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UFC Vegas 17: José Aldo e Marlon Moraes são os favoritos nas casas de apostas

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Ex-campeão retorna ao octógono em agosto (Foto: UFC)

Dois brasileiros com chances de lutar pelo cinturão do peso galo em 2021 são destaques do último evento do UFC em 2020. José Aldo e Marlon Moraes, que integram o top 10 da categoria que tem Petr Yan como atual campeão, entram em ação neste sábado (19) pelo UFC Las Vegas 17 – e ambos surgem como favoritos nas casas de apostas esportivas, que dão vantagem aos dois brasileiros, experientes e sempre competitivos. 

Ex-campeão dos penas, Aldo, de 34 anos, busca sua primeira vitória na nova categoria. O equatoriano Marlon Vera, 28, é seu obstáculo rumo à reabilitação no Ultimate. Essa luta será o co-main event do card, atrás apenas de Stephen Thompson x Geoff Neal. Já Marlon Moraes, 32 anos, busca se recuperar do revés sofrido para Cory Sandhagen, em outubro, e terá pela frente o americano Rob Font, 33, que vem de duas vitórias seguidas. 

Apesar dos tropeços recentes, ambos os brasileiros são boas opções de lucro nos sites de apostas esportivas. Os odds que mostraremos a seguir, fornecidos pelo Odds Shark, são do Bodog, uma das principais casas do ramo. E sempre lembrando: além de apostar nos vencedores, você pode procurar outras opções de lucro investindo em palpites específicos como método de vitória (finalização, nocaute ou decisão), por exemplo.

Peso galo – (R$ 1,66) José Aldo x Marlon Vera (R$ 2,20)

A sequência recente de Aldo realmente não é boa. Ele perdeu seus três últimos combates, mas é preciso destacar que todos esses duelos foram contra adversários duríssimos (Petr Yan, Marlon Moraes e Alexander Volkanovski). Dois deles, aliás, são atuais campeões em suas categorias (Yan e Volkanovski). Marlon Vera, por sua vez, é apenas o 15o colocado no ranking dos galos e parece ser um adversário ideal para Aldo recuperar a confiança.

A enorme diferença de técnica e experiência se reflete nas cotações das casas de apostas, que colocam Aldo como claro favorito. Se vencer, o brasileiro renderá um lucro de R$ 1,66 para cada real investido no Bodog, enquanto vitória do equatoriano proporciona retorno de R$ 2,20 para 1. Vera jamais encarou um atleta do nível de José Aldo e tem a seu favor apenas o fato de, por ser mais jovem, poder levar vantagem se a luta se alongar.

A duração do combate, aliás, é outro quesito em que os fãs de MMA podem apostar neste fim de semana. Quem acha que a luta será decidida pelos jurados pode receber um lucro de R$ 1,57 para 1, enquanto o palpite em nocaute ou finalização dentro dos três rounds pode render R$ 2,30 para 1. Apostar em nocaute de Aldo oferece a chance de lucrar R$ 6,50 para 1, enquanto uma finalização do brasileiro paga ótimos R$ 10,00 para 1.

Peso galo – (R$ 1,64) Marlon Moraes x Rob Font (R$ 2,25)

As chances de Marlon Moraes neste fim de semana são quase iguais às de Aldo, ao menos segundo as cotações das casas de apostas. Os odds são praticamente os mesmos da luta anterior, com Marlon Moraes oferecendo lucro de R$ 1,64 para 1 e Rob Font cotado a R$ 2,25 para 1 no Bodog. Font é um oponente mais perigoso que Vera, mas a expectativa é de outro triunfo brasileiro no octógono, já que Marlon está em outro patamar nos galos.

Basta lembrar que, em suas últimas sete lutas, Marlon somou cinco vitórias, todas contra adversários de bom nível (Aldo entre eles). Font tem bom cartel (17 vitórias e 4 derrotas), mas nunca derrotou um peso galo de primeiro escalão. Além disso, ele tem pouco poder de nocaute e finalização: suas últimas três lutas foram para as papeletas dos jurados. Se isso se repetir contra Marlon, o lucro será de R$ 1,90 para 1. 

Atleta muito contundente, Marlon só foi para a decisão por pontos uma vez nas últimas seis lutas. Se houver novo nocaute ou finalização neste fim de semana, qualquer que seja o ganhador, o retorno será de R$ 1,83 para 1. Apostar em uma vitória de Marlon Moraes logo no primeiro round oferece um belo lucro de R$ 5,00 para 1, enquanto um triunfo do brasileiro no segundo round proporciona retorno de R$ 7,50 para 1.

Confira todos os combates e as cotações do Bodog para o UFC deste sábado (19/12), no UFC Apex, em Las Vegas, Estados Unidos (em destaque, os representantes do Brasil):

CARD PRINCIPAL (a partir de 21h, horário de Brasília) 

Peso meio-médio – (R$ 1,80) Stephen Thompson x Geoff Neal (R$ 1,95)

Peso galo – (R$ 1,66) José Aldo x Marlon Vera (R$ 2,20)

Peso meio-médio – (R$ 1,95) Khaos Williams x Michel Pereira (R$ 1,80)

Peso galo – (R$ 1,64) Marlon Moraes x Rob Font (R$ 2,25)

Peso mosca – (R$ 1,87) Gillian Robertson x Taila Santos (R$ 1,87)

Peso pesado – (R$ 1,95) Marcin Tybura x Greg Hardy (R$ 1,80)

CARD PRELIMINAR (a partir das 18h, horário de Brasília)

Peso meio-médio – (R$ 1,41) Anthony Pettis x Alex Morono (R$ 2,90)

Peso galo – (R$ 1,62) Sijara Eubanks x Pannie Kianzad (R$ 2,30)

Peso médio – (R$ 1,37) Karl Robertson x Dalcha Lungiambula (R$ 3,10)

Peso casado – (R$ 2,35) Deron Winn x Antonio Arroyo (R$ 1,60)

Peso galo – (R$ 2,60) Aiemann Zahabi x Drako Rodriguez (R$ 1,50)

Peso médio – (R$ 1,31) Tafon Nchukwi x Jamie Pickett (R$ 3,45)

Peso mosca – (R$ 1,64) Jimmy Flick x Cody Durden (R$ 2,25)

 

Michel Pereira analisa Kalinn Williams e destrincha seu dicionário de golpes

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Michel Pereira estará em ação no UFC deste sábado, o último de 2020, que acontece em Las Vegas. Em entrevista ao CONEXÃO PVT no início desta semana, ele analisou o adversário, Kalinn Williams, revelou estar na dúvida se repete os tapas que deu no último oponente e destrinchou seu arsenal de golpes performáticos, revelando até o nome de alguns que ele ainda nem colocou em prática no Ultimate. Assista:

Hugo Duarte ministra seminários em Ponta Grossa-PR e Itajaí-SC a partir desta sexta-feira

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O general da Luta-Livre Hugo Duarte está no Sul do Brasil para compartilhar o seu vasto conhecimento de luta de solo em dois seminários. Nesta sexta-feira, dia 18, a partir das 19h, o local é a cidade de Ponta Grossa, no Paraná. Já no sábado, mais cedo, às 17h, o veterano estará em Itajaí, Santa Catarina. 

Considerado uma das maiores autoridades quando o assunto é chave de pé, calcanhar e joelho, Hugo Duarte promete abrir seu baú de técnicas para os presentes. 

“O Sul do Brasil é um dos maiores celeiros de luta de chão e MMA do Brasil, então a ideia é desenvolver ainda mais a nossa Luta-Livre na região. Vou apresentar minhas técnicas preferidas e ficar a disposição de todos”, destaca Hugo. “Agradeço ao Steve Augusto Vieira da equipe Fight Combat pela parceria, ele é o representante da equipe Hugo Duarte aqui no Sul.”

Confira abaixo as informações para o seminário:

Ponta Grossa,PR

Sexta-feira, 19h

Av. Visconde de Mauá, 22775

Telefone: 42 991610603

Itajaí, SC

Sábado, 17h

Rodovia Oswaldo Reis, 2700, Praia Brava

Telefone: 42 9916-10603

Treinador de Whittaker nega acordo para luta com Borrachinha e confirma interesse em desafio no Boxe

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Ex-campeão peso médio do UFC, o australiano Robert Whittaker recebeu a faixa-preta de Jiu-Jitsu no início do mês. O professor do lutador é o brasileiro Alex Prates, convidado desta edição do CONEXÃO PVT. Formado por Zé Mário Sperry, o hoje representante da Gracie Humaitá vive há duas décadas na Austrália, onde possui academias e lapida jovens talentos para o sucesso nas lutas. 

https://youtu.be/rK9jjiDGs1c

Além de contar um pouco sobre sua carreira desde o Brasil, Prates falou sobre os planos de Whittaker para 2021. Primeiramente, ele negou que o ex-campeão esteja apalavrado para enfrentar Paulo Borrachinha, como afirmou Wallid Ismail. De acordo com o treinador, a ideia de Whittaker é disputar o cinturão interino ou até mesmo subir para os meio-pesados caso Adesanya conquiste o título da divisão. 

Alex Prates também confirmou interesse no desafio feito pelo ex-jogador de rugby Paul Gallen, que na última quarta-feira venceu ninguém menos que Mark Hunt num duelo de Boxe. Após a vitória sobre o ex-campeão do K-1, Gallen mirou Robert Whittaker para um duelo nos ringues que pode render ao ex-campeão do UFC a quantia de US$ 1,5 milhão. 

Artur Mariano relembra clássico contra Wanderlei Silva e revela por que revanche não aconteceu

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Convidado do RESENHA PVT da última quarta-feira, Artur Mariano relembrou seu início nas artes marciais, quando, ainda na infância, sofria bullying. O grão mestre de Muay Thai também relembrou sua antológica luta contra Wanderlei Silva no IVC em 1997, revelou por que a revanche não aconteceu e falou sobre a aposentadoria precoce dos combates devido a uma trombose.

Artur Mariano também relembrou os bastidores de suas temporadas na Holanda e na Tailândia, a fidelidade ao mestre Luiz Alves, afirmou que o Brasil hoje é uma potência na modalidade e revelou em primeira mão que está abrindo mão do cargo de presidente da Confederação Brasileira da Muay Thai para se dedicar exclusivamente ao MMA. Assista à entrevista completa no vídeo abaixo:

https://youtu.be/_t9LNbNDgiQ

 

 

IVC 5: Pelé vence Wrestling e Jiu-Jitsu e consagra Chute Boxe em noite sangrenta

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na semifinal Pelé dominou Jorge Pereira e obrigou os juizes a interromperem a 8min15s devido a um forte sangramento

Considerado o evento de Vale-Tudo mais real já realizado na era moderna, o International Vale Tudo (IVC) organizado por Sérgio Batarelli tinha como marca registrada a realização de torneios históricos que tinham como principal atrativo, confrontos entre brasileiros e americanos ou duelos sangrentos entre os arqui-rivais da época: Muay Thai, Wrestling, Jiu-Jitsu e Luta-Livre (Budokan).

O fato é que das 13 edições do IVC realizadas por Sérgio Batarelli, nenhuma teve um torneio até 80kg tão equilibrado e sangrento quanto o IVC 5, realizado no dia 26 de abril de 1998 no auditório do hotel Meliá em São Paulo. Entre os brasileiros estavam nomes como Jorge Pereira (Jiu-Jitsu), Pelé Landi (Muay Thai), Johil de Oliveira (Luta-Livre), Milton Bahia, Eric Tavares e Carlos Indio. Entre os americanos, representantes do Wrestling, estavam  Darrel Gohlar, Brian Raynei, Gerald Taylor.

Com uma atuação de gala Pelé Landi (1,82m/80kg) venceu com sobras colocando o nome da Chute Boxe pela primeira vez em destaque no cenário nacional.

Nascido em Cuba e naturalizado brasileiro, Pelé abriu o evento dizimando o Wrestler americano Gerald Taylor (174m/80kg). Foram 13min34s de pau pereira onde Landi, mesmo tendo sido derrubado duas vezes, conseguiu levantar e impor seu jogo. Com saraivadas de socos, cotoveladas e joelhadas o cubano obrigou Batarelli a interromper o combate.

Na mesma chave o faixa preta de Jiu-Jitsu Jorge Pereira (1,80m/80kg) pegava o wrestler Brian Raynei (1,73m/77kg) campeão do Extreme Combat Challenge. O americano partiu com tudo para cima de Jorge derrubando o brasileiro em duas oportunidades. Mas o faixa preta usou sua guarda para cozinhar o americano, que aos 7 minutos já dava sinais de cansaço. Depois de algumas tentativas de raspagem, chaves de pé e ataques de braço, Brian permitiu que Jorge chegasse as suas costas e o brasileiro conseguiu a  finalização aos 11min 51s com uma mata-leão. 

JOHIL X GOHLAR: A LUTA DA NOITE    

As pedreiras do Wrestling que Pelé e Jorge pegaram não se comparavam a Darrel Gohlar. (1,74m/79kg), sem dúvida alguma o mais condecorado wrestler dos quatro trazidos por Batarelli para o show. Gohlar já tinha sido duas vezes vice campeão Pan americano, tendo conseguido algumas vitórias sobre ícones da Greco Romana como Randy  Couture e Dan Henderson. Mesmo aos 36 anos e fazendo sua estréia no Vale-Tudo, o americano mostrou a que veio logo nos primeiros segundos. Arremessando Johil ao solo com um plástico Double leg e iniciando seu poderoso ground and Pound, abrindo o supercílio do brasileiro.

Na sequência Johil conseguiu voltar em pé, onde teoricamente levaria vantagem sobre o americano, mas Darrel surpreendeu aceitando a troca franca . Aos 9 min30s quando Johil começava a conectar fortes chutes no joelho de Gohlar, o americano conseguiu acertar um direto no queixo do brasileiro, que caiu imediatamente fazendo guarda. Depois de mais alguns minutos de Ground and Pound, Johil mais uma vez mostrou sua raça levando o wrestler para a luta em pé novamente . A partir daí, o brasuca mesmo já estando todo ensanguentado passou a dominar inteiramente, com potentes chutes na altura do joelho e fortes socos , chegando a desequilibrar o oponente alguma vezes.

Depois de quase 20 minutos de desvantagem em pé, Darrel levou a luta para o chão encurralando-o no córner e passando os últimos 3 minutos da luta imprimindo seu Ground and Pound. 

Mas quando o negócio começava a ficar feio para Johil o gongo soou e os juízes por unanimidade decretaram a vitória do representante da Luta-Livre. “Nunca vi um cara tão forte.Venci os primeiros 20 minutos e ele os 10 últimos. Com a minha técnica e a força dele, eu venceria qualquer um no mundo”, me disse Johil comemorando muito com o mestre João Ricardo. Do outro lado Darrel parecia não acreditar na decisão dos juízes. “Ele saiu todo arrebentado e eu inteiro, quero uma nova luta, se ele quiser agora mesmo. Aceito lutar com qualquer brasileiro, mas primeiro quero o Johil”, me disse Darrel a época. Quatro anos mais tarde, em 2002, o faixa preta Marcos Vinícius de Lucia apresentaria Gohlar para Belfort e este o traria ao Brasil. Apaixonado pelo Rio de Janeiro Darrel veio morar na cidade onde iniciou uma verdadeira revolução após passar a ensinar Wrestling na BTT e Nova União, influenciando diretamente na evolução técnica de alguns dos principais representantes brasileiros no MMA mundial.     

Johil venceu Gohlar na decisão após uma guerra de 30 minutos

O GUERREIRO NÃO SANGRA TRANSBORDA DE HONRA

Depois que Pelé venceu o maior ícone do Jiu-Jitsu paulista, Jorge Macaco, duas vezes, a comunidade do Jiu-Jitsu aguardava ansiosa a oportunidade de um representante carioca da modalidade vingar o Jiu-Jitsu. Faixa preta de Rickson Gracie e com vitórias sobre Ebenezer Braga e Roberto Godói em dois outros torneios de Vale-Tudo até 93kg, Jorge Pereira decidiu aceitar o convite de Batarelli para lutar na categoria de baixo e dar a resposta ao trash talker da Chute Boxe que já se vendia como terror do Jiu-Jitsu.   

Quando o combate começou, Jorge clinchou rápido, mas na troca de esgrima acabou sendo colocado para baixo pelo cubano, que vinha treinando Jiu-Jitsu com Hélio Sonequinha e já se sentia confortável para lutar no chão. Num movimento surpreendente, Pelé pulou pelo meio da guarda de Jorge tentando acertá-lo com um pisão. “Boa” reconheceu o próprio Jorge na época. A partir daí Pelé passou a ironizar o oponente mandando beijos e estendendo a mão para ele levantar. Foi então que Jorge aceitou o convite e voltou a luta em pé. Mas não por muito tempo. Na troca de esgrima Pelé conseguiu acertá-lo com uma potente joelhada, abrindo um rombo em seu supercílio que jorrava sangue numa intensidade tal que obrigou os médicos a interromperem o combate a 8 min15s. “Quero continuar to inteirinho disse Jorge após a interrupção fazendo flexões e revoltado. “Um guerreiro não sangra, transborda de honra. Terei o maior prazer de terminar esta luta com o Pelé no IVC 6 ou num desafio a portas fechadas”, disse ao final o faixa preta. Enquanto Pelé voltava ao vestiário para se concentrar para a grande final. 

na semifinal Pelé dominou Jorge Pereira e obrigou os juizes a interromperem a 8min15s devido a um forte sangramento

PELÉ VENCE E DECRETA ERA CHUTE BOXE

Depois de 30 minutos de guerra com o Darrel Gohlar, Johil não teve condições de lutar na semifinal com Milton Bahia (1,78m/78kg), que havia vencido na primeira luta o sergipano Eric Tavares (1,80m/79kg). No lugar de Johil entrou seu companheiro de equipe Carlos Danilo (1,80m/77kg), que não suportou o volume de Milton. Na final entre strikers, o melhor chão do paranaense fez a diferença. Pelé caiu por cima e definiu a luta com socos de dentro da guarda, obrigando Bahia a pedir pra parar. Com as três vitórias por nocaute técnico sobre Taylor, Pereira e Bahia, o representante da Chute Boxe decretou que sua equipe chegaria para dominar o cenário.“Temos para todos o pesos. A partir de agora quem vai dominar o mundo é a Chute Boxe”, decretou em tom profético o primeiro atleta reconhecido nacionalmente formado por Rudimar Fedrigo. 

WALLID VENCE WRESTLER E DESAFIA PELÉ

Quatro meses depois da vitória sobre Johil, que lhe valeu o título de campeão do IVC até 80kg, Wallid (1,72m/85kg) voltou ao IVC para fazer a super luta do evento contra o wrestler Gary Myers, (1,74m/100Kg). Os dois pemaneceram quase toda a luta clinchados no córner trocando socos e tostões … Quando faltavam três minutos para o fim Wallid finalmente conseguiu derrubar o gringo. E quando estava quase chegando a montada o gongo soou e os jurados deram a vitória por 3 x0 para o brasileiro. Num momento em que os wrestlers começavam a dominar o cenário com vitórias sobre o Jiu-Jitsu, Wallid soube capitalizar: “Eu dedico esta vitória aos que diziam que eu não tinha técnica. Eu sou o vingador do Jiu-Jitsu, venci um campeão mundial de Wrestling, 15kg mais pesado. Meus adversários eu trato da mesma maneira deixo as asas crescerem e depois corto. O próximo da lista vai ser o Pelé que já está com as asas muito compridas para o meu gosto”.

Este seria o primeiro capítulo de uma longa rivalidade, que nunca foi resolvida nos ringues. A pedido de Pelé, Batarelli tentou casar a super luta no IVC 6, mas não houve acordo com relação as bolsas. Como dois dos mais bem sucedidos trash talkers da história do MMA nacional, Wallid e Pelé proporcionaram belas manchetes aos principais veículos da luta por quase seis anos. Até que Wallid se aposentou e já como promotor do Jungle, trouxe Pelé para protagonizar quatro edições seguidas de seu evento (JF3, JF4 , JF5, e JF6). 

       

Artur Mariano é o convidado do RESENHA PVT desta quarta-feira

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Artur Mariano é uma das principais referências do Muay Thai - Foto: Divulgação

Artur Mariano é o convidado do RESENHA PVT desta quarta-feira, ao vivo, a partir das 20h. Grau preto de Luiz Alves, o grão-mestre vai relembrar do bulliyng na infância aos treinos com Buakaw na Tailândia, da estreia no Vale-Tudo europeu e, claro, da antológica luta com Wanderlei Silva em 1997 no IVC 2.

Artur Mariano é uma das principais referências do Muay Thai – Foto: Divulgação

Presidente da Confederação Brasileira de Muay Thai, vice-presidente da World Muay Thai Federation e fundador do Grupo Pan-Americano, que envolve os países das Américas do Sul e do Norte, Mariano vai analisar o atual momento da modalidade e, claro, relembrar muitas histórias de sua extensa carreira no mundo das lutas.

Indignado com recusa de Anthony Pettis, Michel Pereira revela que irá desafiá-lo em caso de vitória no sábado

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Michel Pereira enfrenta Kalinn Williams no UFC deste sábado em Las Vegas, o último do ano. Em entrevista ao CONEXÃO PVT, o meio-médio brasileiro revelou que antes do oponente atual a organização lhe ofereceu dois lutadores consagrados para este combate: Robbie Lawler e Anthony Pettis, que, segundo ele, recusaram. 

A recusa de Anthony Pettis revoltou Michel Pereira, já que o norte-americano logo em seguida foi anunciado neste card de sábado, quando encara Alex Morono. Engasgado com o fato, o brasileiro adiantou que, em caso de vitória, irá intimar o ex-campeão dos pesos leves para um duelo em 2021.

https://youtu.be/iQ60gpoqyo8

Dedé Pederneiras acredita em nocaute de José Aldo sobre Marlon Vera

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Sem vencer desde a luta contra Renato Moicano, em fevereiro de 2019, José Aldo retorna ao octógono neste sábado, dia 19, contra Marlon Vera, em Las Vegas. Será a terceira luta do ex-campeão dos penas na divisão dos galos. Para Dedé Pederneiras, é a oportunidade do veterano repetir atuações do passado. 

Em entrevista recente ao PVT, o treinador destacou a importância de Rafael Dos Anjos em parte do camp de José Aldo para este desafio e disse estar confiante em um desfecho ao melhor estilo José Aldo: “O Aldo se mantém treinando em pé o tempo todo e bate muito duro nesse peso”, frisou Pederneiras.

https://youtu.be/3IAm3rM6l6A

Michel Pereira analisa adversário deste sábado e desabafa sobre ser preterido por outros lutadores da divisão

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O performático Michel Pereira retorna ao octógono neste sábado, dia 19, contra Kalinn Williams em Las Vegas, para onde se mudou recentemente. Em participação no CONEXÃO PVT nessa segunda-feira, o meio-médio falou da adaptação na nova cidade, analisou o adversário, nomeou algumas técnicas nada comuns que utiliza durante suas lutas e reclamou da recusa de lutadores da divisão em enfrentá-lo. Um deles, inclusive, é o alvo do brasileiro em caso de vitória: Anthony Pettis, que luta no mesmo card contra Alex Morono. Assista ao programa completo:

https://youtu.be/CMAQEJwBoWA

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