Daqui a pouco mais de 24 horas Gilbert Durinho pode fazer história ao ser o primeiro brasileiro a conquistar o cinturão dos meio-médios do UFC. Para o feito, ele vai ter que passar pelo atual campeão, seu ex-parceiro de treinos Kamaru Usman, na luta principal do UFC 258, em Las Vegas. O PVT selecionou as análises de lutadores e treinadores que passaram no nosso canal para ter uma ideia do que pode acontecer neste importante combate. Assista:
Substituindo Henri Hooft na liderança do córner de Gilbert Durinho na importante luta deste sábado contra Kamaru Usman, Daniel Evangelista participou do CONEXÃO PVT nessa quinta-feira diretamente de Las Vegas. Além de falar dos últimos momentos de Durinho antes da disputa do cinturão, o brasiliense contou sobre seu início nas artes marciais, a fundação da equipe Cerrado MMA e a importância da psicologia no esporte. Assista à entrevista completa no vídeo abaixo:
O UFC 258 pode entrar para a história do MMA brasileiro. Afinal, o evento deste final de semana, em Las Vegas (EUA), tem como grande atração a luta pelo título dos meio-médios entre Kamaru Usman, o atual campeão, e Gilbert “Durinho” Burns. O atleta carioca poderá escrever seu nome na galeria dos ídolos das artes marciais mistas no Brasil, pois está a um triunfo de conquistar o cinturão numa categoria em que o país ainda não conseguiu muito destaque. O problema é que Usman pinta como favorito nas casas de apostas esportivas, com ampla vantagem nas cotações em relação ao brasileiro.
O nigeriano de 33 anos tem, de fato, um cartel espetacular. São 17 vitórias em 18 lutas no MMA profissional, sendo doze triunfos no Ultimate, onde ele jamais perdeu. O currículo de respeito certamente é um dos motivos para o favoritismo do detentor do cinturão nos sites de apostas esportivas. Durinho, por sua vez, soma 19 vitórias e 3 derrotas, com uma sequência de seis triunfos consecutivos e uma invencibilidade que já dura três anos. Fica claro que, apesar de estar em desvantagem nos odds, o brasileiro tem boas condições de faturar a cinta, já que tem talento e experiência para superar o campeão.
Como de costume nos combates que valem título, a luta tem duração de até cinco rounds. E como os fãs do MMA já devem saber, os campeões costumam se dar bem nas papeletas dos jurados em combates pelo cinturão. Para vencer nos pontos, o desafiante costuma ter de mostrar uma superioridade inquestionável. Portanto, Durinho que trate de resolver o combate até o quinto assalto, para não abusar da sorte. Os odds que mostramos a seguir, fornecidos pelo Odds Shark, são do Bodog, que é uma das principais casas de apostas do mercado e uma referência internacional do ramo.
Os odds do combate nas casas de apostas levam em conta uma série de fatores, desde o retrospecto até a comparação de estatísticas e estilos de luta dos atletas. Como Usman é o dono do cinturão há dois anos, vem de uma longa sequência invicta e é considerado um atleta muito versátil, bom tanto na trocação como na luta agarrada, ele sobe ao octógono com um favoritismo bastante pronunciado. Em caso de vitória do nigeriano, o apostador que colocar suas fichas no detentor do título vai receber R$ 1,36 a cada real investido no Bodog. Trata-se de um lucro de 36% em relação ao valor aplicado no campeão.
Para a torcida brasileira, a luta deste fim de semana apresenta não só a chance de festejar um título muito aguardado como também a possibilidade de lucrar alto. Durinho, 34 anos, natural de Niterói, vem trabalhando duro há anos pelo título, e caso realize seu sonho, vai proporcionar um retorno espetacular de R$ 3,15 para 1. Ou seja, título para o Brasil pode permitir que você mais que triplique seu dinheiro. Os odds são altos, mas vale lembrar: o carioca vem de vitórias sobre oponentes fortíssimos e Usman resistiu bastante a aceitar a luta, o que indica que o campeão considera Durinho um oponente bastante perigoso.
Quantos rounds a luta deverá durar?
Além das vitórias em sequência, outra semelhança nas trajetórias recentes de Usman e Durinho é o alto número de lutas com decisão dos jurados. Cinco dos últimos seis duelos do nigeriano foram para a contagem de pontos, assim como três das últimas quatro lutas do brasileiro. Com esse retrospecto, os odds das casas de apostas indicam boa chance de o título ser decidido nas papeletas, com odds de R$ 1,74 para 1. Quem acreditar em uma finalização ou nocaute pode dobrar seu dinheiro: o retorno para esses dois desfechos, seja qual for o vencedor, é de R$ 2,00 para 1.
Quem estiver à procura de cotações ainda melhores pode se arriscar em previsões mais ousadas – como, por exemplo, cravar ganhador e método de vitória. Se o brasileiro, que é tricampeão mundial de luta agarrada, finalizar o nigeriano, o retorno será de R$ 8,00 para 1. A menor cotação (que indica o desfecho considerado mais provável) é triunfo de Usman por pontos, retornando R$ 2,00 para 1. Já os odds para uma finalização do brasileiro pelo nigeriano refletem bem a excepcional reputação de Durinho no jiu-jitsu – caso Usman consiga a proeza de imobilizar o desafiante, o lucro será de incríveis R$ 19,00 para 1.
Confira todos os combates e as cotações do Bodogpara o UFC deste sábado (13/2), no UFC Apex, em Las Vegas, Estados Unidos (em destaque, os representantes do Brasil):
CARD PRINCIPAL (a partir da meia-noite, horário de Brasília)
Um dos grandes representantes da história do Jiu-Jitsu no MMA, Fabrício Werdum está confiante em relação às chances de Gilbert Durinho na disputa de cinturão contra Kamaru Usman no próximo sábado em Las Vegas. Para o peso pesado, o compatriota tem grandes possibilidades de finalizar o atual campeão.
Além disso, Werdum, que hoje é amigo de Durinho, ainda revelou que não tinha uma boa relação com ele na época do TUF Brasil 1, em 2012, quando eles representavam times diferentes – Wanderlei Silva e Vitor Belfort, respetivamente -, e que colocou um apelido curioso no meio-médio.
Após ver o UFC ser vendido por 4.2 bilhões de dólares em 2016, tendo se valorizado 1.1 bilhão em 4 anos (avaliado hoje em 5.3 bilhões), é curioso voltar a 1997 para relembrar o UFC 12, que no último domingo completou 24 anos. Além de ter entrado para a história como o evento que marcou a estréia de Vitor Belfort (vencendo o torneio) e a consagração de Mark Coleman (finalizando Severn), este show foi marcado por uma das maiores loucuras da história do esporte.
Num momento em que as lutas do UFC ainda eram chamadas de NHB (No Holds Barred) e recebiam forte oposição de políticos e imprensa, a SEG (empresa que comprou o evento do brasileiro Rorion Gracie na década de 90) tomou a perigosa atitude de marcar a 12ª edição do evento para a cidade de Buffalo em Nova York, o estado americano mais radical na perseguição ao esporte.
Esta seria a primeira edição com dois torneios divididos por categorias: peso leve (até 90kg) e pesado (acima de 90kg). E o Brasil chegou representando por dois estreantes da escola Carlson Gracie, Wallid Ismail (leve) e Vitor Belfort (pesado).
Durante a reunião de regras, 29 horas antes do evento, eu havia acabado de fazer uma sessão de fotos com Vitor Belfort e Carlson Gracie no octógono que estava sendo montado, quando recebemos a notícia de que o show havia sido cancelado, por conta do forte lobby do Boxe, que contava com a força do senador Republicano John MCcain.
Com os pacotes de pay per view já vendidos, o jeito encontrado pela organização foi desmontar tudo, alugar um boeing e partir para Dothan, Alabama, a 1700km dali, onde o esporte era legalizado e as lutas permitidas.
“SE ESTE AVIÃO CAIR, ACABA O VALE-TUDO NO PLANETA”
Como havia 12 vagas excedentes no avião, o critério para definir os repórteres que iriam acabou sendo o de ordem de chegada no local. Quem chegasse primeiro na fila embarcava. Após quase duas horas esperando no saguão do pequeno aeroporto de Niágara Falls, fiz a burrada de evitar a enorme fila do único banheiro, atravessando a neve até um pequeno McDonalds.
Quando voltei, o embarque no avião fretado pelo UFC já havia sido iniciado. Ainda consegui ver Carlson agoniado na escada da aeronave gesticulando revoltado comigo, mas nada pude fazer. Tentei argumentar com a esposa do Big John, Helen Mcarty, que controlava o embarque, mas não houve acordo.
Diante da impossibilidade de chegar a tempo de ônibus, já começava a pensar na possibilidade de voltar para o Brasil, quando o mestre pediu à sua ajudante, Una Proença, que descesse do avião e convencesse Helen a me deixar embarcar. A negociação foi tensa, mas a simpática tradutora conseguiu.
Ao entrar no avião ainda com as pernas bambas pelo susto, recebi uma das maiores espinafrações de minha vida. Lá no fim da aeronave, de pé, diante dos incrédulos americanos, Carlson gritava: “Poderoso vai no banheiro na hora do embarque! Ia se foder todo, bem feito!”. Foram momentos tensos, mas inesquecíveis com a trupe de mais de 20 brasileiros transformando o avião num carnaval. Com os principais lutadores do mundo a bordo naquele vôo, Carlson não perdeu a piada soltando uma de suas pérolas antes da decolagem: “Se este avião cair acaba o Vale-Tudo no planeta !”, arrancando uma gargalhada de todos que entendiam português.
Belfort e a trupe brasileira entrando no avião fretado para salvar o evento
EVENTO TRANSFERIDO E REMONTADO EM 14 HORAS
Desembarcamos em Montgomery, no Alabama, às 3h45 da madrugada de sexta. Os 200 passageiros foram divididos em cinco ônibus, que viajaram mais 1 hora e meia, chegando em Dothan às 5h30.
Uma fila enorme se formou no lobby do hotel. Lembro dos americanos Dan Severn e Coleman, que se enfrentariam na super luta do evento, cochilando apoiados no balcão na fila para o check in. O fato é que os lutadores foram dormir já com o sol nascendo, enquanto os técnicos, virados, montavam octógono e luzes. Foram 14 horas de trabalho para deixar tudo pronto para a transmissão do evento em cadeia nacional às 20h.
BELFORT GRACIE E A PROMESSA CUMPRIDA
Mas o fato é que a recompensa valeu cada centavo que gastei para ir cobrir aquele evento insano. Afinal de contas não existe nada mais gratificante para um jornalista esportivo que testemunhar a consagração de um lutador que você acompanhou desde o inicio.
Ao assistir Vitor Belfort entrar naquele octógono pela primeira vez, não pude deixar de lembrar do brasileiro de Jiu-Jitsu na Akxe (três anos antes) quando Carlson me pediu para ficar de olho naquele faixa azul juvenil, segundo ele, “um Fenômeno” que venceria peso e absoluto. Dito e feito. Curiosamente aquele mesmo garoto me pediria uma foto de sua vitória quando estive na Academia na semana seguinte, inclusive sendo zoado pelos mais graduados quando me disse que um dia estaria na capa do Jornal O Tatame. E dois anos depois, lá estava ele na primeira edição de O Tatame em formato de revista. Ainda não na capa, mas já morando com Carlson em LA, numa reportagem que fiz onde o mestre já o apresentava como apto a desafiar os melhores do esporte, inclusive causando uma tremenda polêmica com sua família ao “rebatizá-lo” de Vitor Belfort Gracie.
E nesta estréia no UFC, definitivamente, Belfort fez jus às palavras do mestre. Em pouco mais de 2minutos nocauteou os bem mais pesados Tra Telligman e Scott Ferrozo, consagrando-se como o mais novo campeão de um torneio do UFC. E diante daquela atuação incrível coube a Tatame realizar, por merecimento, a promessa que Vitor me havia feito em 1994. Tive a honra de produzir e fotografar esta foto em meus estúdio, com a luxuosa assistência do homem que o havia me apresentado naquele brasileiro de Jiu-Jitsu, seu mestre Carlson Gracie. Esta, aliás, seria a primeira de muitas capas.
A DERROTA DE WALLID E A MUDANÇA NAS REGRAS
Mas aquela noite no Alabama não foi só de alegrias para Carlson. Considerado o favorito para vencer o torneio dos leves, Wallid acabou sendo vencido pelo japonês Takahashi, logo na primeira luta.
Só entendi o peso daquela vitória para os japoneses ao ver a emoção do meu amigo Susumu Nagao. “Para nós japoneses vencer um faixa preta de Jiu-Jitsu brasileiro é como se a seleção japonesa vencesse a brasileira na copa do mundo de futebol. Hoje, depois do Rickson, o Wallid e o faixa preta mais conhecido no Japão”, me explicou emocionado a lenda da fotografia marcial.
Pior que Takahashi acabou quebrando a mão na luta com Wallid, não voltando para lutar a final. Melhor para o discípulo de Ken Shamrock, Jerry Bohlander, que após abusar da grade para evitar as quedas e derrotar Fábio Gurgel no UFC 11, soltou o jogo no torneio e conquistou o título dos leves deste UFC 12 ao finalizar Rainy Martinez e o alternate Nick Sanzo, ambos em menos de 2 minutos.
No vôo de volta registrei o momento em que Wallid, ajudado por Una, foi dar uma dura em Big John e Art Davie na entrada do avião reclamando que não deveria ser permitido segurar na grade. Curiosamente, vinte anos mais tarde, fiz uma entrevista com Big John onde ele me revelou que as lutas entre Fábio Gurgel vs Jerry Bohlander (UFC11) e Wallid vs Takahashi (UFC 12) foram definitivas para que eles decidissem proibir que lutadores usassem a grades para defender quedas. Tanto que esta regra foi oficializada logo na seqüência.
Sem conseguir derrubar o judoca japonês, Wallid foi eliminado da final do torneio
A CONSAGRAÇÃO DO GROUND N´ POUND
Os fãs mais novos que só tiveram a oportunidade de conhecer Mark “The Hammer” Coleman nos últimos anos, talvez não tenham idéia sobre o que este lutador representou na história do esporte. Muito antes de Kerr, Couture, Randleman, Henderson e Erikson, Coleman entrou no UFC e, num momento em que o esporte era totalmente dominado pelo Jiu-Jitsu, apresentou ao mundo o Ground N´Pound. Com um estilo marcado por muita força, excelentes quedas, “The Hammer” havia vencido dois torneios seguidos do UFC, feito que só havia sido conseguido por Royce Gracie.
A superluta com Dan “The Beast” Severn, principal oponente de Royce nas primeiras edições do show, neste UFC 12 era vista por muitos como uma comparação entre os dois maiores wrestlers do UFC.
Não deu nem para o começo. Mesmo pesando 8kg a mais, Severn não viu a cor da bola. Em apenas 3 minutos, Coleman (1,84m/110kg/31a) derrubou Severn (1,87m/118kg/38a) já caiu montado, “The Beast” virou de quatro e, após ser bombardeado pelo compatriota, deixou o oponente cair em sua lateral, sendo finalizado no honke zagatami, conhecido vulgarmente como gravata de porteiro.
Após o evento toda a trupe teve que embarcar de volta para Búfalo, Nova York no boeing especialmente fretado pela SEG.
Passados 24 anos deste histórico UFC 12 vale atentar que Nova York foi o último dos cinquenta estados americanos a aprovar o MMA. Foram necessários quase 20 anos até que o Madison Square Garden pudesse ser palco do evento, no histórico UFC 205 (novembro de 2016), que teve McGregor nocauteando Eddie Alvarez e se transformando no primeiro lutador a ter dois cinturões de duas categorias distintas (leve e pena).
*Texto e fotos: Marcelo Alonso
Lutadores na press conference onde ficamos sabendo que o evento seria transferido para o Alabama, 1700 km dali
os protagonistas da noite, Severn e Coleman, mostrando a camisa do evento
O Octogono sendo remontado no Alabama a 5 horas do evento
Pouco antes da noticia sobre a proibição do UFC, Carlson fez este registro de Belfort e eu sentados no octógono que estava sendo montado em Nova York
Belfort e a trupe brasileira entrando no avião fretado para salvar o evento
Belfort e seu treinador, All Stankie, na entrada da aeronave
Art Davie e Shamrock no vôo que, segundo Carlson, poderia ter provocado a extinção do MMA no planeta
Vitor nocauteando Telligman na primeira luta
Belfort só precisou de 43 segundo para vencer Ferrozo na final
Vitor comemorando com Carlão, Allan e outros parceiros da Carlson
Vitor e Carlson comemorando a vitória
Coleman só precisou de 2m57 para derrubar e finalizar Severn
Coleman só precisou de 2m57 para derrubar e finalizar Severn
Coleman faturou um cinturão pela superfight, enquanto Belfort ganhou uma medalha (solta, em sua mão) por vencer o torneio
Coleman faturou um cinturão pela superfight, enquanto Belfort ganhou uma medalha (solta, em sua mão) por vencer o torneio
Coleman faturou um cinturão pela superfight, enquanto Belfort ganhou uma medalha (solta, em sua mão) por vencer o torneio
Após usar por diversas vezes o recurso de segurar na grade para não ser derrubado, Takahashi venceu Wallid em decisão unânime
Sem conseguir derrubar o judoca japonês, Wallid foi eliminado da final do torneio
Na entrada do vôo de volta Wallid reclama com Big John e Art Davie que segurar na grade deveria ser proibido
Após ser nocauteado Ferrozo tieta o Fenômeno Belfort
Belfort sendo entrevistado pelo jornalista Eddie Goldman no vôo de volta
Sergio Cohen, Jovita Belfort, Una, Vitor e Wallid turistando em Niagara Falls na volta a Nova York após a luta
Belfort realizou sua promessa de 1994 e saiu na capa da Tatame
Hoje faixa-coral de Jiu-Jitsu, Joe Moreira possui papel fundamental na globalização da arte suave no mundo, sendo um dos primeiros não Gracie a ensinar as técnicas da modalidade nos EUA e o organizador da primeira edição do Pan-Americano no país. Além de seus trabalhos nos bastidores, o aluno de Francisco Mansor também possui histórias como competidor, tendo enfrentado Rickson Gracie em duas oportunidades na Copa Company no início dos anos 80. Confira o depoimento do veterano em recente entrevista no RESENHA PVT:
O Brasil pode conquistar mais um cinturão do UFC no próximo sábado, quando Gilbert Durinho entra no octógono para disputar o título dos meio-médios contra o ex-parceiro de treino e atual campeão Kamaru Usman, em Las Vegas. Representantes brasileiros da categoria, Demian Maia – que já enfrentou tanto Durinho quanto Usman -, Rafael Dos Anjos, e Warlley Alves analisaram o combate. Assista:
Em recente entrevista ao CONEXÃO PVT, Fabrício Werdum, que voltou a morar no Brasil após anos nos EUA, revelou que recebeu a autorização de Mike Tyson para ser o representante oficial da Tyson Ranch no país. Fundada em 2017, a empresa da lenda do Boxe explora produtos derivados da cannabis, como o canabidiol (CBD), ativo utilizado para tratar alguns tipos de transtornos, como explicou o ex-campeão do UFC no vídeo abaixo:
Rodrigo Minotauro está esperançoso quanto às chances de Gilbert Durinho conquistar o cinturão dos meio-médios para o Brasil na luta contra o ex-parceiros de treinos no próximo sábado em Las Vegas. De acordo com a lenda dos pesos pesados, o compatriota é superior ao nigeriano nos pontos chaves do combate.
No próximo sábado Gilbert Durinho finalmente enfrenta o ex-parceiro de treinos Kamaru Usman, em Las Vegas, em luta válida pelo cinturão dos meio-médios do UFC. Baseado no que os dois já fizeram desde que passaram a treinar juntos, ainda na extinta Blackzilians, o brasileiro aposta em um combate bastante disputado e nada monótono. Em recente entrevista ao PVT, Durinho relembrou a época em que eles dividiam o tatame. Assista: