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Lutador acusa Nação Cyborg de retirá-lo de torneio injustamente e empresário promete recorrer na justiça

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Evento promete contrato com Bellator ao campeão - Foto: Reprodução

O evento curitibano Nação Cyborg está promovendo um torneio entre pesos-galos que dará ao vencedor um contrato com o Bellator. Entretanto, um dos atletas classificados para a próxima fase da competição foi pego de surpresa na semana passada, quando viu seu nome fora do evento que abriga as semifinais, adiado para março devido à pandemia do covid-19. João Paulo Santos, 28 anos, venceu Aleandro Caetano por decisão dividida na primeira fase do torneio, em outubro deste ano, mas foi retirado da disputa por ter lutado outro evento, o Shooto Brasil, no último dia 3, quando venceu Robson Pontes da Cruz por nocaute técnico no segundo round.

“Foi uma surpresa muito desagradável, eu realmente não estava esperando por isso. Quando vi que divulgaram as chaves da semifinal e o meu nome não estava, eu fiquei bastante chateado, porque avisei a eles que lutaria no Shooto, e eles disseram que eu sairia do torneio caso perdesse, mas eu não perdi”, revelou João Paulo. “Lutei no Shooto porque a semifinal seria somente em março. Me mudei recentemente de Curitiba para o Rio de Janeiro e estava precisando de dinheiro para me manter. Inclusive, pagar os custos que tive na minha preparação para o Nação Cyborg, que não me pagou passagens, hospedagem e nem mesmo alimentação, e a bolsa foi só de R$ 300”, desabafou o lutador.

Empresário de João Paulo, Stefano Sartori contestou a decisão do Nação Cyborg.

Evento promete contrato com Bellator ao campeão – Foto: Reprodução

“Situação injusta e extremamente desagradável”, classifica o manager. “Infelizmente o maior prejudicado em toda essa situação é o atleta, que é o elo mais fraco na relação com o evento e, por uma decisão sem base jurídica alguma e totalmente desprovida de senso moral, está vendo sua chance de lutar internacionalmente ser tirada covardemente no tapetão.”

De acordo com Sartori, não há contrato assinado por parte do atleta que garanta exclusividade ao Nação Cyborg.

“Inclusive, solicitamos ao evento o envio de documento assinado pelo atleta que desse exclusividade ao evento e até agora estou esperando o anexo. Por essa razão essa substituição é absolutamente incorreta e sem respaldo jurídico”, alega. “Vamos recorrer à justiça para corrigir isso. Gostaria de ressaltar também que o atleta em momento algum deixou de cumprir os seus compromissos com o evento. Além disso, ele está preparado e sem nenhuma lesão que o impeça de lutar a semifinal. A substituição foi decidida de forma unilateral pelo evento, que sequer nos procurou antes de tomar a decisão, soubemos pela mídia.”

O empresário também ressaltou que a luta no Shooto Brasil foi essencial para que João Paulo conseguisse pagar suas contas, tendo em vista que lutador de MMA só recebe quando luta, e que a única motivação de participar do torneio do Nação Cyborg é a possibilidade de garantir um contrato com o Bellator.

“O Nação Cyborg não custeou os gastos com passagem nem hotel, e o valor da bolsa era irrisório, o que obrigou o atleta a investir financeiramente para poder sair do Rio de Janeiro e participar do evento em Curitiba. É lamentável, é absolutamente imoral você pagar um valor de bolsa que não equivale sequer a meio salário mínimo, marcar a semifinal para cinco meses depois das quartas de final e ainda exigir que um atleta profissional não possa exercer sua profissão, sem ter sequer um contrato de exclusividade firmado com o atleta. É lamentável que o amadorismo e a falta de bom senso ainda seja absolutamente comum no nosso dia a dia; mas pode ter certeza que vamos recorrer dessa decisão e se a justiça for feita o João Paulo volta ao GP”, promete o manager.

Assista aos melhores momentos do empate de Deiveson e das vitórias de Do Bronx e Mackenzie Dern

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LAS VEGAS, NEVADA - DECEMBER 12: (L-R) Mackenzie Dern punches Virna Jandiroba of Brazil in their women's strawweight bout during the UFC 256 event at UFC APEX on December 12, 2020 in Las Vegas, Nevada. (Photo by Jeff Bottari/Zuffa LLC)

Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno entregaram uma das melhores lutas de 2020, nesse final de semana em Las Vegas. Devido a um ponto deduzido por conta de um golpe não intencional nas partes baixas do desafiante, Deivison viu a vitória escapar. Entretanto, o empate majoritário garantiu a manutenção do título do campeão. 

https://www.youtube.com/watch?v=j2scVpUoPG4

Outro destaque foi o peso leve Charles Do Bronx, que, com seu eficaz Jiu-Jitsu, impediu que o ex-campeão Tony Ferguson conseguisse soltar seu jogo. Foi uma vitória maiúscula por decisão unânime, a oitava desde que o brasileiro retornou aos pesos leves. 

Mackenzie Dern e Virna Jandiroba também deram um grande espetáculo. No fim, vit’roia da americana brasileira por decisão unânime. 

Ronaldo Jacaré, Junior Cigano, Renato Moicano foram nocauteados. Jacaré e Moicano caíam ainda no primeiro round, para Kevin Holland e Rafael Fiziev, e Cigano, no segundo, para Ciryl Gané. 

Confira abaixo os resultados do evento:

UFC 256

12 de dezembro de 2020

Las Vegas, EUA

Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno empataram por decisão majoritária

Charles do Bronx venceu Tony Ferguson por decisão unânime

Mackenzie Dern venceu Virna Jandiroba por decisão unânime

Kevin Holland venceu Ronaldo Jacaré por nocaute no R1

Ciryl Gané venceu Junior Cigano por nocaute técnico no R2

Cub Swanson venceu Daniel Pineda por nocaute no R2

Rafael Fiziev venceu Renato Moicano por nocaute no R1

Gavin Tucker venceu Billy Quarantillo por decisão unânime

Tecia Torres venceu Sam Hughes por nocaute técnico (interrupção médica) no R1

Chase Hooper finalizou Peter Barrett com um a chave de tornozelo no R3

Carlão Barreto aplaude Do Bronx e aponta McGregor como adversário ideal

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LAS VEGAS, NEVADA - DECEMBER 12: (L-R) Charles Oliveira of Brazil punches Tony Ferguson in their lightweight bout during the UFC 256 event at UFC APEX on December 12, 2020 in Las Vegas, Nevada. (Photo by Jeff Bottari/Zuffa LLC)

Desde que retornou ao peso leve, em 2018, Charles Do Bronx simplesmente pulverizou todos os oito adversários que foram colocados à sua frente. A última vítima foi o ex-campeão Tony Ferguson, dominado inteiramente pelo brasileiro no último final de semana em Las Vegas.

A atuação irreparável, elogiada até por Dana White, coloca Do Bronx como provável adversário do vencedor da luta entre Conor McGregor e Dustin Poirier, marcada para o dia 23 de janeiro. Para Carlão Barreto, que participou do DEPOIS DO GONGO ao vivo após o UFC desse final de semana, o melhor dos cenários para o brasileiro é uma vitória do irlandês.

https://youtu.be/nxykWxkgR7E

Depois do Gongo: Carlão Barreto analisa participação brasileira no UFC 256

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https://youtu.be/vPUa0nX6DRg

Logo após o UFC 256, neste sábado, Carlão Barreto analisou conosco em detalhes a participação brasileira no penúltimo evento do ano.

A guerra entre Deiveson Figueiredo e Brandon Moreno, o show de Charles do Bronx e o próximo passo dele na divisão, as possíveis consequências das derrotas de Ronaldo Jacaré e Junior Cigano, o show de Mackenzie Dern e Virna Jandiroba, e o domínio brasileiro nos dois maiores eventos do mundo (8 cinturões).

Veja no vídeo acima.

UFC 256: confira as cotações de Charles do Bronx, Jacaré e Cigano

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Além de Deiveson Figueiredo, que defenderá o cinturão do peso mosca contra Brandon Moreno, outros três nomes importantes do MMA brasileiro estarão em ação no UFC 256, neste sábado (12), em Las Vegas. E se Deiveson é o amplo favorito nas casas de apostas esportivas, Charles do Bronx, Ronaldo Jacaré e Júnior Cigano têm combates muito mais complicados, todos eles contra oponentes com boas cotações. 

Entre esses três atletas, só mesmo Jacaré, que enfrenta Kevin Holland, leva vantagem nos odds, e mesmo assim com uma margem mínima, quase um empate técnico. Do Bronx, que pega o fortíssimo Tony Ferguson, corre por fora, assim como o ex-campeão Cigano, escalado para duelar com o invicto Ciryl Gane. A seguir, a gente mostra todas as cotações e quais são os lucros que você pode obter apostando nos brasileiros.

Vale lembrar que fazer um palpite em um atleta que está em baixa conforme as chances calculadas pelos sites de apostas esportivas pode ser um bom negócio caso você acredite no potencial desse lutador. Isso porque ele oferece a possibilidade de faturar muito mais, com retornos bem mais atraentes. Os odds que mostraremos logo abaixo, fornecidos pelo Odds Shark, são do Bodog, um dos principais sites do ramo. 

Peso leve – (R$ 1,58) Tony Ferguson x Charles do Bronx (R$ 2,40)

Com a aposentadoria de Khabib Nurmagomedov, o cinturão dos leves vai ficar sem dono, e tanto Ferguson como Do Bronx sonham com o título. No ranking do UFC, a vantagem é do americano, terceiro colocado, enquanto o brasileiro está em sétimo. Vencer em Vegas deixaria Charles bem mais perto de um title shot, mas não será fácil – basta ver os odds do combate nas casas de apostas, que favorecem Ferguson.

Com 26 vitórias e 4 derrotas, o americano renderá um lucro de R$ 1,58 para 1 se vencer. O brasileiro, com 29 vitórias e 8 derrotas, paga R$ 2,40 para 1 no Bodog – ou seja, você pode mais do que dobrar seu investimento se acreditar em Charles. Ferguson vem de derrota para Justin Gaethje, enquanto Do Bronx construiu uma sequência de sete vitórias seguidas – o que mostra que um triunfo brasileiro não seria nenhuma surpresa.

Em todas essas sete vitórias, Charles finalizou ou nocauteou. Por sinal, ele não decide uma luta por pontos desde 2014. Com esse retrospecto, vale a pena ficar de olho nas chances de uma ganhador dentro dos três rounds, sem chegar às papeletas dos jurados. Nessa hipótese, o lucro seria de R$ 1,47 para 1, qualquer que seja o vencedor. Se você apostar em vitória de Charles por nocaute ou finalização, o lucro pode ser de R$ 3,20 para 1.

Peso médio – (R$ 1,83) Ronaldo “Jacaré” Souza x Kevin Holland (R$ 1,90)

A lenda brasileira do jiu-jitsu tem uma encrenca pela frente: Jacaré pega um americano de 28 anos, com quatro vitórias em sequência. Se Holland vive bom momento, o mesmo não pode ser dito do brasileiro, que aos 40 anos vem de duas derrotas seguidas. Mesmo com o retrospecto recente decepcionante, Jacaré tem uma boa cotação nas casas de apostas: se vencer, ele proporciona lucro de R$ 1,83 para 1. Holland paga R$ 1,90 para 1.

Jacaré não consegue nocautear ou finalizar desde 2018, quando apagou Chris Weidman em Nova York. Suas derrotas para Jan Blachowicz e Jack Hermansson foram por decisão. E apostar em mais um combate de Jacaré decidido pelos jurados pode render R$ 1,95 para 1. Mas se você acha que o veterano brasileiro vai mostrar toda a qualidade de sua luta agarrada e finalizar o americano, pode lucrar ainda mais: R$ 2,70 para 1.

Peso pesado – (R$ 4,25) Júnior Cigano x Ciryl Gane (R$ 1,22)

O ex-campeão dos pesados vem de três derrotas seguidas, para Jairzinho Rozenstruik, Curtis Blaydes e Francis Ngannou, todas elas por nocaute. Isso explica a cotação ruim de Cigano para o duelo com o francês Gane: R$ 4,25 para 1 no Bodog. Já o oponente, que soma seis vitórias em seis combates profissionais, é um dos grandes favoritos da noite, pagando R$ 1,22 para 1. Uma nova derrota por nocaute de Cigano proporciona lucro de R$ 1,74 para 1. Já um triunfo por nocaute de Cigano paga nada menos que R$ 7,50 para 1.

Confira todos os combates e as cotações do Bodog para o UFC deste sábado (12/12), no UFC Apex, em Las Vegas, Estados Unidos (em negrito, os representantes do Brasil):

CARD PRINCIPAL (a partir de 0h, horário de Brasília) 

Peso mosca – (R$ 1,30) Deiveson Figueiredo x Brandon Moreno (R$ 3,50)

Peso leve – (R$ 1,58) Tony Ferguson x Charles “do Bronx” Oliveira (R$ 2,40)

Peso palha – (R$ 1,52) Mackenzie Dern x Virna Jandiroba (R$ 2,55)

Peso médio – (R$ 1,83) Ronaldo “Jacaré” Souza x Kevin Holland (R$ 1,90)

Peso pesado – (R$ 4,25) Júnior “Cigano” dos Santos x Ciryl Gane (R$ 1,22)

CARD PRELIMINAR (a partir das 20h30, horário de Brasília)

Peso pena – (R$ 2,30) Cub Swanson x Daniel Pineda (R$ 1,62)

Peso leve – (R$ 2,30) Renato “Moicano” Carneiro x Rafael Fiziev (R$ 1,62)

Peso pena – (R$ 2,30) Gavin Tucker x Billy Quarantillo (R$ 1,62)

Peso palha – (R$ 1,30) Tecia Torres x Sam Hughes (R$ 3,50)

Peso pesado – (R$ 1,41) Sergey Spivak x Jared Vanderaa (R$ 2,90)

Peso pena – (R$ 1,25) Chase Hooper x Peter Barrett (R$ 4,00)

 

Josuel Distak narra encontro de Jacaré e Holland e chama atenção para o tamanho do octógono

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Convidado do CONEXÃO PVT na última quinta-feira, Josuel Distak revelou detalhes dos bastidores da preparação de Ronaldo Jacaré, narrou o encontro do lutador com o adversário deste sábado, Kevin Holland e chamou a atenção para o tamanho do octógono, que, para ele, favorece o jogo do brasileiro. Assista:

https://youtu.be/W82px22z39w

Brasileira Juliana Velasquez conquista cinturão do Bellator

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Na noite dessa quinta-feira, 10, o Brasil conquistou mais um cinturão mundial. A nova campeã é a peso-mosca Juliana Velasquez, que venceu Ilima-Lei Macfarlane por decisão unânime na luta principal do Bellator 254, realizado em Connecticut, EUA, faturando o título da categoria. 

https://www.youtube.com/watch?v=0uaUJrWFh28

Aos 34 anos de idade, a ex-integrante da seleção brasileira de Judô, profissional de MMA desde 2014, chega a 11 vitórias em 11 lutas. Atleta da Team Nogueira, Juliana Velasquez agora faz companhia a Cris Cyborg no hall de campeãs do Bellator, e a Amanda Nunes no de campeãs mundiais. 

Os outros três brasileiros que estiveram em ação no card não tiveram o mesmo sucesso. Robson Gracie Jr. foi derrotado por Billy Golf por nocaute técnico no segundo round; o ex-UFC Ronny Markes foi superado por Linton Vassell por decisão unânime; e Matheus Mattos estreou com derrota para Magomed Magomedov, também por decisão unânime.

UFC planeja Paulo Borrachinha x Robert Whittaker para março, afirma Wallid Ismail

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De acordo com Wallid Ismail, só falta Robert Whittaker assinar o contrato para o UFC confirmar a luta contra Paulo Borrachinha para março do próximo ano. A revelação foi feita durante entrevista ao CONEXÃO PVT na última segunda-feira. Ainda segundo o empresário, há a possibilidade do duelo ser válido pelo cinturão interino dos pesos médios, já que o atual campeão, Israel Adesanya, flerta com a possibilidade de subir para os meio-pesados. 

Paulo Borrachinha sofreu sua primeira derrota no UFC em setembro deste ano, para Israel Adesanya, em luta válida pelo cinturão da categoria. Vindo de vitórias sobre Darren Till e Jared Canonier, Robert Whittaker já foi campeão da divisão, mas acabou sendo destronado justamente pelo nigeriano, em outubro de 2019. O combate entre o brasileiro e o australiano tem tudo para ser decisivo para a classe. 

Vídeo: Amanda Ribas estrela campanha da parceria entre UFC e Halls

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Em alta no UFC, a brasileira Amanda Ribas é a estrela da parceria entre o evento e a Halls. Durante a campanha, intitulado “Respire Fundo – Lute Como Uma Mulher”, serão lançados vídeos de 3 a 17 minutos com a lutadora narrando tomadas de decisões importantes em sua carreira. Assista abaixo ao primeiro vídeo.

https://youtu.be/84S52UHY8bI

“Fiquei muito feliz de participar dessa campanha do UFC com Halls. Muitas pessoas ainda têm a visão de que o MMA é feito para homens ou visualizam lutadoras através de estereótipos. Eu me sinto honrada de ter sido escolhida para mostrar que a força está na mente, no coração e no ato de respirar fundo. Em vários momentos da minha vida e carreira, respiro fundo e vou. Poder representar isso nessa campanha foi uma experiência incrível”, disse Amanda ao site “PropMark”.

Atual número 9 do ranking dos pesos-palhas, a maneira de Varginha retorna ao octógono no dia 23 de janeiro, agora contra a compatriota Marina Rodríguez, que entrou esta semana no lugar de Michelle Waterson. 

Orbitando entre as postulantes à disputa de cinturão da divisão, Amanda Ribas busca a sua quinta vitória consecutiva desde que chegou ao UFC, o que, se confirmada diante de Marina Rodriguez, pode deixá-la cara a cara com o objetivo. 

Pupilo dos irmãos Pitbull, Matheus Mattos estreia no Bellator prometendo fazer história: ‘Chegou a hora do mundo saber quem eu sou’

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Apontado desde muito novo como uma das esperanças brasileiras na divisão dos galos, Matheus “Adamas” Mattos estreia no Bellator nesta quinta-feira, dia 10, em Connecticut, EUA. Com passagem pelo The Ultimate Fighter Brasil 4, em 2015, e vindo de vitória no evento russo ACB, o fluminense de Araruama, que treina com os irmãos Patricky e Patrício Pitbull em Natal, garante que chega na organização para cravar seu nome na história.

“Meu início nos eventos brasileiros foi muito bom, tive uma grande experiência no TUF 4 e as três lutas duríssimas que eu fiz pelo ACB me deixaram tarimbado para lutar contra os melhores do mundo. Acredito que estou no melhor momento da minha carreira. Claro, ainda tenho a crescer, mas cada passo vai me ajudar a chegar aonde eu quero, que é ser campeão mundial no Bellator”, frisa o lutador de 28 anos.

O adversário de Matheus Mattos na estreia será o russo Magomed Magomedov, que venceu 16 das 17 lutas que disputou como profissional. Um de seus triunfos foi contra o atual campeão peso-galo do UFC, Petr Yan, em 2017, que o devolveu a derrota na revanche ocorrida um ano depois. O brasileiro reconhece o alto nível do adversário, mas esbanja confiança para cravar uma noite feliz na quinta.

“O Magomed é um cara duro, tem um cartel bom, enfrentou caras duros também e acredito numa guerra. Aliás, sempre que entro no cage eu entro pronto para uma guerra. Treino a minha carreira inteira para enfrentar os melhores do mundo e agora é o momento de mostrar ao mundo quem é Matheus Mattos. Não me vejo perdendo esta luta, me vejo nocauteando ou finalizando ele. É a luta que vai me levar ao top 10 do Bellator”, acredita.

Assim como o oponente, Matheus Mattos também teve a experiência de enfrentar Petr Yan. Foi em 2017, pelo ACB. Na ocasião, o russo levou a melhor com um nocaute no terceiro round. É a única derrota do brasileiro em 14 lutas como profissional – as outras foram 12 vitórias e 1 empate. Em vez de lamentar, ele viu esse único resultado negativo como uma oportunidade de se reinventar.

“Tirei a lição de que eu precisava urgentemente ampliar o meu jogo. Eu estava focado em uma só arte e isso me deixou previsível naquele momento. Resgatei minha raiz, que é o Muay Thai, e vim para os EUA no final de novembro para terminar o camp aqui com o capitão (Eric Albarracin) e dar ênfase na melhora do meu Wrestling. Surgiram suspeitas de COVID na equipe e para evitar o risco de me contaminar, uni o útil ao agradável. Mas graças a Deus o pessoal testou negativo e estão todos bem”, explica “Adamas”.

Se seguir os passos de Patricky e Patrício Pitbull na organização, Matheus Mattos tem tudo para escrever seu nome na história do evento. Pupilo dos irmãos, ele absorve lições desde o seu início nas artes marciais, quando os conheceu no Rio de Janeiro.

“Tenho uma amizade de longa data com os irmãos Pitbull, iniciada quando treinávamos na Team Nogueira. Sempre que podia eu estava treinando com eles, aprendendo com eles, até porque, enquanto eu apenas começava a carreira, eles já eram atletas internacionais. Com certeza fazer parte da equipe deles pesou na minha contratação pelo Bellator. Agora está tudo em casa: Patrício, Patricky, Leandro Higo, Ilara Joanne e, agora, eu. Ano que vem vai ter a estreia também do Gugu e quem sabe mais atletas da Pitbull Brothers se juntam à gente.”

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