Home Blog Page 423

Com direito a virada e nocaute espetacular, Future MMA consagra 4 novos campeões

0
Borralho, Carrasco, Presunto e Lidio foram os protagonistas da noite - Foto: Marcos Santos
Borralho, Carrasco, Presunto e Lidio foram os protagonistas da noite – Foto: Marcos Santos

Realizado nessa sexta-feira, 16, em São Paulo, o Future MMA 12 consagrou quatro novos campeões: o peso-pena Elismar Carrasco; o peso meio-médio Uyran Presunto; o peso médio Caio Borralho; e o peso leve Rodrigo Lídio, que, em uma virada histórica, protagonizou um dos nocautes mais brutais de 2020.

Contra o então campeão Jack Godzilla, Rodrigo Lidio se viu dominado por quatro rounds inteiros. Mas quem acompanha a trajetória do baiano no Future sabe que ele precisa de apenas um lance para definir o combate. E foi o que aconteceu: uma joelhada voadora espetacular que pegou o rosto do adversário em cheio, garantindo o título dos leves.

Quem também destronou um campeão foi Uyran Presunto. Diferentemente de Lídio, que teve que suportar mais de 20 minutos de domínio do oponente, o paulista precisou de menos de quatro minutos para se embolar com Luiz Cado, pegar as costas, encaixar o mata-leão e capturar o cinturão dos meio-médios.

Na luta principal, o peso-pena Elismar Carrasco e Rafael Coxinha se entregaram por cinco rounds. Melhor para o goiano, que foi melhor em três deles, conquistando o cinturão por decisão dividida. Caio Borralho também precisou de cinco rounds para faturar o título dos médios, mas foi com amplo domínio sobre Wildemar Besouro.

Problemas técnicos atrapalharam planos da organização

Esta seria a primeira edição do Future MMA com transmissão pelo pay-per-view. Entretanto, devido a problemas no sistema, alguns fãs que compraram o pacote tiveram dificuldades para assistir às lutas. Numa rápida manobra, a direção liberou o sinal para o público acompanhar as lutas gratuitamente no Youtube.

“Infelizmente problemas como este acontecem. Já estamos buscando identificar qual foi o erro e em breve vamos ressarcir a todos que pagaram. O mais importante é que todos os fãs foram brindados com lutas de alto nível e, tenho certeza, ficaram bastante contentes. Só tenho a parabenizar os lutadores pelo show e aos fãs pela confiança”, comentou Jorge Oliveira, CEO do Future MMA.

Confira abaixo todos os resultados do evento:

Future MMA 12 – Noite dos Campeões

São Paulo

16 de outubro de 2020

Elismar Carrasco venceu Rafael Coxinha por decisão dividida

Uyran Presunto finalizou Luiz Cado com um mata-leão aos 3:19 do R1

Caio Borralho venceu Wildemar Besouro por decisão unânime

Rodrigo Lidio nocauteou Jack Godzilla aos 0:25 do R5

Mateus Bocão venceu Pedro Nobre por decisão unânime

Gabriel Santos venceu Elves Brenner por decisão unânime

Elvis Silva venceu Erick Washington por decisão dividida

Pedro Machado venceu Ramon Flecha por decisão unânime

Eduardo Blade venceu Ednilson Cai-Cai por decisão unânime

Lucas Souza finalizou André Leandro com um katagatame aos 3:42 do R1

Em retorno do Thunder Fight, Claudio Ribeiro conquista cinturão dos médios e Malhadinho vence ex UFC

0
Malhadinho deu mais um passo rumo ao UFC – Foto: Divulgação/Thunder Fight

O Thunder Fight retornou as atividades do MMA no Estado de São Paulo em grande estilo e correspondeu todas as expectativas. Atendendo todos os protocolos exigidos pelas organizações competentes da saúde, a franquia de lutas paulista escalou grandes nomes em seu card e realizou ao todo 14 combates, entre amadores e profissionais com destaque para o novo campeão dos pesos-médios Claudio Ribeiro e Jailton Malhadinho que emplacou a sétima vitória seguida na carreira.

Protagonistas da noite, Claudio Ribeiro e Marcus Jon Jones fizeram um combate rápido e sem muito estudo para nenhum lado. Conhecido pelo seu forte poder de trocação, Claudio acertou um forte chute logo no começo do combate que desiquilibrou Marcus Jon Jones. Na sequência Marcus tentou dominar o centro do cage encurralando Claudio a grade, que contra atacava com muita sabedoria. Fulminante como em suas duas últimas vitórias no cage do Thunder, Claudio conectou uma série de socos que balançou Marcus Jon Jones e deu números finais ao confronto a 1 minuto e 47 segundos do round inicial.

Malhadinho vence mais uma e pede cinturão
Outro destaque da noite foi a importante vitória do baiano Jailton Junior Malhadinho em cima do ex-UFC Ildemar Marajó. Em um duelo bastante aguardado, Malhadinho emplacou agora uma série de sete lutas sem perder, todas por nocaute ou finalização. O atleta de 29 anos fez uma luta segura e abusou da sua envergadura nos golpes em pé, e quando teve oportunidade, no último minuto do confronto, ele encaixou um lindo katagatame que obrigou Ildemar a dar os três tapinhas.
“Alô, Dana. Eu venci dois veteranos do UFC, eu mereço uma chance.” Disse Malhadinho ainda no cage do Thunder Fight que ainda pediu para disputar o cinturão da categoria meio-pesado, que atualmente pertence a Edvaldo Gameth.

Lutas eletrizantes completam o card principal

O Thunder Fight 23 contou ainda com mais três excelentes confrontos. Na abertura do card principal, Queila Braga enfrentou Ediana Mel em um duelo de três rounds, melhor para Queila que superou a rival por decisão unânime dos jurados. Já na sequência foi a vez dos invictos Hugo Paiva e Roque Conceição que travaram uma batalha espetacular também de três rounds. Mais contundente, Hugo Paiva teve seu braço levantado por decisão dividida dos jurados.
No terceiro combate do card principal, Tainara Lisboa, bi-campeã mundial de muaythai encarou Daline Silveste e para quem achava que ela ia para trocação, errou. A atleta de Santos colocou Daline para baixo com sabedoria e fez um giro avassalador para encaixar um katagatame aos 4min36 do primeiro round.

THUNDER FIGHT 23
11 de outubro – Thunder Fight Center, São Bernardo do Campo

Claudio Ribeiro venceu Marcus Jon Jones por nocaute técnico no primeiro round
Jailton Malhadinho venceu Ildemar Marajó por finalização no primeiro round
Tainara Lisboa venceu Daline Silveste por finalização no primeiro round
Hugo Paiva venceu Roque Conceição por decisão dividida
Queila Braga venceu Ediana Mel por decisão unânime

Tito Martins x Carlos Mini Hulk foi declarado “no contest”
Erick Washington venceu Lucas Escobar por nocaute no primeiro round
Cícero Livio venceu Nicelio Vieira por finalização no primeiro round

Mariana Poltronieri venceu Vitória Aquino por decisão unânime
Arthur Portes venceu Valdiran Santos por finalização no primeiro round
Athos Alexandre venceu Julior César por finalização no primeiro round
Lui Mardoche venceu Douglas Ferreira decisão unânime
Marco “Black Diamond venceu Lucas Della por decisão unânime
Joseph Yohan venceu Pedro Felix por finalização no primeiro round

Future MMA retorna nesta sexta-feira com sistema próprio de PPV; saiba como assistir

0
Carrasco e Coxinha disputam cinturão vago - Foto: Luringa
Carrasco e Coxinha disputam cinturão vago – Foto: Luringa

Com todos os 20 atletas do card no peso, as 10 lutas da 12ª edição do Future MMA estão confirmadas. Programado para noite desta sexta-feira, dia 16, em São Paulo, o evento terá quatro cinturões em disputa. O card preliminar será transmitido ao vivo, a partir das 19h, pelo canal Woohoo; e o principal, somente via pay-per-view, que pode ser adquirido através do link https://ppv.futurefcmma.com/.

As disputas de cinturão são as seguintes: nos pesos-penas, Elismar Carrasco enfrenta Rafael Coxinha pelo título inaugural; nos meio-médios, Luiz Cado defende o posto de campeão contra Uyran Presunto; pelos pesos médios, Caio Borralho e Wildemar Besouro lutam pelo título inaugural; e, no peso leve, Jack Godzilla defende o cinturão da categoria diante de Rodrigo Lídio.

Ação solidária

Executivos e campeão do Future visitaram a estrutura da LBV em Mogi das Cruzes-SP – Foto: Leonardo Fabri

Em parceria com Legião da Boa Vontade (LBV), Super Rádio Brasil AM 940 e Prime Esportes, o Future MMA arrecadou mais de meia tonelada de alimentos para serem doadas a famílias atendidas pela LBV em Mogi das Cruzes, região próxima de onde será realizado o evento esta noite. Estiveram presentes na entrega o CEO do Future, Jorge Oliveira, e o campeão meio-pesado da organização, Matheus Buffa.

Confira abaixo o card completo do evento:

Future MMA 12 – Noite dos Campeões

São Paulo (SP)

Sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Card PPV

Cinturão peso-pena: Elismar Carrasco x Rafael Coxinha

Cinturão peso-meio-médio: Luiz Cado x Uyran Presunto

Cinturão peso-médio: Caio Borralho x Wildemar Besouro

Cinturão peso-leve: Jack Godzilla x Rodrigo Lidio

Peso-galo: Mateus Bocão x Pedro Nobre

Peso-pena Elves Brenner x Gabriel Santos

Canal Woohoo

Peso-galo: Elvis Silva x Erick Washington

Peso meio-médio: Pedro Machado x Ramon Flecha

Peso meio-médio: Ednilson Cai-Cai x Eduardo Blade

Peso leve: André Leandro x Lucas Souza

Future MMA reedita rivalidade entre BTT e Chute Boxe nesta sexta-feira; adquira o PPV para assistir

0
Mateus Bocão e Pedro Nobre representam as antigas rivais - Foto: Luringa
Mateus Bocão e Pedro Nobre representam as antigas rivais – Foto: Luringa

Durante anos as equipes Brazilian Top Team e Chute Boxe dominaram o cenário mundial com uma rivalidade que entrou para a história das artes marciais. Após o fim do Pride e as grandes estrelas que protagonizaram duelos memoráveis deixarem as suas respectivas equipes, a rivalidade esfriou. Mas as duas equipes continuam produzindo grandes talentos e buscando o protagonismo de outrora. Nesta sexta-feira (16), o Future FC realiza a sua décima segunda edição em São Paulo e irá reeditar essa velha rivalidade ao colocar o ex-UFC Pedro Nobre contra o invicto atleta da Chute Boxe Mateus Mendonça. Aos 34 anos e com quase 30 lutas no cartel, Pedrinho aposta na experiência para vencer o duelo e conquistar uma vitória para a Brazilian Top Team.

O card preliminar será transmitido ao vivo, a partir das 19h, pelo canal Woohoo; e o principal, somente via pay-per-view, que ainda pode ser adquirido através do link https://ppv.futurefcmma.com/.

“Tenho mais experiência, ele é um garoto novo, invicto, mas sei que ele vai errar. Eu treinei com uma garotada boa da BTT, que também estão invictos no MMA. Então, estou indo muito bem preparado para essa luta. Vou enfrentar um cara da Chute Boxe, que está invicto no MMA, e a BTT tem uma história de rivalidade com a Chute Boxe. Agora vou participar um pouco dessa rivalidade. Um pouco tarde (risos), não existe mais aquela rivalidade, mas quando eu vi que era da Chute Boxe, eu treinei o dobro para trazer essa vitória para a BTT”, disse Pedro Nobre.

Pedro Nobre possui passagens por eventos como o UFC, Titan FC, onde chegou a disputar o cinturão da categoria, e o show russo Fight Nights Global. Com 29 lutas de MMA em seu cartel, sendo 21 vitórias, cinco derrotas, um empate e um No Contest (sem resultado), ele vem de duas vitórias no Vendetta MMA, onde conquistou o cinturão e o defendeu com sucesso em uma oportunidade.

“Estou vivendo novamente um bom momento na minha carreira. Eu tive alguns problemas particulares, mas agora estou voltando a lutar bem. Já conquistei dois cinturões e agora vou ter a oportunidade de lutar no Brasil novamente. Minha última luta aqui foi em 2018. Minhas expectativas são as melhores. Vou para dar um show e trazer essa vitória para a BTT”, concluiu o casca-grossa.

Jéssica e Thominhas são favoritos na Ilha da Luta; Poliana e Hannibal correm por fora

0

Dois lutadores brasileiros são boas opções de palpites para os fãs das apostas esportivas no card do UFC Fight Night deste sábado (17). Jéssica Andrade e Thomas Almeida estão entre os favoritos do evento, que acontece na Ilha da Luta, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Nas casas de apostas esportivas, outros dois representantes do Brasil – Poliana Botelho e Cláudio Silva – correm por fora, mas também podem render bons lucros.

Peso mosca – (R$ 2,20) Katlyn Chookagian x Jéssica Andrade (R$ 1,62)

Depois de duas derrotas consecutivas (para Rose Namajunas e Zhang Weili), Bate-Estaca decidiu mudar de categoria, abandonando o peso palha. Ela busca a recuperação em sua estreia no peso mosca, contra a americana Katlyn Chookagian, de 31 anos, que tem só três derrotas em seu cartel e lidera o ranking da divisão.

Só que Chookagian fracassou na única ocasião em que ficou frente a frente com uma atleta de primeiro escalão, perdendo uma decisão de cinturão para Valentina Shevchenko. Experiente e sempre muito competitiva, Jéssica pinta como uma ótima opção para quem pretende investir nos sites de apostas esportivas neste card. Sua vitória proporciona um lucro de R$ 1,62 para cada real aplicado.

Peso meio-médio – (R$ 2,25) Cláudio Silva x James Krause (R$ 1,58)

O “Hannibal” talvez seja uma das melhores opções para os apostadores no evento deste sábado. O brasileiro tem apenas uma derrota como profissional de MMA e venceu suas cinco lutas no UFC, sendo as três últimas por finalização. Sua cotação, de R$ 2,25 para 1, é bastante atraente, ainda mais diante de um lutador com currículo apenas razoável como é o caso de Krause (27 vitórias e nove derrotas). O americano vem de derrota para Trevin Giles, mas vale lembrar que ele bateu dois brasileiros nos últimos anos (Serginho Moraes e Warlley Alves).

Peso pena – (R$ 1,70) Thomas Almeida x Jonathan Martinez (R$ 2,05)

Assim como Bate-Estaca, Thominhas encara o UFC Fight Night deste fim de semana como um recomeço no octógono. Derrotado em seus últimos dois combates, o brasileiro sofreu com um longo afastamento e três cirurgias no olho. Para complicar, ele viu seu adversário original, Alejandro Pérez, testar positivo para a Covid-19. O Ultimate correu para achar um substituto e optou pelo americano Martinez, de 26 anos, que tem 12 vitórias e 3 derrotas na carreira. Apesar da falta de ritmo de luta, Thominhas é favorito e pode proporcionar ao apostador um lucro de 70% (R$ 1,70 para cada real investido) nas casas de apostas esportivas.

Peso mosca – (R$ 1,43) Gillian Robertson x Poliana Botelho (R$ 2,65)

Um combate entre lutadoras com cartéis muito parecidos: a canadense soma oito vitórias e quatro derrotas, enquanto a brasileira tem oito vitórias e duas derrotas. As duas vêm de resultados positivos, mas a canadense é mais jovem, o que talvez explique a diferença nas cotações. Se Robertson oferece retorno de R$ 1,43 para 1, Poliana traz lucro de R$ 2,65 para 1 – e, em sua segunda luta no peso mosca, a mineira pode entrar no ranking da categoria com mais uma vitória.

Peso pena – (R$ 2,50) Brian Ortega x Zumbi Coreano (R$ 1,47)

Por fim, o evento principal da noite, entre o americano Brian Ortega, segundo colocado no ranking dos penas, e o Zumbi Coreano, na quarta colocação. O lutador sul-coreano entrará no octógono como favorito, pagando R$ 1,47 para 1 em caso de vitória. Ortega perdeu sua última luta (disputa do título com Max Holloway) e se machucou antes do combate com o próprio Zumbi Coreano no ano passado. O substituto foi Frankie Edgar, nocauteado pelo atleta asiático. Dana White já avisou que o vencedor da luta ganha uma chance de desafiar o campeão Alexander Volkanovski.

Como apostar no UFC Fight Night?

Se você quer começar a faturar com seus palpites nas lutas do UFC, é muito simples e rápido. O primeiro passo é fazer seu cadastro no Bodog, preenchendo informações pessoais básicas e escolhendo um login e senha. Em seguida, faça um depósito com o valor que você quer investir nas lutas e escolha seus favoritos. Aí é só torcer e lucrar.

Confira todos os combates e as cotações para o UFC deste sábado (17/10), na Ilha da Luta, nos Emirados Árabes:

CARD PRINCIPAL (a partir das 20h, horário de Brasília)

Peso pena – (R$ 2,50) Brian Ortega x Zumbi Coreano (R$ 1,47)

Peso mosca – (R$ 2,20) Katlyn Chookagian x Jéssica Andrade (R$ 1,62)

Peso meio-pesado – (R$ 1,27) Jim Crute x Modestas Bukauskas (R$ 3,45)

Peso meio-médio – (R$ 2,25) Cláudio Silva x James Krause (R$ 1,58)

Peso pena – (R$ 1,70) Thomas Almeida x Jonathan Martinez (R$ 2,05)

CARD PRELIMINAR (a partir das 17h, horário de Brasília)

Peso leve – (R$ 1,28) Mateusz Gamrot x Guram Kutatelatze (R$ 3,35)

Peso mosca – (R$ 1,43) Gillian Robertson x Poliana Botelho (R$ 2,65)

Peso médio – (R$ 1,35) Jun Yong Park x John Phillips (R$ 2,95)

Peso leve – (R$ 1,64) Jamie Mullarkey x Fares Ziam (R$ 2,15)

Peso meio-pesado – (R$ 3,60) Gadzhimurad Antigulov x Maxim Grishin (R$ 1,25)

Peso galo – (R$ 1,21) Said Nurmagomedov x Mark Striegl (R$ 4,00)

Thominhas Almeida fala sobre retorno após quase três anos e reforço de wrestler iraniano em seu camp

0
Lutador e treinador estarão ao vivo nesta terça-feira - Foto: Arquivo Pessoal

Hoje o conexão PVT recebeu Thomas Almeida e seu treinador Diego Lima. Direto da Ilha da Luta, os dois comentaram o camp e toda a ansiedade em torno da luta de retorno de Thominhas, após quase 3 anos longe do UFC. O brasileiro vai enfrentar Jonathan Martinez neste sábado.

A dupla falou também sobre mudança de oponente a duas semanas do evento e na divisão de cima, a possibilidade de permanecer lutando entre os penas e a reinvenção com a ajuda de um professor de Wrestling iraniano.

Thominhas e Diego deram ainda seus pitacos sobre a próxima disputa de título na divisão dos galos, entre Aljamein Sterling e Petr Yan e falaram da estrutura de treinos da Chute Boxe em São Paulo, que hoje conta com um alojamento para 20 atletas do Brasil todo.

Veja no vídeo abaixo:

https://youtu.be/4YYkTx_U3WM

Jessica Andrade e Paraná avaliam confronto com Chookagian e prometem lutar em três divisões

0

No conexão PVT de ontem, Marcelo Alonso e Léo Fabri conversaram por quase uma hora com Jéssica Bate-Estaca e seu mestre Giliard Paraná.

Direto de Abu Dhabi onde enfrentará na co-luta principal do UFC Fight Night 180, no próximo sábado, a número um do ranking dos moscas Katlyn Chookagian, a ex-campeã dos palhas revelou como pretende neutralizar os quase 20 cm de vantagem na envergadura da americana, e disse que sonha em lutar, na sequência, com a campeã Valentina Shevchenko em caso de vitória.

“Contra a Valentina ou contra a Jennifer Maia, que me venceu em 2012. Ou seja, não faltam narrativas interessantes para o UFC”, garantiu a paranaense que não se furtou a dar seu pitaco na provável nova disputa do cinturão peso palha entre a campeã Wheli Zhang e a desafiante Rose Namajunas nesta que deve ser a próxima disputa de título na divisão peso-palha.

Seu treinador Giliard Paraná falou da mudança da equipe para Las Vegas e revelou que, apesar da crescente dificuldade de sua atleta em bater o limite dos palhas (52.2) sua ideia é manter Jéssica como única lutadora do plantel do UFC atuando em três divisões. “A Jéssica nunca conseguiu tomar suplementos e fez o que fez, imagina quando ela tiver a disposição toda a estrutura do PI e passar a levar a dieta a sério”.

Ao contrário da aluna que apostou no favoritismo da campeã Wheli Zhang contra Rose Namajunas em luta disputada, Paraná disse que o casamento favorece a americana e apostou que em caso de revanche em 5 rounds com Jéssica, Rose não chegará ao final da luta. “Infelizmente a Jéssica fugiu da tática que planejamos, se o UFC casar a trilogia numa luta de 5 rounds valendo cinturão, a Jéssica atropela”.

Paraná trouxe a tona ainda possibilidade da campeã ter usado golpes ilegais na vitória contra Jéssica. “O video está ai pra todo mundo ver, a Zhang acertou várias cotoveladas ilegais na nuca. Sinceramente não vejo a Jéssica perdendo para ela de nenhuma maneira se houver uma revanche”, finalizou o mestre Paraná.

Jéssica e Paraná falaram ainda de Borrachinha x Adesanya, dos fãs brasileiros e sugeriram o melhor plano tática para Jennifer Maia tentar acabar com o reinado de Valentinha Shevchenko. O vídeo na integra você pode ver abaixo.

https://youtu.be/iBWggwWGwCM

Pride 4: Três gerações de lendas num card histórico

0

Uma semana antes da primeira edição do UFC no Brasil (o UFC 17.5 em São Paulo) fui ao Japão pela segunda vez cobrir o Pride 4, um evento recheado de ícones do esporte de três gerações distintas. De lendas dos anos 80, como Marco Ruas, Rickson Gracie e Hugo Duarte; passando por destaques da geração dos anos 90, como Allan Góes e Wallid, até as grandes promessas da nova geração como Mark Kerr, Igor Vovchanchyn, Gary Goodridge e um tal Kazushi Sakuraba, que após vencer Marcus Conan no UFC 15.5 faria sua sexta luta de MMA, contra outro faixa preta de Carlson, Allan Góes.

RICKSON E O NASCIMENTO DO PRIDE

Após as seis vitórias consecutivas (quatro sobre lutadores japoneses) que renderam a Rickson Gracie os títulos das duas edições do Vale-Tudo Japan (VTJ) em 1994 e 1995, os promotores japoneses decidiram criar um evento especialmente para lavar a honra dos japoneses, colocando o maior ídolo nacional da luta, Nobuhiko Takada, para lutar contra o No1 da família Gracie. Como nesta época os japoneses ainda não conseguiam discernir luta real de Marmelada, dada a enorme popularidade dos eventos de Pro-Wrestling, onde Takada era o grande ídolo, acreditava-se piamente na terra do sol nascente na vitória de Takada sobre Rickson, daí o nome do evento ser PRIDE (orgulho).

Na primeira edição do evento (em outubro de 1997), Rickson só precisou de 4min47 segundos para finalizar Takada com um armlock.

Os japoneses não se conformaram com a derrota e convidaram Rickson para a revanche na quarta edição do evento, realizada um ano depois no mesmo Tokyo Dome. Só que desta vez além de Rickson estavam presentes no card alguns dos maiores nomes do esporte na época.

Apesar de não estar com sua capacidade máxima (60 mil pagantes) o Tokyo Dome estava bem cheio naquele 11 de outubro de 1998. Como de praxe, a KRS, empresa responsável pela organização do evento, não economizou na produção. Além de montar um palco enorme conectado ao ringue por uma passarela para apresentação dos lutadores, a empresa construiu dois dinossauros em tamanho real, que mexiam o pescoço e emitiam sons característicos.

AS DERROTAS DE RUAS, WALLID E HUGO

Na abertura do evento o ucraniano Igor Vochanchyn só precisou de 5min58seg para encurralar Gary Goodridge nas cordas e demolir o americano com uma seqüência de socos.

E a noite não começou bem para o Brasil. Favoritos absolutos contra oponentes japoneses, Marco Ruas (1,85m/105kg) e Wallid Ismail  acabaram sendo surpreendidos.

Quando a luta começou o criador do Ruas Vale-Tudo tentou pegar as costas de Alexander Otsuka, que saiu e deixou o brasileiro cair por baixo. No final do round Ruas, conseguiu uma raspagem, caindo montado e terminando o round com uma mata-leão encaixado.

No Segundo round, porém, Ruas voltou irreconhecível e deixou que o japonês o derrubasse. Percebendo o cansaço do brasileiro, Otsuka chegou a meia guarda de onde passou quase todo o round punindo o brasileiro, chegando a abrir um corte em seu supercílio. No final do round Ruas mal conseguia levantar e disse que não conseguiria continuar, obrigando seu parceiro de treinos Bas Rutten e Roberto Leitão a jogarem a toalha. “Não sei o que aconteceu, mas no final do Segundo round não conseguia nem levantar o braço”, me disse após a luta Marco, que ao chegar no Brasil descobriria uma alteração sanguínea em sua taxas de acido úrico.

Wallid Ismail era outro que demonstrava total tranquilidade antes da luta contra o judoka japonês Akira Shoji. “Nunca estive tão bem fisicamente”, me disse na conferencia de imprensa o discípulo de Carlson. Assim como Ruas, Wallid dominou o primeiro round, botou o japonês para baixo algumas vezes e chegou a montada em duas oportunidades, mas Shoji conseguiu escapar. Depois de 10 minutos caçando o japonês, o faixa preta de Carlson cansou e acabou sendo obrigado a aceitar a trocação, onde o japonês mostrava clara superioridade. E foi desta maneira que a luta se definiu. Sem conseguir derrubar o japonês Ismail levou a pior. Com uma sequência de socos, Shoji levou o juiz a decretar o nocaute técnico.

HUGO DUARTE: “É TRAÇÃO NAS QUATRO, NUNCA VI UM CARA TÃO FORTE”

De todos os brasileiros no card do Pride 4, ninguém tinha a menor dúvida de que Hugo Duarte era o que tinha a tarefa mais indigesta. Com nove vitórias seguidas Kerr já era longe o lutador mais temido do mundo nesta época. Para piorar o wrestler estava treinando há quase um ano com Bas Rutten e Marco Ruas em Los Angeles.

Sabendo das dificuldades que o general da Luta-Livre enfrentaria, Carlson Gracie, com seu coração enorme, resolveu botar as rivalidades de lado e ficar no córner de Hugo, que só tinha seu aluno (Bigú) e o preparador físico (Jorge) ao seu lado.

Durante boa parte do primeiro round Hugo conseguiu manter Kerr em sua guarda com os braços travados. Quando o Americano conseguia se ajeitar para bater Hugo respondia por baixo e voltava a dominar seus braços.

No início do segundo round, Kerr conseguiu acertar um soco que abriu o supercílio de Hugo. Devido ao forte sangramento a luta chegou a ser interrompida. Quando os médicos autorizaram o retorno do brasileiro, Kerr pareceu perder a paciência com a tática de amarração de Hugo e decidiu não entrar mais na guarda do brasileiro. Com pisões e chutes Mark acabou definindo a luta ao quebrar o pé esquerdo do brasileiro no fim do 2o round.

Hugo, motivado por Carlson, ainda voltou para o terceiro round, mas sem conseguir andar nem fazer guarda acabou virando presa fácil para Kerr que chegou a montada. Hugo escapou pulando para fora do ringue e os juízes interromperam a 2min32s do 3o round. “É tração nas quatro rodas, estouro de boiada mesmo, nunca vi um cara tão forte”, reconheceu Hugo.

HUGO CRITICA RUAS E SELA PAZ COM JIU-JITSU

Nesta entrevista, realizada no Lobby do hotel no dia seguinte a luta, Hugo Duarte, com a perna engessada, acusou o ex-parceiro de treinos Marco Ruas de passar seu jogo para Kerr. “Todos os movimentos que ele fez nas lutas anteriores, que daria margem para eu atacar joelho e americana, ele não repetiu lutando comigo. O Ruas passou todo o meu jogo para ele”.

O general da Luta-Livre fez questão de agradecer o apoio de Carlson Gracie. “O pessoal da Luta-Livre me chamou de maluco quando aceitei esta luta. Mas desde o primeiro dia que cheguei no Japão o Carlson me fez acreditar que dava para endurecer esta luta e me dando um enorme apoio na beira do ringue. Depois desta atitude do Carlson esta mais que na hora de acabar com esta guerra entre Jiu-Jitsu e Luta-Livre”.

Allan dá seminário de Jiu-Jitsu em Sakuraba

Já Allan Góes, deu uma verdadeira aula em Kazushi Sakuraba, que começava a aparecer com vitórias sobre Conan, Vernom White e Carlos Newton.

Sakuraba passou os 3 rounds completamente perdido na guarda do brasileiro. Quando ficava em pé era atingido com pedaladas, Quando entrava na guarda levava socos e quando tentava se afastar era desequilibrado e raspado. Em duas oportunidades Allan chegou as costas do japonês. Em uma delas chegou a encaixar o mata-leão, mas Sakuraba foi salvo pelo gongo. Como as regras só previam que a luta fosse definida por nocaute ou finalização, o combate terminou empatado. Certamente Allan Góes fez Sakuraba corrigir buracos no seu jogo e aumentar muito a carga de treinos. A maior prova disso é que, após esta luta, o “Gracie Hunter” enfileiraria 6 brasileiros (Belfort, Ebenezer, Royler, Royce, Renzo e Ryan) até ser nocauteado por Wanderlei Silva no Pride 13 em 2001.

RICKSON FINALIZA E PEDE OPONENTE MAIS DURO

Na luta principal da noite Rickson mais uma fez finalizou Takada com um armlock. O japonês estava mais preparado neste segundo confronto criando mais dificuldades para o brasileiro, mas em nenhum momento o deixou em situação de perigo.

Os dois permaneceram clinchados durante quase todo o 1º round. Até que quando faltava pouco mais de 2 minutos para o final o japonês conseguiu derrubar o Gracie, mas quando tentava encaixar seu calcanhar na axila foi raspado. Rickson logo chegou a montado, partindo para o armlock que obrigou o japonês a desistir a 30 segundos do fim do round. Ao final da luta Rickson fez seu tradicional discurso agradecendo aos fãs japoneses e descartando os rumores de aposentadoria. Chegando a pedir um oponente mais duro. O Gracie voltaria aos ringues japoneses dali a 2 anos para fazer sua ultima luta em maio de 2000. Após vencer Funaki, o filho de Hélio Gracie iniciou as negociação para enfrentar o “Gracie Hunter” Sakuraba, mas a trágica morte de seu filho, Rockson, em dezembro daquele ano acabaria levando ao final prematura da carreira de Rickson Gracie.

José Aldo e Rafael dos Anjos falam de camp na Nova União

0

Inicialmente marcado para 24 de outubro, o retorno de Rafael dos Anjos ao peso leve enfrentando o duríssimo Islam Makhachev, que vem de uma seqüência de seis vitórias no UFC, acabou sendo adiado após o brasileiro testar positivo para COVID-19 duas semanas de embarcar para Abu Dhabi.

“Foi realmente uma pena, posso garantir, até por tudo que ele sempre me falou de seus camps, que o Rafael nunca esteve tão bem”, nos contou José Aldo nos bastidores do lançamento da biografia de Wanderlei Silva na última quinta na Upper Arena. Após elogiar muito o amigo a apostar que voltará para o peso leve para brigar pela cinta, o campeão do povo nos contou ainda que sua próxima luta já estaria agendada para novembro apesar de não revelar o nome do oponente. “Só falta o UFC anunciar, mas já está decidido. Até dezembro de 2021 quero estar com este cinturão”, disse Aldo.

Quem também teceu os maiores elogios a Rafael foi o líder da equipe André Pederneiras. “Que garoto duro! Esta vinda dele para cá foi uma grande troca. Pudemos proporcionar a ele muitos treinos leves de qualidade e melhorar a defesa de quedas dele na grade. Ele está voltando para os leves para brigar pelo cinturão”, garantiu Pederneiras.

RAFAEL DOS ANJOS: COVID, MELHOR CAMP DA VIDA E A ESPERA PELO UFC

Em quarentena aguardando a recuperação, Rafael também falou conosco na ultima segunda-feira (9º dia da doença) “Fiquei bem ruim no inicio. Muita dor no corpo, febre, dor de cabeça forte, olfato e paladar nenhum. Finalmente nesta segunda senti uma melhora e já consegui dar uma corridinha de manhã. Foi realmente uma pena porque eu estava numa forma incrível”, garantiu Dos Anjos, que não poupou elogios a André Pederneiras e toda equipe da Nova União. “Só tenho coisa boa pra falar. Pela primeira vez na minha vida me senti fazendo um camp de treinamento com um time me dando suporte. Sempre ouvi falar coisas boas sobre o Dedé, mas realmente esta experiência aqui superou minhas expectativas. Além de ser um cara super completo e te dar um suporte em todas as áreas, ele entende muito de luta e das necessidades do lutador. Além do mais, a rapaziada aqui é super gente boa. Me receberam super bem, mas é aquilo, treino duro o tempo todo, um nível técnico muito forte. Eu estava sem sparring, sem treino de luta, sem material humano, encontrei tudo aqui”.

O único brasileiro que já conquistou o cinturão dos leve do UFC agora aguarda ansioso um posicionamento do UFC. “Acredito que esta doença tenha me atrasado em 3 semanas, agora estou na esperança de remarcarem o mais rápido possível. 15 ou 21 de novembro seria o ideal. Estou no aguardo do UFC, mas por enquanto não me deram nenhuma resposta”, finalizou.

Com James Krause na mira, Claudio Hannibal cita Chimaev para criticar falta de critério do UFC

0

Invicto desde a sua estreia no MMA profissional, em 2007, Cláudio Hannibal soma cinco vitória em cinco lutas no UFC. No próximo sábado ele retorna ao octógono, desta vez na Ilha da Luta, para medir forças contra James Krause e tentar, além do sexto triunfo, um lugar entre os ranqueados do Ultimate. 

https://youtu.be/eBLgC0uEL6E

Em entrevista ao PVT, o meio-médio analisou o próximo desafio, mostrou confiança quanto ao resultado que espera e desabafou por, na visão dele, ser preterido pela organização. Para isso, ele comparou o seu histórico com o da nova sensação da categoria, Khamzat Chimaev, que pouco fez e já postula entre os candidatos ao título. 

O brasileiro radicado em Londres ainda explicou a sua ida para a American Top Team, nos EUA, falou de sua coleção de revistas Graciemag e Tatame e das inspirações em Carlson Gracie e toda a tropa de ouro da Carlson Gracie Team. Assista à entrevista completa no vídeo acima. Aproveita e se inscreva no canal.

Siga o PVT

103,000FansLike
123,000FollowersFollow
51,000FollowersFollow
163,000SubscribersSubscribe