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Pupilo de Miltinho Vieira analisa estreia no Future MMA: ‘Um divisor de águas na minha carreira’

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Um passo de cada vez. É assim que o carioca Pedro Machado vem planejando a sua carreira no MMA. Aos 27 anos, ele fará apenas a sua terceira luta como profissional, mas encara a chance de atuar no Future MMA 11, programado para acontecer esta sexta-feira (17) em São Paulo, como uma oportunidade de dar uma turbinada em sua curta atividade no esporte de luvinhas. Empolgado por estar escalado para lutar em um dos eventos de MMA que mais cresce no Brasil na atualidade, o pupilo de Miltinho Vieira acredita que o combate na organização representará uma mudança importante no rumo de sua carreira.

“As expectativas para esse combate são as melhores possíveis. Estou extremamente feliz e motivado. O Future MMA é hoje, sem dúvidas, a melhor franquia de Mixed Martial Arts para se integrar o plantel – se tratando de Brasil e América Latina. Eu mentalizei por muito tempo essa oportunidade. Acredito, do fundo do meu coração, que essa é a luta que funcionará como um divisor de águas na minha carreira. Vou ter a oportunidade de atuar, tanto no pré-luta, quanto na luta e no pós-luta também, com a maior plataforma holística no que tange o esporte no nosso país atualmente”, declarou Pedro.

Faixa-marrom de Luta-Livre, Pedro tem a luta de chão como sua especialidade. O atleta da Rio Fighters estreou em 2018 no MMA vencendo por finalização. Logo em sua segunda luta, que aconteceu em 2019, ele teve a oportunidade de fazer um combate internacional, e mais uma vez saiu vitorioso com uma finalização em combate realizado na Inglaterra. Pedro terá pela frente o estreante Maicon “Pitbull” (Team Soto), que tem a trocação como seu carro chefe.

“Acredito que o Maicon vá procurar manter a luta em pé, pois a sua bagagem maior como competidor vem de competições de Muay Thai. Eu venho de duas vitórias por finalização como profissional, além de outras cinco da mesma maneira como amador. Sou faixa marrom de Luta Livre Esportiva graduado pelo Miltinho Vieira, e isso explica muita coisa. Acredito que sou um atleta completo no que diz respeito ao MMA e não costumo desperdiçar chances, seja ela na luta em pé ou na luta de solo. O caminho para a vitória sempre será não desperdiçar a primeira chance de acabar com a luta. E acredito também que o fator experiência, se tratando de Mixed Martial Arts, pesará a meu favor”, analisou.

O Future FC é um evento que vem crescendo e abrindo portas para os lutadores em grandes eventos. Por isso, Pedro espera vencer e conseguir um contrato maior com a organização, e assim alavancar de vez a sua carreira no MMA.

“Cumprindo a missão e trazendo mais essa vitória para a Rio Fighters, não escondo que tenho interesse de firmar algo de médio prazo com o próprio Future MMA, o que acredito depender diretamente da minha performance no combate. Apesar da cabeça nas nuvens, mantenho os meus pés no chão. É um passo de cada vez. Tudo o que eu tenho está voltado para o dia 17 de janeiro, na edição de número 11 do Future MMA”, concluiu.

FUTURE MMA 11

Data: Sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Local: Centro Universitário Ítalo Brasileiro, São Paulo, SP, Brasil

Peso-pena: Gabriel Braga x Loide de Oliveira Neto

Peso meio-pesado: Jailton Malhadinho x Leonardo Black

Peso médio: Alexandre Silva x Rodrigo Jones

Peso combinado (67,5kg): Alireza Noei x Thiago Manchinha

Peso-pena: Fábio Henrique Nascimento x Luann Panterinha

Peso pesado: Leonardo Leleco x Flavio Magon

Peso-palha: Jessica Delboni x Joseane Kelly

Peso-pena: Luigi Sorriso x Maicon Miler

Peso combinado (68kg): Marcos Vinicius Sorriso x Robson Punk

Peso leve: Elvis Caiçara x Cristiano Billy

Peso meio-médio: Pedro Machado x Maicon Pitbull

Herbert Burns vê Jiu-Jitsu como caminho para estrear com vitória no UFC: ‘Cheguei para fazer barulho’

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Após vencer o Contender Series, irmão de Gilbert Durinho vai encarar o americano Nate Landwehr no dia 25 de janeiro, no UFC Fight Night 166 – Foto: Sondermarketing

Após passagens de sucesso por grandes eventos como o ONE Championship e o Titan FC, Herbert Burns finalmente irá se juntar ao irmão, Gilbert Durinho, na maior organização de MMA do mundo. A estreia no UFC já está marcada: o brasileiro encara Nate Landwehr no dia 25 de janeiro, no UFC Fight Night 166, que acontece na Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Herbert vive a expectativa de debutar no evento desde agosto de 2019, quando garantiu um contrato com o UFC após vencer sua luta no programa Contender Series, que é chancelado por Dana White, presidente do Ultimate.

“A expectativa é a melhor possível. Eu estava treinando forte, tentando fazer minha estreia ainda em 2019. Quase peguei uma luta de última hora no UFC de Fort Lauderdale, contra o Thomas Gifford, mas ele preferiu outro adversário. Tentei lutar no card do Brasil, no card da Coréia, mas acabou que não aconteceu. Estava treinando forte, me mantendo ativo e, quando fechamos esta luta para janeiro, dei até uma diminuída nos treinos para não ter nenhum excesso de treinos. A ideia é chegar lá, causar uma boa primeira impressão e mandar uma mensagem para o resto da categoria: a de que eu cheguei para fazer barulho”.

Para isso acontecer, Herbert terá que derrotar um oponente de respeito. O americano Nate Landwehr, que atende pelo apelido de “O trem”, é ex-campeão do M-1 e tem a luta em pé como especialidade. Usando a trocação, Nate nocauteou oito de suas 13 vítimas. Como antídoto, o brasileiro, faixa-preta de Jiu-Jitsu, pretende levar o combate para o chão. Hebert finalizou sete dos 11 adversários que enfrentou na carreira.

“O Nate é um cara duro, de trocação boa. Acho que o caminho para vencê-lo é o Jiu-Jitsu, sim. Ele já foi finalizado. Tem uma derrota por decisão e outra por finalização. Então, é buscar usar meu Jiu-Jitsu, que é o meu ponto forte. É aquela luta clássica de striker contra grappler. Tenho que trabalhar para encurtar a distância, derrubar e finalizar. Tenho certeza que meu Jiu-Jitsu é muito superior. Quando a gente, eventualmente, chegar no chão, eu vou conseguir trabalhar para finalizar. Mas estou treinando boxe e kickboxing com o Henri Hooft. Tenho que ficar ligado em pé e usar o meio-campo, que é o wrestling, para derrubar. No chão, terei ampla vantagem”, analisou.

Tanto Herbert quanto Nate têm 31 anos, vivem momentos parecidos na carreira e irão estrear no UFC. O brasileiro vê o casamento da luta como uma espécie de mata-mata. O atleta que vencer o confronto, segundo ele, tem chances de receber maior investimento do Ultimate.

“Nós dois somos tarimbados, já lutamos em eventos que têm uma certa expressão. Temos a mesma idade, já somos experientes. Acho que eles quiseram colocar a gente para lutar logo de cara para ver em quem eles vão investir. Botaram dois leões para se enfrentar para ver quem vai chegar para fazer barulho. Vai ser tipo uma eliminação, porque eles não têm como investir em muitos lutadores na categoria. E a gente já não tem tanta idade para eles construírem uma estrada muito longa para nós. Uso como exemplo a situação de quando o Glover Teixeira entrou no UFC, com a ideia de fazer poucas lutas e disputar o cinturão. Espero que seja isso. Vou estar pronto para botar para quebrar na luta. Não cheguei na divisão para ser farinha e ficar no meio do bolo. Quero ficar no topo da divisão e, em breve, disputar o cinturão. Mas um passo de cada vez. Estou focado no Nate, que é um cara muito duro e merece meu respeito”.

Atleta nato, Herbert Burns tenta manter-se sempre ativo e preparado para atuar. Em 2020, ele quer quebrar um recorde na própria carreira: entrar no octógono quatro vezes (em 2014, fez três lutas). O fato do primeiro combate ser logo no início do ano já o ajuda a tentar cumprir este objetivo.

“Eu quero sim (fazer muitas lutas este ano). Quero fazer, no mínimo, quatro lutas este ano. Lutar já em janeiro vai ser muito bom para alcançar este objetivo. Também quero lutar de novo no Brasil este ano. Quero fazer duas lutas no primeiro semestre e duas no segundo semestre. Este seria o ideal para mim. Seria muito bom e acho que, lutando em janeiro, esta possibilidade é muito grande. O foco é me manter ativo e dar tudo nesta luta contra o Nate. Tenho certeza que tenho tudo o que é preciso para chegar lá, fazer um bom trabalho e mostrar minha carta de apresentação para o resto da divisão. Não cheguei para ficar de bobeira, cheguei para dominar”, concluiu.

Patricky Pitbull revela que lutou final do GP do Rizin com a mão quebrada e espera ter revanche no cage do Bellator

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Além da premiação milionária, campeão duplo do Bellator quer consolidar seu nome como o maior peso-pena da história

Foto: divulgação Rizin FFA virada de ano não foi como Patricky Pitbull havia planejado. No dia 31 de dezembro ele se preparou para fazer duas lutas na mesma noite no torneio dos leves do Rizin FF, realizado em Tóquio, no Japão, e esperava sair vencedor. A caminhada começou muito bem com uma vitória arrasadora em apenas 28 segundos sobre o compatriota Luiz Gustavo Killer na semifinal do GP. Apesar da rápida vitória, o potiguar acabou quebrando a mão direita, a mesma que ele havia machucado em fevereiro e que acabou resultando em uma cirugia (realizada em abril de 2019). Mesmo lesionado, Patricky foi para a final e fez luta dura contra Tofiq Musayev, mas acabou derrotado na decisão unânime dos juízes após três rounds de cinco minutos. Durante o combate, o brasileiro ainda caiu do ringue e lesionou o ombro e a perna direita.

“Lutei na raça, na vontade. Quebrei a mão direita, a mesma que eu tinha feito uma cirurgia. Mas não seria isso que iria me parar. Sempre tive o sonho de lutar duas vezes na mesma noite. Eu trabalhei pra isso. Trabalhei a minha cabeça para fazer a segunda luta mesmo que estivesse sangrando, com um olho fechado ou coisa do tipo. Apesar da primeira luta ter sido muito rápida, eu acabei quebrando a mão. Infelizmente não venci o GP, mas foi uma luta muito dura, de igual para igual. Fiquei satisfeito com o meu desempenho dadas as circunstâncias”, disse o casca-grossa.

Patricky foi para a final sem tirar a atadura para a mão não ficar inchada e em nenhum momento pensou em desistir do combate. Após fazer três rounds duríssimos, ele tirou a atadura e foi ver um médico, que constatou uma fratura na mão direita. A lesão foi menos grave do que a primeira vez, e a princípio Patricky não precisará passar por cirurgia.

“Em nenhum momento eu pensei em desistir. Se isso passasse pela minha cabeça, era melhor nem ter entrado no ringue. Entrar pensando assim é pensamento de derrotado. Eu entrei com o pensamento de que poderia vencer a luta e superar a lesão. Agora vou descansar para me recuperar. O médico me pediu um mês de descanso. Não vou precisar passar por uma nova cirurgia, graças a Deus. Mas não posso levantar peso e muito menos treinar. É só descanso”, explicou.

O momento é de recuperação, mas Patricky já está ansioso para voltar aos cages. E em seus planos está uma revanche contra Tofiq Musayev. O combate entre os dois aconteceu em um ringue (similar ao de Boxe), e, em uma eventual revanche, Patricky gostaria que acontecesse em um cage, onde acredita levar vantagem.

“Eu penso em fazer uma revanche com ele, mas dessa vez uma luta no cage. No cage sou mais acostumado e acredito que eu leve vantagem em algumas questões da grade. Nas cordas do ringue fica um pouco mais difícil trabalhar a parte de Westling, de grade, e eu acho que eu levaria um pouco mais de vantagem nesse tipo de jogo se o combate acontecesse no cage. Mas agora é me recuperar e em seguida ver o que o Bellator está planejando pra mim”, concluiu.

Confira o que esperar para o UFC em 2020 que começa com McGregor e Jones de favoritos

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Estamos apenas no começo de 2020, mas você já pode fazer investimentos no UFC. O primeiro evento ocorre em 18 de janeiro, com Conor McGregor em destaque, porém, nas semanas seguinte até abril você terá muitos embates de alto nível rendendo altas cifras, segundo os odds do MMA.

18/01 – (R$ 1,30) Conor McGregor x Donald Cerrone (R$ 3,50)

Mesmo tendo atuado apenas uma vez nos últimos três anos pelo UFC e perdido para Khabib Nurmagomedov, o falastrão Conor McGregor aparece como o mais cotado contra Donald Cerrone, dando R$ 1,30 para cada real nas casas de apostas esportivas. Além de ter perdido apenas quatro vezes, McGregor também aparece com moral devido à péssima fase do adversário, que chega de duas derrotas. 

09/02 – (R$ 1,22) Jon Jones x Dominick Reyes (R$ 4,50)

Só que o mais cotado no momento para vencer os compromissos já agendados é Jon Jones, dando R$ 1,22 para R$ 1,00, segundo dados do Oddsshark.com. Sem ter sido superado na carreira, com uma única derrota (por punição por golpe irregular), o campeão do meio pesado é grande favorito para passar por cima de Dominick Reys em fevereiro.

15/02 – (R$ 1,50) Corey Anderson x Jan Blachowicz (R$ 2,70)

No mesmo mês é a vez de Corey Anderson ir em busca da quinta vitória seguida no UFC. O norte-americano é o atual número 5 do Peso Meio-Pesado e faz quase que um duelo direto com Jan Blachowicz – que é o sexto – por uma chance de disputar o cinturão no futuro. Acontece que como atravessa melhor momento, Anderson entra mais cotado, pagando R$ 1,50 para cada real.

22/02 – (R$ 2,10) Paul Felder x Dan Hooker (R$ 1,72)

Ainda em fevereiro, Dan Hooker é mais um que entra com destaque, garantindo R$ 1,72 por real aplicado contra Paul Felder. Atual número 7 do Peso Leve, Hooker vive grande fase no UFC. Nos últimos três anos, ele entrou no octógono em sete oportunidades e saiu vitorioso em seis. Felder, por sua vez, paga R$ 2,10 para R$ 1,00.

08/03 – (R$ 1,72) Weili Zhang x Joanna Jedrzejczyk (R$ 2,10)

Em março, Weili Zhang e Joanna Jedrzejczyk fazem um duelo com cifras similares. Aqui, Zhang é a que aparece como favorita para a vitória, pagando R$ 1,72 para cada real. A chinesa defende o título do Peso Palha Feminina e conta com apenas uma derrota na carreira, enquanto Jedrzejcyz ganhou uma oportunidade de disputar o cinturão mesmo sendo a número quatro da categoria.

28/03 – (R$ 1,36) Francis Ngannou x Jairzinho Rozenstruik (R$ 3,25)

Quem também está perto de ter uma chance de disputar o cinturão é Francis Ngannou. O francês tem três vitórias seguidas e só está atrás de Daniel Cormier no Peso Pesado. Ele até aparece bem cotado, pagando R$ 1,36 para cada real, porém terá uma difícil missão: Jairzinho Rozenstruik está invicto com 10 triunfos e também quer uma oportunidade contra Miocic. A vitória de Rozestruik garante R$ 3,25 para R$ 1,00.

18/04 – (R$ 1,44) Khabib Nurmagomedov x Tony Ferguson (R$ 2,87)

Já em abril, Khabib Nurmagomedov defende o título do Peso Leve contra Tony Ferguson. Invicto na carreira, com 28 vitórias, o russo garante R$ 1,44 para cada real nos sites de apostas esportivas se conquistar mais um triunfo. Principal nome do Leve após Nurmagomedov, Ferguson corre por fora, dando R$ 2,87 por real investido.

Como apostar?

Para dar os palpites e faturar com as lutas do MMA basta se registrar no Bodog. O cadastro é rápido, e depois é só você fazer o depósito com o valor que quiser aplicar nas lutas. Cai dentro – vale a pena!

Próximos duelos do UFC

18/01 (R$ 1,30) Conor McGregor x Donald Cerrone (R$ 3,50)

09/02 – (R$ 1,22) Jon Jones x Dominick Reyes (R$ 4,50)

15/02 – (R$ 1,50) Corey Anderson x Jan Blachowicz (R$ 2,70)

22/02 – (R$ 2,10) Paul Felder x Dan Hooker (R$ 1,72)

08/03 – (R$ 1,72) Weili Zhang x Joanna Jedrzejczyk (R$ 2,10)

28/03 – (R$ 1,36) Francis Ngannou x Jairzinho Rozenstruik (R$ 3,25)

18/04 – (R$ 1,44) Khabib Nurmagomedov x Tony Ferguson (R$ 2,87)

Gilbert Durinho afirma que luta contra Demian foi imposição do UFC

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https://www.youtube.com/watch?v=SVnv6j0nJEY

Dois dias após Demian Maia, foi a vez de Gilbert Durinho participar do RESENHA PVT, nessa quinta-feira. Escalado para enfrentar o compatriota na luta coprincipal do UFC Brasília, marcado para o dia 14 de março, o niteroiense deu sua versão sobre os bastidores do casamento do confronto, e afirmou que, diferentemente do que foi dito pelo adversário, ele não pediu pelo duelo.

“O Sean Shelby disse que tinha uma luta para mim, e seria contra o Demian, no Brasil. ‘Putz, eu contra o Demian? Será que interessa para os dois lados?’. Ele disse: ‘É a luta que a gente quer fazer’. Eu disse: ‘Mas acho que o manager dele não quer, não. Conversamos no Brasil e o manager dele falou que não interessava’. Ele até mudou o jeito e falou: ‘O manager dele pode até ter falado, mas o matchmaker sou eu’.”

Pregando extremo respeito a Demian Maia, Gilbert Durinho citou Colby Covington quando questionado sobre um nome para enfrentar caso dê tudo certo para ele no evento de Brasília. Se tudo sair conforme o planejado e Durinho enfileirar Demian e Colby, ele disse que não teria problema em lutar contra o atual campeão da categoria, Kamaru Usman, que vem a ser um de seus principais parceiros de treino.

“A gente tem uma amizade, um respeito, mas todo mundo quer ser o campeão”, exaltou o brasileiro. “Nunca conversei com ele sobre isso, mas ele é muito aberto falando disso. Já vi ele falando sobre isso com o Vicente (Luque).”

Gilbert Durinho também exaltou a dominância e as qualidades de Khabib Nurmagomedov, disse que aposta na vitória do russo sobre todos os top 10 da divisão; mas apontou um lutador fora do pelotão principal como o desafio mais complicado para o campeão peso leve: o brasileiro Leo Santos.

“Essa luta é chata para o Khabib, na minha humilde opinião”, acredita. “O Léo Santos é altão, todo magrão, grandão; tem uma guarda sinistra e em pé consegue manter uma distância boa, no jab, controlar… Fico até meio triste porque o Khabib já começou a falar em se aposentar, e o Léo não está no ranking, não está lutando tanto, então seja uma luta que a gente não veja. Mas, ao meu ver, seria a luta mais interessante.”

Gilbert Durinho é o convidado do RESENHA PVT desta quinta-feira

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Durinho enfrenta Demian no da 14 de março – Foto: Divulgação

Depois de Demian Maia, na última terça-feira, dia 7, o próximo convidado do RESENHA PVT é seu adversário no UFC Brasília, Gilbert Durinho. O bate-papo, ao vivo, acontece nesta quinta-feira, dia 9, a partir das 22h, no horário de Brasília.

Em alta desde que subiu para a divisão dos meio-médios, Durinho vai contar os motivos que o fizeram pedir o combate contra o compatriota, fazer projeção sobre o duelo entre dois ases do Jiu-Jitsu e, claro, relembrar histórias de bastidores de sua carreira.

Você pode participar mandando sua pergunta ou seu comentário através do chat da transmissão, que fica disponível assim que entramos no ar. Para não perder nada, acesse o canal do PVT no Youtube, se inscreva e ative o sininho de notificação.

Gilbert Durinho, aula de Jiu-Jitsu para o MMA, lançamento de livro e aposentadoria dos sonhos contra Anderson Silva: assista Demian Maia na RESENHA PVT

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https://www.youtube.com/watch?v=RVi9h1Sa9UA

De luta marcada contra o compatriota Gilbert Durinho na próxima edição do UFC no Brasil, em Brasília, dia 14 de março, Demian Maia participou do primeiro RESENHA PVT de 2020. Além de falar do compromisso dentro do octógono, o qual, segundo ele, será o penúltimo de sua carreira no MMA, o representante do Jiu-Jitsu também relembrou histórias, contou curiosidades sobre a evolução de seu jogo diferenciado, revelou que está trabalhando para lançar um livro sobre causos vividos ao longo de sua trajetória e fez duras críticas à IBJJF. Confira o bate-papo na íntegra no vídeo acima e um resumo das declarações logo abaixo.

Sobre a luta contra Gilbert Durinho:

Na verdade eu nem esperava que ele fosse pedir esta luta, mas ele acabou pedindo. Não era o que eu queria, porque eu não queria agora, nessa fase da carreira, lutar conta brasileiro, ainda mais um representante do Jiu-Jitsu. Eu preferia lutar contra o (Stephen) Thompson, mas o Sean Shleby (matchmaker do UFC) explicou a razões do porquê desta luta e a gente resolveu aceitar.

Acredito que ele confia no Muay Thai dele e vá querer lutar em pé, por mais que ele tenha um Jiu-Jitsu de nível. Pelo que me falaram, ele teria dito que queria essa luta porque queria ser o cara para carregar a bandeira do Jiu-Jitsu agora; mas eu não acredito que ele vá querer fazer Jiu-Jitsu.

Sobre o desenvolvimento do jogo de grade:

Eu pensei: por que que vários atletas são muito bons no que eles fazem? Porque eles estão à frente do tempo deles… Michael Jordan, Tiger Woods, Roger Federer… Aí pensei: o que eu posso fazer para ficar à frente do meu tempo na área de grappling? Pensei: a parte de grade ainda é muito incipiente… as pessoas chegam na grande e não conseguem derrubar direito, perdem queda, não conseguem manter o cara no chão… fui fazendo perguntas, criando problemas e soluções e decidi: vou ficar muito bom nisso. Fui desenvolvendo um jogo dali e usando esse pensamento crítico.

Tem caras all-american que é impossível encostar nas pernas dos caras, muito difícil. Aí a gente faz treino de parede e eu chego nas posições que faz parecer que não é o mesmo cara… boto para baixo, vou para as costas… por que? Porque é outro esporte… a grade, a parede… é outro esporte. Modéstia à parte, eu desenvolvi muitas técnicas, e eu quero ensinar um dia, mas ainda mantenho em segredo (por ainda estar lutando).

O Jiu-Jitsu invisível na vitória sobre Ben Askren

O Rickson falava daquele negócio do Jiu-Jitsu invisível. E quando você começa a treinar, você começa a entender o porquê do invisível. São as pequenas armadilhas que você coloca no meio que ninguém vê de fora, ninguém vê o porquê o cara caiu. Eu lembro de ver o Rickson lutar, o Roger tem isso… ele monta num faixa-preta e estrangula da montada igual faz com um faixa-branca. Por que é tão fácil para ele? Porque tem milhares de detalhes que ele sabe fazer. Se você pegar 90% dos faixas-pretas, eles vão fazer isso com um faixa-branca, mas não vão conseguir fazer com um faixa-preta. Eu adoro quando falam que ‘para o Demian é fácil’, ‘o cara deu mole’, porque as pessoas não percebem a sutileza.

Livro

Estou com um amigo, que trabalhou na “Folha de São Paulo” por 12 anos, e ele está me entrevistando para escrever um livro, muito sobre essa parte de auto-aperfeiçoamento, contando histórias que eu passei.

Curso online

Provavelmente vamos lançar em breve, com o Bernardo Faria, campeão mundial. Ainda estou em dúvida se vai ser um curso de controles de várias posições ou mais voltado só para controle e ataques de costas.

E também tenho um curso formatado de Jiu-Jitsu para MMA, que é muito legal. Tem tanto a parte de fundamentos quanto as partes mais avançadas. Muitas coisas que eu fui descobrindo. Mas esse tem muito segredinho, então não quero revelar enquanto estiver lutando, vou esperar eu parar. Mas já está formatado.”

Encerrar a carreira em revanche contra Anderson Silva

Essa seria legal. Na verdade, luta boa é a luta que você ganha; mas como não tem como você prever o futuro, hoje eu digo, sem saber o resultado, que seria “a luta”.

Críticas à IBJJF

Chave de calcanhar

O Jiu-Jitsu fio criado para ser eficiente no Vale-Tudo/MMA. Não existe você tirar a chave de calcanhar do campeonato mundial de Jiu-Jitsu sem kimono. Tem que existir. Por que não existe chave de calcanhar de kimono? Porque prende a calça, o risco de lesão é muito grande e vai acabar com a luta, porque você não consegue escapar, então fica irreal. É aceitável tirar a chave de calcanhar no kimono. No sem kimono não faz sentido nenhum. Ela tem risco como qualquer outro golpe, como uma kimura, que machuca tanto quanto uma chave de calcanhar, uma americana… você vai falar que isso não machuca? Isso a confederação tem que mudar urgentemente. O Jiu-Jitsu é feito para ser eficiente.

Mundial fixado nos EUA

O mundial não pode ser todo ano nos EUA. Os americanos estão se desenvolvendo muito, por mérito deles, mas o Brasil está ficando muito para trás, a não ser os brasileiros que estão morando lá fora. Tem um monte de moleque lá na academia que  não vão para o mundial. Mesmo quem tem dinheiro, ou tem um patrocínio para ir, não vai porque não consegue o visto. O mundial de Jiu-Jitsu, como em qualquer esporte, para crescer, ele tem que rodar. Tem que ir um ano para Portugal, outro para Argentina, na França, Itália, Finlândia, que tem muito Jiu-Jitsu, Rússia, México, lugares que não precisam de visto. O mundial tem que funcionar como fomento do Jiu-Jitsu brasileiro pelo mundo. Eu quero participar de alguma maneira. O mundial tem que sair só da Califórnia. Os moleques não conseguem ir para lá. É caro, e mesmo quem consegue patrocínio nem sempre consegue visto. É muito injusto para o Brasileiro. Os americanos já têm todas as oportunidades e ainda têm o mundial no quintal de casa. Não tem problema eles terem o mundial, mas não pode ser todo ano lá. Isso é um absurdo. Tem que ter uma grita geral da comunidade do Jiu-Jitsu para ser mudado.

BAÚ DO PVT resgata divertida visita de Jason Miller e Patrick Cummins ao Brasil

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https://youtu.be/5j2o2c_FbYM

Em outubro de 2010 o lutador americano Jason “Mayhem” Miller teve uma experiência única naquela que era considerada na época a capital mundial do MMA. Em 8 dias no Rio de Janeiro, o lutador do Strikeforce pôde treinar em algumas das principais equipes do mundo, bem como se divertir conhecendo alguns dos principais pontos turísticos da cidade maravilhosa.

A viagem fez parte do projeto “The MMA Fighter Exchange Program”, organizado pelo Sherdog em parceria com a EA Sports, que na época lançava um novo game. A ideia seria trazer aos fãs do Sherdog uma espécie de reality show com vídeos diários mostrando a rotina de treinos de um lutador experiente e já consagrado (Miller) ao lado de um iniciante (Patrick Cummins) e um treinador (Ryan Parson).

Outros três lutadores de destaque do Strikeforce foram mandados para lugares diferentes do Globo (com seus respectivos parceiros menos experientes e um treinador). O armênio Gerard Mousasi foi para Los Angeles (treinar na Kings MMA), o americano Luke Rockhold foi para o Japão (J-Rock) e o brasileiro Ronaldo Jacaré foi mandado com seu treinador Josuel Distak e o novato Fernando Betega para oito dias em San José (AKA).

Gringos foram “juntados” durante treino na Nova União – Foto: Marcelo Alonso

Como no Brasil o PVT era o site parceiro do Sherdog, Marcelo Alonso e Gleidson Venga ficaram encarregados de ciceronear e registrar a rotina de treinos e diversão de Miller, Cummins e Parson. O vídeo acima é uma compilação dos melhores momentos desta viagem que acabou tendo características totalmente distintas dos outros três grupos.

Além dos treinos nas principais equipes do mundo na época, Miller e Cummins também exploraram pontos turísticos cariocas – Foto: Marcelo Alonso

Além de treinar nas principais academias do Rio (RFT, BTT, Nobre Arte, Nova União, Gracie Barra e X-Gym), Miller e seu grupo também foram levados a alguns dos principais pontos turísticos alternativos da cidade (Pedra da Gávea, Prainha, ensaio na Mangueira e voo de asa delta). Ao final do vídeo, a figuraça Jason Miller mostra seu talento como compositor cantando sua versão de “Garota de Ipanema” com os melhores momentos daquela que ele considera até hoje como a “viagem da sua vida”.

RESENHA PVT em dose dupla tem Demian Maia na terça e Gilbert Durinho na quinta

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Lutador do UFC é um dos convidados desta semana - Foto: Marcelo Alonso
Lutador do UFC é um dos convidados desta semana – Foto: Marcelo Alonso

O RESENHA PVT está de volta esta semana, com direito rodada dupla para iniciar bem o ano de 2020: nesta terça-feira o convidado é Demian Maia, ao vivo, a partir das 21h; na quinta, é a vez de Gilbert Durinho, também ao vivo, a partir das 22h.

Você pode participar mandando comentários e perguntas. Para isto basta acessar o canal do PVT no Youtube, se inscrever e ativar o sininho de notificação.

De acordo com informações dos nossos parceiros do Combate.com, Demian Maia e Gilbert Durinho se enfrentam na luta coprincipal do UFC Brasília, programado para o dia 14 de março.

Primeiro Future MMA de 2020 coloca frente a frente duas promessas brasileiras

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Com a proposta de ser um evento no qual o poder emana do público, o Future MMA mantém sua filosofia para 2020, sempre com o intuito de dar oportunidades aos talentos brasileiros. A primeira edição do novo ano acontece no dia 17 de janeiro, em São Paulo, e, fazendo jus ao que foi supracitado, a luta principal fica a cargo de duas promessas que se destacaram no cenário do MMA nacional em 2019: os pesos-penas Gabriel Braga e Loibe de Oliveira Neto. 

Aos 21 anos e com quatro vitórias em seu cartel, sendo três por nocaute, o carioca Gabriel Braga vai para sua terceira apresentação no decágono do Future MMA, sempre garantindo vaga através da votação do público, o que lhe tornou um dos recordistas de popularidade do evento. Filho do veterano Diego Braga, Gabriel foi apontado como uma das grandes revelações do cenário brasileiro em 2018 e, em 2019, só solidificou seu status. 

Cinco anos mais velho que o adversário, Loibe de Oliveira Neto também venceu todas as quatro lutas profissionais que disputou na carreira,  sendo duas por nocaute, uma por finalização e uma por decisão. Aluno de André Dida, o curitibano faz sua estreia no decágono do Future, substituindo Mairon “A Lenda” Alves, que havia sido eleito pelo público para medir forças contra Gabriel Braga, mas precisou sair devido a motivos pessoais. 

“Em 2019, nosso primeiro ano, cumprimos nossa meta de ser a principal liga de desenvolvimento do MMA brasileiro. Demos oportunidades a quase 300 atletas das mais variadas regiões do país, fomos o evento que mais exportou lutadores para os grandes eventos internacionais – só para o UFC foram cinco – e, entre acertos e erros, tivemos um retorno positivo do nosso público. Para 2020 a pegada é a mesma, só que com ainda mais trabalho”, declarou o CEO do Future MMA, Jorge Oliveira. 

O primeiro card de 2020 ainda conta com nomes que se destacaram no cenário nacional em 2019 e que, se mantiverem a sequência positiva, podem representar o Brasil nos grandes palcos internacionais, como o meio-pesado Jailton Malhadinho, um dos atletas mais votados pelo público para integrar o elenco desta edição. Com cinco vitórias consecutivas, o baiano enfrenta o paraense Leonardo Black, que também entrou via apelo popular.

Invicto com oito vitórias e um empate, o peso médio Rodrigo Jones é outro nome brasileiro que pode alçar voos maiores em 2020. Garantido no card após superar o ex-PFL Anderson Big Bones no voto popular, o curitibano medirá forças contra o também votado Alexandre Silva, dono de um cartel de seis vitórias e uma derrota. Vale lembrar que essa derrota do paulista foi no Future MMA 6, para o agora atleta do UFC John Allan.

Pelos pesos-penas, o pesadelo iraniano Alireza Noei retorna ao decágono para tentar ampliar sua sequência de vitórias, que já chega a seis – foi derrotado apenas na estreia como profissional. Porém, seu desafio não é nada agradável: ele terá pela frente o experiente Thiago Manchinha, campeão do Shooto Brasil, do Juiz de Fora Fight e com uma vasta rodagem internacional.

Para ficar por dentro de todas as informações sobre o Future MMA, votar nos lutadores que você quer ver em ação – ajudando a casar os confrontos -, e assistir a todas as lutas ao vivo e com exclusividade, baixe o aplicativo do Future gratuitamente no Google Play ou na App Store. Além do Future MMA 11, a organização promete mais 10 eventos em 2020.

Confrontos adiados:

Antes programada para ser a luta principal desta edição, a disputa do cinturão peso-mosca – que ficou vago após a saída de Adriano Ramos -, entre João Alicate e Bruno Korea, precisou ser adiada para março devido a uma lesão do ex-TUF Brasil. Outro combate remanejado de card foi o dos pesos pesados Hugo Cunha e Luid Lima, que sofreu uma contusão poucos dias após a luta ser confirmada.

Future MMA 11

São Paulo

17 de janeiro de 2020

Peso-pena: Gabriel Braga x Loide de Oliveira Neto

Peso meio-pesado: Jailton Malhadinho x Leonardo Black

Peso médio: Alexandre Silva x Rodrigo Jones

Peso combinado (67,5kg): Alireza Noei x Thiago Manchinha

Peso meio-médio: Carlston Harris x Carlos Leal

Peso-pena: Fábio Henrique Nascimento x Luan Panterinha

Peso-palha: Ketlen Esquentadinha x Jessica Delboni

Peso-pena: Luigi Sorriso x Maicon Miller

Peso combinado (68kg): Robson Punk x Marcos Vinicius Sorriso

Peso leve: Elvis Caiçara x Cristiano Billy

Peso meio-médio: Pedro Machado x Lucas Bomba

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