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Filha de Waldemar Santana vai relembrar momentos marcantes da carreira do pai no RESENHA PVT desta quinta-feira

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Waldemar rivalizou com Hélio e Carlson Gracie - Foto: Acervo Pessoal
Waldemar rivalizou com Hélio e Carlson Gracie – Foto: Acervo Pessoal

O Resenha PVT desta quinta feira, 25, será dedicado a um dos maiores ícones do Vale-Tudo brasileiro: Waldemar Santana, o “Leopardo Negro”. Sua filha, a jornalista Waldimara Santana, estará ao vivo, a partir das 17h, no canal do PVT no Youtube, respondendo as perguntas dos fãs e relembrando toda a história do seu pai na luta e na vida. 

A infância pobre na Bahia, a chegada ao Rio de Janeiro, o sonho de treinar na Academia Gracie, a verdadeira história do desentendimento com o mestre Hélio, que acabou dando origem à histórica luta de 3h45m, as seis lutas com Carlson Gracie, o episódio em que Hélio Gracie o salvou da ditadura, o reconhecimento dos baianos e o sonho de um documentário sobre a história da lenda. 

Se inscreva em nosso canal e participe ao vivo conosco mandando suas perguntas. 

 

Royler relembra duelo contra Sakuraba e garante que o japonês não seria páreo para Rickson

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https://youtu.be/IFcExJVOF-Y

Convidado do RESENHA PVT da última segunda-feira, Royler Gracie bateu um papo franco, abordou os principais capítulos de sua vitoriosa história, os clássicos no Jiu-Jitsu, e exaltou até mesmo suas derrotas. Sobre o duelo contra Kazushi Sakuraba, pelo Pride 8, em 1999, o Gracie contesta o resultado oficial da luta, que consta como vitória do japonês por finalização. 

“Não ganhei aquela luta, mas foi um acordo que a gente fez, por eu ser mais leve. Se não houvesse finalização ou nocaute, seria empate”, afirma Royler. “Na minha cabeça o Sakuraba não me ganhou; não pela regra que a gente fez. Se a gente contar os pontos, não tem dúvida, ele realmente foi absoluto na luta, teve um domínio completo. Mas a luta não terminou.”

Para Royler, o fato do árbitro terminar a luta mesmo sem ele bater na kimura encaixada se deve ao fato do interesse dos japoneses em promover uma luta entre Sakuraba Rickson. O duelo acabou nunca acontecendo, mas, caso saísse do papel, Royler acredita que o algoz não seria páreo para o irmão. 

“Acho que o Sakuraba não teria chance, sinceramente”, garante. 

Assista ao RESENHA PVT com Royler Gracie na íntegra no vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=FsALrdFECk4

Invicto no MMA, Carlos Tizil aguarda disputa de cinturão no LFA

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Brasileiro espera por disputa de cinturão no evento americano - Foto: TW5 produções
Brasileiro espera por disputa de cinturão no evento americano – Foto: TW5 produções

Com apenas 25 anos e invicto no MMA, com cinco vitórias contabilizadas, Carlos “Tizil” deu o que falar em sua estreia pelo evento LFA, em novembro do ano passado, quando precisou de apenas 36 segundos para nocautear George Martinez na edição 79 da franquia, que é considerada uma das principais do esporte na atualidade. Com o triunfo espetacular, o brasileiro já desponta como um dos principais atletas da categoria peso-mosca e, em breve, não seria surpresa vê-lo no plantel de lutadores do UFC.

Enquanto aguarda os próximos passos da sua carreira, Tizil vem aproveitando o período da quarentena causada pelo novo coronavírus para aperfeiçoar ainda mais o seu jogo visando os duelos que terá pela frente. O casca-grossa contou que vem mantendo seus treinos, mesmo ainda sem ter nova luta marcada pelo LFA.

“No início (da quarentena), a gente deu uma segurada, para ver como as coisas iam ficar. Mas depois, voltamos aos treinos normalmente. Sinto que estou evoluindo muito nesse período com o trabalho que venho fazendo com meu professor Chicão Bueno. O trabalho que faço com ele, que já ocorre há muito tempo, toda a metodologia que ele emprega, me forjou para poder passar bem por esse momento de pandemia e poder evoluir ainda mais o meu jogo, já que não tenho luta marcada. Estou mais forte do que antes, em todos os sentidos. O Chicão me passa uma confiança muito grande, ele tem uma didática excelente, então isso fez com que eu me tornasse um lutador melhor, mas não vai parar por aí. Ainda tenho muito a aprender e evoluir”, destacou o jovem lutador, que relembrou sua estreia pelo LFA e o seu futuro na organização.

“A minha estreia no LFA foi muito boa, nocauteei em 36 segundos. A gente tinha treinado bastante o chute, porque sabíamos que o adversário jogava com a guarda alta, e meu treinador me preparou na distância, na base, para poder soltar o golpe sem receber outro de surpresa. No dia da luta, eu falei que o chute iria pegar, e pegou. É difícil ver um peso-mosca nocautear em 36 segundos, e isso foi muito bom para mim, um belo cartão de visitas. Agora, eles comentaram que eu poderia disputar o cinturão, mas essa pandemia impediu isso, porque não posso entrar nos EUA estando no Brasil. Terei que esperar um pouco, mas meu pensamento é um só. Fazer meu trabalho e estar preparado para o que vier, sendo uma disputa de título ou não. As pessoas vão conhecer ainda mais o meu trabalho na minha próxima luta e vai ser mais um degrau para chegar ao UFC”, projetou, para logo em seguida, falar sobre a possibilidade de, em breve, ir para o Ultimate.

“Eu e meu treinador pensamos no presente, luta a luta. Meu presente é no LFA, mas estamos prontos para chegar bem ao UFC, se for o momento. Estou muito bem nos treinamentos, fazendo um trabalho excelente com o Chicão Bueno. Na minha próxima luta, muita gente vai ver o quanto evoluí. É questão de tempo, fazer mais uma luta, fazer barulho. Já provei isso na minha estreia, nocauteando em 36 segundos um adversário que estava vindo de uma sequência de vitórias. Meu currículo conta muito, estou invicto e já peguei muita pedreira. Vou fortalecer meu trabalho, sem pressão, para quando chegar a hora certa, ir para o UFC, chegar com o pé direito, com o pé na porta. Não vou ser mais um lá, vou chegar para fazer história. Na humildade, estou me forjando para ser excepcional”.

Ex-lutador e atualmente treinador e grande responsável pela evolução de Carlos Tizil, Chicão Bueno também falou sobre a evolução do seu pupilo durante o período da quarentena, ressaltando que o tempo sem lutas e preparação para duelos foi essencial para trabalhar áreas importantes no jogo do atleta.

“O garoto só evoluiu nessa quarentena. A gente pôde acertar, de forma cirúrgica, alguns pontos que eu estava querendo, e no dia a dia, nessa rotina de camp, preparação para lutas, não tínhamos tempo para isso. O trabalho agora está no dia a dia, no encaixe do Boxe dele, Wrestling e parte de chão. Estamos trabalhando em todos os sentidos, fisicamente, psicologicamente, a respiração, até mesmo uns movimentos de Yoga, ginástica natural. Ele nunca esteve tão bem”, elogiou Chicão, que por fim, falou sobre o momento do lutador.

“Estamos negociando com o LFA. A princípio, ele disputaria o cinturão, mas por conta da pandemia, tem essa proibição da entrada de brasileiros nos EUA. Mas é isso, faz parte, as coisas vão acontecer na hora certa. Ele confia no trabalho, confia nele, então está tranquilo, sem ansiedade. Estamos esperando a fronteira abrir, já marcaram uma disputa de cinturão no peso-mosca, conhecemos os dois lutadores que vão disputar o título. A gente espera que a próxima luta dele seja em julho, e aí o passaporte dele vai estar carimbado para o UFC. Também está existindo uma ‘rivalidade saudável’ dele com o Brandon Rivera, que lutou no mesmo card que ele e inclusive é parceiro de treino do atleta que o Carlos enfrentou. O Rivera foi campeão do LFA e já está no UFC, ganhou até bônus na estreia dele. Semanalmente, está rolando uma provocação entre eles nas redes sociais, então isso é legal, porque é saudável. Vamos esperar que o UFC, provavelmente, marque esse duelo”.

Bobby Green e Brianna van Buren são os mais cotados do Card Preliminar do UFC em Las Vegas

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Neste sábado (20/06) acontece o UFC Fight Night, direto de Las Vegas, nos Estados Unidos. O Card Preliminar conta com sete lutas e todas rendendo cifras bem interessantes nos sites de apostas esportivas, com destaque para Bobby Green e Brianna van Buren, que são favoritos contra Clay Guida e Tecia Torres, respectivamente.

(R$ 3,00) Clay Guida x Bobby Green (R$ 1,40)

Apesar de vir de duas derrotas, Bobby Green é o mais cotado do Card Preliminar, dando R$ 1,40 para cada real. Isso acontece porque ele tem a grande chance de se recuperar, afinal, enfrenta Clay Guida, que já sofreu impressionantes 19 derrotas na carreira.

(R$ 2,62) Tecia Torres x Brianna van Buren (R$ 1,53)

Já entre as mulheres, a favorita das casas de apostas esportivasé Brianna van Buren, oferecendo R$ 1,53 por real aplicado. Isso ocorre devido a trajetória impecável, com seis triunfos seguidos, incluindo o da estreia pelo UFC, diante de Livinha Souza, em julho do ano passado.

(R$ 2,50) Austin Hubbard x Max Rohskopf (R$ 1,57)

Outro nome que vale a pena ficar de olho é Max Roshskopf, que está invicto, com cinco triunfos. Ganhando mais uma, desta vez diante de Austin Hubbard, garante R$ 1,57 para R$ 1,00. Enquanto Austin Hubbard perdeu duas das últimas três apresentações e com isso corre por fora, dando R$ 2,50.

(R$ 1,90) Matt Frevola x Frank Camacho (R$ 1,90)

O evento ainda conta com um embate bem equilibrado, entre Matt Frevola e Frank Camacho, no qual, qualquer resultado garante R$ 1,90 para cada real. Só que apesar das cifras iguais, Frevola aparece melhor, chegando de dois triunfos consecutivos, enquanto Camacho perdeu para Beneil Dariush, em outubro do ano passado.

(R$ 2,10) Marc-André Barriault x Oskar Piechota (R$ 1,72)

Las Vegas também será palco de um encontro de dois lutadores precisando mostrar talento. Tanto Marc-André Barriault, quanto Oskaar Piechota perderam nas últimas três apresentações e com isso estão ameaçados no UFC. O polonês é o que vem mais cotado para vencer, pagando R$ 1,72 contra R$ 2,10 de Barriault, segundo dados do Oddsshark.com.

(R$ 2,00) Cortney Casey x Gillian Robertson (R$ 1,80)

Pagando R$ 1,80 para cada real em caso de triunfo, Gillian Robertson também tenta se reabilitar no UFC depois de ter perdido para Maycee Barber, em outubro do ano passado. A chance é boa afinal, o desafio é diante de Cortney Casey, que perdeu em três dos cinco compromissos recentes.

(R$ 1,80) Roxanne Modafferi x Lauren Murphy (R$ 2,00)

Também pelo Card Preliminar, Roxanne Modafferi rende R$ 1,80 para cada real. A missão só não será fácil, pois do outro lado está Lauren Murphy, que venceu duas seguidas e dá R$ 2,00 para R$ 1,00 se ampliar a sequência.

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Cotas do último evento do UFC

Como apostar?

O próximo passo é você fazer um cadastro no Bodog. Basta preencher com seus dados pessoais e criar um login e senha. Em seguida efetue um depósito com o valor que você desejar aplicar nas lutas e dê os palpites.

Confira as cotas do UFC Fight Night, neste sábado (20/06), em Las Vegas, nos Estados Unidos

CARD PRINCIPAL (21h, horário de Brasília):

Peso pesado – (R$ 1,25) Curtis Blaydes x Alexander Volkov (R$ 4,00)

Peso pena – (R$ 2,10) Josh Emmett x Shane Burgos (R$ 1,72)

Peso galo – (R$ 1,66) Raquel Pennington x Marion Reneau (R$ 2,25)

Peso meio-médio – (R$ 1,72) Belal Muhammad x Lyman Good (R$ 2,10)

Peso casado (até 72,5kg) – (R$ 2,87) Jim Miller x Roosevelt Roberts (R$ 1,44)

CARD PRELIMINAR (18h, horário de Brasília):

Peso leve – (R$ 3,00) Clay Guida x Bobby Green (R$ 1,40)

Peso palha – (R$ 2,62) Tecia Torres x Brianna van Buren (R$ 1,53)

Peso médio – (R$ 2,10) Marc-André Barriault x Oskar Piechota (R$ 1,72)

Peso mosca – (R$ 2,00) Cortney Casey x Gillian Robertson (R$ 1,80)

Peso leve – (R$ 1,90) Matt Frevola x Frank Camacho (R$ 1,90)

Peso mosca – (R$ 1,80) Roxanne Modafferi x Lauren Murphy (R$ 2,00)

Peso leve – (R$ 2,50) Austin Hubbard x Max Rohskopf (R$ 1,57)

Em incentivo, empresa libera lutador semanas antes de competição para treinar e paga salários integralmente

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Wallace Lopes se divide entre lutador e operador de CFTV - Foto: Divulgação
Wallace Lopes se divide entre lutador e operador de CFTV – Foto: Divulgação

Ser um lutador profissional de MMA no Brasil não é uma tarefa fácil. Não apenas pela dedicação e disciplina necessária, mas pelo alto custo para se manter no esporte se comparado à bolsa paga pelos eventos nacionais. Durante uma preparação, as despesas mensais mínimas de um atleta costumam girar em torno de R$ 1 mil – distribuídos entre academia, médico, fisioterapeuta, nutricionista e suplementos alimentares. Em contrapartida, o valor arrecadado para subir no ringue, em média, não ultrapassa os R$ 1,5 mil. Ou seja, a conta não fecha.

Como alternativa, muitos lutadores recorrem à empregos informais para ajudar nas despesas e manter o sonho de um contrato internacional vivo. Em outros casos, contam com a boa vontade de empresários para apostarem nas suas carreiras. Com Wallace Lopes foi o meio termo. O lutador carioca, de 23 anos, conseguiu um trabalho como operador de CFTV na Delta Rio Service, empresa do Rio de Janeiro especializada em administração condominial, e encontrou no local o apoio necessário para seguir focado na luta. 

“Sou muito grato a Delta Rio, o Heitor (Pennafort, CEO da Delta Rio Service) me dá o apoio necessário que eu preciso para seguir sonhando. Seria muito difícil me manter focado sem essa moral, porque a rotina de treinos de um lutador é muito pesada. Aqui eu consigo conciliar bem trabalho e treino”, explica Wallace Lopes, uma das revelações do MMA brasileiro. 

O apoio ao qual Wallace se refere acontece nas semanas anteriores às lutas marcadas. Na fase final de preparação, ele é liberado do trabalho para focar exclusivamente nos treinamentos sem que o seu salário seja descontado. A ideia partiu do próprio dono da empresa, que já acompanhava a trajetória do lutador.  

“Eu sempre soube que o Wallace era um atleta de alto rendimento. A minha maior motivação foi vê-lo se esforçar em prol dos seus ideais. Isto é algo valioso nos jovens, pois sei que poucos empresários investem no MMA. Gostaríamos de poder ajudar ainda mais e sei que no futuro poderemos, mas sabemos que para ele essa parceria já significa muito. Esperamos que esse apoio seja importante para a construção de uma carreira vencedora”, afirma Heitor Pennafort, CEO da Delta Rio Service.  

“Esperamos que no futuro, com o crescimento da empresa, a gente possa apoiar ainda mais esportistas de forma mais incisiva. Independente de serem funcionário ou não. Acreditamos muito no valor do esporte na vida das pessoas e para a sociedade, e vamos seguir ajudando da forma que pudermos”, completa.

Royler Gracie é o convidado do RESENHA PVT da próxima segunda-feira

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Royler vai relembrar os momentos mais marcantes de sua história na luta - Foto: Marcelo Alonso
Royler vai relembrar os momentos mais marcantes de sua história na luta – Foto: Marcelo Alonso

Na próxima segunda-feira, 22, a partir de 21h, o RESENHA PVT recebe Royler Gracie. Presença certa em qualquer lista de “maiores competidores de todos o tempos”, o filho de Hélio Gracie fez história na Arte Suave enfrentando os maiores nomes de três gerações, muitas vezes lutando no peso (até 66kg) e no absoluto.

Tetracampeão mundial de Jiu-Jitsu (96, 97, 98 e 99), Royler também venceu as três primeiras edições do ADCC. No Vale-Tudo, Royler participou ativamente dos principais episódios dos anos 90, ao lado de seu irmão Rickson, e depois ainda conseguiu colher os frutos do sucesso do MMA no Japão, onde lutou em quatro organizações diferentes (VTJ, Pride, Deep, K-1).

Caso ainda não tenha assinado o canal do Portal do VT no Youtube, não perca tempo. Até porque, assinando o canal você pode mandar suas perguntas ao vivo e nos ajudar a fazer a entrevistar. 

A pauta vai incluir: sua relação com o pai, Hélio Gracie, e a influência de Rickson e Rolls em sua formação; seus maiores clássicos no Jiu-Jitsu (De La Riva, Clóvis, João Roque, Socka, Draculino, Amaury Bitetti, Mario Sperry, Leo Santos e Léo Viera); seu domínio em 3 edições do ADCC; os confrontos com Eddie Bravo; as duas lutas a portas fechadas com Eugênio Tadeu; e os caminhos do Jiu-Jitsu e do MMA nos dias atuais. 

Anote aí na agenda: segunda-feira, 21h. Se você gosta de Jiu-Jitsu, Vale-Tudo e MMA, esta resenha será absolutamente imperdível!

Amanda Ribas explica por que aceitou desafio contra Paige VanZant na categoria de cima

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https://youtu.be/mb9bTJH45NI

Embalada por três vitórias consecutivas no UFC, a peso-palha Amanda Ribas vai ao peso-mosca para enfim enfrentar Paige VanZant. O duelo está marcado para o dia 11 de julho, na Ilha da Luta, em Abu Dhabi. Em conversa com o PVT, a mineira de Varginha analisou o desafio e explicou a subida pontual de categoria.

“O UFC me apareceu com essa proposta no 57kg. Aceitei porque eu quero me arriscar mesmo, para ver como vai ser. Quem sabe no futuro eu possa lutar na categoria até 57kg. Eu tinha meio que um medo, pensava que seria pequena. Mas vi umas lutas e vi que eu não sou tão baixa e nem tão mais leve (que as lutadoras da categoria”, revelou a brasileira.

Além de Amanda Ribas x Paige VanZant, o UFC 251 ainda abriga outras lutas decisivas para o Brasil dentro da organização, como as disputas de cinturão entre Kamaru Usman e Gilbert Durinho, pelos médios, e José Aldo e Petr Yan, pelos galos; e a revanche entre Jéssica Andrade e Rose Namajunas. Amanda Ribas deu seu palpite para cada um destes duelos. 

MARLON MORAES – RESENHA PVT

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MARCELO MOLINA – RESENHA PVT

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