Home Blog Page 399

Rogério Camões revela mudança drástica na preparação de Anderson: ‘Este foi um camp totalmente diferente’

0

Homem de confiança de Anderson Silva, o preparador físico Rogério Camões revelou no RESENHA PVT da última semana que mudou drasticamente o treinamento do ex-campeão para a sua luta de despedida do UFC, que acontece neste sábado, 31, em Las Vegas, contra Uriah Hall. 

https://youtu.be/sLlRTr7HOkc

“Priorizei valências que estão dentro da estratégia desta luta e fizemos a manutenção das que ele já carrega com ele”, disse Rogerão. “Desta vez poupei a força e priorizei muito a questão da movimentação, da mobilidade dele. Foi um treino totalmente diferente que eu já fiz com o Anderson na vida”. 

Rogério Camões também afirmou não acreditar que esta seja a luta de aposentadoria de Anderson Silva e rechaçou qualquer tipo de despedida após o evento deste sábado. Para ele, o ex-campeão ainda tem lenha para queimar, seja em super lutas de MMA ou até mesmo de Boxe.

Raiz do MMA: A história e o legado do gênio Anderson Silva

0

Maior campeão peso médio da história do UFC – para muitos o maior lutador de todo os tempos -, Anderson Silva, ao que tudo indica, sobe ao octógono no próximo sábado, em Las Vegas, pela última vez. O duelo contra Uriah Hall é o último do seu contrato com a organização na qual se consagrou. 

https://youtu.be/cRqvHz_vIo4

Como forma de homenagem, Marcelo Alonso recapitulou, desde o início, toda a carreira da lenda Anderson Silva. O começo com Noguchi; a entrada e saída da Chute Boxe; a passagem pelo Pride; a quase aposentadoria precoce – evitada pelos irmãos Nogueira; a volta por cima no evento inglês Cage Rage; e a glória no UFC.

Assista e entenda o porquê de, para muitos, Anderson Silva ser considerado o maior lutador de MMA de todos os tempos.

Do Bronxs sugere GP para organizar divisão dos leves e avalia suas opções: ‘Justin Gaethje ou Dan Hooker’

0
Foto: Leonardo Fabri

Embalado por sete vitórias consecutivas, Charles Do Bronxs participou do CONEXÃO PVT na última quarta-feira, e falou sobre os próximos passos que ele planeja dar na divisão, que, com o anúncio da aposentadoria de Khabib Nurmagomedov, está agora sem um campeão. 

https://youtu.be/e4EBoF59QcQ

Para o brasileiro, atual 6º colocado do ranking da categoria, seu adversário ideal para o momento teria que ser Dustin Poirier, único lutador a sua frente que vem de vitória. Como Poirier tem compromisso contra Conor McGregor, Do Bronxs espera ser escalado para enfrentar Dan Hooker ou Justin Gaethje. 

“Todos os dois estão vindo de derrota, e eu, de sete vitórias, então para qualquer um dos dois é muito boa esta luta”, destacou Do Bronxs. 

Ele ainda sugeriu ao UFC promover algo parecido com um GP para definir os próximos postulantes diretos ao cinturão dos leves. 

“Tenho certeza que eu preciso fazer mais uma luta para eles me colocarem pelo cinturão. Coloca McGregor x Poirier e tony Ferguson x o menino que veio do Bellator (Michael Chandler), e me dá o Dan Hooker, ou o Justin Gaethje. Bota todo mundo no mesmo dia.”

Primeiro herói negro do esporte brasileiro, Waldemar Santana completaria 92 anos nesta quarta

0

Se estivesse vivo, nesta quarta-feira (28/10), Waldemar Santana estaria completando 92 anos. Nesta semana marcada pela aposentadoria do maior ícone do MMA brasileiro, nada mais emblemático do que dedicar o Baú desta semana ao primeiro herói negro da luta no Brasil.

A vida de Waldemar Santana e sua importância na história das artes marciais não se resumem apenas às 3h45min, tempo que durou a luta que travou com Hélio Gracie e sua vitória, que o consagrou como um dos melhores lutadores do vale-tudo. Vai muito além disso, e começa no início da década de 50, quando um jovem atleta e capoeirista, com 22 anos, decidiu deixar Salvador, sua terra natal, para correr atrás de seus sonhos. Partiu para a capital federal da época, o paradisíaco Rio de Janeiro, sede da academia da família Gracie, já conhecida por sua fama no treinamento de jiu-jitsu.

A aproximação de Waldemar com os Gracie ocorre logo depois da luta entre Hélio Gracie e Kimura, em 1951. Na época Hélio e seu irmão estavam inaugurando uma nova Academia Gracie na avenida Rio Branco e convidaram Waldemar para ser roupeiro e faxineiro.

O baiano aproveitava todo tempo livre que tinha para treinar e aos poucos foi se revelando um talento, passando a servir de sparring para os mais graduados como João Alberto Barreto, Hélio Vigio e Carlson Gracie, de quem se tornou amigo.

Um dia faltou água, Waldemar esqueceu as torneiras abertas durante a noite e inundou a academia encharcando os tatames e deixando Hélio Gracie furioso. Waldemar foi demitido, mas depois de um tempo voltou a treinar, com consentimento do mestre. Não mais como empregado, mas como aluno e lutador da academia. Tudo corria bem até Waldemar receber uma proposta para enfrentar Hamilton Silva (Biriba) com quem tinha uma pendenga pessoal. O problema é que a luta ocorreria no Palácio de Alumínio, a meca do Catch as Can (lutas combinadas) na cidade. Consultado por Waldemar, Hélio não quis permitir que o aluno lutasse no evento e ameaçou expulsá-lo. Waldemar ainda tentou convencê-lo que a luta seria para valer, explicando que precisava muito de dinheiro, mas Hélio deixou claro que o expulsaria caso aceitasse o desafio. Sem nenhuma perspectiva de fazer parte da equipe A que representava a academia Gracie na época, Waldemar acabou lutando. De fato foi uma luta pra valer e Santana venceu fácil, mas o mestre não quis conversa e o expulsou o insultando publicamente ao chamá-lo de “Negro Safado”.

O episódio geraria uma enorme celeuma na época com o jornalista da “Ultima Hora” Carlos Renato, criando a narrativa de que o aluno humilhado deveria responder ao mestre nos ringues. A história ganhou espaço em todos os veículos da época e Waldemar acabou desafiando o mestre Hélio, que aos 42 anos resolveu aceitar o desafio do aluno 19 anos mais novo.

A luta ocorreu no dia 24 de maio de 1955 no ginásio da ACM com ampla cobertura da imprensa na época. Após 3h45 de Vale-Tudo Waldemar definiu o combate arremessando Hélio num kataguruma e complementando a queda com um chute no rosto, que levou Hélio a nocaute.

HÉLIO X WALDEMAR POR NÉLSON RODRIGUES

A violência daquele combate levaria a proibição do Vale-Tudo no Rio de Janeiro e mereceria crônicas em todos os jornais da cidade, inclusive uma de Nélson Rodrigues, Intitulada “O Preto que tinha alma preta” na qual o dramaturgo analisa fortemente a questão racial na época. “O que houve ontem na ACM foi uma forra ancestral do negro sobre o branco…. E eu senti como se o golpe que liquidou Hélio Gracie fosse desferido pelo pé de um S. Benedito”.

O nocaute brutal sofrido por Hélio Gracie geraria um interesse imediato numa resposta da família, desta vez representada por Carlson Gracie.

Carlson vingaria o tio Hélio numa luta de Vale-Tudo que lotou o Maracanãzinho em 1956. Mas mesmo após de ser derrotado pelo Gracie, Waldemar continuaria com seu status de grande ícone esportivo. Vale lembrar que nesta época o Brasil ainda vivia o trauma do Maracanazo em 1950. Só em 1958 o escrete canarinho, liderado por Pelé, traria nossa primeira copa do mundo.

Além de Carlson Gracie, com quem Waldemar lutou em cinco oportunidades (1 vitoria para o Gracie e 4 empates), o Leopardo Negro lutaria diversas vezes com outros grandes ícones de sua geração, como Ivan Gomes, Euclides Pereira e até mesmo com o japonês Masahiko Kimura, a quem enfrentou em Salvador nas regras do Vale-Tudo.

TRIBUTO A WALDEMAR

Quer conhecer mais sobre a história do Leopardo Negro? Então confira o RESENHA PVT especial que fizemos com sua filha, Waldimara Santana. Relembramos as principais lutas de seu pai, fatos curiosos sobre a amizade entre ele e o mestre Hélio, homenagens em marchinhas de carnaval e a importância de seu legado para as gerações atuais. Veja também a galeria de fotos abaixo com momentos marcantes da carreira de Waldemar.

https://youtu.be/xk5hhTMwtbs

 

 

Invicta no MMA, Andreia Serafim passa carreira a limpo e projeta grande duelo em disputa de cinturão no SFT 22

0
Lutadora está invicta no MMA - Foto: Divulgação/SFT
Lutadora está invicta no MMA – Foto: Divulgação/SFT

Invicta no MMA, com quatro vitórias contabilizadas. Andreia Serafim está pronta para o momento mais importante de sua carreira no MMA. No próximo sábado (31), diante de Pamela “Mara” Assis, a atleta vai fazer a luta principal do SFT 22, em card que vai marcar a terceira edição do “Outubro Rosa”, que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e, mais recentemente, câncer de colo do útero.

Com dois triunfos contabilizados na organização, ambos por nocaute, sobre Beatriz Santos e Karen Thalita, respectivamente, Andreia chega com grande motivação para o aguardado combate. Profissional no MMA desde 2017, após um breve período no MMA amador, a casca-grossa passou por outras artes marciais antes de chegar ao SFT, e agora, prestes a disputar o cinturão peso-palha da franquia, fez um breve resumo de sua trajetória no mundo da luta até chegar a uma das maiores organizações de MMA da América Latina.

“Sempre gostei de esportes e comecei no Boxe. Logo depois, migrei para o Muay Thai e com o tempo conheci o Jiu-Jitsu. No final, tive a oportunidade de conhecer o meu professor, que me apresentou o MMA, e me encantei com o estilo. Fiz algumas lutas amadoras e logo estreei com vitória e continuei a  lutar. Tive momentos difíceis, que me levaram a querer desistir, mas também tive pessoas ao meu lado que não me deixaram parar, e aqui estou, pronta para essa disputa de cinturão. Quando recebi o convite para voltar a treinar e fui chamada para lutar no SFT, o sentimento foi de que eu estava realizando um sonho”, destaca Andreia.

O SFT 22 – Outubro Rosa III, vale ressaltar, terá seu card principal transmitido em TV aberta pela “Band TV” a partir das 23h45 (horário de Brasília), e o card preliminar nas redes sociais e YouTube da organização.

Confira a entrevista na íntegra com Andreia Serafim:

– Até agora, são duas lutas realizadas no SFT, com duas boas vitórias. Qual avaliação você faz da sua passagem pela organização até o momento?

Até o momento, me sinto muito bem com o que venho construindo desde que fui contratada pelo SFT. Vivo um bom momento em minha carreira e me sinto muito bem recepcionada pelo evento. Fico muito feliz por ter conquistado essas duas vitórias pela organização e agora estou pronta para essa disputa de cinturão.

– Surgiu a oportunidade de disputar o cinturão peso-palha do SFT. Como está a expectativa para esse grande combate e com a possibilidade de se tornar campeã de uma das maiores organizações de MMA da América Latina?

A expectativa é a melhor possível para essa disputa de cinturão na categoria peso-palha. Me sinto muito honrada por ter essa chance e ter recebido essa chance da organização. Estou treinando duro para conquistar a vitória e a vontade é de fazer uma grande luta, afinal, se trata de um evento respeitadíssimo, onde só os feras permanecem. Estou me preparando diariamente e espero fazer uma grande apresentação no próximo sábado.

– Você fez sua última luta em dezembro do ano passado e aí, este ano, infelizmente surgiu a pandemia. Como você procurou lidar com toda a situação? Como foram seus treinos esse ano e quais foram as principais dificuldades em meio à pandemia?

Sim, fiz minha última luta em dezembro do ano passado e esse ano surgiu a pandemia e todas as consequências dela. Tive dificuldades em relação a trabalho, pois tenho filhos e quem cuida de tudo sou eu, porém, não fiquei desamparada. Tive apoio do meu professor e sua mulher e do meu patrocinador. Quanto aos treinos, demos uma parada, mas logo retornamos os treinos particulares, só eu e meu professor, e continuamos firmes.

– Como você analisa o jogo da sua adversária para essa disputa de cinturão? Quais são as brechas que ela oferece para o seu jogo e como você analisa que esse duelo vai se desenrolar?

Ela é uma adversária dura, que parte para trocação e que também tem um bom nível na luta de chão. Não vejo brechas no jogo dela, será uma luta dura, que vai se desenrolar conforme o decorrer de cada round. Temos um jogo bem parecidos e no sábado vamos ver quem estará num melhor dia e ficará com o título. Tem tudo para ser uma grande luta.

– Como foi sua trajetória nas artes marciais até chegar à essa disputa de cinturão no SFT?

Sempre gostei de esportes e comecei no Boxe. Logo depois, migrei para o Muay Thai e com o tempo conheci o Jiu-Jitsu. No final, tive a oportunidade de conhecer o meu professor, que me apresentou o MMA, e me encantei com o estilo. Fiz algumas lutas amadoras e logo estreei com vitória e continuei a  lutar. Tive momentos difíceis, que me levaram a querer desistir, mas também tive pessoas ao meu lado que não me deixaram parar, e aqui estou, pronta para essa disputa de cinturão. Quando recebi o convite para voltar a treinar e fui chamada para lutar no SFT, o sentimento foi de que eu estava realizando um sonho. Não é qualquer um que luta em um evento grande, que passa na TV aberta. Me sinto muito honrada e espero continuar fazendo boas lutas.

CARD COMPLETO:

SFT 22 – Outubro Rosa III
São Paulo (SP)
Sábado, 31 de outubro de 2020

Cinturão peso-palha: Andreia Serafim x Pamela Mara
Peso-galo: Karina Killer x Sidy Rocha
Peso-palha: Julia Polastri x Jessica Cunha
SFT Xtreme peso-palha: Bianca Sattelmayer x Florença Greco
Peso-galo: Thalita Diniz x Claudia Leite
Peso-casado: Isabela de Pádua x Patricia Sousa

Charles Do Bronxs é o convidado do CONEXÃO PVT desta quarta-feira

0
Brasileiro é o número 6 do ranking – Foto: UFC

Melhor brasileiro no ranking dos pesos leves do UFC, em sexto lugar, Charles Do Bronxs, que vem de incríveis sete vitórias consecutivas, é o convidado do CONEXÃO PVT desta quarta-feira, ao vivo, às 20h. Acesse nosso canal e se inscreva. 

Em seu melhor momento no UFC, o paulista está na rota de colisão pela disputa de cinturão de sua categoria, que vagou no último final de semana com o anúncio da aposentadoria de Khabib Nurmagomedov. 

Na última terça-feira Do Bronxs desafiou o atual segundo colocado do ranking da divisão, Dustin Poirier. No bate-papo desta noite ele vai repercutir isso e muito mais. 

Patrick Gaudio analisa adversário no BJJ Stars e destaca importância do Wrestling em seu jogo

0

Patrick Gaudio representa o Brasil na superluta contra o americano Devhonte Johnson no BJJ Stars IV, marcado para o dia 14 de novembro em São Paulo-SP. Gaudio tenta mais uma vitória na organização, desta vez com uma apresentação mais vistosa. Na anterior, ele superou Erberth Santos num combate sem muitas emoções.

“Naquela luta eu estava muito pesado, então fiquei lento, senti muito o peso. Estava com 104 kg, 105 kg; agora estou com 100 kg de kimono, estou mais leve, me sentindo mais rápido e mais solto para mostrar um Jiu-Jitsu melhor nesta luta”, destaca o faixa-preta.

Em relação ao que vai levar de armas para o embate contra Devhonte Johnson, Patrick Gaudio afirma que não preparou nada de especial, a não ser a sua filosofia de jogo de sempre: dar o melhor.

“Conheço ele desde a faixa-roxa. Pelo que vi do jogo dele, ele gosta de passar emborcando, é bem forte fisicamente. Não tenho uma estratégia definida para ele, mas vou chegar e colocar meu Jiu-Jitsu para funcionar, dar meu melhor e lutar os 10 minutos sem parar um segundo. Essa é a minha estratégia para todas as lutas.”

Eficaz nas entradas de pernas e bastante competente quando está por cima dos oponentes, Patrick Gaudio tem como aliado ao seu jogo no Jiu-Jitsu o seu histórico no Wrestling. Ex-integrante da seleção brasileira, ele destaca os benefícios da união das modalidades.

“Me especializei no Wrestling quando era juvenil, fui da seleção brasileira por dois anos e isso me deu uma bagagem muito forte para o Jiu-Jitsu, me ajuda a entrar nas pernas rápido, uma base melhor por cima. Tem muita posição que eu aprendi no Wrestling que eu consigo colocar para funcionar de kimono”, explicou.

Da engenharia mecatrônica à consagração no MMA: a história do brasileiro multicampeão no México

0
Amazonense Renato Valente, 28 anos, é campeão em duas divisões diferentes em dois dos maiores eventos de MMA do México - Foto: Divulgação

Amazonense da cidade de Novo Aripuanã, Renato Valente é um lutador consagrado no México. Campeão dos eventos locais JFL e XFL, ele é um estrangeiro mais vitorioso da história do país no MMA. Representante da Rio Fighters, equipe liderada pelo veterano Miltinho Vieira, “Índio”, como é conhecido, tem a luta como um ideal. Diferentemente da maioria dos lutadores compatriotas, ele teve a possibilidade de seguir uma carreira acadêmica, mas é dentro do cage que ele se sente em casa.

“Comecei na luta aos 12 anos de idade na minha cidade natal. Encontrei um professor de Jiu-Jitsu que começou a me ensinar os princípios e a filosofia dessa arte. Me encontrei facilmente nesse meio e meu interesse por artes marciais foi aumentando cada vez mais”, explicou Valente. “Me mudei para Manaus para fazer faculdade de engenharia mecatrônica, mas o interesse pelas lutas sempre esteve presente. Lá eu fui me graduando no Jiu-Jitsu e experimentando outras modalidades, como o Boxe e o Muay Thai”.

Amazonense Renato Valente, 28 anos, é campeão em duas divisões diferentes em dois dos maiores eventos de MMA do México – Foto: Divulgação

A estreia no MMA, ainda no amador, foi cedo, aos 16 anos de idade. E sua trajetória foi perfeita: nove vitórias nas nove lutas que disputou. A carreira profissional começou em 2015. De lá para cá, seis vitórias contabilizadas – quatro delas por finalização – e três reveses. Desses combates, apenas três foram em solo brasileiro.

“Sempre busquei novos desafios. Quando recebi o convite para lutar nos maiores eventos de MMA do México me propus a lutar pelos cinturões e me tornar o primeiro estrangeiro com títulos reconhecidos de MMA no país. E assim foi.  Ganhei dois cinturões em eventos diferentes e em duas categorias diferentes, me tornando internacionalmente reconhecido por este feito. A organização JFL e XFL são as maiores e mais tradicionais no ramo de MMA mexicano, e absolutamente todos os atletas que seguem nesse esporte buscam um dia estar lá e também conseguir os títulos de campeão desses eventos”, destacou.

Confira abaixo a entrevista completa com Renato Valente: 

– Como começou na luta? Qual modalidade mais se identificou?

Comecei na luta aos 12 anos de idade, na minha cidade natal, Novo Aripuanã, interior do Amazonas. Cidade pequena e sem grandes oportunidades. Encontrei um professor de Jiu-Jitsu que começou a me ensinar os princípios e a filosofia dessa arte. Me encontrei facilmente nesse meio e meu interesse por artes marciais foi aumentando cada vez mais. Me mudei para Manaus para fazer faculdade de engenharia mecatrônica, mas o interesse pelas lutas sempre esteve presente. Lá eu fui me graduando no Jiu-Jitsu e experimentando outras modalidades, como o Boxe e o Muay Thai. Sempre fui me destacando e me aperfeiçoando nas técnicas, ficando acima da média. A modalidade que eu mais me identifiquei foi o Jiu Jitsu, não só pelo talento mas por toda a filosofia que existe por trás dessa arte marcial, que me ensinou não só sobre técnicas, mas sobre disciplina e respeito.

– Como decidiu que queria ser um lutador de MMA?

Quando me mudei para Manaus para cursar Engenharia Mecatrônica comecei a praticar várias artes marciais e conheci um professor, Elieser Araújo, o “Prainha”, que me apresentou o MMA e me despertou o desejo de seguir carreira. A partir daí, aos 16 anos, fui inserido nas lutas de MMA amador, totalizando nove lutas amadoras e todas com vitória, antes de estrear no MMA profissional. Hoje tenho um cartel com seis vitórias e três derrotas e sigo em ascensão, buscando novos desafios fora do Brasil.

– Como esse título no México te projetou no cenário do MMA?

Sempre busquei novos desafios. Quando recebi o convite para lutar nos maiores eventos de MMA do México me propus a lutar pelos cinturões e me tornar o primeiro estrangeiro com títulos reconhecidos de MMA no país. E assim foi.  Ganhei dois cinturões em eventos diferentes e em duas categorias diferentes, me tornando internacionalmente reconhecido por este feito. A organização JFL e XFL são as maiores e mais tradicionais no ramo de MMA mexicano, e absolutamente todos os atletas que seguem nesse esporte buscam um dia estar lá e também conseguir os títulos de campeão desses eventos. Assim aconteceu com alguns atletas, como Jorge Gonzalez, Montserrat Ruiz, Rodolfo Rubio Perez, que conquistaram esses cinturões e foram projetados para eventos de maior porte, como o UFC, através de seu reconhecimento com esses títulos. Sou um atleta muito querido no Brasil e no México pela trajetória que construí no esporte nesses países. Recebi menções de diversos atletas notórios das artes marciais e assim fui me projetando no cenário internacional do MMA.

– Atualmente você representa quais equipes?

Quando cheguei no Rio de Janeiro, em 2012, comecei a treinar no Clube da Luta, tradicional academia fundada nos anos 2000 e se que apresenta no top 5 das academias brasileira de MMA. No website ‘’sherdog.com’’ encontram-se 5 páginas de atletas de MMA que representam o Clube da Luta nos melhores eventos nacionais e internacionais, sem mencionar atletas de Jiu-Jitsu e Luta-Livre. Através desse time eu fiz minhas principais competições no Brasil e estreei no México. Em 2016, conheci e fui convidado pelo mestre Milton Vieira a compor o time de atletas da sua academia, a Rio Fighters. Hoje a Rio Fighters conta com atletas de altíssimo nível que competem nos maiores eventos dentro e fora do Brasil.

– Como você está no ranking da categoria e como sua trajetória de lutas e cinturões foram importantes para isso?

Atualmente estou colocado no ranking promovido pela Tapology na categoria dos meio-médios em 10º lugar dentre 65 atletas profissionais do México e em 33º lugar entre 328 atletas profissionais da América Latina. Sem dúvidas a conquista dos meus títulos no México me destacaram e me colocaram nessas posições. A tendência é estar cada vez mais subindo e atingir o topo.

Após treinos na Kings, Rafael Cordeiro e Fabrício Werdum avaliam chances de Hall contra Anderson

0

O próximo sábado, 31, deve marcar a despedida de Anderson Silva do UFC. Diante de Uriah Hall, o maior campeão da história dos pesos médios faz, aos 44 anos de idade, a sua última luta do atual contrato com a organização. Adversário do brasileiro, o americano já teve oportunidade de treinar na Kings MMA, equipe liderada por Rafael Cordeiro, ex-treinador de Spider.

Foi há cerca de dois anos. Durante o PAPO COM MESTRÃO 2, realizado há poucos dias, Rafael Cordeiro e Fabrício Werdum, que treinou com Hall naquela ocasião, analisaram o combate deste sábado. Para eles, a experiência do brasileiro somada a uma falta de resiliência do americano pode definir o rumo da luta. 

https://www.youtube.com/watch?v=dR6DCePBq5g&feature=youtu.be

“Tudo vai depender de qual Uriah vai subir no octógono. Se subir um Uriah sem respeito, vai ser uma grande luta; se subir um Uriah com respeito, vai ser um monólogo do Anderson”, acredita Cordeiro. 

“Não vejo o Uriah Hall com coração de guerreiro”, salienta Werdum. “Acredito que o Anderson vai bater tanto e o juiz vai parar a luta”.

Cris Cyborg não descarta revanche contra Amanda Nunes : ‘Bellator está aberto’

0
Brasileira agora é atleta do Bellator - Foto: Leonardo Fabri

Mesmo no Bellator, Cris Cyborg não perdeu a esperança da sonhada revanche contra Amanda Nunes. Ao PVT, a campeã peso-pena da organização revelou que a possibilidade de uma luta com a atual campeã do UFC foi assunto salientado na negociação do contrato com a nova organização. 

https://youtu.be/-nzdHWv2Css

Além do cinturão do Bellator, Cris Cyborg também possui títulos do Strikeforce e do UFC, este que perdeu justamente para Amanda Nunes, no final de 2018. No bate-papo, a curitibana ainda avaliou o duelo e disse que errou ao deixar se envolver muito pelo emocional, o que não se repetiria em uma revanche.

Siga o PVT

103,000FansLike
123,000FollowersFollow
51,000FollowersFollow
163,000SubscribersSubscribe