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Reila Gracie explica por que Carlos mudou o nome de batismo de Carlson, que se chamava Eduardinho

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Em entrevista ao RESENHA PVT no mês passado, Reila Gracie, filha de Carlos, comentou alguns dos capítulos mais interessantes de seu livro, “Carlos Gracie – O Criador de uma Dinastia”, que conta, com detalhes, os bastidores da família que desenvolveu o Jiu-Jitsu brasileiro. 

Entre os assuntos, Reila revelou que Carlson Gracie nasceu se chamando Eduardinho, mas teve o nome trocado pelo pai por conta da crença de Carlos na numerologia. Reila também elencou aqueles que, para ela, são os membros mais importantes para a história da família. 

Há mais de 1 ano no UFC, Eduardo Garagorri desabafa: ‘Estou até hoje sem patrocínio’

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Atualmente com 31 anos, Luiz Eduardo Garagorri chegou ao Ultimate com boas credenciais, invicto no MMA e, logo na estreia, em agosto do ano passado, saiu vencedor ao derrotar Humberto Bandenay por decisão unânime. Em sua última apresentação, no mês de novembro, entretanto, veio a primeira derrota na carreira, para Ricardo Carcacinha, sendo finalizado ainda no primeiro round. Agora, praticamente 10 meses depois de sua luta mais recente, Garagorri vai retornar ao octógono da organização no próximo dia 17 de setembro, em duelo contra Mirsad Bektic no UFC Fight Night 178, em Las Vegas (EUA)

Para o importante duelo, o uruguaio promoveu mudanças importantes. Mudou-se para Curitiba e passou a treinar na equipe Evolução Thai, liderada por André Dida. O Brasil, por sinal, está no coração do lutador. Filho de pai brasileiro e mãe uruguaia, Garagorri é natural da cidade de Livramento, vizinha à uruguaia Rivera, e ao ser questionado sobre sua ligação com o Brasil, não hesitou em dizer que o país está em seu coração e, para definir de uma maneira melhor, afirmou que é “metade uruguaio” e “metade brasileiro”.

“Eu gosto de dizer que sou o primeiro uruguaio e o quinto gaúcho a assinar com o UFC. Eu sou brasileiro também, possuo dupla nacionalidade. Isso é muito comum na minha cidade (é natural da cidade de Livramento, vizinha à uruguaia Rivera), porque nasci na fronteira, então não tenho como escolher um país em relação ao outro, represento ambos, sou metade uruguaio e metade brasileiro. Eu sou advogado, minha mãe também é advogada, mas atualmente não exerço a profissão. Desde pequeno, sempre quis tentar a sorte no mundo da luta, porque meu pai também lutava e esse era um sonho meu e dele. Ele que foi meu principal incentivador para isso”, disse o casca-grossa.

Torcedor do Grêmio e formado em Direito, mesma profissão de sua mãe, Eduardo Garagorri aproveitou para falar de outro assunto bem comum entre os lutadores: a falta de patrocínio e apoio financeiro para se manter no esporte. Com um cartel de 13 vitórias e somente um revés no MMA profissional, o atleta surpreendeu ao afirmar que, mesmo lutando pelo UFC atualmente, a situação segue a mesma.

“Até hoje, mesmo lutando pelo UFC, não possuo nenhum patrocinador. Achei que ia mudar o cenário após entrar no UFC, mas segue a mesma coisa. Antigamente, no começo da minha carreira, antes de chegar ao UFC, se não fosse meu pai, não poderia seguir treinando. Ele que me ajudou, e eu sempre treinava e dava aulas também”, ressaltou.

Confira a entrevista na íntegra com Luiz Eduardo Garagorri:

– Expectativa para duelo contra Mirsad Bektic

Para essa luta, eu me mudei para Curitiba, vim treinar na equipe Evolução Thai, do mestre André Dida e tem sido um período de ótimos treinamentos. O (Mirsad) Bektic é um excelente lutador, bom de Boxe e bom de Wrestling, mas eu considero que essa luta é uma ótima oportunidade para eu subir no ranking peso-pena, pois ele é um atleta Top 15. Eu vou procurar manter a luta em pé, como sempre, e fazer uma luta empolgante. O plano já está feito junto com minha equipe, agora é executar.

– Derrota para Ricardo Carcacinha na última luta

Naquela luta (contra o Ricardo Carcacinha), pouca gente sabe, mas eu não estava na minha melhor forma, lutei doente. Mas isso não é desculpa, o mérito foi dele, e no esporte de alto rendimento, só não perde quem não luta. Tirei muitas lições daquela luta, e são nas derrotas que a gente mais aprende. Procurei corrigir meus pontos fracos e agora é colocar em prática nessa luta contra o Bektic.

– Como avalia sua passagem pelo UFC até o momento?

Minha passagem no UFC está apenas no começo. Sempre treinei praticamente sozinho na minha cidade e agora que estou numa equipe de alto nível, meu desempenho só tem a melhorar. E também acredito que o UFC gosta do meu estilo de luta, pois apenas com duas lutas, já renovei o contrato com a organização. Vamos seguir trabalhando diariamente, ir em busca de mais vitórias, a trajetória só está começando.

– Uruguaio com raízes brasileiras e formação em Direito

Eu gosto de dizer que sou o primeiro uruguaio e o quinto gaúcho a assinar com o UFC. Eu sou brasileiro também, possuo dupla nacionalidade. Isso é muito comum na minha cidade (é natural da cidade de Livramento, vizinha à uruguaia Rivera), porque nasci na fronteira, então não tenho como escolher um país em relação ao outro, represento ambos, sou metade uruguaio e metade brasileiro. Eu sou advogado, minha mãe também é advogada, mas atualmente não exerço a profissão. Desde pequeno, sempre quis tentar a sorte no mundo da luta, porque meu pai também lutava e esse era um sonho meu e dele. Ele que foi meu principal incentivador para isso.

– Falta de patrocínio

Até hoje, mesmo lutando pelo UFC, não possuo nenhum patrocinador. Achei que ia mudar o cenário após entrar no UFC, mas segue a mesma coisa. Antigamente, no começo da minha carreira, antes de chegar ao UFC, se não fosse meu pai, não poderia seguir treinando. Ele que me ajudou, e eu sempre treinava e dava aulas também. Lutei de graça várias vezes, sem ganhar nada, ainda pagando para ir lutar, porque ainda tinha a questão da viagem, né? Eu tinha que fazer lutas para aparecer. Eu lutava e luto por amor ao esporte.

Alex Poatan explica com detalhes golpe que nocauteou Israel Adesanya: ‘E dizem que foi sorte’

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Paulo Borrachinha tem a missão de derrotar Israel Adesanya no dia 26 de setembro para se tornar o novo campeão peso médio do UFC. Até hoje, apenas um lutador mandou o nigeriano para a lona, e ele é brasileiro: Alex Poatan.

Atual campeão em duas categorias no Glory, Poatan venceu Adesanya em duas oportunidades: em 2016, na China, por decisão unânime; e, um ano depois, em São Paulo, por nocaute – ambas as lutas no Kickboxing.

Em entrevista ao RESENHA PVT em outubro do ano passado, Alex Poatan analisou com detalhes cada momento da segunda luta e explicou o movimento que levou o nigeriano pela primeira vez – e até agora única – para a lona.

Teixeira faz coro a previsão de Marreta de que luta não chegará ao 5º round

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A 11 dias de entrar no octógono para medir forças contra Thiago Marreta na luta que pode decidir um dos próximos postulantes ao cinturão dos meio-pesados, Glover Teixeira participou do CONEXÃO PVT, nessa terça-feira, dia 1, e deu detalhes da reta final da preparação para o importante desafio. 

Aos 40 anos de idade e em um dos melhores momentos de sua carreira, o mineiro de Sobrália também explicou as mudanças nos hábitos que o fizeram manter o alto nível físico e técnico mesmo depois de quase 20 anos como profissional de MMA. Assista ao bate-papo completo no vídeo acima.

Confira os palpites do UFC Overeem x Sakai em Las Vegas

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Tudo pronto para mais um evento do UFC em Las Vegas. Neste sábado (05/09), o destaque da noite é o confronto entre Alistair Overeem e Augusto Sakari, que garante pelo menos 62% de lucro. Confira abaixo tudo desta e de outras lutas e os valores pagos nas casas de apostas esportivas.

Peso pesado – (R$ 1,62) Alistair Overeem x Augusto Sakai (R$ 2,30)

Mais experiente do evento, Alistair Overeem chega como favorito na principal luta da noite, dando R$ 1,62 para cada real. O holandês tem 64 lutas na carreira, com 48 vitórias, sendo que 24 por nocautes e 17 por finalizações. Um destes triunfos ocorreu neste ano inclusive, diante de Walt Harris, com um nocaute no segundo round. Rendimento que o coloca na sexta posição do Peso Pesado.

Já Augusto Sakai, que é o nono colocado no ranking, tenta crescer ainda mais na organização e atravessa uma grande fase. Quem confiar que ele supera Overeem leva ótimos R$ 2,30 para R$ 1,00. O brasileiro não sabe o que é perder desde 2017, quando ainda estava no Bellator. Pelo UFC foram quatro triunfos, com dois sendo por nocaute. Neste sábado, terá sem dúvidas o teste mais difícil, mas exatamente por isso oferece cifras tão altas, mas merece atenção.

Peso galo – (R$ 2,10) Sijara Eubanks x Karol Rosa (R$ 1,72)

Entre as mulheres o destaque é Karol Rosa, que garante R$ 1,72 para R$ 1,00 com uma vitória diante de Sijara Eubanks. A brasileira acumula quatro triunfos consecutivos, sendo que dois pelo UFC, diante de Lara Fritzen e Vanessa Melo. Desta vez terá pela frente Sijara Eubanks, que tem números modestos, com cinco vitórias e quatro derrotas.

Peso leve – (R$ 1,58) Thiago Moisés x Jalin Turner (R$ 2,40)

Quem também vem bem cotado para vencer é Thiago Moisés, dando R$ 1,58 para cada real. O brasileiro entrou no octógono em maio deste ano e ganhou de Michael Johnson, por finalização, se recuperando do revés do ano passado pra Damir Ismagulov. Do outro lado, Jalin Turner vive sequência parecida, mas tendo atuado pela última vez em fevereiro, quando nocauteou Joshua Culibao.

Peso meio-médio – (R$ 1,90) Michel Pereira x Zelim Imadaev (R$ 1,90)

Já no Michel Pereira tem pela frente uma luta mais equilibrada contra Zelim Imadaev. Aqui qualquer resultado garante R$ 1,90 para cada real, segundo dados do Odds Shark. Só que a fase do brasileiro não é nada boa, tendo perdido nas últimas duas apresentações. A questão é que Imadaev também chega de dois reveses e ainda não venceu atuando pelo UFC.

Demais lutas

O Card Principal conta ainda com mais duas lutas e Alonzo Menifield e Brian Kelleher que aparecem como os mais cotados nos sites de apostas esportivas, dando R$ 1,80 e R$ 1,45 contra Ovince St. Preux e Kevin Natividad, respectivamente.

Como apostar?

Depois de conferir as cotas das lutas do evento em Las Vegas agora o próximo passo é fazer um cadastro no Bodog, preenchendo informações de contato para criar seu login e senha. Aí é só efetuar um depósito com o valor que você desejar aplicar nos confrontos.

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Veja as lutas e as cotas para os duelos do UFC deste sábado (05/09), em Las Vegas, nos Estados Unidos

CARD PRINCIPAL (21h, horário de Brasília):

Peso pesado – (R$ 1,62) Alistair Overeem x Augusto Sakai (R$ 2,30)

Peso meio-pesado – (R$ 2,08) Ovince St. Preux x Alonzo Menifield (R$ 1,80)

Peso galo – (R$ 2,10) Sijara Eubanks x Karol Rosa (R$ 1,72)

Peso meio-médio – (R$ 1,90) Michel Pereira x Zelim Imadaev (R$ 1,90)

Peso pena – (R$ 1,45) Brian Kelleher x Kevin Natividad (R$ 2,80)

Peso leve – (R$ 1,58) Thiago Moisés x Jalin Turner (R$ 2,40)

CARD PRELIMINAR (19h, horário de Brasília):

Peso médio – (R$ 2,25) André Muniz x Bartosz Fabinski (R$ 1,66)

Peso mosca – (R$ 1,57) Viviane Araújo x Montana de la Rosa (R$ 2,50)

Peso pesado – (R$ 1,72) Alexander Romanov x Marcos Pezão (R$ 2,10)

Peso galo – (R$ 3,00) Cole Smith x Hunter Azure (R$ 1,40)

Treinador da Chute Boxe mostra animação com desafios de Jennifer Maia e John Allan no UFC: ‘Divisor de águas’ 

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Atletas da Chute Boxe em Curitiba, Jennifer Maia e John Allan têm importantes desafios pelo Ultimate. A lutadora peso-mosca vai disputar o cinturão da categoria no dia 21 de novembro, em duelo contra a campeã Valentina Shevchenko, válido pelo UFC 255, enquanto John Allan, após um período de mais de um ano sem lutar, retornar à organização com dois duelos em sequência: primeiro contra o experiente Ed Herman, no UFC Fight Night 177, agendado para o próximo dia 12 de setembro, e depois contra Roman Dolidze, no mesmo card em que sua companheira de equipe, Jennifer, vai lutar.

A preparação de ambos está a todo vapor na Chute Boxe, celeiro de grandes nomes das artes marciais e, para saber mais sobre o camp de Jennifer e John, nossa reportagem conversou com Ed Monstro, um dos responsáveis por “afiar” o jogo das feras da equipe. Treinador de Muay Thai, Jiu-Jitsu e MMA na academia, o professor falou com animação sobre o que espera dos seus atletas visando seus respectivos confrontos no Ultimate.

“Eu vejo o John fazendo um grande retorno, vencendo essa primeira luta (contra o Ed Herman) e todo mundo olhando para ele de uma forma diferente. No dia 21 de novembro, dia em que ele e a Jennifer estarão no mesmo card, eu vejo o John fazendo uma grande luta de novo (contra o Roman Dolidze), crescendo na organização e o pessoal vendo que está chegando um novo atleta meio-pesado para fazer um trabalho diferente dos outros. Sobre a Jennifer, com todo o respeito que a gente tem pela Valentina, eu acho que vai fazer uma luta de igual para igual. Se a gente colocar em prática tudo o que está sendo feito nos treinamentos, vamos sair com esse cinturão”, projetou.

Veja a entrevista com Ed Monstro na íntegra:

– Como foi sua trajetória nas artes marciais e como iniciou sua carreira como treinador?

Eu comecei treinando, fazendo o Muay Thai em si e virei lutador mesmo no dia em que estava acontecendo um torneio chamado Storm GP e eu estava na arquibancada, assistindo às lutas. Precisaram de um cara para fazer a luta reserva, mas esse duelo não aconteceu, eu fui direto fazer a final contra um atleta chamado Edson Drago, que era da Brazilian Top Team na época, daí eu saí da arquibancada e fui campeão do primeiro Storm GP de peso-pesado. Fiz várias lutas depois, fui para o MMA, mas como eu comecei um pouco mais tarde, na época emendei vitórias e algumas derrotas. Ao mesmo tempo, comecei a dar aulas e comecei a me destacar. Comecei a colocar meus atletas em eventos pequenos e fui me destacando como treinador no cenário regional, e vi também que estava gostando muito de ser treinador. Acho que minha maior virtude é sempre querer aprender algo novo, sempre em busca da evolução em várias áreas, é isso que procuro passar aos meus alunos.

– Como você analisa essa disputa de cinturão da Jennifer Maia contra a Valentina?

Eu estudo muito as lutas dos adversários e procuro juntar conhecimentos de especialistas de algumas modalidades, tendo a humildade de pegar o que tem de bom em cada coisa, seja no Jiu-Jitsu, Boxe, Wrestling, Muay Thai. Eu consigo absorver o que tem de melhor nessas áreas para deixar a Jennifer capaz de vencer a Valentina. A luta contra Valentina é um divisor de águas. A Jennifer ainda não tinha conseguido soltar um pouco do que ela pode no UFC, na última luta ela conseguiu, mas ela tem muito mais a mostrar ainda. Com muito trabalho e humildade, vamos conseguir fazer uma grande luta.

– Qual você considera que é a principal estratégia para derrotar a campeã?

Nossa estratégia é lutar de igual para igual com a Valentina, seja em pé, na grade ou no chão. O maior erro de todas que vão lutar com a Valentina é só ver esse ‘déficit’ dela de costas no chão. Seria muito simples fazer isso (colocar Valentina por baixo), a questão é como fazer da melhor maneira. Ela já tem todas as defesas para evitar isso, ela se defende muito bem. O primeiro fator para lutar e superar a Valentina é frustrá-la um pouco no que ela é boa. Se ela sentir que na trocação, talvez, a luta esteja de igual para igual, ela possa perder a segurança em outros fatores que ela seja inferior. Eu já vi e estudei todas as lutas da Valentina e a vi poucas vezes de costas para o chão, e ela lutou com muitas atletas do Wrestling. Seria muito fácil pensar só em botar ela pra baixo, mas precisamos jogar de igual pra igual na trocação para, depois, pensar nisso.

– O John Allan ficou um ano sem lutar e agora já retorna com duas lutas no UFC. Como foi esse período sem lutas para ele?

Foi um período muito bom, porque ele evoluiu muito nesse tempo sem lutar, eu não vejo como um ano parado ou inativo. A gente aceitou duas lutas consecutivas no UFC, com dois adversários diferentes, e isso já é uma forma de mostrar a nossa evolução e o nosso trabalho. Quando ele fizer a primeira luta (em setembro), todos vão ver que o John está em um nível diferente, que é outro cara. Ele vai mostrar nessa categoria que é um atleta muito versátil e talentoso.

– Por fim, como você visualiza a trajetória de ambos na organização?

Eu vejo o John fazendo um grande retorno, vencendo essa primeira luta e todo mundo olhando para ele de uma forma diferente. No dia 21 de novembro, dia em que ele e a Jennifer estarão no mesmo card, eu vejo o John fazendo uma grande luta de novo, crescendo na organização e o pessoal vendo que está chegando um novo atleta meio-pesado para fazer um trabalho diferente dos outros. Sobre a Jennifer, com todo o respeito que a gente tem pela Valentina, eu acho que vai fazer uma luta de igual para igual. Se a gente colocar em prática tudo o que está sendo feito nos treinamentos, vamos sair com esse cinturão e concretizar que estamos formando uma nova geração de vencedores na Chute Boxe.

Glover Teixeira é o convidado do CONEXÃO PVT desta terça-feira

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Se preparando para enfrentar o compatriota Thiago Marreta, em luta marcada para o dia 12 de setembro, valendo uma possível chance valendo o cinturão meio-pesado do UFC, Glover Teixeira é o convidado do CONEXÃO PVT desta terça-feira, ao vivo, às 20h. 

Atual número 4 do ranking dos meio-pesados, Glover Teixeira vem embalado por quatro vitórias em sequência, três delas antes do tempo regulamentar. Além do duelo contra Marreta e da projeção para restante de 2020, o mineiro também vai falar dos treinos com Alex Poatan, que treina com ele visando o retorno ao MMA.

Paulo Borrachinha fala dos sparrings para luta contra Adesanya e relembra ‘insanidade’ no TUF

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Paulo Borrachinha disputa o cinturão peso médio do UFC no dia 26 de setembro, na Ilha da Luta, contra o atual campeão, Israel Adesanya. Em entrevista ao RESENHA PVT em julho, o brasileiro, que já se preparava para o combate, explicou como está sendo seus sparrings para a luta contra o desafeto.

O mineiro também relembrou sua participação no reality show The Ultimate Fighter 3, no qual acabou eliminado por Márcio Lyoto na segunda luta no programa. Quase sete anos depois, ele falou dos sacrifícios dentro da casa, incluindo o peso, que tinha que ser batido semanalmente. 

Vídeo: Assista à finalização de Polyana Viana no UFC desse fim de semana

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Única representante do Brasil no card do UFC do fim de semana, realizado em Las Vegas, a peso-palha Polyana Viana espantou a má fase e conquistou a sua primeira vitória em quatro lutas. Pior para Emily Whitimire, que bateu em um armlock no segundo minuto de combate. Na luta principal, Aleksandar Rakic dominou Anthony Smith, vencendo por decisão unânime após cinco rounds. 

O penúltimo evento da noite, a luta entre Neil Magny e o ex-campeão Robbie Lawler, foi marcado pelo domínio de Magny durante toda luta e pela determinação do veterano Lawler em se manter em pé os três rounds completos. A vitória foi para Neil Magny, que agora soma três triunfos consecutivos no UFC.

UFC Fight Night 175

Las Vegas, EUA

28 de agosto de 2020

Aleksandar Rakic venceu Anthony Smith por decisão unânime
Neil Magny venceu Robbie Lawler por decisão unânime
Alexa Grasso venceu Ji Yeon Kim por decisão unânime
Ricardo Lamas venceu Bill Algeo por decisão unânime
Impa Kasanganay venceu Maki Pitolo por decisão unânime
Zak Cummings venceu Alessio di Chirico por decisão unânime
Alex Caceres finalizou Austin Springer com um mata-leão no R1
Sean Brady finalizou Christian Aguilera com uma guilhotina no R2
Polyana Viana finalizou Emily Whitmire com um armlock no R1
Mallory Martin finalizou Hannah Cifers com um mata-leão no R2

Renzo Gracie reconhece equívoco do Jiu-Jitsu no Brasil: ‘Ridicularizaram a chave de pé’

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Durante muitos anos perdurou no Brasil a lenda de que as chaves de pé e joelho eram recursos de lutadores carentes de técnica. O tempo mostrou que quem apostou na ideia apostou errado, e isso se reflete no atual melhor lutador de Jiu-Jitsu sem kimono do mundo, o americano Gordon Ryan, especialista na posição.

Em participação no RESENHA PVT neste mês de agosto, Renzo Gracie, professor de Gordon Ryan, exaltou a importância da técnica, reconheceu o equívoco propagado por seus pares e revelou ser um apreciador da posição, que, no Brasil, é proibida nas faixas coloridas mesmo em competições sem kimono.

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