Rudimar abre o jogo, revela histórias inéditas dos bastidores da Chute Boxe, do Pride, mágoa com Anderson Silva e desejo de treinar Paulão e Arona

O RESENHA PVT desta semana foi riquíssimo para quem gosta de se aprofundar nas história de bastidores do mundo da luta. Criador da Chute Boxe, Rudimar Fedrigo não mediu palavras e revelou histórias inéditas sobre os momentos mais marcantes de sua equipe, incluindo glórias e decepções.

O programa, com mais de duas horas de duração, está disponível na íntegra no vídeo acima e em nosso canal no Youtube. Acesse, se inscreva e ative o sininho de notificação para ficar por dentro de todo o nosso conteúdo.

Para Rudimar, uma das lutas mais marcantes da história da equipe foi a primeira em que Wanderlei Silva desbancou o até então carrasco dos brasileiros Kazushi Sakuraba, em 2001.

“O Sakakibara (presidente do Pride) parecia estar desapontado com o Sakuraba. Não sei se por questões financeiras…”, lembra. “Chega o Sakakibara com o intérprete e fala: ‘pode matar’, usou esse termo, um termo forte. Naquela luta foi liberado tiro de meta, pisão… Não sei o que aconteceu, mas sei que o serviço foi feito.”

O líder da Chute Boxe também não esconde as mágoas com as estrelas que saíram da equipe, incluindo Anderson Silva, que, para ele, é sua maior decepção.

“Uma pessoa que eu considero que não foi grata, foi ingrata, é o Anderson Silva. Uma pessoa que foi ingrata, e o que você pode fazer para uma pessoa que é ingrata? Nada”, desabafou. “Qual treinador que essa pessoa é fiel? Nenhum!”

Rudimar também relembrou os momentos mais tensos da rivalidade com a Brazilian Top Team nos áureos tempos de Pride FC e as pazes com os maiores desafetos da época, incluindo os então líderes da equipe carioca, Zé Mário Sperry e Bebeo Duarte. Ele também revelou o desejo de treinar dois dos maiores representantes.

“Como treinador, gostaria muito de treinar tanto o Paulão quanto o Arona.”