Os atletas da CMSystem estão com a agenda cheia. Entre 26 de agosto e 2 de setembro, cinco representantes da equipe entram em ação em três eventos diferentes. A novidade é que a reta final da preparação está sendo feita no novo e equipado centro de treinamento da equipe, ainda em Curitiba.
CMSystem está de mudança de endereço – Divulgação
O antigo CT, onde a equipe treinou por 14 anos, foi palco do início do camp desses atletas, que se emocionaram ao se despedir do espaço onde diariamente se encontravam para melhorar como atletas, evoluir como pessoas e se divertir com a energia que o líder Cristiano Marcello sempre faz questão de exaltar.
“Sou muito grato a este lugar, ajudou a CMSystem a se tornar o que a gente é hoje. Começou com uma salinha de 15m2, depois foi para 20m2 e cresceu para o que é isso hoje. Este espaço ajudou a mudar vidas”, disse Cristiano Marcello no discurso de despedida do antigo CT.
“Só que nossa energia positiva expandiu tanto que já estava abafando aqui dentro, nós precisávamos dissipá-la, trazer novas pessoas para essa locomotiva chamada CMSystem, mais braços para botar lenha na fornalha”, continuou o head coach, complementado com uma oração de agradecimento puxada por Elizeu Capoeira.
Com estrutura de primeiro mundo, incluindo um tatame de 600m2 de tatame, ringue, octógono, 11 sacos de pancadas, spa de recuperação com duas banheiras, de hidromassagem e gelo, e sauna, o novo centro de treinamento já está recebendo os camps dos atletas que estão de luta marcada.
“Progredimos, vamos para um lugar maior, para o maior centro de treinamento da América Latina. Ringue, octógono, fisioterapia lá dentro… tropeçou, está lá dentro. Vamos ter eventos. Era o que faltava para a gente ser o melhor time do mundo. E nós vamos ser”, exaltou Cristiano Marcello.
No dia 26 deste mês, Rafael Mini Man entra em ação no Fight Music Show, em São Paulo; já em 2 de setembro, Geraldo Luan Santana disputa o cinturão dos meio-médios do LFA, em Cajamar-SP; no mesmo dia, André Dedé, Vladimir Marrero e Felipe Hulk defendem a bandeira da equipe no evento em Belo Horizonte.
Vale destacar que não são só os atletas de alto rendimento que poderão usufruir da megaestrutura da CMSystem. A previsão é que a partir de setembro o novo CT receberá alunos, entre crianças, adultos, homens e mulheres, que queiram treinar em busca de uma melhor qualidade de vida.
“É um ambiente acolhedor, respeitador, onde o cara vai poder levar a namorada para treinar, os pais vão poder ficar tranquilos enquanto os filhos estiverem lá. Vamos aplicar técnicas que lutadores do UFC treinam, mas de uma forma segura. É para o aluno sair de lá revigorado e com a autoestima elevada a cada aula”, afirmou Cristiano Marcello.
Camila Silva foi campeã até 54kg na divisão cadete feminino - Camila Nakazato/CBBoxe
O boxe nacional tem 14 novos campeões brasileiros. Na última semana, foram realizadas as finais do Campeonato Brasileiro Cadete de Juvenil 2023, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Várias promessas da nobre arte subiram no ringue para definir quem iria levar a medalha de ouro da principal competição de categorias de base no Brasil.
Cadete feminino
Camila Silva foi campeã até 54kg na divisão cadete feminino – Camila Nakazato/CBBoxe
A programação começou com as finais do cadete feminino. Nos 54kg, Camila Silva (SP) encarou Jéssica Coutinho (BA). Após um primeiro round equilibrado, a atleta baiana vencia a luta na opinião de três juízes. Mas a partir do segundo assalto, Camila mostrou muita intensidade no combate, vencendo por RSC no último round. “Estou muito feliz. Treinei demais para chegar aqui e hoje estou conquistando o meu sonho”, disse a nova campeã brasileira após a luta.
Na sequência, veio o duelo dos 63kg, entre Caroline da Silva (SC) e Anna Beatriz Souto (DF). A atleta do Distrito Federal imprimiu um bom volume de luta desde o primeiro round para vencer o combate por 5 a 0. “Valeu a pena todo o sacrifício. E vale a pena ser atleta. A melhor experiência da minha vida”, disse Anna Beatriz, que também agradeceu o apoio da família, dos técnicos e das meninas que treinam com ela.
Cadete masculino
A disputa do cadete masculino começou com quatro títulos para a Bahia. O primeiro ouro do estado veio na categoria até 50kg masculino. Gabriel de Assis foi melhor nos três rounds da final para superar João da Cruz (RJ) em uma decisão unânime dos juízes. “É muito bom estar participando da competição e estar realizando tudo que eu sonhei. No último ano vim ganhando tudo e agora o Campeonato Brasileiro”, afirmou o atleta de 16 anos.
Em seguida, aconteceu a final dos 54kg, com mais um título para a Bahia. Ícaro da Silva venceu o paraense Isaac Veloso também por unanimidade. Após um primeiro round parelho, com vitória do atleta do Pará, Ícaro foi melhor nas parciais seguintes para ficar com a medalha de ouro, depois que levou um bronze no último ano. “É muito gratificante ser campeão brasileiro. Tudo isso graças ao trabalho dos meus professores Binho e Flávio que me ajudaram muito no treinamento pegando pesado comigo”, comentou Ícaro.
Nos 60kg, Ruan Santana venceu um duelo muito equilibrado contra Ithalo Cardoso (ES). O atleta da Bahia ganhou o combate por 4 a 1 para ficar com o título de campeão brasileiro. “Quero agradecer à minha família, minha mãe e meu irmão, que sempre me apoiaram e estão torcendo por mim”.
O quarto ouro baiano veio na final dos 75kg. Em uma luta acirrada, Gabriel dos Santos derrotou João Mafra (SP) por 3 a 2, em uma decisão dividida dos juízes. “Achei uma luta muito boa. O boxeador de São Paulo também é muito bom. Mas eu estou bem treinado e consegui me tornar bicampeão brasileiro”, afirmou Gabriel
Quem furou a sequência de títulos da Bahia foi ngelo Rodrigues, do Rio de Janeiro. Em mais um duelo equilibrado, o atleta carioca ganhou a final da categoria até 66kg. “Foi uma luta bem difícil, muito pegada. Mas conseguimos sair com a vitória”, analisou o pugilista.
Juvenil feminino
Em seguida, começaram os duelos da divisão juvenil, com atletas de 17 e 18 anos. A primeira luta foi a final da categoria até 57kg feminino. Emanuelly Luna da Silva, do Pará, foi dominante no combate contra Vitória Silva, de Goiás. “Sensação de missão cumprida desta vez”, comentou a atleta que havia ficado com o bronze no ano passado e que agora irá subir para o topo do pódio.
Na categoria até 60kg, a final feminina mais equilibrada da noite entre Deyziane Moreira (SP) e Maria Eduarda de Jesus (BA). A paulista foi melhor no primeiro round, enquanto a baiana venceu o segundo. A decisão foi para a terceira parcial, com vitória de Deyziane Moreira por 3 a 2. “Eu estava desacreditada. Só subi no ringue e fui, conseguindo sair bicampeã brasileira”, disse Deyziane.
Juvenil masculino
São Paulo levou quatro ouros no juvenil masculino. No primeiro combate, pela categoria até 51kg, Pablo de Brito derrotou Alecsandro Domingos (PB) por 5 a 0, para conquistar seu primeiro título brasileiro. “Foi um trabalho muito duro, de cinco anos. Fui aprendendo com meus erros a cada campeonato, para finalmente me tornar campeão brasileiro”.
Em seguida, Kelvy da Trindade levou o título dos 57kg ao derrotar Douglas de Souza (BA) também por unanimidade. Dessa forma, o atleta se tornou tricampeão brasileiro. “Estou muito orgulhoso de mim, por saber que fiz o que tinha de fazer nas três lutas até ser campeão de novo pela terceira vez”, comentou o atleta.
O terceiro ouro paulista saiu na final da categoria até 71kg. Thauan da Silva venceu um duelo equilibrado contra Gustavo Santana (BA) por 3 a 2. “Uma luta muito dura contra um atleta muito experiente. Mas consegui conquistar meu segundo título brasileiro”, afirmou o atleta, que no começo do ano foi vice-campeão da Copa do Mundo Júnior de boxe, em Montenegro.
Encerrando a sequência de títulos paulistas, Leandro Santos derrotou Brenno dos Santos (RJ) por 4 a 1. “Sempre foi um sonho meu ser campeão brasileiro, chegar aqui e mostrar o meu talento”, disse o atleta após a final.
Nos 63,5kg, veio o único ouro da Bahia no juvenil masculino. Samuel Rosa dos Santos venceu Wallison da Cruz (SC) por 5 a 0, conquistando também seu terceiro título brasileiro seguido. “Foram quatro lutas cansativas. Gratidão a Deus e a todo mundo que me ajudou a ser tricampeão brasileiro”.
Patricky venceu o compatriota Roberto Satoshi no último final de semana - Divulgação/Bellator
Ex-campeão dos pesos-leves do Bellator, Patricky Pitbull está determinado a reconquistar o título da categoria. E o primeiro passo foi dado no último sábado (29), quando ele venceu por nocaute técnico o compatriota Roberto Satoshi pelas quartas-de-final do GP dos leves no evento Bellator x Rizin 2, realizado no suntuoso Saitama Super Arena, no Japão. A vitória garantiu a vaga para a semifinal do GP, que dará ao campeão a premiação de um milhão de dólares, além do título da categoria. Patricky aprovou a sua atuação e disse ter seguido à risca a estratégia montada para a luta.
Patricky venceu o compatriota Roberto Satoshi no último final de semana – Divulgação/Bellator
“Minha performance foi perfeita. Lutei com bastante calma e consegui fazer o meu jogo para vencer a luta. Pressionei o Satoshi para que ele errasse as entradas de queda e se frustrasse. Acho que fui bem feliz na estratégia. Queria ter conseguido conectar mais alguns golpes de mão, mas o que importa é que a vitória veio. Apesar de ter conseguido um knockdown no segundo round e não ter conseguido terminar a luta após a joelhada voadora, a minha performance foi muito boa”, disse o potiguar.
Inicialmente Patricky enfrentaria AJ McKee, mas uma infecção bacteriana em um ferimento no joelho, obrigou o americano a deixar o card na semana da luta. O Bellator agiu rápido e escalou o multicampeão de Jiu-Jitsu Roberto Satoshi, que tem um jogo completamente oposto ao do norte-americano. Diante disso, o irmão de Patrício Pitbull disse que a única coisa que conseguiu mudar no pouco tempo para a luta foi a estratégia.
“Não tive muito tempo para mudar meus treinos. O que consegui fazer foi uma adaptação na estratégia. E na hora da luta precisei ser inteligente para conseguir impor a estratégia. O AJ McKee é canhoto, é um cara mais da trocação, e o Roberto Satoshi é um cara destro e do grappling. Na questão dele ser destro, a minha vida inteira treinei muito mais com atletas com essa base, então a adaptação foi mais na questão do Jiu-Jitsu e da estratégia, pois precisava fazer ele se frustrar nas tentativas de queda”, explicou.
O próximo combate de Patricky será contra o russo Alexander Shabliy, em luta válida pela semifinal do torneio. O brasileiro já conhece o jogo do seu adversário e garante que estará preparado no dia do confronto.
“O Shaliby é um russo, um cara muito duro, que só tem duas derrotas na carreira. Ele é um cara completo, muito perigoso, tanto na parte em pé quanto no Wrestling. Então, preciso estar pronto para isso, preciso estar confortável para esse jogo. Vou continuar treinando duro e focado no meu objetivo, que é vencer quem estiver na minha frente. Então, se ele é o próximo, eu tenho que vencê-lo, não importa como”, concluiu.
Do outro lado da chave está Brent Primus e o campeão da categoria, Usman Nurmagomedov, que conquistou o título ao derrotar Patricky em novembro do ano passado. O local e a data dos duelos das semifinais ainda não foram divulgados pela organização americana.
Pedro Lucas é campeão brasileiro de jiu-jítsu - Divulgação
Com cerca de cinco meses de faixa-preta, Pedro Lucas já vem escrevendo o seu nome na história do Jiu-Jitsu. O início do atleta da equipe Garage Team na elite do esporte foi avassalador, com títulos no Rio Open, depois em Abu Dhabi, e especialmente no Brasileiro da CBJJ, onde ele se consagrou campeão super-pesado em sua estreia no maior torneio do país como preta.
Pedro Lucas é campeão brasileiro de jiu-jítsu – Divulgação
Na sequência, o carioca Pedro Lucas rumou para Belo Horizonte, em Minas Gerais, onde auxiliou o casca-grossa Felipe Preguiça em sua preparação para a luta de grappling contra Haisam Rida, realizada na última semana pelo WNO e que terminou com vitória de Preguiça por finalização.
Animado com o “período mineiro” e o que vem pela frente, o faixa-preta falou sobre o que espera após o seu ingresso na elite da arte suave, onde como diz o ditado, o “buraco fica mais embaixo”. Pedro, independente, foca na sua evolução.
“Agora o compromisso (com o esporte) é mais sério e vale de verdade. O jogo é pra valer, última fase, mas em relação à dedicação é a mesma coisa de sempre. O título brasileiro me fez voltar a acreditar que eu podia viver e brilhar no Jiu-Jitsu. Foi uma prova que, mesmo vindo de uma equipe ‘pequena’, dá pra chegar lá. A gente precisa é querer, então com certeza esse título foi um divisor de águas na minha carreira, que me motivou mais. Com apenas três meses na faixa-preta ser campeão brasileiro, depois de dois anos batendo na trave como marrom, me sinto abençoado”.
Recentemente, Pedro Lucas deixou a Garage Team para passar por um período de treinos em Minas, mais precisamente no time liderado por Preguiça, da Gracie Barra, onde auxiliou o multicampeão com e sem quimono. Sobre a experiência, o carioca foi só agradecimentos.
“Esse tempo com o Preguiça foi bem bacana. É uma das lendas do Jiu-Jitsu, um cara muito técnico, muito dedicado, e não atoa ele é quem é. Aprendi muito com ele e espero utilizar esses aprendizados no meu jogo. (…) Acho que o principal desses treinos é que agregaram muito no meu Jiu-Jitsu sem quimono. Pretendo lutar No-Gi este ano algumas vezes, quero mostrar meu nível, então foram fundamentais (os treinos)”, afirmou o atleta do Rio de Janeiro.
Pedro Lucas ainda confirmou que a sua próxima competição será o Abu Dhabi Grand Slam de Miami, nos Estados Unidos, dias 16 e 17 de setembro, onde vai competir pela categoria até 120kg.
“Estou preparado e agradeço aos meus apoiadores por me permitirem buscar mais esta conquista. A Brazil Combat tem me ajudado em termos de estrutura, material, apoiando os meus sonhos, então fico feliz de fazer parte deste time, que é maravilhoso e eu só tenho à agradecer, agregar ao trabalho”, encerrou o faixa-preta.
O Shooto Brasil anunciou as duas principais lutas de sua próxima edição, de número 119, que acontece no dia 25 de agosto, na Upper Arena, no bairro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro.
A luta principal coloca frente a frente Ronys Torres, 36 anos, e Pedro Paulino Vinagre, 39, pelo cinturão dos meio-médios. Embora mais novo, Ronys possui 50 lutas de MMA e passagem pelo UFC. Já Vinagre, fez 11 lutas, e venceu 10.
A penúltima luta também será protagonizada por dois dinossauros do MMA: Carlos Índio e Zezão Trator. Juntos, eles somam nada menos que 107 lutas disputadas, incluindo aparições no Bellator e em outros eventos internacionais.
O Shooto Brasil 119 será transmitido ao vivo e com exclusividade pelo UFC Fight Pass. Os ingressos podem ser adquiridos na academia Upper, R. Marquês de Abrantes, 96 – Flamengo. Confira os valores:
Arquibancada: R$ 30
Cadeira: R$ 50
Camarote R$ 100 (mínimo de 10 pessoas para fechar um camarote).
Aos 23 anos, Luana Santos fará sua estreia no UFC, no evento que acontece em Las Vegas dia 12 de agosto. A atleta da categoria Peso-Mosca irá enfrentar a americana Juliana Miller.
“Estou treinando forte para essa estreia. Quero fazer meu nome na organização e virar referência na modalidade. Mas é importante dar esse primeiro passo no UFC e ir adquirindo experiência. Sei o quanto trabalhei e o esforço que tive para chegar aqui. Agora, vou mostrar para o mundo isso”, disse Luana.
A brasileira lutava pelo LFA (Legacy Fighting Alliance) e tem um card de cinco vitórias, sendo três por submissão e duas por decisão dos árbitros, e apenas uma derrota em seis lutas. A adversária da brasileira já foi campeã do TUF na categoria.
“Conheço minha adversária, sei que ela já foi campeã, mas eu estou indo atrás do
meu sonho. Dentro do octógono o que vale é o treino, o preparo, os títulos ficam do
lado de fora. Estou preparada e animada para este desafio”, respondeu a atleta, que assinou contrato de quatro lutas no Ultimate.
Cinco meses após a sua última luta, Carlston “Moçambique” Harris está de volta ao octógono mais famoso do mundo. O guianês, que venceu a sua última luta em março deste ano, vai em busca de mais um triunfo no UFC. Neste sábado (5), em evento que será realizado na cidade de Nashville, no Tennessee, o atleta da Renovação Fight Team (RFT) terá pela frente o norte-americano Jeremiah Wells, que está invicto no UFC após quatro lutas. Moçambique, que também vai em busca de sua quarta vitória na organização, está confiante para o duelo e acredita que pode vencer a luta por nocaute ou finalização.
Carlston Harris vem de vitória no UFC – UFC
“A minha expectativa é chegar lá e colocar tudo o que eu treinei em prática. O meu pensamento é tentar acabar com a luta o mais rápido possível. Ele é um cara completo, mas ele tem muitas brechas em seu jogo. Eu vou tentar explorar essas brechas e buscar impor a estratégia que eu treinei para essa luta. Assim que ele abrir uma brecha, vou tentar nocautear ou finalizar. Mas ele é um oponente forte e completo, mas nada que intimide. Eu estou bem confiante no trabalho que eu fiz com a minha equipe e vou em busca de mais uma vitória”, garantiu.
Carlston Harris ostenta um cartel com 23 lutas de MMA, sendo 18 vitórias, cinco delas por nocaute e cinco por finalização, e apenas cinco derrotas. No UFC ele soma três vitórias, sendo uma por nocaute e uma por finalização, e apenas uma derrota. Seu adversário possui 15 lutas, com 12 vitórias, sendo cinco por nocaute e quatro por finalização, um empate e apenas duas derrotas. Diante do bom retrospecto dos dois atletas, Moçambique espera que uma vitória o coloque no ranking da categoria dos meio-médios (até 77kg).
“É uma boa luta, pois são dois candidatos fortes para entrar no ranking desta categoria. Mas tudo vai depender do UFC, do critério deles para que o vencedor apareça no ranking. Mas a gente não manda em nada, só obedece. Eu vou lá fazer o meu trabalho. Mas gostaria muito que essa luta desse essa possibilidade de entrar no ranking da divisão. Eu treinei muito Luta Livre e Boxe. Nós fizemos um trabalho completo e montamos uma boa estratégia. Vou com a intenção de nocautear ou finalizar. Não quero que essa luta vá para a decisão dos juízes. Mas estou preparado para o que vier. Ele é um cara que tem muito ímpeto no início. Vou segurar esse ímpeto e depois tentar acabar com a luta, seja por nocaute ou finalização”, concluiu.
Evento reúne talentos do boxe fluminense - Divulgação/Delfim
A segunda etapa do Campeonato Carioca de de Boxe Amador 2023 já tem data e palco para acontecer: dia 9 de setembro, no icônico ringue da academia Delfim, na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro.
Evento reúne talentos do boxe fluminense – Divulgação/Delfim
Chancelado pela Associação de Boxe Amador e Profissional do Brasil (ABB), o Campeonato Carioca reúne os melhores nomes e futuras promessas da nova geração da nobre arte fluminense.
A primeira etapa aconteceu no dia 29 de julho, no mesmo local, e foi marcada pela apresentação de grandes talentos, muita técnica e vontade imprimida pelos atletas que subiram a um dos ringues mais tradicionais do boxe carioca.
O PAPO DE LUTA 114 traçou um raio-x dos principais destaques do UFC 291, especialmente sobre a estreia vitoriosa de Alex Poatan nos meio-pesados e seu próximo passo na categoria; analisou o triunfo de Patricky Pitbull sobre Roberto Satoshi e a surpreendente derrota de Patrício no Bellator x Rizin 2; apresentou os pitacos do UFC Sandhagen x Font e os prognósticos da fase eliminatória da PFL, que tem início nesta semana.
Buchecha retorna ao cage nesta sexta-feira - Divulgação/ONE Championship
Lenda do Jiu-Jitsu, Marcus Buchecha enfrentará Oumar “Reug Reug” Kane pelo ONE Fight Night 13 no próximo dia 4 de agosto em Bangkok. Invicto no MMA, com três vitórias por finalização e uma por nocaute, todas no primeiro round, o multicampeão Mundial de Jiu-Jitsu enfrentou adversários que testaram o seu conjunto de habilidades no MMA. Contra o fenômeno do Wrestling senegalês “Reug Reug”, Buchecha planeja mostrar que o seu jogo continua evoluindo.
Buchecha retorna ao cage nesta sexta-feira – Divulgação/ONE Championship
“O Reug Reug é um cara muito duro, vem de uma sequência boa de vitórias. A última derrota dele foi para o Kirill Grishenko, que eu venci na minha última luta. Foi uma luta muito dura entre eles, dois wrestlers, então a luta acabou se desenrolando na parte em pé. O Reug Reug é um cara que vem da luta agarrada, tem uma base muito boa, então acho que ele vai tentar explorar isso para manter a luta em pé. Com certeza ele treinou bastante a defesa de quedas e o striking. Acredito que esses sejam os pontos fortes dele”, analisou Buchecha.
Embora tenha construído seu nome e sua reputação como um dos maiores atletas de Jiu-Jitsu da história, a principal prioridade de Buchecha é mostrar que é um lutador de MMA completo. O representante da American Top Team está pronto para liberar seu poderoso jogo de finalizações, mas ele garante que está constantemente se esforçando para melhorar em todas as áreas, para que não dependa apenas disso. E contra Kane, ele espera mostrar algumas novidades.
“A minha arma para essa luta, como em todas as outras lutas, é que eu gosto de chegar no cage e mostrar que não sou apenas um lutador de Jiu-Jitsu e sim um lutador de MMA. Então, estarei preparado para 15 minutos de luta se for necessário. Claro que a minha especialidade é o Jiu-Jitsu e se eu puder usar na luta, o que será sempre o meu objetivo, ótimo. Mas se isso não for possível, não vou me frustrar. Como eu disse, estarei preparado para lutar os três rounds em pé se for necessário. Mas, sem dúvida, o objetivo é uma finalização no primeiro round, como aconteceu nas minhas lutas anteriores”, concluiu Buchecha.