Vitor Petrino mal descansou de sua última luta, em julho, quando emplacou sua segunda vitória em duas lutas no UFC, e já tem data para retornar ao octógono: ele enfrenta o lituano Modestas Bukauskas no dia 4 de novembro, em São Paulo, em sua primeira apresentação no Brasil desde que assinou com o Ultimate.

“É uma oportunidade única poder lutar em casa no maior evento de MMA do Planeta. Só me motiva a querer cada vez mais dar um show digno aos fãs. Algo que fique na história do evento”, projeta o mineiro de Santa Luzia, que, aos 25 anos de idade, possui um cartel perfeito de nove vitórias em nove lutas.
O fato de não somente estar invicto, como também ter o poder de definir seus combates a qualquer momento, seja nocauteando ou finalizando, já chama a atenção de seus potenciais adversários na categoria dos meio-pesados. Apesar disso, Vitor minimiza qualquer tipo de pressão.
“Não sinto pressão, amo esse esporte e tudo isso que ele tem a oferecer. Apenas curto cada momento ali dentro. O resultado é consequência, meu maior desafio será sempre buscar me reinventar. Independentemente de quem seja o adversário”, garante o atleta da CMSystem.
Seu próximo desafio será contra um oponente quatro anos mais velho e com bastante rodagem dentro do cage. Modestas Bukauskas possui 20 lutas como profissional, tendo vencido 15, nove delas por nocaute, e sendo derrotado em cinco delas, tendo sido nocauteado em três oportunidades.
“Gosto do estilo do meu adversário, deixa a luta mais emocionante. Me empolga saber que será uma guerra do início ao fim. Acredito que alguém irá cair antes mesmo do final do terceiro round. Espero que ele se dedique à preparação tanto quanto eu”, comenta Vitor, que conquistou seis de suas nove vitórias via nocaute.




“Israel Adesanya é inteligente, rápido e calmo, e um cara assim é muito perigoso. Prochazka é estranho num bom sentido: esquiva, abaixa a guarda, joga uns jabs q surpreendem. E Poatan é o máximo, sou muito fã dele, tem mão pesada e queixo duro”, enumera o treinador.







Entre os 350 convidados que lotaram a sala 13 do cinema, estavam várias gerações que participaram direta ou indiretamente da história. Como Joao Alberto Barreto, Reyson Gracie, Fernando Pinduka, Murilo Bustamante, Rogério Minotouro, Carlão Barreto, Eugênio Tadeu e Neivaldo Santana, bem como historiadores que tiveram importância fundamental na construção da série como Reila Gracie, Elton Silva e Eduardo Corrêa.




