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Luiz Dórea explica por que adversário no UFC Rio tem o jogo perfeito para Anderson Silva

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https://www.youtube.com/watch?v=TrI9CDzJKKU

Headcoach de Anderson Silva para a luta contra Jared Cannonier no próximo UFC Rio, que acontece na sexta-feira da semana que vem, Luiz Dorea participou do Confraria da Porrada da última quarta-feira.

Nocauteador nato, o americano pode levar perigo ao ex-campeão devido à agressividade e o poder de nocaute. Vale lembrar que sete de suas 11 vitórias foram mandando os adversários para a lona.

Entretanto, para Dórea, apesar de reconhecer o perigo contido no adversário, ressalta que o jogo casa para Anderson Silva, que costuma induzir ao erro os adversários mais agressivos.

“O forte de Anderson é a trocação, não tem muito como fugir disso. Ele está preparado para tudo, tem uma grande equipe na parte de Wrestling e Jiu-Jitsu, mas a luta deve ficar em cima. O adversário busca a luta, vai para cima, é duro, tem poder nas mãos, mas não tem a habilidade natural que o Anderson tem, que é golpear em movimento, contragolpear”, disse o treinador.

Assista ao programa completo no vídeo acima. Nele, Luiz Dórea também analisa o desafio de Rogério Minotouro contra Ryan Spann no mesmo card, Cigano x Ngannou em claro, relembra histórias marcantes de seus principais atletas, tanto no Boxe quanto no MMA.

Renato Babalu se compromete a doar cérebro para estudos de encefalopatia traumática crônica

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Rose Gracie e Babalu estiveram juntos nessa quinta-feira - Foto: Reprodução/Instagram
Rose Gracie e Babalu estiveram juntos nessa quinta-feira – Foto: Reprodução/Instagram

Em sua participação no RESENHA PVT há duas semanas, Renato Babalu, hoje com 43 anos, revelou que convive com alguns sintomas da encefalopatia traumática crônica (ETC), ou “demência pugilística”, como é conhecida popularmente a doença neurodegenerativa progressiva.

Nessa quinta-feira, o ex-lutador recebeu a visita de Rose Gracie. Filha de Rorion Gracie, ela milita no estudo da doença junto a universidades renomadas dos EUA, Canadá e Brasil. Um de seus desafios é conseguir que atletas se comprometam a doar seus cérebros, já que o diagnóstico só pode ser feito a partir de cadáveres.

Em um post no Instagram, Rose Gracie contou como foi o encontro com Babalu, que, assim como Wanderlei Silva, se comprometeu a doar o cérebro para estudos.

“Hoje foi um dia doce mas ao mesmo tempo amargo. Lidar com a concussão, a tristeza e a devastação que ela traz para todas as famílias que encontro diariamente é difícil, mas é sempre mais difícil quando as pessoas mais próximas a mim compartilham suas histórias. Hoje chorei, fiquei triste, mas ao mesmo tempo fui inspirada por esse ser humano que eu sempre admirei, porque ele se posicionou para doar seu cérebro a uma causa maior, para ajudar a encontrar soluções para essa doença debilitante. Estou muito orgulhosa de ter esse irmão de vida participando e aprendendo e educando a si mesmo e a todos ao redor sobre as causas e efeitos do #CTE. Eu tive a oportunidade de sentar com a esposa dele também e me vi nela e foi tudo muito emocionante. Uma coisa é certa … é por causa de pessoas como o #babalu, que têm o bem geral em seu coração, que esperamos poder encontrar uma maneira de parar e eventualmente curar isso. Obrigada por participar no #graciechallenge hoje, doando o seu cérebro para a @concussionfoundation e ajudando-nos a tornar esta missão em uma realidade”, agradeceu a Gracie.

Veja abaixo como foi a RESENHA PVT com Renato Babalu:

https://youtu.be/1QNluCXFgfA

 

Matheus Buffa reforça camps de Gustafsson, Manuwa e Latifi: ‘Mesmo treino de três ranqueados da minha categoria no UFC’

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Buffa reforça o camp de Gustafsson, Manuwa e Latifi - Foto: Arquivo Pessoal
Buffa reforça o camp de Gustafsson, Manuwa e Latifi – Foto: Arquivo Pessoal

Após vencer o duríssimo Marcelo Cruz com um domínio inquestionável na 4ª edição do Future FC, no último dia 19, o meio-pesado brasileiro Matheus Buffa viajou à Suécia para fazer uma outra luta, que, infelizmente, acabou não acontecendo. Mas a viagem não foi perdida. Aproveitando a estadia no país, o atleta da CM System aceitou o convite para reforçar os camps dos meio-pesados do UFC Alexander Gustafsson, Jimi Manuwa e Ilir Latifi, na Allstars Training Center.

“Eu vim para lutar, mas a luta não rolou, o empresário dos caras me convidou para ajudar no camp e agora estou aqui. Está sendo uma experiência animal, realmente enriquecedor. Estou tendo o mesmo treino que três top 15 da minha categoria no UFC”, exaltou o brasileiro.

Atualmente, Alexander Gustafsson é o número 2 do ranking dos meio-pesados do UFC, seguido de Ilir Latifi, na 9ª colocação, e Jimi Manuwa, na 11ª.

Aos 26 anos, Buffa possui um cartel de 13 vitórias em 19 lutas, com direito a 9 nocautes. Com as ferramentas mais afiadas do que nunca, ele não vê hora de entrar em ação novamente.

“Estou pronto para lutar. Na verdade, só preciso de três coisas: adversário, data e um tempinho para bater o peso.”

Em busca de uma chance no UFC, Gian Siqueira espera vitória rápida na Sérvia

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Catarinense luta este sábado (4) contra Nebojsa Mrsic no Serbian Battle Championship (SBC) - Foto: Marcio Valle/ Primeiro Round
Catarinense luta este sábado (4) contra Nebojsa Mrsic no Serbian Battle Championship (SBC) – Foto: Marcio Valle/ Primeiro Round

Aos 24 anos, Gian “Pitbull” Siqueira é uma das jovens promessas brasileiras que, aos poucos, tenta se firmar no concorrido mercado do MMA. O catarinense de Blumenau vivia uma grande fase no esporte, com seis vitórias seguidas e quatro anos de invencibilidade. Mas, em sua última luta, que aconteceu em janeiro pelo M-1, realizado em Harbin, na China, ele perdeu em uma decisão polêmica, o que atrapalhou os seus planos. No entanto, neste sábado, dia 4 de maio, ele terá a chance de dar a volta por cima. Escalado para enfrentar o local Nebojsa Mrsic no Serbian Battle Championship 21, que acontece na Sérvia, ele planeja vencer por nocaute ou finalização.

“Minha expectativa é vencer em uma luta rápida. Não quero mais ser prejudicado pelos juízes, então vou fazer acontecer! A última luta todos sabem que não perdi. Fui roubado! Pedi uma revanche e não aceitaram. Aprendi que não vou mais deixar nas mãos dos juízes. Meu adversário é bem versátil na parte de trocação. Ele usa muito os chutes, mas acredito que isso vai facilitar a luta. Meu chão é de alto nível e, se ficar ruim em pé, com certeza vou derrubar para finalizar”, disse Gian.

O atleta da Astra Fight Team tem no currículo 20 lutas de MMA. Destas, ele venceu 16, com direito a seis nocautes e seis finalizações. Neste sábado, o meio-médio brasileiro quer vencer de forma convincente e mostrar que está pronto para os grandes eventos de MMA.

“Sou jovem, mas já passei por todas as experiências. Depois dessa vitória eu quero uma oportunidade no maior evento do mundo, o UFC. Quero essa chance para mostrar quem eu sou e do que sou capaz! Tenho certeza que no meu peso eu sou um dos melhores do mundo”, concluiu.

Com cinco vitórias seguidas e luta marcada na Rússia, brasileiro ex-UFC cogita se aposentar: ‘Não tem incentivo’

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Catarinense, que luta esta sexta no Fight Nights Academy, fez longo desabafo sobre o MMA brasileiro – Foto: Dave Mandel/Sherdog

Ex-lutador do UFC, Alberto Uda vive uma grande fase na carreira. Desde que deixou o octógono mais famoso do mundo, Alberto Uda não sabe o que é perder. Já são quatro vitórias seguidas, três delas por finalização. Sem lutar desde agosto de 2017, ele entra em ação nesta sexta-feira, dia 3 de maio, no Fight Nights Academy Penza, que será realizado na Rússia, em busca de mais um triunfo na carreira. Ele terá pela frente o russo Rinat Fakhretdinov, que possuiu 15 vitórias e apenas uma derrota na carreira, e vem de uma sequência de 13 vitórias seguidas. Uda garante que não fugirá de suas características, e buscará o nocaute contra o russo.

“Consegui ver poucas lutas dele no YouTube. Foi difícil encontrar os combates que ele fez, mas montamos uma estratégia baseado nas lutas que conseguimos assistir. A expectativa é trocar em pé, já que ele é um cara que vem da trocação também. Não está no meu plano de ação colocá-lo para baixo e buscar a finalização. Eu vou para nocauteá-lo”, disse Uda, que já foi campeão mundial de Muay Thai.

Uda conta com um cartel de 13 vitórias e apenas duas derrotas. Seu início de carreira foi promissor. Ele engatou nove vitórias seguidas, vencendo oito delas por nocaute ou finalização, e acabou contratado pelo UFC. No entanto, ele não conseguiu repetir as boas atuações e perdeu as únicas duas lutas que fez na organização, e acabou demitido na sequência. Ele garante ter tirado boas lições e que não cometerá os mesmos erros do passado.

“Eu só perdi no UFC. A primeira vez eu senti o clima. Não tinha nenhuma experiência de lutar fora do país. Na segunda foi um erro de estratégia mesmo. Mas acredito que já consegui retomar o caminho que me levou ao UFC. Na Rússia pretendo não errar e fazer uma boa luta. As derrotas no UFC me ensinaram algumas lições, e a principal delas foi aprender melhor a lidar com a questão do fuso horário”, explicou Uda.

Futuro indefinido

Aos 34 anos, Uda ainda está indeciso sobre o seu futuro após essa luta na Rússia. Vencendo ou perdendo, ele vê o relógio biológico e a falta de oportunidades como seus maiores adversários, e fez um longo desabafo sobre a situação do MMA no Brasil.

“Estou sem lutar desde 2017. No Brasil tem poucos eventos, e os que aparecem querem pagar com ingresso ou pagam muito pouco. Tem um ou dois eventos que conseguem pagar melhor, mas que acontecem uma vez ou outra. É muito difícil ser lutador no Brasil. É o país que começou esse esporte, mas é o que menos possui eventos e o que menos paga aos atletas. Se você quer lutar, tem que lutar fora do país. Se lutar no Brasil, você vai passar fome. Para ser um atleta de ponta hoje é muito difícil, você não consegue se dedicar apenas ao esporte, precisa ter outro emprego para pagar as contas. Tenho pensando bastante se vou continuar a lutar. A idade vem chegando, vamos vendo que o MMA não é mais aquilo tudo e que será muito difícil alcançar o que sonhamos. Não tem incentivo, então fica difícil pensar em continuar. É claro que eu quero prosseguir, pois é o que eu mais amo fazer, mas preciso pensar mais sobre o que vou fazer em seguida”, desabafou.

Por conta de todas essas dificuldades para se manter como profissional da luta, Uda gostaria de voltar ao UFC, onde ele acredita que poderia se dedicar mais ao esporte e conquistar uma estabilidade financeira. Mas ele procura não alimentar esse sonho.

“Todo lutador sonha em lutar no UFC. É o maior evento, e o que paga melhor. Hoje os eventos fora do país estão pagando bem, mas temos muitas despesas e o que sobra pra gente é pouco. Por isso, tenho muita vontade de voltar para o UFC. Lá você ganha bem, é bem tratado e tem mais visibilidade. Mas por conta da minha idade, das duas derrotas que sofri lá, não sei se isso irá acontecer. Mas quem sabe, né?”, concluiu o casca-grossa.

Pelé Landy responde a Rudimar Fedrigo: ‘Meu DNA corre na veia da Chute Boxe’

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Durante o RESENHA PVT da última terça-feira, disponível na íntegra em nosso canal no Youtube, Rudimar Fedrigo citou alguns nomes que já foram adversários da Chute Boxe e que hoje defendem a bandeira da equipe com muito orgulho, caso de Evangelista Cyborg, Luiz Azeredo, Alexandre Cacareco e Jorge Patino Macaco.

Inclusive, o criador do time curitibano não ficou em cima do muro quando perguntado em qual lado do corner ficaria no caso de uma possível revanche entre Macaco e José Pelé Landy, um dos lutadores que mais contribuiu para a construção do nome da Chute Boxe.

“Eu tenho que ficar com quem está defendendo a bandeira da academia Chute Boxe. Eu sou um cara da Chute Boxe, não adianta, eu vou defender a Chute Boxe até os últimos dias da minha vida, até a morte, e vou estar do lado de quem estiver defendendo minha bandeira também”, afirmou Rudimar.

Ao assistir à declaração, José Pelé Landy imediatamente nos pediu um direito de resposta.

https://youtu.be/OgaQyVrDwFM

“Na minha concepção, ele foi infeliz na declaração dizendo que estaria no corner oposto ao meu. Logo eu, que tanto dei para a escola, fui revolucionário do sistema na base da porrada”, desabafou. “Neste dia, nesta noite, vou poder mostrar para você para que que eu vim, mostrar que toda essa essência, que foi contribuída por mim, vai imperar diante da minha vitória. Espero continuar te dando respeito como mestre, mesmo diante da noite de derrota que você vai ter, e estará confirmado que meu DNA corre na veia da academia Chute Boxe.”

O RESENHA PVT está de volta na próxima terça-feira. O convidado será Zé Mario Sperry, faixa preta de Carlson Gracie, fundador e um dos antigos líderes da lendária Brazilian Top Team. Você pode participar fazendo sua pergunta através do chat da transmissão. Para isto, basta acessar nosso canal, se inscrever e ativar o sininho de notificação.

Assista abaixo ao RESENHA PVT com Rudimar Fedrigo:

https://www.youtube.com/watch?v=LFa0MEElsZs

Al Iaquinta aparece como favorito contra Donald Cerrone no UFC Fight Night Canadá

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Neste sábado (04/05), o UFC Fight Night acontece em Ottawa, no Canadá. Na luta principal temos Al Iaquinta contra Donald Cerrone, mas o grande destaque é que todos os seis confrontos da noite rende mais do que 50% de lucro nos sites de apostas esportivas.

Al Iaquinta é o mais cotado

Vindo de vitória sobre Kevin Lee, Al Iaquinta tem neste sábado a chance de se colocar como possível adversário de Dustin Poirier pelo título interino do Peso-Leve. No momento, ele é o quarto melhor do ranking e se depender do que apontam as casas de apostas esportivasvai vencer mais uma. Isso porque ele chega como o mais cotado contra Donald Cerrone, dando R$ 1,80 para cada real contra R$ 2,00 do adversário.

No entanto, a missão está longe de ser fácil, afinal, Cerrone vive um bom momento, tendo superado Mike Perry, por finalização, e Alexander Hernandez, com um nocaute, nas suas últimas apresentações.

Outro duelo bastante equilibrado neste sábado é entre Derek Brunson e Elias Theodorou, na luta co-principal. Aqui, os dois rendem R$ 1,90 para R$ 1,00 com uma vitória, segundo dados do Bodog. Embora as cifras sejam iguais para os dois lados, Theodorou vive uma melhor fase, com três triunfos seguidos, enquanto Brunson vem de duas derrotas.

Card Principal também tem favoritos

Só que nem só de equilíbrio vive o UFC e nos outros quatro embates quatro lutadores surgem como favoritos. Destes, quem chega com mais moral é Shane Burgos, que ganhou 10 das 11 lutas que fez na carreira. Na última, finalizou Kurt Holobaugh ainda no primeiro round. Se mantiver esta regularidade e vencer mais uma, desta vez Cub Swanson, garante R$ 1,57 para cada real.

Com números ainda mais impressionantes, Brad Katona tenta manter a invencibilidade contra Merab Dvalishvili e rende R$ 1,58 para R$ 1,00 com uma vitória. Até aqui, o canadense não sabe o que é outra coisa na carreira, tendo vencido em todas as oito apresentações, sendo duas pelo UFC. Fazendo jus ao apelido de Superman.

O mesmo valor é pago com uma vitória de Walt Harris sobre Serghei Spivak. Ele ganhou em suas últimas duas lutas, contra Daniel Spitz e Andrei Arlovski, porém, foi pego no exame anti-doping diante de Arlovski e o embate ficou sem resultado. Ainda assim, mostra que Harris está em alta no UFC.

Ainda no Card Principal, Andrew Sanchez rende também R$ 1,58 para R$ 1,00 com um triunfo diante de Marc-Andre Barriault. Sanchez conseguiu se recuperar contra Markus Perez depois de ter acumulado duas derrotas consecutivas e agora tenta embalar de vez na organização. Na carreira, conta com 10 triunfos e quatro derrotas, enquanto seu adversário ainda faz a sua estreia no UFC, depois de seis vitórias no TKO.

Destaques do Card Preliminar

Dos seis duelos do Card Preliminar, Macy Chiasson é a que chega com maior favoritismo para a vitória. Invicta na carreira após quatro apresentações, garante R$ 1,16 para cada real por um triunfo sobre Sarah Moras.

Outro que vem bem cotado para vencer é Nordine Taleb. Ele dá R$ 1,25 para R$ 1,00 por um triunfo diante de Siyar Bahadurzada. Nos demais o retorno é de no mínimo 44% de lucro, como apontam os odds do MMA.

No momento, ainda não tem cifras para outras opções das lutas, mas, no dia dos embates você encontrará possibilidades para investir em número de rounds, formas de vitórias e até mesmo a combinação dos dois desfechos.

Confira as lutas do UFC Fight Night, em Ottawa, no Canadá, neste sábado (04/05):

Card Principal

Peso Leve – Al Iaquinta (R$ 1,80) x (R$ 2,00) Donald Cerrone

Peso Médio – Derek Brunson (R$ 1,90) x (R$ 1,90) Elias Theodorou

Peno Pena – Cub Swanson (R$ 2,50) x (R$ 1,57) Shane Burgos

Peso Galo – Brad Katona (R$ 1,58) x (R$ 2,40) Merab Dvalishvili

Peso Pesado – Walt Harris (R$ 1,58) x (R$ 2,40) Serghei Spivak

Peso Médio – Marc-Andre Barriault (R$ 2,40) x (R$ 1,58) Andrew Sanchez

Card Preliminar

Peso Galo – Macy Chiasson (R$ 1,16) x (R$ 5,50) Sarah Moras

Peso Galo – Aiemann Zahabi (R$ 1,58) x (R$ 2,40) Vince Morales

Peso Meio-Médio – Nordine Taleb (R$ 1,25) x (R$ 4,00) Siyar Bahadurzada

Peso Pena – Kyle Nelson (R$ 2,87) x (R$ 1,44) Matt Sayles

Peso Pesado – Arjan Singh Brullar (R$ 2,00) x (R$ 1,80) Juan Adams

Peso Galo – Mitch Gagnon (R$ 1,80) x (R$ 2,00) Cole Smith

 

Rudimar abre o jogo, revela histórias inéditas dos bastidores da Chute Boxe, do Pride, mágoa com Anderson Silva e desejo de treinar Paulão e Arona

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https://www.youtube.com/watch?v=LFa0MEElsZs

O RESENHA PVT desta semana foi riquíssimo para quem gosta de se aprofundar nas história de bastidores do mundo da luta. Criador da Chute Boxe, Rudimar Fedrigo não mediu palavras e revelou histórias inéditas sobre os momentos mais marcantes de sua equipe, incluindo glórias e decepções.

O programa, com mais de duas horas de duração, está disponível na íntegra no vídeo acima e em nosso canal no Youtube. Acesse, se inscreva e ative o sininho de notificação para ficar por dentro de todo o nosso conteúdo.

Para Rudimar, uma das lutas mais marcantes da história da equipe foi a primeira em que Wanderlei Silva desbancou o até então carrasco dos brasileiros Kazushi Sakuraba, em 2001.

“O Sakakibara (presidente do Pride) parecia estar desapontado com o Sakuraba. Não sei se por questões financeiras…”, lembra. “Chega o Sakakibara com o intérprete e fala: ‘pode matar’, usou esse termo, um termo forte. Naquela luta foi liberado tiro de meta, pisão… Não sei o que aconteceu, mas sei que o serviço foi feito.”

O líder da Chute Boxe também não esconde as mágoas com as estrelas que saíram da equipe, incluindo Anderson Silva, que, para ele, é sua maior decepção.

“Uma pessoa que eu considero que não foi grata, foi ingrata, é o Anderson Silva. Uma pessoa que foi ingrata, e o que você pode fazer para uma pessoa que é ingrata? Nada”, desabafou. “Qual treinador que essa pessoa é fiel? Nenhum!”

Rudimar também relembrou os momentos mais tensos da rivalidade com a Brazilian Top Team nos áureos tempos de Pride FC e as pazes com os maiores desafetos da época, incluindo os então líderes da equipe carioca, Zé Mário Sperry e Bebeo Duarte. Ele também revelou o desejo de treinar dois dos maiores representantes.

“Como treinador, gostaria muito de treinar tanto o Paulão quanto o Arona.”

Governador do Rio vibra com resultado da Geração UPP no campeonato brasileiro da CBJJ

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Atletas e policiais subiram ao pódio ao final do dia de competição - Foto: Leonardo Fabri
Atletas e policiais subiram ao pódio ao final do dia de competição – Foto: Leonardo Fabri

Pelo quinto ano consecutivo, a Geração UPP viajou a Barueri-SP para participar do campeonato de Jiu-Jitsu mais importante do país (CBJJ), no último final de semana. E como já se tornou tradição, voltou ao Rio de Janeiro com dezenas de medalhas – 43, para ser mais exato. Foram 10 de ouro, 11 de prata e 14 de bronze, além de oito de participação (para atletas até 9 anos de idade). O resultado positivo foi comemorado pelo governador do Estado, Wilson Witzel.

“Fico muito feliz de ver o sucesso dessas crianças e adolescentes e, principalmente, a integração deles com os policias militares que trabalham em nove UPPs do Rio de Janeiro. Acredito que o esporte e a educação são a melhor forma de transformar os nossos jovens em cidadãos com consciência dos seus direitos e deveres. Parabéns aos policiais que dão vida a esse projeto há dez anos e aos parceiros que ajudam a tornar os sonhos de tantas crianças em realidade”, reconheceu.

Neste ano, a delegação foi composta por 75 atletas, de nove comunidades – entre crianças e jovens de 4 a 17 anos, nas faixas branca, cinza, amarela, laranja e azul – e liderada pelos policias-professores de Jiu-Jitsu. Assessora de projetos de proximidade das Unidades de Polícia Pacificadora, major PM Bianca Neves exaltou o trabalho desenvolvido.

“Muito orgulho da determinação dos alunos e dos professores, em especial ao coordenador (Thiago) Diorgenes, que desempenhou o trabalho com brilhantismo e muita paciência. Esses policiais voluntários não ensinam somente técnicas de artes marciais, mas também mostram a esses jovens o caminho da disciplina e, sobretudo, desenvolve neles a capacidade de resiliência para enfrentar os desafios da vida”, destacou.

Com o mesmo entusiasmo, o sargento PM Chagas Bola, um dos primeiros coordenadores do projeto, parabenizou toda a equipe que faz esta engrenagem social funcionar.

“A sensação é de dever cumprido, não só para mim, como para todos os meus parceiros de farda e de kimono e, claro, para essas crianças e jovens, que serão responsáveis pelo futuro da nossa sociedade. É um orgulho imenso fazer parte disso”, declarou o faixa preta.

Além do ouro

A pequena Marion e sua mãe, Maria Cláudia – Foto: Leonardo Fabri

Em 2019, a Geração UPP teve campeões e bicampeões Brasileiros, caso de Fellipe Cabral Timóteo e Isabela Marques. Mas nem todos os destaques conquistaram o ouro. Um exemplo disso é a pequena, carismática e talentosa Marion Timóteo Barbosa, de apenas 8 anos. Após duas grandes vitórias, ela acabou perdendo a final, mas nada que apagasse seu brilho, que ficou ainda mais intenso com a medalha de prata.

“O Jiu-Jitsu é a melhor coisa do mundo, para mim. Eu quero ser a melhor lutadora do mundo e quero ser professora de Jiu-Jitsu também”, disse a pequena, filha da merendeira Maria Cláudia Cabral Timóteo, que também é mãe do bicampeão Fellipe Cabral Timóteo, de 14 anos.

Assim como nas edições anteriores, a delegação da Geração UPP se dividiu em viagens no sábado e no domingo, com total apoio da Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro, que auxiliou com os ônibus; LBV e Super Rádio Brasil, com kimonos, lanches, almoço e demais demandas logísticas juntamente com Prime Esportes e Boomboxe. Agora, somando todas as cinco participações, a equipe detém 288 medalhas no Brasileiro da CBJJ.

Herbert Burns comemora vitória no Titan FC e convite para lutar no Dana White’s Contender Series

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Faixa-preta finalizou rápido e foi chamado para lutar no programa que busca novos talentos para o UFC - Foto: Divulgação
Faixa-preta finalizou rápido e foi chamado para lutar no programa que busca novos talentos para o UFC – Foto: Divulgação

Uma atuação rápida e segura. Herbert Burns não deu chances ao ex-campeão do Titan FC Luis Gomez e venceu de forma precisa com um mata-leão em sua estreia nos Estados Unidos. De quebra, ele ainda foi convidado por Dana White, que estava na platéia do evento realizado na última sexta-feira (26) na Flórida, para participar do Contender Series, programa que garimpa novos talentos em ascensão para lutar no UFC.

“A minha atuação foi perfeita! Estou muito feliz. Eu estava mais solto, diferente da minha estreia no Titan onde eu estava um pouco travado. Fiquei muito tempo sem lutar e me senti um pouco enferrujado na minha primeira luta pelo Titan. Mas essa luta foi diferente. O aquecimento foi muito bom no vestiário, e na hora da luta eu estava muito confiante. O Luis Gomez é muito duro, mas como foi rápida a luta, fiz parecer que ele era um oponente fácil. Consegui impor o meu jogo, e usei só o meu Jiu-Jitsu. Não precisei dar um soco. Foi Jiu-Jitsu puro! Melhor forma de vencer”, analisou Herbert.

A maneira como venceu um ex-campeão do evento impressionou muita gente, e Herbert estava seguro de que tinha feito o suficiente para conseguir um contrato direto com o UFC. No entanto, o presidente do Ultimate preferiu convidá-lo para lutar no Contender Series, provavelmente para ver um pouco mais do estilo do brasileiro. Com isso, o faixa-preta de Jiu-Jitsu terá mais um desafio pela frente antes de realizar o seu sonho de lutar ao lado de seu irmão no maior evento de MMA do planeta.

“Acho que o Dana White gostou da luta. Deixei uma impressão boa. Assim que acabou a luta, eu peguei o microfone e disse que queria me juntar ao meu irmão Gilbert Durinho no maior evento de MMA do mundo. Depois ele me chamou para conversar junto com o Rafael Alves, que ganhou o cinturão interino dos leves, e nos convidou para lutar o Contender Series. Agora estou esperando a data. Fiquei amarradão, mas queria muito ter ido direto para o UFC. Pela minha carreira, se você analisar, desde cedo fui jogado aos leões. Então, esperava conseguir o contrato com o UFC. Mas nada é fácil, vou matar mais um leão no Contender e garantir o meu contrato. Tenho certeza que isso vai acontecer”, concluiu. Herbert.

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