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Campeão no Europeu, Rudson destaca parte fé e parte mental

Rudson é um dos astros da nova geração – Foto: Vitor Freitas

O manaura Rudson Mateus, 23 anos, chegou lá. Há duas semana, em Odivelas, Portugal, o faixa-preta de Caio Terra foi dominante entre os meios-pesados, ao vencer três lutas – sendo duas delas por finalização.  Numa categoria recheada de craques campeões mundiais como, por exemplo, Claudio Calasans (Atos), primeiro rival em sua chave, Rudson “sentiu-se em casa”, algo diferente que, a seguir, ele cita com suas próprias palavras.

“Nesse Europeu, eu me senti muito em casa, acredita? Eu nunca tinha me sentindo tão bem comigo naquele lugar. Estava feliz em estar mais um ano ali, brigando, mas só que dessa vez foi diferente e fui campeão! O título me deu muita confiança para as próximas competições e acredito que eu farei o Grand Slam da IBJJF”, aposta Rudson, antes de comentar o estilo finalizador, que arrancou aplausos do público presente, quando finalizou Horlando Monteiro (Kimura) e Gabriel Almeida (Checkmat), ambos no armlock.

“Sobre as finalizações, eu sou um cara que entro mais com esse intuito. Não curto ficar segurando luta, eu quero dar show ao público. Eu quero mostrar que a finalização vem se você buscar”, explica.

O título europeu marca primeira medalha dourada de Rudson em 2019, logo após de vir de boa campanha no King of Mats, em Abu Dhabi. As lições adquiridas na capital dos Emirados Árabes o fizeram ir mais ligado para Portugal.

“O Grand Slam e o King of Mats foram dois eventos de aprendizado. Voltei para casa com cabeça super boa, feliz com o desempenho e eu sabia que eu podia ter vencido lá também, mas nem tudo é como a gente quer. Eu sabia que esse Europeu não seria fácil, pois de quebra eu tinha pela frente o campeão Calasans… Mas em momento algum eu deixei isso me influenciar, pois para eu ser o melhor, eu tenho que vencer os melhores”, diz Rudson, que também fez questão de falar sobre sua parte mental.

“Eu me preparei muito bem para esse torneio. Eu estava confiante em vencer, eu precisava dessa vitória. Eu coloquei na minha cabeça que eu ia ser campeão!”, encerra Rudson.

Contra José Aldo, Renato Moicano se sente ‘um gringo que veio lutar no Brasil’

Contra Aldo, Moicano se sente um ‘um gringo no Brasil’ – – Foto: Acervo Pessoal / Moicano

No próximo, sábado José Aldo e Renato Moicano fazem um dos muitos duelos entre brasileiros no UFC Fortaleza. Entretanto, por toda a história do ex-campeão, tudo indica que a maior parte da torcida estará a seu favor. É o que espera o atleta da American Top Team, que garante estar tranquilo quanto a isso.

“Um ex-campeão merece todos os méritos e a torcida vai estar toda para ele. Mas eu não me intimido, sempre lutei contra adversários na casa deles e eu estou me sentindo assim, um gringo vindo para o Brasil lutar. A torcida com certeza vai estar do lado dele, mas muita gente também aposta na renovação”, disse Moicano ao PVT.

Apesar da pouca diferença de idade – Aldo tem 32 e Moicano, 29 – quando o brasiliense estreou no MMA profissional, o manauara já era campeão do WEC. Por isso, para Moicano, o duelo tem um sabor especial.

“É engraçado. Desde o começo eu sempre pensei em lutar com os melhores. E eu lembro das pessoas falando do José Aldo e que eu nunca lutaria com ele, porque eu ainda estava começando e ele já era um grande campeão. Então é a realização de um sonho.”

Número 5 do ranking dos penas, Renato Moicano acredita que uma boa vitória contra o ex-campeão mais dominante da história da categoria pode lhe credenciar à disputa de título. Apesar disso, ele garante o foco no compatriota.

“É uma luta difícil, de dois caras completos, com ferramentas tanto em cima quanto embaixo, ou seja, ninguém pode piscar. Uma vitória com certeza vai render o title shot, mas agora eu estou focado somente no José Aldo.”

UFC Fortaleza

Sábado, 02 de fevereiro de 2019

CARD PRINCIPAL (23h, horário de Brasília):
Peso-galo: Raphael Assunção x Marlon Moraes
Peso-pena: José Aldo x Renato Moicano
Peso-meio-médio: Demian Maia x Lyman Good
Peso-leve: Charles do Bronx x David Teymur
Peso-meio-pesado: Johnny Walker x Justin Ledet
Peso-palha: Livinha Souza x Sarah Frota

CARD PRELIMINAR (20h, horário de Brasília):
Peso-médio: Anthony Hernandez x Markus Maluko
Peso-mosca: Mara Romero Borella x Taila Santos
Peso-meio-médio: Thiago Pitbull x Max Griffin
Peso-pesado: Júnior Albini x Jairzinho Rozenstruik
Peso-galo: Ricardo Carcacinha x Said Nurmagomedov
Peso-mosca: Magomed Bibulatov x Rogério Bontorin
Peso-pena: Geraldo de Freitas x Felipe Cabocão

De volta ao posto de campeão, Adriano Moraes sonha com edição One no Brasil: ‘Quem sabe?’

Adriano Moraes fez 2 a 1 na trilogia - Foto: One/Divulgação
Adriano Moraes fez 2 a 1 na trilogia – Foto: One/Divulgação

Ovacionado pela torcida presente em Manila, nas Filipinas, Adriano Moraes recuperou o cinturão do dominou Geje Eustaquio na trilogia, recuperou o cinturão peso-mosca e, mais uma vez, fincou a bandeira do Jiu-Jitsu no palco do One Championship.

“A luta foi sendo desenvolvida muito bem, eu o mantive acuado o tempo, até que, no quarto round, eu encaixei uma chave de joelho nele muito forte e ele deixou machucar o joelho dele para não bater. Mas ele foi muito guerreiro e não bateu. Eu acredito que fiz tudo certo, usei meu Jiu-Jitsu nele ali, mas infelizmente ele não bateu”, analisa Moraes, que agora acumula 18 vitórias e apenas três revés na carreira.

Adriano também aproveitou para falar da importância do Jiu-Jitsu na sua carreira e no MMA.

“O Jiu-Jitsu é muito importante para os atletas de MMA, não que seja o pilar mais importante, mas acredito que sem o Jiu-Jitsu fica muito difícil ter uma carreira sólida. O Jiu-Jitsu, sem dúvidas, é uma das artes marciais que mais se desenvolve no MMA e, com certeza, o atleta que tem o Jiu-Jitsu forte sabe usar no MMA e vai longe.

No plantel do One Championship desde 2013, Adriano acompanha de perto a evolução da organização. A seguir, o faixa-preta comenta a chegada dos ex-UFCs como, por exemplo, Demetrious Johnson e Eddie Alvarez.

“Eu trabalho aqui há bastante tempo e estou vendo o crescimento bem de perto. É uma organização que presa pelos verdadeiros valores das artes marciais. Aqui todo atleta é valorizado e existe um monte de lutador que quer migrar para o One. Quem sabe a gente não vê uma edição do One FC nos Estados Unidos ou no Brasil. A marca One está mais valorizada e cada vez mais as lutas estão mais competitivas”, encerra o campeão.

Sarah Frota elogia adversária, mas promete ‘show da Treta’ em estreia no UFC

Invicta no MMA, a lutadora encara Livinha Souza no card deste sábado em Fortaleza - Foto:
Invicta no MMA, a lutadora encara Livinha Souza no card deste sábado em Fortaleza – Foto:

Sarah Frota sempre gostou de praticar esportes, e na época do colégio experimentou um pouco de tudo. Dos 7 aos 14 anos ela fez judô, capoeira, vôlei e futebol. Mas apenas aos 20 anos ela descobriu o Jiu-Jitsu, modalidade que a levou ao MMA. Agora, aos 31 anos, ela fará a sua estreia no maior evento de artes marciais do mundo. Neste sábado, dia 2 de fevereiro, a goianiense debuta no UFC, que será realizado em Fortaleza, contra a compatriota Livinha Souza, ex-campeã do Invicta FC.

“Estou bem confiante para essa estreia. Com certeza será uma luta dura e digna do show que acontecerá no UFC Fortaleza. A Livinha é uma atleta muito dura, é faixa preta de Jiu-Jitsu e tem uma trocação alinhada. Além disso, ela é ex-campeã do Invicta FC, que é o maior evento de MMA feminino do mundo. Estou bem feliz com a oportunidade de enfrentar alguém do cacife dela já na estreia. Gosto de grandes desafios, pois eles me motivam a ir cada vez mais longe”, declarou Sarah.

Sarah, que conquistou o contrato após vencer no Dana White’s Contender Series, está invicta no MMA. Até agora foram nove lutas e nove vitórias, sendo cinco delas por finalização e duas por nocaute. A atleta da Astra Fight Team minimiza o fato de estar invicta e foca apenas em fazer uma boa apresentação no octógono.

“Não me prendo tanto a essa lance de ser invicta. No começo isso pegava mais na minha cabeça, mas agora penso que tudo é fruto do nosso trabalho. Se algum dia vir a acontecer uma derrota, isso faz parte da competição. Todos estão sujeitos a derrota, então tento apenas treinar o máximo possível e chegar lá na minha melhor forma. O resto só no cage pra saber”, analisou Sarah.

Sobre a ansiedade de lutar pela primeira vez em um card do UFC no Brasil, Sarah “A Treta”, como é conhecida no MMA, garante que a felicidade de estar no maior palco de artes marciais do mundo é maior que a sua apreensão pela estreia.

“Estou feliz e tranquila. Acredito que essa oportunidade foi fruto do trabalho de formiguinha que já venho fazendo há vários anos, sempre treinando e me doando ao máximo. Graças também a dedicação e apoio dos meus treinadores, empresários, da minha esposa, equipe, amigos e família consegui chegar ao maior evento de lutas mistas do mundo que é o UFC. Claro que a ansiedade existe, mas me vejo mais feliz do que ansiosa. Sonhei muito com esse momento, então agora eu só penso em lutar bem, me divertir e dar um show digno da ‘Treta’ para a galera em Fortaleza”, concluiu.

UFC Fortaleza

Sábado, 02 de fevereiro de 2019

CARD PRINCIPAL (23h, horário de Brasília):
Peso-galo: Raphael Assunção x Marlon Moraes
Peso-pena: José Aldo x Renato Moicano
Peso-meio-médio: Demian Maia x Lyman Good
Peso-leve: Charles do Bronx x David Teymur
Peso-meio-pesado: Johnny Walker x Justin Ledet
Peso-palha: Livinha Souza x Sarah Frota

CARD PRELIMINAR (20h, horário de Brasília):
Peso-médio: Anthony Hernandez x Markus Maluko
Peso-mosca: Mara Romero Borella x Taila Santos
Peso-meio-médio: Thiago Pitbull x Max Griffin
Peso-pesado: Júnior Albini x Jairzinho Rozenstruik
Peso-galo: Ricardo Carcacinha x Said Nurmagomedov
Peso-mosca: Magomed Bibulatov x Rogério Bontorin
Peso-pena: Geraldo de Freitas x Felipe Cabocão

Brasileiro supera perrengue em voo e conquista cinturão de MMA na Coreia do Sul

Catarinense está escalado para enfrentar Sang Soo Lee no evento Angel's Fighting 10 - Foto: Focados no Tatame
Giácomo Lemos precisou dormir no banheiro do avião para chegar a Seoul e lutar no Angel’s Fighting – Fotos Divulgação / AFC

Vinte mil quilômetros de distância, três conexões e mais de 30 horas de voo. O catarinense Giácomo Lemos precisou encarar uma verdadeira maratona para chegar a Seoul, na Coréia do Sul, onde disputou o cinturão do Angel’s Fighting 10, realizado na última segunda-feira (28), contra o coreano Sang Soo Lee. O “Viking” nocauteou o adversário e faturou o título dos pesados, mas o maior desafio não foi a luta e sim o drama que passou no voo para chegar ao seu destino final. Com 1,90 metro, ele foi colocado na classe econômica e precisou alternar momentos em pé no corredor com cochilos no banheiro da aeronave.

“A viagem foi desastrosa, cheguei a dormir no banheiro do avião, e alternava com trechos em pé, pois sou muito grande e me mandaram passagem para ir de econômica. O voo estava lotado e eu não tinha como ser realocado. E o drama só aumentou quando eu cheguei. Eu mal tive tempo de descansar. A organização já me colocou para fazer promoção da luta e tive que pesar duas vezes, uma pela manhã e outra a tarde. No dia seguinte, um dia antes da luta, passei quase que o dia todo gravando o vídeo promocional e ensaiando a entrada. E ainda teve o frio. Nos deslocamentos para as filmagens, nos colocavam na calefação e depois nos faziam sair em uma temperatura de 10 graus negativos. Mas isso não me atrapalhou, pois eu me alimento muito bem e estava com a imunidade boa”, contou o atleta da equipe Rangel Farias e Tonicão Team.

Além de todo o perrengue no voo, o brasileiro havia sido chamado para o combate faltando apenas 20 dias para o evento. Com o pouco tempo de treino e tudo o que enfrentou até o dia da luta, o brasileiro avalia a sua atuação como mediana.

“Minha atuação foi mediana. Apesar de ter trazido o cinturão, eu estava com 50% da minha capacidade física devido a viagem. Também não tive um camp adequado, pois fiquei sabendo que iria lutar com 20 dias de antecedência. Me senti muito pesado e não estava com o meu melhor percentual de gordura. No dia da luta, era nítido o cansaço no trabalho de aquecimento”, explicou Giácomo, que se viu obrigado a mudar a sua tática de luta para sair com a vitória.

“Precisei mudar a estratégia de luta em cima da hora devido ao cansaço. Eu ia fazer um trabalho de grade com ele, para não trocar no começo, pois é onde ele teria mais chances, tanto que me abriu um rasgo enorme na minha testa. Como eu estava muito desgastado fisicamente, se eu fosse fazer esse trabalho de isometria de grade para cansá-lo, e ele tem um bom jogo de Sambô, era capaz de ficar mais desgastado ainda. Então entrei para decidir na trocação logo no primeiro round, pois eu sabia que os próximos seriam mais difíceis devido ao desgaste”, disse o catarinense, que venceu por nocaute técnico, com o adversário não conseguindo voltar para o terceiro round.

A vitória veio no sufoco. Mas o cinturão quase não vaio na mala com Giácomo. “Não queriam me deixar levar o cinturão. Estava tudo pronto para a vitória do Sang Soo Lee, mas joguei água no chope deles. Mas, depois de muita burocracia, consegui levar o cinturão. No final da luta, nem atendido pelos médicos eu fui”, relatou.

Próximos passos

Já de volta a Florianópolis depois de um novo perrengue no voo para voltar para casa, Giácomo agora faz planos para o futuro. Invicto no MMA com cinco lutas e cinco vitórias, sendo quatro por nocaute e uma por finalização, o catarinense acredita que já tem bagagem para lutar em eventos como o UFC e o Bellator.

“Com um camp adequado eu já poderia tranquilamente lutar a preliminar de um evento grande como o UFC ou o Bellator. Eu quero seguir evoluindo muito. Agora vou recuperar algumas pequenas lesões para ficar pronto para uma próxima luta. Acredito que após todas dificuldades enfrentadas na Ásia, ganhei ainda mais experiência, e me senti muito a vontade dentro do octógono”, concluiu.

UFC Fortaleza – Parte 5: apesar de ter perdido a primeira luta entre eles, Marlon Moraes é favorito nas cotas do OddsShark diante de Raphael Assunção

Foto: UFC
Foto: UFC

Neste sábado (02 de fevereiro) a cidade de Fortaleza vai parar para assistir a grandes lutas no UFC. Realizado no Centro de Formação Olímpica o Nordeste, a 144ª edição do Fight Night contará com um total de 16 lutadores brasileiros, incluindo as duas principais lutas, que serão entre Raphael Assunção x Marlon Moraes e Renato Moicano x José Aldo. Durante a semana preparamos um especial em quatro partes contando tudo sobre as principais lutas para você fazer suas apostas esportivas. Falamos sobre Thiago Alves x Max Griffin, Charles do Bronx x David Teymur e Demian Maia x Lyman Good, dentre outros confrontos, mas hoje é a vez de você saber mais sobre o grande embate da noite, entre Assunção e Moraes. Na verdade, trata-se de uma revanche, e promete ser de tirar o fôlego. Apesar de os juízes, por decisão dividida, terem considerado que ele perdeu na primeira luta, Marlon é considerado o favorito neste reencontro, segundo as cotas do Oddsshark.com. Com sua vitória valendo R$2,55, investir em Raphael pode ser uma manobra muito interessante. Quer saber mais? Então confira a nossa análise!

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,53) Marlon Moraes x Raphael Assunção (R$2,55) – Palpite: vitória de Marlon Moraes

Marlon Moraes

Conhecido pelo seu muay-thai de altíssimo nível e alto poder de nocaute baseado em muita agressividade e contundência, o atleta natural de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, venceu seus últimos três confrontos e, apesar de estar no UFC há apenas um ano e meio, já chama a atenção do mundo do MMA. Sua estreia na organização foi em junho de 2017, justamente contra Raphael Assunção. Após um combate muito equilibrado, cheio de altos e baixos para os dois lados, os juízes decidiram que Assunção tinha sido melhor.

Desde então Marlon subiu mais três vezes no octógono mais famoso do planeta e foi soberano. Diante de Aljamain Sterling e Jimmie Rivera, por exemplo, o nocaute não demorou nem dois minutos se somadas as duas lutas. Foram exibições que encheram os olhos de Dana White e o colocaram ocupando a 4ª colocação dos pesos galo.

Aos 30 anos de idade, Magic, como é conhecido, tem um cartel de 27 lutas, sendo 21 vitórias, cinco derrotas e um empate. Dez das duas vitórias foram por nocaute, cinco por finalização e seis por decisão, ao passo que em duas derrotas ele acabou beijando a lona, em duas foi finalizado e uma os juízes entenderam que ele levou prejuízo.

Seu estilo de luta é de muita intensidade e combinação nos golpes explorando sua alta velocidade e precisão. Trata-se de um atleta diferenciado e capaz de derrubar qualquer na categoria. O fato de ter perdido a primeira luta e desejar uma revanche também conta para ele ser o favorito nas apostas online.

Raphael Assunção

O pernambucano Raphael Assunção é mais conhecido por sua força física e eficiência nas finalizações. Dono de um gás muito acima da média, o atleta é capaz de colocar pressão constante nos adversários, fazendo com que geralmente os juízes o enxerguem como o melhor lutador do embate. Tanto que 13 das duas 27 vitórias vieram por decisão dos juízes. Ele também soma 10 finalizações e apenas quatro nocautes. Dentre as suas cinco derrotas, três foram por decisão e uma para finalização e nocaute.

Faixa preta de jiu-jitsu, Assunção ocupa a 3ª posição do ranking do UFC, organização na qual faz parte desde 2011. Sua trajetória na maior organização de MMA do mundo é gloriosa até o momento, incluindo triunfo sobre o atual campeão, T.J. Dillashaw (mais tarde, em revanche, ele acabou sendo derrotado). Com 36 anos, mais experiente e com mais tempo de casa, Raphael sabe que essa é a sua grande oportunidade de completar a trilogia com Dillashaw e, por isso, tem prometido dar tudo de si diante de Marlon Moraes. Azarão nas cotas do Oddsshark.com, o pernambucano deve ter a maioria na torcida e isso pode ser um ótimo reforço para quem decidir investir em sua vitória.

Palpite

São estilos de luta muito diferentes. Marlon é nocauteador, preza pela luta em pé e é muito agressivo. Raphael se sobressai na força física e na eficiência, sempre explorando o cansaço dos oponentes. Ambos possuem muito talento e têm o que é preciso para se tornarem campeão um dia. Se Marlon luta por sua revanche tão esperada, Assunção entra no octógono consciente de que essa é a sua grande oportunidade na carreira. Apostar em qualquer um dos dois faz muito sentido. É bastante tentador investir no azarão, uma vez que R$100,00 renderão lucro líquido de R$155,00. Ainda assim, vejo mais opções de vitória para Moraes, especialmente por ele ser considerado um dos melhores do mundo na luta em pé. Por isso, meu palpite é de triunfo do favorito!

Cotas para o UFC Fight Night 144 realizado neste sábado (02 de fevereiro)

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,53) Marlon Moraes x Raphael Assunção (R$2,55) – Palpite: vitória de Marlon Moraes

Peso-pena (até 65,7kg) – (R$1,71) Renato Moicano x José Aldo (R$2,10) – Palpite: vitória de José Aldo

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,57) Demian Maia x Lyman Good (R$2,45) – Palpite: vitória de Lyman Good

Peso leve (até 70,3kg) – (R$1,83) David Teymur x Charles do Bronx (R$1,91) – Palpite: vitória de Charles do Bronx

Peso meio-pesado (até 92,9kg) – (R$1,44) Johnny Walker x Justin Ledet (R$2,80) – Palpite: vitória de Johnny Walker

Peso mosca (até 52.2kg) – (R$1,42) Livinha Souza x Sarah Frota (R$2,70) – Palpite: vitória de Livinha Souza

Peso médio (até 83,9kg) – (R$1,54) Anthony Hernandez x Markus Maluko (R$2,50) – Palpite: vitória de Anthony Hernandez

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,63) Taila Santos x Mara Maravilha (R$2,30) – Palpite: vitória de Taila Santos

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,44) Max Griffin x Thiago Alves (R$2,75) – Palpite: vitória de Thiago Alves

Peso-pesado (até 120,2kg) – (R$1,87) Jairzinho Rozenstruik x Júnior Albini (R$1,88) – Palpite: vitória de Júnior Albini

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,83) Ricardo Ramos x Said Nurmagomedov (R$1,91) – Palpite: vitória de Said Nurmagomedov

Peso mosca (até 56,7kg) – (R$1,22) Magomed Bibulatov x Rogério Bontorin (R$4,25) – Palpite: vitória de Rogério Bontorin

 

 

Batarelli revela episódios inéditos sobre rivalidade com Zorello, luta com Rei Zulu e ‘suicídio’ de ex-presidente do Pride

https://www.youtube.com/watch?v=OV47FNJDLR8

O RESENHA PVT dessa terça-feira está imperdível. O programa, que foi ao ar ao vivo, está disponível na íntegra em nosso canal no youtube. O convidado foi o empresário Sergio Batarelli, importante figura dos bastidores dos esportes de contado do Brasil.

Em mais de 2 horas de bate-papo, Batarelli falou sobre os fatores que, para ele, foram determinantes para a crise do MMA brasileiro. Ele também falou do problema que o UFC pode enfrentar caso entre na Ali Act, lei que impede o monopólio dos eventos.

Sobre sua luta contra Rei Zulu, no longínquo ano de 1984, Batarelli disse que soube depois que o duelo serviu como uma espécie de teste, promovido por Robson Gracie, para ele enfrentar Rickson. Como foi finalizado com uma guilhotina, o duelo contra o Gracie jamais aconteceu.

“Na época, eu não fazia a mínima ideia do que era uma guilhotina. Depois eu fui treinar Jiu-Jitsu. O que passou na minha cabeça? Vou dar soco no saco dele (Rei Zulu), ninguém estava de coquilha. Lembro de ter dado dois, senti as bolas dele esmagarem na minha mão. E ele não soltou. Na hora eu imaginei: vou enfiar a mão e vou esmagar. Valia tudo… Só que não deu tempo, eu apaguei”, narrou Batarelli. “No camarim o Hélio Gracie veio me cumprimentar: ‘você é dos meus, apaga mas não bate, um guerreiro!’ Guerreiro nada, eu perdi a luta.”

A rivalidade contra Paulo Zorello também foi assunto. Batarelli contou três episódios inéditos sobre a época em que estavam na ativa nos ringues. Em um deles, segundo sua versão, o rival teria se escondido dentro do banheiro durante um encontro marcado por um amigo em comum, que tentava promover as pazes.

“Entrei na sala de reunião, daqui a pouco entra quem? O Zorello. Quando ele entrou eu corri para cima, corri mesmo… Ele se trancou dentro da porra do banheiro. ‘Só luto dentro do ringue, quer brigar põe a luva, eu não sou brigão’. Ficou trancado lá e eu fui embora.”

Presente nos bastidores dos principais eventos de luta do mundo, o empresário brasileiro sabe como poucos o que acontecia por trás dos panos do extinto Pride. Idealizador do evento japonês, Naoto Morishita foi encontrado morto, enforcado por uma corda, depois do GP de 2003. Segundo Batarelli, o suicídio não foi tão espontâneo como foi noticiado.

“Algumas pessoas, não importa quem, elas não matam o cara, elas vão matando a família inteira, que é para o cara sofrer, e o último a morrer é o cara. O convite dele foi esse: você vai lá, se mata e está tudo bem, sua família vai ficar bem vai ter um dinheirinho, mas vaza que o negócio é nosso. Esse cara que emprestou o dinheiro nomeou o Sakakibara para ser o comandante.”

Atualmente atuando no ramo do Boxe, Batarelli fez projeções sobre as carreiras de seus principais atletas: Esquiva Falcão e Robson Conceição, que lutam no mesmo card do Boxing For You, dia 31 de março, no Portobello Resort, em Mangaratiba, Rio de Janeiro. O empresário também divulgou que irá lançar um livro e uma arena de lutas com capacidade para 700 pessoas em São Paulo, que ficará disponível para locação.

UFC Fortaleza – Parte 4: José Aldo encara promissor Renato Moicano e aparece como azarão no OddsShark

O UFC desembarca em Fortaleza neste sábado para a 144ª edição do Fight Night, que terá como luta principal a revanche entre Raphael Assunção e Marlon Moraes, pelo peso galo (até 61,2kg). O local escolhido foi o Centro de Formação Olímpica do Nordeste, e ele promete estar lotado para apoiar os 16 atletas tupiniquins que subirão no octógono mais famoso do mundo. Para muitos especialistas o grande momento da noite deve ser o confronto entre José Aldo e Renato Moicano, no peso-pena (até 65,7kg). Há alguns motivos para isso e hoje chegou a hora de você acompanhar a 4ª Parte das nossas análises que te deixarão mais pronto antes de você fazer suas apostas esportivas neste importante duelo. Você já viu o que esperar nos duelos entre Thiago Alves x Max Griffin, Charles do Bronx x David Teymur e Demian Maia x Lyman Good, então agora leia com atenção e corra para o Oddsshark.com para lucrar muito!

Peso-pena (até 65,7kg) – (R$1,71) Renato Moicano x José Aldo (R$2,10) – Palpite: vitória de José Aldo

Renato Moicano

Natural de Brasília, Renato Carneiro começou sua carreira profissional no MMA em 2010, no Jungle Fight. Logo de cara ele emplacou cinco vitórias consecutivas, até empatar com Felipe Froes no Shooto Brazil. Após mais três lutar no JF, o brasiliense foi contratado pelo UFC e estreou na organização, em dezembro de 2014, finalizando Tom Niinimaki no segundo round.

O ano seguinte, no entanto, marcou sua primeira e única derrota na carreira, e foi justamente contra um dos maiores nomes da categoria na atualidade: Brian Ortega. No terceiro round o talentoso atleta norte-americano aplicou uma guilhotina certeira em Renato. Entretanto, o ano de 2018 foi redentor para ele, que conseguiu duas vitórias importantes diante de Calvin Kattar e Cub Swanson. Hoje, Moicano – como é conhecido –, ocupa a 5ª posição do ranking da categoria.

Faixa preta em jiu-jitsu e em muay-thai, Renato se notabiliza por aliar agressividade e técnica como poucos. Com apenas 29 anos de idade, seu futuro no UFC é promissor e neste sábado ele terá a oportunidade de não apenas provar que pode ser um campeão, mas também – e principalmente – ocupar um lugar no coração dos fãs do MMA que durante muito tempo foi do próprio José Aldo. Existe algum favoritismo para ele nas apostas online e a verdade é que isso se justifica.

 

José Aldo

Apesar de ter 31 lutas em seu cartel com um total de 27 vitórias (16 nocautes, uma finalização e 10 decisões dos juízes) e apenas quatro derrotas (três nocautes e uma finalização), José Aldo tem apenas 32 anos. Impressiona o fato de ele estar no topo do cenário do MMA há pelo menos 10 anos, tendo vivido seu auge entre os anos de 2009 e 2014, quando foi nocauteado por Conor McGregor. Desde então sua carreira teve um enorme declínio, tanto que ele já admite que o duelo com Renato Moicano deve ser o último da sua vida.

Após sucumbir em apenas 13 segundos para o arquirrival McGregor, Aldo venceu Frankie Edgar com alguma tranquilidade. Entretanto, o ano de 2017 foi emblemático para o ex-campeão. Isso porque ele teve a chance de vencer Max Holloway em junho, no Rio de Janeiro, e acabou sendo nocauteado no terceiro round pelo havaiano. Inconformado com a derrota, Aldo voltou a enfrentar Holloway em dezembro do mesmo ano e a história foi exatamente a mesma, e o manauara foi nocauteado no terceiro round.

Essa sequência de derrotas abalou a confiança de José Aldo e é o principal motivo para que hoje, com apenas 32 anos, ele cogite seriamente a hipótese de se aposentar do MMA. Um lutador que já venceu nomes como Chad Mendes, Ricardo Lamas, Kenny Florian, Urijah Faber, dentre outros, e que sempre foi dominante com seu estilo de luta agressivo e repleto de combinações de golpes, parece mesmo estar chegando à sua reta final.

Palpite

É complicado avaliar o chão de José Aldo, uma vez que ele nunca foi finalizado (e dificilmente é derrubado) e só finalizou uma vez. Por isso, é possível afirmar que Renato Moicano é melhor no jiu-jitsu. Entretanto, a chance de a luta ir para o chão é muito pequena. Tudo indica que a o confronto vai ser decidido em pé. Neste quesito, temos que respeitar a história de um dos maiores nocauteadores da história do MMA.

A diferença de idade entre eles é pequena, mas a motivação é muito diferente. Moicano luta para conseguir uma chance de disputar o título e subir de patamar. Sem dúvidas que encarar Aldo é a coisa mais difícil que ele fará em sua carreira até o momento. Por outro lado, Aldo luta para terminar sua carreira por cima, o que nos leva a crer que ele não terá nada a perder. Há uma boa chance de vermos uma luta franca e, por isso, é muito difícil cravar o vencedor.

O palpite no Oddsshark.com vai ser de vitória do ex-campeão e baseado em dois motivos:

  • Por ser suas últimas lutas, acredito que ele deixará tudo o que tem dentro do octógono;
  • Sua maior experiência em grandes lutas lhe dá uma vantagem interessante na hora de saber dosar a intensidade e se poupar. Com a adrenalina a mil, isso pode ser uma carta na manga de Aldo;

Investimento de R$100,00 no azarão vai lhe render lucro líquido de R$110,00.

Cotas para o UFC Fight Night 144 realizado neste sábado (02 de fevereiro)

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,53) Marlon Moraes x Raphael Assunção (R$2,55) – Palpite: confira a parte 5

Peso-pena (até 65,7kg) – (R$1,71) Renato Moicano x José Aldo (R$2,10) – Palpite: vitória de José Aldo

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,57) Demian Maia x Lyman Good (R$2,45) – Palpite: vitória de Lyman Good

Peso leve (até 70,3kg) – (R$1,83) David Teymur x Charles do Bronx (R$1,91) – Palpite: vitória de Charles do Bronx

Peso meio-pesado (até 92,9kg) – (R$1,44) Johnny Walker x Justin Ledet (R$2,80) – Palpite: vitória de Johnny Walker

Peso mosca (até 52.2kg) – (R$1,42) Livinha Souza x Sarah Frota (R$2,70) – Palpite: vitória de Livinha Souza

Peso médio (até 83,9kg) – (R$1,54) Anthony Hernandez x Markus Maluko (R$2,50) – Palpite: vitória de Anthony Hernandez

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,63) Taila Santos x Mara Maravilha (R$2,30) – Palpite: vitória de Taila Santos

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,44) Max Griffin x Thiago Alves (R$2,75) – Palpite: vitória de Thiago Alves

Peso-pesado (até 120,2kg) – (R$1,87) Jairzinho Rozenstruik x Júnior Albini (R$1,88) – Palpite: vitória de Júnior Albini

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,83) Ricardo Ramos x Said Nurmagomedov (R$1,91) – Palpite: vitória de Said Nurmagomedov

Peso mosca (até 56,7kg) – (R$1,22) Magomed Bibulatov x Rogério Bontorin (R$4,25) – Palpite: vitória de Rogério Bontorin

Bruno Bastos analisa trilogia com ex-UFC e atual Bellator no Kasai Pro

Bruno também tem títulos no Brasileiro, Americano Nacional, Pan-Americano e Europeu da IBJJF. – Foto: Divulgação

Bruno Bastos, 38 anos, é um caçador de desafios. No próximo dia 2 de fevereiro, em Dallas, no Texas, o faixa-preta da Lead BJJ faz uma trilogia contra Tom DeBlass, ex-UFC, pelo Kasai Pro. Bruno, que já venceu Tom em duas oportunidades, relembrou os dois confrontos anteriores.

“Não acho que exista uma rivalidade. Temos um bom relacionamento. Acredito que sejamos dois caras que gostam de se testar, então toda vez que existe a possibilidade de uma boa luta, por quê não?”, reflete Bruno, antes de relembrar as vitórias sobre DeBlass.

“A trilogia faz sentido, pois foram duas lutas apertadas, em que apesar dos três juizes terem sido unânimes ao meu favor. Apesar disso, o Tom questionou, pois acha que deveria ter sido o vencedor. Ele tem um grande número de seguidores, então isso traz mídia para nossa luta. Além disso, estamos sendo pagos, então vamos competir e espero ter uma vitória ainda mais convincente dessa vez”, comenta Bruno.

Faixa-preta desde 2001, Bruno vive de perto a evolução do esporte e conta, na sua opinião, o porque das lutas sem kimono serem mais atrativas para o público.

“Acho que seja mais fácil para o publico leigo entender. Fica menos embolado na ausência de lapela, manga, etc. É mais agressivo com ataques de pé e pescoço. Eu adoro lutar sem kimono, prova disso é que acabei de conquistar meu quinto título mundial sem kimono master”, diz.

Para finalizar, Bruno conta que a motivação para continuar competindo está em casa, na alegria dos filhos e esposa.

“Adoro desafio. Amo competir. Enquanto tiver saúde e oportunidades, vou continuar me testando. Acredito que seja um bom exemplo para os meus filhos e alunos. Ganhar e perder faz parte da vida, então não vou me esconder atrás de resultados”, encerra Bruno Bastos.

Pronto para duelo com Assunção, Marlon Moraes garante: “Desta luta vai sair o melhor da categoria”

Foto: UFC
Assunção e Marlon farão a luta principal do evento neste sábado – Foto: UFC

Marlon Moraes sobe ao octógono neste sábado na luta principal do UFC Fortaleza em um clássico verde-amarelo contra Raphael Assunção. Radicado nos EUA há oito anos, Marlon garante que está pronto para o duelo, e que não será surpreendido pelo oponente.

“Os treinos foram muito bons, me sinto um outro atleta desde minha última luta, melhorei muito e vou mostrar isso no sábado”, disse o lutador em entrevista ao PVT, “Acho que toda luta tem suas dificuldades, mas trabalhei muito em todas as áreas para não ser surpreendido e impor meu jogo”.

O duelo deste sábado será uma reedição do combate que aconteceu no UFC 212, vencido por Assunção na decisão dos jurados. Naquela ocasião, o peso-galo fazia sua estreia no UFC, e espera que desta vez o resultado seja diferente.

“Acho que foi uma luta muito apertada entre dois dos melhores da categoria, e que foi decidida em detalhes. Espero que neste sábado eu seja mais decisivo e consiga me impor”, disse, “Acho que uma vitória sobre um cara como o Raphael por si só é uma grande vitória. Desta luta vai sair o melhor da categoria”.

O clássico brasileiro promete dividir a torcida cearense, e Marlon aposta que o público não vai se decepcionar com o duelo.

“Acho que essa luta trás os dois melhores da categoria, então o povo brasileiro que ter um campeão. A galera que vai sair ganhando, indendentemente do vencedor. Eu me preparei para sair vencedor e ser o representante do Brasil nesse próximo passo”, finalizou.

 

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