Competição acontece no final deste mês - Foto: Divulgação
Marcado para o fim de novembro (juvenil, adulto e master) e início de dezembro (kids), o Mundial de Jiu-Jitsu da CBJJE, principal campeonato da entidade, promete fechar a temporada 2023 com chave de ouro no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.
Competição acontece no final deste mês – Foto: Divulgação
Como de costume, a expectativa é por um evento de alto nível, por conta da estrutura e da valorização aos atletas proporcionadas pela CBJJE. Com uma premiação especial, o adulto faixa-preta, masculino e feminino, será uma das grandes atrações.
Com inscrições abertas até 17 de novembro, o Mundial juvenil, adulto e master vai acontecer nos dias 23, 24, 25 e 26 de novembro, reunindo a nata do Jiu-Jitsu brasileiro. Já o Mundial kids ocorre nos dias 2 e 3 de dezembro, com inscrições até 28/11.
Todos os detalhes do Mundial de Jiu-Jitsu 2023 da CBJJE, vale citar, estão no site SouCompetidor.com.br – inclusive inscrições. E após um ano de grandes eventos, o campeonato tem tudo para coroar esse sucesso.
Junior Cigano trouxe relatos inéditos da experiência vivida nos bastidores do evento que teve a luta entre Francis Ngannou e Tyson Fury, no último final de semana, na Árabia Saudita, dos encontros com outras lendas dos esportes, disse que se impressionou com os planos do país para levar os principais eventos de lutas para lá, disse que se sente um “garoto” e que pretende voltar a lutar em breve e o que espera do confronto entre o compatriota Jailton Malhadinho e Derrick Lewis, quem ele já nocauteou, no UFC São Paulo, neste sábado.
Gugu Azevedo já projeta disputa de cinturão - LFA Brasil
Pupilo dos irmãos Pitbull, José Augusto “Gugu” Azevedo estreou com o pé direito no Legacy Fighting Alliance (LFA) ao derrotar Richard Jacobi na decisão unânime dos juízes, em evento realizado na última sexta-feira (3) em São Paulo. O baiano, que vinha de vitória no Bellator, ficou feliz com o seu desempenho e diz que já tem credenciais o suficiente para disputar o cinturão da LFA, seja na categoria dos meio-pesados (até 93kg) ou na divisão dos pesos-pesados.
Gugu Azevedo já projeta disputa de cinturão – LFA Brasil
“Independente da minha próxima luta ser pelo cinturão ou não, eu gostaria de lutar de novo logo. Ter um camp para me apresentar bem e mostrar 100% da minha capacidade. Passei cinco meses parado devido a uma cirurgia após minha última luta e me preparei para essa em 30 dias. Mas claro que eu já penso em uma disputa de título. Acredito que eu tenho as credenciais para ir direto para uma disputa de cinturão, tanto na divisão dos meio-pesados quanto na dos pesos-pesados. E eu vejo isso com bons olhos, pois acredito que sendo campeão em duas categorias isso me garantiria um contrato internacional com uma grande organização”, disse Gugu.
Logo após a grande vitória em seu debute na LFA, o baiano de Paulo Afonso procurou Hugo Cunha, novo campeão da categoria dos pesos-pesados (título conquistado no mesmo evento que Gugu lutou) e o questionou sobre uma possível luta entre eles.
“Quando o Hugo Cunha venceu o Eduardo Bebezão, cheguei a perguntar se ele gostava da ideia de eu ser o próximo a lutar com ele. Acho que isso pode ser uma possibilidade em um futuro próximo. Eu estou pronto para o que eles decidirem mas, como eu disse, eu quero voltar a lutar o quanto antes”, concluiu o casca-grossa da Pitbull Brothers.
Após um hiato de seis anos, Willian Predador retorna ao cage no dia 18 de novembro para o combate contra Jonathas Vaz no SFT, que acontece na capital paulista. Aos 24 anos de idade, o invicto lutador mostra-se com sede de luta.
Predador luta no próximo SFT – Foto: Divulgação
“Minha cabeça está muito boa. Eu estou treinando na melhor equipe do mundo, a Chute Boxe Diego Lima. Meu camp está sendo muito bom e já era pra ter lutado duas vezes esse ano, mas não deu certo. Essa luta apareceu numa hora muito boa, na qual me sinto 100% preparado”, disse Predador.
O motivo do afastamento dos cages ocorreu por conta do serviço militar. Quando interrompeu a carreira, em março de 2017, Willian Predador estava com um cartel de três vitórias em três lutas, todas no primeiro round.
“Estou treinando direto, sem parar, em alto nível, e poder voltar a lutar e fazer o que eu amo é muito bom. Eu tive que dar uma pausa na minha carreira de lutador por causa da dificuldade que o atleta tem para sustentar dentro do esporte e estou retornando nesse ano com ajuda de muitas pessoas, e muito mais forte”, alegou.
‘Vou para esta luta com uma certeza: que ela só vai terminar com nocaute ou uma finalização. Estudei bastante o perfil do meu adversário, ele é um guerreiro também, assim como eu e nós dois estamos muito bem preparados para dar um show. Podem aguardar”, finalizou Predador.
O card do SFT contará ainda com dois duelos valendo o cinturão. Na luta principal, Eduardo Fischer encara Heraldo Souza pelo título meio-médio do MMA. Já na coprincipal, Dengue Silva defende seu cinturão do Xtreme contra Willian Bad Boy.
Thunder Fight é um dos eventos mais tradicionais de São Paulo - Foto: Divulgação
Agendada para o próximo domingo (12/11), a 24ª edição da Copa Thunder Fight, na capital paulista, vai promover um verdadeiro festival de modalidades de luta, com duelos de MMA amador, jiu-jítsu, submission e kickboxing.
Thunder Fight é um dos eventos mais tradicionais de São Paulo – Foto: Divulgação
A organização espera receber mais de 140 atletas distribuídos em mais de 70 lutas casadas, uma verdadeira maratona de combates. O palco será o Thunder Fight Center e o evento está previsto para iniciar às 9h.
O Thunder Fight também anunciou o seu novo sistema de transmissão, que promete levar todas as emoções do evento em uma ótima qualidade de imagem. A plataforma será o canal do Thunder Fight no Youtube.
Desde 2015 a Copa Thunder de MMA Amador já revelou grandes nomes do cenário nacional e internacional, como André Mascote (UFC), Jean Matsumoto (UFC), Glorinha de Paula (ex-UFC), Monique Adriane (Invicta FC), Geovane Palácios (LFA), Marcos Breno (Bellator), Wellington Predador (LFA) e Hugo Paiva (LFA).
SERVIÇO:
Copa Thunder 24
Lutas de MMA Amador, Jiu-Jitsu, Submission e Kickboxing
Local: São Paulo (SP)
Data: Domingo, 12 de Novembro de 2023
Informações: +55 11 99350-4386 ou @thunderfight no Instagram
Ingressos Limitados: +55 11 99350-4386.
Iron Man MMA é um dos eventos de MMA mais tradicionais do Nordeste - Foto: Divulgação
Um dos maiores eventos do Brasil, o Iron Man MMA está pronto para voltar aos trabalhos. Inicialmente programada para setembro deste ano, a 26ª edição do show vai acontecer no próximo dia 17 de novembro, na Arena Guilherme Paraense (Mangueirinho), em Belém, no Pará.
Iron Man MMA é um dos eventos de MMA mais tradicionais do Nordeste – Foto: Divulgação
O espetáculo que une lutas e entretenimento terá início às 19h (horário de Brasília), com os shows de Suany Batidão e da Banda Carimbolando, seguidos por dez combates de tirar o fôlego dos fãs, entre eles três disputas de cinturão.
No duelo principal do Iron Man MMA 26, Giovanni Galeto e Carlos Alberto Silva, mais conhecido como “Betinho Capoeira”, vão disputar o cinturão vago dos penas. Representante da equipe RD Champions, o carioca Galeto está invicto no MMA, com seis vitórias em seis lutas. Já o paraense Betinho Capoeira, da Perfect Fight Team, soma sete triunfos e três derrotas no cartel, vindo de um grande nocaute contra Werlleson Almeida no Iron Man MMA 25, em julho.
Valendo o título peso-mosca, Adenysson Alves e Ronaldo Oliveira ficarão frente a frente. Natural de Belém, Adenysson tentará manter seu cartel invicto em busca do cinturão, enquanto o curitibano Ronaldo aposta na experiência para vencer.
Já a categoria até 70kg feminina vai contar com sua despedida do Iron Man MMA – devido à escassez de atletas -, em revanche pelo título de Daiane Silva contra Myrella Vargas. No primeiro encontro entre elas, Daiane finalizou Mirela via mata-leão ainda no primeiro round.
O Iron Man MMA 26 terá transmissão ao vivo pela TV Cultura e Portal Cultura para todo o Brasil, e pelo canal Iron Man MMA TV no YouTube para todo o mundo.
CARD COMPLETO:
Iron Man MMA 26 Arena Guilherme Paraense, em Belém-PA Sexta-feira, 17 de novembro de 2023
Card principal
Até 66kg: Giovanni Galeto x Carlos Alberto Silva (cinturão)
Até 57kg: Adenysson Alves x Ronaldo Oliveira (cinturão)
Até 61kg: Fellipe Oliveira x José Vagno Soares (superluta)
Até 70kg: Daiane Silva x Myrella Vargas (cinturão)
Até 52kg: Eryka Lima x Marina Monteiro
Card preliminar
Até 70kg: Maycon Kevin Galvão x Aryel Rodrigues (superluta)
Luta de inclusão: Jackie Shan x Adversário a ser definido
Até 61kg: Eliane Souza x Eliliane de Jesus
Até 66kg: Valentay Veiga x Cristiano Vegeta
Até 57kg: Euler Carneiro x William Pereira
Ex-campeão do BRAVE CF e um dos principais nomes da organização de MMA asiática, o brasileiro Lucas Mineiro se prepara para escrever mais um capítulo na história do evento, e no próximo dia 5 de dezembro, pelo BRAVE CF 77, no Bahrein, irá enfrentar o campeão Kubanychbek Abdisalam Uulu em busca do título do peso-leve.
Lucas Mineiro luta em dezembro – Foto: Divulgação
Vindo de duas vitórias por nocaute, Lucas analisou sua preparação.
“Os treinos estão 100%! A galera toda da academia (Team Lucas Mineiro) se empenha em me ajudar e a estratégia já está feita. Não será nada diferente, apenas o Lucas de sempre, andando pra frente, procurando o nocaute ou a finalização. Se alguém espera uma luta amarrada, não vai ver”, disse o lutador, que completou:
“O mais importante pra mim nessa reta final para a luta é a recuperação pós-treino, chegar 100%. E nesse sentido, a USA Hemp Brasil é fundamental, me ajudando na recuperação muscular, melhora do sono e etc. Hoje em dia o CBD está comigo 24h por dia, de quando eu acordo até dormir, e vem auxiliando demais”.
Atualmente aos 34 anos, Lucas Mineiro acumula 22 vitórias – 19 por nocaute ou finalização – e seis derrotas no seu cartel. E vindo de dois grandes triunfos por nocaute no primeiro round, prometeu “trocar porrada” com Kubanychbek Abdisalam Uulu (20v-3d).
“Ele é um atleta muito bom, vem de 12 triunfos seguidos, mas nunca enfrentou alguém como eu, com a minha experiência. Chego no Bahrein motivado e focado, e na luta vou andar pra frente, buscar o nocaute”, afirmou Lucas Mineiro, que encerrou projetando o combate:
“O Kubanychbek vai tentar a luta agarrada, me encurralar, mas ele não é bom de Jiu-Jitsu, é bom de grappling. Eu sou faixa-preta e eu estou indo pra dar tudo de mim, nocautear ou finalizar. Sei que ele está com medo de me enfrentar, um ex-campeão, experiente e embalado, e vou para ser campeão dos leves”.
Apesar da tragédia que aconteceu com Diego Trindade em 2011, quando o jovem faixa-marrom de Jiu-Jitsu, aos 24 anos, acabou assassinado durante uma tentativa de assalto em Manaus-AM, seu nome segue vivo através da família, amigos e, principalmente, do Instituto Diego Trindade, fundado em 2012.
Instituto atende dezenas de crianças – Divulgação
Gerido por sua mãe, Euza Maria Trindade – atual presidente -, e seu irmão, o experiente faixa-preta Fábio Trindade, o Instituto atende dezenas de crianças, funcionando na Rua Martim Afonso de Souza, nº 802, no bairro Dom Pedro II, e tendo como grande destaque um campeonato anual que dá oportunidade para vários jovens da região.
Batizado de Copa Diego Trindade de Jiu-Jitsu, o torneio está indo para a sua sétima edição em 2024, e segundo Fábio, representa parte do legado do seu irmão dentro da arte suave.
“A perda (do Diego) foi sinistra… Um dos piores momentos da vida da nossa família, até hoje é difícil, dói, mas depois de alguns meses a minha mãe quis criar o Instituto em homenagem a ele, que se amarrava em crianças, para ajudar quem precisa e merece. Além disso, na época tínhamos um projeto social de Jiu-Jitsu, mas o professor se mudou, eu já morava nos EUA, ele acabou, porém o Instituto segue firme e forte, focado nas crianças, com um campeonato anual e que segue crescendo”, disse Fábio, que completou:
“Aprendemos a lidar com a dor com o tempo, mas a minha mãe é a grande guerreira, sempre querendo ajudar o próximo. E o objetivo do Instituto é esse, desenvolver o projeto, o campeonato, ajudar jovens e manter o nome do meu irmão vivo”.
Atualmente atuando como professor em filiais da Gracie Barra em Northdrige e Tarzana, nos Estados Unidos, onde ensina adultos e crianças, o faixa-preta Fábio Trindade também continua competindo. E exatamente por isso, sabe o poder que os projetos sociais podem exercer nos jovens.
“Os projetos em Manaus são muito bem desenvolvidos, tem bastante gente, espalhados por toda a cidade, a maioria já deu bons frutos, como o próprio do Melqui Galvão com o Mica e Diogo Reis, e tem vários outros que ajudam tanta gente no meio do Jiu-Jitsu”, afirmou, antes de encerrar pedindo mais apoio:
“Acredito que eles (governantes) deviam dar uma olhada melhor para o Jiu-Jitsu. Manaus já exportou tanta gente que hoje mora nos EUA, Europa e Ásia, muita gente que o Jiu-Jitsu ajudou a mudar de vida, é uma explosão lá. Tem mais academias do que campos de Futebol em Manaus, muita gente boa, mas infelizmente nem todos têm a condição ou a chance de conseguir crescer. E se tivesse mais incentivo, mais apoio, teriam milhares de manauaras brilhando mundo afora”, encerrou.
A 13ª edição do TR Fight, realizado no último final de semana em Três Rios-RJ, promoveu combates de MMA profissional e K-1 amador. No MMA, destaques para Cristiano “Mosquito” e Adam “Quash”, que nocautearam em suas lutas.
Evento premiou os melhores da noite – Foto: Divulgação
“Mosquito” nocauteou Thomás Kerson, enquanto “Quash” superou Nathan “Chorão” por nocaute técnico. O card ainda teve a vitória de Davi “Super Choque” sobre João Matheus “Nescau”, por desistência.
No K-1 amador o destaque foi para Euler “Pantera”, que nocauteou Marlon Pires no segundo minuto do primeiro round. A organização do TR Fight avisou que a próxima edição deve acontecer em janeiro do próximo ano.
Luiz Rocha defende o cinturão dos leves - Foto: Divulgação
O Karate Combat realizou a edição 42 nesta sexta (3), na República Dominicana. Os três brasileiros em ação no card saíram vitoriosos: Luiz Rocha manteve o cinturão dos leves (até 68kg), Sthefanie Oliveira se tornou a primeira campeã da história da organização e Bruno Assis voltou para a coluna dos vencedores, após duas derrotas consecutivas.
Luiz Rocha manteve seu cinturão – Foto: Divulgação
Na trilogia que desempatou a rivalidade contra Edgars Skrivers (Letônia), Rocha começou mais preciso. O lutador potiguar dominou a distância apostando em socos no corpo e potentes chutes médios como base ofensiva para angariar vantagens.
Skrivers manteve o calculismo de sempre até o terceiro round, quando passou a apostar pesado em derrubar o brasileiro e tentar o ground and pound (golpes com o adversário no solo). A fórmula desgastou Rocha nas duas últimas parciais, mas não foi suficiente para tirar a vitória do brasileiro, que agora computa duas defesas de cinturão.
“A energia do local foi sensacional e imprescindível para manter o ouro no Brasil. Nem quero descansar muito. Prefiro continuar a fazer história. Já fiz algumas propostas para a organização, e logo estarei no pit (arena de luta) novamente”, afirmou Rocha.
Tática
Na disputa peso-palha feminino (até 52.2kg) que definiu a primeira campeã da história da organização, Sthefanie Oliveira foi impecável taticamente. A mistura de movimentação, jabs e chutes baixos praticamente anulou o jogo da oponente durante os cinco rounds.
Logo no primeiro, a adversária Christina Kavakopoulou já estava com o rosto desfigurado frente aos golpes da brasileira. A fórmula se manteve inalterada até o final, e a sólida vitória foi consolidada pela atleta cearense.
“O sonho se tornou realidade e isso corou toda minha dedicação. Pode ter certeza que vai ser a coisa mais difícil do mundo tirar esse título do Brasil”, disse Sthefanie.
Jogo duro
Bruno Assis foi o terceiro brasileiro a se apresentar, contra o vietnamita Tim Ha. O paulista dominou ações durante todo primeiro round, mas acabou levando dois fortes cruzados nos instantes finais, e por muito pouco não acabou nocauteado.
Nas parciais seguintes, Assis mostrou grande poder de recuperação, aproveitando o cansaço do adversário para abusar do volume de golpes e garantir a vitória.