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PAPO DE LUTA analisa Do Bronx’s x Makhachev, demais lutas do UFC 280 e John Lineker x Fabrício Andrade

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O PAPO DE LUTA desta semana analisou as principais lutas do UFC 280, que acontece no próximo sábado, em Abu Dhabi, além de informações sobre Charles Do Bronx’s e Islam Makhachev. A disputa do cinturão peso-galo do ONE, na sexta, entre os brasileiros John Lineker e Fabrício Andrade; e o BJJ Stars também foram assuntos.

https://youtu.be/dx1Q0d6z8p0

Abrindo UFC 280, Karol Rosa visa à ascensão no ranking e quer dedicar vitória ao treinador

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(Por Alan Oliveira)

No próximo sábado, 22 de outubro, Abu Dhabi recebe o badalado e aguardado UFC 280. E uma brasileira abre o card do esperado evento. Karol Rosa, 9ª do ranking do peso galo, enfrenta Lina Lansberg, 12ª. Em entrevista ao PVT, a brasileira mostrou-se confiante para se recuperar da derrota na última luta e continuar a ascensão na categoria.

“Tenho certeza que vamos abrir o card muito bem. Estou indo preparada para uma grande luta. Sei que ela gosta de lutar em pé e eu também. Ela vem de duas derrotas, eu venho de uma, mas não sinto pressão, sinto muita fome de vencer”, afirmou Karol, não se furtando de imaginar um cenário após possível vitória.

“Vencendo a luta, queria muito lutar contra a Raquel Pennington, ela está em 5º no ranking e seria uma boa luta para mim por causa do estilo de luta, acho que casa bem. Mas ela já está com luta marcada. Então, tenho em mente a Pannie Kiazand, que está acima de mim (7ª) e tenho certeza que seria uma grande luta também”, especulou a lutadora da PRVT.

Resolvendo problemas pessoais no Rio, Gilliard Paraná não poderá acompanhar Karol (Foto: Instagram)

Pela primeira vez, por precisar resolver problemas pessoais, Gilliard Paraná não estará no corner de uma de suas quatro atletas. Ao PVT, o treinador de Karol lamentou não poder acompanhar a pupila, mas mostrou confiança que esta colocará na luta a “Karol do treinos”. Rosa também lamentou a ausência: “Essa vai ser a primeira vez sem meu mestre Paraná. Fico triste porque ele não vai estar, mas ele confia em mim e eu vou ganhar para nós! E, claro, vou dedicar a vitória a ele”, prometeu a capixaba.

 

 

 

UFC 280
Sábado, 22 de outubro de 2022
Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos (EAU)

CARD PRINCIPAL (15hs, horário de Brasília):
Cinturão peso leve: Charles do Bronx vs Islam Makhachev
Cinturão peso galo: Aljamain Sterling vs TJ Dillashaw
Petr Yan vs Sean O’Malley
Beneil Dariush vs Mateusz Gamrot
Katlyn Chookagian vs Manon Fiorot

CARD PRELIMINAR (11hs, horário de Brasília):
Belal Muhammad vs Sean Brady
Makhmud Muradov vs Caio Borralho
Volkan Oezdemir vs Nikita Krylov
Zubaira Tukhugov vs Lucas Almeida
Magomed Mustafaev vs Yamato Nishikawa
Abubakar Nurmagomedov vs Gadzhi Omargadzhiev
Armen Petrosyan vs AJ Dobson
Muhammad Mokaev vs Malcolm Gordon
Karol Rosa vs Lina Lansberg

Dedé Pederneiras analisa legado de José Aldo e aponta fato que o diferencia dos demais

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Ex-campeão retorna ao octógono em agosto (Foto: UFC)

Mentor de José Aldo, Dedé Pederneiras colocou o pupilo como o maior peso-pena e revelou qual é a sua opinião sobre ele no hall dos lutadores peso por peso na história do esporte.

Fabrício Andrade promete fazer John Lineker virar ‘wrestler’

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Campeão peso-galo fará a sua primeira defesa de título nesta sexta-feira (24) em Bangkok - Divulgação

Embalado por sete vitórias consecutivas, as últimas cinco no ONE Championship, o cearense radicado na Tailândia Fabrício Andrade vai disputar o cinturão peso-galo do evento asiático no próximo dia 21 contra o compatriota John Lineker. No CONEXÃO PVT, ele contou sobre sua origem na luta, o que espera da luta contra o atual campeão e afirmou que uma vitória sobre nocaute mostrará ao mundo que ele está altura para bater os melhores de seu peso no mundo, incluindo atletas do UFC como Aljamain Sterling e T.J. Dillashaw.

Estreante no UFC, Lucas Alexander conta como rede social e Ronaldo Jacaré mudaram sua carreira

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Por Alan Oliveira

Neste sábado, Las Vegas recebe mais uma edição do UFC, que terá a brasileira Viviane Araújo e a mexicana Alexa Grasso. Na mesma noite, Lucas Alexander fará sua estreia na organização, encarando o compatriota Joanderson Tubarão. Chamado faltando pouco mais de uma semana para evento, “The Lion” contou, em entrevista ao PVT, como foi o processo, e negou ter sido pego de surpresa.

“Recebi uma mensagem do meu empresário me perguntando se eu conseguia bater o peso em uma semana, e eu disse que sim. Ele ficou dois dias sem dizer nada, então fui treinar normal, fui almoçar com minha esposa sem me preocupar com peso. Quando não esperava nada mais, recebo a ligação de que eu estrearia no UFC. Foi maravilhoso, mas não posso dizer que fui pego de surpresa. Depois da minha última luta em fevereiro, fiquei sabendo que poderia aparecer algo com Contender Series ou UFC. Então me mantive treinando, perto do peso. Não tive tempo para me preparar para o adversário, mas isso não importa agora. Me sinto muito abençoado por estar onde estou hoje, vou lá sair na porrada e espero conseguir um ótimo resultado e começar com o pé direito”, disse o peso pena.

Lucas bateu tranquilamente o peso nesta sexta (Foto: UFC)

Alexander valoriza chegada ao UFC, e relembrou a trajetória ao maior evento do mundo. Natural de Campo Grande, zona Oeste do Rio de Janeiro, Lucas não treinava em academias grandes, badaladas. Em 2016, fez sua primeira luta amadora no WOCS e em seguida estreou como profissional em Portugal, onde acabou morando por oito meses, visando à evolução no MMA. Naquele país, não se viu evoluindo e retornou ao Brasil, onde continuou treinando e lutando. Até que, num momento de descanso com o amigo Diego “Magrinho” Silva, teve uma atitude que mudou sua carreira.

“Estava usando uma rede social e vi o Ronaldo Jacaré e o Alan Nuguete treinando numa academia pequena nos EUA. Eu e Diego mandamos mensagem para eles e para o treinador Julien Willians, pedindo uma oportunidade para treinar lá. Quando Jacaré foi para o Rio lutar contra Kelvin Gastelum, encontramos com ele e conseguimos a oportunidade”, contou Lucas, destacando a ajuda do treinador americano.

“Jacaré abriu as portas para gente, mas também não sei o que seria de nós sem o Julien. Quando cheguei nos EUA, não tinha lugar para ficar e ele me deixou ficar na casa dele. É um cara de um coração que não tem explicação, ajuda todos os lutadores da academia como pode e até quando ele não tem como ajudar, ele arruma um jeito”, agradece o brasileiro.

Lucas mora há quatro anos nos EUA, treina na Fusion Xcel e enxerga a mudança como fundamental para ter chegado ao UFC: “Aqui treino com caras como Rodolfo Vieira. Sou faixa azul de jiu-jitsu, mas treinando com um cara desse estou preparado para lutar no chão, até porque no MMA você vê faixa branca finalizar preta, você vê cara do jiu-jitsu nocautear lutador que é striker, por aí vai. Rodolfo me ajuda muito com meu jiu-jitsu, mas os dois caras que são peças fundamentais na minha evolução são o Bruno Antunes, que é o cara cuida da minha preparação física e também faixa preta de jiu-jitsu há anos, me ajudando no treino agarrado, e também o Juliens, meu treinador que é um dos melhores no grappling que eu já vi e já treinei, até porque se ele não fosse tão bom assim Rodolfo e Jacaré nunca teriam ficado na academia dele. Então estou pronto para os desafios no UFC”, finalizou “The Lion”.

UFC Vegas 62: Grasso vs Araújo
Sábado, 15 de outubro de 2022, Las Vegas (EUA)

CARD PRINCIPAL (20hs, horário de Brasília):
Alexa Grasso vs Viviane Araújo
Cub Swanson vs Jonathan Martinez
Dusko Todorovic vs Jordan Wright
Raphael Assunção vs Victor Henry
Misha Cirkunov vs Alonzo Menifield

CARD PRELIMINAR (17hs, horário de Brasília):
Mana Martinez vs Brandon Davis
Nick Maximov vs Jacob Malkoun
Joanderson Tubarão vs Lucas Alexander
Piera Rodriguez vs Sam Hughes
CJ Vergara vs Tatsuro Taira
Mike Jackson vs Pete Rodriguez

UFC 17.5: Redenção de Belfort, consagração de Rizzo e duas disputas de cinturão

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a sequência do impressionante nocaute sobre Wanderlei Silva

No próximo domingo teremos o aniversário de 24 anos da realização da primeira edição do UFC no Brasil. Realizado no dia 16 de outubro de 1998 no ginásio da Portuguesa em São Paulo, o UFC 17.5 foi marcado por dois nocautes fulminantes, o de Vitor Belfort sobre Wanderlei Silva e o de Pedro Rizzo sobre Tank Abott, bem como pelas recorrentes invasões de octógono, que acabaram levando os promotores americanos a demorarem quase 13 anos para retornar a pátria mãe do Vale-Tudo.  

*Texto e fotos: Marcelo Alonso

Belfort x Wanderlei

Belfort cala Chute Boxe 

Trazido para São Paulo por Sérgio Batarelli, organizador do IVC, e na época o promotor mais influente do Brasil, o UFC Brazil teve um público excelente. Quase 9 mil pessoas lotaram o ginásio da Portuguesa em São Paulo. Apesar de ter um ótimo card com estrelas como Frank Shamrock, Belfort, Pedro Rizzo, Tank Abbott, Ebenezer e Wanderlei Silva, que começava a despontar no IVC e excelentes lutas, o evento também ficou marcado negativamente pelos promotores americanos, principalmente pela mania brasileira de invadir o octógono para comemorar as vitórias. 

A luta entre Belfort e Wanderlei começou dois dias antes, na conferência de imprensa. A equipe Chute Boxe ficou sabendo que Belfort, se sentira mal e cogitara não lutar e aproveitou para colocar pressão, como costumavam fazer no IVC. “Ele tá morrendo de medo, você vai arrebentá-lo”, falava Pelé em alto e bom som na conferência de imprensa. Wanderlei Silva, que vinha de uma impressionantes vitórias sobre Mike Van Arsdale no IVC 6, que lhe rendeu o cinturão de campeão do evento, chegou a declarar que venceria em menos de 5 minutos. A falta de motivação de Belfort, que sofrera sua primeira derrota para Randy Couture, contrastando com a vontade de vencer do Chute Boxer deixava até a equipe de Vitor preocupada. O clima era de absoluto já perdeu. Mas quando a porta do octagon se fechou e o juiz Big John MCarty proferiu seu clássico “Let´s get it on” a história foi outra.

Em exatos 45 segundos Belfort encaixou uma fulminante sequência de jabs e diretos rebocando o atleta da Chute Boxe do centro ao canto do octógono, onde o curitibano caiu nocauteado.

Neste momento mais de 10 parceiros de treino de Belfort invadiram o cage para comemorar a volta do fenômeno.

Rizzo e a super bonder

Após vencer duas edições do torneio WVC, Pedro Rizzo (1,84m/103) fazia sua estréia no UFC pegando Tank Abbott (1,82m/113kg), que chegava ao Brasil motivado após uma vitória rápida sobre Hugo Duarte no UFC 17. 

A derrota do mestre Marco Ruas (para Otsuka) no Pride 4, semanas antes, não era a única coisa que pesava sobre os ombros de Rizzo. A quatro dias do evento, Pedro abriu um corte abaixo do olho esquerdo treinando com Ebenezer. Para não deixar o ponto fraco visível ao oponente, ele acabou usando um recurso nada ortodoxo, a cola super bonder. “Eu sabia que o primeiro soco que entrasse abriria, mas não havia outro jeito”, justificou Pedro. Como era esperado Tank veio com a agressividade habitual e acabou levando um knock down logo no começo. A luta voltou em pé e, na sequência, Tank conseguiu derrubar Rizzo e abriu seu corte com alguns socos, mas diante da falta de ação do americano arbitro paralisou e voltou em pé. Foi a partir daí que o discípulo de Ruas achou o mapa da mina e passou a minar o gorducho com caneladas. Já capengando Tank acabou sendo surpreendido por um gancho de direita que o levou a nocaute a 8min02s. 

“Para quem já treinou com Aerts e Branco Cikatic, até que a mão do Tank não é tão pesada”

Assim que o americano caiu, um grupo enorme invadiu o octógono para comemorar com o discípulo de Ruas, que mostrava a camisa com a fotos do mestre. “Falaram que cada pessoa que invadisse descontariam 10% da minha bolsa, quando eu vi aquela multidão comemorando comigo achei que iria pagar pra lutar”, lembra Rizzo.

Outro Brazuca que participou do card e levantou a galera foi o parceiro de treinos de Rizzo, Ebenezer Braga (1,82m/90kg), que finalizou o experiente Jeremy Horn (1,84 / 90kg) com uma guilhotina a 3min25s de luta.

Shamrock mantém cinturão e desafia Belfort

O evento ainda contou com duas disputas de cinturão. Entre os leves (na época até 77kg) o campeão Pat Miletich (1,72m/76kg)  venceu o desafiante Mike Bournet (1,67m/77kg) em decisão dividida após 15 minutos e mais duas prorrogações de 3minutos.

Na categoria dos médios (até 90kg) Frank Shamrock (1,77m/87kg) não teve problemas para vencer a revanche contra John Lober (1,80m/90kg). Após aplicar dois knock downs no oponente, Frank acabou finalizando-o ao empurrar sua cabeça contra a grade. Após a luta o campeão declarou que gostaria de lutar com Belfort “O Vitor é um excelente lutador o qual respeito muito, mas não acredito que exista alguém para me vencer nesta categoria”. 

Na época Carlson Gracie me revelou nos bastidores do evento que tinha planos para fazer no UFC o mesmo que fizera no Jiu-Jitsu, ou seja, botar um campeão por categoria. Sua idéia era conquistar o cinturão dos leves (ate 77kg) com Bitetti, o dos médios (até 93kg) com Belfort e o dos pesados com Carlão Barreto.

LFA 144, nesta sexta, será o primeiro evento transmitido em realidade virtual pela parceria UFC e Meta

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Gafurov e Magrinho disputam o título na luta principal (Foto: LFA)

Marcado para a noite desta sexta-feira, em Dakota do Sul, o LFA 144 será o primeiro evento de MMA do mundo a ser transmitido em realidade virtual através da parceria entre UFC Fight Pass e Meta, anunciada na última quinta-feira.

A parceria envolve a plataforma de streaming oficial do UFC e o aplicativo Horizon Worlds, criado pela Meta, que também é dona do Facebook, Instagram, Whatsapp e Oculus, empresa especializada na produção de equipamentos de realidade virtual.

Gafurov e Magrinho disputam o título na luta principal (Foto: LFA)

Aqueles que possuem produtos da Oculus com o aplicativo Horizon Worlds instalado poderão ter uma experiência imersiva sob uma visão panorâmica de 180 graus, além de poder interagir com outros fãs.

“Estamos orgulhosos em poder fornecer um novo nível de engajamento para os assinantes do Fight Pass e os fãs de MMA pelo mundo ao produzir um evento em realidade virtual. Estamos confiantes de que será uma grande experiência para os fãs de lutas”, disse Crowley Sullivan, vice-presidente do UFC Fight Pass.

Ainda não há previsão a respeito da transmissão de um evento do próprio UFC neste formato, nem de uma edição do LFA no Brasil, mas o que se sabe é que, se acontecer, será apenas no próximo ano.

Por enquanto, o que se sabe é que um brasileiro será parte do evento histórico desta sexta: o carioca Diego Magrinho enfrenta o tajique Muin Gafurov na luta principal do LFA 144, valendo o cinturão interino dos pesos-galos.

Diego Lima traz as últimas novidades de Abu Dhabi e revela clima totalmente favorável a Charles Do Bronx’s

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Diego Lima participou do CONEXÃO PVT nesta sexta-feira diretamente de Abu Dhabi, onde Charles Do Bronx’s enfrenta Islam Makhachev no próximo dia 22. O treinador falou do clima no local e revelou que, diferentemente do propagado antes da luta, nem parece que o russo estará “em casa”, já que Charles só ouve mensagens de apoio nas ruas. 

O líder da Chute Boxe que leva seu nome também falou não acreditar que o reserva da luta, Alexander Volkanovski, precise ser acionado; revelou que todos ficaram assustados quando Charles Do Bronx’s entrou nas jaulas do leão e do urso, além de ter brincado com tigre, tudo isso no zoológico particular do sheik; e que, sobre a luta, aposta numa vitória por nocaute até o segundo round.

https://youtu.be/Ssr1joTsO4U

Palco da rivalidade Jiu-Jitsu vs Luta Livre, colégio fecha no Rio; relembre episódio no local

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Fotos: Luis Carlos Prado

Segundo coluna de Alcelmo Gois nO Globo desta quarta, o colégio Padre Antônio Vieira fechará as portas no final deste ano. Localizada no Humaitá, bairro do Rio de Janeiro, a escola foi palco de vários capítulos da rivalidade entre Luta Livre e Jiu Jitsu, e um deles é lembrado no #TBTPVT desta quinta.

Nos dois vídeos abaixo, Rickson Gracie e Hugo Duarte, protagonistas de uma briga que começou na praia do Pepê e terminou no hall de entrada da escola, contam como foram os encontros, em 1988. Eugênio Tadeu e Wallid Ismail também narram o episódio, que terminou com a polícia dando tiros para o alto no colégio, cercado por representantes de Luta Livre que queriam revanche contra Rickson.

Relembre essa imperdível história.

Popó canta a pedra para Charles Do Bronx’s surpreender Islam Makhachev

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O tetracampeão mundial de boxe Acelino Popó Freitas apontou um caminho que, para ele, pode ajudar Charles Do Bronx’s a abater Islam Makhachev ainda em pé, utilizando uma arma que o peso leve brasileiro já mostrou possuir.

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