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Future FC promove sua 2ª edição nesta sexta, com transmissão ao vivo

Pesos-penas fazem a luta principal do evento - Foto: Vica Bueno
Pesos-penas fazem a luta principal do evento – Foto: Vica Bueno

A bruxa das lesões atacou em cheio a 2ª edição do Future FC, que acontece nesta sexta-feira no Clube 9 de Julho, em Indaiatuba-SP. Das 10 lutas anunciadas no lançamento do card, em janeiro, sete precisaram ser alteradas. A luta principal, entre os pesos-penas Joanderson Tubarão e Estabili Amato, está mantida. Presidente da organização, Lucas Lutkus comentou sobre os contratempos e o desafio de conseguir atletas em cima da hora para substituir os que precisaram sair.

“Em todos esses anos envolvido com eventos, seja como promotor ou matchmaker, eu nunca tinha visto nada igual. Quase todo dia alguém me ligava para dizer que estava machucado e não poderia lutar. Mas, felizmente, o Future, apesar de ser um evento novo, está sendo muito bem falado entre os lutadores e treinadores, então atleta querendo lutar não falta. Por isso foi muito tranquilo repor o card sem perder a qualidade”, explicou.

A pesagem oficial aconteceu na manhã desta quinta-feira no hotel Travel Inn Wise Indaiatuba, onde os atletas estão hospedados. A cerimônia aberta ao público e com as últimas encaradas foi realizada realizada no início da noite. Apenas Kleverson Sampaio, que entrou no card nessa segunda-feira, substituindo seu parceiro de treino Ismael Marreta, acometido por dengue; e Pedro Henrique Psicopata, estouraram o peso, em 5kg e 100g, respectivamente. Psicopata cedeu 20% de sua bolsa para o adversário, Thiago TKS. Já Kleverson terá que bater 75kg na hora da luta, conforme combinado com o oponente, Anderson Buzika.

Thiago TKS ganhou ainda mais moral com a organização – Foto: Vica Bueno

“Apesar de todos os contratempos, o saldo da pesagem foi positivo. Agradeço a todos os lutadores pelo profissionalismo, pelo comprometimento com o evento, até mesmo o Kleverson, que embora tenha ficado muito acima do peso, tem o álibi de ter entrado a poucos dias da pesagem. Quero agradecer ao Thiago TKS, que mais uma vez nos ajudou. Na primeira edição ele já tinha entrado na semana do evento, e venceu a luta. Esta semana precisamos de um atleta para salvar uma luta até 70kg e ele se prontificou. Pode ter certeza que as portas do Future estarão sempre abertas para ele”, revelou Lutkus.

Card da próxima edição será anunciado nesta sexta

A votação para o público escolher os lutadores que farão parte do card principal da 3ª edição, marcada para o dia 22 de março, está aberta desde a semana passada, no site oficial e no aplicativo do Future. O card completo será anunciado durante a transmissão do evento desta sexta-feira, que começa às 19h (horário de Brasília), também via site e app, disponível para download gratuito tanto no Google Play quanto na App Store.

Future FC 2

Sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Clube 9 de Julho, Indaiatuba-SP

Card principal

Peso-pena (65,8kg): Joanderson Tubarão x Estabili Amato
Peso-leve (70,3kg): Anderson Buzika x Kleverson Sampaio
Peso-mosca (56,7kg) Elton Alves x Alan Gabriel Tilico
Peso-meio-médio (77,1kg): Gabriel Marretinha x Moacir Cordeiro
Peso-leve (70,3kg): Luys Lima x Evandro Barbosa
Peso-leve (70,3kg): Alex Sandro Canguru x Joelson Demente

Card preliminar

Peso casado* (58,9kg): Nilde Trindade x Vanessa Melo
Peso-meio-médio (77,1kg): Wesley Constantino x Paulo Cesar PC
Peso-leve (70,3kg): Pedro Henrique Psicopata x Thiago TKS
Peso-meio-pesado (93kg): Antônio César x Lucas Cisco

UFC aterrissa em Praga e Thiago Marreta encara Jan Blachowicz para ficar perto do cinturão

A capital da República Checa recebe seu primeiro evento do UFC neste sábado. Serão cinco brasileiros no octógono, com destaque para Thiago Marreta, que enfrenta Jan Blachowicz e caso consiga mais uma vitória pode ficar próximo da chance de disputar o cinturão. Os odds do MMA apontam que o duelo tem tudo para ser equilibrado, com os dois chegando com a mesma cotação.

Thiago Marreta em alta

Vindo de três vitórias seguidas, Thiago Marreta vai ter mais uma oportunidade de mostrar seu valor para o UFC. O carioca terá pela frente o quarto do ranking de sua categoria e se vencer confirmará seu bom momento e ganhará ainda mais moral com a organização.

O brasileiro traz um cartel de respeito, com 20 triunfos em 26 lutas, tendo vencido 14 por nocaute e uma por finalização. Caso conquiste mais uma vitória neste sábado rende R$ 1,90 por real investido nas casas de apostas esportivas.

Do outro lado, Jan Blachowicz também vive uma boa fase. O russo venceu todas as últimas quatro lutas, com direito a duas finalizações. No total são 23 triunfos e sete derrotas na carreira. A última ocorreu em abril de 2017, quando caiu diante de Patrick Cummins em decisão majoritária dos juízes. Já o último nocaute sofrido foi em 2011.

Para o confronto contra o brasileiro ele paga os mesmos R$ 1,90 para cada real investido.

Demais lutas principais

Com a segunda luta mais importante da noite, Marcos Pezão enfrentará Stefan Struve em mais um desafio no peso-pesado. Vindo de triunfo sobre Adam Wieczorek por decisão unânime, ele garante R$ 1,72 para R$ 1,00 por um novo resultado positivo. Seu adversário está em baixa, tendo perdido nas últimas três apresentações. Uma surpresa aqui paga R$ 2,10 por real aplicado.

Já o brasileiro com mais status de azarão na noite é Klidson Abreu. Com 14 triunfos e duas derrotas no cartel, o “Urso branco” garante R$ 2,80 para cada real por uma vitória contra Magomed Ankalaev, enquanto o oponente dá R$ 1,45 nos sites de apostas esportivas. O russo só foi superado em apenas uma das 10 apresentações no MMA.

Ocorrem outros três embates no Card Principal. Destes, Petr Yan é o mais cotado para vencer, pagando R$ 1,33 por real aplicado em um triunfo sobre John Dodson. A razão é que o russo está invicto no UFC, enquanto seu oponente atravessa um período instável na carreira.

Michael Oleksiejczuk e Liz Carmouche também aparecem como favoritos e pagam R$ 1,53 e R$ 1,70 contra Gian Valente e Lucie Pudilova, respectivamente. Os adversários correm por fora e dão R$ 2,62 e R$ 2,20.

Brasileiros em ação

O dia traz ainda mais dois brasileiros, ambos no Card Preliminar. Destes, o que chega como mais cotado para vencer é Michel Trator. O paraense não perde desde fevereiro de 2015. De lá para cá se apresentou mais sete vezes e ganhou todas, com destaque para a finalização sobre Bartozs Fabinski ainda no primeiro round em desafio em novembro do ano passado. Ganhando mais uma vez, agora contra Ismail Naudiev, garante R$ 1,25 para cada real.

Quem também vive um bom momento é Diego Ferreira. Ele venceu as últimas três lutas, mas corre por fora contra Rustam Khabilov, dando R$ 2,25 para R$ 1,00. Isso porque o russo está em uma fase ainda melhor, com seis triunfos consecutivos e chega cotado em R$ 1,66 por real aplicado.

Confira as lutas do UFC Fight Night Praga neste sábado (23/02)

Card Principal

Peso meio pesado: Jan Blachowicz (R$ 1,90) x (R$ 1,90) Thiago Marreta

Peso pesado: Stefan Struve (R$ 2,10) x (R$ 1,72) Marcos Pezão

Peso meio pesado: Gian Villante (R$ 2,62) x (R$ 1,53) Michael Oleksiejczuk

Peso mosca: Liz Carmouche (R$ 1,70) x (R$ 2,20) Lucie Pudilova

Peso galo: John Dodson (R$ 3,50) x (R$ 1,33) Petr Yan

Peso meio pesado: Magomed Ankalaev (R$ 1,45) x (R$ 2,80) Klidson Abreu

Card Preliminar

Peso mosca: Veronica Macedo (R$ 2,25) x (R$ 1,66) Gillian Robertson

Peso meio médio: Carlo Pedersoli (R$ 1,70) x (R$ 2,20) Dwight Grant

Peso leve: Damir Hadzovic (R$ 2,00) x (R$ 1,80) Marco Polo Reyes

Peso meio médio: Michel Trator (R$ 1,25) x (R$ 4,00) Ismail Naurdiev

Peso pena: Daniel Teymur (R$ 3,00) x (R$ 1,40) Chris Fishgold

Peso leve: Rustam Khabilov (R$ 1,66) x (R$ 2,25) Diego Ferreira

Peso leve: Damir Ismagulov (R$ 1,40) x (R$ 3,00) Joel Alvarez

Wallid Ismail participa do RESENHA PVT nesta quinta; mande sua pergunta

Wallid Ismail participa do RESENHA desta quinta – Foto: Leonardo Fabri

O RESENHA PVT desta quinta-feira recebe Wallid Ismail. A transmissão ao vivo inicia 21h, em nosso canal no Youtube (clique aqui para acessar), com participação direta do público, que pode mandar perguntas através do chat. Para isso, basta se inscrever no canal e ativar o sininho de notificação para ser avisado assim estivermos no ar.

Faixa-preta de Carlson Gracie, Wallid iniciou sua trajetória no Jiu-Jitsu, onde venceu três membros da família de seu mestre: Ralph, Renzo e Royce, respectivamente. Agora, o manauara faz campanha para enfrentar o eterno rival Renzo, só que nas regras do MMA.

Por falar em MMA, Wallid também fez carreira no Vale-Tudo, onde venceu nove das 12 lutas que disputou. A mais marcante foi a da estreia, em 1991, quando venceu Eugênio Tadeu no Desafio Jiu-Jitsu x Luta-Livre. Ele também teve passagens por Pride e IVC, onde venceu Johil de Oliveira.

Como empresário, Wallid Ismail criou o Jungle Fight, um dos principais reveladores de talentos do MMA nacional. Entre os atletas que gerencia a carreira, estão Bethe Pitbull, Deiveson Figueiredo, Douglas D’Silva, Iuri Marajó e a sensação do UFC Paulo Borrachinha.

De volta ao posto de desafiante, Bibiano Fernandes mantém cabeça de campeão para trilogia no One

Bibiano luta para reaver seu reinado no One – Foto: Divulgação/ONE

Bibiano Fernandes dominou a categoria dos peso-galos do One Championchip de 2012 até novembro de 2018, quando perdeu o cinturão de forma polêmica para Kevin Belingon, na decisão dividida, depois de cinco rounds. O brasileiro conhece Kevin há tempos, desde a primeira luta entre ambos, em 2016, quando o finalizou com uma kimura.

Agora, aos 38 anos e com uma carreira vitoriosa, repleta de títulos, especialmente as medalhas de ouro do Mundial de Jiu-Jitsu e os cinturões do Dream e do One Championship, Bibiano volta a ser desafiante e com mais vontade ainda de reconquistar seu trono no dia 31 de março, em Tóquio, no Japão.

“Estou bem preparado, bem focado para essa próxima luta. Estou muito feliz de lutar com o Kevin mais uma vez. Vamos para a terceira luta, eu ganhei a primeira e ele a segunda. A segunda foi duvidosa, mas estou feliz por poder lutar com ele novamente. Estou confiante nessa luta, entendeu? Vou mostrar como consegui evoluir no MMA”, conta “The Flash”.

Dono de 24 vitórias, sendo 8 por finalização, e apenas duas derrotas no cartel, Bibiano ainda não tem data para pendurar as luvas.

“Enquanto Deus me der saúde, força, vou continuar fazendo o que amo. Enquanto eu tiver inteligência e saúde vou continuar. Ainda tenho vontade de lutar”, frisa o lutador.

Faixa-preta desde 2002, Bibiano aproveita para fazer uma analogia entre o Jiu-Jitsu esportivo e o Jiu-Jitsu do MMA.

“Fui campeão mundial de Jiu-Jitsu várias vezes e o Jiu-Jitsu salva, né. É um esporte maravilhoso e ajuda muito nas lutas. Mas o Jiu-Jitsu esportivo e Jiu-Jitsu para o MMA são dois Jiu-Jitsu completamente diferentes. Eu entendo o Jiu-Jitsu esportivo e tive que adaptar ele para o Jiu-Jitsu de MMA, que é o Jiu-Jitsu do Hélio e Rickson Gracie. Tem esse Jiu-Jitsu esportivo, que tem a contagem de ponto, vantagem, que temos que aprender ali também. Eu fui campeão no Jiu-Jitsu esportivo e também sou vitorioso com o Jiu-Jitsu no MMA, que tem mais finalização sem kimono, como a kimura e o armlock”, encerra Bibiano.

Brasileiro troca carreira executiva pelo MMA

Atleta da Rio Fighters, Pedro Machado fará a sua segunda luta profissional no Sparta Fight Series - Foto: Eduardo Ferreira
Atleta da Rio Fighters, Pedro Machado fará a sua segunda luta profissional no Sparta Fight Series – Foto: Eduardo Ferreira

Até os 21 anos, Pedro Machado seguiu o roteiro padrão para jovens que têm a oportunidade, depois de terminar o colégio, de fazer uma faculdade, e se formou em administração e marketing. Enquanto estudava, o carioca dava os primeiros passos na luta. Entre um treino de Muay Thai e outro de Luta Livre, decidiu fazer faculdade de Educação Física. Mas ele queria mesmo era lutar MMA, e por isso resolveu trancar a faculdade para se dedicar exclusivamente ao esporte de luvinhas. Em sua estreia, em agosto do ano passado, o atleta da Rio Fighters venceu por finalização. Sua segunda luta profissional será no dia 2 de março, quando ele fará a sua primeira luta internacional pelo evento inglês Sparta Fight Series.

“Assim que terminei a faculdade, em 2015, fui para o mercado de trabalho. Cheguei a conseguir um estágio, mas quando você consegue um emprego, nunca trabalha apenas oito horas por dia. Então, não tinha como conciliar trabalho e treino para me tornar um profissional da luta. Mas ainda assim resolvi dar mais uma chance e comecei a estudar Educação Física, que é a área que eu gosto. Comecei a dar personal e consegui fazer um dinheiro para pagar as minhas contas. Mas logo tranquei para me dedicar mais ao MMA. Agora vou dar um gás nos treinos para conseguir mais lutas e aumentar o meu cartel como profissional. Não vou largar a faculdade, pois tenho o sonho de trabalhar como profissional de Educação Física, mas nesse momento quero dar o meu máximo nos treinos”, explicou Pedro.

Faixa marrom de Luta Livre de Miltinho Vieira, ele tem o chão como sua especialidade. Apesar de ter começado no Muay Thai aos 16 anos e hoje se dedicar bastante ao Boxe, ele venceu cinco lutas no MMA amador por finalização, assim como em sua estreia profissional. Contra o inglês Will Cairns, que tem como carro chefe o Boxe, o meio-médio brasileiro pretende usar a luta de chão para definir mais um combate e anotar a sua segunda vitória como profissional.

“Sou um cara que usa bem as mãos e que tem um chão de finalização. Tenho um chão bem agressivo. Vou enfrentar um cara que tem um cartel bem irregular. A verdade é que meu oponente é um brigão inglês. Ele luta Boxe, inclusive têm alguns cinturões no Boxe amador. Então, ele vem para a porrada. Vou trocar o que tiver que trocar em pé com ele, colocar para baixo e finalizar o mais rápido possível, porque ele dá muitas brechas no chão. O grande perigo é uma mão dele entrar, então é manter a distância, encurtar quando ele vier para dentro, colocar para baixo e buscar a finalização”, disse o lutador.

O Sparta Fight Series chega a sua terceira edição. A quarta está programa para acontecer em agosto na Polônia. Pedro espera conquistar uma grande vitória para assinar um contrato mais longo com a organização. Seu principal objetivo é alcançar entre quatro e cinco vitórias seguidas para chegar em um grande evento de MMA, de preferência o Bellator.

“Eu sempre gostei muito do Bellator. Antes mesmo de ter toda essa mudança no UFC, em relação aos uniformes e patrocínios, eu já tinha mais olhos para o Bellator. É claro que o UFC é a Copa do Mundo, mas se me perguntarem hoje qual o meu grande objetivo na luta, eu respondo que é fazer algumas lutas no Bellator. Acredito que em quatro ou cinco lutas, me mantendo invicto, eu consiga chegar lá”, concluiu.

Adesanya e Gastelum se enfrentam em abril por título interino

Adesanya vem de vitória sobre Anderson Silva – Foto: UFC

Enquanto segue indefinido o tempo de recuperação do campeão Robert Whittaker, o UFC tratou de agendar uma disputa pelo cinturão interino dos médios.

Gastelum seria o adversário de Whittaker no UFC 234

No dia 13 de abril, em Atlanta, no UFC 236, Kelvin Gastelum e Israel Adesanya se enfrentarão pelo título. Gastelum seria o adversário de Whittaker no último dia 09, mas o campeão foi operado às pressas, no dia da luta, por conta de uma hérnia abdominal. Adesanya, por sua vez, que estava no mesmo card, foi o protagonista da luta principal daquele show, onde venceu Anderson Silva na decisão dos jurados.

Ainda no UFC 236, um duelo brasuca deve acontecer. Segundo nossos parceiros do Combate.com, Wilson Reis e Alexandre Pantoja irão se enfrentar pela divisão dos moscas.

Após primeiro ouro absoluto na temporada, Victor Hugo planeja: ‘Ser o melhor faixa-marrom do ano’

Victor Hugo explode de felicidade com mais um ouro duplo na faixa-marrom - Foto: Maggie Left / IBJJF
Victor Hugo explode de felicidade com mais um ouro duplo na faixa-marrom – Foto: Maggie Left / IBJJF

Protagonista na faixa-marrom, Victor Hugo é lapidado pelos irmãos Xande e Saulo Ribeiro em San Diego, na Califórnia. Aos 21 anos, o jovem atleta deixou o aconchego de sua casa e sua família para viver seu sonho na terra do Tio Sam e todo seu suor, derramado no tatame durante o treinamento, vem dando bons frutos. Em janeiro, por exemplo, ele começou com o pé direito, ao vencer o pesadíssimo e absoluto no Campeonato Europeu, primeiro torneio da IBJJF no ano de 2019.

“Eu daria nota 10 por conta do resultado final, foi favorecedor e conquistei aquilo que fui lá buscar. Não lutei na minha melhor forma e sei aonde tenho que melhorar para os futuros campeonatos e isso é uma das coisas que sinto que o campeonato ajuda bastante. Com um olhar crítico você pode ver bem o que errou e aonde pode melhorar, por isso gosto de sempre estar competindo e me testando ao máximo”, conta.

Victor também aproveitou para analisar a final do absoluto contra Bruno Lima (Gracie Barra), luta que valeu o ouro mais cobiçado do dia.

“Venci nos pontos, por 6 a 2. Foi uma luta bem intensa, pois comecei atrás tomando dois pontos, quando já tinham passado cinco minutos de luta. Restava pouco tempo, mas acabei voltando atrás e fazendo 6 pontos através de uma queda e uma pegada de costa”, explica o campeão.

2019 pode ser o ano da última participação de Victor na faixa-marrom. A seguir, ele comenta o que espera da sua jornada para o futuro.

“Fico confiante. não só ter vencido o Europeu, mas toda essa experiência que tenho tido como faixa-marrom me deixa bem confiante e motivado para fazer bonito nessa temporada. A meta é ser o melhor faixa marrom do ano e deixar meu nome gravado nessa faixa”, encerra Victor.

André Dida comenta estreia de Klidson Abreu no UFC e o classifica como ‘um Khabib que finaliza’

Klidson Abreu venceu todas desde que passou a treinar com André Dida - Foto: Arquivo Pessoal
Klidson Abreu venceu todas desde que passou a treinar com André Dida – Foto: Arquivo Pessoal

Mais uma grande aposta brasileira chega no UFC esta semana. Aos 26 anos, o meio-pesado Klidson Abreu estreia no próximo sábado contra o russo Magomed Ankalaev em evento que será realizado na cidade de Praga, na República Tcheca. Vindo de Manaus, o especialista em Judô e Jiu-Jitsu venceu 14 das 16 lutas que disputou na carreira e não sente o gosto amargo da derrota desde 2016. Atleta da Evolução Thai, Klidson vem afiando a parte em pé com André Dida, que o classifica como “um Khabib que finaliza”.

“Ele tem um chão de alto nível, o trabalho de Judô dele é tão bom quanto de um wrestler olímpico, ele consegue definir bem, derruba muito bem e caindo em posições boas. Na parte em pé é o trabalho da Evolução Thai. Estamos inserindo na alma dele a trocação da Evolução Thai, e nossa trocação é uma trocação diferenciada, um Muay Thai voltado para o MMA. É um atleta versátil, dá as pedradas, coloca para baixo, quebra o cara e finaliza”, disse ao PVT.

Seu adversário do debute é especialista na luta em pé. Ankalaev venceu nove das 10 lutas que disputou, mais da metade impondo nocautes a suas vítimas. Mas isso não impressiona Klidson, que vem de uma sequência de finalizações na Rússia contra anfitriões qualificados.

“Diria que o Klidson é o caçador de russos, porque ele ganhou de vários russos já, caras bons, de nome, só cara conhecido pela mídia russa, caras temidos, e ele foi lá e venceu as lutas com facilidade, ganhando bem. Sabemos das qualidades do adversário, mas não é nada novo para o Klidson, que já está familiarizado com o estilo russo”, garantiu Dida.

Borrachinha analisa pontos positivos e negativos de Romero e explica por que Adesanya não duraria 2 rounds

https://www.youtube.com/watch?v=KLcmLkJXKgA

No Rio de Janeiro para afiar o Wrestling com Antoine Jaoude para a luta contra Yoel Romero, marcada para o dia 27 de abril, ainda sem local definido, Paulo Henrique Borrachinha foi o convidado do RESENHA PVT dessa quinta-feira.

Ao lado de seu irmão e mentor, Carlos Borracha, o 7º colocado do ranking dos pesos médios do UFC participou de mais de 1 hora de bate-papo com Gleidson Venga, Marcelo Alonso e os inscritos do canal do PVT no Youtube. Assista à resenha completa no vídeo acima.

Dentre os assuntos, claro, não poderia deixar de estar o 1º colocado do ranking da categoria, Yoel Romero. Para o brasileiro, o cubano é o maior desafio da divisão, ao lado do atual campeão, Robert Whittaker. Borrachinha fez uma análise dos pontos positivos e negativos do próximo adversário.

“Positivas: é muito forte, tem muita explosão. Mas explosão por explosão eu também tenho, forte eu também sou, são coisas que se equivalem. Mas eu acho que ele tem mais malandragem e coloca para baixo de várias formas. E tem a mão potente. Mas a gente trabalha o dia todo para isso, dia após dia para não cair nessas artimanhas dele”, apontou.

“Negativos: o fato dele ser canhoto facilita. Curiosamente, três dos quatro lutadores que eu enfrentei no UFC são canhotos, então estou mais do que acostumado. Tenho essa facilidade porque gosto muito de colocar os golpes com a mão de trás, o que dificulta para eles. O Romero também tem uma especificidade que ele começa a luta mais morno e vai crescendo no segundo round. Eu já começo rápido desde o primeiro, então, se ele não impor, isso vai me favorecer. Se ele começar mais lento, ele vai cair no primeiro round. Ele vai ter que começar rápido desde o início, porque eu vou botar um ritmo forte desde o início”, avisou.

O agora número 5 do ranking também foi tema. Israel Adesanya e Paulo Borrachinha trocaram farpas após o brasileiro minimizar a atuação do potencial adversário na vitória contra Anderson Silva no último final de semana. Segundo, Borrachinha, o concorrente não duraria dois rounds num duelo entre eles. No RESENHA, o mineiro justificou.

“O Adesanya tem a envergadura que dificulta para qualquer um, mas o jogo dele não é um jogo que encaixa com o meu. Ele gosta muito de manter a distância, mas não se dá bem quando é encurralado ou encurtado. E o Anderson conseguiu fazer isso em alguns momentos, e ele sai desesperado, correndo, dando o rosto, virando de lado… então acho que não encaixa em nada. Se eu fosse lutar com ele, eu iria cortar o ângulo dele e entrar dentro dele golpeando com golpes muito fortes, no corpo, no rosto… e ele é muito esguio, magro, acho que não tem essa capacidade de absorção.”

Kron Gracie e Vicente Luque roubam a cena em noite infeliz para Cain Velasquez e Renan Barão

Kron encaixou um mata-leão ainda no primeiro round - Foto: Getty Images/UFC
Kron encaixou um mata-leão ainda no primeiro round – Foto: Getty Images/UFC

No evento que marcou o retorno de Cain Velásquez ao octógono, nesse domingo em Phoenix-EUA, quem roubou a cena foram dois brasileiros: Kron Gracie e Vicente Luque.

Representante da lendária família, o peso-pena chegou às costas de Alex Caceres ainda em pé, levou a luta para o solo e encaixou um mata-leão para garantir a vitória em sua estreia no UFC, em apenas 2 minutos e 6 segundos de combate. Foi o quinto triunfo de Kron em cinco lutas de MMA.

Já o meio-médio não teve uma noite tão tranquila. Apesar de ter dominado grande parte do primeiro round, Luque acabou esbarrando na resistência de Bryan Barbarena, passou a correr sérios riscos de ser nocauteado, mas, a seis segundos do fim do terceiro round, conectou duas joelhadas que mandaram o americano para a lona. Foi a quarta vitória seguida do brasileiro no UFC.

Protagonista da noite, Cain Velasquez não teve uma boa volta ao octógono. Sua luta contra Francis Ngannou não durou apenas 26 segundos, pois o ex-campeão lesionou o joelho sozinho numa tentativa de queda. O americano não lutava há quase três anos e, devido ao infeliz desfecho, pode ser que essa tenha sido sua última vez dentro do cage.

Outro ex-campeão que teve uma noite infeliz dentro do octógono foi Renan Barão. O peso-galo até que começou bem a luta, venceu com sobras o primeiro round contra Luke Sanders, mas acabou surpreendido por um direto que o nocauteou no primeiro minuto do segundo round. Foi a quarta derrota seguida do brasileiro, a sexta em sete lutas.

UFC Phoenix

17 de fevereiro de 2019

Francis Ngannou venceu Cain Velásquez por nocaute no R1

Paul Felder venceu James Vick por decisão unânime

Cynthia Calvillo venceu Cortney Casey por decisão unânime

Kron Gracie finalizou Alex Caceres com um mata-leão no R1

Vicente Luque venceu Bryan Barberena por nocaute técnico no R3

Andre Fili venceu Myles Jury por decisão unânime

Aljamain Sterling venceu Jimmie Rivera por decisão unânime

Manny Bermudez finalizou Benito Lopez com uma guilhotina no R1

Andrea Lee venceu Ashlee Evans-Smith por decisão unânime

Nik Lentz venceu Scott Holtzman por decisão unânime

Luke Sanders venceu Renan Barão por nocaute no R2

Emily Whitmire finalizou Alexandra Albu com um mata-leão no R1

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