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Nos EUA, Zé Mario Sperry adota ‘estratégia de guerra’ contra novo coronavírus

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Zé Mário avaliou como deve ficar o cenário do Jiu-Jitsu após a pandemia - Foto: Marcelo Alonso
Zé Mário avaliou como deve ficar o cenário do Jiu-Jitsu após a pandemia – Foto: Marcelo Alonso

Uma das grandes referências da história do jiu-jitsu e do MMA brasileiro, Zé Mario Sperry não é uma pessoa fácil de ser intimidada. E não é por menos. Aos 53 anos, o veterano, que ainda esbanja um físico de atleta, com seus 1,85m e 100kg de músculos, já esteve frente a frente com os mais temidos lutadores de jiu-jitsu e vale tudo de sua época. No entanto, quando o assunto é o novo coronavírus, a preocupação do ex-pupilo de Carlson Gracie fica evidente. Há 4 anos nos Estados Unidos, onde é dono de uma academia de jiu-jitsu em Miami, na Flórida, Zé Mário tem acompanhado de perto o poder devastador do vírus no país mais afetado pela pandemia até o momento.

Como está sendo a sua rotina e a da comunidade do jiu-jitsu em geral no EUA diante desse novo coronavírus?

Zé Mario Sperry: Está muito complicado, tudo parado, comércio fechado. Já vão fazer três semanas que não abro a minha academia, é realmente muito difícil. Mas essa é uma situação única, é o que tem que ser feito. Costumo falar que não é o mais forte ou o mais rápido que vence, e sim o que melhor se adapta. E é isso que precisamos fazer nesse momento, nos adapatar. Por isso, tenho acordado cedo, me exercitado em casa ou em lugares abertos fora dos horários de pico, mantido uma rotina saudável, comendo bem. É isso que tento passar para meus amigos, as pessoas próximas de mim, meus alunos. Estão todos muito preocupados, estressados, então é mais do que necessário manter esses cuidados.

Assim como a maioria dos esportes, os campeonatos de jiu-jitsu foram cancelados e as academias fechadas por tempo indeterminado. Para tentar contornar isso, alguns professores têm ministrado aulas online. O que você acha dessa prática, que já foi muito criticada no passado?

ZM: Eu sou adepto do provérbio que diz o seguinte: “se você não pode fazer o que tem que ser feito, você tem que fazer o que pode ser feito”. As aulas online é o que pode ser feito no momento, então eu não sou apenas favorável como sou adepto. Tenho dado meus treinos pela internet normalmente, é uma forma de manter os alunos conectados, interessados no jiu-jitsu.

Que impactos você acredita que esse novo coronavírus pode trazer futuramente para a comunidade do jiu jtsu, como organizações, federações, equipes, no negócio como um todo?

ZM: Vai passar por uma fase amarga, mas eu acho que essa onda vai passar. Vamos aprender com o que aconteceu, dar valor ao que tínhamos, retomar antigos costumes como sociedade, uma maior cuidado com o próximo, uma valorização das coisas essenciais de fato. Acho que vamos aprender muito como sociedade e como seres humanos. Os negócios vão passar, na realidade já estão passando por momentos difíceis, mas sou otimista que o cenário irá melhorar e sairemos dessa com um saldo positivo. Inclusive, te adianto em primeira mão que eu e Elias (Eberhardt, organizador geral da AJP Brasil) fomos convidados para tocar o projeto da AJP aqui no EUA.

Você pode dar mais detalhes desse projeto da AJP no EUA?

ZM: Já estamos desenhando o projeto, vamos desenvolver aqui um trabalho com a mesma qualidade com que é feito no Brasil, que é tocado pelo Elias. A ideia é importar toda essa expertise que temos com os eventos feitos ai e trazer para cá. Se tudo der certo podemos fazer o primeiro evento já em outubro desse ano.

Você acredita que já seja possível estipular prazos para voltar aos treinos e às competições?

ZM: Eu acredito que lá para setembro, outubro, já deve começar a voltar com algumas retrições. Talvez no início algumas medidas preventivas devam ser tomadas como campeonatos sem público, menos pessoas trabalhando na organização, menos áreas de luta, um controle de higienização rígido nas academias, menos pessoas no tatame e por ai vai. Mas essa é minha humilde opinião, nada vai ser feito sem o respaldo das autoridades médicas, obviamente.

Fugindo um pouco da pauta, você deixou claro que mantém uma rotina saudável de alimentação e treinos diariamente. Ainda tem dentro de você aquele fogo de competir ou é só uma questão de saúde mesmo?

ZM: Eu estou velho mas não estou morto (risos). Tenho 53 anos e acordo todo dia cedo, me preparo fisicamente, treino, faço o que tem que ser feito. Seria um prazer sentir novamente o gosto de competiçao, aquela adrenalina boa. Vamos ver se não pinta uma superluta contra um outro atleta vovô (risos), pronto eu sempre estou.

Deixa um recado final para todos os praticantes e também amantes do jiu jitsu no Brasil.

ZM: O momento é difícil mas nós vamos superar. O ideal nessa hora é ter uma estratégia de guerra, igual eu fazia antes das minhas lutas. Pega um papel e cria uma programação dos seus dias. Horário de dormir, de acordar, de comer, de se exercitar, das tarefas domésticas, de ficar com a família, tudo. Porque a tendência nessas situações é relaxar, dormir tarde, não fazer nada e isso vai virando um ciclo vicioso que pode gerar outros problemas. E vamos superar isso juntos.

Bi mundial no Muay Thai, brasileira fala sobre futuro no MMA e relembra luta polêmica contra campeã do UFC

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Bicampeã de Muay Thai quer repetir sucesso no MMA - Foto: Mario Palhares
Bicampeã de Muay Thai quer repetir sucesso no MMA – Foto: Mario Palhares

Com uma carreira consagrada no Muay Thai, a qual foi a primeira brasileira a se tornar campeã mundial e a única a ser bicampeã mundial na modalidade, Tainara Lisboa busca agora o mesmo protagonismo em outro esporte, o MMA. O caminho, certamente, não será fácil, mas ela está disposta a fazer o que for possível para atingir o ápice. Com 29 anos, a paulista conquistou em 2014 o cinturão da World Professional Muay Thai Federation (WPMF) e em 2016 o título da World Woman Boxing Association (WWBA), e migrou para o MMA no mesmo ano, após sentir que havia cumprido seu papel no Muay Thai.

Atualmente, Tainara faz parte do plantel de lutadores do Thunder Fight, e enquanto aguarda pela estreia na organização, que é uma das maiores do Brasil no MMA, tem história de sobra para contar sobre sua carreira. Em entrevista, a lutadora passou a limpo sua carreira no Muay Thai, os títulos conquistados, a migração para o MMA, o sonho de chegar no UFC, entre outros assuntos. Ainda deu tempo para a casca-grossa relembrar um duelo em específico, contra Valentina Shevchenko, que ocorreu no ano de 2010, com regras válidas para o Muay Thai. E foi justamente pelo duelo valer pelas regras do Muay Thai que Tainara Lisboa não carrega boas lembranças da luta contra a atual campeã peso-mosca do UFC, como conta a seguir.

“Essa luta com a Valentina (Shevchenko) foi bem polêmica, porque na época que a gente lutou, fechamos para lutar Muay Thai, e na luta, ela fez várias coisas ilegais, como quedas de Judô, me deu várias cabeçadas, me bateu no chão, e o responsável pela arbitragem estava no córner dela. Eu não ganhar faz parte da vida do atleta, a gente tem que lidar e tirar o melhor proveito, mas lutar com pessoas que não são ‘limpas’, isso me incomoda demais. Sei que hoje a Valentina é uma grande atleta de MMA, mas a visão que tenho dela não é legal por conta dessa experiência que tivemos, que não foi nada positiva. Mas um dia, eu ainda acho que a gente vai se encontrar e colocar os pingos nos ‘is’. Na época, depois da luta, meu antigo treinador conseguiu mudar a luta para ‘No Contest’. Era para ela ter sido desclassificada, mas no caso, não aconteceu. Tinha até um vídeo mostrando todas as faltas que ela cometeu, tem a luta também na internet. Foi algo chato, eu não gosto de posturas assim, mas faz parte”, disse a atleta.

Confira a entrevista com Tainara Lisboa na íntegra:

– Início no Muay Thai e primeiros passos no esporte até chegar aos títulos

Eu sempre fui uma criança muito hiperativa, e meu pai era atleta desde novo, ele foi goleiro, praticou Taekwondo, entre outros esportes. Nessas tentativas de alguns esportes, a gente acabou escolhendo a luta, e foi onde eu mais me identifiquei, onde consegui ficar bastante tempo, tanto que estou até hoje. 29 anos e ainda estou lutando (risos). Foi uma jornada muito longa até os títulos mundiais. Eu trabalhei bastante, porque a gente, como atleta, tem dificuldade em todas as áreas, como patrocínio, ainda mais naquele tempo, que poucos conheciam de luta, que pouco se sabia de Muay Thai, então foi uma luta diária. Fora que eu era muito nova, tive que lidar com muitas coisas bem nova ainda, a falta de remuneração também era uma grande dificuldade. Mas eu sempre amei muito o que eu fiz, o Muay Thai era e é uma grande paixão. A estrada foi longa, mas eu sempre me dediquei bastante.

– Balanço da carreira no Muay Thai e avaliação do esporte no Brasil

Eu sou muito feliz com todos os resultados da minha carreira. Eu fui a primeira brasileira campeã mundial profissional e sou a única brasileira com dois títulos mundiais profissionais, então é uma grande alegria, eu sou muito realizada no que me propus a fazer. Com toda certeza, eu tive muito sucesso no Muay Thai, e isso me deixa muito satisfeita. O Muay Thai vem crescendo bastante no Brasil, tanto na parte profissional – os atletas melhoraram muito -, quanto na parte comercial, a gente conseguir chegar na casa das pessoas que não querem lutar, mas fazem a prática do esporte por querer qualidade de vida, emagrecer, desestressar, e isso ajuda muito os atletas. A gente precisa atingir esse público, não só o público que luta, mas todos que querem praticar o esporte. Infelizmente, ainda é bem difícil ganhar dinheiro com luta no Brasil, ainda mais com Muay Thai, mas é algo que vem mudando. As coisas estão crescendo e eu fico muito feliz por ter feito parte disso.

– Decisão de migrar para o MMA e evolução no esporte

A decisão de migrar para o MMA foi bem complicada, porque desde nova, eu só fiz Muay Thai, mas chegou um momento da minha carreira em que eu queria mais, e eu já tinha chegado no ápice, que foram os dois títulos mundiais e pensei: ‘Tá, e agora? Ou eu paro e abro uma academia ou eu penso no MMA’. E foi quando eu decidi que eu, como atleta, tenho muitas coisas a realizar e buscar, e entrei de cabeça no MMA, era a hora de me testar e querer crescer mais como atleta, e o MMA me possibilitou isso, fora que a questão de visibilidade e remuneração é muito melhor no MMA.

Em 2016, eu estreei no MMA e perdi. Na verdade, a minha grande mudança foi ter saído da minha equipe de Muay Thai e ter buscado treinamentos mais direcionados para o MMA. Desde essa mudança, que já tem dois anos, eu sinto que evolui dentro do esporte. Eu lutei em 2016, fiquei um bom tempo parada, e voltei há dois anos para o MMA, focada, com um professor para cada modalidade. Hoje eu treino Jiu-Jitsu todos os dias, participo de campeonatos, treino Muay Thai adaptado, MMA, a parte de Wrestling, Judô. Estou buscando os melhores recursos para montar um bom jogo de MMA. Eu sei o que eu quero, então eu trabalho muito para chegar lá.

– Estreia pelo Thunder Fight e luta cancelada por conta do coronavírus

Estava muito contente e muito focada para essa luta no Thunder Fight. O Thunder é o maior evento nacional, várias meninas que já lutaram na organização, hoje estão em eventos internacionais. Eu estava me preparando muito. Eu lutaria no sábado e minha luta caiu na terça-feira, por conta dessa atual situação que passamos. Mas tudo bem, o Thunder está bem motivado em voltar com força total e eu também. Estou treinando todos os dias, em casa, para estar pronta para lutar logo no primeiro evento que eles fizerem após essa situação do coronavírus. Quem sabe, futuramente, disputar o cinturão da organização, e depois seguir minha carreira internacional? Estamos trabalhando para isso.

– Sonho de chegar ao UFC e inspirações no MMA

Estar no UFC é um grande sonho. Sei que existe um caminho até lá, até para eu estar pronta para enfrentar o alto nível das atletas que estão lá, mas é óbvio que meu objetivo é chegar lá. Tenho meu empresário, Fabão, cuidando da minha carreira aqui no Brasil, fora do país também tenho um pessoal cuidando de mim, que está agilizando algumas coisas, e estamos caminhando para isso. Tenho muitas inspirações no esporte, como a Cris Cyborg, Amanda Nunes, Ronda Rousey, José Aldo, Anderson Silva… São muitas inspirações, é exemplo que não acaba mais (risos). Meu foco é trabalhar para chegar nos maiores eventos, assim como foi no Muay Thai.

– Duelo contra a campeã do UFC Valentina Shevchenko ainda na época do Muay Thai

Essa luta com a Valentina (Shevchenko) foi bem polêmica, porque na época que a gente lutou, fechamos para lutar Muay Thai, e na luta, ela fez várias coisas ilegais, como quedas de Judô, me deu várias cabeçadas, me bateu no chão, e o responsável pela arbitragem estava no córner dela. Eu não ganhar faz parte da vida do atleta, a gente tem que lidar e tirar o melhor proveito, mas lutar com pessoas que não são ‘limpas’, isso me incomoda demais. Sei que hoje a Valentina é uma grande atleta de MMA, mas a visão que tenho dela não é legal por conta dessa experiência que tivemos, que não foi nada positiva. Mas um dia, eu ainda acho que a gente vai se encontrar e colocar os pingos nos ‘is’. Na época, depois da luta, meu antigo treinador conseguiu mudar a luta para ‘No Contest’. Era para ela ter sido desclassificada, mas no caso, não aconteceu. Tinha até um vídeo mostrando todas as faltas que ela cometeu, tem a luta também na internet. Foi algo chato, eu não gosto de posturas assim, mas faz parte.

Eu não lutei só com a Valentina entre os atletas que já estão no UFC. Já enfrentei a Poliana Botelho, a Luana Dread, a Norma Dumont, então tem várias atletas que já lutei, já ganhei, e logo logo estou chegando lá, tenho certeza disso.

Wander Braga relata dias tenebrosos devido ao covid-19 e revela o uso de hidroxicloroquina

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Wander Bragaa defendeu o jiu-jitsu na época do vale tudo - Marcelo Alonso

https://youtu.be/O6VE2WT4LX0

Convidado do RESENHA PVT no início desta semana, Wander Braga anotou mais uma batalha em seu currículo. Mas não foi qualquer batalha, foi a mais difícil de sua vida: contra o covid-19. De acordo com o casca-grossa, que em sua carreira conquistou nada menos que cinco torneios de vale-tudo, o que o ajudou na recente luta foi o uso da polêmica hidroxicloroquina, recomendada por seu médico.

“Não estou aqui defendendo Bolsonaro, não estou defendendo ninguém, não faço apologia a nada. Estou falando o que aconteceu comigo”, salientou Wander. “Realmente foi a maior batalha da minha vida. Falei para todos os meus amigos: levem a sério, não é brincadeira. Eu menosprezei, por ser atleta, e pague pela língua. Foram quatro dias tenebrosos”.

Além dos momentos difíceis que passou devido ao vírus, Wander Braga também relembrou os os momentos marcantes de sua carreira, como quando ganhou a faixa-preta de jiu-Jitsu de seu mestre, Jorge Pereira, após vencer três lutas na mesma noite; o GP que conquistou logo após sair de uma sessão de surfe, ainda com areia na bermuda; os treinos com Rickson Gracie e a confirmação: “Realmente ele é tudo isso que dizem”.

Assista ao RESENHA PVT com Wander Braga no vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=U6kYrE8KBn8

Bustamante detalha batalhas contra Tom Erikson e Matt Lindland: ‘Maiores testes psicológicos da minha carreira’

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https://youtu.be/nctvDGoyCcM

Convidado do RESENHA PVT na última semana, Murilo Bustamante detalhou desafios marcantes de sua carreira que contribuíram para que hoje ele seja considerado uma das maiores lendas de sua geração: o duelo contra o gigante 40 kg mais pesado Tom Erikson, no MARS, em 1996; e a vez em que precisou finalizar Matt Lindland duas vezes na mesma luta, já pelo UFC, em 2002. 

O faixa-coral de Jiu-Jitsu ainda destacou o combate contra Quinton Rampage Jackson realizado no Pride FC, em 2003, quando precisou substituir Ricardo Arona com poucos dias de antecedência. Esta parte será retratada em uma nova edição em nosso canal no Youtube. Se você quiser assistir agora, pode acessar ao vídeo completo do RESENHA PVT, logo abaixo. Esta parte está em 1 hora 53 minutos e 45 segundos. 

https://youtu.be/iiN0E8hkPNY

Comunidade da luta se une a Zico em campanha da LBV para ajudar afetados pela pandemia do coronavírus

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Zico e Cristiano Marcello são algumas das personalidades que reforçaram o time da LBV nesta campanha - Foto: Divulgação
Zico e Cristiano Marcello são algumas das personalidades que reforçaram o time da LBV nesta campanha – Foto: Divulgação

Desde o início da quarentena para ajudar a população no combate ao covid-19, a Legião da Boa Vontade tem liderado um mutirão em todo o Brasil para arrecadar mantimentos para ajudar os mais necessitados com o caos causado pela pandemia. Com a ajuda de parceiros e da própria população, já foram distribuídas mais de 100 toneladas de alimentos e produtos de higiene no país inteiro.

Artistas e figuras do esporte vêm desenvolvendo um trabalho fundamental neste período, propagando a campanha da LBV, o que ajuda a aumentar o número de arrecadação e, consequentemente, o de assistidos pelo serviço da instituição septuagenária. Entre esses ícones está o técnico Zico. O astro dos gramados fez um apelo para aqueles que puderem somar ao time de boa vontade.

“Aqueles que tiverem oportunidade e desejarem ajudar os necessitados, que procurem a LBV. Conheço muito bem o trabalho que eles fazem. Já fiz diversas ações com eles. Gente da maior seriedade e sempre ajudando o próximo. Um grande abraço para todos! Tudo de bom, e vamos ficar em casa”, destacou o ídolo rubro-negro.

Personagens, empresas públicas e privadas e instituições do mundo da luta se uniram ao “Galinho” nesta batalha, entre eles, Supermercado Mega Box; Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro e Secretaria de Defesa Civil Estadual; Super Rádio Brasil; Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu (CBJJ); Federação de Jiu-Jitsu Desportivo do Rio de Janeiro (FJJD-Rio); equipes CM System, Nova União e Tropa Thai; o evento Future MMA e seu narrador, Leandro Mamute; o faixa-coral Sergio Malibu, Cristiano Marcello, e o preparador físico Rogério Camões.

“Peço a todos vocês a colaboração nessa ação solidária da LBV. São muitas famílias passando por necessidade neste momento tão difícil. Juntos, somos mais fortes”, convidou o preparador da lenda Anderson Silva. “É uma fase muito difícil a qual nos encontramos e a LBV está trabalhando para amenizar isso, por isso é importante a nossa ajuda. É só ir no site da LBV e contribuir. É muito importante nos unirmos neste momento”, reforçou o líder da CM System, Cristiano Marcello.

Faça a sua doação. Acesse lbv.org e doe! Acompanhe as ações da LBV em prol das famílias acessando o endereço @LBVBrasil no instagram e no facebook.

Thunder Fight espera realizar edição em junho

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Evento projeta retorno ainda no primeiro semestre - Foto: Divulgação
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Evento projeta retorno ainda no primeiro semestre – Foto: Divulgação

Considerada uma das principais organizações do MMA nacional, o Thunder Fight, assim como outras franquias, foi diretamente afetada por conta da pandemia global do coronavírus. A organização tinha uma edição marcada para o mês de março, no entanto, foi preciso cancelar o card, que seria realizado em São Bernardo do Campo (SP), por conta da orientação das autoridades de não permitir a realização de eventos esportivos com aglomeração de pessoas.

Aguardando uma definição sobre quando será possível realizar uma nova edição, o Thunder Fight, inicialmente tem evento marcado para o dia 18 de junho, em São Paulo, e um dos combates já confirmados para o card é entre Maurício Facção e Klebio “Sapo Capoeira” da Silva. Animado para poder lutar, o experiente Facção revelou que vem mantendo a forma e seus treinamentos no aguardo da realização do confronto, e não deixou de provocar seu oponente.

“Minha preparação está a todo vapor, apesar dessa pandemia causada pelo Coronavírus. Estou focado e seguindo toda a preparação passada por meus treinadores e minha equipe, TeamMaori. Vou chegar na melhor forma possível para esse combate. É melhor o Sapo (Capoeira) se preparar, porque vou passar por cima dele, dessa vez ele não me escapa. Tomara que ele esteja treinando para passar pelo menos do primeiro round”, disparou o casca-grossa.

Presidente da organização, Marcelo Kina falou que a expectativa é, de fato, realizar a edição em 18 de junho, no entanto, a data pode ser alterada conforme o estágio da pandemia da Covid-19. Apesar disso, o mandatário falou sobre o evento e mostrou-se animado em promover o confronto entre Facção e Sapo Capoeira.

“A data do evento está marcado para o dia 18 de junho, mas pode ser alterado conforme o estágio da pandemia aqui em São Paulo. Até maio vamos ter uma precisão melhor, caso contrário, vamos agendar para o dia 20 de julho. A luta principal será anunciada na semana que vem e neste card vamos ter ótimos atletas. Em uma das lutas, teremos a rivalidade entre Maurício Facção e Sapo Capoeira, dois lutadores que, ao longo dos anos, estão se estranhando nas redes sociais. Eles já iriam se enfrentar no ano passado, em setembro, mas o evento foi adiado e este ano conseguimos marcar este combate. A luta entre Maurício Facção e Sapo Capoeira promete ser intensa, pois os dois lutadores estão se alfinetando nas redes sociais, a rivalidade vem crescendo a cada ano e ambos gostam de promover os seus combates e prometem dar um show para os fãs do MMA”, destacou.

Chute Boxe SP organiza live com atletas do UFC e sorteia prêmios

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Fãs terão chance de conversar com lutadores - Foto: Divulgação
Fãs terão chance de conversar com lutadores – Foto: Divulgação

A pandemia da COVID-19 afetou diretamente o esporte mundial, e o MMA não passou à margem dos efeitos do tão temido vírus. Os eventos mundo afora foram cancelados praticamente em sua totalidade, deixando, momentaneamente, milhões de fãs de lutas longe do seu principal entretenimento. Com a presença de seus principais atletas e treinadores, a Chute Boxe São Paulo preparou para esta quinta-feira (16), às 19h, uma live em seu Instagram Oficial.

Durante a transmissão serão sorteados diversos prêmios, como camisas autografadas, mochilas, squeezes e aulas exclusivas de MMA com lutadores profissionais.

“Essa uma pequena forma retribuir todo o carinho que os fãs têm nos dado ao longo de todos esses anos. Sabemos que não vivemos um momento fácil, mas juntos iremos superar esse obstáculo. Nessa live teremos a participação de atletas como Charles do Bronx, Felipe Sertanejo, Mayra Sheetara, Thomas Almeida, entre outros”, contou Diego Lima, treinador da Chute Boxe São Paulo.

As lives viraram uma grande tendência durante esse período de quarenta, batendo, em algumas vezes, recordes de visualizações. São pequenas formas encontradas de amenizar o período de confinamento.

Rafael Alejarra anuncia nova academia em Las Vegas e parceria com equipe brasileira

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https://youtu.be/9XY84vsZraE

O preparador físico brasileiro Rafael Alejarra, que já treinou diversos nomes da luta no mundo, incluindo Wanderlei Silva, Cris Cyborg, Demian Maia, Ronaldo Jacaré e André Galvão e Acelino Popó, anunciou em uma live com o PVT nesta quinta-feira, 16, que está prestes a inaugurar uma academia em Las Vegas, EUA, com o intuito de se tornar uma referência na região. 

Além disso, Alejarra revelou que Gilliard Paraná e as meninas da PRVT, entre elas a ex-campeã peso-palha do UFC Jessica Andrade, a peso-mosca Priscila Pedrita e a peso-galo Karol Rosa, passarão uma temporada no novo empreendimento. Inclusive, as lutadoras estiveram lá este mês para finalizarem o camp das lutas que acabaram canceladas devido à pandemia do coronavírus. 

Patricky Pitbull destaca momentos marcantes no Bellator, incluindo vitórias sobre ex-campeões do UFC e do Strikeforce

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Peso leve relembrou os três principais confrontos da sua longa trajetória na organização americana – Foto: Divulgação Bellator

Patricky “Pitbull” Freire estreou no Bellator em 2011 derrotando um dos grandes nomes da organização. Ex-campeão do extinto WEC, Rob McCullough chegou ao cage circular como grande favorito a conquista do torneio dos leves daquela temporada, mas Patricky tratou de colocar água no chope do americano com um nocaute no terceiro round. A luta foi emblemática, mas Patricky não a coloca como uma das três mais importantes de sua trajetória na organização americana. A primeira que ele apontou como uma das mais marcantes de sua carreira foi contra Toby Imada no Bellator 39, que aconteceu três semanas após a sua vitória contra McCullough. Mais uma vez ele entrou como azarão e saiu do cage vitorioso após aplicar uma espetacular joelhada voadora em Imada ainda no primeiro round.

“Essa foi uma luta muito marcante pra mim. Foi a semifinal do primeiro GP que participei no Bellator. Fui chamado para enfrentá-lo três semanas depois de ter vencido o ex-campeão do WEC Rob McCullough, que foi a minha luta de estreia no Bellator. Ela foi marcante porque o meu adversário foi finalista por duas vezes do GP. A expectativa era que ele fosse o campeão, já que eu tinha eliminado na primeira fase o outro favorito ao título do torneio. Eu o venci após aplicar uma joelhada voadora ainda no primeiro round e concorri ao nocaute do ano de 2011. Por isso ela foi uma das mais importantes da minha carreira”, destacou.

A segunda luta mais marcante de Patricky foi contra o ex-campeão do Strikeforce Josh Thomson, combate que aconteceu no Bellator 172, realizado em fevereiro de 2017. O potiguar vinha de uma derrota contra o desafeto Michael Chandler, e sabia que precisava dar uma resposta imediata com uma grande vitória. E não poderia ter um adversário melhor que Thomson para dar essa volta por cima.

“É um cara que admiro e respeito muito. Ele já nocauteou o Nate Diaz, foi campeão do extinto Strikeforce, e só tinha sido nocauteado uma vez na vida. E eu consegui vencê-lo por nocaute no início do segundo round. Eu vinha de derrota, então foi muito importante voltar a vencer naquele momento e contra um grande adversário como o Thomson”, explicou.

Para fechar o ranking, mais um ex-campeão na lista. Em setembro de 2017, pelo Bellator 183, Patricky enfrentou o casca-grossa Ben Henderson, que chegou a organização com status de estrela após ter conquistado os cinturões do WEC e do UFC. A luta foi importante para Patricky não apenas por ele estar enfrentando um adversário com um grande currículo, mas porque o americano havia batido o seu irmão um ano antes. Na ocasião, Patrício estava vencendo a luta, mas quebrou a perna no segundo round.

“É um cara que dispensa comentários. Também tenho bastante respeito e admiração por ele. Ele é ex-campeão do WEC e do UFC, lutou e disputou o cinturão na categoria até 77kg… Um lutador muito duro e resistente, e que foi subestimado várias vezes na carreira. Eu vinha de vitória contra o Thomson, entrei confiante e consegui derrotá-lo na decisão dividida dos juízes. Mas o motivo mesmo de estar escolhendo essa luta foi porque o meu irmão, quando o enfrentou, passou o primeiro round todo batendo nele, mas acabou quebrando a perna no segundo round. Então, isso aumentou a minha vontade em vencê-lo”, concluiu.

BAÚ DO PVT resgata bastidores de visita de Anderson Silva ao BOPE em 2007

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https://youtu.be/aMnZYjvOsBY

Anderson Silva completa 45 anos de idade nesta terça-feira, dia 14. Para celebrar a data, o BAÚ DO PVT resgata a visita do então campeão dos médios do UFC à sede do Batalhão de Operações Policiais Especiais, o BOPE, no ano de 2007, poucas semanas após defender seu cinturão pela terceira vez, na revanche contra Rich Franklin. 

Na ocasião, Spider bradou o famoso bordão da corporação retratado no filme “Tropa de Elite”, do qual o lutador é um entusiasmado fã: “Nunca serão, jamais serão!”, disse, ainda no octógono, segundos após nocautear Rich Franklin pela segunda vez. Membros da corporação vibraram com a homenagem e, através de um major, convidaram o campeão para uma visita ao quartel general, no Rio.

Ex-lutador e cabo do BOPE, Félix Mau Mau contatou nosso editor Marcelo Alonso, que transmitiu o convite a Anderson Silva. Spider não pensou duas vezes e aceitou de imediato. Na visita, o campeão do UFC conversou com os militares, passou instruções de defesa pessoal, permitiu que os caveiras tirassem fotos com o cinturão, vestiu a farda preta e empunhou um fuzil.

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