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Campeão do ONE minimiza derrota de Buchecha e elogia o brasileiro: ‘ele é uma lenda’

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Buchecha sofreu seu primeiro revés no MMA - Divulgação/ONE Championship

Dono do cinturão dos pesados e dos meio-pesados do ONE Championship, Anatoly “Sladkiy” Malykhin conferiu de perto o duelo entre o brasileiro Marcus Buchecha e o senegalês Oumar “Reug Reug” Kane, que aconteceu no dia 4 de agosto em Bangok, na Tailândia, pelo ONE Fight Night 13. Foram três rounds disputados, que acabou com a vitória de Reug Reug na decisão dos juízes. O russo não ficou impressionado com o vencedor e disse que os dois lutadores precisam trabalhar mais o condicionamento físico para competir em alto nível.

Buchecha sofreu seu primeiro revés no MMA – Divulgação/ONE Championship

“Não vou dizer que Buchecha foi pior nessa luta do que ‘Reug Reug’. Acho que essa luta poderia ter sido empate. Ambos estavam tão exaustos que nem conseguiam falar depois da luta. Eles precisam treinar de forma mais inteligente e melhorar o cardio para não ficarem exaustos assim”, analisou o campeão.

Embora “Reug Reug” tenha garantido a vitória, Malykhin realmente acredita que Buchecha poderia ter vencido com alguns pequenos ajustes. O rei da divisão dos pesados reconhece que o multicampeão mundial de Jiu-Jitsu tem apenas algumas lutas em sua carreira profissional de MMA. Com isso em mente, ele ainda vê Buchecha como um dos competidores mais promissores da categoria – e um provável desafiante ao título no futuro.

“Se o Buchecha tivesse um pouco mais de experiência e pudesse controlar as posições, desferir socos sem pressa, ele teria levado essa luta facilmente. Então, agora, o Buchecha precisa recomeçar. Ele é um lutador muito bom. Ele é uma lenda, e não é grande coisa que ele tenha perdido. Ele só precisa se recompor, voltar à academia e trabalhar duro, e acredito que um dia nossa luta vai lotar um estádio”.

Carlston Harris analisa vitória de virada no UFC

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Harris e sua equipe vibraram após a finalização - Foto: Divulgação/RFT

O guianês Carlston “Moçambique” Harris mostrou muita calma, frieza e resiliência para conquistar uma impressionante vitória de virada no último sábado (5) no UFC Sandhagen x Font, realizado na cidade de Nashville, no Tennessee. O atleta da Renovação Fight Team (RFT) começou perdendo os dois primeiros rounds, inclusive sobrevivendo a uma justa guilhotina, mas conseguiu dar a volta por cima no terceiro round e finalizou o norte-americano Jeremiah Wells com um triângulo de mão. O faixa-preta de Luta Livre contou como conseguiu manter a calma para encerrar a luta com a ‘especialidade da casa’.

Harris e sua equipe vibraram após a finalização – Foto: Divulgação/RFT

“Quem conhece a nossa equipe, sabe que a gente treina muito o triângulo de mão. Então, qualquer um que deixar o pescoço, vai perder o pescoço. Mas foi uma luta complicada. Eu tinha plena consciência que estava perdendo a luta. Eu mantive a calma com a ajuda do meu córner e sabia que precisava fazer algo diferente se quisesse vencer a luta, porque por pontos eu sabia que não ia ganhar. Ele chegou a encaixar uma guilhotina bem justa, mas eu defendi e senti que ele cansou. Ele é um cara que explode muito no round inicial. Então, aproveitei esse cansaço dele. Sou um cara frio, resistente e tenho uma boa leitura da luta. Eu mantive a calma e assim que ele me deu uma brecha, encaixei o triângulo de mão para conquistar essa grande vitória”, explicou Moçambique.

Essa foi a quarta vitória de Moçambique em cinco lutas pelo UFC na categoria dos meio-médios (até 77kg), mas sem dúvida foi a mais especial. O triunfo de virada rendeu ao guianês o bônus de 50 mil dólares pela performance da noite. E o pupilo de Márcio Cromado já sabe o que fazer com a grana extra.

“Foi muito bom receber esse bônus. Claro que a gente perde quase 30% pagando imposto, tem que pagar o empresário e os treinadores, mas ainda sobra alguma coisa para ajudar a minha família. Tenho alguns planos para essa grana extra, mas o principal é proporcionar coisas boas para a minha filha”, contou Carlston Harris que, apesar do grande triunfo, não acredita que vá entrar no top 15 da divisão.

“Foi uma grande vitória, mas eu não acredito que essa luta vá me colocar no ranking da categoria. Mas como eu disse antes, quem decide quem vai entrar no ranking é o UFC. Eu acho que ainda terei que fazer mais algumas lutas. Eu tenho 36 anos e sei que não sou um grande vendedor de PPV. Então, terei que nadar mais um pouco para entrar no ranking”, concluiu.

PAPO DE LUTA aborda documentário ‘Dos Samurais ao MMA – 500 Anos de Luta’ e resultados do UFC, PFL e ONE

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O PAPO DE LUTA abordou o lançamento do documentário DOS SAMURAIS AO MMA – 500 ANOS DE LUTA, que conta a história do jiu-jítsu desde a origem até o MMA dos dias de hoje. O programa também comentou os resultados do final de semana no UFC, PFL e ONE e também os pitacos do UFC Luque x Dos Anjos.

No mês em que completa 20 anos, Jungle Fight retorna ao Espírito Santo para sua 120ª edição

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Secretário José Carlos Nunes, Vitor Costa, governador Casagrande, Wallid Ismail, Erick Silva e Rimaldo de Sá durante reunião no Palácio Anchieta - Leonardo Fabri

Celebrando os recordes de audiência na TV Globo, o Jungle Fight vai desembarcar no Espírito Santo no dia 30 de setembro, mês em que completa 20 anos de sua histórica primeira edição. Wallid Ismail esteve no gabinete do governador capixaba Renato Casagrande na tarde desta quinta-feira (10/08), ao lado do secretário de esportes José Carlos Nunes e do ex-campeão e ex-UFC Erick Silva, para selar o retorno do maior evento de MMA da América Latina ao estado.

Secretário José Carlos Nunes, Vitor Costa, governador Casagrande, Wallid Ismail, Erick Silva e Rimaldo de Sá durante reunião no Palácio Anchieta – Leonardo Fabri

“O Espírito Santo já está voando no esporte em geral, agora vamos voltar a voar também no MMA. É uma alegria receber o Wallid, o Nunes, o Erick e o Vitor, que é o capixaba que vai lutar no dia 30 de setembro. Com certeza será uma grande apresentação e trará uma visibilidade enorme. O MMA voltou para o Espírito Santo”, destacou o governador Casagrande.

O palco do Jungle Fight 120 será o ginásio poliesportivo Presidente João Goulart, popularmente conhecido como Tartarugão, em Vila Velha. Esta será a terceira vez do evento na cidade. Sete dos atletas que se apresentaram nas duas anteriores, em 2010 e 2011, chegaram ao UFC, incluindo os capixabas Erick Silva, Marcelo Guimarães e Rodrigo Damm. Os outros foram Francisco Massaranduba, Renan Barão, Renato Moicano e Ednaldo Lula.

“Fizemos grandes eventos no Espírito Santo, e com o apoio do governador Casagrande e do secretário José Carlos Nunes, que são pessoas que sempre amaram o MMA, vamos voltar a fomentar as o MMA no estado. O Brasil é a terra da luta, e homens públicos que investem no esporte como ferramenta de inclusão social, como o governador Casagrande, é o que a gente precisa”, enfatizou Wallid. “Lutadores capixabas, treinem, porque a oportunidade imparcial voltou gigante para o Espírito Santo. No último evento que fizemos aqui, cinco lutadores foram para o UFC. Então treinem, estejam preparados”, avisou o presidente do Jungle Fight.

Escalado para defender a bandeira do Espírito Santo na luta principal da edição que marca o retorno da organização ao estado, o capixaba Vitor Costa, da cidade de Conceição da Barra, também esteve no gabinete do governador desta tarde. Guerreiro dentro e fora do cage, o lutador superou uma depressão e tentativas de suicídio para se tornar uma das promessas dos pesos médios no Brasil.

“O esporte me salvou. Se não fosse o MMA, o esporte, a oportunidade que meu mestre me deu, eu não estaria aqui agora. Tenho um amor por esse esporte e em setembro eu vou poder realizar parte do meu sonho, que é ser campeão do maior evento de MMA da América Latina, e na minha terra. Conto com a torcida de todos os capixabas. Vai ser uma guerra”, projetou Vitor, que vai disputar o cinturão de sua categoria contra o mineiro Rafael Cabeça.

Antes de retornar ao Espírito Santo, o Jungle Fight promove a sua 119ª edição, no dia 26 de agosto, na capital de São Paulo. Os destaques são as disputas do cinturão dos meio-médios, entre Arcângelo Anjo e Vanderlei Soul Glow, e dos pesos-palhas feminino, entre Faelly Vitória e Karina Caetano.

Absolvido após cinco anos preso, lutador de MMA quer retomar carreira: “Ser preso injustamente atrasou minha vida”

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Por Alan Oliveira

Em junho de 2018, Lucas “Perizinho” Rodrigues foi preso com outros dois suspeitos de espancarem até a morte Alexander de Paiva Azevedo, de 19 anos, num evento na quadra da escola de samba Caprichosos de Pilares, no Rio de Janeiro. Em julho deste ano, Perizinho ouviu a notícia que esperava há cinco anos: estava absolvido. Ao PVT, o lutador afirmou que quer recuperar o tempo perdido.

“Ser preso injustamente atrasou minha vida, minha carreira, trouxe muitos traumas psicológicos. Foram muitas oportunidades perdidas, como um contrato para lutar na Espanha. Agora só quero retomar minha vida e dar a volta por cima disso tudo, e farei isso!”, garantiu Lucas, citando os traumas no cárcere:

“Foi horrível, cela com super lotação, vaga para 64, mas tinha 160 presos dentro dela. Fui tratado como criminoso sendo inocente!”, lamentou Rodrigues.

Sentença absolvendo Perizinho

O processo assinado pelo juiz Gustavo Kalil mantém a acusação e a pena para Gilberto Antonio Casado Rosa, o Russão do Gelo. Porém, absolve Perizinho por não reconhecer a participação dele no crime. Na época da prisão, Lucas foi reconhecido por foto pela esposa da vítima.

“O delegado influenciou a esposa do Alexander mostrando uma foto minha com meu nome e apelido. Como ela sabia que eu estava no evento, associou e me apontou culpado sem saber, porque meus advogados provaram que ela nem estava no evento, como poderia ter visto alguma coisa? E quando o crime ocorreu, eu já tinha ido embora do evento. Os próprios acusados falaram que eu não estava lá. Então pretendo processar o Estado pelo erro, pela falta de profissionalismo, por não investigarem como deveriam”, criticou o acusado, ora absolvido.

Liberado pela Justiça, Perizinho treina na Caverna Team, em Pilares, Rio de Janeiro, e quer tomar a carreira o quanto antes.

“Até outubro estarei pronto. Estou treinando muito, só falta melhorar o gás. Mas os eventos já podem me procurar”, finalizou o atleta de 26 anos.

 

Leandro Higo volta ao Bellator após um ano e espera travar uma ‘guerra’ contra russo

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Leandro Higo não luta desde o ano passado - Divulgação/Bellator

Atleta da Pitbull Brothers, Leandro Higo volta ao cage circular do Bellator nesta sexta-feira (11) pela edição 298 do evento, que será realizado na cidade de Sioux Falls, em Dakota do Sul. Diante do russo Nikita Mikhailov, o potiguar da cidade de Mossoró vai em busca de sua quinta vitória na organização americana. O peso-galo brasileiro, que não luta desde junho do ano passado, disse que aproveitou o tempo sem lutar para adicionar algumas ferramentas ao seu jogo. E ele promete apresentar a sua melhor versão neste duelo e fazer uma verdadeira guerra contra o russo.

Leandro Higo não luta desde o ano passado – Divulgação/Bellator

“Com certeza essa luta vai ser uma guerra! Venho treinando desde o começo do ano esperando por uma oportunidade. Estou bem ansioso e feliz em fazer o que eu amo. Mudei muitas coisas no meu treinamento e não vejo a hora de colocar tudo o que treinei em prática. Minha intenção é vencer. Quero fazer uma boa luta que agrade não apenas aos fãs, mas que também me agrade. Treinei bastante para dar o meu melhor e buscar essa vitória. Minha expectativa é dar mais um passo à frente na categoria. Minha meta é chegar ao cinturão e, vencendo um cara duríssimo como o Nikita Mikhailov, isso me credencia a enfrentar um cara mais bem ranqueado da divisão”, disse Higo.

Leandro Higo vivia o seu melhor momento na organização com três vitórias seguidas, até ser parado em seu último confronto contra Danny Sabatello por decisão dos juízes. Para voltar a subir no ranking da divisão, ele sabe que o primeiro passo é derrotar o russo, que possui um cartel com nove vitórias, sendo três por nocaute, e duas derrotas. No Bellator, Nikita derrotou três oponentes e só perdeu uma única vez.

“Eu vinha de uma sequência de três vitórias contra grandes nomes da organização, e ele vem de vitória sobre um ex-campeão (Darrion Caldwell), que inclusive eu também já venci. Ele tem três nocautes na carreira, e eu também tenho o mesmo número de nocautes. O Nikita vem do Sambo, tem um jogo bem completo, mas ele dá brechas tanto em pé quanto no chão. Ele tem um bom nível de trocação, chuta bem, mas o ponto fraco dele é o chão, onde ele dá algumas brechas. Mas vou para impor o meu jogo e não para esperar o que ele pode me oferecer. Se depender de mim, essa luta não vai para a decisão dos juízes”, garantiu.

Botafogo Judô consegue mais uma boa colocação em evento da Federação do RJ

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Botafogo Judô vem colecionando boas colocações nos tatames - Foto: Divulgação

O Botafogo Judô conquistou o quarto lugar na 3ª etapa do Circuito Hajime da Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro, no último final de semana. O evento foi disputado por cerca de 1.300 judocas representando 200 agremiações.

Botafogo Judô vem colecionando boas colocações nos tatames – Foto: Divulgação

Segundo o sensei alvinegro Flávio, “a etapa competitiva representa o amadurecimento dos judocas das mais tenras idades, que começam a debutar no ambiente da FJERJ, no qual permite desenvolver o judoca na transição para atleta”.

E para o sensei Alexandre, “a etapa serve para dar hora de voo para os atletas de idades mais avançadas e também uma oportunidade para os atletas com menor graduação poderem estar competindo na federação”. 

O próximo compromisso do Botafogo Judô será o Campeonato Estadual por Equipes. Os judocas da Estrela Solitária também retornam ao Circuito Hajime para mais uma etapa ainda este ano.

Dez atletas e dez medalhas: equipe de Manaus dá show de jiu-jítsu

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Jovens atletas deram um show - Divulgação/White House

Realizado pela IBJJF na última semana, em Las Vegas (EUA), a Jiu-Jitsu Con foi o maior evento da modalidade do mundo, com mais de 10 mil competidores. E uma das atrações em meio às competições ficou por conta da Con Kids Jiu-Jitsu International, que contou com o brilho da White House Jiu-Jitsu School, de Manaus-AM.

Jovens atletas deram um show – Divulgação/White House

A equipe levou três atletas para o campeonato e conquistou três medalhas, sendo uma de ouro e duas de bronze. Um dos destaques da escola, especialista na formação de jovens atletas, o faixa-cinza Pietro Baseggio foi campeão meio-pesado no mirim 3 após vencer suas três lutas por finalização. Com o resultado, ele ainda segue no topo do ranking da IBJJF na sua categoria, peso por peso.

Ainda na faixa-cinza, mas no peso-pena, João Ricardo faturou o bronze, assim como o peso-médio Davi Diogo. A dupla, como Pietro, também briga pelo primeiro lugar do ranking nas suas divisões.

Um dos professores da White House Jiu-Jitsu School, o faixa-preta Diego Dutra acompanhou a equipe em Las Vegas e ressaltou a importância de uma preparação adequada em busca dos resultados positivos.

“Hoje contamos com uma equipe especializada de treinadores e profissionais em todas as áreas para que possamos nos manter competitivos, além do apoio fundamental de patrocinadores como a empresa MasterFrigo. O nível está cada vez mais alto nas categorias de base e nossa escola vem mostrando que o trabalho sério e a disciplina dos nossos atletas são fundamentais para o sucesso”, afirmou o professor da White House Jiu-Jitsu School.

Time se divide em busca de bons resultados

Além da competição nos EUA, a White House Jiu-Jitsu School mandou uma equipe para representá-los no Kids International da IBJJF, no Rio de Janeiro, dias 2 e 3 de setembro. Sob o comando dos professores Alcenor Alves e Lucas Campelo, os sete atletas escalados na competição faturaram três medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze.

Os destaques ficaram por conta do faixa-cinza Renan Lima no peso-médio do infantil 1, campeão após finalizar três duelos; o faixa-amarela Luís Henrique no peso-galo do infanto-juvenil 1; e o faixa-verde Gabriel Henrique no super-pesado do categoria infanto-juvenil , também com três finalizações.

Além do trio, o faixa-cinza João Pedro, e os faixas-amarela Hewerson Ulisses e Aguinaldo Neto faturaram a prata, enquanto a faixa-laranja Ira Lays ficou com o bronze no peso-médio infanto-juvenil 2.

Orgulhoso, Lucas Campelo enalteceu os resultados da equipe na competição no Rio: “Ótimo resultado! Trouxemos sete atletas e estamos voltando com sete medalhas, todos representaram muito bem o time, isso estimula e incentiva todos da nossa escola, estamos orgulhosos”.

Já Alcenor Alves, diretor-técnico da White House, completou: “Uma competição como essa de alto nível, tem que ter mais do que treinamento, tem que ter coração e nossos atletas mostraram muita garra e determinação para vencer. Estamos bem contentes e vamos dar seguimento nos treinamentos para que eles fiquem ainda melhores. Na nossa escola um dos nossos objetivos é fazer com que os nossos alunos através das competições possam adquirir habilidades que levarão para vida, uma delas é lutar até o final, e isso ficou bem evidente nessa competição”, encerrou.

Patrício Pitbull passa por cirurgia na coluna e só volta aos cages em 2024

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Patrício foi operado no domingo - Arquivo pessoal

Campeão peso-pena do Bellator, Patrício Pitbull vinha sofrendo fortes dores na cervical com dormência e perda de força nos braços, causada por uma hérnia de disco cervical no nível C6/C7. Para corrigir a lesão, o potiguar foi operado no último domingo (6) pelo neurocirurgião de coluna Dr. Marco Moscatelli e sua equipe da clínica Neurolife. A cirurgia, que ocorreu no hospital São Lucas, em Natal, foi um sucesso, e a previsão é que Patrício volte a lutar em seis meses.

Patrício foi operado no domingo – Arquivo pessoal

“Durante o procedimento, com uma mínima manipulação das estruturas e da hérnia, foi notado uma queda de potencial no membro inferior esquerdo, o mesmo que Patrício sentiu fraqueza durante a luta, corroborando com a hipótese dele de que seu problema nas duas últimas lutas vinha deste problema na coluna cervical. O nervo e a medula dele estavam tão comprimidos que qualquer movimento brusco com a cabeça apertava o nervo e a medula. E os dois comprimidos podem acarretar em perda de força do pescoço para baixo, ele poderia até ter consequências mais graves se não houvesse a intervenção cirúrgica”, disse o Dr. Marco Moscatelli, um dos neurocirurgiões mais renomados da América, explicando como foi o procedimento cirúrgico.

“Foi realizada uma incisão de 7mm na parte posterior do pescoço, onde, com o auxílio de um endoscópio e materiais delicados, foi acessada a coluna com a remoção completa dos fragmentos de disco, proporcionando assim a liberação da raiz nervosa comprometida e, instantaneamente, notou-se uma melhora inicial das funções do nervo acometido”, explicou o Dr. Marco.

A cirurgia levou um hora e Patrício recebeu alta quatro horas depois. Ele agora vai começar o tratamento para voltar o quanto antes aos treinos. Patrício começou a sentir os efeitos da lesão com mais intensidade durante o seu camp para a luta contra Sergio Pettis pelo cinturão dos galos. Mesmo assim, ele decidiu manter a luta. Em seguida, ainda sem saber se teria que passar por cirurgia, ele decidiu aceitar uma luta no Japão faltando apenas quatro dias para o evento.

“Eu vinha sentindo essa compressão quando recebia os golpes nas lutas, e vinha sentido dormência e fraqueza nos braços e nas pernas. Evitei essa cirurgia porque depois que a gente faz, não tem como voltar atrás e haviam riscos envolvidos, como não retornar a lutar. Acabei sendo muito conservador e paguei o preço. Eu nunca tinha perdido duas lutas seguidas e nunca tinha sido nocauteado em 19 anos como profissional. Minha única saída foi fazer a cirurgia. Graças a Deus e à capacitação da equipe médica, o problema foi corrigido e tenho certeza que vou voltar mais forte para defender o meu cinturão e fazer uma revanche contra o Pettis pelo título dos galos e outra contra o japonês Chihiro Suzuki numa defesa do meu título dos penas do Bellator. Agradeço ao Dr. Marco e toda a sua equipe. O pós-operatório foi ótimo. Me sinto muito bem e motivado para conseguir a recuperação total e voltar o quanto antes aos treinos”, concluiu o campeão.

John Lineker mira trilogia contra Fabrício Andrade no ONE

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Linekerluta nesta sexta (Foto: Divulgação)

Ex-campeão peso-galo do ONE e atual número um do ranking da categoria, John Lineker protagonizou uma grande virada para voltar a vencer na organização asiática. Após sair perdendo a luta contra o sul-coreano Kim Jae Woong na última sexta-feira (4) pelo ONE Fight Night 13, realizado em Bangkok, na Tailândia, o paranaense conseguiu um nocaute espetacular faltando apenas quatro segundos para terminar a luta. Lineker admitiu que ficou surpreso com a estratégia do sul-coreano, mas seguiu o conselho de seu córner para acreditar na vitória até o final.

Lineker voltou a vencer (Foto: Divulgação)

“Foi muito gratificante conquistar essa vitória. Estou muito feliz por voltar a vencer. Confesso que ele me surpreendeu, pois eu não esperava que ele fosse me derrubar. Fiquei surpreso quando ele me derrubou, mas eu tenho um instrutor de Jiu-Jitsu muito bom. Consegui sobreviver e a luta virou a meu favor. Eu tentei nocauteá-lo até o fim. Meus treinadores me disseram que eu tinha que continuar. Eu sempre busco o nocaute. Não gosto de deixar a luta nas mãos dos juízes. Eu não sabia que faltavam quatro segundos para o final, mas meu córner estava me dizendo: ‘Acredite, acredite, acredite’. E o nocaute veio”, contou o ex-campeão.

Agora, de volta ao caminho das vitórias, Lineker só tem em mente uma revanche contra Fabrício Andrade. Após o início empolgante no ONE – uma sequência de quatro vitórias que o levou ao trono do peso-galo – sua sorte mudou quando ele enfrentou o compatriota. Lineker perdeu o cinturão quando não bateu o peso em sua primeira luta contra Fabrício, em outubro de 2022. Depois de se contentar com um no contest naquela noite, ele foi derrotado em sua revanche pelo cinturão, que ficou vago, no início deste ano.

“Estou aqui para ser campeão. Estou aqui para recuperar o que é meu. Então, com certeza eu quero enfrentar o Fabrício Andrade novamente. Se eu lutar com ele novamente, vou mostrar a ele do que sou capaz”, garantiu Lineker.

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