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Charles do Bronx projeta disputa de cinturão

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Recordista de finalizações da organização, o paulista terá a oportunidade de realizar a luta principal de um evento do UFC pela segunda vez na carreira- Foto: Leonardo Fabri

O mês de março tem tudo para ser inesquecível para Charles do Bronx. Um dos principais destaques do UFC Brasília, o paulista vai encarar, no dia 14, o experiente Kevin Lee com o objetivo de subir ainda mais no ranking dos pesos-leves (atualmente ocupa a 13ª colocação). Reconhecido por seu excelente jogo na luta agarrada, Do Bronx vem apresentando uma excelente evolução na luta em pé. As suas duas últimas vitórias por nocaute no UFC, contra Jared Gordon e Nik Lentz, respectivamente, exemplificam bem isso.

Embalado por seis vitórias consecutivas, o brasileiro já vislumbra uma oportunidade de disputar o cinturão da categoria. Para isso, garante que está com os treinamentos em dia visando a luta principal do primeiro evento do Ultimate Fighting Championship em solo brasileiro na temporada 2020.

“Tenho certeza que vencendo o Kevin Lee e mais uma luta eu me credencio a lutar pelo cinturão. Tenho que manter minha cabeça no lugar e treinar forte para alcançar os meus objetivos”, afirmou.

A trajetória de 25 lutas no maior evento de MMA do planeta, coloca Charles como um dos atletas mais longevos da organização. Dono do recorde de finalizações do torneio (13), ele promete não esmorecer e quer aumentar ainda mais as suas marcas.

“São dez anos de Ultimate. É uma marca que poucos alcançam, já que o evento tem uma rotatividade muito grande. Já conquistei alguns recordes e quero seguir colocando meu nome na história. Vou seguir trabalhando com bastante humildade para que isso aconteça”, concluiu.

Badr Hari retorna ao ringue do GLORY para enfrentar gigante romeno em junho

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A última atuação do ‘Bad Boy’ aconteceu em dezembro do ano passado - Foto: Glory
A última atuação do ‘Bad Boy’ aconteceu em dezembro do ano passado – Foto: Glory

Badr Hari já tem data e adversário para o primeiro compromisso de 2020. O ídolo marroquino do kickboxing conhecido por inúmeras polêmicas pessoais e profissionais encabeçará a edição do GLORY marcada para dia 20 de junho, em Roterdã, na Holanda. Ele enfrentará o gigante romeno Benny Adegbuyi.

A última atuação do ‘Bad Boy’ aconteceu em dezembro do ano passado, no histórico GLORY Collision 2. A aguardada revanche contra o campeão dos pesados Rico Verhoeven acabou precocemente com ares ‘dramáticos’.

Após conseguir dois knockdowns nos dois primeiros assaltos, Hari foi forçado a abandonar o combate na terceira parcial, quando lesionou o tornozelo ao tentar um chute giratório.

“Minha jornada rumo ao cinturão começará dia 20 de junho. Fique ao meu lado ou passarei por cima. De tudo e de todos”, declarou  o marroquino.

Nascido na Transilvânia, com 1,98m, três vezes campeão dos GP’s da categoria e atual segundo colocado no ranking da divisão, Adegbuyi é um lutador experiente e de estilo clássico, com destaque para a movimentação e contragolpes precisos.

“Faz cinco anos que estou entre o TOP5 dos pesados. Quero sempre lutar contra os melhores. Essa será mais uma luta para me manter no topo. Espero que ele (Hari) venha tão faminto por vitória quanto eu estou. Vamos dar um show”, afirmou o romeno.

Mais informações sobre as demais lutas do card serão divulgadas em breve. No Brasil, o GLORY sempre é transmitido no Youtube oficial da organização (bloco com as Preliminares e Super Fight Series), e no DAZN Brasil (Numbered Series).

Paulão Filho garante torcida para Romero, mas vê perigo em momento de Adesanya

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https://youtu.be/h7dTdxwFEos

Israel Adesanya, 30 anos, e Yoel Romero, 42, fazem um duelo de gerações de pesos médios, valendo o cinturão da categoria, na luta principal do UFC 248, que acontece neste sábado, 7, em Las Vegas, EUA. Considerado, na sua época, o maior nome da divisão, Paulão Filho deu sua opinião sobre o confronto durante o RESENHA PVT dessa quarta-feira, 4.

“Se os dois estivessem no mesmo período, o Adesanya não teria a menor chance, o Romero iria embrulhar ele. Infelizmente eu não sei como o Romero está, ele já está com uma certa idade, cansado. A gente viu contra o Borrachinha que ele ainda é um cara duríssimo. O Adesanya vem num momento bom, mas eu tenho certeza de que o Romero é muito mais atleta, muito mais lutador. Não sei como ele se encontra agora, mas a minha torcida vai para ele”, analisou o ex-campeão do WEC.

Dono de uma análise de lutas diferenciada, o veterano também comentou sobre outros confrontos marcados para este semestre no UFC, incluindo o duelo entre os faixas pretas de Jiu-Jitsu Demian Maia e Gilbert Durinho, que acontece no próximo dia 14, em Brasília. Para Paulão, seu conterrâneo precisa jogar na distância caso queria vencer, já que o paulista não costuma dar chances a quem permite o contato.

“É uma luta difícil para o Durinho se ele quiser deixar o Demian agarrar, porque se o Demian chegar na posição que ele gosta, vai ficar ruim para o Durinho. O Durinho vai ter que fazer o jogo mais completo: bater, sair, tentar ficar em pé, sair da grade… ou seja, não deixar o Demian colocar a mão nele”, acredita.

RESENHA NA ÍNTEGRA

O faixa preta de Carlson Gracie também lembrou dos momentos mais marcantes de sua carreira, como: os episódios da rivalidade com a Chute Boxe; o dia em que quase morreu fazendo 11 horas de sauna para conceder a revanche pelo cinturão do WEC a Chael Sonnen; e a luta com Melvin Manhoef:

“Não perco pra homem que usa saia”, brincou.

Falou ainda dos piores treinos na Carlson e na BTT; escolheu seu lutador ideal; contou “causos” com Carlson Gracie; comentou os tempos em que disputava com Anderson Silva o topo de quase todos os rankings até 84kg e tentou explicar como conseguiu fazer 21 lutas em 10 anos com apenas uma derrota no cartel.

Assista na íntegra no vídeo abaixo:

https://youtu.be/lMk8C4PsImw

BAÚ DO PVT resgata papo com Wallid e Renzo nos bastidores do ADCC 2007

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https://youtu.be/EQOHh5iVuPg

O BAÚ DO PVT desta semana volta aos bastidores do ADCC de 2007, realizado nos EUA, e que consagrou nomes como Demian Maia, Fabrício Werdum, Marcelinho Garcia, Rani Yahya e Xandy Ribeiro e Kyra Gracie.

Porém, os protagonistas do vídeo resgatado são Renzo Gracie e Wallid Ismail. No bate-papo com nosso editor Marcelo Alonso, os rivais, que na época estavam em trégua, falaram dos principais destaques daquela competição.

Alex Cowboy é favorito contra Max Griffin no UFC 248

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O sábado (07/03) promete com o UFC 248, direto de Las Vegas, nos Estados Unidos. O embate principal da noite é entre Israel Adesanya e Yoel Romero, valendo o cinturão do Peso Médio. Outro título em disputa é do Peso Palha Feminino, com Weili Zhang encarando Joanna Jedrzejczyk. Só que Alex Cowboy também merece atenção, pois aparece bem cotado para vencer, de acordo com os odds do UFC.

Peso médio – (R$ 1,33) Israel Adesanya x Yoel Romero (R$ 3,40)

Na luta da noite, Israel Adesanya entra como o mais cotado para vencer, dando R$ 1,33 para cada real, segundo dados do Oddsshark.com. Invicto na carreira, com 18 vitórias, o nigeriano vai defender o título unificado do Peso Médio pela primeira vez. O atleta está em alta, atravessando uma boa sequência, especialmente devido as três apresentações do ano passado, quando superou Anderson Silva, em fevereiro, ganhou o cinturão interino contra Kelvin Gastelum, em abril, e depois bateu Robert Whittaker, em outubro, para ficar como único campeão da categoria.

O favoritismo ainda cresce porque o adversário está em baixa. Yoel Romero até é o número três do peso Médio, mas foi derrotado nas últimas duas apresentações, diante de Whittaker e Paulo Henrique Costa, e com isso entra como zebra, oferecendo R$ 3,40 para R$ 1,00.

Peso palha – (R$ 1,58) Weili Zhang x Joanna Jedrzejczyk (R$ 2,40))

Também defendendo o título no UFC 248, Weili Zhang dá R$ 1,58 para R$ 1,00 com um triunfo. A chinesa não sabe o que é perder desde 2013, acumulando 20 vitórias seguidas. Na última, contra Jessica Andrade, conquistou o cinturão do Peso Palha e agora se prepara para a primeira defesa.

Do outro lado está Joanna Jedrzejczyk, que dominava a categoria até 2014. Depois disso, a polonesa acabou caindo para Rose Namajunas e Valentina Shevchenko, quando disputou os títulos do Peso Palha e Peso Mosca, respectivamente. De volta ao Palha, conseguiu ganhar de Michelle Waterson e com isso recebeu uma nova oportunidade de brigar pelo cinturão, mas chega correndo por fora para este sábado, oferecendo R$ 2,40 para cada real nos sites de apostas esportivas.

Peso meio-médio – (R$ 1,66) Alex Cowboy x Max Griffin (R$ 2,25)

Tentando apagar a sequência de três derrotas, Alex Oliveira tem a chance de se recuperar no UFC ao enfrentar um adversário que também está em baixa. Afinal, Max Griffin só ganhou uma das últimas quatro apresentações e ainda assim foi uma decisão por pontos. Caso o brasileiro aproveite a chance e volte a vencer rende R$ 1,66 para R$ 1,00 nas casas de apostas esportivas.

Peso leve – (R$ 1,58) Beneil Dariush x Drakkar Klose (R$ 2,40)

Outro nome bem cotado para vencer em Las Vegas é Beneil Dariush. O norte-americano coleciona duas finalizações seguidas, contra Drew Dober e Frank Camacho, ambas no ano passado, e agora dá R$ 1,58 para cada real aplicado se vencer mais uma, desta vez diante de Drakkar Klose.

Peso meio-médio – (R$ 2,40) Neil Magny x Li Jingliang (R$ 1,58)

Também pelo Card Principal, Li Jingliang garante R$ 1,58 para cada real com uma vitória para cima de Neil Magny. O chinês chega embalado após ter vencido todas as últimas três apresentações.

Como apostar?

Para você lucrar com o UFC basta fazer um cadastro no Bodog. É só preencher com seus dados pessoais e criar um login e senha. Em seguida efetue um depósito com o valor que você desejar aplicar nas lutas e dê os palpites.

Confira as lutas do UFC 248, que acontece neste sábado (07/03), em Las Vegas, nos Estados Unidos

CARD PRINCIPAL (0h, horário de Brasília):

Peso médio – (R$ 1,33) Israel Adesanya x Yoel Romero (R$ 3,40)

Peso palha – (R$ 1,58) Weili Zhang x Joanna Jedrzejczyk (R$ 2,40))

Peso leve – (R$ 1,58) Beneil Dariush x Drakkar Klose (R$ 2,40)

Peso meio-médio – (R$ 2,40) Neil Magny x Li Jingliang (R$ 1,58)

Peso meio-médio – (R$ 1,66) Alex Cowboy x Max Griffin (R$ 2,25)

CARD PRELIMINAR (20h30, horário de Brasília):

Peso galo – (R$ 1,25) Sean O’Malley x José Quiñonez (R$ 4,00)

Peso meio-médio – (R$ 1,45) Mark Madsen x Austin Hubbard (R$ 2,80)

Peso médio – (R$ 1,12) Rodolfo Vieira x Saparbek Safarov (R$ 6,50)

Peso médio – (R$ 2,25) Gerald Meerschaert x Deron Winn (R$ 1,66)

Peso palha – (R$ 1,90) Emily Whitmire x Polyana Viana (R$ 1,90)

Peso pena – (R$ 2,40) Giga Chikadze x Jamall Emmers (R$ 1,58)

Peso galo – (R$ 1,72) Danaa Batgerel x Guido Cannetti (R$ 2,10)

Taura MMA anuncia importante parceria e planos para expandir sua marca internacionamente

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Djônatan Leão falou sobre os planos do Taura no pós-pandemia - Foto: Alex Gaspar
Djônatan Leão falou sobre os planos do Taura para 2020 – Foto: Alex Gaspar

Prestes a realizar sua primeira edição no ano de 2020, que vai acontecer no próximo dia 15 de março, no Ginásio Perinão, em Gramado (RS), o Taura MMA segue evoluindo a passos largos para se tornar referência no que se refere à gestão e projeção nas artes marciais mistas.  Recentemente, o Taura MMA fechou parceria com a Leão Group, empresa que possui planos ousados para levar a companhia gaúcha em um nível ainda melhor no Brasil e também pretende alçar a organização no cenário internacional, com intenção de realizar eventos nos Estados Unidos e também em outros países.

“Sou o CEO/fundador da Leão Group, que é uma empresa, hoje, com presença não só no Brasil, mas internacional. Temos escritório no Rio de Janeiro, Fortaleza, Orlando, Canadá e Portugal. Hoje, a nossa parceria com o Taura MMA foi estabelecida visando a internacionalização da marca Taura. Somos especializados em expatriação de profissionais e em empresas, como o Taura, que nos procurou para que a gente trate da expansão dos negócios, tanto dentro do Brasil quanto internacionalmente. Nós trabalhamos com profissionais de diversos países, então a gente pode dar toda essa assessoria, não só para indivíduos, como empresas romperem fronteiras, venderem seus serviços, no caso do Taura MMA, atingir outros países. A gente tem trabalhado toda a parte de prospecção de novos patrocinadores, de viabilização de locais para o evento em outros países. Existe um evento previsto para o final de julho, que vai ser o primeiro evento do Taura nos EUA, esperamos fechar isso em breve. Temos propostas de diversos locais do país, contratos pré-assinados com empresas de televisão/streaming, para transmitir o evento, interesse de diversos atletas de renome internacional. Temos propostas também de Las Vegas e Califórnia.

A nossa ideia é, esse ano, fazer dois eventos em solo americano. Para 2021, o calendário será de cinco eventos nos EUA, três eventos no Brasil, um no Canadá e outro em Portugal, é o que nós temos fechado até o momento. Mas já temos conversas iniciais com Abu Dhabi, que se tornou referência nas artes marciais nos últimos anos. As perspectivas com essa parceria são de auxiliar, estar junto com o Taura MMA em toda viabilização do evento, parte de segurança jurídica, contratação de atletas, obtenção de vistos de trabalho para esses lutadores, toda a parte contratual em esses países que citamos, além de segurança comercial. Hoje, temos o Taura MMA como um produto bem importante dentro do nosso portfólio e a intenção é fazer com que ele se torne um dos maiores eventos do mundo. Temos todos os elementos para tornar o evento com projeção internacional”, disse Leonardo Leão.

Presidente do Taura MMA, Djônatan Leão celebrou a importante parceria com a Leão Group e reforçou o desejo da organização em expandir para outros países, destacando ainda que os planos são de tornar o evento em um dos melhores do mundo em um futuro próximo.

“Essa parceria de sucesso entre Taura MMA e Leão Group é um processo de expansão a nível mundial. A gente tem grandes planos, está dando tudo certo com essa ideia de expansão e já está bem adiantada essa questão do evento nos EUA para o mês de julho. Estamos abrindo muitas portas, e isso eu acredito que seja referente ao grande trabalho realizado por toda nossa equipe e agora é aguardar os próximos capítulos, onde teremos novas datas confirmadas. Mas uma coisa é certa: a gente vai trabalhar para se tornar um dos melhores eventos do mundo. Espero que todo mundo aguarde ansiosamente, sigam sendo profissionais, que do nosso lado, estaremos fazendo o mesmo, sempre buscando o melhor pelo esporte e nunca esquecendo das ações sociais, que também sempre realizamos”, salientou o CEO.

O presidente da organização revelou também a parceria com o Grupo IESA Harley Davidson, referência no mercado automotivo. Para a próxima edição do Taura MMA, no dia 15 de março, no Ginásio Perinão, em Gramado (RS), os lutadores do evento serão beneficiados, já que a Harley Davidson vai premiar dois atletas do card que tiverem a melhor performance da noite com um bônus de R$ 500. A companhia também vai promover uma edição em conjunto com a IESA Harley Davidson no dia 22 de novembro, em Porto Alegre, com lutas ainda a serem confirmadas.

Bruno Gazani vence a terceira e tailandês mantém cinturão no GLORY 75

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Brasileiro venceu mais uma - Foto: Glory
Brasileiro venceu mais uma – Foto: Glory

Realizado em Utrecht, na Holanda, o GLORY 75 iniciou o ano letivo da maior organização de kickboxing do mundo como manda o figurino: repleto de destaques e lances contundentes. Em busca da terceira vitória seguida, o peso-leve paulista (até 70kg) Bruno Gazani subiu ao ringue no bloco da Super Fight Series, desta vez contra o belga/marroquino Mohammed Hendouf. Com o volume de golpes intenso e característico em ambos os lados, o combate logo se transformou em grande batalha campal.

Pressionando desde o início, o brasileiro aplicou golpes potentes em momentos-chave e garantiu boas vantagens nos três rounds. Hendouf retrucava com versatilidade nas combinações de socos e chutes, mantendo a luta palmo a palmo até o último gongo. No final, o triunfo por decisão dividida ficou com o brasileiro, que segue invicto na organização desde a estreia, em outubro do ano passado.

“Foi um desafio complexo de julgar por causa dos estilos parecidos. Ele se movimentou bastante e foi difícil colocá-lo contra as cordas. Mas quando consegui, o jogo fluiu com mais eficiência e isso fez a diferença”, disse Gazani.  “O peso-leve é a divisão mais concorrida do GLORY. O nível técnico aumenta a cada desafio. Estou sempre pronto e quero voltar ao ringue o mais rápido possível”, completou.

Rotina

No main event da noite, o tailandês campeão dos penas (até 65.5kg) Petchpanomrung enfrentou o ucraniano Serhii Adamchuk. Com domínio pleno da distância durante boa parte dos cinco rounds e combos precisos de socos e chutes médios, o thai minou paulatinamente a resistência e movimentação do adversário, que teve os melhores momentos quando tentou variar chutes, mas novamente acabou engolido pelo jogo robusto e metódico do asiático.

No final, vitória por decisão unânime para Petch, além do 3 a 0 garantido no placar da trilogia contra o oponente.

No Brasil, o GLORY sempre é transmitido no Youtube oficial da organização (bloco com as Preliminares e Super Fight Series), e no DAZN Brasil (Numbered Series).

Resultados oficiais – GLORY 75

Petchpanomrung venceu Serhii Adamchuk por decisão unânime

Yousri Belgaroui venceu Jakob Styben por TKO

Tyjani Beztati venceu Michaël Palandre por TKO

Jamie Bates venceu Harut Grigorian por decisão unânime

Sergej Maslobojev venceu Roël Mannaart por TKO

Anissa Meksen venceu Jiwaen Lee por TKO

Guerric Billet venceu Artur Saladiak por decisão unânime

Bruno Gazani venceu Mohammed Hendouf por decisão dividida

Vincent Foschiani venceu Sijun Jin por decisão unânime

Antonio Campoy venceu Bowie Zonneveld por decisão unânime

Lorena Klijn venceu Almira Tinchurina por decisão unânime

O dia em que Valdemar Santana castigou o japonês Kimura num duelo de Vale Tudo na Bahia

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https://youtu.be/1-seK9I4QbU

Convidado do RESENHA PVT da semana passada, o historiador marcial Elton Silva revelou um confronto lendário entre dois algozes de Hélio Gracie que pouca gente tinha conhecimento da existência: Masahiko Kimura x Valdemar Santana, em 1959.

De acordo com manchetes da época, resgatadas por Elton Silva e Eduardo Corrêa durante pesquisa para o livro “Muito Antes do MMA – O Legado dos Precursores do Vale Tudo no Brasil e no Mundo”, Kimura e Valdemar duelaram duas vezes, uma nas regras do Jiu-Jitsu, no Rio, e outra, nas do Vale Tudo, na Bahia.

O curioso é que, de acordo com a pesquisa, o japonês aceitou o duelo nas regras do Vale Tudo por engano, tendo ciência apenas momentos antes da luta. Após finalizar Valdemar no Jiu-Jitsu, Kimura foi castigado no Vale Tudo. Porém, como não foi finalizado ou nocauteado, a luta terminou empatada, como previa a regra.

Assista ao relato de Elton Silva no vídeo acima. Abaixo, segue um resumo do prefácio do livro, disponível para compara na Amazon (clique aqui para adquirir o seu).

“Aos poucos, a história do desenvolvimento das artes marciais no Brasil se mostra muito mais complexa e nebulosa do que aquela que fora apresentada logo após a emergência dos brasileiros nos ringues. Por que a proeminência dos brasileiros nos primórdios dos modernos torneios de Vale Tudo, chamados de Mixed Martial Arts (MMA)? O que os faziam tão originais? E por que não pertenciam a uma única arte marcial? E por que as versões contadas inicialmente sobre a história das artes marciais no país, na verdade inconsistentes e enviesadas, não resistiam a simples questionamentos?

Foi essa curiosidade que uniu os autores em torno de uma minuciosa investigação a respeito das origens e do processo de formação de lutadores nacionais de grande projeção internacional. Mas à medida que se pesquisava, novas informações surgiam, assim como novas dúvidas. Pouco a pouco se percebia que o fenômeno tinha raízes muito mais profundas, bem como fortes vínculos além das fronteiras nacionais. E não se limitava apenas a uma arte marcial. Era muito mais amplo. Isso tudo levou a pesquisa a se aprofundar e expandir, não só nos arquivos nacionais, principalmente os da Biblioteca Nacional, mas também mundo afora. O trabalho foi concluído somente após meia década de uma pesquisa rigorosa, baseada nas principais obras históricas de artes marciais e nos periódicos digitalizados das principais bibliotecas do mundo, localizadas, sobretudo, nos EUA, Alemanha, Bélgica, Espanha, Portugal, Singapura, Hong Kong, Japão, França, Argentina, México e Reino Unido.

Os autores esperam dessa maneira proporcionar aos leitores mais exigentes uma versão minuciosa e bem embasada da rica história do desenvolvimento das artes marciais, sobretudo dos combates mistos, no país e no mundo desde as suas origens. Processo inexorável, graças à abnegação de lutadores apaixonados pelo combate, que culminou com a projeção internacional do Brasil como grande potência do MMA”

Deiveson Figueiredo tem interesse em subir de categoria para desafiar Henry Cejudo: ‘Seria um prazer’

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Brasileiro é o novo campeão do UFC - Foto: Leonardo Fabri

https://youtu.be/GDyVspZDKM0

Ao RESENHA PVT uma semana antes de enfrentar Joseph Benavidez em luta válida pelo cinturão peso-mosca do UFC, que, apesar da grande vitória, acabou não conquistando por não ter batido o peso da categoria, Deiveson Figueiredo falou sobre a possibilidade de subir de divisão para desafiar o atual campeão, Henry Cejudo, que no dia 14 de maio visita o Brasil para defender o título contra José Aldo.

“Sou fã do José Aldo, confesso. Mas, se acontecer do fanfarrão do Henry Cejudo defender o cinturão, eu teria o prazer de subir de categoria para lutar com ele. Vai ser um prazer lutar com ele na 61kg”, declarou o brasileiro. “Eu gostaria de fazer uma visita ao cinturão dele. E se ele quiser vir par a minha categoria, ele vai ser bem-vindo também.”

Vídeo: Filho de Anderson Silva vence mais uma e conquista dois cinturões no Kickboxing

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Gabriel silva e sua entourage - Foto: WCK Muay Thai

https://www.youtube.com/watch?v=58LIwyzmSpE&feature=emb_title

Filho de Anderson Silva, Gabriel Silva, 22 anos, venceu novamente. O lutador de Muay Thai nocauteou o até então invicto Christian Williams nesse final de semana, nos EUA, chegou a cinco vitórias em cinco lutas disputadas na categoria amador e conquistou dois cinturões de eventos americanos: peso médio do ISK e até 74kg do FightersRep.

Anderson Silva foi sucinto ao exaltar o feito do filho, mas não escondeu o sentimento: “Parabéns. Grande Luta. Orgulho”, escreveu o ex-campeão do UFC em sua conta oficial no instagram, junto com uma foto na qual aparece treinando com o pupilo. Assista à vitória de Gabriel Silva no vídeo de abertura desta nota. 

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