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‘Cartas Ao Meu Pai’. Rayron Gracie mostra em documentário as cartas que escreveu para Ryan por 13 anos

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Rayron e Allen lançaram o documentário no Youtube - Foto: Divulgação
Rayron e Allen lançaram o documentário no Youtube – Foto: Divulgação

*por Marcelo Alonso

O que você faria diante da prematura perda do seu pai, e ídolo, aos seis anos de idade?  Rayron, filho de Ryan Gracie, decidiu que a melhor maneira de aplacar a dor seria dividindo com o pai cada uma de suas conquistas através de cartas. Desde o primeiro quimono, passando pelo título mundial na faixa azul e a conquista da faixa roxa. Tudo foi relatado, tim tim por tim tim, ao pai.

Essa comovente história foi contada pelo produtor Allen Alcântara no documentário “Cartas Ao Meu Pai”, já disponível no Youtube.

“Fiquei muito feliz com o resultado”, revelou ao PVT o protagonista do filme, Rayron, que hoje trabalha com o tio Renzo Gracie em sua academia em Nova York.

Rayron nos contou que a ideia do documentário surgiu a partir de uma busca no instagram.

“Estava querendo achar filmmaker para produzir um video de 1 minuto mostrando minhas conquistas mais importantes para me ajudar a conseguir patrocínios”, contou o Gracie, que com a ajuda do tio Robson Jr. logo encontrou o produtor e faixa azul de Jiu-Jitsu Allen Alcântara. “Quando o Rayron me falou das cartas que escrevia há 13 anos para seu pai e leu algumas pra mim, eu logo percebi que esta bela história tinha que ser compartilhada”, explica o produtor.

O documentário mostra Rayron narrando sua própria caminhada, dividindo com o espectador as conquistas e sonhos que ele adoraria estar dividindo com o pai e ídolo. O resultado é absolutamente comovente e merece ser compartilhado.

https://youtu.be/9gKsbTMvPh0

Cláudio Coelho explica como fez a Nobre Arte ser um local de paz em meio à guerra entre Jiu-Jitsu e Luta-Livre

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Fundador do espaço mais democrático do Vale-Tudo, Claudinho Coelho recebia na Nobre Arte, no alto do Morro do Cantagalo, Zona Sul do Rio de Janeiro, rivais da Luta-Livre e do Jiu-Jitsu mesmo no auge da rivalidade entre as duas modalidades. Mas isso só foi possível devido à atitude do treinador de Boxe em convidar Marco Ruas para treinar na academia ao lado de nomes como Amaury Bitetti, Murilo Bustamante e Zé Mario Sperry. Assista:

https://youtu.be/uW4a67na4H4

Para dos Anjos, dentre as possibilidades, Do Bronx x Chandler valendo o cinturão não seria tão injusto

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Enquanto espera a definição de seu próximo adversário para carimbar sua entrada entre os postulantes ao cinturão peso leve do UFC, que já o pertenceu, Rafael Dos Anjos avaliou os possíveis casamentos de lutas entre os atuais membros do pelotão de frente da divisão. Para ele, o mais justo seria Dustin Poirier x Charles Do Bronx valendo o título. Porém, ele acredita que o americano deva optar por lutas mais lucrativas, como a trilogia contra Conor McGregor ou um duelo contra Nate Diaz, ambas sem valer cinturão. Para o ex-campeão, caso isso aconteça, o mais justo seria uma disputa de título entre Do Bronx e Michael Chandler. Assista a análise:

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Diego Lima explica recusa ao UFC para luta entre Charles do Bronx e Chandler em 12 dias

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Os colegas da Ag. Fight publicaram mais cedo uma reportagem dando conta de que Charles Do Bronx havia acabado de recusar uma proposta para enfrentar Michael Chandler no UFC 258 (13 de Fevereiro) sem valer o cinturão dos leves.

O PVT entrou em contato com Diego Lima que, não só confirmou a informação, como esclareceu os fatos.

“O Charles nunca esteve tão perto do cinturão e, diga-se de passagem, ele trabalhou duro pra isso, vencendo as últimas oito lutas (sendo 7 por finalização ou nocaute). Não faz sentido a esta altura do campeonato ele ser convidado para fazer uma luta eliminatória a 12 dias do evento. Além de todo o processo de perda de peso, perdemos uns dois dias com visto. Obviamente nosso objetivo era lutar pelo cinturão com o Poirier, mas se o Poirier não for lutar pelo título, sem problemas fazermos uma luta com o Chandler pelo cinturão. Só pedimos um camp normal de 2 ou 3 meses que merecemos. Já até fizemos loucuras como aceitar uma luta com o Clay Guida em 10 dias ou 20 contra o Fergusson, mas por tudo que o Charles já fez e continua fazendo no UFC, acho que ele merece chegar em suas melhores condições para disputar o cinturão e dar um grande show para os fãs”.

Alex Poatan fatura cinturão meio-pesado linear e se torna primeiro campeão duplo do GLORY

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Brasileiro segue fazendo história no kickboxing - Foto: Glory/Divulgação
Brasileiro segue fazendo história no kickboxing – Foto: Glory/Divulgação

Alex Poatan Pereira mais uma vez fez história no ringue do GLORY. Na edição 77 realizada sábado, em Roterdã (Holanda), o brasileiro venceu a super luta contra o russo Artem Vakhitov por decisão dividida, faturou o cinturão linear meio-pesado (até 95kg) e se tornou o primeiro lutador da organização a portar títulos simultâneos em categorias distintas (também detém a cinta dos médios – até 85kg – desde 2017).

Irmã de Poatan, Aline Pereira também esteve em ação no card. Ela disputou o cinturão superbantam (até 55kg), mas perdeu por pontos para a atual campeã, a norte-americana Tiffany VanSoest.

Guerra de nervos

Considerado um dos desafios mais aguardados pelos fãs nos últimos anos, Poatan x Vakhitov fez valer a espera com muita técnica e tensão nos cinco rounds.

Focado nos contragolpes para lidar com a pressão do adversário, o brasileiro acertou bons chutes frontais, joelhadas voadoras e o famoso cruzado de esquerda nas primeiras parciais. Vakhitov apostou pesado nos chutes nas pernas e diretos de direita como base tática.

As vantagens se alternaram praticamente o tempo todo, e o combate pendeu para a margem interpretativa dos cinco árbitros. Estes decidiram que o brasileiro foi o vencedor por decisão dividida.

“Ele é um grande adversário, foi respeitoso o tempo todo. Fizemos um clássico do kickboxing. Fiquei muito feliz com minha performance e mais essa conquista”, afirmou Poatan.

Não deu

Mesmo com vantagem significativa de envergadura, Aline Pereira não conseguiu lidar com a vasta experiência da atual campeã Tiffany VanSoest. Com movimentação pensada e combinações pontuais de golpes, a norte-americana não executou jogo vistoso, mas que foi suficiente para anular as investidas da brasileira e garantir o triunfo por decisão unânime.

Letal

Na disputa do cinturão meio-médio (até 77kg), o atual campeão Cedric Doumbe (França) fez aguardada trilogia contra o holandês Murthel Groenhart. Com trocas de golpes potentes na curta distância, a luta foi franca desde o início.

Doumbe conseguiu o primeiro knockdown logo no assalto inicial, e liquidou a fatura no segundo, com um overhand em contragolpe que nocauteou o oponente.

 Monstro Holandês

Campeão absoluto do pesados (acima de 95kg) desde 2014, Rico Verhoeven enfrentaria o gigante marroquino Jamal Ben Saddik na atração principal da noite. Mas uma lesão nas costas fez o adversário ser retirado do card. O GLORY então criou um GP (torneio) com mais três lutadores para manter a participação de Verhoeven no evento.

Assim, ele enfrentou o também holandês Hesdy Gerges na seminfinal, dominando o oponente nos três rounds com muitas combinações de boxe e chutes nas pernas.

Na final, o ‘Rei do Kickboxing’ enfrentou o marroquino Tarik Khbabez (que havia vencido Levi Rigters, por pontos, na outra chave). Verhoeven novamente impôs pressão calculada e venceu por nocaute técnico no segundo round.

Allan Góes relembra viagem em que Carlson Gracie tentou levar dois galos para os EUA

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Neste primeiro dia de fevereiro completa 15 anos do falecimento da lenda Carlson Gracie. Como homenagem ao grande mestre, o PVT resgatou no último domingo uma grande entrevista com seu primogênito, Carlson Gracie Jr, disponível no nosso canal no Youtube; e um corte no qual seu faixa-preta Allan Góes relembra um episódio marcante vivido com o mestre, que tentou levar dois de seus galos de briga para Los Angeles. Allan só se deu conta da maluquice quando já estavam no avião rumo aos EUA. Assista:

https://youtu.be/mZMUkDSDCGI

Patrício Pitbull aconselha Charles do Bronx: ‘Pare de reclamar e entre no jogo’

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Dono da maior sequência de vitórias da divisão dos leves do UFC – com oito – Charles Do Bronx corre o risco de ser “colocado para escanteio” para que o recém-contratado Michael Chandler possa disputar o cinturão contra Dustin Poirier. A maioria das pessoas, entre fãs e especialistas, é contra a possibilidade, incluindo o próprio Poirier. 

Entre os maiores lutadores da atualidade, Patrício Pitbull, campeão peso-pena e leve do Bellator, também acredita que, caso o cenário supracitado aconteça, será uma injustiça com o compatriota. Apesar disso, ele afirma que injustiças fazem parte do jogo e que Do Bronx deve canalizar as frustrações a seu favor. Assista:

Netflix da porrada: RESENHAS PVT recuperadas serão disponibilizadas neste final de semana

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RESENHAS que entrarão no ar neste final de semana - Foto: Montagem
RESENHAS que entrarão no ar neste final de semana – Foto: Montagem

Em meados do ano passado, o canal do PVT no Youtube sofreu um ataque de hackers internacionais. Graças a manifestações de nossos inscritos e parceiros conseguimos recuperá-lo em menos de uma semana. Entretanto alguns vídeos foram perdidos. 

Agora, meses depois, conseguimos recuperar RESENHAS históricas, com personagens como Carlson Gracie Jr, Renzo Gracie, Carlos Rosado, Acelino Popó Freitas, Denilson Maia e o historiador Rildo Heroes. 

Neste final de semana vamos disponibilizar seis RESENHAS PVT que estavam fora do ar. Acesse nosso canal no Youtube (acesse clicando aqui), se inscreva, ative o sininho de notificação e compartilhe com os amigos.

Miltinho Vieira minimiza perigos da chave de pé de Gabriel Rollo e mira finalização no BJJ Stars

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Veterano do Pride e do UFC, o faixa-preta de Jiu-Jitsu e Luta-Livre Miltinho Vieira volta à arena de competição para digladiar contra Gabriel Rollo numa luta de submission na 5ª edição do BJJ Stars, marcada para 6 de fevereiro em São Paulo. Finalizador nato, o “Rei do Triângulo de Mão” pretende definir o combate na via rápida para, além de mostrar que tem lenha para queimar, embolsar o prêmio de melhor finalização da noite.

“Vou para finalizar. O BJJ Stars é um evento que tem uma visibilidade gigantesca, então é o momento para botar em jogo todas as minhas armas. Vai ter bônus da noite para a melhor finalização, e eu estou atrás dele”, frisa o lutador de 42 anos. “O plano é me firmar no evento e estar presente nos próximos cards. Modéstia à parte, sei que sou um atleta diferenciado lutando e também agrego valor ao evento em todo o processo de divulgação pré e pós luta.

Formado em Luta-Livre Esportiva pelo mestre Jefferson Oliveira Pereira, o “JOP”, Miltinho Vieira terá pela frente Gabriel Rollo, faixa-preta de Jiu-jitsu de Rodrigo Cavaca e especialista em chaves de pé. “Vacinado” contra o tipo de golpe desde seu início nos tatames, o líder da Rio Fighters, e faixa-preta de Jiu-Jitsu de Zé Mário Sperry, minimiza a preocupação com a especialidade de seu adversário.

“Apesar de ser faixa-preta de Jiu-Jitsu, sou oriundo da Luta-Livre Esportiva, ou seja, desde os meus primeiros passos na faixa-branca tentam estalar meu pé. Aqui na Rio Fighters tenho ótimos atletas especialistas em chave de pé, como Daniel Ortega e Bernardo “Benezinho”, então essa não é a minha maior preocupação, até porque eu tenho um instinto natural para defender chave de pé”, garante o veterano.

Para seu retorno ao cenário competitivo, Miltinho Vieira convocou um exército formado por especialistas: Ítalo Villardo na preparação física; Dra. Maria Amélia Bogéa, endocrinologista; além de seus fiéis parceiros de tatame, como Leozada Nogueira, Vinicius Vieira e o campeão mundial de No-Gi Marco Aurélio, tudo sob a supervisão de Carlos Neto.

“A minha expectativa é a melhor possível. O treinamento está muito forte, sem dúvida. Nos treinamentos de luta eu conto com a qualidade técnica dos meus atletas e também estou tendo a ajuda de grandes lutadores especializados em competições de No-Gi. Então, estou no caminho certo e me dedicando ao máximo para valorizar e recompensar a todos que me apoiam com mais uma vitória. Quero aproveitar para agradecer o suporte do meu fisioterapeuta Pablo Machado; meus patrocinadores Dio Mio Gelato, Logbank; e, claro, obrigado a todos que acompanham e torcem pelo meu trabalho.”

Os ‘torneios da vida’ vencidos por Natan Schulte antes de conquistar os GPs milionários do PFL

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Bicampeão do GP milionário do PFL na divisão dos leves, Natan Schulte foi o convidado do RESENHA PVT dessa quinta-feira. Se hoje o catarinense de Joinville está muito bem estabilizado nos EUA, na reta final de preparação para a disputa do seu terceiro milhão de dólares, antes de conquistar seu primeiro GP na organização ele precisou de muita perseverança para não abandonar o sonho de ser um lutador profissional.

Antes de poder dedicar a sua rotina apenas à carreira de lutador, ele foi, além de outras coisas, entregador de laticínios, segurança, lavador de pratos, raspador de neve, ajudante de pedreiro e pintor. E foi durante um expediente numa pintura, todo sujo de tinta, que ele recebeu no celular o nome do seu adversário na estreia do primeiro GP: Chris Wade. A partir dali, sua vida mudou radicalmente. 

Confira a inspiradora entrevista do campeão peso leve do PFL:

https://youtu.be/LX8Y9ujlFvo

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