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Renan Problema comenta expectativa para luta contra Maurice Greene pela semifinal do GP dos pesados da PFL

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Problema espera avançar no torneio do PFL e encarar brasileiro (Foto: Cooper Neill/PFL)

Escalado para enfrentar Maurice Greene numa das semifinais do GP dos pesos pesados da PFL nesta sexta (18/08), em Nova Iorque, Renan Problema bateu um papo com Marcelo Alonso no CONEXÃO PVT, falou do que espera deste desafio, projetou uma final, exaltou os treinos com Marcus Buchecha e Cara de Sapato na American Top Team, falou sobre ter Jon Jones no córner de seu adversário e até mesmo do desafio feito por Francis Ngannou.

De rivais a amigos: Hugo Duarte e Renzo Gracie se tornam sócios nos EUA

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Renzo e Hugo - de rivais a sócios

Em lados opostos durante mais de duas décadas, chegando a se considerarem inimigos viscerais, Hugo Duarte e Renzo Gracie agora são sócios em uma academia em Houston, nos EUA. É isso mesmo!

Renzo e Hugo – de rivais a sócios

A dupla já alugou um amplo espaço no centro de Houston, no Texas. Hugo Duarte será o professor principal da unidade, que é uma das 12 que Renzo Gracie possui. Os novos parceiros, inclusive, ficaram seis dias juntos na última semana.

Após muitos e muitos anos de rivalidade, quis o destino que no final desta guerra entre os representantes da luta-livre e do jiu-jítsu nascesse mais que uma amizade: um projeto para levar o melhor do grappling brasileiro aos EUA.

“Estou chocado. Renzo Gracie aqui é como uma religião. Os caras usam a camisa do cara na rua. O mundo dá voltas. Quem diria: um rival se tornou um grande amigo. Estou ansioso para começar esta nova fase na minha vida”, disse Hugo.

O início do fim da rivalidade começou em agosto de 2020, na inauguração da Calçada da Fama das Artes Marciais, no Rio. Em seguida, Hugo foi ao lançamento do livro de Renzo Gracie. De lá para cá, eles mantiveram um contato regular.

Escalado para disputar cinturão do Shooto Brasil em sua 51ª luta, Ronys Torres passa carreira a limpo e projeta aposentadoria

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Ronys Torres é um verdadeiro funcionário do MMA. Aos 37 anos de idade, o amazonense de Manacapuru ostenta um interminável cartel de 41 vitórias e nove reveses, além de passagem pelo UFC e uma coleção de cinturões. Na próxima sexta-feira ele pode aumentar a sua galeria.

Ex-campeão peso leve do Shooto Brasil, o veterano vai tentar o título na divisão dos meio-médios. O desafio é contra Pedro Paulino Vinagre na luta principal do Shooto Brasil 119, na Upper Arena, no Rio de Janeiro.

“Fui pego de surpresa por essa chamada, mas tinha deixado meu nome à disposição do evento, já que me preparei e não lutei na edição de março porque meu adversário naquela ocasião não apareceu. Estou feliz com essa oportunidade. Entreguei meu cinturão até 70kg e agora vou buscar o até 77kg”, disse Torres.

Das 41 vitórias de Ronys Torres no MMA, 33 foram por via rápida, o que dá uma porcentagem de cerca de 80%. Dessas, 20 foram por finalização. Seu oponente, embora dois anos mais velho, possui apenas 11 lutas, tendo vencido 10, seis delas por finalização.

“Tenho quase certeza que ambos vão querer fazer chão, e confesso que até estou torcendo para que ele queira isso. Todos os meus adversários correm do chão comigo. O cartel dele é bom, gosto de lutar com adversários assim, gosto de me testar sempre”, avisou o faixa-preta de jiu-jitsu.

Ronys Torres passou pelo octógono mais famoso do mundo em 2010, sendo desligado da organização após perder as duas lutas que fez, ambas por decisão, para Melvin Guillard e Jacob Volkmann, respectivamente. Segundo ele, o UFC à época prometeu que ele retornaria, mas isso não aconteceu.

“Fiquei triste com o UFC. Eles pediram para eu ganhar quatro lutas fora para voltar e fazer as duas lutas que tinha no contrato. Venci 19 e eles não me chamaram. Venci alguns atletas e eles assinaram com o UFC, então até hoje não sei quais os critérios para eles contratarem ou demitir um atleta. Agora eu já estou em fase de aposentadoria, quero voltar a ficar do lado da minha família e de quem eu amo Já perdi muitas coisas estando longe deles, está na hora de voltar para perto deles”, desabafou o lutador.

Em relação ao futuro, Ronys garante que seguirá trabalhando para a luta, mas com ênfase em repassar todo o seu ensinamento adiante em sua cidade natal.

“Amo representar Manacapuru, representar aquele povo guerreiro. Eu comecei lutando lá aos 16 anos e quero muito fazer a minha última luta lá também. É a cidade onde vou curtir minha aposentadoria, a cidade onde vou voltar a morar. Quero abrir minha academia lá e representar o povo manacapuruense fora dos octógonos, mas continuar representando todos eles de forma direta ou indiretamente”, projetou.

O Shooto Brasil 119 será transmitido ao vivo para o Brasil e o resto do mundo pelo UFC Fight Pass, a plataforma de streaming oficial do Ultimate.

Lutador de origem indígena, Ronaldo Tikuna desponta no MMA e sonha em inspirar

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Ronaldo Tikuna é um talento do MMA brasileiro - Arquivo pessoal

Com 27 anos de idade, Ronaldo Tikuna emergiu como um notável lutador indígena de MMA. Originário do município de Maraã, no estado do Amazonas, sua jornada é um exemplo de perseverança e autodescoberta. Antes de ingressar nas artes marciais mistas, Ronaldo teve uma breve carreira como atleta de Futebol, mas foi em Manaus que encontrou sua verdadeira paixão.

Ronaldo Tikuna é um talento do MMA brasileiro – Arquivo pessoal

“Eu caçava, pescava, fazia a roça, ajudava a família. Então, certo dia, fui apresentado a uma academia, onde tudo começou na Manoel Fight. Ele acreditou em mim e sempre me incentivava. Eu ia para lá apenas duas vezes por semana só, mas sempre dava o meu máximo e chamei atenção”, compartilhou Ronaldo.

Depois de algumas semanas, a oportunidade de uma luta de MMA amadora surgiu. “Fiquei feliz, mas nervoso. Depois, percebi que isso representava quem eu sou. Hoje, a luta tem um significado profundo para mim”, disse o lutador da equipe Império, que reconheceu a importância do mestre Sinho em sua jornada.

“O mestre Sinho é como um pai para mim, alguém com uma sensibilidade única. Sempre estende a mão, algo que eu nunca havia visto antes na luta e valorizo imensamente”, expressou.

Segundo Ronaldo Tikuna, seu objetivo é aprender e compartilhar o conhecimento com os jovens de sua comunidade, para que possam se inspirar e crescer. Além disso, trilhar um caminho de sucesso no MMA.

Sobre seu apelido “Predador”, ele esclareceu: “Sou indígena, um atleta que veio para fazer a diferença em Manaus e no Brasil. O apelido ‘Predador’ se deve ao fato de ser um caçador, pescador e por isso predador. Eu nunca deixo nada para trás (caça), trago tudo comigo, assim como a onça preta, por exemplo”.

Sua jornada o levou a vitórias em eventos locais, incluindo o campeonato em Iamaturá e o título do Imperador, um grande evento no Alto Solimões. Posteriormente, seu mestre o incentivou a migrar para Manaus e competir em nível profissional. Ronaldo Tikuna se sagrou campeão do Star Combat, mas também enfrentou outros desafios, mostrando resiliência.

“Quero lutar nos melhores eventos (de MMA) daqui, depois do Brasil e, finalmente, do mundo. Gostaria de começar pelo Mr. Cage, conquistar o título lá e, assim, abrir mais portas para mim”, declarou Ronaldo, que soma cinco vitórias e duas derrotas no cartel.

Nessa jornada, o lutador valoriza as parcerias com a Amazon Import, equipe Império e seus mentores, mestre Sinho e mestre Frank. A trajetória de Ronaldo Tikuna, vale citar, é uma inspiração não apenas para os amantes do MMA, mas também para aqueles que buscam superar desafios, honrar suas raízes e realizar seus sonhos.

Europeu de Jiu-Jitsu 2023 da ISBJJA em Portugal atrai atletas de outros países

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Jiu-jitsu brasileiro cada vez mais forte na Europa - Divulgação/ISBJJA

Davi Cavalcante, líder do Instituto de Artes Marciais em Madrid, na Espanha, e representante da equipe Sérgio Malibu (Rio de Janeiro), é mais um professor que está otimista em relação ao Europeu de Jiu-Jitsu da ISBJJA, marcado para os dias 21 e 22 de outubro, em Coimbra, Portugal. As inscrições, vale citar, já estão abertas (saiba mais).

“Quero lutar e vou entrar forte, apoiando a minha equipe. O que não falta é vontade”, declarou o experiente faixa-preta.

Jiu-jitsu brasileiro cada vez mais forte na Europa – Divulgação/ISBJJA

Ao chegar na Espanha, em 2005, o Jiu-Jitsu estava começando. No ano seguinte, Davi fundou sua equipe e começou a treinar e lutar campeonatos. No total, ganhou três medalhas no Europeu da IBJJF e agora pretende conquistar sua quarta medalha, mas no Europeu da ISBJJA, que será realizado em parceria com a CBJJD.

“O início não foi fácil, mas a efetividade do Jiu-Jitsu, especialmente em relação à defesa pessoal, superou qualquer dúvida que alguém pudesse ter sobre a capacidade da modalidade em se mostrar eficiente”, afirmou Davi, que completou:

“Minha expectativa para o Europeu da ISBJJA em Coimbra é muito grande. Achei interessante a localização em Portugal, onde o acesso é bem mais tranquilo do que outros países europeus”, concluiu.

Já Rogério Gavazza, presidente da CBJJD e vice da ISBJJA, destacou a procura de atletas de outros países. Assim como ele, Oscar Daniotti, presidente da ISBJJA e que mora na Espanha, também está bastante otimista para o evento.

“Além da excelente recepção que tivemos de todas as equipes de Portugal, estamos recebendo também apoio de equipes da Espanha, Itália, Alemanha e Holanda, o que aumenta a confiança para que o Europeu da ISBJJA abra as nossas portas no Velho Continente”, encerrou Gavazza.

PAPO DE LUTA analisa brasileiros com chances de serem campeões ainda em 2023, UFC 292 e semifinais da PFL

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O PAPO DE LUTA 116 listou os brasileiros que têm chances reais de serem campeões do UFC ainda este ano e analisou os desafios de cada um, além de ter destrinchado as principais lutas do UFC 292, com direito aos Pitacos, e também as semifinais da PFL.

Em noite de gala, Luta Livre Esportiva leva grandes nomes para Hall da Fama da CBLLE

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No último sábado, a Luta Livre viveu uma noite de gala. Diversos nomes importantes do esporte foram homenageados e conduzidos ao Hall da Fama da CBLLE no Salão VIP do Club Municipal, na Tijuca, Rio de Janeiro. O evento foi uma ode aos primórdios da Luta Livre Esportiva e às pessoas que deixaram sua marca no esporte, levando inclusive a Luta Livre Esportiva para outras modalidades.

Entre os homenageados estavam nomes como os professores Tatu, Fausto e Carlinhos, Brunicilla, Beto Leitão, João Ricardo, Denilson Maia, Bosco Lima, Flavio Molina, Marcelo Mendes, Marco Ruas, Luis Garcia, Fino Aldo, Bigu, Abá, Eduardo Dadu, Alexandre Cacareco, Peixão, Alexandre Pequeno, Márcio Cromado, Carlston Harris, Formiga, Pedro Rizzo, Corval, Gilson Tigre, além da FCLLE, FPLLE-MMA, FASUB, Marcos da Revista Tatame e de Marcelo Alonso, editor do PVT e comentarista do Combate, homenageado por sua colaboração com o esporte.

“Sem dúvida alguma a Luta Livre Esportiva está crescendo. Acho que isso tudo é fruto de um trabalho sério do Bosco Lima (presidente da CBLLE). É muito bom ver a Luta Livre sendo organizada profissionalmente nesse nível. Eu pessoalmente tenho filiais espalhadas pelo mundo que provam nosso crescimento. O Campeonato Mundial já é uma realidade e nas transmissões de TV não se fala mais da performance de Jiu-Jitsu em atletas de Luta Livre. Ainda falta muito, mas estamos no caminho de grandes realizações”, disse Alexandre Pequeno no depoimento ao entrar para o Hall da Fama.

Invicto e escalado para o UFC São Paulo, Vitor Petrino descarta pressão: ‘Amo tudo isso’

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Cristiano Marcello e Vitor Petrino no novo CT da CMSystem - Divulgação/CMSystem

Vitor Petrino mal descansou de sua última luta, em julho, quando emplacou sua segunda vitória em duas lutas no UFC, e já tem data para retornar ao octógono: ele enfrenta o lituano Modestas Bukauskas no dia 4 de novembro, em São Paulo, em sua primeira apresentação no Brasil desde que assinou com o Ultimate.

Cristiano Marcello e Vitor Petrino no novo CT da CMSystem – Divulgação/CMSystem

“É uma oportunidade única poder lutar em casa no maior evento de MMA do Planeta. Só me motiva a querer cada vez mais dar um show digno aos fãs. Algo que fique na história do evento”, projeta o mineiro de Santa Luzia, que, aos 25 anos de idade, possui um cartel perfeito de nove vitórias em nove lutas.

O fato de não somente estar invicto, como também ter o poder de definir seus combates a qualquer momento, seja nocauteando ou finalizando, já chama a atenção de seus potenciais adversários na categoria dos meio-pesados. Apesar disso, Vitor minimiza qualquer tipo de pressão.

“Não sinto pressão, amo esse esporte e tudo isso que ele tem a oferecer. Apenas curto cada momento ali dentro. O resultado é consequência, meu maior desafio será sempre buscar me reinventar. Independentemente de quem seja o adversário”, garante o atleta da CMSystem.

Seu próximo desafio será contra um oponente quatro anos mais velho e com bastante rodagem dentro do cage. Modestas Bukauskas possui 20 lutas como profissional, tendo vencido 15, nove delas por nocaute, e sendo derrotado em cinco delas, tendo sido nocauteado em três oportunidades.

“Gosto do estilo do meu adversário, deixa a luta mais emocionante. Me empolga saber que será uma guerra do início ao fim. Acredito que alguém irá cair antes mesmo do final do terceiro round. Espero que ele se dedique à preparação tanto quanto eu”, comenta Vitor, que conquistou seis de suas nove vitórias via nocaute.

Campeão do ONE Championship no MMA, Fabricio Andrade quer fazer história com título no Kickboxing

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Fabrício Andrade é campeão peso-galo do ONE - Divulgação

Campeão peso-galo de MMA do ONE Championship, Fabrício Andrade quer fazer história na organização asiática. O brasileiro ganhou a chance de disputar o título vago da categoria peso-galo de Kickboxing e planeja ser o primeiro atleta a ostentar dois cinturões de modalidades diferentes no ONE. Para alcançar tal façanha, ele terá que derrotar o campeão dos galos de Muay Thai Jonathan Haggerty, em duelo que está marcado para o dia 7 de outubro em Bangkok, na Tailândia, pelo ONE Fight Night 15.

Fabrício Andrade é campeão peso-galo do ONE – Divulgação

“Antes de me dedicar totalmente ao MMA, antes de assinar contrato com o ONE, eu tinha um contrato para lutar Kickboxing. Na época que assinei, eu já tinha esse interesse. Acabou não acontecendo, pois eu acabei me dedicando mais ao MMA. Mas agora apareceu a oportunidade. Ser campeão no Kickboxing é algo que ainda não aconteceu na minha carreira. E eu tenho também a chance de fazer algo que ninguém fez ainda. Me tornar o primeiro atleta a ser campeão no MMA e no Kickboxing. E essa é a minha maior motivação para essa luta”, disse Fabrício.

O inglês Jonathan Haggerty já foi campeão dos moscas no Muay Thai e atualmente é o dono do cinturão peso-galo, título conquistado em fevereiro deste ano ao bater a lenda Nong-O Gaiyanghadao por nocaute ainda no primeiro round. Fabrício, que conquistou o seu cinturão de MMA também em fevereiro deste ano ao derrotar John Lineker, elogiou Haggerty, mas acredita que possui mais ferramentas para vencer esse combate.

“Ele é um atleta muito técnico. Ele joga bem nos erros dos seus oponentes e tem uma boa leitura da luta. O ponto forte dele são as cotoveladas, mas nessa luta ele não vai poder usar porque não é permitido nas regras do Kickboxing. E o seu ponto fraco é que ele não consegue absorver bem os golpes. Então, pretendo explorar isso para ter vantagem na luta. Acho que levo total vantagem sobre ele no Kickboxing porque estou mais acostumado com as regras, mesmo que eu não lute há algum tempo nessas regras. Acredito também que levo vantagem no Boxe e na potência dos golpes. No decorrer da luta, isso vai me dar alguma vantagem e eu vou conseguir nocauteá-lo”, garantiu.

Ex-treinador de Belfort aponta três melhores “strickers” do UFC e aconselha Poatan: “Precisa ajustar isso”

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No Resenha PVT, Jayme Sandall, grande nome do karatê e ex-treinador de Vitor Belfort, apontou os melhores “strickers” do UFC em sua visão. Salientou que nenhum dos três é do karatê, mas elogiou as habilidades de cada um na luta em pé.

“Israel Adesanya é inteligente, rápido e calmo, e um cara assim é muito perigoso. Prochazka é estranho num bom sentido: esquiva, abaixa a guarda, joga uns jabs q surpreendem. E Poatan é o máximo, sou muito fã dele, tem mão pesada e queixo duro”, enumera o treinador.

Especula-se que Alex Poatan disputará o cinturão dos meio-pesados contra Jiri Prochazka quando este retornar, mas o UFC ainda não confirmou o confronto. Sandall, então analisou a possível luta entre eles, dois de seus três favoritos, e aconselhou o brasileiro.

“Acho que Poatan precisa andar mais para trás e aceitar menos golpes. Ele vem do kickboxing, onde a luva é grande e você se permite levar alguns golpes para encurtar a distância. No MMA não dá para fazer isso, a luva é muito menor e mais dura, especialmente a do UFC. Já o Jiri, ele anda para trás muito bem, pode preparar uma armadilha para o Poatan se aproximar e ele entrar com contragolpe. Poatan tem que trabalhar as esquivas e o jogo de pernas para trás”, sugeriu o karateca.

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