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Jean Jacques Machado é o convidado do RESENHA PVT desta quinta-feira

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Faixa coral vai relembrar os momentos mais marcantes da carreira - Foto: Marcelo Alonso
Faixa coral vai relembrar os momentos mais marcantes da carreira – Foto: Marcelo Alonso

Jean Jacques Machado é o convidado do RESENHA PVT desta quinta-feira, dia 7, às 17h. Considerado um gênio do Jiu-Jitsu, o faixa coral fez história tanto como atleta – tendo finalizado diversos cascas-grossas de sua época e conquistado, além de outros títulos, o ADCC, em 1999 – quanto como professor – criou a Gracie Barra ao lado de Carlinhos Gracie e ensinou Chuck Norris, Eddie Bravo e Joe Rogan.

Devido a um problema congênito (brida amniótica), Jean Jacques nasceu sem dedos na mão esquerda, o que, em vez de impossibilitá-lo de prosperar no Jiu-Jitsu, o incentivou a desenvolver suas próprias pegadas, criando um estilo único e eficaz, se tornando um dos lutadores mais técnicos da arte suave. Um dos quatro irmãos Machado, Jean Jacques também vai relembrar da juventude ao lado dos primos Carlinhos, Crolin e Rillion Gracie.  

Osvaldo Alves relembra detalhes da luta em que Sergio Penha chegou a abrir 16 a 0 em Rickson Gracie

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https://youtu.be/Z_Pqs7tnjTs

Como de costume, o RESENHA PVT dessa terça-feira, dia 5, foi uma verdadeira aula da história do Jiu-Jitsu, desta vez ministrada pelo grande mestre Osvaldo Alves, faixa vermelha da modalidade. Além de discípulo dos irmãos Carlos, Hélio e George Gracie, o acreano radicado no Rio de Janeiro também se forjou no Judô, tendo morado no Japão, onde treinou nas lendárias academias Kosen e Kodokan. 

Responsável por tornar o Amazonas um dos polos do Jiu-Jitsu no mundo, Osvaldo Alves também formou diversos campeões, entre eles, Sergio Penha, adversário que mais se aproximou da vitória em uma luta contra Rickson Gracie. Promovido da faixa roxa para a preta a pedido de Hélio Gracie justamente para para enfrentar seu filho, Penha chegou a fazer 16 a 0 no combate, mas acabou finalizado nos minutos finais após uma polêmica interrupção. 

Assista no vídeo acima os detalhes trazidos pelo mestre Osvaldo Alves. Abaixo, assista ao RESENHA PVT na íntegra. 

https://www.youtube.com/watch?v=MU9AqOSxacI

Osvaldo Alves é o convidado do RESENHA PVT desta terça-feira, dia 5

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Osvaldo Alves teve papel importante na formação de diversos alunos de Carlson Gracie - Foto: Marcelo Alonso
Osvaldo Alves teve papel importante na formação de diversos alunos de Carlson Gracie – Foto: Marcelo Alonso

O Resenha PVT desta terça-feira, dia 5, recebe o grande mestre Osvaldo Alves. Considerado uma das maiores autoridades tanto no Judô quanto no Jiu-Jitsu, o mestre formou nomes como Sérgio Penha, Paulo Caruso, Fabrício, Fredson, Bibiano, tendo treinado também grandes ícones de outras equipes como Rolls Gracie, Marco Ruas, Amaury Bitetti, João Roque e Vitor Belfort. É amanhã, a partir das 17h.

Mestre Osvaldo vai nos contar detalhes de sua experiência treinando quatro anos no Japão (Kodokan e Kosen), falar de suas invenções que impactaram no treinamento do Jiu-Jitsu (Mão de Vaca e escalada da guarda), bem como questionar alguns pontos polêmicos abordados por Robert Drysdale em seu resenha PVT (conde Koma, inicio do Jiu-Jitsu). Mestre Alves vai nos contar ainda fatos curiosos sobre lendas do passado com quem treinou como George Gracie, Ivan Gomes, Haroldo Brito, Carlson, Pedro Hemetério e Rolls Gracie. Além de relembrar como foi a polêmica luta entre seu aluno Sergio Penha e Rickson Gracie.

Esta semana é de rodada dupla. Na próxima quinta-feira, dia 7, o RESENHA PVT recebe um dos mais técnicos campeões da história do ADCC, Jean Jacques Machado. Também às 17h. Para participar ao vivo conosco entrevistando estas lendas, basta se inscrever no canal do @portaldovaletudo no YouTube.

Rafael Cordeiro acredita que Mike Tyson poderia ter sido o melhor lutador de MMA de sua época

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https://youtu.be/-PadUF8tC08

Eleito duas vezes o melhor treinador de MMA do planeta, Rafael Cordeiro voltou a ganhar os holofotes na semana passada, desta vez por puxar manopla para a lenda Mike Tyson, que há tempos não aparecia em público mostrando os dotes que o levaram a ser um dos maiores campeões de Boxe da história. Em entrevista ao PVT, o líder da Kings MMA contou detalhes da experiência.

“Posso lhes dizer: ninguém bate como o Tyson”, garantiu. “O que eu estou vendo é um cara que, se voltar a lutar, vai deitar muita gente”. 

O curitibano também projetou o que Mike Tyson poderia ter sido caso tivesse migrado para o MMA no passado. De acordo com o treinador, bastava o peso pesado ter aprendido a fazer sprawl que já seria o suficiente para consagrá-lo. 

“Ele seria o melhor peso por peso do mundo”, acredita Rafael Cordeiro. “Teria sido campeão mundial, com certeza”. 

Sergio Cunha relembra bastidores das sagas de Anderson e Wanderlei em conquistas importantes no Japão

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https://youtu.be/bYM9FZJ5AhM

Em participação no RESENHA PVT da última terça-feira, 28, o “nômade” Sergio Cunha relembrou algumas das suas inúmeras histórias vividas nos bastidores como treinador das maiores estrelas do MMA mundial. Entre elas, conquistas importantes de Anderson Silva e Wanderlei Silva, ambas no Japão. 

De acordo com o treinador formado na Chute Boxe, as tentativas de manipulação por parte dos japoneses do Shooto e a preocupação com um familiar foram os principais adversários de Anderson na luta contra Hayato Sakurai, em 2001, quando o brasileiro, apesar de todos os contratempos, conquistou o primeiro cinturão internacional de sua carreira.

“Foi uma presepada que o Shooto tentou fazer. Tentaram botar o Hayato Sakurai para espancar o Anderson”, revelou Cunha. 

A história com Wanderlei Silva acontece dois anos depois, na final do GP dos médios do Pride. Após uma luta intensa contra Hidehiko Yoshida na semifinal, o Cachorro Louco, aparentemente, não parecia bem para fazer a final contra Quinton Jackson, com quem havia tido um entrevero poucos dias antes. 

“Eu sinto ele cansado, para baixo”, lembrou o treinador. “Que isso, cara? Levanta essa cabeça. Você quase brigou com o cara de graça, por nada. Ia bater nele e ninguém ia ver. Agora você tem a oportunidade de chegar aqui, na frente do mundo inteiro, enfiar a porrada nele, enfiar o dinheiro no bolso e levar o cinturão ainda… por favor, Wanderlei, é a tua hora agora. Antes de entrar (para lutar), ele levanta a cabeça e fala: ‘galera, ninguém precisa falar mais nada, eu sei o que eu vou fazer’. E ele muda o olhar dele. Ali, eu sabia que a gente ia ganhar.”

Assista abaixo ao RESENHA PVT com Sergio Cunha na íntegra:

https://youtu.be/i8Bf371ShgY

Afastado após lesão no olho, Thominhas Almeida revela sua vontade de voltar a lutar

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Thomas Almeida é um dos destaques do UFC. Com um saldo de 21 vitórias e só 3 perdas, Thominhas foi obrigado a pausar sua carreira por conta de uma séria lesão. Aos 28 anos, o lutador está se preparando para seu retorno ao esporte após um período de recuperação por conta de uma lesão no olho. Apaixonado pelo esporte, Thominhas revelou que um de seus sonhos seria poder lutar no UFC que acontecerá em Brasília, em 14 de março. No entanto, por conta de sua recuperação, o lutador não poderá competir.

Thominhas começou sua história no esporte aos 13 anos, sendo incentivado por sua família. Muito ativo, o jovem encontrou no esporte – Muay Thai em especial – para canalizar sua energia. O começo, no entanto, foi complicado, já que sua família era contrária a prática de esportes de luta. “Queria que eu fizesse esporte, por outro lado não gostava que eu fizesse luta, porque tinha o preconceito”, revelou.

Mesmo com opiniões contrárias da família, Thomas decidiu insistir e começou a treinar para ingressar no mundo da luta. Aos 13 anos, o iniciante recebeu o apoio de colegas de academia, auxiliando o desenvolvimento dele nesse universo. “Comecei Muay Thai, nunca treinei nada na vida e iniciei no Muay Thai, logo na sequência, eu comecei a treinar, comecei a me relacionar com o pessoal da academia e gostei muito e resolvi competir. Em seis meses, um ano, eu gostei demais e falei: ‘Quero competir’”, disse.

No entanto, a idade impedia que Thominhas pudesse lutar profissionalmente, já que a idade mínima era 16 anos. Esse período serviu para que o lutador pudesse continuar seu treinamento para ingressar no sonhado universo da luta. “Fiquei muito tempo treinando até a minha primeira competição. Lembro que quando eu fiz 16 anos, dois dias depois eu fui para minha primeira competição. Comecei a treinar muito, um profissional, vivia na academia. Fazia dois, três, às vezes quatro por dia”, relembrou Thomas.

Thominhas é exemplo para a nova geração de atletas e, por conta disso, enfatiza os sacrifícios que teve que fazer ao longo de sua jornada. Suas dicas principais são: trabalhe duro, trabalhe bastante. “Não é um caminho fácil e não desista nunca, corra atrás do seu sonho, assim como eu corri atrás do meu. Eu corro, ainda continuo correndo atrás do meu sonho”, conta. O respeito também é primordial, especialmente pela família. As dificuldades estarão presentes e será necessário abdicar de muitas coisas para alcançar o sucesso desejado.

Thomas Almeida precisou se afastar do esporte após sofrer uma lesão no olho. Para se recuperar e poder voltar para o que tanto ama, o lutador passou por procedimentos cirúrgicos e está se preparando para voltar. “São dois anos sem luta, é o que eu sempre falo. Saúde do atleta em primeiro lugar. A recuperação está OK, estou 100% e agora é só esperar o momento certo”, disse.

 

Após o período de recuperação e retorno gradual para os treinos, Thominhas garante que está plenamente recuperado e seu retorno está próximo. “Os médicos me liberaram, até viajei para passar com um médico de confiança e ele me liberou. Estou treinando 100% já em todos os tipos de treino, desde o final de 2019. Agora é só esperar a luta”, revelou. O lutador enfatiza também a importância de estar com a saúde mental em dia. “Estou bem saudável, cabeça boa. Estou muito ansioso por meu retorno. São dois anos sem luta, é o que eu sempre falo. Saúde do atleta em primeiro lugar”, acrescentou Thomas.

 

Com uma carreira de sucesso, Thomas Almeida guarda momentos especiais de sua trajetória. No entanto, dois momentos possuem lugar de honra em sua memória. O primeiro foi ao receber a notícia que seria contratado para o UFC. “Foi uma situação muito legal, vou guardar para minha vida toda. Porque eu recebi essa notícia dentro da academia, no tatame, com meus parceiros de treino que sempre me ajudaram. Foi uma sensação maravilhosa, que eu trabalhei muito para isso, para conseguir a oportunidade e recebi com meus parceiros de treino que foram as pessoas que me ajudaram sempre e isso foi maravilhoso, vou guardar para minha vida toda”, disse. Já o segundo momento mais especial de sua carreira foi sua primeira luta em Las Vegas, quando conseguiu reverter um início ruim e nocauteou o oponente. Para deixar ainda mais especial, ao final da luta Thominhas conheceu Mike Tyson, um de seus maiores ídolos.

Evangelista Cyborg leiloa troféu conquistado no Pride para ajudar afetados pela pandemia em sua cidade natal

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https://youtu.be/OgXuV9MsNv0

O casca-grossa Evangelista Cyborg está leiloando o troféu do extinto Pride FC que conquistou na vitória contra Yosuke Nishijima em 2006, no Saitama Super Arena, no Japão. Toda renda será revertida em ajuda à população mais necessitada de Rondonópolis-MT, cidade natal do lutador.

“Devido à pandemia provocada pelo coronavírus, os trabalhadores informais e a comunidade carente da minha cidade estão passando por muita necessidade. Foi então que decidi fazer um leilão deste troféu, para que possamos reverter o valor em cestas básicas, para ajudar essas pessoas”, explica Cyborg.

Com o lance inicial estipulado em 1 mil dólares (R$ 5.580 na cotação desta terça-feira, 28), os lances podem ser dados através do link https://www.ebay.com/itm/Trophy-Pride-FC-Grandpix-2006-Evangelista-Cyborg-dos-Santos/143588702705?hash=item216e8db9f1:g:86IAAOSwJjtep0UW até às 17h da próxima sexta-feira, dia 1º.

Sergio Cunha é o convidado do RESENHA PVT desta terça-feira

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Curitibano contará um pouco de sua história - Foto: Marcelo Alonso
Curitibano contará um pouco de sua história – Foto: Marcelo Alonso

Sergio Cunha é o convidado do RESENHA PVT desta terça-feira, 28, 17h. Graduado por Rudimar Fedrigo na segunda geração de faixas preta da Chute Boxe, Cunha é indiscutivelmente um dos mais experientes treinadores brasileiros.

Entre os ícones do esporte que tiveram seu Muay Thai afiado por Cunha estão nomes como Anderson Silva, Wanderlei Silva, BJ Penn, Maurício Shogun, Rogerio Minotouro, Murilo Bustamante, Rodrigo Minotauro, Kid Yamamoto, Yoshida, Elias Theodoreau e Bruno Malfacine.

O curitibano, que hoje dá aulas na Flórida, vai relembrar o inicio da Chute Boxe, na qual fez parte do famoso grupo que consagrou a equipe no Rio de Janeiro (os 5 carecas de Curitiba); vai comentar a migração para a arquirrival BTT; a experiência no Havaí (BJ Penn) e Japão (Yoshida e Kid Yamamoto); e analisar a evolução do MMA.

Participe mandando suas perguntas. A resenha começa as 17h em ponto no canal do PVT no Youtube.

Robert Drysdale levanta polêmicas sobre a origem do Jiu-Jitsu no Brasil e relembra principais conquistas da carreira

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https://youtu.be/gDjH1mC0TuA

O campeão mundial de Jiu-Jitsu e do ADCC Robert Drysdale está produzindo um documentário sobre a origem do Jiu-Jitsu no Brasil. Durante o RESENHA PVT da última quarta-feira, 22, o lutador abordou alguns pontos que serão resgatados na produção intitulada “Closed Guard”; entre eles, a possiblidade de Carlos Gracie não ter conhecido Mitsuyo Maeda, o Conde Koma, pessoalmente.

De acordo com apurações feitas pela equipe de produção do documentário, Conde Koma formou pelo menos cinco brasileiros: Waldemar Lopes, Rafael Gomes, Guilherme De La Roque, Matheus Pereira e Jacinto Ferro; este, que veio a ser o principal aluno de Koma. Em artigo do jornal “O Globo” da época, Donato Pires dos Reis, aluno de Ferro, colocou em xeque a versão propagada por Carlos Gracie.

“Ele (Donato) fala nessas palavras: ‘Nem ao menos o conhece’”, revelou Drysdale, que, além de lutador, também é formado em História.

“Isso não é um ataque aos Carlos. As pessoas às vezes não entendem e querem dar um tiro no mensageiro. Quem falou foi o Donato, não eu. O Donato certamente foi professor do Carlos”.

Apesar da reparação, ele faz questão de destacar a importância dos irmãos.

“Sem o Carlos não teria Jiu-Jitsu, sem o Hélio… acho que teria sido tudo Judô. Se não é a família Gracie, a gente estaria treinando Judô hoje, não teria tido a revolução, o UFC”, deixa claro.

Patrocinado por um milionário investidor checheno, o documentário tem previsão de lançamento entre junho e agosto. A princípio, a plataforma utilizada será o Youtube, por ser mais popular; entretanto, a decisão ainda não foi oficializada.

Na resenha, Robert Drysdale também criticou o movimento chamado American Jiu-Jitsu; comentou as recentes declarações de Keenan Cornelius; relembrou a finalização sobre Marcelinho Garcia, que lhe rendeu o título absoluto do ADCC, no ano de 2007; sua passagem pelo UFC; e a aposentadoria precoce no MMA mesmo ostentando um invicto cartel de sete vitórias, todas por finalização, em oito lutas.

Assista abaixo a RESENHA PVT com Robert Drysdale na íntegra:

https://youtu.be/Uu-u3EcONXk

UFC começa contagem regressiva para retorno

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A espera pelo MMA ao que tudo indica está perto do final. Isso porque o UFC programa retorno para 9 de maio. Evento que traz Tony Ferguson contra Justin Gaethje que estava marcado para 18 de abril recebe a nova data e será disputado na Flórida. Veja mais deste e outros duelos, além dos odds do UFCpara os favoritos.

Peso leve – (R$ 1,58) Tony Ferguson x Justin Gaethje (R$ 2,40)

A grande luta da noite é entre Tony Ferguson e Justin Gaethje, que rende pelo menos 58% de lucro nas casas de apostas esportivas. O valor é pago em caso de vitória de Ferguson, em um duelo em que quem vencer certamente ganhará a oportunidade de enfrentar Khabib Nurmagomedov na disputa pelo cinturão do Peso Leve.

Número 1 da categoria, Ferguson aparece como favorito devido a uma trajetória impecável, sem saber o que é perder desde 2012. São 12 vitórias seguidas no período, com direito a triunfos de respeito, com nocautes para cima de Anthony Pettis e Donald Cerrone.

Tudo isso torna a missão de Gaethje bem complicada e faz com que um triunfo dele renda R$ 2,49 para cada real.  O atleta até vive um bom momento, mas com números mais modestos, de apenas três triunfos seguidos.

Peso pesado (R$ 1,33) Francis Ngannou x Jairzinho Rozenstruik (R$ 3,40)

Só que o mais cotado nos sites de apostas esportivaspara este evento é Francis Ngannou, dando R$ 1,33 por real aplicado. Número 2 do Peso Pesado, o francês ganhou as últimas três apresentações.

Porém, Jairzinho Rozenstruik, em 6º na categoria, tem a grande chance de dar um grande salto na carreira. O lutador de Suriname está invicto, com 10 vitórias e paga R$ 3,40 para R$ 1,00 com um novo triunfo.

Peso médio – (R$ 2,10) Ronaldo Jacaré x Uriah Hall (R$ 1,72)

O Brasil também está representado, com Ronaldo Jacaré. Porém, o brasileiro não atravessa um bom momento, tendo perdido três das últimas quatro lutas, inclusive duas no ano passado, diante de Jan Blachowicz e Jack Hermansson. Desta forma, entra como grande azarão na Flórida, oferecendo R$ 2,10 para cada real, segundo dados do Oddsshark.com. Já Hall, por sua vez, chega de dois triunfos consecutivos e paga R$ 1,72 com uma nova vitória.

Peso meio-médio – (R$ 1,36) Vicente Luque x Niko Price (R$ 3,25)

Outro brasileiro é Vicente Luque. Ele foi superado por Stephen Thompson, em novembro do ano passado e viu uma sequência de seis vitórias consecutivas cair. Para se manter em evidencia precisa reencontrar o caminho dos triunfos e até aparece com moral, garantindo R$ 1,36 para R$ 1,00 com um resultado positivo. Isso acontece principalmente por causa da instabilidade de Niko Price, que é azarão para o evento da Flórida, pagando R$ 3,25.

Peso pena – (R$ 3,10) Jeremy Stephens x Calvin Kattar (R$ 1,37)

Tentando se recuperar após a derrota para Zabit Magomedsharipov, Calvin Kattar dá R$ 1,37 para cada real com um triunfo no UFC 249. A grande razão para este favoritismo é que o adversário, Jeremy Stephens vive uma péssima fase, sem ganhar desde fevereiro de 2018. Desde então, Jeremy Stephens se apresentou quatro vezes, com três reveses e uma luta sem resultado. Uma vitória agora paga R$ 3,10 para R$ 1,00.

Peso pesado – (R$ 1,53) Greg Hardy x Yorgan De Castro (R$ 2,62)

Também agendado para este evento, Greg Hardy garante R$ 1,53 para cada real com um triunfo sobre Yorgan De Castro. No entanto, o adversário está invicto e merece atenção, pois rende R$ 2,62 para R$ 1,00.

Como apostar?

Para investir no UFC basta se registrar no Bodog. É só preencher algumas informações pessoais, de endereço e contato, e em seguida efetuar um depósito com um valor que desejar.

Confira as lutas do UFC 249, no sábado (09/05), na Flórida, Estados Unidos:

Peso leve – (R$ 1,58) Tony Ferguson x Justin Gaethje (R$ 2,40)

Peso pesado (R$ 1,33) Francis Ngannou x Jairzinho Rozenstruik (R$ 3,40)

Peso pena – (R$ 3,10) Jeremy Stephens x Calvin Kattar (R$ 1,37)

Peso pesado – (R$ 1,53) Greg Hardy x Yorgan De Castro (R$ 2,62)

Peso meio-médio – (R$ 1,36) Vicente Luque x Niko Price (R$ 3,25)

Peso médio – (R$ 2,10) Ronaldo Jacaré x Uriah Hall (R$ 1,72)

 

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