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Werdum aposta em nocaute de Ngannou sobre Miocic e vê Jon Jones sendo campeão ainda em 2021

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Mike Sloan / Sherdog

Contratado do PFL, Fabrício Werdum avaliou o cenário dos pesos pesados do UFC, divisão na qual foi campeão entre 2014 e 2016. Para a luta deste sábado, ele aposta em nocaute de Alistair Overeem sobre Alexander Volkov; assim como acredita que Francis Ngannou irá nocautear Stipe Miocic, na revanche marcada para 27 de março; mas não vê o camaronês mantendo o título por muito tempo. Para o brasileiro, Jon Jones deve conquistar o cinturão ainda em 2021. Assista a análise do ex-campeão do UFC.

‘Revigorado’ para GP do BJJ Stars, Erberth Santos explica utilização da polêmica ‘vacina do sapo’

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O campeão mundial Erberth Santos é um dos candidatos ao prêmio de R$ 100 mil do GP do peso pesado do BJJ Stars 5, que acontece no próximo sábado, dia 6, em São Paulo. Embora não viva a melhor fase de sua vitoriosa carreira em termos de resultados, o roraimense garante ter retomado a motivação de outrora para voltar a subir no lugar mais alto do pódio. Isso, de acordo com ele, com o auxílio de dois fatores: treinos em Roraima e a mística “vacina do sapo”.

A “vacina do sapo” é um procedimento feito por xamãs indígenas de tribos da Amazônia. De acordo com a tradição, ela purifica o sangue através de substâncias extraídas de certos anfíbios da região, como a perereca Kambô. Nos homens ela é aplicada no braço e nas mulheres, na perna. Proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o tratamento não tem qualquer comprovação científica, mas é um recurso utilizado por Erberth para revigorar suas energias.

“A ‘vacina do sapo’ é uma das fontes de purificação da alma, do corpo e da mente que os guerreiros indígenas tomam bastante. Procurei fazer o mesmo. Tudo que vem para a nossa evolução pessoal é bem-vindo. Tem pessoas que acreditam e pessoas que não acreditam. O mais importante é você saber o que está acontecendo com você, até porque só quem sabe da sua vida é você mesmo, então é você tem que fazer por ela”, explica o faixa-preta.

Nascido no município de Zé Doca, no Maranhão, Erberth Santos cresceu em Boa Vista, capital de Roraima, onde deu seus primeiros passos no Jiu-Jitsu e, agora, escolheu como cenário para a sua preparação para o BJJ Stars.

“Vim para Roraima para ficar um tempo com a minha família. Saí de São Paulo para ficar um pouco com a minha família antes de me mudar para os EUA, mas assinei o contrato e aproveitei para treinar por aqui. Aqui o clima é diferente, tudo me ajuda. Aproveitei toda essa vibe de ficar aqui em Roraima treinando com meus amigos de infância, antigos adversários, enfim… treinando com todos os meus parceiros. Foi bem motivador”, destaca.

Bastante sincero, Erberth assume ter perdido o foco da carreira, mas garante ter voltado para o jogo como se estivesse no início de uma promissora trajetória.

“A gente passa por momentos difíceis na carreira. Acredito que todo atleta que chega no nível de conquistas que eu conquistei, acaba se desmotivando, e eu me desmotivei bastante, principalmente nos últimos quatro anos. Mas agora me sinto revigorado, de volta, bem fisicamente e mentalmente e estou bem feliz de lutar no BJJ Stars”, garante.

“Sempre fui zebra”

Por seu histórico vitorioso, Erberth Santos se acostumou a ver os holofotes sempre em si nas competições. Porém, ele afirma nunca ter comprado a questão do favoritismo a seu favor, pelo contrário. E agora, vindo de resultados negativos, ele também não liga de estar entre os azarões da disputa.

“Na real eu sempre entrei como zebra nas competições, independentemente de estar no ápice ou vindo de derrotas. Quem me colocava como favorito era a mídia. Já ganhei, já perdi, mas nunca desisti. Tem muitas pessoas que nem tentam, mas eu sempre tento muito, nunca desisto dos meus objetivos. Não vejo diferença em entrar como favorito ou zebra. Sempre vai ser o Erberth lutando ali e tenho certeza que meu nome dá muita audiência.”

Além de Erberth, o GP dos pesos pesados ainda é composto por Felipe Preguiça, Nicholas Meregali, Lucas Hulk, Gutemberg Pereira, Eric Munis, Luiz Panza e Yuri Simões. Ciente dos desafios que deverá superar para se sagrar campeão, Erberth fez questão de exaltar os nomes escalados pela organização.

“A gente ainda não conhece as chaves, mas são sete adversários muito bem preparados, selecionados a dedo, e para ser campeão eu vou ter que enfrentar três deles. Não tem nenhum bobo ali, então qualquer adversário vai ser duro, desde a primeira luta vai ser final de mundial. Vai ganhar quem errar menos. Acredito nisso. Só tem a agradecer ao BJJ Stars pelo convite. Estou chegando. Segura o lobo!”

Devido à pandemia do coronavírus, a edição – mais uma vez – será fechada ao público, que poderá assistir ao evento histórico através do pay-per-view. Acesse agora o site BJJStars.tv e adquira o pacote.

CARD COMPLETO:

BJJ Stars 5

São Paulo, Brasil

Sábado, 6 de fevereiro de 2021

Pay-per-view – AQUI

GP dos pesados (até 97kg)

– Nicholas Meregali

– Gutemberg Pereira

– Lucas “Hulk” Barbosa

– Felipe “Preguiça” Pena

– Erich Munis

– Luiz Panza

– Yuri Simões

– Erberth Santos

Lutas casadas No-Gi

– Isaque Bahiense x Roberto Jimenez

– Vitor Terra x Percio Broca

– Miltinho Vieira x Gabriel Rollo

– Thamara Ferreira x Bia Mesquita

Superlutas de quimono

– Leon Amancio x Mario Reis

– Gustavo Batista x Leandro Lo

Brasileiro Carlos Tizil tem disputa de cinturão marcada no LFA: ‘Título é o passaporte para chegar ao UFC’

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Tizil pode ser o próximo brasileiro campeão no evento americano - Foto: Divulgação

Invicto no MMA, com cinco vitórias contabilizadas, e com apenas 25 anos, Carlos Mota “Tizil” está pronto para fazer a luta mais importante da sua carreira até o momento. No próximo dia 19 de fevereiro, o brasileiro vai disputar o cinturão peso-mosca do LFA diante de Victor Altamirano, na edição de número 100 da companhia, que vai acontecer em Kansas, nos Estados Unidos.

Com somente uma luta na organização, que ocorreu em novembro de 2019, quando derrotou George Martinez por nocaute em apenas 36 segundos de combate, Tizil se vê preparado para alçar voos cada vez maiores. Profissional nas artes marciais mistas desde 2016, após fazer uma luta no MMA amador, o atleta precisou ter paciência até sua disputa de cinturão ser oficializada. Isso porque, por conta da pandemia da Covid-19 e das restrições de viagem para os Estados Unidos, Carlos passou o ano de 2020 sem lutar. Em entrevista , porém, o casca-grossa falou que o período foi importante para evoluir importantes áreas do seu jogo.

Tizil pode ser o próximo brasileiro campeão no evento americano – Foto: Divulgação

“2020 foi um ano um pouco parado em questão de eventos para a gente, mas continuamos nosso treinamento, tivemos tempo para aprender muitas coisas, trabalhar nosso emocional. Meu treinador, Francisco Bueno, trabalha muito bem isso. O tempo sempre é bom para todos, quando a gente faz as coisas certas, o tempo nos fortalece em todos os sentidos. Me sinto um atleta bem evoluído, mas com muito a aprender e evoluir sempre. Esse tempo foi importante para ganhar bagagem e melhorar várias coisas no meu jogo. Foi um ano bem produtivo”, destacou Tizil, que agradeceu pela oportunidade de disputar o cinturão peso-mosca do LFA e fez uma análise do seu adversário visando o importante confronto.

“Fiquei feliz demais, porque é uma grande oportunidade em um evento que abre portas para atletas irem para eventos maiores, como o UFC. Agradeço à organização, e também ao Ed Soares (CEO do LFA) e ao Joinha (empresário). Com apenas uma luta na organização, chego à disputa de cinturão e vou abraçar a oportunidade. Meu adversário é um cara duro, que vem numa sequência boa de vitórias. Tem um nome forte na organização por ter feito muitas lutas por lá, mas estou pronto. A gente teve uma luta marcada contra ele há um tempo, mas na época não rolou, porque tive problemas com o visto. Até meu treinador falou que essa luta seria remarcada futuramente e aconteceu. Trabalhei por muito tempo, tenho feito um belo trabalho com meu treinador, que é um cara excepcional, o melhor que nós temos. Estamos fazendo um trabalho incrível e agora chegou a hora de mostrar isso dentro do cage.”

Em caso de vitória e, consequentemente, com a conquista do cinturão peso-mosca do LFA, Carlos Mota entrará em outro patamar no MMA. O Legacy Fighting Alliance é um dos principais eventos de MMA dos Estados Unidos e é “porta de entrada” para as principais companhias, como Bellator e UFC. Com grandes planos para sua carreira, o atleta nutre o sonho de chegar ao Ultimate e um bom triunfo sobre Victor Altamirano pode “encurtar” o caminho até a organização.

“Acredito que (a conquista do cinturão peso-mosca do LFA) é um passaporte para chegar ao UFC, com certeza, porque a maioria dos atletas que fazem parte do LFA migram para o Ultimate. Estou acreditando na minha boa fase, até mesmo na fase do UFC, que está precisando de atletas dessa categoria e com o meu perfil. Sem dúvida, eu considero que esse sonho está próximo de ser realizado, mas é um passo de cada vez. Estou focado nessa disputa de cinturão, em fazer um belo trabalho, e depois olhar para frente e acreditar ainda mais no sonho de estar no UFC”, projetou.

Treinador de Carlos Tizil, Francisco Bueno acompanha há anos o seu pupilo e é peça fundamental da grande evolução que o lutador vem apresentando ao longo do tempo. Animado com a oportunidade do atleta em disputar o título, “Chicão” também exaltou o quão essencial foi o longo período de treinos para Tizil e tem plena confiança na vitória do atleta no próximo dia 19.

“O período sem lutar era o que a gente precisava. Foi uma evolução de décadas, não foi só de um ano de pandemia. Tudo acontece no tempo certo e na hora certa, então ele esta muito preparado, vai chegar para essa disputa de título em sua melhor versão, o resultado à história pertence. Esse cinturão é dele, do Brasil, isso é questão de tempo. Chegou a hora de ir para o UFC. Ainda temos uma jornada para amadurecer um pouco mais, a evolução é contínua e o Tizil já entendeu isso perfeitamente. É um atleta extremamente dedicado e talentoso. A hora chegou e tenho certeza que em breve vocês vão ver o melhor atleta peso-por-peso”, concluiu.

Whindersson Nunes vai lançar evento de MMA para revelar atletas na Grande São Paulo

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Trio pretende fomentar o MMA no Brasil - Foto: Divulgação/New Champion

Uma das principais figuras da internet brasileira, Whindersson Nunes está cada vez mais envolvido com o mundo das lutas. Após fazer uma luta de boxe amadora no final de 2019, o atleta projeta uma luta de exibição contra a lenda Popó Freitas ainda em 2021. Membro da equipe Capital da Luta, capitaneada por Caio Franco e pelo ex-lutador do UFC Lucas Mineiro, Whindersson anunciou nesta quarta-feira seus planos para realizar, junto a seus treinadores, seis edições de um evento de MMA, com lutas amadoras e profissionais, dentro da Grande São Paulo, buscando revelar atletas que buscam o sonho de viver do esporte. A notícia foi confirmada por Mineiro.

Trio pretende fomentar o MMA no Brasil – Foto: Divulgação/New Champion

“Acredito que, principalmente durante a pandemia, muitos atletas e aspirantes que tinham o sonho de lutar profissionalmente encontraram dificuldades pela falta de eventos,” disse Lucas Mineiro, lutador com passagens pelo UFC que atualmente compete pela organização árabe Brave CF. “Felizmente, o Whindersson, que está vivendo e respirando esse mundo da luta aqui na academia todo dia, fazendo sparrings com nossos atletas amadores e profissionais, enxergou essa necessidade e nos procurou, disposto em ajudar a movimentar o cenário do MMA no Brasil.”

Ainda sem nome, a organização projeta todas as seis edições dentro do ano de 2021, com média de 14 lutas por edição sendo 10 profissionais e quatro amadoras. “Vamos dar oportunidades para atletas de projetos sociais, que buscam realizar o sonho de serem lutadores. Comecei em um projeto social e cheguei no UFC, então acredito nessa ideia. Sei que com certeza há muitos talentos no Brasil para buscar e revelar,” completou Mineiro.

A tendência é que a primeira edição da organização aconteça ainda no final de fevereiro. “Não queremos perder tempo, estamos bem focados nesse projeto e a tendência é ter tudo fechado e anunciado dentro da próxima semana,” disse Caio Franco, treinador também de nomes como Luana Dread, do UFC, e celebridades como Ana Hickmann e Maísa Silva.

Werdum revela convite do BBB e explica sociedade com Mike Tyson para trabalhar com CBD no Brasil

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Se preparando para a estreia no PFL em abril, Fabrício Werdum foi o convidado do CONEXÃO PVT dessa terça-feira. O peso pesado elogiou o tratamento que vem recebendo na nova empresa, falou sobre os planos para 2021 e exaltou a possibilidade de uma superluta com Jon Jones caso ambos sejam campeões em suas organizações. Werdum também analisou os duelos entre Overeem e Volkov, Miocic e Ngannou e Durinho x Usman. Além disso, o ex-campeão do UFC revelou ter sido convidado para participar da edição passada do Big Brother Brasil, falou sua torcida para a edição atual e também da sociedade com Mike Tyson trazendo o Tyson Ranch para o Brasil com foco no CBD. Assista:

https://youtu.be/bgovth1MCnI

‘Cartas Ao Meu Pai’. Rayron Gracie mostra em documentário as cartas que escreveu para Ryan por 13 anos

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Rayron e Allen lançaram o documentário no Youtube - Foto: Divulgação
Rayron e Allen lançaram o documentário no Youtube – Foto: Divulgação

*por Marcelo Alonso

O que você faria diante da prematura perda do seu pai, e ídolo, aos seis anos de idade?  Rayron, filho de Ryan Gracie, decidiu que a melhor maneira de aplacar a dor seria dividindo com o pai cada uma de suas conquistas através de cartas. Desde o primeiro quimono, passando pelo título mundial na faixa azul e a conquista da faixa roxa. Tudo foi relatado, tim tim por tim tim, ao pai.

Essa comovente história foi contada pelo produtor Allen Alcântara no documentário “Cartas Ao Meu Pai”, já disponível no Youtube.

“Fiquei muito feliz com o resultado”, revelou ao PVT o protagonista do filme, Rayron, que hoje trabalha com o tio Renzo Gracie em sua academia em Nova York.

Rayron nos contou que a ideia do documentário surgiu a partir de uma busca no instagram.

“Estava querendo achar filmmaker para produzir um video de 1 minuto mostrando minhas conquistas mais importantes para me ajudar a conseguir patrocínios”, contou o Gracie, que com a ajuda do tio Robson Jr. logo encontrou o produtor e faixa azul de Jiu-Jitsu Allen Alcântara. “Quando o Rayron me falou das cartas que escrevia há 13 anos para seu pai e leu algumas pra mim, eu logo percebi que esta bela história tinha que ser compartilhada”, explica o produtor.

O documentário mostra Rayron narrando sua própria caminhada, dividindo com o espectador as conquistas e sonhos que ele adoraria estar dividindo com o pai e ídolo. O resultado é absolutamente comovente e merece ser compartilhado.

https://youtu.be/9gKsbTMvPh0

Cláudio Coelho explica como fez a Nobre Arte ser um local de paz em meio à guerra entre Jiu-Jitsu e Luta-Livre

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Fundador do espaço mais democrático do Vale-Tudo, Claudinho Coelho recebia na Nobre Arte, no alto do Morro do Cantagalo, Zona Sul do Rio de Janeiro, rivais da Luta-Livre e do Jiu-Jitsu mesmo no auge da rivalidade entre as duas modalidades. Mas isso só foi possível devido à atitude do treinador de Boxe em convidar Marco Ruas para treinar na academia ao lado de nomes como Amaury Bitetti, Murilo Bustamante e Zé Mario Sperry. Assista:

https://youtu.be/uW4a67na4H4

Para dos Anjos, dentre as possibilidades, Do Bronx x Chandler valendo o cinturão não seria tão injusto

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Enquanto espera a definição de seu próximo adversário para carimbar sua entrada entre os postulantes ao cinturão peso leve do UFC, que já o pertenceu, Rafael Dos Anjos avaliou os possíveis casamentos de lutas entre os atuais membros do pelotão de frente da divisão. Para ele, o mais justo seria Dustin Poirier x Charles Do Bronx valendo o título. Porém, ele acredita que o americano deva optar por lutas mais lucrativas, como a trilogia contra Conor McGregor ou um duelo contra Nate Diaz, ambas sem valer cinturão. Para o ex-campeão, caso isso aconteça, o mais justo seria uma disputa de título entre Do Bronx e Michael Chandler. Assista a análise:

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Diego Lima explica recusa ao UFC para luta entre Charles do Bronx e Chandler em 12 dias

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Os colegas da Ag. Fight publicaram mais cedo uma reportagem dando conta de que Charles Do Bronx havia acabado de recusar uma proposta para enfrentar Michael Chandler no UFC 258 (13 de Fevereiro) sem valer o cinturão dos leves.

O PVT entrou em contato com Diego Lima que, não só confirmou a informação, como esclareceu os fatos.

“O Charles nunca esteve tão perto do cinturão e, diga-se de passagem, ele trabalhou duro pra isso, vencendo as últimas oito lutas (sendo 7 por finalização ou nocaute). Não faz sentido a esta altura do campeonato ele ser convidado para fazer uma luta eliminatória a 12 dias do evento. Além de todo o processo de perda de peso, perdemos uns dois dias com visto. Obviamente nosso objetivo era lutar pelo cinturão com o Poirier, mas se o Poirier não for lutar pelo título, sem problemas fazermos uma luta com o Chandler pelo cinturão. Só pedimos um camp normal de 2 ou 3 meses que merecemos. Já até fizemos loucuras como aceitar uma luta com o Clay Guida em 10 dias ou 20 contra o Fergusson, mas por tudo que o Charles já fez e continua fazendo no UFC, acho que ele merece chegar em suas melhores condições para disputar o cinturão e dar um grande show para os fãs”.

Alex Poatan fatura cinturão meio-pesado linear e se torna primeiro campeão duplo do GLORY

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Brasileiro segue fazendo história no kickboxing - Foto: Glory/Divulgação
Brasileiro segue fazendo história no kickboxing – Foto: Glory/Divulgação

Alex Poatan Pereira mais uma vez fez história no ringue do GLORY. Na edição 77 realizada sábado, em Roterdã (Holanda), o brasileiro venceu a super luta contra o russo Artem Vakhitov por decisão dividida, faturou o cinturão linear meio-pesado (até 95kg) e se tornou o primeiro lutador da organização a portar títulos simultâneos em categorias distintas (também detém a cinta dos médios – até 85kg – desde 2017).

Irmã de Poatan, Aline Pereira também esteve em ação no card. Ela disputou o cinturão superbantam (até 55kg), mas perdeu por pontos para a atual campeã, a norte-americana Tiffany VanSoest.

Guerra de nervos

Considerado um dos desafios mais aguardados pelos fãs nos últimos anos, Poatan x Vakhitov fez valer a espera com muita técnica e tensão nos cinco rounds.

Focado nos contragolpes para lidar com a pressão do adversário, o brasileiro acertou bons chutes frontais, joelhadas voadoras e o famoso cruzado de esquerda nas primeiras parciais. Vakhitov apostou pesado nos chutes nas pernas e diretos de direita como base tática.

As vantagens se alternaram praticamente o tempo todo, e o combate pendeu para a margem interpretativa dos cinco árbitros. Estes decidiram que o brasileiro foi o vencedor por decisão dividida.

“Ele é um grande adversário, foi respeitoso o tempo todo. Fizemos um clássico do kickboxing. Fiquei muito feliz com minha performance e mais essa conquista”, afirmou Poatan.

Não deu

Mesmo com vantagem significativa de envergadura, Aline Pereira não conseguiu lidar com a vasta experiência da atual campeã Tiffany VanSoest. Com movimentação pensada e combinações pontuais de golpes, a norte-americana não executou jogo vistoso, mas que foi suficiente para anular as investidas da brasileira e garantir o triunfo por decisão unânime.

Letal

Na disputa do cinturão meio-médio (até 77kg), o atual campeão Cedric Doumbe (França) fez aguardada trilogia contra o holandês Murthel Groenhart. Com trocas de golpes potentes na curta distância, a luta foi franca desde o início.

Doumbe conseguiu o primeiro knockdown logo no assalto inicial, e liquidou a fatura no segundo, com um overhand em contragolpe que nocauteou o oponente.

 Monstro Holandês

Campeão absoluto do pesados (acima de 95kg) desde 2014, Rico Verhoeven enfrentaria o gigante marroquino Jamal Ben Saddik na atração principal da noite. Mas uma lesão nas costas fez o adversário ser retirado do card. O GLORY então criou um GP (torneio) com mais três lutadores para manter a participação de Verhoeven no evento.

Assim, ele enfrentou o também holandês Hesdy Gerges na seminfinal, dominando o oponente nos três rounds com muitas combinações de boxe e chutes nas pernas.

Na final, o ‘Rei do Kickboxing’ enfrentou o marroquino Tarik Khbabez (que havia vencido Levi Rigters, por pontos, na outra chave). Verhoeven novamente impôs pressão calculada e venceu por nocaute técnico no segundo round.

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