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Gesias Cavalcante disputa desafio de submission no SFT 9

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O veterano Gesias Cavalcante será uma das estrelas da próxima edição do SFT. O faixa-preta de luta-livre esportiva e jiu-jitsu vai enfrentar o iraniano Alireza Noei, em um superdesafio de Submission: Brasil x Iran. O evento acontece neste sábado (19), a partir das 21h, no ginásio do Hebraica, em São Paulo (SP). O duelo será transmitido AO VIVO, a partir de 1h, na Rede Bandeirantes.

O duelo será o primeiro combate de grappling de Gesias no país desde 2003. Com passagens por eventos como o Shooto Japão, K-1, Strikeforce, WSOF e Titan FC, o experiente lutador se mostrou muito animado com o desafio.

“To amarradão de voltar a luta no Brasil, que é a minha terra. Minha última luta de grappling no país foi há 16 anos. Eu amo competir. Estou muito feliz mesmo com essa oportunidade, vai ser muito maneiro ter a torcida me apoiando”, disse o peso-leve.

Gesias Cavalcante não terá vida fácil neste sábado, já que seu adversário é tetracampeão Iraniano e bicampeão Intercontinental de luta olímpica.

“O Ali é um cara bem tarimbado, tem vários títulos no wrestling e é de um país com muita tradição na modalidade. To preparado, tenho muita confiança no meu jogo. Estou entrando para vencer por finalização”, concluiu.

A nona edição do SFT promete ser uma das melhores do ano. Além do desafio de submission, o evento terá 15 lutas de MMA, entre profissionais e amadoras, com destaque para os confrontos entre Wagnão Gomes x Maiquel Falcão, Estabili Amato x Diogines Overeem, André Mustang x Wanderley Mexicano e Paty Borges x Fernanda Barbosa.

As lutas amadoras e preliminares poderão ser acompanhas, a partir das 21h, pelo canal do Youtube do SFT Brasil (https://www.youtube.com/sftbrasil). Já o card principal será transmitido com exclusividade e AO VIVO, a partir de 1h, pela TV Band.

SFT 9

19 de janeiro de 2018, 21h

Clube Hebraica – São Paulo (SP)

Transmissão: Portal da Band,  Facebook SFT e Canal do Youtube do SFT Brasil  (card preliminar e amador) e TV Band (card principal)

CARD PRINCIPAL

Peso combinado (88kg): Wagnão Gomes (TWR) x Maiquel Falcão (Aspera Fight Team)

Peso-leve: Estabili Amato (Corinthians MMA) x Diogines Overeem (Power Lotus)

Peso-galo: André Mustang (Round By Round) x Wanderley Mexicano (Orbital Fight Team)

Peso combinado (60kg): Paty Borges (Ribas Team) x Fernanda Barbosa (Cianfa Fighters Team)

Submission: Gesias Cavalcante (Brasil) x Alireza Noei (Iran)

CARD PRELIMINAR

Peso-médio: Robson Negão (Extreme Team) x Ewerton Ferreira (Black Sheep)

Peso-galo: Leonardo Buakaw (Iron Brothers) x Isaías Simões (No Fear)

Peso meio-pesado: Alexandre Sagat (Team 4 Life) x Edvaldo Gameth (Gameth Team)

Peso-pena: Daniel Ungido (Round By Round) x Leandro Compri (G13 MMA)

Peso meio-médio: João Sorriso (Chute Boxe) x Edson Junior (Vale Top Team)

Peso-leve: Yoel Jimenez (FTT Espanha) x Guilherme Senegal (Thai Unit)

Peso-galo: Fábio Perpetua (Extreme Team) x Jean Matsumoto (Inside MMA)

CARD AMADOR

Peso combinado (63kg): Tiago Dentinho (No Fear) x Helio Nunes (Moreira Top Team)

Peso-pena: Paulo Sertão (Iron Brothers) x Adriano Cabeça (GFT Ponte Alta)

Peso-palha: Sthefanie Lopes (FTT) x Gabriela Vitória (CT China Sales)

Peso meio-médio: Emanuel Souza (União ABC) x Richard Martins (Black Sheep)

 

UFC Fight Night 143 – parte 1: Glover Teixeira volta ao octógono diante de Karl Roberson e é favorito à vitória nas cotas do OddsShark

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Chegou a hora dos fãs do MMA voltarem a assistir o melhor do esporte. Neste sábado, em Nova Iorque, na Barclays Center, o UFC terá seu primeiro evento em 2019. Trata-se da 143ª edição do Fight Night, que colocará frente a frente dois dos melhores lutadores da atualidade: Henry Cejudo e T.J. Dillashaw, campeões dos pesos mosca (até 56,7kg) e galo (61,2kg), respectivamente. Na ocasião, no entanto, quem está botando o cinturão em jogo é Cejudo. Apesar de estar mudando de categoria, ainda assim Dillashaw é o favorito à vitória nas cotas do Oddsshark.com. No total serão apenas dois brasileiros no octógono mais famoso do mundo. Dentre eles estará o veterano Glover Teixeira, que terá pela frente um desafio que pode ser o divisor de águas da sua carreira: Karl Roberson. A luta entre eles acontecerá no peso meio-pesado (até 92,9kg) e uma derrota pode colocar a carreira de Teixeira em um rumo complicado dentro do UFC. No peso-pesado (até 120,2kg), Greg Hardy e Allen Crowder fazem um duelo interessante. Outro veterano que está encostado nas cordas, prestes a perder seu contrato, é o striker Donald Cerrone. Seu oponente será o jovem Alexander Hernandez, que aparece como favorito. Confira nossas análises!

Peso meio-pesado (até 92,9kg) – (R$1,77) Glover Teixeira x Karl Roberson (R$2,00) – Palpite: vitória de Glover Teixeira

Glover Teixeira

Aos 39 anos de idade e vindo de três derrotas nas suas últimas cinco lutas, Glover ocupa a 12ª posição no ranking da categoria dos meio-pesados. São 34 lutas em seu cartel, sendo 27 vitórias e sete derrotas. Com a mão muito pesada e muita aptidão para a trocação, o brasileiro soma 17 nocautes – além de seis finalizações e quatro decisões dos juízes. Muito experiente, o mineiro de Sobrália já encarou feras como Alexander Gustafsson, Anthony Johnson, Rashad Evans, Ovince St. Preux e Jon Jones, dentre outros.

Karl Roberson

Inexperiente, Roberson está no UFC desde novembro de 2017. Seu cartel tem apenas oito lutas, sendo sete vitórias e uma derrota. Trata-se de um atleta com muita força física e com um wrestling muito bom. Inclusive, ele deve levar vantagem caso a luta vá para o chão. No geral, sua inexperiência pode contar contra. Por outro lado, há menos pressão para a sua vitória.

 

Palpite

Não existe um grande favoritismo nas apostas online, mas é certo dizer que Glover carrega uma maior segurança para você poder lucrar. Provavelmente ele é um dos lutadores mais talentosos na luta em pé e é muito complicado não ser acertado por seus socos rápidos e certeiros. Roberson tem a chance de vencer caso coloque pressão o tempo inteiro e leve a luta para o terceiro round, onde provavelmente estará mais inteiro. Ainda assim, minha aposta é de vitória de Glover Teixeira por nocaute.

Peso-pesado (até 120,2kg) – (R$1,18) Greg Hardy x Allen Crowder (R$4,75) – Palpite: vitória de Greg Hardy

Greg Hardy

Hardy tem 30 anos e só estreou no MMA profissional em 2018. Com 1,95m e 120kg, seu porte físico impressiona e até o momento tem sido preponderante em suas vitórias. O atleta participou do programa liderado pelo dono do UFC, Dana White, onde foi descoberto e desde então vem sendo uma aposta da organização. Seu cartel tem apenas três lutas e 100% de aproveitamento, sempre com nocaute.

Allen Crowder

Embora seja mais novo, Crowder é mais experiente. Dentre as suas 13 lutas, nove foram vitórias (cinco nocautes, três finalizações e uma decisão), três derrotas (todas por nocaute) e uma sem resultado. É um cara com muita força física e mobilidade, mas ainda precisa se encontrar na carreira para poder subir de patamar. O confronto com Hardy vai ser um belo teste para Allen.

Palpite

Minha aposta fica com Hardy, mas é bom que se diga que nos pesos-pesados tudo pode acontecer. É certo dizer que todos os lutadores possuem muita força física e alto poder de nocaute, por isso, qualquer um pode nocautear e ser nocauteado. Neste quesito, vejo Hardy com uma possibilidade maior de sair com a vitória, pois é um cara muito agressivo e dono de punhos pesadíssimos.

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,50) Alexander Hernandez x Donald Cerrone (R$2,60) – Palpite: vitória de Donald Cerrone

Cerrone é um dos dinossauros do UFC. Com 35 anos, seu auge aconteceu entre os anos de 2010 e 2016. Desde então são quatro derrotas nas suas últimas seis lutas. A boa notícia para ele é que em 2018 foram duas vitórias e uma derrota. Reconhecidamente um striker nato, dono de golpes muito contundentes e muita facilidade para combinar socos e chutes, Cerrone terá pela frente um jovem de 26 anos que promete ser um desafio e tanto. Com 26 anos, Hernandez soma 10 vitórias e apenas uma derrota, mas vem de oito vitórias consecutivas.

Apesar de ser o azarão nas cotas do Oddsshark.com, vejo Cerrone com muitas possibilidades de sair com a vitória, principalmente se conseguir manter a luta em pé e evitar as quedas. Acredito que se a luta for para mais do que dois rounds pode ser que o veterano se complique. Meu palpite é de vitória de Donald, mas é seguro dizer que ele de fato sai atrás com relação ao seu oponente e é uma aposta mais arriscada.

Cotas para as lutas do UFC Fight Night 143 realizado neste sábado (19 de janeiro)

Peso mosca (até 56,7kg) – (R$1,48) T.J. Dillashaw x Henry Cejudo (R$2,70) – Palpite: confira a Parte 2

Peso-pesado (até 120,2kg) – (R$1,18) Greg Hardy x Allen Crowder (R$4,75) – Palpite: vitória de Greg Hardy

Peso leve (até 70,3kg) –  (R$1,20) Gregor Gillespie x Yanci Medeiros (R$4,70) – Palpite: vitória de Gregor Gillespie

Peso mosca (até 56,7kg) – (R$1,43) Joseph Benavidez x Dustin Ortiz (R$2,85) – Palpite: vitória de Joseph Benavidez

Peso mosca (até 56,7kg) – (R$1,62) Paige VanZant x Rachael Ostovich (R$2,30) – Palpite: vitória de Rachael Ostovich

Peso meio-pesado (até 92,9kg) – (R$1,77) Glover Teixeira x Karl Roberson (R$2,00) – Palpite: vitória de Glover Teixeira

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,50) Alexander Hernandez x Donald Cerrone (R$2,60) – Palpite: vitória de Donald Cerrone

Peso mosca (até 56,7kg) – (R$1,44) Ariane Lipski x Joanne Calderwood (R$2,75) – Palpite: vitória de Joanne Calderwood

Peso meio-pesado (até 92,9kg) – (R$1,37) Alonzo Menifield x Vinícius Moreira (R$3,10) – Palpite: vitória de Alonzo Menifield

Peso galo (até 61,2kg) – (R$1,20) Cory Sandhagen x Mario Bautista (R$4,50) – Palpite: vitória de Cory Sandhagen

Peso-pena (até 65,7kg) – (R$2,10) Dennis Bermudez x Te Edwards (R$1,71) – Palpite: vitória de Dennis Bermudez

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,54) Geoffrey Neal x Belal Muhammad (R$2,50) – Palpite: vitória de Geoffrey Neal

Peso meio-médio (até 77,1kg) – (R$1,61) Kyle Stewart x Chance Rencountre (R$2,35) – Palpite: vitória de Kyle Stewart

Treinador de Cejudo garante: “Ele vai salvar a divisão dos moscas”

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Albarracin (de óculos) acredita que Cejudo irá evitar o fim da divisão dos moscas (Foto: Jeff Bottari/UFC)
Albarracin (de óculos) acredita que Cejudo irá evitar o fim da divisão dos moscas (Foto: Jeff Bottari/UFC)

Depois de protagonizar uma das grandes surpresas de 2018 ao destronar Demetrious Johnson na divisão dos moscas, Henry Cejudo volta ao octógono neste sábado para encarar TJ Dillashaw. O duelo de campeões será válido pelo título de Cejudo, e o head coach dele, Eric Albarracin, garantiu em entrevista exclusiva ao PVT que seu atleta está em ótima forma para o duelo.

“Os treinos foram ótimos, foi o melhor camp da vida dele. Foram só sete semanas, porque mudaram a data e o evento saiu da Califórnia para Nova York. Acho até que isso foi uma vantagem”, disse Albarracin, que contou sobre a nova aquisição para reforçar os treinos do campeão, “Ele evoluiu muito nas outras áreas. No Jiu-Jitsu, no ground and pound, e a gente trouxe um treinador de Kickboxing da Holanda. O treinador do Dillashaw é o Duane Ludwig, ele tem um sistema de muay thai que tem uma combinação que se chama Souwer Combo, do Andy Souwer, um cara que foi 22 vezes campeão mundial, e a gente pegou o treinador dele. Agora, a parte de strike dele é melhor que a do TJ Dillashaw”.

Após alguns aguardados combates realizados na temporada passada entre estrelas da organização, Albarracin acredita que a verdadeira super luta será realizada neste sábado no encontro dos dois campeões. E não poupa elogios para o adversário.

“O jogo dele é muito bom, ele cria muitos angulos, usa muita finta, tem bons chutes, bons golpes, sabe como entrar no Wrestling. É completo! É o melhor peso galo de todos os tempos. Essa é uma super luta de verdade. A do Conor McGregor contra o Nurmagomedov foi um show. Os pontos fortes de Khabib eram os pontos fracos do Conor. Essa luta vai ser demais, o melhor peso mosca contra o melhor peso galo. Isso é uma super luta”.

Embora conheça os rumores de que a divisão dos moscas vai acabar, Albarracin acredita que tudo pode mudar em caso de vitória do seu pupilo neste sábado.

“Cejudo vai salvar a divisão. Ele vai colocá-la em cima dos ombros dele e vai salvar a divisão neste dia 19 de janeiro. O Rei do Combate é um peso mosca, é um campeão olímpico, campeão do UFC que derrotou o melhor peso galo de todos os tempos. Eles não vão acabar com essa divisão. Ele está pronto para colocarem tudo em cima dele. Pode colocar a medalha de ouro, o cinturão”.

Albarracin chegou ao Brasil no início desta década e foi treinador de Wrestling do Team Nogueira. Depois, criou uma relação com os irmãos Patrício e Patricky Pitbull, e está sempre na equipe dos astros do Bellator, em Natal. O treinador não poupou elogios aos irmãos brasileiros e também avisa que ainda tem muito a fazer no MMA.

“Sou treinador do Cejudo e dos irmãos Pitbull, então sempre tento juntá-los. A primeira grande evolução do Cejudo veio quando o levei para treinar no Brasil na equipe Pitbull Brothers. E com certeza vamos treinar juntos de novo”, disse, “O Wrestling é nosso primeiro amor, então um dos melhores momentos da minha vida foi quando Cejudo ganhou as Olimpíadas em 2008. Com o UFC veio mais publicidade, estamos muito mais reconhecidos agora, e isso é legal também. Pude treinar o Cejudo, Patrício e Patricky Pitbull, Paulo Borrachinha, entre outros, e é uma honra treinar atletas como eles, que são talentosos, fazem tudo que você pede. Agora fui indicado como treinador do ano de 2018. É muito legal, estou recebendo muitos elogios. Não vamos parar agora, vamos continuar treinando e vou criar lendas”.

Cyborg afirma que quer renovar com o UFC, sugere luta em Curitiba e explica que revanche com Amanda ‘é um desejo e não uma obsessão’

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https://youtu.be/-aXRtdUTTTA

Com apenas mais uma luta no atual contrato com o UFC, Cris Cyborg revelou em bate-papo no RESENHA PVT dessa terça-feira que seu empresário se reunirá em breve com os executivos da organização para decidir seu futuro. Apesar de todos os imbróglios do passado, a peso-pena afirmou que hoje a relação entre as partes é cordial, tanto que ela manifesta o desejo de permanecer. Entretanto, caso sua categoria seja extinta, ela não terá problemas em migrar para outros eventos.

“Meu manager vai sentar com o UFC em breve para ver qual será o próximo passo, se vamos renovar ou se não vamos renovar, se a revanche vai acontecer ou não vai acontecer. Em março acaba meu contrato, mas a gente vai sentar para ver qual será a próxima etapa”, disse a brasileira. “O que eles vão fazer daqui para frente eu não sei, eu sei que eu vou continuar lutando, independentemente de onde, eu vou continuar lutando. A gente teve tempo para arrumar nossa relação. Não tenho nada contra o Dana White, ele até pediu perdão para mim numa entrevista, admitiu que eles erraram muito comigo. Se acontecer de eles tirarem a minha categoria, me mandarem embora, o UFC é quem vai perder com isso e o evento que me levar vai sair ganhando. Meus fãs me seguem aonde eu vou, estão comigo nas vitórias e nas derrotas e eu sou muito grata a eles. Quero dar continuidade ao meu trabalho, o UFC é uma grande plataforma, mas isso não está nas minhas mãos. Meu manager vai entrar em contato com o UFC para ver as próximas etapas. Se tirarem a minha categoria, eu vou brilhar em outro lugar como eu sempre fiz.”

Sobre a revanche, Cyborg admite que é um desejo, mas garante que não é uma obsessão.

“Acabou a luta e eu já mandei mensagem para o meu manager para ele pedir a revanche. Em seguida a Amanda disse que queria dois anos para me dar a revanche. Eu pedi a revanche, mas se não me derem, a minha vida vai continuar. Quero a revanche porque acredito que eu mereço pelo tempo que eu fiquei invicta, mas se não acontecer, eu vou continuar treinando e lutando. Também perdi a minha primeira luta, pedi revanche e não tive, e não foi isso que impediu meu legado”, lembra.

Cyborg também se colocou à disposição para lutar no UFC 237, marcado para o dia 10 de maio, no Brasil. Ao que tudo indica, o evento será na Arena da Baixada, em Curitiba, cidade natal da ex-campeã.

“Estou aberta para lutar em maio em Curitiba. Pode ser a revanche com a Amanda – mas ela falou que quer esperar dois anos – ou com a próxima adversária que quiserem me colocar”, sugeriu.

Chael Sonnen é graduado faixa-preta de Jiu-Jitsu

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Chael Sonnen exibe sua medalha do ADCC. Reprodução Flograppling

Um dos mais polêmicos lutadores da história do UFC, Chael Sonnen ganhou fama especialmente pela rivalidade com Anderson Silva e o pesado trash-talking em direção ao brasileiro. O wrestler, no entanto, acabou derrotado pelo “Spider” em duas oportunidades.

Com nove derrotas por finalização na carreira, o que inclui a desistência em duelos contra Demian Maia, Renato Babalu e Paulão Filho, além do próprio Anderson, Sonnen segue evoluindo no grappling.

Nas regras de Submission, no ADCC 2017, ele teve um dos grandes feitos da carreira ao derrotar a lenda Leozinho Vieira.

E o “American Gangster” segue em sua jornada no Jiu-Jitsu. No último fim de semana foi graduado faixa-preta da Arte Suave pelo brasileiro Fabio Scherner, o “Pega-Leve”.

A última aparição do lutador no MMA foi em outubro do ano passado, quando foi derrotado por Fedor Emelianenko no Bellator.

Após vender rifas e quentinhas, aluna de projeto social chega a Portugal para disputar o Europeu de Jiu-Jitsu

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Maria Victoria papa títulos com e sem kimono – Foto: Acervo Pessoal

A bicampeã brasileira da CBJJ Maria Victoria Barboza, 18 anos, passou o ano de 2018 batalhando para angariar fundos para viabilizar sua ida a Lisboa, Portugal, para a disputa do Europeu da IBJJF, que acontece no próximo final de semana. Após rifas, seminários, vendas de quentinhas em campeonatos, vaquinhas, colaboração de amigos e apoio da Legião da Boa Vontade e Super Rádio Brasil, a faixa-roxa enfim conseguiu embarcar para o Velho Continente.

“Corri atrás, não medi esforços, trabalhei no mesmo ritmo em que treinei e, claro, contei com a ajuda dos meus amigos, de pessoas que acreditam em mim, da Legião da Boa Vontade e da Rádio Brasil. Mas essa é só a primeira parte do sonho. A euforia inicial dá lugar agora à concentração e últimos ajustes para conseguir levar a medalha de ouro para o Brasil”, disse a jovem lutadora do projeto social Semear/Nova União, que fica em Oswaldo Cruz, Zona Norte do Rio.

Em terras lusitanas desde a semana passada, a brasileira não parou de trabalhar para aumentar seu orçamento. No último final de semana, ela ministrou um aulão feminino para mulheres na academia Focus Jiu-Jitsu. Além de repassar um pouco do que sabe, Maria Victória ainda aproveitou ajustar seu jogo.

Brasileira liderou um aulão para mulheres em Portugal – Foto: acervo pessoal

“Foi incrível poder dar uma aula aqui em Portugal. 2019 começou com tudo para mim e eu não posso deixar de mencionar os responsáveis por isso, como o meu professor, Igor Corsino, ao fundador do Semear, Roberto Lino, que inclusive abriu as portas da casa dele para eu ficar em Portugal, e também ao Manoel Albuquerque, que abriu a Focus Jiu-Jitsu para eu poder puxar o aulão e conseguir um dinheirinho a mais para me manter aqui. É por todo mundo que me ajuda que eu estou focada em ser campeã.”

O Europeu será o primeiro campeonato que Maria Victória disputa no exterior. Se repetir os resultados que conquistou no Brasil, a carioca tem tudo para ser um dos principais destaques da competição, já que, aqui, é a atual bicampeã brasileira faixa roxa no peso super pesado e no absoluto, com e sem kimono.

Cris Cyborg é a convidada do Resenha PVT desta terça; mande sua pergunta

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Brasileira vai relembrar histórias marcantes de sua carreira e falar sobre os planos para o futuro – Foto: Leonardo Fabri

Cris Cyborg é a convidada do RESENHA PVT desta terça-feira, que vai ao ar ao vivo a partir das 20h (horário de Brasília) no canal do PVT no Youtube. Além do bate-papo solto com Gleidson Venga e Marcelo Alonso, a curitibana também vai estar à disposição dos fãs, que podem mandar perguntas através do chat da transmissão.

Invicta por mais de 13 anos, Cyborg, que ainda é considerada por muitos a maior lutadora de todos os tempos, foi destronada no final do ano passado ao ser nocauteada por Amanda Nunes. No RESENHA PVT, a curitibana vai falar dos momentos mais marcantes de sua carreira, relembrar histórias curiosas de bastidores e, claro, do seu futuro no esporte.

Para não perder o bate-papo com Cris Cyborg, acesse o canal do PVT no Youtube, inscreva-se e ative o sininho para ser notificado quando a transmissão estiver no ar. Para fazer sua pergunta à lutadora, basta mandar mensagem no chat, que abrirá assim que entrarmos ao vivo.

Muay Thai infantil deve ser proibido na Tailândia após morte de menino

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A Tailândia é o berço do Muay Thai. Com movimentos intensos que incluem chutes e socos, a modalidade cresceu vertiginosamente nos últimos anos, incluindo em academias brasileiras, já que o esporte possui inúmeros benefícios para quem deseja manter a saúde em dia e ter melhor condicionamento físico. Entretanto, o país do Muay Thai as polêmicas são outras e envolve a discussão de até que ponto as crianças devem participar desse tipo de arte marcial.

Tudo começou em novembro do ano passado, quando uma criança de apenas 13 anos, Anucha Tasako morreu em decorrência de uma hemorragia cerebral. As lutas entre crianças são comuns na Tailândia, e na ocasião, Anucha levou cinco golpes na cabeça, o que levou o pequeno atleta à nocaute. O que mais surpreende nesse caso é que o menino já tinha passado por 174 lutas, desde os seus 8 anos de idade. Quem já assistiu uma luta de Muay Thai sabe o quanto a modalidade pode ser violenta, então porque expor as crianças tailandesas à esses risco? A resposta é fácil de encontrar.

Muay Thai para as famílias tailandesas

Existe um grande mercado para o Muay Thai na Tailândia. A realidade é que muitas crianças passam seus dias treinando para virarem grandes lutadores. Para as pessoas pobres, o esporte é uma das poucas chances de ascensão social. Para as pessoas ricas, a possibilidade de aumentar sua renda por meio das apostas é grande. Ou seja, as crianças são expostas ao risco, na maioria das vezes, para sustentar suas famílias. Saiba que, se na Tailândia as apostas são feitas de forma irregular, na internet é possível apostar nas categorias regularizadas da modalidade em qualquer lugar do mundo. O mercado de apostas legal movimenta o esporte, não apenas o futebol, mas também o setor de luta, gerando até mesmo patrocínios. Por exemplo, a Sportingbet Brasil é pioneira no setor ao disponibilizar os campeonatos mundiais de Muay Thai para que seus usuários possam se divertir e ganhar dinheiro.

Outro ponto importante nessa discussão é o resultado de pesquisas realizadas recentemente sobre o impacto que a luta infantil causa nas crianças.  O neurologista Jiraporn Laothomatas estudou por sete anos o que acontece no cérebro desses pequenos atletas, e descobriu que existe uma queda acentuada no Q.I. e nas funções cerebrais decorrentes da força que as lutas causam no funcionamento corporal. Ou seja, enquanto muitas dessas crianças garantem o sustento de suas famílias, à longo prazo estão provocando danos para elas mesmas. Por isso, tantas pessoas defendem a proibição do Muay Thai infantil.

Além disso, na Tailândia existem regras específicas para lutadores de 15 anos ou mais, mas não há muitas explicações para os atletas mais novos. Por conta disso, estima-se que pelo menos 200 mil atletas menores de 15 anos competem regularmente, especialmente em jogos que não são regularizados pelo governo.

As regras dos adultos

Por possuírem diferentes características corporais, as regras dos jogos dos adultos não podem se aplicar às crianças. Principalmente porque os menores de idade ainda estão em fase de crescimento e os golpes podem causar lesões sérias, tanto na estrutura muscular quanto no cérebro. Ainda assim, os adultos também não estão livres dos riscos do esporte. Recentemente, o heptacampeão mundial de Muay Thai Christian Daghio morreu após ser nocauteado em uma luta, também com danos cerebrais.

De qualquer forma, fica à cargo dos adultos decidirem o que será feito para dar mais segurança e estabelecer limites para as lutas das crianças. Todo esporte é uma importante ferramenta de desenvolvimento social, além do fato de muitos atletas serem verdadeiros entusiastas da modalidade. Vitor Miranda, por exemplo, após ser desligado oficialmente do UFC declarou que vai voltar para o Muay Thai, sua verdadeira paixão. No final, o essencial na Tailândia e no mundo é encontrar o equilíbrio para oferecer competições mais seguras e saudáveis para todas as idades.

Marcio de Deus destaca crescimento de Gabi Pessanha e projeta ano dourado para sua equipe

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Marcio de Deus é faixa-preta da Infight, professor de Jiu-Jitsu e árbitro pela IBJJF - Foto: FlashSport
Marcio de Deus é faixa-preta da Infight, professor de Jiu-Jitsu e árbitro pela IBJJF – Foto: FlashSport

Competidor desde novo, Marcio de Deus já mostrava vocação para ensinar, visto a sua didática enquanto ministrava aulas, ainda na faixa-roxa. Há 10 anos, na popular “CDD”, o lutador, com o intuito de promover mais oportunidade para as crianças e jovens da comunidade, criou um projeto social na Team Marcio de Deus, mais conhecida pela sigla TMD House.

Nos dias atuais, Marcio abre caminho para seus alunos mais antigos nos Estados Unidos, como Luciano Alex e Victor Lima, dois de seus atletas faixas-pretas. Marcio ainda é um descobridor de jovens promessas, que é o caso da de  Gabrielle Pessanha, faixa-marrom de 18 anos que vem fazendo barulho desde a última temporada. No último fim de semana em Abu Dhabi, Emirados Árabes, por exemplo, ela conquistou o Grand Slam  ao vencer a faixa-preta Nathiely de Jesus (Unity/Rodrigo Pinheiro) na final da categoria 90kg.

“Acredito muito na lei da semeadura, tudo que plantamos, vamos colher. Analiso o time em plena evolução em todos os sentidos, porque todos os dias, sem exceção, busco a evolução deles. Crescemos sim, mas desejo mais!”, reflete o professor, antes de comentar sobre a rotina de treinos e os próximos planos.

“Bem, primeiro eu trabalho com amor, literalmente, não é uma utopia. Eu amo meus alunos e trabalho com amor, procuro ensinar tudo que tenho aprendido no decorrer desses anos e passar toda experiência adquirida com as viagens e inúmeros campeonatos. Tenho um planejamento de aula que criei e treinamos o básico do Jiu-Jitsu todos os dias. São drills e específicos. Tudo que é novidade treinamos. Eu, hoje, trabalho como árbitro nos principais eventos do mundo e vejo muita coisa, gravo, anoto, peço para me ensinarem e levo tudo para academia. Mas o principal sem dúvidas é trabalhar a mentalidade deles. Sou um motivador, estudo muito sobre isso. Projetar meus alunos para fora do país é a meta. Quero que eles vivam melhor e com dignidade”.

Para janeiro, Marcio está com o planejamento pronto para levar seus alunos ao Europeu da International Brazilian Jiu-Jitsu Federation (IBJJF), em Odivelas, Portugal.

“O ritmo está intenso, sem férias. Têm treinos todos os dias. Sou muito chato, chato mesmo, cobro muito, e trago palavras de fé e motivação diariamente. Também estou vendo vídeos dos adversários, sempre faço isso”, revela Marcio, que deve levar mais de seis alunos.

O crescimento do Jiu-Jitsu feminino reflete bastante na academia de Marcio, que hoje atende diversas meninas. Sua atleta de maior destaque é Gabriel Pessanha, atual campeã mundial peso e absoluto da IBJJF.

“Vejo a Gabi a melhor de todos os tempos em processo. Ela quer isso! Eu converso com ela sobre isso e a hora está chegando, ela está pronta! Esse ano ela luta o Mundial de faixa-marrom e creio no duplo ouro. Gabi treina muito! É frenética no treino, insana. Esse ano ela se estabelece no mundo do Jiu-Jitsu, mas é em 2020 que ela será a rainha de tudo, para glória de Deus”, projeta Marcio.

De chapéu e ao som de baião, Potiguar representa o Brasil em busca de título na Rússia

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Felipe Bunes Silva busca nona vitória seguida e uma chance pelo título do evento russo - Foto: Divulgação/ACB
Felipe Bunes Silva busca nona vitória seguida e uma chance pelo título do evento russo – Foto: Divulgação/ACB

Chapéu de couro e bandeira do Rio Grande do Norte. Mas, no lugar da sanfona, as luvas de MMA. Fã de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, Felipe Bunes Silva carrega o nordeste em seu coração e se orgulha de representar a sua terra natal. E ele terá mais uma oportunidade de mostrar um pouquinho de sua cultura para o mundo no próximo dia 25 de janeiro, quando ele estará em ação pelo evento russo Absolute Championship Akhmat (ACA), que acontecerá na Chechênia, na Rússia.

“Uso esse chapéu porque sou muito fã do Luiz Gonzaga. Gosto de representar a minha terra, o Nordeste. Na minha última luta entrei com a música ‘Respeita Januário’, o chapéu e a bandeira do Nordeste. E será assim que vou entrar em minha próxima luta”, contou Bunes.

Atleta da equipe Pitbull Brothers, Felipinho vem de oito vitórias seguidas. Ele terá pela frente no ACA 91 o russo Mansur Khatuev, que está invicto no MMA. Bunes estudou bastante o jogo do seu oponente e não quer deixar a luta para a decisão dos juízes.

“Vou buscar o nocaute ou a finalização. Não gosto de deixar nas mãos dos juízes, porque às vezes o resultado não sai como a gente espera. Meu oponente é um cara muito duro, ele tem cinco nocautes em sete lutas. Tem uma trocação muito boa, um Boxe muito bom, e chuta bem também. Vi todas as lutas dele, e ele também faz aquele jogo de grappling para cansar o adversário. Todas as lutas dele que eu vi, ele conseguiu um knockdown antes de definir a luta. Mas não me preocupa o fato dele ter uma mão dura. Eu também tenho uma mão boa e estou treinando muito”.

Apesar de estar preparado para lutar em pé, Felipe vem conquistando grandes resultados na luta de chão. O potiguar possuiu um cartel com dez vitórias e apenas duas derrotas. E, dos dez triunfos, sete ele venceu por finalização.

“Tenho sete finalizações na carreira. Sou faixa-preta de Jiu-Jitsu há dois anos, mas se eu tiver a oportunidade de nocautear, eu nocauteio. Se for para o chão e tiver a chance de finalizar, vou finalizar. Não tenho muita preferência, o que eu quero é a vitória”, disparou.

Título vago

O brasileiro luta na categoria dos moscas, que tinha como campeão Askar Askarov, que deixou a organização após seu contrato expirar. De olho no cinturão, Bunes acredita que uma boa vitória pode dar a ele a chance de disputar o título da categoria.

“Quando eu entrei no ACB, hoje ACA, tinha como foco ser campeão. Eu venho de uma boa sequência de oito vitórias. Espero que, vencendo essa luta, eles me deem a chance de disputar o cinturão. A minha última luta foi contra um cara invicto, que estava perto de disputar o título, e eu consegui vencer com uma bela finalização. Então, vencendo essa luta, acho que não tem como eles negarem uma chance pelo cinturão da categoria”, analisou.

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