Home Blog Page 422

PAPO COM MESTRÃO #2: assista à resenha com Cris Cyborg, Werdum, Rafael Cordeiro, Nilson de Castro e Sergio Cunha

0

O segundo PAPO COM MESTRÃO FOI AO AR nessa terça-feira, dia 20, ao vivo no canal do PVT no Youtube. Embora sem muita participação de Rudimar Fedrigo devido a questões técnicas de conexão, a resenha com os membros da velha escola da Chute Boxe foi recheada de nostalgia e assuntos atuais. 

https://youtu.be/owyNR-ibPfo

Cris Cyborg falou sobre o atual momento no Bellator, aconselhou Amanda Nunes a esperar seu contrato com o UFC terminar e dar atenção a propostas de outros eventos e, claro, relembrou seu início na academia Chute Boxe, mostrando-se surpresa com as histórias contadas por Rafael Cordeiro, Nilson Castro e Sergio Cunha.

Fabrício Werdum entrou de surpresa. O gaúcho falou sobre a sua mudança para Santa Catarina, revelou que conversa com o Bellator para uma revanche com Fedor Emelianenko e que negocia uma luta de submission contra Anthony Johnson, além de, claro, contar episódios de seu início na Chute Boxe.

Juntos, Rafael Cordeiro, Nilson de Castro e Sergio Cunha deram detalhes de episódios importantes para o desenvolvimento da Chute Boxe, como o início da briga contra os bombeiros capoeiristas, os cinco carecas de Curitiba e os famosos batizados da equipe curitibana.

Com sequelas de AVC sofrido há 2 anos, Paulo Borracha precisa da ajuda para custear tratamento; saiba como ajudar

0
Paulo Borracha se recupera de um AVC sofrido em 2018 - Foto: Reprodução/Youtube
Paulo Borracha se recupera de um AVC sofrido em 2018 – Foto: Reprodução/Youtube

Acometido por um acidente vascular cerebral há dois anos, o ex-comentarista de lutas e faixa preta de diversas modalidades Paulo Borracha já não corre risco de morte, entretanto ficou com sequelas motoras graves, necessitando de um tratamento intensivo de fisioterapia e fonoaudiologia. 

Amigos do veterano das artes marciais se mobilizaram para liderar uma vaquinha a fim de arrecadar fundos para custear a contratação de profissionais especializados nas necessidades de Paulo Borracha e na compra de equipamentos médicos necessários para uma melhor qualidade de vida, como cadeira de rodas, cama hospitalar e remédios. 

Colabore através do link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/help-mestre-paulo-borracha

Respeitado em todas as modalidades de luta do Brasil, Paulo Borracha foi, por anos, comentarista de lutas do antigo Premiere Combate e árbitro de Vale-Tudo e MMA, sendo, inclusive, devido a sua credibilidade, o responsável por intermediar os confrontos entre Jiu-Jitsu e Luta-Livre no período de guerra entre os rivais.

Jennifer analisa chegada de Bate-Estaca aos moscas e fala sobre preparação para Valentina: ‘Estarei na minha melhor fase’

0
Brasileira é candidata ao titulo dos moscas do UFC - Foto: Divulgação
Brasileira é candidata ao titulo dos moscas do UFC – Foto: Divulgação

Para fazer a luta mais importante de sua carreira no MMA até o momento, Jennifer Maia vem fazendo uma preparação à altura para a aguardada disputa de cinturão peso-mosca diante da atual campeã da categoria, Valentina Shevchenko, que vai acontecer no dia 21 de novembro, no card do UFC 255, em Las Vegas, nos Estados Unidos. Vinda de três vitórias em suas últimas quatro lutas na organização, a brasileira, que já foi campeã dos moscas do Invicta FC, evento americano que promove combates femininos, está cada vez mais preparada para fazer história e faturar também o título do Ultimate.

Fazendo todo o seu camp em Curitiba nos últimos meses, Jennifer entrou neste mês de outubro no período mais importante da sua preparação. Faltando praticamente um mês para o importante confronto, a atleta de 32 anos revelou detalhes de como estão os preparativos para enfrentar a lutadora do Quirguistão, que vem embalada por cinco triunfos consecutivos no UFC.

“Eu posso dizer com tranquilidade e segurança que está sendo uma das melhores preparações que já fiz para uma luta. Além de estar dando continuidade ao trabalho que eu tinha feito no camp passado (onde venceu Joanne Calderwood com uma finalização ainda no primeiro round), acrescentei aulas específicas em cada modalidade para que, na junção ao MMA, eu me sinta confortável em qualquer área para essa disputa de título contra a Valentina Shevchenko”, disse a brasileira, que complementou logo na sequência.

“Continuo minha preparação com minha equipe até viajar somente para a luta. Fizemos uma espécie de periodização, então estamos no mês de treinos mais fortes e intensos. Quando faltar duas semanas (para a luta contra Valentina), vamos diminuir a intensidade para não ter riscos com lesões. Está tudo correndo conforme o planejado e no dia 21 de novembro tenho certeza que estarei em meu melhor momento”.

Invicta lutando como peso-mosca no Ultimate, Valentina Shevchenko só perdeu duas lutas na organização, ambas para Amanda Nunes, atual campeã peso-galo e peso-pena da franquia. Com um estilo de jogo bem técnico e agressivo na trocação, a atleta radicada no Peru tem sua estratégia bem conhecida pelas oponentes, no entanto, o ritmo forte de luta apresentado a cada combate por Valentina sempre impressiona, e para “bater de frente” com a campeã, Jennifer projeta impor seu jogo.

“A Valentina é uma atleta muito inteligente, que não joga para errar no momento da luta, então não vejo ela mudando de estratégia para esse duelo contra mim. Ela tem o mesmo jogo em quase todas as lutas, porém, ela é muito boa no que faz. Por isso, quero impor meu ritmo para não deixar ela confortável na luta”, analisou.

Por fim, Jennifer Maia foi questionada sobre a estreia de Jessica Bate-Estaca na categoria peso-mosca, que aconteceu no último sábado (17), em vitória contra Katlyn Chookagian por nocaute ainda no primeiro round de luta. Ao analisar a vinda de Jessica para a divisão, a curitibana, que já derrotou Bate-Estaca em 2012, por decisão unânime, fez elogios à compatriota e, apesar de deixar clara sua preferência de enfrentar atletas de outros países, não descartou a possibilidade de fazer um novo duelo contra a ex-campeã peso-palha do UFC.

“A Jessica Bate-Estaca teve um ótimo desempenho e é uma atleta duríssima. Ela vai dar trabalho nessa categoria pelo estilo dela lutar e ser muito forte. Embora eu prefira lutar com outras atletas que não sejam brasileiras, não vejo problemas de lutar com ela novamente, porém, no momento meu foco é na luta contra a Valentina”, encerrou.

Em busca da terceira vitória seguida no UFC, Alex Cowboy revela que por pouco não desistiu da carreira

0

Se no próximo sábado Alex Cowboy entra no octógono da Ilha da Luta para enfrentar Shavkat Rakhmonov em busca da terceira vitória consecutiva e um lugar entre o top 15 da divisão dos meio-médios, há pouco mais de um ano ele refletia se continuaria lutando ou se abandonaria a carreira de lutador. 

https://youtu.be/WOOWrgjWHsw

A revelação foi feita durante o CONEXÃO PVT dessa segunda-feira. Ao lado de seu mentor, André Tadeu, o fluminense de Três Rios falou sobre os momentos difíceis vividos em 2019, os exageros cometidos, as três derrotas seguidas e a decisão de mudar de postura para levar a carreira mais a sério. 

Alex Cowboy também analisou o oponente deste sábado, revelou o desejo de enfrentar Anthony Pettis, relembrou a confusão com Will Brooks e deu seu palpite sobre as lutas entre Khabib Nurmagomedov e Justin Gaethje; e Kamaru Usman e Gilbert Durinho. 

UFC 15: “O dia que a casa caiu no Missipipi”

0

Depois de um ano de 1996 traumático, marcado por dois confrontos históricos entre Jiu-Jitsu e Wrestling (Murilo Bustamante x Tom Erikson e Fábio Gurgel x Mark Kerr), em que os americanos tinham mais de 30kg de vantagem na balança, o UFC 15 vinha sendo encarado pelos fãs brasileiros como o evento da redenção definitiva do Jiu-Jitsu. Onde dois dos principais faixas pretas de Carlson Gracie (Vitor Belfort e Carlão Barreto) enfrentariam duas das maiores pedreiras do Wrestling naquele momento: Randy Couture e Mark Kerr em igualdade de condições na balança. 

A bem da verdade Carlão Barreto já havia mostrado, alguns meses antes no UVF 6 que, sem diferença de peso relevante, o Jiu-Jitsu ainda dava as cartas, ao finalizar Kevin Randleman no Metropolitan Rio de Janeiro. Fato que só aumentou o interesse do mundo das lutas em assistir um clássico entre o melhor peso pesado da Carlson e o wrestler mais temido do momento. Possibilidade dada como certa para a final do torneio absoluto do UFC 15.

Barreto só precisava passar pelo canadense Dave Beneteau na primeira luta e torcer para o peso médio Greg Stott desse algum trabalho a Kerr para que ambos chegassem em igualdades de condições na final. 

Já na super luta, Vitor Belfort enfrentaria o talentoso wrestler Randy Couture, vencedor do torneio do UFC 13.

COBERTURA COM EMPURRÃO DE CARLSON GRACIE

Definitivamente me sobrava vontade para cobrir o UFC 15 em 1997, só faltava dinheiro. Percebendo meu esforço para tentar cobrir aquele show histórico, Carlson Gracie, com seu coração gigante, se colocou à disposição para vestir a camisa do patrocinador que eu arrumasse e ainda garantiu que faria Vitor e Carlão me ajudarem também. Uma atitude que pode parecer estranha para a conjuntura atual do MMA, mas que foi importante para o crescimento do esporte como um todo nos anos 90. Com o apoio da Fight Center (Rinaldo Santos) e Bibi Sucos (Serginho), além obviamente, de Carlson, Carlão e Belfort (que se dispuseram a posar com a camisa dos meus patrocinadores) lá fui eu para Bilox, no Mississipi. 

Assistindo as edições suntuosas do UFC hoje, um show vendido por 4,3 bilhões de dólares em 2017, é curioso lembrar que esta edição recheada de estrelas foi realizada numa lona de circo montada na parte externa de um pequeno cassino em Bilox, com capacidade para menos de 500 pessoas.

BELFORT É ATROPELADO POR COUTURE

Com apenas 20 anos e pesando 103kg, Vitor Belfort, que  vinha de 3 vitórias impressionantes (sobre Tra Telligman, Scott Ferrozo e Tank Abbot) estava nitidamente menosprezando Couture (104kg/34 anos), que havia faturado o torneio do UFC 13, com duas vitórias impressionantes: “Vou trocar Wrestling com ele”, me disse Belfort no dia anterior a luta, deixando até os membros de seu time preocupados.  

Uma outra preocupação da equipe dizia respeito ao tipo de preparação errada que Belfort estava fazendo com um conhecido fisiculturista americano, que parecia não entender que a sua modalidade e a luta, são atividades totalmente distintas. Resultado Belfort entrou pesado, lento e não achou Couture no octógono. 

De seu lado o Americano usou a tática perfeita, escapando das investidas de Vítor e cansando-o no clinche. Aos 3 minutos Couture já havia derrubado e passado a guarda de Belfort. A partir daí o americano definiu o confronto com quase 5 minutos de Ground n´pound. Aos 7 minutos a luta voltaria em pé, mas muito cansado, Belfort se tornaria presa fácil para o americano que, aproveitando o cansaço do oponente, lhe aplicou uma sequência indefensável de 15 golpes que levaram o brasileiro a lona. Couture caiu do lado e após uma série de joelhadas montou e tentou estrangulá-lo. Instintivamente Belfort se encostou na grade e não permitiu, Couture voltou a montada e, após uma sequência de 16 socos, obrigou o juiz Big John Mcarty a interromper a luta. Aos gritos de USA ! USA ! USA ! o capitão américa se consagrava pela primeira vez junto a sua torcida, enquanto Belfort saia do octógono carregado por Wallid. “Na realidade eu queria estrangulá-lo, mas a grade estava no caminho”, me disse após a luta Couture.

CARLSON ATRIBUI DERROTA DE VITOR A EXCESSO DE SEXO

Após a luta Carlson Gracie criticou duramente o pupilo alegando que o principal motivo para o seu baixíssimo rendimento, seria o excesso de sexo antes da luta. “Como é que alguém que passa duas semanas trancado no quarto com a namorada antes da luta pode vencer ? Assim não há atleta que resista. Sabia que se ele não ganhasse em cinco minutos perderia e foi o que ocorreu, mas o Vitor só tem 20 anos e certamente vai aprender muito com esta derrota. É só descansar 15 dias que ele volta ao normal”.

Depois deste confronto, Belfort e Couture voltariam a se enfrentar em mais duas oportunidades. Ambas em 2004, valendo o cinturão dos meio-médios. Na primeira, em janeiro de 2004 (UFC 46), Belfort no momento mais difícil de sua carreira, logo após o desaparecimento de sua irmã, faturou o cinturão após abrir um corte no supercílio de Couture a 46 segundos de luta. Sete meses depois, no UFC 49, Couture devolveria a derrota vencendo Belfort por nocaute técnico no 3o round, finalizando a trilogia com o placar de 2×1 para o wrestler.

CARLÃO PERDE NA DECISÃO E NÃO ENFRENTA KERR 

A derrota de Belfort foi um balde de água fria, mas não diminuiu a ansiedade dos brasileiros, uma vez que a luta mais aguardada da noite ainda estava por vir.

Carlão Barreto (1,94m/115kg), na época considerado o maior representante pesado do Jiu-Jitsu, Teria a oportunidade de enfrentar o novo bicho papão do Wrestling, Mark Kerr, que após vencer Fábio Gurgel na final do WVC no Brasil, já tinha enfileirado dois no torneio do UFC 13. 

O detalhe é que antes de pegar Kerr na final, Carlão precisaria passar pelo wrestler canadense Dave Beneteau (1,86m/118kg), o que não ocorreu.

Beneteau, que havia treinado Jiu-Jitsu por quase 3 anos com o brasileiro Pedro Sauer, fez uma tática perfeita para neutralizar o jogo do brasileiro.

Carlão começou bem clinchando, derrubando e pegando as costas do canadense, mas o brasileiro não conseguiu finalizá-lo. A partir daí, Beneteau colocou Carlão para baixo em três oportunidades e impôs seu Ground n’pound vencendo na decisão dos juizes e adiando o tão aguardado tira-teima entre Kerr e Barreto. No final Carlão evitou reclamar: “Não tenho desculpas, perdi porque subestimei o Beneteau. Ao invés de ouvir o Carlson e partir para a finalização resolvi castigar o oponente com socos. Errei e paguei com a derrota”, me disse após a luta o atleta visivelmente abatido . Já seu mestre Carlson discordou da decisão dos jurados. “O Carlão venceu aquela luta. Com certeza não rendeu tudo o que vinha rendendo nos treinos porque come o dia inteiro e não dá nem meia hora de descanso para o estômago. Só pode ser isso porque o treinamento foi perfeito”.

Do outro lado da chave Mark Kerr (1,84m/115kg) nocauteava em 22s com uma joelhada o gorducho Greg Stout  (1,73m/108kg), que foi chamado de ultima hora para substituir Steve Graham (1,84m/130kg), que rompera os ligamentos do joelho na semana anterior ao evento.

Muito cansado após 15 minutos de batalha com Carlão, Beneteau decidiu não voltar para fazer a final com a Máquina de bater. “Não considero o Kerr invencível, mas para vencê-lo tenho que estar 100%, minhas chances seriam mínimas nas condições que estou”. No lugar de Dave, entrou o alternate Dwayne Cason (1,78m/97kg), que também não foi páreo para Kerr. Após derrubar o oponente, Kerr lhe acertou alguns socos, pegou suas costas e definiu a luta com um mata-leão. “Na realidade eu vim preparado para enfrentar o Carlão, mas infelizmente ele não chegou as finais, espero que possamos realizar esta luta futuramente”, disse o campeão do torneio de pesados do UFC 15. Após o evento, Kerr falou conosco que não esperava que uma luta com Carlão fosse tão difícil como a que fez com Gurgel na final do WVC. “O Carlão é muito bom, mas acho que o Gurgel é mais técnico, não consigo ver uma luta mais difícil do que aquela. Se o Fábio tivesse meu tamanho teria me vencido”. Kerr falou ainda de um possível confronto com o colega Coleman, que o havia vencido em três oportunidades no Wrestling. “Não vai ocorrer. Além de treinarmos juntos, sou contra o confronto entre wrestlers. Tem muita gente boa para vencermos”. 

No dia seguinte ao evento o clima de enterro da equipe brasileira só foi amenizado no dia seguinte quando Wallid fez todo mundo gargalhar ao sugerir a manchete de capa que eu deveria usar na próxima Tatame. Uma pérola que marcaria aquela viagem: ‘O DIA QUE A CASA CAIU NO MISSIPIPI”.

Tricampeão mundial de Jiu-Jitsu, Otavio Sousa elogia nomes escolhidos para o GP do BJJ Stars: ‘Cada luta será como uma final de Mundial’

0
Faixa-preta da Gracie Barra chega embalado para o torneio após o tetracampeonato no Pan-Americano da IBJJF - Foto: Arquivo Pessoal
Faixa-preta da Gracie Barra chega embalado para o torneio após o tetracampeonato no Pan-Americano da IBJJF – Foto: Arquivo Pessoal

Um dos melhores pesos-médios do Jiu-Jitsu, Otavio Sousa será uma das estrelas em ação no GP do BJJ Stars, que dará ao campeão uma premiação de cem mil reais. Tricampeão mundial de Jiu-Jitsu, o faixa-preta da Gracie Barra chega embalado após conquistar o tetracampeonato do Pan-Americano de Jiu-Jitsu da IBJJF, segundo evento mais importante da arte suave. Ao lado de Leandro Lo, Otavio será um dos atletas mais experientes do torneio que acontece no próximo dia 14 de novembro em São Paulo. Apesar disso, ele diz que entra no GP sem pressão e acredita que o segredo para ter uma boa performance é deixar de lado os títulos que já conquistou na carreira.

“Estou muito feliz com mais essa conquista do Pan. Pude me testar numa categoria mais pesada e entrar no ritmo para o BJJ Stars, já que vou enfrentar atletas muito mais pesados. Em relação a entrar com mais responsabilidade, não vejo isso como um problema, venho competindo quase que minha vida inteira não só dentro do Jiu-Jitsu como em outros esportes, e procuro sempre deixar de lado na hora da do competição todos os títulos que conquistei no passado. Tenho consciência que na luta tudo pode acontecer e você tem que estar com a cabeça focada e ao mesmo tempo em
paz com você mesmo. Carregar responsabilidade ou colocar pressão em você mesmo não vai ajudar em nada. Então, não procuro pensar nessas coisas e nem me cobrar tanto com o resultado. Foco em dar o meu melhor naquele dia e entrar para brigar com todas as minhas energias. Acho que esse é o segredo”, analisou o faixa-preta.

O GP do BJJ Stars contará com atletas da nova geração e veteranos como Otavio e Lo. O faixa-preta da Gracie Barra elogiou a qualidade dos nomes escolhidos pela organização para participar do torneio e garantiu que, pelo nível dos atletas escalados, cada luta será como uma final de Mundial.

“O evento está de parabéns por ter escalado apenas lendas. Acho que nunca teve um card tão disputado quanto esse. Cada luta será como se fosse uma final de Mundial. O que me deixa feliz, pois treino com o objetivo sempre de dar o meu melhor e procurar ser o melhor naquilo que faço. Amo me testar contra os melhores. Acho que terão várias lutas eletrizantes e de muita movimentação. Teremos atletas usando mais a experiência e outros da nova geração vindo com tudo, com aquela sede de vencer. E, para apimentar ainda mais, o BJJ Stars está com uma premiação excelente. Fico muito feliz em ver o esporte que amo crescendo cada dia mais e se profissionalizando. É muito gratificante ver os atletas sendo bem recompensados por todo o esforço. O Jiu-Jitsu sempre foi um esporte que requer muita dedicação e trabalho duro, e nada mais justo que se tenha um bom incentivo por parte dos organizadores do evento. Parabéns mais uma vez ao BJJ Stars por contribuir na profissionalização do nosso esporte”, concluiu Sousa.

BJJ STARS IV
São Paulo-SP (ao vivo em PPV no www.bjjstars.tv )
14 de novembro de 2020

GP Peso Médio

Leandro Lo
Isaque Bahiense
Otavio Sousa
Gustavo Batista
Matheus Diniz
Jaime Canuto
Roberto Jimenez
Renato Canuto

Superlutas

Gabi Garcia x Claudia Do Val
Patrick Gaudio x Devhonte Johnson
Serginho Moraes x Rafael Lovato
Bia Mesquita x Thamara Ferreira
Victor Hugo x Erich Munis
Anna Rodrigues x Amanda Monteiro

Fã de Khabib, Minotauro alerta: ‘Se piscar contra o Gaethje, vai ser nocauteado’

0

Khabib Nurmagomedov defende o cinturão dos leves e a invencibilidade de 28 lutas no próximo sábado, no UFC 254, na Ilha da Luta, em Abu Dhabi, contra Justin Gaethje. Fã declarado do russo, Rodrigo Minotauro vê o americano como um desafio perigosíssimo para o atual campeão. 

https://youtu.be/yxzGkg0Uz08

Embora destaque a técnica refinada e o estilo de estratégia quase irreparável de Nurmagomedov, a lenda dos pesos pesados acredita que neste casamento não há favorito, visto que, além de ser um wrestler de ponta, Gaethje também pode definir o combate com apenas um golpe.

Brasileiros brilham e faturam duas vitórias no Karate Combat

0
Brasileiros cumpriram a missão no evento - Foto: Divulgação
Brasileiros cumpriram a missão no evento – Foto: Divulgação

Os caratecas brasileiros tiveram 100% de aproveitamento na arena de mais uma edição do Karate Combat, que aconteceu domingo à noite. Luiz Rocha e Bruno de Assis venceram Ilies Mardhi (França) e Gergely Horváth (Hungria), respectivamente, e foram destaques na quarta edição do evento, que traz cenários em computação gráfica para simular visuais futuristas e criar identidade visual diferenciada.

O paulista Bruno de Assis foi o primeiro a subir no ‘pit’ e logo partiu para a troca franca de golpes, acertando bons chutes altos e diretos de direita no passivo húngaro. No segundo assalto, o paulista manteve a agressividade e conseguiu o nocaute com uma sequência de cruzados, garantindo a segunda vitória consecutiva na organização.

No main event, Luiz Rocha mostrou a consistência técnica característica. Mais comedido no ínicio, variou alturas e golpeou pontualmente durante todo o primeiro round. Com maior envergadura, o francês tentou circular para aproveitar brechas para contragolpear, mas sentiu os chutes baixos e diretos no plexo aplicados pelo carateca potiguar, que passou a cercá-lo sistematicamente. O panorama se manteve praticamente inalterado na parcial final. Rocha angariou mais vantagens com boas quedas, garantindo o triunfo e a vaga como próximo desafiante ao título da categoria.

“Me oponente era rápido e muito estratégico. Ele tentou me surpreender algumas vezes, mas quase não me tocou. Minha tática era sólida, e agora me credenciei para o título. Não deixarei essa chance escapar”,  afirmou o brasileiro, ainda na arena de luta.

Sinistro

No outro desafio da noite, o equatoriano Daniel Viveros enfrentou o grego Stefanos Roupakas e aplicou sonoro nocaute logo no primeiro round. No clinch, ele travou pela cintura e arremessou fortemente o adversário, que acabou nocauteado ao atingir o tablado, recebendo ainda mais dois socos no ground and pound.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Karate Combat ? (@karatecombat) em

Vídeo: com primeira finalização da carreira, Cris Cyborg mantém cinturão do Bellator

0

Cris Cyborg defendeu com sucesso o cinturão peso-pena do Bellator. Em sua primeira finalização na carreira, a brasileira aplicou um mata-leão sobre Arlene Blencowe no segundo round, somando duas vitórias em duas lutas pela nova organização. 

https://www.youtube.com/watch?v=BY0I11ey-o8

Quem também finalizou foi o peso-galo Leandro Higo. O representante da Pitbull Brothers chegou à segunda vitória consecutiva ao obrigar Ricky Bandejas a dar os três tapinhas também com um mata-leão. Foi a 12ª finalização do potiguar na carreira do MMA.

Vídeo: o nocaute que fez Jessica Andrade fazer história no UFC

0
ABU DHABI, UNITED ARAB EMIRATES - OCTOBER 18: (R-L) Jessica Andrade of Brazil takes down Katlyn Chookagian in their women's flyweight bout during the UFC Fight Night event inside Flash Forum on UFC Fight Island on October 18, 2020 in Abu Dhabi, United Arab Emirates. (Photo by Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images)

Jéssica Andrade fez história no UFC desse final de semana, realizado na Ilha da Luta, em Abu Dhabi. Com um nocaute com golpes na linha de cintura sobre Katlyn Chookagian no finalzinho do primeiro round, a brasileira se tornou a primeira mulher a vencer em três divisões diferentes na organização: no peso-galo, palha e mosca, respectivamente. Ainda dentro do octógono, a ex-campeã dos palhas desafiou a atual campeã dos moscas, Valentina Shevchenko. 

https://youtu.be/RRzKECVB62Q

Os outros três brasileiros do card não tiveram o mesmo sucesso da compatriota. O peso meio-médio Claudio Hannibal viu sua sequência de cinco vitórias seguidas do UFC ser quebrada com uma derrota para James Krause por decisão unânime. O peso-galo Thomas Almeida retornou ao octógono após quase três anos, mas foi derrotado por Jonathan Martinez por decisão unânime. 

Já pelos pesos-moscas feminino, Poliana Botelho acabou superada por Gillian Robertson por decisão unânime, amargando a segunda derrota em três lutas. Na luta principal, Brian Ortega venceu Chang Sung Jung por decisão unânime. 

UFC Fight Night 180

Ilha da Luta, Abu Dhabi

17 de outubro de 2020

Brian Ortega venceu Chan Sung Jung por decisão unânime

Jéssica Bate-Estaca venceu Katlyn Chookagian por nocaute técnico no R1

Jimmy Crute venceu Modestas Bukauskas por nocaute no R1

James Krause venceu Cláudio Hannibal por decisão unânime 

Jonathan Martinez venceu Thomas Almeida por decisão unânime 

Guram Kutateladze venceu Mateusz Gamrot por decisão dividida

Gillian Robertson venceu Poliana Botelho por decisão unânime

Jun Yong Park venceu John Phillips por decisão unânime

Fares Ziam venceu Jamie Mullarkey por decisão unânime

Maxim Grishin venceu Gadzhimurad Antigulov por nocaute técnico no R2

Said Nurmagomedov venceu Mark Striegl por nocaute técnico no R1

Siga o PVT

103,000FansLike
123,000FollowersFollow
51,000FollowersFollow
163,000SubscribersSubscribe