante o camp, o atual campeão minimizou qualquer tipo de preocupação quanto à estratégia. Segundo ele, poucos detalhes foram mudados e o principal plano segue o mesmo: definir a luta ainda no primeiro round.
Cabeção levou a melhor na disputa - Foto: Edu Rocha
Cabeção levou a melhor na disputa – Foto: Edu Rocha
O SFT realizou no último sábado (14) a sua 24ª edição, com grande ênfase à campanha do “Novembro Azul”, mês mundial de combate ao câncer de próstata, orientando todos os homens sobre a importância de conhecer essa doença e da realização de um diagnóstico precoce. O card contou com grandes combates, tendo como maior destaque a grande exibição de Leonardo Cabeção na luta principal da noite. Fazendo sua estreia na organização, o atleta da categoria meio-pesado mostrou sua habilidade no jogo em pé e, ainda no primeiro round, nocauteou Cássio Jacaré, emplacando a quinta vitória em suas últimas seis lutas no MMA profissional, confirmando sua ótima fase.
No co-main event, também fazendo sua primeira luta pelo SFT, Elder Bebê teve uma atuação segura, baseada em uma boa estratégia voltada para a luta agarrada, o que foi suficiente para anular o jogo de Jiu-Jitsu do seu oponente, Thiago Manchinha, e vencer na decisão unânime dos jurados. Elder conquistou o quatro triunfo consecutivo na carreira. Ainda no card, quem também venceu por decisão unânime foi Euclides Viana. Em duelo válido pelo SFT Xtreme (lutas de Kickboxing realizadas com luvas de MMA), Euclides foi superior ao seu adversário e levou a melhor de acordo com o julgamento dos árbitros.
Outros dois atletas deram show no card do SFT 24. Atleta de apenas 23 anos e com toda sua trajetória, desde o amador, construída na organização, Manoel Sousa travou uma disputa intensa e repleta de ação contra Estabili Amato, mas saiu com o triunfo após finalizar o oponente com um mata-leão no segundo round. Com isso, “Manumito” manteve sua invencibilidade no MMA profissional, agora com seis vitórias contabilizadas. Fazendo seu debute no SFT, João Alicate deu mostras do seu potencial. Diante de Grilinho Carvalho, o curitibano fez uma das melhores lutas do evento e definiu o confronto também no segundo assalto, após finalizar o rival com uma chave de braço. Foi a oitava finalização da carreira de João em suas 14 lutas no MMA.
O SFT já retoma suas ações no próximo sábado (21), com a realização de sua edição de número 25. Na luta principal da noite, o ex-campeão Wellington Predador vai medir forças contra Bruno Viana, em duelo válido pela divisão peso-pena. No co-main event, pela categoria dos leves, Anderson Buzika e Marcio Velaminho prometem fazer um dos melhores confrontos do evento.
RESULTADOS COMPLETOS:
SFT 24 São Paulo (SP) Sábado, 14 de novembro de 2020
Leonardo Cabeção derrotou Cássio Jacaré por nocaute no 1R
Elder Bebê derrotou Thiago Manchinha por decisão unânime dos jurados
Manoel Sousa finalizou Estabili Amato com um mata-leão no 2R
João Alicate finalizou Grilinho Carvalho com uma chave de braço no 2R
Euclides Viana derrotou Bruno Santos por decisão unânime dos jurados
Elaine Gomes finalizou Maria Duran com uma guilhotina no 2R
Patrício nocauteou Pedro Carvalho no primeiro round - Foto: Bellator
Patrício nocauteou Pedro Carvalho no primeiro round – Foto: Bellator
Considerado por muitos o melhor peso-pena da atualidade, Patrício Pitbull fez valer seu favoritismo diante de Pedro Carvalho na última semana. Com mais uma atuação impecável, o brasileiro mandou o português para a lona na primeira metade do primeiro round, mantendo o título da categoria no Bellator e avançando para a semifinal do Grand Prix Peso Pena, que premiará o vencedor com 1 milhão de dólares.
“Eu tinha dito a ele, quando nos encaramos na pesagem em março, que venceria ele em 2 minutos. Durou 2 minutos e 10 segundos, então acho que deixei a desejar (risos). Eu e meu time vimos as brechas no jogo dele e eu sei que se minha mão entrar em cheio, dificilmente um cara nessa categoria vai ficar em pé. Mas não se enganem pelo tempo de luta. Pedro é um lutador duro. Fui preparado pra uma guerra”, destacou Patrício, que também é campeão dos leves.
Na próxima fase do torneio Patrício Pitbull vai reencontrar Emmanuel Sanchez. No primeiro encontro entre os dois, que completou dois anos no último domingo, o brasileiro levou a melhor por decisão unânime, defendendo o cinturão dos penas. Desta vez, o potiguar acredita que não vá precisar dos 25 minutos para vencer.
“Eu tive muitos problemas de saúde que refletiram naquela luta. Me senti totalmente sem energia já no primeiro round. Acho que se eu tivesse 100%, ele não teria durado os 25 minutos. Bati tanto nele que tive um desgaste no tecido ósseo da mão. Ele é habilidoso, aguerrido e aguenta muita porrada, mais um fator que me motiva a ir lá e liquidar a fatura desta vez”, frisou.
No outro lado da chave, AJ McKee e Darrion Caldwell fazem a outra semifinal. Patrício analisou o confronto e deu seu pitaco sobre quem acredita que irá fazer a grande final do torneio caso passe por Sanchez.
“Acho que Caldwell vai ser capaz de controlar AJ com o wrestling. Até hoje o AJ sempre ficou confortável pra ditar o ritmo das lutas dele, mas o Caldwell não vai dar esse espaço. Vai testar o gás dele e oferecer perigo de finalizações. Mas não vou me surpreender se o AJ nocautear ou finalizar o Caldwell. Ambos estão bem neste torneio.”
LAS VEGAS, NV - JANUARY 20: Rafael dos Anjos of Brazil (L) and Conor McGregor of Ireland (R) face off during the UFC 197 on-sale press conference event inside MGM Grand Hotel & Casino on January 20, 2016 in Las Vegas, Nevada. (Photo by Jeff Bottari/Zuffa LLC/Zuffa LLC via Getty Images)
Com a vitória sobre Paul Felder no último final de semana, Rafael Dos Anjos sugeriu ao UFC promover sua luta contra Conor McGregor, que prontamente se mostrou interessado na possibilidade. O Irlandês afirmou que topa o desafio depois de sua luta contra Dustin Poirier, marcada para o dia 23 de janeiro de 2021.
https://youtu.be/NdbaC6cdV4c
Treinador de Dos Anjos, Dedé Pederneiras foi questionado por um inscrito do PVT sobre a possibilidade do ex-campeão peso leve ficar de lutador reserva caso McGregor ou Poirier tenha problema na véspera da luta. O fundador da Nova União não aprovou a ideia e explicou por que.
Pederneiras também falou que gostaria de ver a revanche entre Rafael Dos Anjos e Tony Ferguson. No primeiro encontro entre eles, no final de 2016, o norte-americano levou a melhor via decisão unânime. O treinador também garantiu que Dos Anjos tem plenas condições de reconquistar o cinturão peso leve, perdido para Eddie Alvarez em 2016.
Considerado uma das maiores referências do Jiu-Jitsu no MMA, Demian Maia acaba de inaugurar uma nova academia em São Paulo, onde, além da técnica ensinada por um dos maiores lutadores da história, o aluno poderá conhecer a história do esporte. No vídeo abaixo Demian nos apresenta o museu e os três dojos batizados com o nome de grandes ícones do esporte: Hélio e Carlos Gracie, Carlson Gracie e Fábio Gurgel.
https://youtu.be/zhmfGjn-vKc
A @escolademianmaia fica localizada na Av. Imperatriz Leopoldina 1571 próxima ao parque Vila-Lobos. Segundo Demian, a nova academia terá espaço para todos os apaixonados pela arte suave, mas o principal foco não será a competição.
“Teremos aulas de Jiu-Jitsu com e sem quimono (iniciante e avançado), Jiu-Jitsu voltado ao MMA, Jiu-Jitsu exclusivamente feminino, infantil e aulas particulares. O objetivo é trazer uma galera que admira mas tem receio de se machucar, ensinando da forma mais segura possível e também trazer ex-praticantes que treinaram numa época de muita ‘casca-grossada’ e hoje querem treinar com mais qualidade sem se matar”, explicou o campeão, que aos 43 anos continua em atividade, inclusive, aguardando o UFC definir seu próximo oponente para esta que pode ser a sua luta de despedida do MMA.
Em sua última luta Demian foi derrotado por Gilbert Burns, que será o próximo brasileiro a disputar o cinturão dos meio-médios contra Kamaru Usman. Antes, porém, Demian vinha de uma sequência de três vitórias em 2019 (sobre Lyman Good. Rocco Martin e Ben Askren). Não por acaso o brasileiro continua em 6º lugar no ranking dos meio-médios e mesmo aos 43 anos de idade continua sendo considerado, por toda sua história, construída em 12 anos e 32 lutas no evento, como o maior representante do Jiu-Jitsu na história do UFC.
Figura fundamental no camp de Rafael Dos Anjos para a luta desse sábado, na qual o ex-campeão venceu Paul Felder por decisão dividida, Dedé Pederneiras participou do DEPOIS DO GONGO nesse domingo e avaliou a performance de seu atleta e projetou o que o futuro pode reservar para ele.
https://www.youtube.com/watch?v=P-Ck_Ajx4cQ
O fundador da Nova União falou sobre o processo de perda de peso de Dos Anjos, que retornou ao peso leve após oito lutas nos meio-médios. Pederneiras ainda disse acreditar que o brasileiro pode conquistar o cinturão dos pesos leves. Em relação a McGregor, o treinador aprovou o casamento da luta.
Pederneiras também falou sobre José Aldo, que retorna ao octógono diante de Marlon Vera, mais uma vez pelos pesos-galos; e sobre as possibilidades de Raoni Barcelos na divisão. Em relação a um confronto entre os dois, ele acredita que as chances sejam remotas.
Análises das chances de Deiveson Figueiredo manter o cinturão e Jennifer Maia desbancar a campeã peso-mosca Valentina Shevchenko no próximo sábado também foram feitas. Além disso, o treinador comparou o momento vivido pelo Brasil no MMA mundial e comparou os legados de José Aldo e Patrício Pitbull.
Apesar da vitória ter vindo através de uma decisão dividida, Rafael Dos Anjos não deixou dúvidas de sua superioridade sobre Paul Felder na luta de cinco rounds realizada nesse final de semana em Las Vegas. Foi um combate muito duro, que rendeu aos lutadores o bônus de melhor luta da noite.
https://youtu.be/LQ1af-dCe0c?t=145
Com o triunfo em seu retorno aos leves, o ex-campeão Rafael Dos Anjos se recupera de uma sequência de duas derrotas, válidas pelos meio-médios. Ao fim da luta, ele desafiou o irlandês Conor McGregor, que prontamente, via rede social, acenou de forma positiva para a possibilidade.
Evento teve Leandro Lo como grande destaque Foto: Carol Haber
A quarta edição do BJJ Stars foi um prato cheio para os amantes da arte suave. Realizado neste sábado (8) em São Paulo, o evento consagrou Leandro Lo como o grande vencedor da noite. O multicampeão mundial de Jiu-Jitsu derrotou três oponentes para conquistar o GP dos médios e faturar os 100 mil reais de premiação. Na final, Lo bateu Isaque Bahiense em uma luta emocionante, decidida no minuto final. Pela segunda colocação no torneio, Bahiense levou para casa 30 mil reais.
Na superluta que antecedeu a grande final do torneio, a heptacampeã mundial Gabi Garcia não deu chances a tricampeã mundial Claudia do Val e venceu o combate pelo placar de 11 a 0. Outra multicampeã mundial que se deu bem no BJJ Stars foi Bia Mesquita, que derrotou Thamara Ferreira por 4 a 0 nos pontos em um lutão que valeu a elas o prêmio de “Luta da Noite”. Escalado de última hora após lesão de Serginho Moraes, Dimitrius Souza fez bonito e finalizou o campeão mundial Rafael Lovato Jr. com um estrangulamento e faturou com o prêmio de “Finalização da Noite”.
Leandro Lo confirma favoritismo e conquista GP
Evento teve Leandro Lo como grande destaque Foto: Carol Haber
Heptacampeão mundial de Jiu-Jitsu, Leandro Lo entrou como grande favorito no GP peso-médio do BJJ Stars. Em sua primeira luta, ele teve Jaime Canuto pela frente e venceu por uma vantagem em luta bastante acirrada. Já na semifinal, Lo conseguiu soltar melhor o seu jogo e bateu Cláudio Calasans por 7 a 0. Do outro lado da chave, Isaque Bahiense venceu Gustavo Batista nos pontos e, na semifinal, finalizou o tricampeão mundial Otávio Sousa com um estrangulamento. A grande final entre Lo e Bahiense foi eletrizante e só foi decidida no minuto final, quando Lo ganhou uma vantagem ao tentar uma queda no atleta da Dream Art. O título valeu a Lo o cinturão do torneio e o prêmio de 100 mil reais.
Confira abaixo os outros resultados do evento, que teve ainda Patrick Gaudio derrotando Devhonte Johnson por 2 a 1 nas vantagens, Erich Munis estreando na faixa-preta com vitória sobre Victor Hugo por 6 a 4 e Anna Rodrigues vencendo Amanda Monteiro por 3 a 0 nas vantagens na luta de abertura do evento.
RESULTADOS COMPLETOS:
BJJ Stars 4 São Paulo (SP) Sábado, 14 de novembro de 2020
GP peso-médio:
Cláudio Calasans derrotou Luan Carvalho por decisão dos jurados
Otávio Sousa derrotou Matheus Diniz por 3 a 0 nas vantagens
Leandro Lo derrotou Jaime Canuto por 1 a 0 nas vantagens
Isaque Bahiense derrotou Gustavo Batista por 2 a 0 nas vantagens (2×2 nos pontos)
Semifinais:
Leandro Lo derrotou Cláudio Calasans por 7 a 0 nos pontos
Isaque Bahiense finalizou Otávio Sousa com um estrangulamento
Final:
Leandro Lo derrotou Isaque Bahiense por 1 a 0 nas vantagens (0x0 nos pontos)
Superlutas:
Gabi Garcia derrotou Cláudia Do Val por 11 a 0 nos pontos
Patrick Gaudio derrotou Devhonte Johnson por 2 a 1 nas vantagens (2×2 nos pontos)
Dimitrius Souza finalizou Rafael Lovato Jr com um estrangulamento pelas costas
Bia Mesquita derrotou Thamara Ferreira por 4 a 0 nos pontos
Erich Munis derrotou Victor Hugo por 6 a 4 nos pontos
Anna Rodrigues derrotou Amanda Monteiro por 3 a 0 nas vantagens